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Presidente Prudente terá mudanças na nomenclatura das linhas de ônibus a partir de 15 de março de 2026

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Segundo a prefeitura, trata-se da segunda etapa de implantação do novo sistema de transportes

ADAMO BAZANI

A partir de 15 de março de 2026, entra em vigor a segunda-fase de implantação do que a prefeitura chama de “novo sistema” de transportes de Presidente Prudente (SP) e os passageiros devem ficar atentos porque haverá mudanças na nomenclatura das linhas de ônibus.

Antes dos números das linhas, serão colocadas letras que vão indicar os terminais atendidos.

Nesta segunda fase, que começa em 15 de março, entram em operação as linhas que partem dos terminais A (9 de Julho), B (Central), C (Zona Leste), D (Zona Norte), E (Zona Oeste) e G (Museu), passando por outros terminais ao longo do trajeto. As demais começam a funcionar na etapa final e não mudam neste momento.

As linhas locais são identificadas pelas letras do alfabeto, de A até K, que também representam os terminais. Já as linhas expressas, aquelas que param somente nos terminais e estações, são identificadas pela letra X no início do letreiro.

De acordo com a prefeitura, as letras e os respectivos terminais serão:

A – Terminal 9 de Julho

B – Terminal Central

C – Terminal Zona Leste

D – Terminal Zona Norte

E – Terminal Zona Oeste

F – Terminal Zonal Sul

G – Terminal Museu

H – Terminal Ana Jacinta

I – Terminal HR

J – Terminal João Domingos

K – Terminal Damha

Em nota, a prefeitura ainda dá mais detalhes das mudanças e cita exemplos.

Veja na íntegra:

Com a segunda etapa do novo sistema de transporte coletivo marcada para o dia 15 de março, algumas linhas vão ganhar nova nomenclatura. E aí já sabe: sempre tem alguém no ponto perguntando: “Motorista, esse ônibus passa pelo Centro?”. A boa notícia é que, entendendo o que está escrito no letreiro, o próprio passageiro consegue descobrir por onde o “busão” vai, antes mesmo de embarcar.

Os letreiros foram pensados para facilitar a vida do usuário. Cada letra e cada número têm um significado. Um exemplo é a linha A05CB – Parque Furquim, que começa a rodar a partir de 15 de março.

A primeira letra indica o terminal de origem. No caso, a letra A significa que o ônibus sai do Terminal 9 de Julho. Os números 05 identificam a linha. Já as letras C e B mostram os outros terminais por onde o veículo vai passar: C representa o Terminal Zona Leste e B, o Terminal Central. Logo à frente vem o nome da linha, que neste caso será Parque Furquim.

Ou seja, ao olhar o letreiro, é possível saber que esse ônibus sai do Terminal 9 de Julho e passa pelos terminais da Zona Leste e Central.

Outro exemplo é a linha D01J – Cremonezi. A letra D indica que o ônibus parte do Terminal Zona Norte. O número 01 identifica a linha, e a letra J mostra que ele passará pelo Terminal João Domingos. E o nome da linha Cremonezi.

É importante lembrar que as linhas que partem do Terminal J entram em operação apenas na última fase da mudança, no dia 29 de março.

Nesta segunda fase, que começa em 15 de março, entram em operação as linhas que partem dos terminais A (9 de Julho), B (Central), C (Zona Leste), D (Zona Norte), E (Zona Oeste) e G (Museu), passando por outros terminais ao longo do trajeto. As demais começam a funcionar na etapa final.

As linhas locais são identificadas pelas letras do alfabeto, de A até K, que também representam os terminais. Já as linhas expressas, aquelas que param somente nos terminais e estações, são identificadas pela letra X no início do letreiro.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Rodovia Castello Branco tem duas obras em passarelas em curso e uma inauguração com acesso para ponto de ônibus

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Pacote de obras de passarelas inclui três estruturas e custa R$ 25 milhões. Ligação do km 27 foi aberta

ADAMO BAZANI

Foi liberada a circulação de pessoas na nova passarela do km 27 da Rodovia Castello Branco, em Barueri, na Grande São Paulo, que, inclusive, deve facilitar o acesso ao transporte público por permitir chegar a um ponto de ônibus no local.

A estrutura tem 75 metros de extensão e atendem quem está no Parque Santa Luzia (Rua Monza) e do Jardim Regina Alice;

Segundo a concessionária ViaOeste, a nova passarela conta com rampa de acesso, ponto de ônibus, gaiolas e grades de proteção, piso tátil, corrimãos e iluminação reforçada, garantindo acessibilidade e melhores condições de mobilidade para todos os usuários.

Outras obras estão em curso como a ampliação da passarela da Praça dos Artistas, que passará a ter 240 metros de extensão, melhorando a travessia de pedestres sobre o Trevo de Barueri e a Castello, conectando a Rua Duque de Caxias à Praça Cinquentenário (Jubileu de Ouro), na Vila Boa Vista.

Também está em execução a nova passarela da Praça Rotary, com 50 metros de travessia, que cruzará a Estrada dos Romeiros, atendendo diretamente a região da Vila São Luís e facilitando o deslocamento de moradores que utilizam a Praça Rotary como acesso ao centro de Barueri.

As três estruturas contarão com rampas de acesso acessíveis, abrigos em pontos de ônibus nos dois sentidos da rodovia, gaiolas de proteção e grades laterais, piso tátil, corrimãos e iluminação reforçada. O investimento total nas três passarelas ultrapassa R$ 25 milhões, segundo a ViaOeste.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Justiça fixa prazo para prefeitura apresentar plano sobre transporte público em Campo Grande (MS)

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Terminal Campo Grande do BRT de Campinas entregue pelo presidente Lula. Foto: Carlos Bassan

Município terá até 9 de março para propor medidas de regularização e iniciar apuração sobre contrato com o Consórcio Guaicurus

YURI SENA

A Justiça de Campo Grande estabeleceu o dia 9 de março de 2026 como prazo final para que a prefeitura apresente um plano de ação voltado à regularização do transporte coletivo da capital. A decisão foi registrada nesta sexta-feira (20).

A determinação é do juiz Eduardo Lacerda Trevisan, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, e também obriga o Município, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) e a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) a abrirem uma investigação administrativa sobre o contrato firmado com o Consórcio Guaicurus.

Como noticiou o Diário do Transporte, embora já houvesse um prazo inicial de 30 dias, a data limite foi recalculada devido à suspensão dos prazos judiciais durante o recesso forense. Com isso, a contagem passou a valer a partir de 21 de janeiro, estendendo o prazo até a segunda semana de março.

Relembre:

Paralisação do transporte coletivo permanece em Campo Grande (MS) nesta quinta-feira (18) mesmo após decisão judicial

Na decisão, o magistrado apontou indícios de descumprimento contratual por parte da concessionária responsável pelo transporte público. Ele também criticou a atuação da prefeitura, classificando-a como omissa na fiscalização dos serviços prestados à população.

Apesar das críticas, o juiz ressaltou que não determinou intervenção direta no sistema, já que essa medida é de competência do Executivo municipal. No entanto, a administração foi obrigada a iniciar o processo que avalia a necessidade dessa intervenção.

Caso o plano não seja apresentado ou a investigação não seja iniciada dentro do prazo estipulado, a prefeitura e os órgãos envolvidos poderão ser penalizados com multa diária de R$ 300 mil, limitada a 100 dias. A decisão também prevê a possibilidade de bloqueio de recursos públicos para garantir o cumprimento da medida.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Linha 1- Azul do Metrô volta a operar com normalidade após velocidade reduzida na tarde deste sábado (21)

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Problema ocorreu próximo à estação Portuguesa Tietê

YURI SENA

A linha 1-Azul do Metrô de São Paulo operou com velocidade reduzida na tarde deste sábado, 21 de fevereiro de 2026. 

Circulação ocorreu com maior tempo de parada, após interferência na via próximo à estação Portuguesa Tietê.  

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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“Novo regulamento não representa endurecimento arbitrário”, diz agência em nota oficial

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Segundo órgão federal, regras não impactam regras de entrada ou saída de mercado

ADAMO BAZANI

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) divulgou uma nota oficial de esclarecimento nesta semana rebatendo críticas contra as mais recentes regras sobre as linhas de ônibus rodoviários que ligam diferentes estados.

Chamado de marco regulatório do TRIP (Transporte Rodoviário Interestadual de Passageiros), o novo conjunto de normas está em consolidação e é previsto numa resolução de 2025, publicada após ter votações favoráveis no STF (Supremo Tribunal Federal) e TCU (Tribunal de Contas da União).

Nesta semana, informes publicitários bancados por associações de empresas de ônibus por aplicativo, voltaram a criticar as novas regras. Um dos principais argumentos é a restrição da competividade, o que impede a entrada de novas empresas no sistema e mais opções de deslocamento para os passageiros.

As normas mantêm a proibição, que já existia, de as empresas de fretamento, que atuam com aplicativos, operarem como viações de linhas regulares, transportando pessoas que não pertencem ao mesmo grupo de viajantes, fazendo paradas para embarque e desembarque no meio do caminho e vendendo as poltronas individualmente. Este tipo de sistema é chamado de “circuito aberto” e, conforme as regras em vigência mesmo antes do marco regulatório, só é autorizado para as viações que partem de rodoviárias oficiais e operam linhas regulares.

As empresas de fretamento, com ou sem aplicativo, são autorizadas a operar no chamado “regime fechado”, que é o oposto: o ônibus tem de ser contratado por um grupo em comum que deve ser o mesmo da ida e da volta, não pode fazer paradas para embarque e desembarque no meio do caminho e não pode haver vendas de poltronas de forma individual.

Um dos debates é que as empresas de fretamento e aplicativo querem os mesmos benefícios das empresas regulares, mas sem as mesmas obrigações, como cumprir itinerários e horários com o ônibus cheio ou quase vazio, pagar taxas de rodoviárias e, principalmente, transportar gratuidades, como idosos, estudantes de baixa renda e pessoas com deficiência.

Ao não concederem estes direitos, as empresas de aplicativo e de fretamento, na visão da ANTT, travam uma concorrência desleal porque conseguem tarifas mais baixas.

Além disso, de acordo com a agência, os aplicativos só querem as linhas que dão lucro alto. As linhas de baixa demanda, mas que precisam existir pela importância social, estes aplicativos não querem.

Com base nesta norma, quem estiver num ônibus de aplicativo corre o risco de ser surpreendido no meio da viagem com apreensões pelos órgãos de governo.

Na nota desta semana, a ANTT ainda diz que o conjunto de regras não representa endurecimento arbitrário, tampouco altera regras de entrada ou saída de mercado. Seu objetivo é organizar e atualizar o sistema de sanções e medidas administrativas, alinhando-o à legislação vigente, à evolução tecnológica do setor e às melhores práticas regulatórias.

Veja na íntegra:

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informa que a publicação da Resolução nº 6.074/2025, da Instrução Normativa ANTT nº 41/2025 e da Deliberação nº 494/2025 consolida um novo marco regulatório para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, com foco na proteção do usuário, na segurança jurídica e na modernização da atuação fiscalizatória.

As normas resultam de um processo técnico, transparente e amplamente participativo, iniciado há mais de uma década, que incluiu audiências públicas, Análise de Impacto Regulatório, manifestações técnicas especializadas e parecer jurídico favorável da Procuradoria Federal junto à ANTT (AGU). Todo o conteúdo foi deliberado em reunião pública da Diretoria Colegiada e está disponível no Diário Oficial da União.

O novo regulamento não representa endurecimento arbitrário, tampouco altera regras de entrada ou saída de mercado. Seu objetivo é organizar e atualizar o sistema de sanções e medidas administrativas, alinhando-o à legislação vigente, à evolução tecnológica do setor e às melhores práticas regulatórias. A atuação da ANTT passa a ser ainda mais baseada em risco regulatório, dados e desempenho, adotando plenamente o modelo de regulação responsiva.

A Resolução nº 6.074/2025 define com clareza as infrações e suas penalidades, organizadas por níveis de gravidade, assegurando proporcionalidade, previsibilidade e respeito ao devido processo legal. A Instrução Normativa nº 41/2025 detalha, de forma exemplificativa, os fatos geradores das infrações, ampliando a transparência e reduzindo interpretações subjetivas. As sanções priorizam caráter educativo e corretivo, sendo as medidas mais severas aplicáveis apenas a condutas graves ou reiteradas que coloquem em risco a segurança dos passageiros.

A ANTT reforça que não há finalidade arrecadatória nas normas. O foco é proteger o cidadão, garantir a continuidade e a qualidade do serviço, promover concorrência leal e oferecer segurança jurídica às empresas que atuam corretamente.

Com esse novo marco regulatório, a ANTT reafirma seu compromisso com a sociedade, com a segurança viária e com um ambiente regulatório justo, moderno, transparente e orientado ao interesse público.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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São José (SC) cria fundo específico e autoriza subsídio de até R$ 1,5 milhão por mês para reestruturar transporte coletivo

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Leis instituem mecanismo permanente de financiamento e garantem aporte mensal para cobrir diferença entre tarifa técnica e tarifa pública no município catarinense

ALEXANDRE PELEGI

A Prefeitura de São José, na Grande Florianópolis (SC), sancionou duas leis que criam um fundo municipal exclusivo para o transporte coletivo e autorizam o pagamento de subsídio tarifário de até R$ 1,5 milhão por mês às operadoras do sistema. As normas estruturam um novo modelo de financiamento e buscam garantir continuidade, ampliação e modernização do serviço.

As Leis nº 6.550 e nº 6.549, ambas de 13 de fevereiro de 2026 e sancionadas pelo prefeito Orvino Coelho de Ávila, foram publicadas no Diário Oficial do município. Atualmente, São José conta com três empresas operando sete linhas de ônibus — número inferior às 13 linhas existentes antes da pandemia.

A meta da administração é retomar gradualmente a oferta anterior, condicionando a expansão à reestruturação do sistema e à recuperação da demanda.

Fundo exclusivo para financiar o sistema

A Lei nº 6.550 institui o Fundo Municipal para Modernização e Custeio Operacional e Técnico do Transporte Coletivo (FUMCOTT). O instrumento passa a concentrar recursos destinados tanto ao custeio quanto a investimentos estruturais.

O fundo poderá receber receitas provenientes de dotações orçamentárias, transferências estaduais e federais, percentual de tributos municipais, receitas do estacionamento rotativo, publicidade em ônibus e terminais, além de 30% do Fundo de Urbanismo e Serviços Públicos.

Entre as finalidades previstas estão:

  • subsídios tarifários às concessionárias;

  • modernização de terminais e abrigos;

  • implantação de bilhetagem eletrônica e sistemas de monitoramento por GPS;

  • investimentos em frota menos poluente;

  • ações de acessibilidade e integração com ciclovias;

  • campanhas educativas.

A gestão ficará a cargo da Secretaria de Segurança, Defesa Social e Trânsito, com supervisão de Conselho Diretor formado por sete membros, incluindo representantes do poder público, da concessionária e da sociedade civil. A lei prevê prestação de contas anual e possibilidade de auditoria.

Subsídio de até R$ 1,5 milhão por mês

A Lei nº 6.549 autoriza o município a conceder subsídio tarifário mensal variável, limitado a R$ 1,5 milhão. O objetivo é cobrir a diferença entre a chamada Tarifa Pública Técnica — calculada com base na metodologia da Associação Nacional de Transportes Públicos — e a Tarifa Pública Módica fixada pelo município.

O mecanismo busca preservar a modicidade tarifária sem comprometer o equilíbrio econômico-financeiro da operação.

Pela regra estabelecida, as empresas deverão apresentar até o dia 10 de cada mês os cálculos detalhados dos custos da operação. Após homologação do município, o pagamento deverá ocorrer até o dia 30. A legislação também permite a contratação de auditoria independente para conferência das planilhas.

Município integrado à capital

Com 270.295 habitantes, segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, São José é a quarta cidade mais populosa de Santa Catarina. O município é conurbado com Florianópolis, formando uma mancha urbana contínua.

As duas leis já estão em vigor e ainda deverão ser regulamentadas por decreto, que definirá indicadores de desempenho, critérios técnicos e prioridades de investimento. Com a criação do fundo e a autorização do subsídio, São José passa a contar com instrumentos legais permanentes para reorganizar e financiar seu transporte coletivo urbano.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Caiu! Corinthians demite técnico Lucas Piccinato após empate no Brasileirão Feminino

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O Corinthians anunciou a demissão do treinador Lucas Piccinato da equipe feminina na madrugada de sexta-feira para sábado, após empate por 2 a 2 contra o Fluminense, em casa, pelo Brasileirão Feminino.

Além do comandante, a equipe também comunicou o desligamento do auxiliar Breno Basso, do preparador de goleiras Francisco Rodrigues e do preparador físico Luiz Guilherme Gonçalves.

A decisão acontece logo antes da pausa de três semanas para a data Fifa. O empate com o Fluminense, em que o Corinthians abriu 2 a 0 e sofreu o empate nos acréscimos do segundo tempo mesmo com uma jogadora a mais, marca o fim de um período conturbado das Brabas nas últimas semanas.

Após conquistar a Libertadores Feminina em outubro de 2025, o Corinthians perdeu o Paulista Feminino ao ser derrotado para o Palmeiras por 5 a 2 no placar agregado, ficou com o vice-campeonato mundial diante do Arsenal e perdeu a Supercopa do Brasil nos pênaltis, novamente para o Palmeiras.

No Brasileirão, ainda em estágio inicial, o Timão tem uma vitória e um empate. Mas as sucessivas derrotas para as rivais aumentaram a pressão da torcida sobre o treinador, questionando o desempenho em campo.

Piccinato chegou ao Corinthians em 2024, substituindo Arthur Elias, que fez história pela equipe e passou a comandar a Seleção Brasileira. Nesse período, Lucas comandou o time por 101 jogos, com 71 vitórias, 20 empates e 10 derrotas, sendo bicampeão da Libertadores (2024 e 25), brasileiro (2024 e 25), e campeão da Supercopa do Brasil (2024).

O clube ainda não anunciou qual será o substituto de Piccinato no restante da temporada.

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Manaus terá mudanças em linhas de ônibus a partir de segunda (23)

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Também estão programadas alterações para o próximo sábado (28)

ADAMO BAZANI

A partir desta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, a rede de linhas de ônibus de Manaus passa por mais mudanças.

Segundo a prefeitura, será criada a linha A456 para atender usuários de transporte do conjunto Manoa até a Estação de Transferência 4 (Parque das Nações), zona Norte da capital.

A linha seguirá, no sentido ida, rua Secundária Oito, avenida Margarita, avenida José Henrique Bentes, avenida Tenente Roxana Bonessi, rua 3, rua Pio XII, rua Xavante, rua Altamira, avenida Francisco Queiroz, rua lanomâmi, rua da Saudade, rua São Marcos, rua Jericó, rua Estrela de Davi, rua São João, avenida Max Teixeira, chegando à Estação E4 (Parque das Nações).

No sentido volta, a linha A456 seguirá pela avenida Max Teixeira, rua São João, rua Estrela de Davi, rua Jericó, rua São Marcos, rua da Saudade, rua Gabriel Gomes da Silva, avenida Francisco Queiroz, rua Altamira, rua Xavante, rua Rio Pio XII, rua 3, avenida Tenente Roxana Bonessi, avenida Arquiteto José Henrique Bentes, avenida Margarita, rua Monte Foraker e rua Monte Líbano.

O  Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), órgão da prefeitura, ainda diz que para melhorar a eficiência e o tempo de viagem, a linha 642 (Terminal 3 / E4 / Aeroporto / Ponta Negra), no trecho entre o Terminal 3 e a Torquato Tapajós, passará a atender as plataformas de paradas de ônibus na via, deixando de atender as paradas do lado direito da via.

Outra mudança inicia a partir do próximo dia 28 de fevereiro e afetará a linha 216 (Lírio do Vale / T1 / praça da Saudade) que passará a atender a praça da Saudade aos sábados.

Adamo Bazani,  jornalista especializado em transportes

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o alerta de especialista às empresas de ônibus do transporte rodoviário

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Após a Amazon superar o Walmart em receita global, especialista defende que viações adotem modelo de receita previsível, com assinatura, contratos fixos e diversificação de fontes de caixa

ALEXANDRE PELEGI

A recente ultrapassagem da Amazon sobre o Walmart em geração de receita global marca mais do que uma troca simbólica de posições no ranking empresarial. O episódio consolida o modelo baseado em assinatura, fidelização e receita recorrente — lógica que, para Ilo Löbel da Luz, precisa ser observada com atenção pelas empresas de ônibus do transporte rodoviário de passageiros.

Não é apenas uma mudança estatística. É a confirmação de que o modelo de receita recorrente venceu o modelo puramente transacional”, afirma.

Segundo Ilo, o diferencial da Amazon não foi simplesmente vender mais produtos. “A sacada genial foi criar uma máquina de fidelização chamada Amazon Prime.” Ao estruturar um sistema de assinatura, a empresa deixou de depender exclusivamente da compra eventual. “Eles deixaram de vender apenas o produto e passaram a vender a facilidade, garantindo fluxo de caixa constante.”

A fragilidade da venda avulsa

Ao trazer o paralelo para o setor rodoviário, o especialista é direto. “No transporte de passageiros, vivemos historicamente a dor oposta.” Ele lembra que muitas viações ainda dependem fortemente de feriados prolongados, férias e picos sazonais.

O caixa da empresa de ônibus fica quase totalmente dependente da venda daquela passagem individual no guichê ou na plataforma digital.” O problema se evidencia na baixa temporada. “O leasing da frota não tira férias, o custo fixo continua chegando, mas a receita despenca.”

Para Ilo, depender exclusivamente da venda avulsa em um ambiente de margens apertadas e custos regulatórios elevados é um risco crescente. “A empresa pode ter frota nova, marketing forte, mas se o modelo de receita for frágil, a saúde financeira sempre estará por um fio.

Previsibilidade como estratégia

Na avaliação dele, a saída passa por incorporar previsibilidade ao modelo de negócios. “As operadoras que estão protegendo suas margens entenderam que o passageiro frequente precisa de motivos reais para permanecer.”

Ele aponta clubes de assinatura e programas de fidelidade como alternativa concreta. “Criar pacotes mensais para quem viaja toda semana é trocar picos de receita por estabilidade de caixa.”

Outra frente estratégica é o B2B. “Expandir contratos corporativos e fretamento contínuo é blindar parte da frota contra as oscilações do turismo.”

Ilo também defende melhor aproveitamento dos ativos existentes. “A viação precisa olhar para o bagageiro com mentalidade comercial.” Para ele, o transporte de encomendas fracionadas em rotas já programadas “é o caminho mais rápido para melhorar a margem da viagem.”

Modelo inteligente acima da frota nova

Para Ilo Löbel da Luz, inovação no transporte rodoviário vai além da renovação da frota ou da tecnologia embarcada. “A empresa mais sólida não é apenas aquela que tem o ônibus mais novo. É aquela que possui o modelo de receita mais inteligente.”

E reforça o alerta que resume sua análise: “Quem continuar dependendo apenas do feriado e da venda avulsa vai viver sempre no limite. Quem aprender a vender previsibilidade vai sobreviver — e crescer.”

Em tempo: Ilo Löbel da Luz é advogado e consultor no setor de Transporte Rodoviário de Passageiros ([email protected])

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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