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Chaveamento, histórico, palpites e mais: tudo o que você precisa saber sobre o play-in da NBA e a briga pelos playoffs


Chegou a hora mais aguardada de toda a temporada da NBA. Após 1.230 partidas na fase regular, a liga chegou ao play-in. Nesta terça-feira (14), Charlotte Hornets e Miami Heat, no Leste, além de Phoenix Suns e Portland Trail Blazers, no Oeste, fazem os primeiros confrontos válidos pelo play-in.

Na quarta-feira (15), será a vez de Philadelphia 76ers e Orlando Magic Orlando Magic, no Leste, e LA Clippers e Golden State Warriors, no Oeste.

Em uma temporada decidida só na última rodada, especialmente na Conferência Leste, o play-in promete muito equilíbrio e a classificação pode ficar com qualquer equipe, sem favoritos claros.

(Conteúdo oferecido por: C6, Hellmann´s, Ford, Novibet e Estrelabet)

Dentre os participantes do ano, Miami Heat e Golden State Warriors se destacam por estarem na disputa pela quarta vez em sete anos, o recorde da liga, ao lado do Atlanta Hawks. Por outro lado, o Phoenix Suns é o estreante da vez.

Outro grande atrativo é Tiago Splitter no comando do Portland Trail Blazers, na primeira vez que um brasileiro irá comandar um jogo de pós-temporada na NBA.

Como funciona o play-in?

Serão seis jogos, três pelo Leste e outros três no Oeste, envolvendo oito equipes: aquelas que terminaram entre 7º e 10º disputam o play-in. Quem encerrou a campanha nas seis primeiras colocações de cada conferência está garantido nos playoffs.

O play-in funciona da segunte maneira:

Jogo 1: O 7º colocado recebe o 8º; quem vencer, avança aos playoffs como a cabeça de chave número 7 e enfrenta o 2º melhor time da sua conferência.

Jogo 2: O 9º colocado recebe o 10º; quem vencer, avança para o Jogo 3. Quem perder, está eliminado.

Jogo 3: O perdedor do Jogo 1 recebe o vencedor do Jogo 2; quem vencer, avança aos playoffs como a cabeça de chave número 8 e enfrenta o melhor time da sua conferência.

Quais times vão jogar o play-in?

Os 76ers despontaram como um dos times mais difíceis de prever em toda a temporada. Foram muitas campanhas sofrendo com lesões, sem que conseguíssemos ver todo o potencial do time, mas também sem acreditar que o físico dos principais astros permitiria isso um dia acontecer. Em 2025-26, o time até chegou a jogar completo, mas por pouco tempo. Joel Embiid fez apenas 38 jogos, e Paul George, 36. Coube então a Tyrese Maxey e ao calouro VJ Edgecombe chamarem a responsabilidade.

E funcionou. Philadelphia passou a maior parte da temporada na zona de playoffs, conseguiu grandes vitórias contra outros candidatos ao título e parecia ter deixado a má fase para trás. Mas num Leste extremamente disputado, um mês de março abaixo do esperado foi o suficiente para deixar a equipe no play-in. Para piorar, há poucos dias Embiid precisou fazer uma cirurgia de apendicite e ainda não tem data de retorno. O time segue forte, mas sem a principal estrela, o que pode impactar no nível de jogo nos momentos decisivos.

Após começar a temporada com muita expectativa por conta da chegada de Desmond Bane para jogar ao lado de Franz Wagner e Paolo Banchero, Orlando teve um início decepcionante. O alemão mais uma vez jogou pouco por conta de lesões, e o ataque, que prometia ser mais dinâmico e com melhor aproveitamento nos chutes de três pontos, não decolou.

Ainda assim, ao longo da temporada conseguiu algumas boas sequências, figurando na zona de playoffs pontos específicos da temporada. Só que uma série de derrotas no final de março derrubou o time para o play-in, de onde não conseguiu sair. A excelência defensiva dos últimos anos também não foi a mesma, e a equipe vai para a pós-temporada pressionada pelas várias temporadas com o mesmo elenco, sem conseguir mostrar um grande resultado. Para piorar, uma derrota para o ‘time C’ do Boston Celtics na última rodada, quando o Magic jogou com elenco completo e buscando a vitória, colocou ainda mais em cheque a credibilidade do time.

Depois de muitas temporadas sofrendo com lesões, os Hornets finalmente emplacaram um ano mais saudável, assim como os 76ers..Ainda assim, demoraram um pouco para engrenarem. Só que a partir de janeiro o time se tornou um dos melhores ataques da história da NBA, com muita versatilidade e diferentes ‘líderes’ a cada jogo.

A chegada do calouro Kon Knueppel revolucionou o espaçamento de Charlotte, e a ascenção de Moussa Diabaté foi a engrenagem que faltava para a equipe poder vencer qualquer adversário na NBA. O problema é que os Hornets também podem perder pra qualquer um. A tomada de decisões deixou a desejar, especialmente nos minutos finais das partidas, momentos em que o time é um dos piores em toda a liga. Ainda assim, é um dos times mais divertidos de toda a NBA, e chega no play-in com grandes expectativas.

Já virou rotina: pela quarta temporada seguida, o Miami Heat está na disputa do play-in. Parecia que a franquia iria quebrar a sina em 2025-26, mas não aconteceu. Após um ótimo início depois da chegada de Norman Powell, e uma defesa fortíssima, as expectativas subiram na Florida. Ainda mais por que Tyler Herro começou o ano lesionado, e seria um ‘reforço’ ao longo do ano.

Mas com o passar dos meses os resultados param de acontecer, o desempenho caiu, e Miami ficou em mais um play-in. A impressão é de que com mais um mês de temporada, nem isso o elenco conseguiria. O que não deixa de ser curioso, uma vez que também conta com nomes como Andrew Wiggins e Bam Adebayo, autor da segunda maior pontuação da história durante um jogo desta temporada: 83 pontos, além de Erik Spoelstra no comando.

O time chega ao play-in de maneira bem discreta, sem grandes empolgações. Mas como já demonstraram em temporadas anteriores, têm um bom elenco e costumam subir a produção na reta final.

Quem diria que após perder Kevin Durant, Bradley Beal e abandonar o projeto de voltar às Finais, os Suns iriam…melhorar? Mas foi justamente o que aconteceu no Arizona. A dupla Devin Booker e Dillon Brooks funcionou muito bem, Collin Gillespie deu um grande salto na carreira e Mark Williams garantiu o talento necessário no garrafão. Jalen Green, por outro lado, pouco pôde contribuir, por conta das inúmeras lesões.

Com uma defesa muito forte e boas opções no ataque, os Suns até chegaram a beliscar um espaço na zona dos playoffs, mas passaram praticamente toda a temporada no sétimo lugar. Chegam ao play-in como o time mais consistente do Oeste e favoritos a conseguirem uma das vagas.

Em 2024-25, os Trail Blazers tiveram duas metades muito distintas na temporada: a primeira foi muito ruim, ocupando as últimas posições da liga, com um desempenho sofrível. Mas a segunda foi revolucionária, com a terceira melhor defesa da liga, com a ascensão de vários jovens com potencial. A grande dúvida era qual desses Portland iria aparecer em 2025-26.

Para piorar as incertezas, Chauncey Billups foi preso logo no início da temporada por envolvimento em jogos ilegais de pôquer relacionados à máfia em Portland. Mas isso abriu espaço para Tiago Splitter se tornar o primeiro brasileiro a comandar um time na NBA.

Logo de cara, os Trail Blazers mantiveram o ritmo do fim da temporada anterior: defesa sufocante, ataque envolvente e grandes atuações de Deni Avdija e Shaedon Sharpe. A chegada de Jrue Holiday e o crescimento de Donovan Clingan deixaram o time muito mais estável, e a equipe foi a sensação dos primeiros meses, figurando na zona dos playoffs e tirando a invencibilidade do Oklahoma City Thunder.

Mas uma série de lesões, principalmente de armadores, quebraram o ritmo da equipe, que despencou até sair da zona de play-in. Mas na reta final da temporada os Trail Blazers aprumaram novamente, e conseguiram um espaço no play-in, na melhor campanha desde 2021-22. Foi um time que se consolidou vencendo sem piedade as equipes na parte de baixo da tabela, mas sem conseguir incomodar os líderes.

Que montanha russa do LA Clippers na temporada. A estratégia de montar um elenco super veterano e numeroso não adiantou, e o início foi desastroso. Para além das investigações da NBA sobre irregularidades no contrato de Kawhi Leonard, o clima na California era péssimo. Ao longo da temporda, o time dispensou o grande ídolo, Chris Paul, e trocou James Harden e Ivica Zubac por Darius Garland e Ben Sheppard, além de apostar nos poucos jovens do elenco.

Incrivelmente, deu certo. Os Clippers se tornaram um dos melhores times de 2026 e conseguiram uma recuperação impressionante. Os reforços encaixaram, Kawhi jogou num nível que lembrou seu auge na liga, e alguns jovens se destacaram, como Kobe Sanders. Como o prejuízo do começo da temporada era muito grande, ficaram no play-in, mas chegam em grande momento na fase decisiva.

Chega a ser surpreendente, mas os Warriors se juntam aos Hawks e Heat como as equipes com mais participações nos playoffs. Esta será a quarta vez desde 2021 que GSW fica nesta faixa na tabela. Das três vezes anteriores, em apenas uma conseguiu chegar aos playoffs.

E em 2025-26 a equipe é uma incógnita. Sem Jimmy Butler, fora da temporada ao romper o ligamento cruzado anterior do joelho direito, o time perdeu muitos jogos ao não contar também com Stephen Curry, que sofreu com uma lesão nas costas ao longo de toda a temporada. Se por um lado as ausências permitiram o crescimento de Gui Santos, por outro colocaram os Warriors numa situação delicada e muito instável. Elenco e qualidade para fazer bonito na pós-temporada, Golden State tem. Resta saber se conseguirão colocar em prática num jogo eliminatório.

O histórico dos times do play-in

2020: o embrião do play-in

O primeiro ano de play-in foi 2020, na fatídica temporada da bolha. Como a pandemia bagunçou a tabela de jogos, preparação dos times e mesmo a presença de todos os atletas em quadra, a NBA determinou que haveria uma série de desempate entre o oitavo e o nono colocado em cada conferência, desde que a diferença entre eles fosse de até quatro vitórias na classificação final. A franquia que terminasse em oitavo precisava vencer apenas uma partida, enquanto a que terminasse em nono, precisava de dois triunfos.

Na Conferência Leste isso não foi necessário, mas na Oeste sim. Em oitavo, o Portland Trail Blazers enfrentou o Memphis Grizzliess, que ficou em nono. Com 31 pontos de Damian Lillard e 29 de CJ McCollum, os Trail Blazers venceram logo no primeiro jogo por 126 x 122 e avançaram aos playoffs.

Mas pela frente estava o Los Angeles Lakers de LeBron James e Anthony Davis, que viriam a ser campeões daquela edição. Assim, a caminhada de Portland durou pouco, caindo pelo placar de 4 a 1 na primeira rodada dos playoffs.

2021: a novidade que chegou para ficar

Já em 2020-21, a NBA instituiu o play-in da maneira como conhecemos hoje: confrontos do 7° contra o 8° e do 9° contra o 10° em cada conferência. Ainda sob muita reclamação, principalmente pela diferença de nove vitórias do 10° colocado, San Antonio Spurs, para o 8°, Golden State Warriors, na Conferência Oeste, a edição já teve a primeira ‘zebra’, com a classificação do Memphis Grizzlies, que havia terminado a temporada em 9°.

Além dos Grizzlies (8° no Oeste), Los Angeles Lakers (7° no Oeste), Boston Celtics (7° no Leste) e Washington Wizards (8° no Oeste) chegaram aos playoffs via play-in. Mas todos caíram na primeira rodada, para Utah Jazz (4 x 1), Phoenix Suns (4 x 2), Brooklyn Nets (4 x 1) e Philadelphia 76ers (4 x 1), respectivamente.

2022: mais uma vez parando cedo

Mais estabelecido, o play-in chegou à terceira temporada com menos críticas, mas sem sucesso nos playoffs. E em 2022, não foi diferente.

Brooklyn Nets (7° do Leste), Atlanta Hawks (9° do Leste), Minnesota Timberwolves (7° do Oeste) e New Orleans Pelicans (9°do Oeste) avançaram aos plaoffs.

Mas todos caíram na primeira rodada, para Boston Celtics (4 x 0), Miami Heat (4 x 1), Memphis Grizzlies (4 x 2) e Phoenix Suns (4 x 2), respectivamente.

2023: até as Finais

Não tem mais volta: o play-in já estava ‘na boca do povo’, mantendo apenas a ressalva dos fracassos nos playoffs. Mas em 2023 tudo mudou.

Dentre os classificados, nenhuma surpresa: os nono e décimos colocados não tiveram chance. Assim, foram aos playoffs o Atlanta Hawks (8° no Leste), Miami Heat (7° no Leste), Los Angeles Lakers (7° no leste) e Minnesota Timberwolves (8° no Leste).

Os Hawks e os Timberwolves caíram rapidamente na primeira rodada, para Boston Celtics (4 x 2) e Denver Nuggets (4 x 1), respectivamente.

Mas o Miami Heat fez uma das campanhas mais surpreententes dos playoffs na década. Logo de cara, eliminaram o Milwaukee Bucks de Giannis Antetokounmpo por 4 x 1. Na sequência, passaram pelo New York Knicks por 4 x 2.

A final de conferência foi contra o Boston Celtics, então vice-campeões. E com jogaços de Jimmy Butler, Bam Adebayo, e até Gabe Vincent, o Heat abriu um surpreendente 3 x 0 contra Jayson Tatum, Jaylen Brown e companhia. Mas os Celtics conseguiram reagir e empataram a série em 3 x 3. Só que no jogo 7, os comandados de Erik Spoelstra dominaram toda a partida e despacharam Boston, se tornando não só a primeira franquia vinda do play-in a vencer uma série de playoffs, como a chegar nas Finais da NBA.

Na decisão, porém, não tiveram chances contra o Denver Nuggets de Nikola Jokic e Jamal Murray: perderam por 4 a 1 e ficaram com o vice-campeonato.

Já na Conferência Oeste, os Lakers também foram longe. A trupe de LeBron James venceu o Memphis Grizzlies (4 x 2) na primeira rodada e depois bateu o Golden State Warriors, atual campeão, por 4 x 2. Mas na final de conferência, embora com jogos apertadíssimos, marcados por viradas heroicas no segundo tempo, foram varridos pelo Denver Nuggets: 4 x 0.

2024: o raio não caiu no mesmo lugar

Na temporada seguinte, houve muita expectativa com os vencedores do play-in: Philadelphia 76ers (7° do Leste), Miami Heat (8° do Leste), Los Angeles Lakers (8° do Oeste) e New Orleans Pelicans (7° do Oeste). Afinal, Heat e Lakers vinham de campanhas excelentes nos playoffs na temporada anterior via play-in.

Desta vez, porém, caíram todos na primeira fase, sendo eliminados para New York Knicks (4 x 2), Boston Celtics (4 x 1), Denver Nuggets (4 x 1) e Oklahoma City Thunder (4 x 0), respectivamente.

2025: o 10° lugar também tem vez

A temporada 2024-25 ficou marcada pela primeira aparição de um 10° colocado na temporada regular nos playoffs. Após uma primeira fase muito acirrada, em que terminou com apenas quatro vitórias a menos que o 7° colocado, Orlando Magic, o Miami Heat avançou aos playoffs, justamente ao lado do rival da Florida. No Oeste, as vagas ficaram com Golden State Warriors (7°) e Memphis Grizzlies (8°).

Apesar da empolgação por mais uma classificação do Heat, porém, a trajetória foi curta, sendo varridos pelo Cleveland Cavaliers logo na primeira fase, bem como as histórias do Magic e Grizzlies, que caíram para Boston Celtics (4 x 1) e Oklahoma City Thunder (4 x 0), respectivamente.

O Golden State Warriors, por outro lado, já tinha Jimmy Butler em seu elenco, e conseguiu bater o Houston Rockets numa série duríssima por 4 x 3. Butler, porém, sofreu uma queda duríssima no Jogo 2, que o tirou do Jogo 3 e o deixou longe da forma ideal até o fim dos playoffs.

Na semifinal de conferência, os Warriors tiveram o Minnesota Timberwolves pela frente e saíram na frente ao vencerem o Jogo 1 por 88 a 99. O resultado, porém, chegou às custas de uma lesão de Stephen Curry, ainda no início da partida. O astro do GSW ficou de fora dos playoffs, e os Timberwolves viraram a série em 4 x 1.

A edição de 2026 do play-in contará com algumas figurinhas carimbadas nesta fase da competição. Apesar da ausência do Atlanta Hawks, Miami Heat e Golden State Warriors se juntam na liderança do ranking, com quatro participações cada. Por outro lado, o Phoenix Suns debuta no play-in, e já como um dos favoritos a conquistar a vaga nos playoffs.

Dentre os jogadores, porém, o líder absoluto em jogos, Jonas Valanciunas, não disputará o play-in pela primeira vez na carreira. Ele esteve presente em todas as edições desde 2020, pelos Grizzlies (2 vezes) e Pelicans (três vezes). Ele, inclusive, é o recordista em rebotes em uma só partida, quando conseguiu 23 rebotes pelos Grizzlies, na vitória sobre os Spurs, em 2021.

Agora nos Nuggets, classificados direto aos playoffs, o pivô lituano ficou de fora, sem que ninguém consiga alcançá-lo. Isso porque Kyle Anderson e Caleb Martin, que poderiam empatar com Valanciunas, também não jogarão. O primeiro está no elenco dos Timberwolves, já dentro dos playoffs, enquanto o segundo jogou pelos Mavs, que não conseguiram se classificar.

Três dos líderes, porém, subirão suas posições no ranking. Pelo Heat, Bam Adebayo e Tyler Herro podem chegar a oito partidas no play-in nesta temporada. Herro também pode se tornar o maior pontuador em jogos de play-in na história. O ala tem 155 pontos e está em segundo na lista, atrás apenas de Trae Young, com 166, que não jogará este ano. E nos 76ers, Andre Drummond também terá a possibilidade de alcançar o oitavo jogo.

Individualmente, porém, a grande atração desta fase da NBA é Stephen Curry. O astro terá a missão de liderar o Golden State Warriors mais uma vez nesta etapa da competição. Agora, porém, os Warriors partem apenas da 10ª posição, e precisam de duas vitórias para conseguirem a vaga para enfrentar o Oklahoma City Thunder nos playoffs.

O armador do GSW tem a maior média de pontos na história do play-in, com 33,8 tentos anotados por jogo. Além disso, é o líder em bolas de três pontos, com 21, e o terceiro colocado em lances livres convertidos (30).

Curry ainda está recuperando o ritmo de jogo, contudo. Uma lesão nas costas o tirou de inúmeros momentos da temporada, incluindo uma ausência de 27 jogos seguidos na reta final. Ele só voltou às quadras na última semana, já pensando na pós-temporada.

Mas ele não está sozinho. Se a ausência dele e de Jimmy Butler prejudicou as chances dos Warriors no campeonato, no lado positivo permitiu o desenvolvimento de Gui Santos. Nos últimos 30 jogos da temporada, o brasileiro teve médias de 15,6 pontos (35,6% de aproveitamento do perímetro), 5,4 rebotes, 3,9 assistências, 1,4 roubo e 0,5 tocos, com 31 minutos por jogo.

O crescimento de Gui rendeu elogios de todos os companheiros e do técnico Steve Kerr. E principalmente, uma renovação de contrato por mais três temporadas e 15 milhões de dólares. É bem verdade que o tempo de quadra deve ser menor nos jogos decisivos, uma vez que os Warriors estão sem desfalques, mas o brasileiro se firmou como um dos principais nomes do elenco, que também contou com o reforço de Kristaps Porzingis, que chegou na California após a lesão de Butler e deu nova cara ao garrafão de Golden State.

Esta será a segunda participação de Gui no play-in. Ele jogou por seis minutos na temporada passada, na vitória dos Warriors sobre os Grizzlies, anotando 3 pontos e 3 rebotes.

Quem estreará na competição é Tiago Splitter. O Portland Trail Blazers terminou a temporada com 42 vitórias e 40 derrotas, acima dos 50% de aproveitamento e com a melhor campanha desde 2020-21. O treinador se tornou o primeiro brasileiro a comandar uma equipe da NBA, e já chamou a atenção com uma defesa muito forte, que fez frente a vários times na ponta da tabela. A falta de experiência de parte do elenco e o acúmulo de lesões, porém, impediram a equipe de alçar voos maiores, mas as perspectivas no play-in são boas, uma vez que Portland precisa vencer uma de duas partidas para ir aos playoffs.

Gui Santos e Tiago Splitter se juntam a Raulzinho como os únicos brasileiros a disputarem o play-in. Em 2021, o armador fez parte do elenco do Washington Wizards que conseguiu uma das vagas aos playoffs na Conferência Leste, com 14 pontos, 3 assistências e 2 roubos na partida decisiva contra o Indiana Pacers.

Palpites do ‘Guizão’

O comentarista dos canais Disney, Guilherme Giovannoni, não ficou em cima do muro ao opinar sobre os prováveis vencedores de cada um dos seis duelos do play-in. Para ele, o Magic vai fazer valer o fator casa e garantir a 7ª vaga no Leste. Mesmo com uma derrota surpreendente na última rodada, a franquia de Orlando deve vencer os 76ers, desfalcados de Embiid. E a 8ª vaga deve ficar com o Charlotte Hornets, que vivem um grande momento nos últimos meses, despachando Philadelphia.

Já no Oeste, a primeira vaga deve ser dos Suns. Com uma ótima defesa e jogando completos, Booker, Brooks e companhia, Phoenix tende a vencer os Trail Blazers de Tiago Splitter. Mas na fase seguinte, a aposta vai justamente no treinador e ex-companheiro de seleção brasileira de Giovannoni. Para ele, a tendência é dos Trail Blazers, com uma boa reta final de temporada, vencerem os Clippers, que terão eliminado os Warriors na fase anterior.

Calendário do play-in da NBA (horários de Brasília):

Terça-feira, 14 de abril

Quarta-feira, 15 de abril

Sexta-feira – 17 de abril



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