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Abel responde qual ‘segredo’ do Palmeiras e se irrita com agressividade do Bahia: ‘Mas árbitro vem e dá amarelo para mim’

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O Palmeiras venceu o Bahia por 2 a 1 neste domingo (5), fora de casa, pelo Brasileirão. Após o confronto, o técnico Abel Ferreira respondeu qual é o “segredo” do Alviverde. O time é o líder da competição, com 25 pontos em dez jogos.

“O segredo não é jogar só contra algumas equipes, só às vezes. O segredo é constância. Às vezes queremos ser mais fortes, mas não é preciso ir três horas na academia só uma vez por semana. Se for todos os dias por dez minutos, chega, mas tem que ser todos os dias dez minutos. Não é de hoje que o Palmeiras ganha e perde desta maneira. Que luta e acredita até o fim, seja contra quem for, seja jogo de Libertadores ou de copa, seja contra que treinador for, quando for”, disse.

“Temos sempre essa mesma postura. É sempre difícil jogar contra o Bahia e contra este treinador, que está aqui há muito tempo, que ficou fora das competições e tem agora só duas, o que pode lhe dar alguma frescura física. Vai ser muito difícil ganhar aqui, venha quem vier”, completou.

O treinador também se irritou com a “agressividade” do Bahia e deu uma cutucada na arbitragem.

“Já jogamos várias vezes aqui com o Bahia, com este treinador. Começamos a ver a intensidade que o Bahia entrou, a quantidade de faltas e agressividade do nosso adversário. É uma equipe extremamente agressiva, que joga muito bom futebol. Se tivesse tido essa atitude no jogo da Libertadores aqui em casa, seguramente estaria jogando a Libertadores ou a Sul-Americana. É uma equipe muito bem montada e estruturada, mas que deixa um espaço nas costas do lateral que entra por dentro, que é o Juba. Acabamos por ser mais consistentes contra um adversário muito habituado a jogar neste gramado e neste clima. No início pedimos para ter parada técnica, o árbitro deixou, mas o adversário não deixou. Pelos acréscimos, parece que teve mesmo sem existir”, afirmou.

“Não entendo os oito minutos (de acréscimos). Se começarmos a somar os minutos, daqui a dez jogos teremos mais um jogo nas pernas. Será que ninguém percebeu isso? Oito minutos por quê? Não entendi. Vou reclamar sempre. Com dez minutos, nosso adversário tinha dez faltas feitas. Dez! E um jogador fez quatro seguidas. Tem que dar amarelo, adversário está travando o contra-ataque. Mas o árbitro vem e dá o amarelo para mim. Vamos recuperar nossos jogadores, não ganhamos absolutamente nada. Daqui a 3 dias estamos a jogar outra vez”, disse.

Calendário

Abel Ferreira voltou a criticar o calendário do futebol brasileiro.

“Paulistão deixou marcas pesadas na nossa equipe. Basta ver o jogo que fizemos contra o Vasco, quando fizemos um primeiro tempo bom, mas depois o Vasco foi superior a nós. Não estou pedindo para dar uma semana de descanso, mas pelo menos três dias de descanso. Se queremos jogos com intensidade, com qualidade e com ritmo, temos que criar condições num país que é continental. Não estamos jogando em Portugal, na França, na Espanha ou na Itália, estamos no Brasil”, iniciou.

“Demoramos 3 horas para chegar aqui, amanhã saímos 6h para ir para a Colômbia e dois dias depois para jogar com o Corinthians. Vocês acham que é correto, que é justo, que é cuidar dos jogadores que podem representar a seleção brasileira? Nós fazemos o melhor que temos. Ganhamos quando jogamos bem e tentamos ganhar quando jogamos mal. É a terceira ou quarta vez que jogamos contra um adversário que tem um dia de descanso a mais que nós. Foi assim contra o São Paulo, o Vasco teve 15 dias para preparar, viemos aqui com menos um dia. Sorte que costumamos guardar o ouro no banco. Estão de parabéns porque está equipe respeita os valores maiores que representam o Palmeiras. Ego fica em casa e trazemos nossa qualidade para servir o time, acrescentou.

O português, porém, elogiou a resiliência palmeirense.

“Quando falamos da parte mental, dessa resiliência, são hábitos. Não adianta o treinador falar que tem que ser forte mentalmente. É consistência, atitude, comportamentos. Quando perdemos contra o Vasco, houve coisas boas, mas o que nos define não são as vitórias, são as atitudes diante das dificuldades”, analisou.

“O que é mais importante: ser o mais rápido nas retas ou, quando a curva aperta, sofrer juntos como uma equipe unida? É isso que faz diferença para mim. É um trabalho feito por mim, pela Leila, pelo Barros, por todo o staff. Trabalhamos todos pelo bem maior. Quando jogamos juntos, somos muito mais fortes. Parabéns a nossos jogadores, mas daqui 3 dias estamos a competir o mais alto nível pela Libertadores”, finalizou.

Próximos jogos do Palmeiras:

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tecnologia da Linha 4-Amarela mede peso em tempo real e melhora conforto e segurança

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Solução pioneira com inteligência artificial informa a lotação por vagão, apoia decisões operacionais e garante melhor alinhamento do trem à plataforma

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Pode parecer curioso, mas toda vez que um cliente embarca em um trem da Linha 4-Amarela, operada pela ViaQuatro – empresa da Motiva, contribui para um dado essencial à operação: o peso transportado em cada vagão, medido em tempo real. A informação, processada por um sistema baseado em inteligência artificial, torna a viagem mais confortável, previsível e segura.

Todos os trens da linha contam com uma tecnologia pioneira que calcula o peso de cada carro e transforma esse dado em informações objetivas para o público. Nas telas das estações, os clientes conseguem visualizar o nível de ocupação de cada vagão antes mesmo da chegada da composição à plataforma. Assim, podem escolher a melhor porta para embarcar, distribuindo-se de forma mais equilibrada ao longo do trem.

O benefício, no entanto, vai além do conforto. A leitura precisa do peso também contribui para a segurança operacional. Como a carga transportada influencia a altura do trem, cada vagão pode sofrer pequenas variações em relação à plataforma. Com os dados captados em tempo real, o sistema ajusta o alinhamento da composição, reduzindo possíveis desníveis e tornando o embarque e desembarque mais seguros.

As informações são acompanhadas pelo Centro de Controle Operacional (CCO), que monitora continuamente o peso por vagão e a estimativa de clientes transportados. Os dados são cruzados com imagens das câmeras dos trens e das estações, permitindo à equipe avaliar a demanda e, se necessário, adotar estratégias operacionais, como ajustes na oferta de trens.

Como funciona a tecnologia

Implantado de forma pioneira pela ViaQuatro, o software utiliza inteligência artificial para processar dados gerados pelos próprios trens durante a circulação. Sensores instalados nos sistemas de suspensão informam, em tempo real, a pressão exercida sobre os amortecedores. A ferramenta converte essa informação em quilos e calcula o peso de cada vagão com alta precisão.

Nas telas das estações, a ocupação é representada por barras em seis níveis:

  • até duas barras verdes indicam vagão com menor ocupação;
  • até quatro barras amarelas sinalizam ocupação intermediária;
  • cinco ou seis barras vermelhas indicam maior concentração de passageiros.

Abaixo do indicador de lotação, também são exibidas as portas de acesso correspondentes a cada vagão, facilitando a orientação na plataforma e incentivando uma distribuição mais equilibrada ao longo do trem.

“Essa tecnologia amplia nossa capacidade de gestão da operação em tempo real e, ao mesmo tempo, oferece mais autonomia ao cliente. Com informação clara e acessível, ele pode decidir onde embarcar e ter uma viagem mais confortável. É a inteligência artificial aplicada para tornar a experiência mais simples, eficiente e segura no dia a dia”, afirma Antonio Marcio Barros Silva, diretor da ViaQuatro.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Diferentes momentos da 407M-10 Vl. Monumento – Metrô Vila Mariana, uma linha na rota do desenvolvimento do transporte

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Linha se tornou uma das “queridinhas” cuja memória mostra como a mobilidade induziu o desenvolvimento das regiões do Ipiranga e Vila Mariana

ADAMO BAZANI

Cada linha, uma história.

Uma ligação por ônibus é muito mais que um serviço de mobilidade essencial. Reflete também como se desenvolveram as regiões e até mesmo usos e costumes específicos de um bairro e de uma cidade.

A 407M-10 (Vila Monumento/Metrô Vila Mariana) é um dos exemplos de linha “queridinha” da capital paulista, servindo às tradicionais regiões do Ipiranga e Vila Mariana.

Atualmente, operado pela concessionária Via Sudeste (antiga Via Sul), o serviço chegou a ser suspenso ao longo da história, mas em 2019, a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos ônibus da cidade, anunciou a reativação do atendimento total, inclusive aos sábados e domingos, conforme comunicado de novembro daquele ano:

A partir de domingo 10/11/2019, a linha irá operar também aos domingos e feriados.

Motivo:  atendimento ao bairro da Vl. Monumento.

A 407M-10 chegou a ter em seu letreiro a inscrição Vila Madalena. A mudança com a redução de trajeto ocorreu em 2013, conforme comunicado da época:  Alteração operacional da linha 407M/10. A partir de sábado, 05/10/2013, a linha: 407M/10 Vila Monumento – Vila Madalena atenderá até a Pça. da Sé, em sistema circular. Sua nova denominação será: 407M/10 Vila Monumento – Pça. da Sé – circular.

A linha também foi uma das que receberam redução de frota mais drástica na época da pandemia de covid-19 (2020 a 2023), gerando até mesmo abaixo-assinados online ainda em 2024, como este:

A história do bairro Vila Monumento é ligada aos transportes, uma vez que surge no caminho dos bondes, de acordo com entrevista do morador Odair Costa, em 2020, ao blog RPL-VIX, do Bairro. Costa nasceu em Santos em 1934 e se mudou para o bairro em 1947.

Em 1904, foram inauguradas no bairro, as linhas percorridas por bondes movidos a tração elétrica: a linha “Ipiranga” e a linha “Fábrica” ofereceram serviços para a população até 1967. Para esses bondes vencerem o limite entre o Cambuci e o Ipiranga, foi necessário o aterramento de uma região pantanosa. A Vila Monumento nasceu neste caminho dos bondes, entre os bairros do Ipiranga e Cambuci. Era conhecida como “a barroca”, “os morros”, “o brejo seco”, “o caminhos dos bandeirantes”, por causa de suas ruas de terra vermelha, neblina e barro.

O bairro desde cedo, segundo o relato era movimentado, mas por ser de passagem. Para estudarem, as crianças tinham de pegar ônibus e bondes na época da infância de Odair.

A Avenida era bem movimentada, com muitos carros, uma linha de bonde e ônibus, algo que não era muito comum na época, ter tantos meios de locomoção disponíveis na porta de casa, era e ainda é uma avenida movimentada. A escola não ficava perto da minha casa, eu tinha que pagar o bonde ou ônibus até a escola que ficava no parque Dom Pedro II, era o Colégio Estadual Presidente Roosevelt.

A linha 407M-10 é fruto do crescimento da região e sua necessidade de ligação com outras redes de transportes, como o próprio Metrô. A estação Vila Mariana, um dos extremos da 407M-10, é uma das mais antigas da cidade, sendo inaugurada em 14 de setembro de 1974. Uma curiosidade é que com a construção da estação foi aberta a Avenida Professor Noé Azevedo, que faz parte do caminho da 407M-10.

Segundo o portal da SPTrans, atualmente a linha opera de 04h30 à 00h10 e, em dias úteis, o tempo de viagem varia entre 58 minutos (entrepico), 59 minutos (pico da manhã) e 70 minutos (pico da tarde). São 44 paradas no sentido Vila Mariana. A linha é circular

Por ser considerada no sistema de transportes da cidade uma linha de articulação e troncalizada, 407M-10 foi operada pela CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos).

Os serviços, inclusive, chegaram a ser prestados pelos tradicionais monoblocos O-371 Urbanos, pintados de vermelho, numas das retas finais da CMTC. O modelo de ônibus se destacava pelo conforto e inovação nos anos 1980/1990, como você relembra nessa reportagem especial. Relembre neste link:

Veja alguns registros históricos da linha 407 M-10

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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EcoRodovias vence leilão de concessão do trecho das rodovias BR‑251/MG e BR‑116/MG, conhecido como Rota das Gerais

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Foto: Cauê Diniz/B3

Empresa apresentou desconto de 19% sobre a tarifa básica de pedágio

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Foi realizado na última terça-feira, 31 de março, na B3, o leilão do Ministério dos Transportes e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para a concessão do sistema rodoviário formado por trechos das rodovias BR‑251/MG e BR‑116/MG, conhecido como Rota das Gerais.

A EcoRodovias Concessões e Serviços S.A foi a vencedora do leilão ao apresentar desconto de 19% sobre a tarifa básica de pedágio. A empresa ficará responsável por aproximadamente 735 quilômetros de rodovias federais, localizadas em Minas Gerais, abrangendo trechos estratégicos para a integração regional, o escoamento da produção e a segurança viária. O contrato de concessão terá prazo de 30 anos.

Estão previstos investimentos da ordem de R$ 13 bilhões, incluindo CAPEX e OPEX, ao longo do período contratual, destinados à recuperação e manutenção do pavimento, duplicações, implantação de faixas adicionais, acostamentos, melhorias de sinalização, dispositivos de segurança e serviços operacionais aos usuários.

“É desse volume de investimento que o Brasil precisa para impulsionar a nossa economia, para que a infraestrutura não seja gargalo e passe a ser catapulta, no bom sentido, impulsione crescimento da economia brasileira”, comentou Renan Filho, ministro dos Transportes.

“Aqui na bolsa do Brasil, temos orgulho de contribuir para a agenda de infraestrutura no país, por meio de um serviço que conecta bons projetos ao mercado. Por isso, agradecemos mais uma vez a confiança e parceria do Ministério dos Transportes e da ANTT, que hoje realizam o 23º leilão junto com a B3. Contem sempre com a B3 para viabilizar leilões como o de hoje”, disse Marcos Skistymas, diretor de Produtos da B3.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Plataforma de trilhos da Motiva apresenta minidocumentário com histórias reais de colaboradoras e anuncia 313 vagas abertas ao público em geral em diferentes regiões do país

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Estação Vila Olímpia – Linha 9-Esmeralda

Empresa busca novos profissionais para atuação como agente de atendimento e segurança, além de técnico de manutenção

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

O Mês das Mulheres chega ao fim, mas, na Motiva, o protagonismo feminino segue como pauta permanente e estratégica. Nos trilhos da companhia, a presença das mulheres não se limita a uma data comemorativa, ela está no dia a dia das operações, na liderança e na construção do futuro da mobilidade urbana no Brasil.

Para marcar esse momento, a plataforma de trilhos da Motiva lança o minidocumentário “A linha delas”, que percorre operações em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia para dar visibilidade a histórias reais de liderança, conhecimento técnico e protagonismo feminino no setor metroferroviário.

As histórias evidenciam não apenas desafios e conquistas individuais, mas também refletem um movimento consistente da companhia para ampliar a diversidade em suas operações. Hoje, dos cerca de 7 mil colaboradores da plataforma de trilhos, 26% são mulheres, sendo 29,3% dos cargos de liderança ocupados por profissionais femininas. Na alta liderança, esse avanço se traduz de forma ainda mais significativa: 50% da diretoria, incluindo os diretores das unidades da plataforma de trilhos e unidades, é formada por mulheres, consolidando uma presença cada vez mais relevante nos espaços de decisão.

Esse cenário reforça uma diretriz clara da companhia: promover um ambiente em que mulheres estejam, de fato, onde desejam estar — com oportunidades reais de desenvolvimento, protagonismo e crescimento. Para a Motiva, essa é uma jornada contínua, construída com consistência e da qual a empresa se orgulha.

O projeto reúne relatos de colaboradoras como Débora Cristina, gerente de manutenção de via permanente e civil do VLT Carioca; Tacila Malvar, coordenadora de tráfego do Metrô Bahia; Adriana Martins, diretora de engenharia e implantação da plataforma de trilhos; Isabelle Souza Pereira, supervisora do Centro de Controle Operacional das Linhas 8 e 9 da ViaMobilidade; Renata Silva, gerente de manutenção civil da Linha 4-Amarela; e Lorane Silva, operadora de trem do Metrô Bahia.

“A diversidade é um fator estratégico para inovação, eficiência operacional e geração de valor para a sociedade. Ao ampliar a presença feminina, contribuímos para a evolução do setor e para a construção de ambientes mais inclusivos e representativos”, afirma Gabriella Attademo, diretora de Pessoas da plataforma de trilhos da Motiva.

“Queremos que mais mulheres se reconheçam nesse setor e enxerguem aqui um caminho real de desenvolvimento e protagonismo. Este projeto é um convite para que novas histórias comecem na Motiva”, completa.

A companhia está com 313 vagas abertas em diferentes regiões e áreas de atuação, destinadas ao público em geral. A iniciativa faz parte da estratégia de fortalecimento das operações e da atração de novos talentos para o setor. A iniciativa busca atrair mais mulheres interessadas em construir carreira na mobilidade urbana e fazer parte de um ecossistema que conecta pessoas, cidades e oportunidades. A mensagem é direta: a Motiva já conta com mulheres liderando essa transformação e segue ampliando esse espaço, convidando novas profissionais a fazerem parte dessa trajetória.

Além das oportunidades imediatas, a Motiva também investe na formação de novos profissionais por meio de uma parceria com o SENAI-SP, ampliando o acesso ao setor metroferroviário. A iniciativa oferece cursos gratuitos de capacitação para formação de operadores de trem e agentes de atendimento e segurança, com foco nas Linhas 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda, em São Paulo.

Com duração de três meses e aulas presenciais no SENAI Vila Leopoldina, os cursos combinam formação técnica e prática, com foco em segurança operacional, procedimentos e legislação do setor. Os participantes qualificados passam a integrar o banco de talentos da companhia, com possibilidade de contratação conforme a abertura de vagas, priorizando moradores do entorno das linhas.

Em 2025, o programa formou mais de 70 operadores de trem e 31 Agentes de Atendimento e Segurança (AAS), com destaque para a inclusão: em uma das turmas, a maioria das vagas foi ocupada por mulheres, reforçando o potencial transformador da iniciativa.

Atualmente, também estão abertas novas turmas para formação de AAS e Oficial de Manutenção, com início previsto para abril, ampliando as oportunidades para quem deseja ingressar no setor.

Mais do que um convite, é uma provocação direta: a Motiva já tem mulheres liderando essa transformação. E você? Quer se juntar a elas? As oportunidades podem ser acessadas em:

Inscrições para turma formação – agente de atendimento e segurança:

Link

Inscrições para técnico(a) de manutenção:

Link

Vagas para início imediato:

Link

Link

Minidocumentário “A linha delas” link:

Link

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte



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guia de compras de chocolate perto do metrô

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Com o trânsito de São Paulo, a melhor estratégia de Páscoa é unir o útil ao agradável. Transformar o trajeto do trabalho em uma missão de compras economiza tempo e estresse; Confira pontos estratégicos onde você encontra ovos e chocolates a poucos passos (ou dentro) das estações administradas pela plataforma de Trilhos da Motiva

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Com a proximidade da Páscoa, resolver a compra dos chocolates no meio da rotina virou prioridade para muitos paulistanos. Em uma cidade marcada pelo trânsito, a possibilidade de encontrar opções dentro ou a poucos passos das estações de metrô transforma o trajeto diário em uma parada estratégica, com praticidade e conveniência.

De quiosques dentro das estações a lojas conceito em regiões movimentadas, veja cinco pontos para garantir os chocolates sem sair do caminho:

Linha 4-Amarela:

A Estação Vila Sônia consolidou-se como o ponto mais estratégico para quem busca praticidade. Diferente de outras estações que possuem apenas um quiosque tímido, o Mall Vila Sônia oferece uma experiência de mini-shopping sem que você precise sair do complexo da estação.

Com quiosques da Cacau Show e da Brasil Cacau, o espaço comercial reúne duas das principais redes do país em um só lugar. A vantagem está na conveniência: o cliente pode resolver a compra de Páscoa dentro da estação, sem precisar sair do trajeto.

A presença das marcas no mall reforça o conceito de estações como hubs de serviço e consumo, especialmente em datas sazonais.

  • Estação Fradique Coutinho (Pinheiros)

A poucos minutos a pé da estação, a loja conceito da Cacau Show na Rua dos Pinheiros, 287, aposta em uma experiência mais completa. O espaço vai além da compra rápida e funciona como destino para quem busca variedade e produtos diferenciados para presentear.

Linha 5-Lilás:

Estação Eucaliptos

A unidade da Cacau Show no centro da estação facilita compras rápidas para quem circula pela Linha Lilás. É o tipo de parada ideal para quem deixa a Páscoa para a última hora, mas não abre mão de variedade.

Assim como em Eucaliptos, a presença da Cacau Show dentro da estação reforça a lógica de conveniência. O fluxo intenso da região corporativa favorece compras no caminho entre casa e trabalho.

Mais do que facilitar a compra de última hora, a presença de marcas como Cacau Show, Brasil Cacau e Kopenhagen em estações e entornos reforça uma mudança no comportamento de consumo do paulistano. O transporte público deixa de ser apenas um meio de deslocamento e passa a funcionar como um ponto estratégico para resolver demandas do dia a dia.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Ataque com pedra atinge ônibus e deixa passageira ferida na Zona Norte de São Paulo neste domingo (5) 

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Veículo da linha 1702-10 foi alvo de vandalismo na Avenida General Ataliba Leonel, na região da Parada Inglesa

YURI SENA

Um ônibus do transporte coletivo foi alvo de um ataque na manhã deste domingo, 5 de abril de 2026, na Avenida General Ataliba Leonel, na região da Parada Inglesa, Zona Norte da São Paulo. Um homem em situação de rua arremessou uma pedra contra o veículo, que acabou atingindo o interior do coletivo. 

Com o impacto, uma passageira ficou ferida. O ataque ocorreu por volta das 6h20, no sentido bairro.

O veículo envolvido pertence à empresa Spencer Transportes e operava pela linha 1702-10 no momento da ocorrência.

A SPTrans repudiou o ato de vandalismo. O Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou atendimento à passageira ferida no local.

Confira a nota: 

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans repudiam atos de vandalismo, como o registrado na manhã deste domingo (5), por volta das 6h20, na Av. General Ataliba Leonel, na Parada Inglesa, sentido bairro, na zona Norte. A ocorrência envolveu um ônibus da Spencer, que operava pela linha 1702-10. O corpo de Bombeiros foi acionado e compareceu ao local para atender a vítima.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Mapa da rede metroferroviária de São Paulo é atualizado após entrega da Linha 17-Ouro de monotrilho

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Novo ramal conecta o Aeroporto de Congonhas às linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda e passa a integrar material oficial do sistema

YURI SENA

O Governo de São Paulo disponibilizou para download o mapa atualizado do transporte metroferroviário metropolitano com a inclusão da Linha 17-Ouro. O material pode ser acessado no site da Agência SP e reflete a inauguração do novo ramal ocorrida na terça-feira (31).

A nova linha amplia a mobilidade ao conectar o Aeroporto de Congonhas às linhas Linha 9-Esmeralda e Linha 5-Lilás, integrando o aeroporto à rede de trilhos da Região Metropolitana. O investimento total no projeto foi de R$ 5,97 bilhões, e a estimativa é de que o ramal transporte cerca de 100 mil passageiros por dia quando estiver em operação plena, prevista para outubro.

Nesta fase inicial, a operação será transitória, com atendimento ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h. Excepcionalmente no dia da inauguração, a linha funcionou das 16h às 20h.

Inicialmente prevista para ser entregue em 2014, as obras foram retomadas em setembro de 2023. Desde então, foram concluídas oito estações, além da implantação de sistemas de energia, sinalização e telecomunicações. Também houve avanço na fabricação de 14 trens e continuidade das intervenções no Pátio Água Espraiada.

O mapa atualizado apresenta a nova configuração da rede, destacando a integração entre o monotrilho e as demais linhas do sistema de transporte metropolitano.

Confira:

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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