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Prazo de contrato do projeto para requalificação do Corredor de Ônibus Santo Amaro fica seis meses maior e mais caro


Modelo de ônibus que via operar no Corredor Verde

Novo cronograma acrescenta R$ 1,6 milhão ao valor correspondente aos estudos do trecho entre Avenida Portugal e Terminal João Dias

ADAMO BAZANI

Colaboração Yuri Sena

Prevista para ser entregue em 20 de fevereiro de 2026, a elaboração do projeto básico e projeto executivo para requalificação do Corredor de Ônibus Santo Amaro/João Dias vai agora ficar para 18 de junho de 2026. E não somente isso. O trabalho não só vai ficar mais demorado, porém mais caro.

O acréscimo é de R$ 1,61 milhão (R$1.601.041,40). O contrato passou de R$ 4,15 milhões (R$ 4.159.322,60) para R$ 5,76 milhões (R$ 5.760.364,00).

O projeto se refere ao trecho entre Avenida Portugal e Terminal João Dias, na zona Sul de São Paulo.

Nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, a SPObras, da prefeitura, emitiu o parecer favorável para a prorrogação do contrato.

O Consórcio MBCB-5 (MAUBERTEC/COBRAPE) pediu, em uma carta, o aumento do prazo e do valor sob a justificativa de que a SPTrans (São Paulo Transporte) e CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) não aprovaram o projeto inicial da localização das paradas de ônibus, o que obrigou a refazer todo o trabalho.

A requalificação na região de Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, foca na modernização da infraestrutura, incluindo a Avenida Santo Amaro e o Terminal Santo Amaro. As obras, que avançam em etapas, priorizam o alargamento das vias, melhorias na drenagem e nova pavimentação para aumentar a fluidez do transporte público e a mobilidade urbana.

Como mostrou o Diário do Transporte, apesar do avanço das obras, os prazos iniciais prometidos pela prefeitura não se concretizaram, bem como os serviços têm ficado mais caros. Não bastasse isso, a proposta de Corredor Verde (9 de Julho/Santo Amaro), que incorpora ônibus elétricos e paradas abastecidas a energia solar, além de aproveitamento de água de chuva, que tinha previsão de o primeiro trecho ser inaugurado em dezembro de 2025, não tem mais data, de acordo com o próprio prefeito Ricardo Nunes.

Relembre:

Segundo prefeito, concessionárias estão sendo cobradas para acelerar a troca de frota

ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Colaborou Arthur Ferrari

O prefeito de São Paulo (SP), Ricardo Nunes, diz que não há mais previsão da inauguração do trecho 1 do primeiro Corredor Verde da capital paulista, que vai integrar o sistema entre as avenidas Nove de Julho, na região Central, e Santo Amaro, na Zona Sul.

Prometido para ser inaugurado em dezembro, trata-se da readequação do atual corredor, incorporando, além de ônibus elétricos, conceitos de sustentabilidade, como aproveitamento da água da chuva e estações de energia solar.

Foi prometido como um dos principais marcos na sustentabilidade dos transportes de São Paulo. Entretanto, não houve os avanços anunciados inicialmente.

Em janeiro deste ano, o Diário do Transporte mostrou uma série de problemas no pavimento do corredor na região Central. A prefeitura disse que faria uma inspeção no local até fevereiro.

Nesta segunda semana de março, o prefeito diz que já não há mais previsão. Nunes responsabilizou a falta de avanço na renovação da frota de veículos, que devem ser todos elétricos.

Segundo o prefeito, as concessionárias que operam o eixo Nove de Julho – Santo Amaro estão sendo cobradas para antecipar a renovação das frotas.

Quanto às obras civis, Nunes disse que está com bons avanços, praticamente já em conclusão. No entanto, imagens recebidas pelo Diário do Transporte mostram vários aspectos ainda não contemplados, como a reformulação de todas as paradas, guias e a condição do pavimento.

Nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, foram apresentados 110 ônibus elétricos de diversos modelos e operadoras para várias regiões da cidade. Entre eles, justamente uma das unidades que devem circular pelo sistema: um superarticulado com carroceria Caio E-Millennium BRT, baterias Blade — que são mais finas — e tecnologia de tração da BYD, montadas em Campinas (SP).

Relembre:

CORREDOR VERDE de São Paulo – Imagens exclusivas mostram estado precário de sistema que foi anunciado para ser referência em São Paulo

Confira a entrevista com o prefeito Ricardo Nunes na íntegra:

RICARDO NUNES: Corredor da Santo Amaro, ali vai ser uma política pública muito interessante porque todos aqueles pontos de ônibus já estão arrumados, eles vão todos funcionar com energia solar, através de placa fotovoltaica, os relógios, tem a compensação de carbono, maior ampliação de área verde, maior área permeável no corredor e uma questão de divulgar esse tema para a população na conscientização. A gente tem várias linhas que operam ali, todos os ônibus que a gente vai colocar agora novo, ele só pode entrar elétrico, não pode mais entrar ônibus a diesel, então, no decorrer do tempo, a gente vai ter 100% só veículos elétricos, uma prioridade do governo, a gente tem falado para as concessionárias fazer essa antecipação da substituição desses ônibus ali naquela linha. Um prazo específico eu não posso te dar agora, porque não depende só de mim. Mas que a gente vai ter, muito em breve, mas muito em breve mesmo, 100% dos ônibus que circulam na Nove de julho, naquele trecho elétrico, a gente vai ter.

ADAMO BAZANI: As obras civis?

RICARDO NUNES: As obras civis são feitas, a gente aumentou a drenagem, aumentou a área de vegetação, a alteração dos pontos de ônibus, como eu te disse aqui, com uma pegada mais verde e essas questões já estão praticamente prontas. O que falta agora é a gente ter ali a substituição dos ônibus a diesel para os ônibus elétricos na sua totalidade, uma parte já tem, inclusive, esse trólebus aí.

Enquanto isso, implantação do conceito Corredor Verde, no eixo 9 de julho/Santo Amaro, que deveria ser inaugurado em dezembro de 2025, não tem mais data para entrar em vigor, segundo o próprio prefeito Ricardo Nunes

ADAMO BAZANI

A SPObras, empresa da prefeitura de São Paulo responsável por gerenciar as obras da cidade, definiu o consórcio de empresas que vai realizar os trabalhos do terceiro e último trecho da revitalização da Avenida Santo Amaro e do corredor de ônibus do local.

Segundo publicação oficial desta quinta-feira, 12 de março de 2026, o serviço vai custar R$ 98,2 milhões – R$ 98.282.769,03 (noventa e oito milhões duzentos e oitenta e dois mil setecentos e sessenta e nove reais e três centavos).

Ainda de acordo com a SPObras, o valor é 0,52% menor que o máximo estipulado no edital de licitação.

As obras serão realizadas pelo Consórcio Conecta Santo Amaro formado pela Talude Construções S/A e SOEBE Construção e Pavimentação S.A. O prazo é de 18 meses.

Este trecho, de aproximadamente 1,2 km é entre a Rua Periquito e a Avenida dos Bandeirantes.

O Diário do Transporte mostrou que a prefeitura de São Paulo anunciou o prosseguimento das obras neste trecho em 19 de janeiro de 2026, quando entregou a segunda fase.

Relembre:

Enquanto isso, o Corredor Verde, conceito de transporte que englobaria pavimento permeável, estações e paradas de ônibus iluminadas com energia solar e maiores áreas de jardinagem e aproveitamento de água de chuva, não tem mais data para ser implantado. O primeiro corredor deste tipo foi prometido para dezembro de 2025 e funcionaria justamente no eixo 9 de julho/Avenida Santo Amaro, ligando o Terminal Bandeira, no centro, ao Terminal Santo Amaro, na zona Sul, o mais movimentado da cidade, com aproximadamente 11 km e 700 mil passageiros por dia.

O próprio prefeito Ricardo Nunes disse não haver mais previsão, em resposta ao criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, durante entrevista coletiva que ocorreu nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, durante apresentação de 110 ônibus elétricos, no Pacaembu, zona Oeste.

Nunes atribuiu o atraso ao não avanço no total de frota de ônibus elétricos e disse que a prefeitura cobra as viações que atendem o eixo 9 de julho/Santo Amaro para priorizarem a renovação de frota nestas linhas.

Relembre:

Um dos ônibus do Corredor Verde, modelo superaticulado elétrico de 23 metros e capacidade para 170 pessoas, com nova geração de baterias e carroceria foi apresentado no evento de ontem e talvez deve começar a operar antes mesmo da inauguração oficial do conceito de corredor.

Veja os detalhes do modelo abaixo dos documentos da licitação

Em vídeo especial, você confere como foram pensadas as principais inovações para responder a uma nova era da mobilidade, na qual não basta apenas transportar, é necessário, atender

ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Colaborou Arthur Ferrari

Veja no vídeo e logo abaixo, na descrição do conteúdo, as principais soluções de engenharia e design para dar resposta a esta nova era da mobilidade, o passageiro não só quer ser transportado, mas atendido, caso contrário, até num clique de celular, pode optar por outra forma de deslocamento.

ABAIXO DO TEXTO. VÁRIAS FOTOS E ABAIXO DAS FOTOS, TODA A TRANSCRIÇÃO DO VÍDEO. EM SEGUIDA, O HISTÓRICO DOS CORREDORES VERDES

O Novo e-Millennium BRT, geração modernizada de ônibus elétricos com carroceria feita pela Caio, de Botucatu (SP), vai marcar uma inovação nos transportes da cidade de São Paulo: os primeiros Corredores Verdes de alta demanda de passageiros. Além de incorporarem uma frota de coletivos não poluentes, estes corredores vão reunir outras medidas sustentáveis, como estações e paradas com iluminação gerada por energia solar, reaproveitamento de água de chuva e ampliação de áreas ajardinadas. Serão eixos novos do tipo BRT (Bus Rapid Transit – corredores de maior demanda e velocidade ampliada com segurança) ou revitalização dos atuais corredores. O primeiro será o Nove de Julho/Santo Amaro, ligação entre o centro e a zona Sul de São Paulo, que atende a uma demanda diária de quase 700 mil pessoas. O trecho 1, na região da Nove de Julho, no centro, deveria ser inaugurado  até o final de 2025.

Para um novo sistema, um novo modelo de ônibus e com muitos avanços para atender a uma era da mobilidade, na qual o passageiro não quer ser apenas transportado, mas atendido. O cliente precisa ser conquistado. Afinal, até mesmo em um clique num celular, é possível optar por outra forma de transporte.

Unir design moderno que faz o passageiro se sentir bem nas viagens, mas que seja funcional e viável dos pontos de vista de retorno de investimento e operação. Estes foram os desafios que o Novo e-Millennium BRT responde.

Apesar de nascer com o projeto de Corredor Verde da capital paulista, o modelo é disponível para todo o Brasil e exportação.

O repórter Adamo Bazani, do Diário do Transporte, esteve na garagem da Viação Campo Belo, na Vila das Belezas, zona Sul da capital paulista, desde a manhã até a tarde deste feriado da Consciência Negra, em 20 de novembro de 2025, e conversou com o gerente de design da Caio, Roberto Carlos Barduco. A empresa, uma das operadoras deste novo conceito de Corredores Verdes, elaborado pela equipe técnica da gestão do prefeito Ricardo Nunes, tinha no dia da reportagem 15 unidades do modelo, de um total de 105.

Com chassis e equipamentos da BYD e uma nova tecnologia de baterias denominada Blade (mais leves, mais finas e com maior autonomia e carregando até pela metade do tempo), o ônibus, na configuração da SPTrans (São Paulo Transporte – gerenciadora da prefeitura da capital paulista) tem 22,7 metros de comprimento, capacidade para 162 passageiros e itens como:

ALGUNS DOS DESTAQUES:

 – Iluminação 100% de LED;

– Câmeras em vez de espelhos retrovisores que eliminam 100% de ponto cego, evitam embaçamentos e problemas de respingos causados por chuva/lavação e deixam o design mais leve e mais moderno;

– Monitores internos em forma de retrovisor que reproduzem em tempo real as imagens destas câmeras externas, para facilitar o trabalho e atender os hábitos dos motoristas;

– Monitores no painel que reproduzem as imagens captadas pelas câmeras auxiliares de carroceria e câmeras de ré;

– Faróis bem menores nos para-choques que conseguem iluminar mais e têm design mais moderno, além de facilitarem a manutenção e serem menos expostos a vandalismo;

– Filetes luminosos que incorporam lanternas, pisca-alerta, sinais de seta e luz diurna; abaixo do para-brisa;

– Filete central entre os luminosos que reproduzem luzes de animação para indicar que o veículo está parado com as portas abertas;

– Para-brisa inteiriço com vidro colado (sem divisória no meio) – OPCIONAL

– Luzes superiores delimitadoras de tamanho menor que as habituais, porém que iluminam mais, e que ficam na parte interna do vidro do habitáculo do letreiro principal do itinerário;

– Linhas fluidas de design que permitem a continuação visual entre a parte da frente e a lateral;

– Câmeras ao longo da carroceria e internas;

– Portas rentes à carroceria, sem recuos, melhorando o design, ampliando o espaço interno, a segurança e a visibilidade interna e externa;

– Traseira com linhas fluidas e lanternas e luzes de alerta com novo posicionamento;

– Luzes superiores traseiras;

– Brake-light ampliado e com melhor visibilidade incluído na lataria;

– Letreiro auxiliar traseiro em Led incorporado à carroceria na parte superior;

– Interior com mesclas sóbrias de tons e cores para ampliar a sensação de bem-estar, evitar reflexos no painel do motorista e facilitar a limpeza. Tudo nasceu da caixa de equipamentos de portas, onde é comum sujar mais. Esta área é mais escura e se estende pelas laterais internas e regiões onde há mais toques de mãos de passageiros e equipes de manutenção. A região dos dutos e saídas do ar-condicionado, sobre os bancos, já é um pouco mais clara, mas ainda escurecida. No teto interno, a cor é a mais clara de todas, porque é uma região onde há poucos toques de mãos e para evitar sensação de confinamento no passageiro,

– Luzes verdes em sancas (além da iluminação funcional branca de LED), para passar a sensação de requinte, conforto visual e no tom de verde que, de acordo com a cromoterapia, passam tranquilidade;

– Luz decorativa na parte interna superior da frente com a cor verde e logotipo da Caio, que também conferem sensação de requinte e tranquilidade e fazem continuidade com as luzes verdes em sancas;

– Painel dianteiro indicador que reúne, num mesmo visor, informações como “Próxima Parada”, Velocidade, Temperatura e o que a empresa quiser configurar e o gestor público determinar. Dependendo do volume de informações, os dados podem ser estáticos ou ficar revezando;

– Bancos (poltronas) com estofamento em vinil para facilitar a limpeza e ampliar a higiene, na cor verde para reforçar a mensagem de sustentabilidade e de preservação ambiental. O encosto de cabeça é verde mais escuro, porque é uma área que suja mais. Vistas de frente, as poltronas são mais claras. Já na parte de trás, onde há mais toques de mãos e pés, as cores das poltronas são mais escurecidas;

– Piso com tons amadeirados para dar uma sensação de requinte e até de sala de estar;

IMPRESSÕES DO REPÓRTER

Olhar por fora e por dentro: A Caio propôs fazer um modelo em que do lado de fora as pessoas olhem para um modelo que passe imagem de robustez sem agressividade, com linhas que expressam modernidade e sobriedade (no estilo europeu, inclusive informado pela Caio) e que ainda faça um “convite” para entrar.

Acolhimento e equilíbrio de tons: Do lado de dentro, que é o “sentido” pelo passageiro, a necessidade é sentir-se bem: acolhido, mas num ambiente funcional, prático e leve às vistas.

O novo modelo da Caio tem a proposta de equilibrar tons de cores.

 Sala de estar na cidade: A versão apresentada pelo prefeito Ricardo Nunes ao Diário do Transporte tem piso com aspecto de madeira clássica. O objetivo é com que o passageiro tenha consciência de que está num ambiente coletivo, mas se sinta também um pouquinho numa sala de estar.

Mais que cor, verde é mensagem: Há luzes internas de led (tipo neon) coloridas. Neste caso, verdes, em referência à sustentabilidade e para trazer para dentro a pintura da lataria e também a identificação do projeto “corredor verde”.

Os bancos também possuem revestimento verde, mais claro, clássico, para compor o padrão.

Só o transporte coletivo pode ser sofisticado e barato: Vincos, símbolos e costuras também receberam desenhos e propostas novas que ampliam a mensagem de sofisticação e investimento. A ideia é que o passageiro saiba que só o transporte coletivo pode ser sofisticado e barato, por meio de investimentos, mas acima de tudo por sua natureza: todos dividem os custos e, com isso, é possível o melhor pelo menor preço para cada um. Andar num veículo de milhões de reais por R$ 5 (tarifa atual na cidade de São Paulo).

 O “básico” da SPTrans: O modelo possui piso baixo para acessibilidade com rampas, poltronas demarcadas para pessoas com dificuldade de locomoção, ar-condicionado, vidros colados com tratamento contra raios UV (Ultravioleta) do sol e câmeras de monitoramento que, embora seja o pacote “básico” exigido pela gerenciadora dos transportes da capital paulista (SPTrans – São Paulo Transporte) é um padrão superior a grande parte das cidades brasileiras. Há décadas, a configuração SPTrans, cada uma no seu tempo, tem sido mais exigente com frota mais qualificada que em muitos sistemas pelo País mais “afamados”

CORREDOR VERDE:

O projeto consiste na requalificação dos atuais corredores de ônibus e criação de novos eixos que contempla operação de modelos somente elétricos e incluem outras medidas ambientais, como paradas e estações com energia solar, sistemas de drenagem e reaproveitamento de água de chuva, tratamento de efluentes e maior área de ajardinamento. O primeiro “Corredor Verde” será a requalificação do atual Corredor 9 de Julho/Santo Amaro, que liga o centro à zona Sul da capital e é atualmente o eixo mais movimentado de transporte coletivo municipal, com cerca de 700 mil passageiros por dia. A promessa da prefeitura é que o Trecho 1 do Corredor, na região da Avenida 9 de Julho, no centro, esteja já em operação de acordo com a nova modelagem ainda em 2025.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



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