Publicado em: 23 de fevereiro de 2026

Tecnologia NFC será implementada em novos pontos e integra pacote de modernização com mudanças nas bilheterias e incentivo aos canais digitais
YURI SENA
A CPTM ampliará, a partir de 1º de março, o sistema de pagamento por aproximação em quatro novas estações: Francisco Morato, Mauá, Guaianases e Corinthians-Itaquera. A tecnologia permitirá o uso de cartões de crédito e débito com NFC diretamente nos bloqueios.
A medida busca dar mais agilidade à entrada dos passageiros e acompanha o crescimento do uso de meios digitais no transporte público. O sistema também aceita celulares e relógios inteligentes, além das bandeiras Elo, Mastercard e Visa.
O pagamento por aproximação já está disponível em estações como Aeroporto-Guarulhos, Brás, Ipiranga, Palmeiras-Barra Funda, Tatuapé, Granja Julieta, João Dias e Osasco, que também passarão a contar com a tecnologia em todos os acessos.
A CPTM informou ainda que a integração gratuita segue válida apenas entre linhas do sistema ferroviário, conforme as regras vigentes. A expansão para novas estações está prevista para o segundo semestre de 2026.
Bilheterias terão novos horários
Com a modernização, a companhia também atualizará o funcionamento das bilheterias. A partir de março, a maior parte das unidades passará a operar das 5h às 21h.
Já 17 estações com maior fluxo manterão atendimento integral, das 4h à meia-noite, incluindo pontos estratégicos como Luz, Brás, Mauá e Tatuapé.
A CPTM também anunciou a reabertura da bilheteria da estação Capuava, na Linha 10-Turquesa, como forma de atender demandas locais.
Compra digital disponível 24 horas
Os passageiros poderão adquirir passagens por canais digitais a qualquer momento, utilizando QR Code por meio do WhatsApp TOP, aplicativo TOP, máquinas de autoatendimento e Carteira Google.
Além disso, há mais de 8 mil pontos de venda credenciados que aceitam pagamento em dinheiro.
A CPTM informou que as estações contarão com reforço na sinalização e avisos sonoros para orientar os usuários sobre as mudanças.
Yuri Sena, para o Diário do Transporte


