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Ônibus elétrico Marcopolo Attivi Integral participa de teste operacional no Rio de Janeiro

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Veículo 100% elétrico ficará em operação em linhas da MOBI-Rio por 30 dias

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Alinhada à sua estratégia de desenvolver e fornecer as mais avançadas soluções para a descarbonização do transporte, a Marcopolo, protagonista no desenvolvimento de soluções de mobilidade sustentável, participade um teste operacional com o ônibus 100% elétrico Attivi Integral em linhas e serviços da MOBI-Rio. O acordo de cooperação técnica firmado com o município do Rio de Janeiro, por intermédio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), tem como objetivo conjugar esforços para o desenvolvimento de um Projeto de Demonstração de Ônibus Elétricos para avaliação do desempenho e eficiência operacional do veículo.

“Colaborar com o município do Rio de Janeiro na descarbonização do transporte urbano significa ir além do fornecimento de tecnologia: é contribuir para a avaliação e a validação da eletrificação em condições reais de operação. O teste do Attivi Integral permite compreender como soluções 100% elétricas podem ser integradas ao sistema, gerando benefícios ambientais e aprimorando a experiência dos usuários”, destaca Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais Mercado Interno e Marketing da Marcopolo.

De acordo com o executivo, essa é mais uma das frentes de atuação da fabricante brasileira para apoiar a descarbonização por meio de um portfólio multitecnológico, alinhado às diferentes realidades operacionais dos sistemas de transporte. “Temos avançado em soluções já em escala, como a recente entrega de ônibus articulados e biarticulados a baterias e a biometano para o sistema BRT de Goiânia, e em tecnologias em fase de demonstração, como o veículo híbrido elétrico/etanol que estamos testando no interior de São Paulo, em parceria com a Sertran Transportes e a bp bioenergy”, explica Portolan.

O teste operacional do ônibus Attivi Integral terá duração de 30 dias. Pelo acordo de cooperação técnica, a Marcopolo fornecerá também treinamento para o corpo técnico e operadores, como motoristas e profissionais de manutenção.

Attivi Integral em operação em algumas das principais cidades brasileiras

Lançado em 2022, o Attivi Integral, primeiro modelo de ônibus elétrico fabricado no Brasil, tem participado de demonstrações e testes em diversas cidades do País.

Com mais de 130 unidades produzidas, o modelo está em operação nos sistemas de transporte urbano de Porto Alegre e São Paulo, além de realizar o transporte de passageiros no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte.

Pensado para atender às demandas do transporte urbano com eficiência e conforto, o ônibus Attivi Integral 100% elétrico oferece configuração interna que acomoda até 81 passageiros, sendo 40 em pé e 41 sentados.

É equipado com portas para acesso mais eficiente e rápido, poltronas estofadas, espaço para cadeira de rodas, sistema de ar-condicionado, dois monitores, carregadores USB, tipo A + C, áudio vídeo interno. A autonomia é de até 280 km e o tempo de carga de até 4 horas.

Resultado de um projeto de vários anos que priorizou a nacionalização de componentes, incluindo baterias e sistemas eletroeletrônicos, reforçando o compromisso da Marcopolo com a indústria nacional e a sustentabilidade. O objetivo é oferecer diferentes soluções, adequadas às diversas aplicações dos operadores, contribuindo para acelerar a descarbonização do transporte de passageiros.

O veículo pode ter até 13.000 mm de comprimento total, possui chassi Low Entry, motor elétrico WEG de potência máxima de 385 kW e torque de 2.800 Nm, eixos dianteiro e traseiro ZF, suspensão a ar, sistema de freios Knorr e baterias CATL, com capacidade de 350kwh.

Atualmente, além do Attivi Integral, a Marcopolo já possui cerca de 1.000 ônibus elétricos, híbridos e movidos a biometano/GNV, desenvolvidos com chassis de parceiros, que circulam em diversos países, como Colômbia, Chile, México e Austrália, além do Brasil.

Diferenciais do Attivi Integral

Desenvolvido integralmente no Brasil, com predominância de componentes fabricados por empresas nacionais,  incluindo baterias e sistemas eletroeletrônicos, o Attivi Integral apresenta um conceito inovador para o transporte coletivo urbano, alinhado às demandas de sustentabilidade, eficiência e confiabilidade dos sistemas.

“Para nós é motivo de orgulho sermos responsáveis pelo desenvolvimento de um veículo eletrificado 100% brasileiro, que conta com a expertise da engenharia automotiva do País e alia a confiabilidade e segurança, que o mercado já tem na Marcopolo, aos mais modernos recursos tecnológicos”, finaliza Ricardo Portolan.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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São Paulo renova com New Balance até 2032 e fecha contrato com exclusividade estadual

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O São Paulo renovou contrato com fornecedora de material esportivo New Balance até 2032.

No clube desde 2024, a empresa fechou acordo de exclusividade estadual com o Tricolor, ou seja, agora outros times do Estado de São Paulo não poderão usar New Balance.

A ESPN apurou ainda que o contrato prevê ainda uma remuneração a mais para o São Paulo. Fontes ouvidas pela reportagem garantiram que o novo acordo ficou ”bom para as duas partes”.

Nos bastidores, uma proposta da Penalty chegou a dividir o Conselho Deliberativo. No entanto, a fornecedora atual acabou vencendo a empresa brasileira e selou a renovação também por causa da boa relação com o clube, mesmo com o impeachment sofrido por Júlio Casares, ex-presidente, e de mais problemas políticos que causaram danos à imagem do São Paulo.

Segundo a New Balance, em dois anos de parceria, houve um crescimento de 113% dos valores arrecadados quando comparado aos cinco anos com a antiga fornecedora de material esportivo do Tricolor.

Próximos jogos do São Paulo:

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Linhas de ônibus têm alterações no Rio de Janeiro durante obra na Rua Cachambi, na Zona Norte

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Mudanças no tráfego a partir de sábado (11) provocam desvios no transporte coletivo entre até junho

ARTHUR FERRARI

Linhas de ônibus que circulam pela região do Cachambi, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ), terão alterações de itinerário em razão de uma obra da concessionária Light na Rua Cachambi. As mudanças passam a valer a partir das 10h do sábado, 11 de abril, e seguem até as 22h do dia 6 de junho, período previsto para execução dos trabalhos.

De acordo com a CET-Rio, a intervenção provocará interdição parcial da Rua Cachambi no trecho entre as ruas Honório e Basílio de Brito, com bloqueio no sentido Méier. O sentido em direção à Avenida Dom Helder Câmara continuará funcionando normalmente.

Por causa da restrição, as linhas regulares de ônibus que vêm da Rua Honório terão desvio de itinerário. Os coletivos passarão a seguir pela Rua Honório, no sentido José Bonifácio, depois pela Rua Vasco da Gama, Rua Odorico Mendes, Rua José Bonifácio e Rua Arquias Cordeiro.

Já para acesso ao Viaduto Castro Alves, os ônibus deverão utilizar a Rua Coração de Maria, Rua Santa Fé e, em seguida, o próprio viaduto.

Além das alterações no transporte coletivo, o bloqueio também impactará a circulação geral de veículos na região. Motoristas que saem da Rua Honório com destino à Rua Cachambi, sentido Méier, deverão seguir pela Rua Honório, Rua Luís de Brito, Rua Fernando Esquerdo, Rua Ferreira Andrade e Rua Aristides Caire.

Outra alternativa será aplicada para veículos vindos das ruas Getúlio e São Gabriel, que deverão seguir pela Rua Cachambi, no sentido da Avenida Dom Helder Câmara, e posteriormente utilizar a Rua Honório, Rua Luís de Brito, Rua Fernando Esquerdo, Rua Ferreira Andrade e Rua Aristides Caire.

Para quem segue em direção à Avenida Marechal Rondon e ao Túnel Noel Rosa, o trajeto recomendado será pela Rua Honório, Rua Luís de Brito, Rua Fernando Esquerdo, Rua Oliveira Serpa, Travessa Mendes de Morais, Rua Miguel Ângelo e Rua Álvares de Azevedo.

Durante o período de obras, agentes da CET-Rio estarão posicionados na região para orientar motoristas e minimizar impactos no tráfego. A companhia também implantará sinalização provisória indicando as alterações e os desvios.

O Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) acompanhará a movimentação por meio de câmeras e poderá realizar ajustes operacionais, caso necessário, ao longo da execução dos serviços.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Justiça intervém em consórcio de ônibus e bloqueia R$ 50 milhões no Maranhão

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Foto: Moisés Rodrigues Pereira Junior/Ônibus Brasil

Medida determina controle de subsídios, priorização de salários atrasados e apuração de possível fraude societária

ARTHUR FERRARI

A Justiça do Maranhão determinou o bloqueio de até R$ 50 milhões em bens de empresários e empresas ligadas à Expresso Rei de França, responsável pela liderança do Consórcio Via SL, que opera o transporte coletivo em São Luís (MA). A decisão foi tomada durante audiência realizada na terça-feira (7), na Vara de Interesses Difusos e Coletivos, no âmbito de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Maranhão.

O bloqueio atinge ativos financeiros, imóveis e veículos de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo econômico, após surgirem indícios de fraude societária e ocultação patrimonial. Segundo o juiz Douglas de Melo Martins, há sinais de que a empresa seria controlada por um sócio sem vínculo formal, o que poderia dificultar eventual ressarcimento por prejuízos causados aos usuários do transporte coletivo.

Durante a audiência, o gerente do Consórcio Via SL, Diego Rocha, afirmou que o empresário Pedro Paulo Pinheiro Ferreira seria o controlador de fato da empresa, informação que reforçou as suspeitas de irregularidades na composição societária.

“O pedido fundamenta-se em fato novo e grave revelado durante a própria audiência de conciliação. O gerente da empresa Via SL informou expressamente a este Juízo que o proprietário e gestor de fato do grupo é o Sr. Pedro Paulo Pinheiro Ferreira, revelando a existência de provável fraude societária, blindagem patrimonial e confusão na gestão, mediante a utilização de interpostas pessoas (“laranjas”)”, detalha o documento.

De acordo com a decisão judicial, a estrutura do grupo indicaria o uso de terceiros para formalizar a participação societária, prática que pode caracterizar abuso da personalidade jurídica. Entre os nomes citados estão Deborah Piorski Ferreira, apontada como sócia formal, e Willame Alves dos Santos, além de outras empresas relacionadas ao grupo, inclusive fora do Maranhão.

Segundo o processo, grande parte dessas empresas atua no setor de mineração e possui registro no estado do Ceará, além de companhias ligadas à logística e ao transporte, incluindo operação em Macapá (AP).

Com a desconsideração da personalidade jurídica, a Justiça autorizou atingir bens pessoais dos envolvidos para garantir eventual pagamento de indenizações por danos coletivos e materiais aos usuários do transporte público.

Além do bloqueio patrimonial, a decisão também estabelece mudanças na gestão dos recursos destinados ao consórcio. Os valores não poderão ser transferidos diretamente às empresas e deverão ser utilizados prioritariamente para quitar salários atrasados de trabalhadores, como motoristas e mecânicos.

O consórcio terá prazo de 24 horas para apresentar relação de funcionários, valores devidos e dados bancários necessários para efetivação dos pagamentos. Também foi determinado que os subsídios públicos sejam depositados judicialmente, garantindo maior controle sobre a aplicação dos recursos.

Outra determinação estabelece prioridade para despesas essenciais à operação do sistema, incluindo aquisição de diesel e peças, com o objetivo de evitar interrupções no atendimento à população.

O caso também será encaminhado à Polícia e ao Ministério Público para investigação de possíveis crimes. Paralelamente, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) deverá reforçar a fiscalização nas garagens das empresas que integram o consórcio.

Os investigados terão prazo de 15 dias para apresentar defesa. A decisão é passível de recurso.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Alagoinhas (BA) avança em consulta pública para plano de mobilidade urbana

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Encontros com usuários e profissionais do transporte discutem melhorias e prioridades no sistema

ARTHUR FERRARI

A Prefeitura de Alagoinhas (BA) deu continuidade à etapa de consulta pública do Plano Municipal de Mobilidade Urbana (Plamob), com a realização de encontros voltados à coleta de sugestões e avaliação das condições atuais do transporte e da mobilidade na cidade. A iniciativa busca reunir contribuições da população e de representantes de diferentes setores para subsidiar a elaboração das políticas públicas na área.

Na última semana, duas atividades foram realizadas, uma no Colégio Modelo e outra no Terminal Rodoviário, no Centro, onde passageiros foram abordados para apresentar demandas e opiniões. As reuniões contam com a participação da Secretaria Municipal de Mobilidade e Ordem Pública (Semorp) e do Gabinete do Vice-Prefeito (Gavipre).

O Plamob é desenvolvido com base na Lei Federal nº 12.587/2012, que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana, e integra o Plano Diretor de Desenvolvimento Municipal (PDDM). A construção do plano segue metodologia técnico-participativa, reunindo dados operacionais e informações obtidas diretamente com a população.

“Seguimos reafirmando o compromisso do prefeito Gustavo Carmo com decisões amplamente dialogadas”, destacou o secretário municipal de Mobilidade Urbana e Ordem Pública, Hilton Ribeiro.

Durante os encontros, usuários e profissionais do transporte coletivo apresentaram avaliações sobre o funcionamento das linhas, apontaram dificuldades e sugeriram melhorias. Segundo a coordenadora técnica do gabinete do vice-prefeito, Flávia Manoela Barbosa, as contribuições serão incorporadas ao plano.

“Quem entende o problema é quem usa o transporte público. Iniciamos nossas falas trazendo um diagnóstico situacional das linhas. As rodas de conversa são preparadas seguindo uma escuta ativa, na qual as pessoas relatam os problemas do transporte público na cidade. Assim, identificamos os principais problemas, quais são os desafios enfrentados, quais são os pontos que precisam melhorar urgentemente, o que vem funcionando bem e deverá ser mantido e quais são as soluções propostas pela população. Tudo o que for apontado será incluído no Plamob”, explicou Flávia Manoela Barbosa.

Representando a empresa Alagoinhas Transportes Públicos (ATP), Jorge Washington Bueno também comentou a importância da participação popular no processo.

“A gente está aqui em um processo de escuta da população, com diversos segmentos ligados à mobilidade urbana. Todo o processo de uma empresa de transporte coletivo passa por entender para atender. Então, nada melhor do que ouvir as pessoas, permitir que elas exponham suas necessidades, para que a gente possa compreender melhor as demandas e, assim, oferecer um serviço mais adequado. Vamos aguardar esse resultado de escuta, que é algo novo para a cidade, e, assim, entraremos em ação”, frisou.

Usuários do transporte público também participaram das consultas e relataram dificuldades enfrentadas no dia a dia. “Quem usa o transporte público é quem realmente entende os problemas. Esse tipo de pesquisa é importante, sim, e acredito que pode trazer mudanças e melhorias”, disse Reginaldo Bispo.

Moradora do bairro Miguel Velho, Rosaria dos Santos destacou a importância da escuta direta com a população. “É importante porque a gente não tem vez, não tem voz. Eu mesma nunca tinha sido escutada. É a primeira vez que alguém me pergunta sobre o transporte público. A gente espera que melhore, que essas informações realmente sejam levadas em consideração”, apontou.

A agenda de consultas públicas do Plamob continua ao longo de abril. No dia 7, será realizado encontro com mototaxistas; no dia 9, com motoristas de aplicativos; no dia 14, com ciclistas; no dia 16, com pedestres e pessoas com deficiência; no dia 22, com comerciantes na CDL; no dia 23, com integrantes da União das Associações Comunitárias Rurais de Alagoinhas (UARA); no dia 28, com taxistas; e no dia 30, com motoristas, empresas e usuários do transporte alternativo.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Irritado com Walace? Matheus Cunha responde após polêmica no Cruzeiro e fala em honestidade e trabalho: ‘Tenho caráter’

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Envolvido na polêmica que agitou os bastidores do Cruzeiro nos últimos dias, o goleiro Matheus Cunha se pronunciou sobre o volante Walace nesta terça-feira (7), depois da estreia celeste na CONMEBOL Libertadores.

Na noite do último domingo (5), o Cruzeiro anunciou que Walace foi cotado da partida contra o Barcelona, no Equador, porque “violou a conduta do clube ao desrespeitar um companheiro”.

A violação disciplinar ocorreu por meio virtual, depois que o atleta enviou uma mensagem no grupo de WhatsApp dos jogadores do Cruzeiro, após a goleada sofrida para o São Paulo, pelo Brasileirão, tirando sarro de um erro cometido por um colega de equipe.

De acordo com fontes, a mensagem era destinada a um terceiro, mas acabou sendo enviada por engano no grupo que reúne os atletas. Walace ainda apagou o conteúdo, mas o “recado” foi lido por várias pessoas, que levaram a situação à alta cúpula para avaliação.

Depois da vitória sobre o Barcelona, por 1 a 0, na estreia da Libertadores, o goleiro Matheus Cunha foi questionado pela reportagem da ESPN se teria ficado irritado com a postura de Walace.

“Isso está com a diretoria, que tomará a decisão. Eu tenho meus princípios e meu caráter, e os mantenho. Sou uma pessoa honesta e continuo trabalhando da mesma forma, independentemente de fatores externos. O trabalho responde por si só”, afirmou.

Na entrevista coletiva, o técnico Artur Jorge não prolongou o assunto e disse que decisão está nas mãos da diretoria.

“Sobre o Walace, é uma questão de ponto de vista interno que está sendo resolvida pela diretoria. Vocês já têm conhecimento do que aconteceu, e seguiremos o que a direção entender que deve ser feito”, comentou.

Já o proprietário da SAF do Cruzeiro, Pedro Lourenço, não escondeu o desconforto com a situação e afirmou que o atleta ficaria afastado “por enquanto”.

A tendência é que o volante não atue mais pela Raposa.

Próximos jogos do Cruzeiro:

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Busscar entrega Panorâmico DD NB1 à a operadora M. Horianski, da Argentina

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Modelo rodoviário Panorâmico DD NB1 será utilizado em viagens de média e longa distância

ARTHUR FERRARI

A Busscar realizou a entrega de um ônibus Panorâmico DD NB1 para a operadora M. Horianski, sediada em Buenos Aires, na Argentina. O modelo double decker foi desenvolvido para operações rodoviárias de média e longa distância e passa a integrar a frota da empresa no mercado argentino.

O veículo possui configuração com 60 poltronas distribuídas em dois pavimentos. No salão superior, são 48 assentos na categoria Class Leito Turismo, enquanto o piso inferior conta com 12 poltronas no padrão Leito, oferecendo diferentes níveis de conforto aos passageiros.

Entre os itens instalados nas poltronas Class Leito Turismo estão espuma viscoelástica, apoio de cabeça ampliado, apoio para pés e pernas, cintos de segurança retráteis de três pontos, além de porta-copos individuais e identificação em braile. No piso inferior, as poltronas Leito oferecem, além desses recursos, pelo menos quatro posições de reclinação.

O sistema de climatização inclui ar-condicionado com função frio, filtro antipólen e dois tetos solares com renovação de ar, além de sistema de calefação para distribuição de ar quente em todo o interior do veículo. O ônibus também conta com isolamento acústico e iluminação interna com tecnologia LED e cromoterapia.

Na área de tecnologia e segurança, o modelo incorpora display de mensagens com relógio e indicador de sanitário ocupado, além de alarme de velocidade programado para 100 km/h, com alertas visuais e sonoros e mensagens sobre uso obrigatório do cinto de segurança.

O veículo conta ainda com radar frontal para frenagem de emergência, sistema de aviso de saída de faixa com alerta sonoro, câmera na cabine e alarme de marcha à ré. O conjunto utiliza chassi Mercedes-Benz O-500 RSD 2445, voltado a operações rodoviárias de maior desempenho.

Em acessibilidade, o ônibus dispõe de elevador para cadeirantes, identificação tátil nos assentos reservados e poltrona adaptada com colete torácico.

Para entretenimento e conectividade, o modelo possui tomadas USB-A e USB-C em todas as poltronas, suporte articulado para celular, monitores de teto e sistema de áudio com oito alto-falantes.

A cabine do motorista inclui central multimídia touchscreen de 9 polegadas, poltrona com amortecimento pneumático, cinto de três pontos e apoios de braço escamoteáveis. O veículo também dispõe de poltrona dupla para auxiliar e cama destinada ao segundo motorista, permitindo operações de longa distância.

O salão superior conta com armário para primeiros socorros, sistema de refrigeração, conservadora de 50 litros, aquecedor elétrico, lixeira e outros itens de apoio aos passageiros. No piso inferior, há torre dupla com conservadora térmica, lixeira, aquecedor e porta-copos individuais.

Segundo o Diretor Comercial da Busscar, Paulo Corso, a entrega reforça a presença internacional da fabricante. “A América Latina é um mercado estratégico para a BUSSCAR, e essa entrega à Horianski demonstra nossa capacidade de desenvolver soluções sob medida, com alto nível de tecnologia, conforto e confiabilidade, atendendo às demandas específicas de cada cliente.” afirmou Paulo Corso.

O Gerente de Exportação da empresa também comentou o projeto. “Cada detalhe deste veículo foi pensado para proporcionar uma experiência superior ao passageiro e eficiência operacional ao cliente. A parceria com a Horianski reforça a confiança no padrão de qualidade BUSSCAR no mercado internacional.” afirmou Fabien Accariès.

Com a entrega, a Busscar amplia sua atuação no mercado latino-americano e reforça sua presença no segmento rodoviário internacional.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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CADE aprova sem restrições compra pela Viação Piracicabana da Reunidas Paulista e da Fênix, que passam a integrar o Grupo Comporte

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Conglomerado da família do fundador da GOL Linhas Aéreas, como revelou o Diário do Transporte, terá ainda outras expansões em 2026: Mais aquisições, transporte urbano, trilhos. O céu foi o limite, mas a terra…

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), do Ministério da Justiça, aprovou sem restrições duas grandes aquisições no transporte rodoviário por parte do Grupo Comporte, o maior conglomerado do setor do Brasil, liderado pela família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas: a compra pela Viação Piracicabana, uma das maiores companhias do Grupo, da Reunidas Paulista, que pertencia a outro braço da família, e da Expresso Fênix, de um braço da família Chedid, ambas companhias sediadas no interior paulista.

O editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, teve acesso aos despachos de aprovação.

A reportagem já havia noticiado ambas solicitações de “ato de concentração”, ainda em janeiro de 2026.

Relembre:

A empresa de ônibus Guerino Seiscento chegou a recorrer ao CADE tentando impedir as compras alegando que se trataria de extrema concentração, domínio de mercado, o que prejudicaria a concorrência, a qualidade dos serviços e poderia ampliar os preços das passagens.

Relembre:

No caso da Fênix, de acordo com a documentação oficial obtida pelo Diário do Transporte, “Trata-se de operação de aquisição de controle, pela Viação Piracicabana S.A. (“Compradora”), de participações representativas da totalidade do capital social da Rápido Fênix Viação Ltda.(“Empresa-Alvo”), detida por Victor Hugo Granziera Abi Chedid e Layla Hisni Granziera Abi Chedid Trevisan (“Vendedores”) (“Operação Proposta”).”

Já no caso da Reunidas Paulista, “A operação consiste na proposta de aquisição, pela Viação Piracicabana S.A. (“Compradora” ou “Piracicabana”), de quotas representativas de 100% (cem por cento) do capital social total e votante da Empresa Reunidas Paulista de Transportes LTDA. (“Empresa-Alvo”, ou “Reunidas” e, em conjunto com a Compradora, as “Partes” ou “Requerentes”) (“Operação”), atualmente detidas pela Srª Aurivânia Constantino (“Vendedora”). “(g.n)

Para ambas operações, a Piracicabana é apontada como “controlada pela Comporte Participações S.A., holding do grupo Comporte, conglomerado que reúne sociedades atuantes no segmento de transporte coletivo rodoviário de passageiros, urbano e intermunicipal, além de transporte metroferroviário e serviços correlatos (“Grupo Comporte”).”

De acordo com as duas decisões, de aprovação sem restrição, ambas operações não possuem “o condão de acarretar prejuízos ao ambiente concorrencial, recaindo na hipótese de procedimento sumário do art. 8º, inciso II, da Resolução nº 33/22”.

Assim, os atos de concentração foram aprovados e arquivados no CADE sem restrições.

ANO DE 2026 – SERÁ DE CRESCIMENTO:

O editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, apurou ainda em janeiro de 2026, que o ano seria marcado por surpresas e crescimento do Grupo Comporte.

A reportagem foi: Grupo Comporte não vai parar por aí: Centralização rodoviária e diversificação de ramos; as tendências para as próximas negociações do conglomerado fundado por Nenê Constantino

Relembre:

Dias depois, os fatos apurados começaram a se concretizar.

Além dos pedidos de compra pelo Grupo Comporte da Reunidas e da Fênix, outra notícia agitou o mercado de transportes.

De forma surpreende para quem não leu a reportagem de Adamo Bazani, mas esperada para quem leu, em 06 de fevereiro de 2026, o Grupo Comporte ofereceu como tarifa de remuneração por quilômetro na licitação para a operação de dois lotes de ônibus municipais na capital do Rio de Janeiro R$ 11,53 para a área B2, que tem no edital como teto R$ 11,74 e R$ 9,94 para o lote A2, cujo teto é de R$ 10,11. Não se trata da tarifa que será paga pelo passageiro, que continua a do sistema, hoje em R$ 5,00, mas é o que a empresa vai receber por quilômetro operado. Tratam-se dos lotes de linhas locais das regiões de Campo Grande e Santa Cruz (A2 e B2).

Relembre:

Após todas as análises do poder público, em 12 de março de 2026, o então prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou formalmente os contratos com a presença do diretor do Grupo, Joaquim Constantino.

Relembre:

A participação de Constantino no sistema municipal do Rio de Janeiro gerou um desconforto entre os empresários locais que viam riscos e não sustentabilidade econômica nas condições oferecidas pela prefeitura e pretendiam esvaziar a concorrência.

Em 10 de fevereiro de 2026, o Diário do Transporte trouxe uma entrevista com a advogada especializada em riscos jurídicos e empresariais, Liana Variani e, entre os assuntos está a licitação do sistema de ônibus da capital fluminense.

A concorrência é vista como oportunidade de grupos empresariais de diferentes partes do País com capacidade de investimento e expansão tentarem operar um dos principais sistemas de transportes do Brasil, há décadas atendido pelas mesmas famílias.

Além de Comporte na licitação e da Sancetur nas linhas de forma provisória, outros “novos” nomes no Rio de Janeiro podem surgir.

Liana Variani disse que grupos com capacidade de investimentos devem sim achar oportunidades e tentarem expansão, mas é necessário avaliar riscos jurídicos, econômicos e até políticos.

Os motivos pelos quais os empresários locais estão tentando alegar para esvaziar o certame em outros lotes, apontando desvantagens econômicas, contratuais e jurídicas, não devem ser desprezados e não só vistos como “choradeira”

Relembre:

Em 09 de março de 2026, o Diário do Transporte também noticiou que a Viação Piracicabana, do Grupo Comporte, teve o registo na Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) renovado por mais cinco anos.

É um movimento burocrático necessário, porém, não será somente isso.

No ramo de fretamento, o Grupo Comporte tem planos de assumir outras grandes contas como fez recentemente com a Volkswagen no lugar da Viação Cometa.

Relembre:

Até mesmo a importação de 90 ônibus elétricos chineses é vista como estratégica pelo mercado. Os coletivos vão circular no Distrito Federal e em Santos, no litoral paulista, onde o Grupo Comporte também possui concessão.

O conglomerado liderado pela família de Constantino de Oliveira é sócio da fabricante destes ônibus, a chinesa CRRC na concessão da linha 7-Rubi de trens metropolitanos de São Paulo e no TIC (Trem Intercidades) entre a capital paulista e a região da cidade de Campinas, no interior paulista.

No dia 25 de março de 2026, em inauguração da planta de produção de trens da CRRC em Araraquara, no interior de São Paulo, o então ministro Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e vice-presidente, Geraldo Alckimin, disse que o Governo Brasileiro vai estimular a vinda de mais fabricantes de trens para o Brasil.

Mas não somente isso. Na avaliação de técnicos da pasta, no dia, este incentivo a indústria de trens no Brasil também pode abrir as portas para ampliar produção de ônibus elétricos por outras marcas.

O Diário do Transporte noticiou:

 

*(Adamo Bazani)*

Resumo: O Grupo Comporte é liderado pela família do fundador da GOL, Constantino de Oliveira, detém mais de 7 mil ônibus em todo o País, com empresas como Viação Piracicabana, Penha e Expresso União; venceu os leilões do TIC (Trem Intercidades), incluindo a linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), em São Paulo, das linhas 11,12 e 13  também da CPTM, e detém, concessões de trilhos, como o Metrô da Grande Belo Horizonte e o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) entre Santos e São Vicente, no Litoral Paulista.

O Grupo Comporte, liderado pela família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, é gigante em ônibus. Tem mais de sete mil coletivos, entre urbanos e rodoviários em todo o País.

Na área de trilhos, o Grupo de Constantino cresceu em mercados importantes com concessões.

O Grupo Comporte foi também declarado vencedor do leilão de concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) realizado em 28 de março de 2025, na B3, na capital paulista.

Relembre:

O Grupo Comporte obteve a concessão da malha do TIC (Trem Intercidades) entre a capital paulista, região de Franco da Rocha, Francisco Morato, passando por Jundiaí, no interior paulista, até Americana e Campinas, também no interior.

A concessão, que envolve também a operação e modernização da linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), foi obtida por meio de leilão n 29 de fevereiro de 2024, na sede da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), na região central da capital paulista, pelo Consórcio C2 Mobilidade sobre Trilhos (liderado pelo Grupo Comporte com participação da chinesa CRRC Hong Kong).

Relembre:

Esta parceria rendeu outro fruto: a importação de cerca de 90 ônibus elétricos da chinesa CRRC, com uma unidade apresentada em Santos, no litoral paulista, e a maioria indo para o sistema de transportes do Distrito Federal, todos operados pela Viação Piracicabana, do Grupo Comporte.

Relembre:

Ainda pela BR Mobilidade opera o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na Baixada Santista, no Litoral de São Paulo, e em 22 de dezembro de 2022, arrematou a concessão do Metrô da Grande Belo Horizonte, também sendo a única a participar.

Relembre:

Entre as empresas de ônibus do Grupo Comporte e com participação estão Expresso União – Patrocínio/MG; Viação Piracicabana – Piracicaba/SP; Empresa Cruz – Araraquara/SP; Princesa do Norte – Santo Antônio da Platina/PR; Penha – Curitiba/PR; Expresso Maringá – Maringá/PR; Expresso Itamarati – São José do Rio Preto/SP; Expresso de Prata – Bauru/SP; Expresso Caxiense – Caxias do Sul/RS; e urbanos, suburbanos e metropolitanos como Viação Piracicabana – Santos/SP; Viação Piracicabana – Praia Grande/SP; BR Mobilidade Baixada Santista – Ônibus Intermunicipais e VLT – São Vicente/SP; Expresso Maringá do Vale – São José dos Campos/SP; Joseense Transportes – São José dos Campos/SP; Princesa do Norte Mogi das Cruzes – Mogi das Cruzes/SP; Empresa Cruz – Araraquara/SP; Viação Luwasa – Catanduva/SP; Expresso Itamarati – São José do Rio Preto/SP; Expresso Itamarati – Votuporanga/SP; Expresso de Prata – Bauru/SP; TCGB – Transporte Coletivo Grande Bauru – Bauru/SP; Cidade Verde Transporte Rodoviário – Sarandi/PR; TCCC – Transporte Coletivo Cidade Canção – Maringá/PR; VAL – Viação Apucarana – Apucarana/PR; BluMob – Blumenau/SC; Viação Piracicabana – Brasília/DF;  Empresa de Transportes Líder – Uberaba/MG; Viação São Geraldo Sacramento – Uberaba/MG, entre outras em sociedade ou de controle único.

Em primeira mão no jornalismo profissional, o Diário do Transporte noticiou na última semana de janeiro de 2026 mais duas aquisições/incorporações anunciadas pela Viação Piracicabana, integrante do Grupo Comporte, fundado por Constantino de Oliveira, pendentes de aprovação final do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), do Ministério da Justiça: Da Reunidas Paulista, tradicional companhia de ônibus da região de Araçatuba, no interior de São Paulo, que já tinha parte da família Constantino no comando, mas não a ligada diretamente ao núcleo de negócios dos futuros herdeiros do fundador, e também do braço rodoviário da Expresso Fênix com atuação em cerca de 50 cidades do interior e litoral de São Paulo e Sul de Minas Gerais, de um braço da família Chedid.

Relembre:

Fundada formalmente em 10 de junho de 2002, a Comporte Participações S. A., teve origem nos negócios de transportes rodoviários fundados por Constantino de Oliveira, conhecido como Nenê Constantino, natural da cidade mineira de Patrocínio, nascido em 08 de agosto de 1931.

Os braços do Grupo Comporte estão indo além dos transportes e focam setores estratégicos, como de energia.

O próprio pedido ao CADE sobre a Reunidas e Fênix cita esta estratégia.

A Comporte Participações S.A, com a Illian Energias Renováveis adquiriu o controle indireto das companhias pré-operacionais das cinco empresas que formam a Usina Eólica Vitória S.A. do Complexo Eólico Santa Vitória do Palmar, um empreendimento de geração de energia renovável localizado em Santa Vitória do Palmar (RS) com capacidade para abastecer cerca de 400 mil residências. Atuando desde 2015, o complexo utiliza aerogeradores de grande porte (120m de altura) e torres de concreto produzidas localmente.

Tudo tem sido fruto de uma estratégia que, no mundo dos negócios, é considerada um risco: a mescla entre o caráter familiar do núcleo e controle dos negócios com a profissionalização dos processos e a ampliação de sociedades, parceiros e alianças.

A diversificação da atuação em diferentes ramos na família não é de hoje. Um dos maiores marcos foi o início das operações em 2001 da Gol Linhas Aéreas, que “revolucionou” a aviação no Brasil, trazendo o conceito de “low cost” (baixo custo) para o mercado nacional, hoje não tão mais baixo como ocorre em outros países.

O Diário do Transporte tem mostrado no seu noticiário factual essa diversificação: na área de mobilidade, a operação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) da Baixada Santista, da concessão do Metrô da Grande Belo Horizonte e, mais recentemente, da concessão da construção e operação do TIC (Trem Intercidades) entre a capital paulista e Campinas, no interior de São Paulo, que engloba a linha 7-Rubi de trens metropolitanos, em parceria com a fornecedora de trens CRRC (China Railway Rolling Stock Corporation). O Grupo Comporte é o sócio majoritário.

Esta parceria rendeu outro fruto: a importação de cerca de 90 ônibus elétricos da chinesa CRRC, com uma unidade apresentada em Santos, no litoral paulista, e a maioria indo para o sistema de transportes do Distrito Federal, todos operados pela Viação Piracicabana, do Grupo Comporte.

Na área de tecnologia, mas ainda com vistas para os transportes de passageiros, a Mobifácil, do ponto de vista de negócios, é uma empresa de vendas de passagens (marketplace) com vida própria, ofertando até mesmo bilhetes de empresas que não são do grupo empresarial.

No relatório de administração (2024) obtido pelo Diário do Transporte, a Mobifácil é destaque. Foram quase 1,5 milhão de clientes e associações com buscadores como “Quero Passagens” e “De Ônibus”.

A área de tecnologia para fretamento, por meio da plataforma Mobiuse, também foi outro destaque do relatório:

A plataforma Mobiuse dedicada ao fretamento corporativo alcançou novos patamares, dobrando sua base de passageiros ativos de 18.578 em 2023 para 35.106 em 2024. Com 2.158 novas linhas otimizadas via roteirização inteligente e o uso de calculadoras de emissões de carbono, a plataforma reduziu emissões e otimizou custos operacionais, consolidando-se como referência em fretamento corporativo sustentável.

No segmento rodoviário, a Viação Piracicabana tem se tornado a marca maior dos novos negócios, entre aquisições externas e incorporações dentro do próprio Grupo Comporte, como tem ocorrido.

É o que tem mostrado o Diário do Transporte nos últimos anos.

Marcas tradicionais que já pertenciam ao Grupo foram incorporadas por outras do mesmo conglomerado, como ocorreu com a incorporação da Breda pela Piracicabana e da Manoel Rodrigues pela Princesa do Norte.

Piracicabana assumirá Reunidas Paulista e a Fênix – CADE torna público ato: VEJA A PETIÇÃO – relembre reportagem de 28 de janeiro de 2026

– A Empresa Cruz foi incorporada à Viação Piracicabana. As duas empresas já pertenciam ao Grupo Comporte e o ato foi oficializado em março de 2024 – relembre matéria de 1° de abril de 2024

Relembre:

– Em 23 de junho de 2021, por exemplo, o Grupo confirmou ao Diário do Transporte que a Breda Serviços se tornara Viação Piracicabana.

Relembre:

– Manoel Rodrigues pela Princesa do Norte – relembre matéria de 09 de fevereiro de 2021

O Grupo também já vinha adquirindo empresas e operações, como na área de fretamento e rodoviários.

– Em 22 de dezembro de 2020, o Diário do Transporte noticiou que a diretoria Colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT concedeu anuência prévia para a operação de transferência de controle societário da VCB Transportes Ltda (Viação Campo Belo) para a Expresso União Ltda, do Grupo Comporte.

– A tradicional Firenze, de fretamento de Santo André, no ABC Paulista, comprada pela Piracicabana, como noticiou o Diário do Transporte em 22 de novembro de 2021

Relembre:

– Em 29 de junho de 2020, o Diário do Transporte noticiava que a Suzantur de fretamento era adquirida pelo Grupo Comporte, que ainda mantinha a marca Breda, na ocasião. A Suzantur passou a se dedicar apenas ao transporte urbano, com operações em Santo André (SP), Mauá (SP), Diadema (SP), Ribeirão Pires (SP) e São Carlos (SP).

Relembre:

– Também em fevereiro de 2020, o Grupo anunciou a incorporação da Viação São Paulo-São Pedro pela Viação Piracicabana

O EMBLEMÁTICO 2026:

O editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, apurou ainda em janeiro de 2026, que o ano seria marcado por surpresas e crescimento do Grupo Comporte.

A reportagem foi: Grupo Comporte não vai parar por aí: Centralização rodoviária e diversificação de ramos; as tendências para as próximas negociações do conglomerado fundado por Nenê Constantino

Relembre:

Dias depois, os fatos apurados começaram a se concretizar.

Além dos pedidos de compra pelo Grupo Comporte da Reunidas e da Fênix, outra notícia agitou o mercado de transportes.

De forma surpreende para quem não leu a reportagem de Adamo Bazani, mas esperada para quem leu, em 06 de fevereiro de 2026, o Grupo Comporte ofereceu como tarifa de remuneração por quilômetro na licitação para a operação de dois lotes de ônibus municipais na capital do Rio de Janeiro R$ 11,53 para a área B2, que tem no edital como teto R$ 11,74 e R$ 9,94 para o lote A2, cujo teto é de R$ 10,11. Não se trata da tarifa que será paga pelo passageiro, que continua a do sistema, hoje em R$ 5,00, mas é o que a empresa vai receber por quilômetro operado. Tratam-se dos lotes de linhas locais das regiões de Campo Grande e Santa Cruz (A2 e B2).

Relembre:

Após todas as análises do poder público, em 12 de março de 2026, o então prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou formalmente os contratos com a presença do diretor do Grupo, Joaquim Constantino.

Relembre:

A participação de Constantino no sistema municipal do Rio de Janeiro gerou um desconforto entre os empresários locais que viam riscos e não sustentabilidade econômica nas condições oferecidas pela prefeitura e pretendiam esvaziar a concorrência.

Em 10 de fevereiro de 2026, o Diário do Transporte trouxe uma entrevista com a advogada especializada em riscos jurídicos e empresariais, Liana Variani e, entre os assuntos está a licitação do sistema de ônibus da capital fluminense.

A concorrência é vista como oportunidade de grupos empresariais de diferentes partes do País com capacidade de investimento e expansão tentarem operar um dos principais sistemas de transportes do Brasil, há décadas atendido pelas mesmas famílias.

Além de Comporte na licitação e da Sancetur nas linhas de forma provisória, outros “novos” nomes no Rio de Janeiro podem surgir.

Liana Variani disse que grupos com capacidade de investimentos devem sim achar oportunidades e tentarem expansão, mas é necessário avaliar riscos jurídicos, econômicos e até políticos.

Os motivos pelos quais os empresários locais estão tentando alegar para esvaziar o certame em outros lotes, apontando desvantagens econômicas, contratuais e jurídicas, não devem ser desprezados e não só vistos como “choradeira”

Relembre:

Em 09 de março de 2026, o Diário do Transporte também noticiou que a Viação Piracicabana, do Grupo Comporte, teve o registo na Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) renovado por mais cinco anos.

É um movimento burocrático necessário, porém, não será somente isso.

No ramo de fretamento, o Grupo Comporte tem planos de assumir outras grandes contas como fez recentemente com a Volkswagen no lugar da Viação Cometa.

Relembre:

Até mesmo a importação de 90 ônibus elétricos chineses é vista como estratégica pelo mercado. Os coletivos vão circular no Distrito Federal e em Santos, no litoral paulista, onde o Grupo Comporte também possui concessão.

O conglomerado liderado pela família de Constantino de Oliveira é sócio da fabricante destes ônibus, a chinesa CRRC na concessão da linha 7-Rubi de trens metropolitanos de São Paulo e no TIC (Trem Intercidades) entre a capital paulista e a região da cidade de Campinas, no interior paulista.

No dia 25 de março de 2026, em inauguração da planta de produção de trens da CRRC em Araraquara, no interior de São Paulo, o então ministro Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e vice-presidente, Geraldo Alckimin, disse que o Governo Brasileiro vai estimular a vinda de mais fabricantes de trens para o Brasil.

Mas não somente isso. Na avaliação de técnicos da pasta, no dia, este incentivo a indústria de trens no Brasil também pode abrir as portas para ampliar produção de ônibus elétricos por outras marcas.

O Diário do Transporte noticiou:

Breve História de Constantino de Oliveira (Nenê Constantino):

Constantino de Oliveira nasceu na cidade de Patrocínio (MG), em 08 de agosto de 1931.

Sem ter concluído o primário e sendo obrigado a trabalhar desde muito novo, começou no ramo dos transportes efetivamente aos 18 anos, quando foi levar uma carga de manteiga da cidade de Paracatu (MG) para Recife (PE) e recebeu a sugestão de, na viagem de volta, trazer passageiros. Na época, longas viagens de pessoas em carrocerias de caminhão eram comuns num Brasil que se desenvolvia de forma desigual, com crescimento econômico e mais oportunidades de emprego e renda no Sul e Sudeste.

Do caminhão “pau de arara” a um império de transportes, hoje denominado Grupo Comporte, que reúne em torno de sete mil ônibus em todo País, entre urbanos e rodoviários, Constantino tem a trajetória marcada por conquistas e também polêmicas.

O Grupo Comporte reúne empresas de ônibus como Viação Piracicabana, Expresso de Prata, Empresa Nossa Senhora da Penha, Expresso União, entre tantas outras.

A família de “Nenê Constantino”, como é conhecido o empresário, não se limitou aos transportes por ônibus.

Em 2001, traz uma inovação ao setor aéreo brasileiro com a consolidação do conceito de preços menores para viagens de avião ao fundar a GOL Linhas Aéreas. O primeiro voo ocorreu no dia 15 de janeiro, às 6h56, quando um Boeing 737-700 decolou do Aeroporto de Brasília em direção ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Dos pneus, para o ar até entrar para os trilhos.

Atualmente, o Grupo Comporte opera o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) entre Santos e São Vicente, no litoral paulista. Em 22 de dezembro de 2022, o Grupo Comporte arrematou a concessão do Metrô da Grande BH, na região metropolitana de Belo Horizonte. Já no dia 29 de fevereiro de 2024, na sede da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), na região central da capital paulista, o Grupo Comporte, juntamente com a chinesa CRRC Hong Kong, venceu o leilão para a construção e operação do TIC (Trem Intercidades), entre a capital paulista, e a região de Campinas, no interior.

Em 28 de março de 2025, o Grupo Comporte foi declarado vencedor do leilão de concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Condenação por homicídios e julgamentos anulados:

Em 2017, o Tribunal do Júri do DF (Distrito Federal) Nenê Constantino a 28 anos de prisão pela morte de um líder comunitário e de um motorista de ônibus que trabalhava na antiga Viação Planeta, que também pertencia ao empresário.

Mas, em 22 de março de 2022, a 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) anulou os dois julgamentos.

Três ministros acolheram o recurso da defesa, que alegou falta de isenção do juiz do Tribunal do Júri na elaboração das perguntas para o Conselho de Sentença, “o que implicaria em nulidade absoluta dos julgamentos”.

O primeiro julgamento ocorreu no mês de maio de 2017. Constantino de Oliveira foi condenado a 16 anos de prisão pelo assassinato do líder comunitário Márcio Brito, em 2001, durante a invasão de uma área da empresa de ônibus Viação Planeta.

Em novembro de 2017 foi realizado o segundo julgamento sobre a morte do motorista Tarcísio Gomes Ferreira. Segundo o Ministério Público, Ferreira foi vítima de uma emboscada dentro de um trailer estacionado no terreno onde funcionava a garagem da Pioneira, no Setor Industrial de Taguatinga.

HOMENAGEM E APARIÇÃO EM PÚBLICO AOS 93 ANOS:

Em novembro de 2024, o patriarca do Grupo, Constantino de Oliveira, aos 93 anos, fez uma aparição em público na BBF (BusBrasil Fest), exposição de ônibus antigos e novos. Na oportunidade, recebeu uma homenagem dos organizadores

Relembre:

Cecílio Souza (com microfone na mão); funcionário há mais de 70 anos; ao meio, Joaquim Constantino (filho de Constantino de Oliveira) e o empresário de 93 anos, Constantino de Oliveira (Nenê Constantino), homenageado desta edição.

Recentemente, a BBF tem homenageado empresários de ônibus que formaram conglomerados do setor de transportes e se tornaram fortes e influentes na economia e até na política.

No ano de 2024, a homenagem foi a Constantino de Oliveira, o Nenê Constantino, fundador da GOL Linhas Aéreas e do Grupo Comporte, que hoje reúne mais de sete mil ônibus distribuídos em diferentes empresas como Viação Piracicabana, Nossa Senhora da Penha, Expresso União, Expresso de Prata, Itamarati, entre tantas outras e que marca presença no segmento de trilhos, com o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) na Baixada Santista, no Metrô da Grande Belo Horizonte e na concessão para construção e operação do TIC (Trem Intercidades) entre a capital paulista e as cidades de Jundiaí e Campinas, no interior, englobando a linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e, em março de 2025, o Grupo Comporte venceu o leilão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM.

O empresário recebeu um troféu e uma placa. Nenê Constantino de 93 anos, nascido em 08 de agosto de 1931, em Patrocínio (MG), agradeceu e, ao final, brincou com um funcionário Cecílio Souza, que atua no grupo há mais de 70 anos e é responsável pelo Museu dos Transportes da família, que possui ônibus e trólebus de várias décadas.

“Só tenho de agradecer, agradecer e agradecer. Desejo a todos, muita saúde. Um abração” – agradeceu no meio da homenagem.

Ao final da apresentação, Nenê brincou.

“Aos colegas motoristas, muito obrigado pela boa vontade de todos. Aguentar os motoristas é fácil, o duro é aguentar o Cecílio … 70 anos já” – se divertiu com o funcionário e amigo.

Familiares e amigos também discursaram.

OUÇA:

Mesmo com a diversificação de negócios, o Grupo Comporte continua querendo crescer no segmento de ônibus e o fretamento também é um dos focos.

No início de 2026, chamou a atenção do mercado ao assumir as operações de transportes de funcionários da Volkswagen no lugar da Viação Cometa, do poderoso Grupo JCA.

A aposta em ampliação no fretamento não é de hoje e parece ter sido elaborada com base em um plano estruturado e tem se sobressaído em algumas operações até mesmo sobre concorrentes tradicionais, como o Grupo JSL (da Júlio Simões, outro poderoso do segmento).

O Diário do Transporte tem mostrado operações assumidas e até mesmo empresas compradas pela Viação Pirarcicabana, cuja marca incorporou o tradicional nome Breda Transportes, que já pertencia ao Grupo Comporte, na ocasião. A oficialização ocorreu em 1º de julho de 2021 – Relembre:

A série mais ferrenha e recente de incorporações e compras teve um marco inicial, quando em junho de 2020 assumiu, de “porteira fechada”, o braço de fretamento da Suzantur, que era tradicional neste segmento e passou, desde então, a se dedicar a ônibus urbanos.

O Diário do Transporte mostrou à época:

Pouco mais de um ano depois foi a vez da tradicional Firenze, empresa de fretamento de Santo André ser comprada pela Piracicabana, como noticiou o Diário do Transporte em novembro de 2021.

Relembre:

A extinção “natural” pela dinâmica de mercado, de empresas de fretamento menores também beneficiou a Piracicabana, como o fim de outra companhia tradicional, a Galo de Ouro, de Santo André, a partir de 2019, como também noticiou o Diário do Transporte, na ocasião.

Relembre:

Outra tradicional empresa que deixou o setor de fretamento contínuo, abrindo brecha para mercado foi a Bonini, de São Bernardo do Campo (SP).

A Planetatur, de Santo André, conhecida por atender indústrias de grande porte (como a antiga Pirelli, hoje Prometeon) também parou de trabalhar. A empresa que assumiu a conta? Piracicabana.

A Tursan (Turismo Santo André) vendo a situação saiu do ABC e foi para o Vale do Paraíba, no interior paulista, e parte do Rio de Janeiro. Fez a aposta certa e se deu bem.

A chamada desindustrialização do ABC, com a saída de parques fabris da região que já reuniu a maior parte de montadoras e plantas de autopeças, ajuda a explicar, em parte, a derrocada do fim destas viações de fretados.

Mas, na contramão, há empresas de fretamento menores que estão conseguindo crescer, não somente em frota, mas em operação.

É o caso da Opinião Turismo, de Rio Grande da Serra, considerada, dentro das proporções, fenômeno do setor.

Além de ampliar as contas de fretamento contínuo, a empresa que atuava com uma frota mais antiga passou a fazer compras de ônibus 0 km e modernos.

Uma das apostas é a condição dos veículos que, mesmo alguns mais antigos, se apresentam impecáveis com detalhes como até “pretinho” nos pneus.

A Turismo Santa Maria, de São Bernardo do Campo, é outra viação que se destaca pela frota considerada impecável e que é até tida como viação premium em serviços e veículos. A companhia tem mais de 50 anos de atuação.

 

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Fonte

Viação Novo Horizonte, Catedral (Kandango) e Joel Transporte têm pedidos de autorização negados pela ANTT

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Segundo Agência, solicitações não se adequaram às regras atuais do sistema de ônibus rodoviários interestaduais

ADAMO BAZANI

O Diário Oficial da União traz nesta quarta-feira, 08 de abril de 2026, três decisões da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que negou pedidos específicos de autorização para operar mercados de ônibus rodoviários regulares formulados pelas empresas Viação Novo Horizonte, Catedral e Joel Transportes.

Segundo a Agência, as solicitações não se adequaram às regras atuais do sistema de ônibus rodoviários interestaduais.

A publicação oficial não detalha as linhas e mercados, mas traz a numeração dos processos.

Novo Horizonte

DECISÃO SUPAS Nº 669, DE 31 DE MARÇO DE 2026 O Superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros Substituto da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, no uso de suas atribuições, em conformidade com o art. 3º e o inciso X do art. 8º, ambos do Anexo da Resolução nº 5.818, de 3 de maio de 2018, e com o inciso IV do art. 29, e inciso VIII do art. 105, ambos da Resolução nº 5.976, de 7 de abril de 2022, em cumprimento à decisão judicial proferida nos autos do Mandado de Segurança nº 1060571-60.2025.4.01.3400, processo administrativo nº 00773.003537/2025-47, e considerando o que consta no processo nº 50500.382949/2023-59, decide: Art. 1º Indeferir o pedido de autorização para operar os mercados pleiteados pela VIAÇÃO NOVO HORIZONTE LTDA., CNPJ nº 60.829.264/0001-84, por inobservância ao disposto nos artigos 230 e 231, da Resolução ANTT nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023. Art. 2º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação.

Catedral (Kandango)

DECISÃO SUPAS Nº 670, DE 31 DE MARÇO DE 2026 O Superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros Substituto da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, no uso de suas atribuições, em conformidade com o art. 3º e o inciso X do art. 8º, ambos do Anexo da Resolução nº 5.818, de 3 de maio de 2018, e com o inciso IV do art. 29, e inciso VIII do art. 105, ambos da Resolução nº 5.976, de 7 de abril de 2022, em cumprimento à decisão judicial proferida nos autos do Procedimento Comum Cível nº 1132085-73.2025.4.01.3400, processo administrativo nº 00672.205740/2026-75, e considerando o que consta no processo nº 50500.099692/2020-24, decide: Art. 1º Indeferir o pedido de autorização para operar os mercados pleiteados pela KANDANGO TRANSPORTES E TURISMO LTDA., CNPJ nº 03.233.439/0001-52, por inobservância ao disposto nos artigos 230 e 231, da Resolução ANTT nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023. Art. 2º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação.

Joel Transporte

DECISÃO SUPAS Nº 671, DE 31 DE MARÇO DE 2026 O Superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros Substituto da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, no uso de suas atribuições, em conformidade com o art. 3º e o inciso X do art. 8º, ambos do Anexo da Resolução nº 5.818, de 3 de maio de 2018, e com o inciso IV do art. 29, e inciso VIII do art. 105, ambos da Resolução nº 5.976, de 7 de abril de 2022, e Resolução ANTT nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023, em cumprimento à decisão judicial proferida nos autos do Mandado de Segurança nº 1120636- 21.2025.4.01.3400, processo administrativo nº 00424.960556/2025-32, e considerando o que consta no processo nº 50505.045587/2025-30, decide: Art. 1º Indeferir o pedido de autorização para operar os mercados pleiteados pela JOEL TRANSPORTE E TURISMO LTDA., CNPJ nº 07.607.986/0001-01, por inobservância ao disposto na Resolução ANTT nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023. Art. 2º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Fonte

Trólebus pega fogo e fica totalmente comprometido na Zona Leste de São Paulo

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Segundo SPTrans, há desvio de linhas no local; não há registro de feridos

ARTHUR FERRARI

Um trólebus do transporte coletivo municipal de São Paulo teve um princípio de incêndio que se alastrou para todo o veículo, o deixando quase totalmente destruído na manhã desta quarta-feira, 8 de abril de 2026, na Avenida Doutor Eduardo Cotching, altura do número 473, na Vila Formosa, Zona Leste da capital.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, acionado para combater as chamas, o fogo começou em uma das rodas do coletivo, se espalhando totalmente. Duas viaturas atuaram no combate.

Segundo a SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pelo gerenciamento das linhas de ônibus na cidade de São Paulo, há desvio de itinerários no local. O Diário do Transporte procurou a gerenciadora para mais detalhes e aguarda.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Fonte