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Flamengo fala em má-fé e quer sigilo em briga por R$ 16 milhões de Wesley na Roma


O Flamengo se defendeu na Justiça do Rio de Janeiro para tentar evitar a perda de R$ 16 milhões pela venda de Wesley à Roma.

Em resposta a uma carta precatória que intimou o clube a depositar 10% da transferência, por força de um antigo contrato com o Tubarão, time de juventude de Wesley, o clube apontou que a cobrança é indevida, apontou má-fé do autor da ação e pediu segredo de Justiça na discussão.

O Flamengo alega que a equipe catarinense alienou os 10% que lhe cabiam ao próprio Wesley, mediante contraprestação econômica. Assim, o clube rubro-negro diz que o Tubarão não teria mais qualquer direito em eventuais vendas futuras do atleta.

O clube da cidade homônima havia conseguido liminar determinando o depósito de 10% da venda de Wesley à Roma – por R$ 160 milhões – sob alegação de que detinha um instrumento que previa retorno financeiro para o caso de eventual venda futura do jogador, fixando o percentual cobrado agora.

O Flamengo apontou que recebeu a cobrança e a intimação judicial com surpresa, já que o acordo que abriu mão dos 10% de Wesley foi firmado pelo próprio Tubarão, e que atualmente a equipe catarinense não poderia cobrar mais qualquer porcentagem.

“Nessa perspectiva, a pretensão de imputar ao Flamengo a obrigação de depositar judicialmente ‘10% do valor da transferência’ em favor do Tubarão não apenas carece de suporte contratual, como também desconsidera atos negociais inequívocos praticados pelo próprio Tubarão, os quais retiraram definitivamente esse direito de seu patrimônio”, defendeu o time carioca na Justiça.

O Flamengo ainda apontou “má-fé” no processo aberto pelo Tubarão e acusou o clube de Santa Catarina de “violação aos deveres de lealdade, probidade e boa-fé objetiva”.

O Fla ainda apontou que não deve partir do time rubro-negro o depósito de 0,92% do valor da transferência do atleta pelo mecanismo de solidariedade da Fifa, que prevê até 4% de uma venda ao clube formados. O time rubro-negro explicou que quem deve pagar essa quantia é a compradora, no caso, a Roma.

Por fim, o clube carioca pediu decretação de segredo de Justiça no processo, dada “a natureza confidencial dos instrumentos contratuais”.

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