A vitória do Palmeiras contra o Fluminense nesta quarta-feira (25), na Arena Barueri, por 2 a 1, pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro, ficou marcada por uma cena inusitada no início de cada tempo.
Mandante, o Verdão ficou com a saída de bola no primeiro tempo, dando início ao jogo com toque de Maurício. O problema é que o time de Abel Ferreira também deu a saída na segunda etapa, com Vitor Roque.
A ação repetida passou desapercebida, inclusive pelo Fluminense, que deveria ter ficado com a bola no início do segundo tempo.
Segundo Carlos Eugênio Simon, ex-árbitro e comentarista da ESPN, a situação pode parar nos tribunais, mas que isso “dificilmente” mudaria o resultado do confronto.
“O Palmeiras deu o início e o reinício após o intervalo. Isso não tinha visto. É um erro de procedimento. Se o Fluminense protestar, a partida pode parar no tribunal, mas dificilmente vai mudar o resultado do jogo”, disse Simon.
“O árbitro precisa ficar mais concentrado. Até isso acontece com a arbitragem brasileira”, completou.
O que diz a regra?
O livro de regras da IFAB (International Football Association Board), disponibilizado no site da CBF, trata o início e reínicio do jogo na “Regra 8”, mas não aponta a saída dupla como infração.
“Se o jogador que executar o tiro de saída voltar a tocar na bola antes de ela ser tocada por qualquer outro jogador, um tiro livre indireto será concedido à equipe adversária; no caso de uma infração por toque de mão na bola, será concedido um tiro livre direto à equipe adversária. Se houver qualquer outra infração no procedimento, o tiro de saída deverá ser”, diz o livro.
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