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Grande Recife quer ampliar Bilhete Único Temporal, mais coletivos de grande porte, confirma 100 ônibus elétricos e estuda biometano na frota


Governo do Estado ainda prevê concessão de serviços de ônibus dos lotes remanescentes, inclusão de mais municípios no Consórcio Grande Recife e lançar uma Plano de Mobilidade Integrado

ADAMO BAZANI

O Governo do Estado de Pernambuco anunciou uma série de investimentos e planos para melhorar os transportes por ônibus na Região Metropolitana de Recife.

Entre as novidades está a possibilidade de aumentar a oferta de veículos de maior porte, que podem ser desde mais ônibus articulados, mas também outros modelos, como supearticulados, biarticulados, VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) e até mesmo BUDs, onde bondes digitais.

A informação é do presidente do Consórcio Grande Recife de Transporte, órgão do Governo de Pernambuco, Matheus Freitas.

A apresentação dos planos ocorreu no ZURB -Seminário de Mobilidade Urbana, realizado pelo Urbana-PE, sindicato das empresas de ônibus da região metropolitana de Recife com cobertura presencial do Diário do Transporte.

Freitas ainda confirmou a compra de 100 ônibus elétricos. Como mostrou o Diário do Transporte, a licitação já foi lançada.

Mas devem ser incluídos modelos de outras alternativas como a gás natural e biometano.

Outra iniciativa que está em fase final de viabilização é o lançamento da concorrência para conceder os lotes remanescentes do sistema de ônibus.

Obras de infraestrutura e uma PPP Parceria Público Privada dos abrigos de ônibus na cidade estão nos planos.

Mateus Freitas disse que ainda é necessário avançar mais na gestão metropolitana da região.

Um dos passos é instituir um Conselho Metropolitano por eleição.

O Consórcio Grande Recife de Transporte, que reúne o Governo do Estado e as prefeituras de Recife, Camaragibe e Olinda, deve ter a adesão de mais municípios, o que poderia ampliar a rede integrada de transportes.

Outro foco, segundo Mateus Freitas, é ampliar e aperfeiçoar a integração temporal do transporte público. Atualmente, maior parte das integrações é apenas física, gerando viagens negativas e lotando os terminais.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



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