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Por que goleiro reserva de Senegal brigou até com gandula por causa de uma toalha na final da Copa Africana de Nações


A tarde de domingo foi agitada para os dois goleiros senegaleses na vitória por 1 a 0 sobre o Marrocos na final da Copa Africana de Nações em Rabat – Édouard Mendy, o titular, defendeu o pênalti derradeiro de Brahim Díaz, e Yehvann Diouf, o reserva, protegeu a toalha do seu colega de posição dos gandulas da partida..

Os gandulas marroquinos pareciam dispostos a pegar o apetrecho de Mendy a todo custo, até arrastando Diouf pelo gramado. Vale lembrar, inclusive, que o jogo aconteceu debaixo de chuva, um ambiente perfeito para o uso de uma toalha.

Em um ponto do jogo, Diouf até teve que se defender do ponta do PSV, Ismael Saibari – que ficou entre ele e Mendy enquanto o goleiro do Nice tentava entregar uma toalha ao seu companheiro de equipe, que atualmente joga pelo Al Ahli da Arábia Saudita após uma passagem pelo Chelsea.

Diouf postou uma foto de si mesmo em suas redes sociais com sua medalha de campeão e uma toalha, escrevendo em francês: “Aí está ela (a medalha e a toalha).”

O goleiro Diouf não foi o único jogador do Senegal em serviço de proteção de toalhas. Em outro momento do jogo, El Hadji Malick Diouf, que é lateral-esquerdo, teve que se antecipar aos gandulas para pegar outra toalha lançada na direção deles por Achraf Hakimi.

Mais cedo no torneio, o goleiro da Nigéria, Stanley Nwabali, também foi forçado a correr atrás de quem pegou suas toalhas na linha lateral para recuperá-las, deixando os espectadores perplexos. A reação dele foi… um dedo do meio.

Já na final, foi justamente o lateral-esquerdo Diouf que fez a falta sobre Brahim Díaz que resultou na polêmica cobrança de pênalti nos acréscimos. Depois disso, a seleção senegalesa chegou a sair de campo, antes de retornar para permitir que a infração fosse cobrada.

Mendy então, com a posse de sua toalha, defendeu a cavadinha de Díaz e a partida foi para a prorrogação, onde o meio-campista do Villarreal, Pape Gueye, anotou o gol da vitória.

O Senegal conquistou seu segundo título da Copa Africana de Nações em três edições, após vencer o torneio há quatro anos no Camarões, derrotando o Egito na final.



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