Publicado em: 17 de janeiro de 2026

Data inicial será em 03 de março de 2026. Há também peças, carros e maquinários
ADAMO BAZANI
Colaborou Yuri Sena
Foi marcada uma nova tentativa de leilão de bens no âmbito da falência do Grupo TTT, que engloba empresas como Rápido Marajó e Transbrasiliana.
No caso de imóveis, a primeira praça será em 03 de março de 2026 e a segunda data, em 10 de março.
São garagens, terrenos, pátios e escritórios, especialmente sediados no Centro Oeste e, avaliados em mais de R$ 59 milhões (R$ 59.347.860,67).
A primeira praça, que é a primeira data para os lances, é no dia 10 de março de 2026. Já a segunda praça, com desconto de 50% nos lances mínimos sobre os bens não arrematados na primeira oportunidade, foi marcada para 17 de março de 2026.
São bens como ônibus usados, carros, peças e maquinários com avaliação inicial de quase R$ 6 milhões.
O Diário do Transporte já havia mostrado que em abril de 2025, houve uma tentativa de leilão, mas depois foi feita contestação que suspendeu o procedimento.
Relembre:
A maior parte dos bens, 87 no total, está em Goiânia.
Há bens de maior valor, como um ônibus Volvo Irizar 16 PB R, ano/modelo 2013/2013, avaliado em R$ 379.016,00, e itens que não passam de R$ 500.
O leilão é online pelo site da empresa especializada Hasta Pública.

HISTÓRICO:
Como mostrou o Diário do Transporte, o Grupo TTT, que tem uma dívida maior que R$ 460 milhões, teve falência decretada em dezembro de 2024. O pedido de falência foi feito pela União.
Relembre:
O Grupo TTT, composto pelas empresas Transbrasiliana Transportes e Turismo Ltda, Rápido Marajó Ltda, Transbrasiliana Especiais e Fretamentos Ltda, Transbrasiliana Hotéis Ltda, Transportes Coletivos de Anápolis Ltda, Nasson-Tur Turismo Ltda e Transbrasiliana Encomendas e Cargas Ltda, entrou com pedido de recuperação judicial em 2016. O plano foi homologado em 2018, mas a situação financeira do grupo continuou a se deteriorar.
Em junho de 2022, a União informou que os débitos do Grupo TTT inscritos em dívida ativa alcançavam R$ 387 milhões. A União argumentou que a venda de 24 imóveis, proposta pelo grupo para pagamento de credores, resultaria no esvaziamento patrimonial das empresas.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


