Publicado em: 2 de fevereiro de 2026

No ano passado houve um total de 212 unidades foram emplacadas; coletivos em negociação marcam nova etapa de expansão da eletromobilidade na cidade de São Paulo
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
A Mercedes Benz do Brasil encerrou o ano de 2025 com o modelo eO500U, 100% elétrico à bateria, como o chassi de ônibus elétrico mais vendido do Brasil. Ao todo, foram 222 unidades emplacadas ao longo do ano passado (segundo dados da Fenabrave).
Totalmente desenvolvido e produzido no Brasil, na fábrica 4.0 da empresa em São Bernardo do Campo (SP), o eO500U foi projetado para atender às condições reais de operação das cidades brasileiras e da América Latina, combinando zero emissão local de CO2, operação silenciosa, sem ruído e vibração e alta eficiência energética.
Além das vendas consolidadas em 2025, a Mercedes-Benz do Brasil conta com mais de 200 unidades do eO500U em negociação, destinadas a empresas que operam linhas e corredores da cidade de São Paulo; as entregas estão previstas para o primeiro semestre.
Além do veículo, a fabricante oferece um ecossistema completo de eletromobilidade, que inclui serviços especializados, telemetria FleetBus, treinamentos, parcerias para infraestrutura de recarga, suporte técnico dedicado e soluções de financiamento por meio do Banco Mercedes-Benz.
eO500U – Eficiência tecnológica e econômica
Chassi da linha O 500, o eO500U é um modelo Padron 4×2 de piso baixo, para carroçarias de até 13,2 metros. Entre seus diferenciais está a autonomia de até 270 km, a maior entre os ônibus elétricos no Brasil. E também a maior capacidade de transporte de passageiros do segmento.
O sistema de recarga de baterias é do tipo plug-in CCS2, mesmo padrão tecnológico utilizado pela Daimler Buses em seus ônibus elétricos, levando até três horas para a recarga completa.
O conceito eletroeletrônico do veículo brasileiro segue parâmetros do ônibus integral eCitaro da Daimler Buses. Isso engloba baterias de alta tensão, inversores, direção elétrica, motores elétricos, eixos e outros itens.
Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte


