Publicado em: 20 de março de 2026

Circulação havia sido afetada na tarde de quinta-feira (19) por deslocamento de pedras na via entre Campo Limpo Paulista e Jundiaí
YURI SENA
A Linha 7-Rubi, operada pela concessionária TIC Trens, amanheceu com operação normal nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, após falhas registradas no dia anterior em razão das fortes chuvas.
Na tarde de quinta-feira (19), o temporal provocou o deslocamento da camada de brita que sustenta os trilhos e dormentes no trecho entre Estação Campo Limpo Paulista e Estação Jundiaí, comprometendo a estrutura da via.

Por conta do problema e do alagamento na região, desde às 17h17 os trens passaram a circular em via única entre Estação Francisco Morato e Jundiaí, o que gerou aumento no intervalo das composições.
Já no trecho entre Estação Palmeiras-Barra Funda e Francisco Morato, a operação seguiu sem alterações.
Segundo a concessionária, equipes de manutenção atuaram ao longo da noite para recompor a base da via e garantir a segurança da circulação. Com a conclusão dos trabalhos, a operação foi normalizada no início da manhã desta sexta-feira.
Confira nota da TIC Trens:
A TIC Trens informa que a Linha 7-Rubi opera normalmente. Devido às fortes chuvas que atingiram a Região Metropolitana de São Paulo na tarde de quinta-feira (19), a linha operou com maiores intervalos no trecho entre as estações Francisco Morato e Jundiaí, das 17h17 até o fim da operação de ontem, à meia-noite.
As chuvas causaram o deslocamento da camada de pedras que sustenta os trilhos e dormentes entre as estações Campo Limpo Paulista e Jundiaí. Por conta do alagamento na região, os trens circularam em via única no trecho e com maiores intervalos entre as estações Francisco Morato e Jundiaí. A estratégia foi adotada por segurança operacional. Entre Palmeiras-Barra Funda e Francisco Morato, os trens circularam normalmente.
As equipes de manutenção atuaram no local para recompor a base de brita e restabelecer a estabilidade da via. Os passageiros foram orientados por avisos sonoros e pelos Agentes de Atendimento e Segurança (AAS).
Yuri Sena, para o Diário do Transporte


