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À ESPN, Marcelo Paz revela procura por André e garante que Corinthians venderá jogadores: ‘Todos lá dentro sabem disso’

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Duas das grandes joias das categorias de base do Corinthians, Breno Bidon e André ganharam o coração dos torcedores e a confiança do técnico Dorival Júnior, despontando como titulares nas conquistas da Copa do Brasil e da Supercopa Rei.

Ambos, no entanto, são acompanhados de perto pelo mercado europeu.

Em entrevista exclusiva ao Fala a Fonte, da ESPN nesta sexta-feira (20), Marcelo Paz, executivo de futebol do Timão, foi questionado sobre procura de clubes do Velho Continente pelas crias do Terrão.

“Não teve nada pelo Bidon. Pelo André, sim, houve procura. Mas garanto que nenhum jogador sai agora. Sem chance de sair neste momento”, cravou o executivo, reconhecendo que existe a urgência financeira do clube para que aconteçam vendas para a previsão orçamentaria deste ano.

“Na janela do meio do ano há necessidade de vender atletas. Vai ter venda. Precisa vender por questão orçamentária, está previsto no orçamento, precisa ser cumprido. Todos lá dentro sabem disso. O clube precisa de caixa para honrar com seus compromissos. Hoje está tudo em dia, foi paga premiação da Copa do Brasil, Supercopa, salários em dia. O que ficou para trás é outra coisa. Com o grupo a situação está ok. Estamos prezando pela responsabilidade financeira para o atual elenco para dar resultado esportivo”.

O orçamento do Corinthians para 2026 prevê arrecadação de R$ 151 milhões em vendas com diretos econômicos de atletas. Mas mesmo com uma quantia elevada a buscar, Marcelo Paz evitou “colocar preço” nos atletas alvinegros.

“Se disser valor mínimo, quem vier comprar, vem com menos. Não vou precificar o jogador. Não seria inteligente da minha parte (risos). Temos de pensar com cabeça de mercado. Maior venda da história do Corinthians foi o Moscardo, por 18 milhões de euros. É o teto para hoje, mas temos de trabalhar para vender por valores maiores”.

Breno Bidon e André têm contrato com o Corinthians até 31 de dezembro de 2029, ambos com multa rescisória para o mercado internacional na casa dos 100 milhões de euros.

Próximos jogos do Corinthians:

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Acidente entre dois ônibus, VLT e ambulância em Natal (RN) deixa feridos na manhã desta sexta-feira (20)

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Acidente entre dois ônibus, VLT e ambulância em Natal (RN) deixa feridos na manhã desta sexta-feira (20)

Composição seguiu viagem e sistema não foi afetado

ARTHUR FERRARI

Um acidente entre dois ônibus do transporte coletivo municipal de Natal (RN), uma composição do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e uma ambulância do Samu na Avenida Nevaldo Rocha deixou pelo menos seis pessoas feridas na manhã desta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2025.

De acordo com testemunhas no local, um dos coletivos, que operava a linha 79, ficou parado sobre os trilhos no momento em que a composição se aproximava. Passageiros teriam alertado o motorista sobre a proximidade do trem. À frente do veículo estavam outro ônibus, da linha 7, e uma ambulância, ambos aguardando a abertura do semáforo. Sem poder avançar a tempo, o coletivo foi atingido pela composição, sendo projetado contra a ambulância.

A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) informou que seis pessoas sofreram escoriações leves. Quatro delas foram socorridas pelo Samu e encaminhadas ao Hospital Walfredo Gurgel, em Natal (RN). Outras duas vítimas procuraram atendimento médico por conta própria.

Em nota, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos declarou que “o condutor maquinista cumpriu todos os procedimentos de segurança, trafegando com velocidade reduzida na passagem de nível, que está sinalizada, e utilizando a buzina de forma intermitente.” — afirmou a CBTU.

A composição realizava o percurso entre Parnamirim (RN) e a Estação da Ribeira, na Zona Leste da capital potiguar. Testemunhas relataram à Inter TV Cabugi que o maquinista utilizou a buzina ao se aproximar do cruzamento.

Segundo a CBTU, a circulação dos trens não foi suspensa após o registro da ocorrência e as viagens programadas seguiram normalmente.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Nova passarela do km 27 da Castello Branco é liberada com acesso para ponto de ônibus

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Pacote de obras de passarelas inclui três estruturas e custa R$ 25 milhões

ADAMO BAZANI

Foi liberada a circulação de pessoas na nova passarela do km 27 da Rodovia Castello Branco, em Barueri, na Grande São Paulo, que, inclusive, deve facilitar o acesso ao transporte público por permitir chegar a um ponto de ônibus no local.

A estrutura tem 75 metros de extensão e atendem quem está no Parque Santa Luzia (Rua Monza) e do Jardim Regina Alice;

Segundo a concessionária ViaOeste, a nova passarela conta com rampa de acesso, ponto de ônibus, gaiolas e grades de proteção, piso tátil, corrimãos e iluminação reforçada, garantindo acessibilidade e melhores condições de mobilidade para todos os usuários.

Outras obras estão em curso como a ampliação da passarela da Praça dos Artistas, que passará a ter 240 metros de extensão, melhorando a travessia de pedestres sobre o Trevo de Barueri e a Castello, conectando a Rua Duque de Caxias à Praça Cinquentenário (Jubileu de Ouro), na Vila Boa Vista.

Também está em execução a nova passarela da Praça Rotary, com 50 metros de travessia, que cruzará a Estrada dos Romeiros, atendendo diretamente a região da Vila São Luís e facilitando o deslocamento de moradores que utilizam a Praça Rotary como acesso ao centro de Barueri.

As três estruturas contarão com rampas de acesso acessíveis, abrigos em pontos de ônibus nos dois sentidos da rodovia, gaiolas de proteção e grades laterais, piso tátil, corrimãos e iluminação reforçada. O investimento total nas três passarelas ultrapassa R$ 25 milhões, segundo a ViaOeste.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Gestão Tarcísio divulga previsões de leilões de metrô de São Paulo para o segundo semestre de 2026 abrindo margem para conceder linhas atuais

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Desenho permite a possibilidade de criar blocos de concessão combinando as linhas de operação estatal 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15 (monotrilho) com as demais projetadas, o que é estudado pelo Banco Mundial

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A gestão do Governador Tarcísio de Freitas divulgou, por meio da SPI (Secretaria de Parcerias em Investimentos), os planos de concessão de linhas de metrô de São Paulo, com início de leilões já no segundo semestre de 2026.

De acordo com o documento oficial da pasta, a previsão é de assinatura dos contratos até o fim de 2026. As audiências públicas devem ser abertas neste primeiro semestre de 2026 com a publicação dos editais no início do segundo semestre.

A estimativa do projeto, ainda segundo a divulgação oficial da SPI, é de R$ 90 bilhões em investimentos priorizando três novas linhas; o que resultaria em mais 75 km de trilhos na rede metroviária.

As linhas são:

19-Celeste (Bosque Maia, no centro de Guarulhos, ao Anhangabaú, no centro de São Paulo. Com 17,6 km de extensão e 15 estações)

20-Rosa (Zona oeste de São Paulo -Santa Marina/Lapa – ao ABC Paulista (Santo André – Terminal de Ônibus). Com cerca 33 km de extensão e 24 estações.

22-Marrom (Sumaré – capital paulista – a cidade de Cotia).  Com 29 quilômetros de extensão e 19 estações

O desenho apresentado pela SPI abre a possibilidade de criação de blocos de concessão com as linhas atuais de operação estatal.

Linha 1‑Azul com 20‑Rosa,

Linha 2‑Verde e 15‑Prata (monotrilho) – contando as expansões – com 22‑Marrom

Linha 3‑Vermelha com 19‑Celeste

Não se tratam apenas de integrações de linhas, mas incorporações das linhas nos novos contratos, seja neste momento ou após mesmo as concessões iniciais.

Não há ainda definição sobre os blocos de concessão entre as linhas públicas e privadas, mas o modelo é considerado nos estudos do International Finance Corporation (IFC) do Banco Mundial.

Do ponto de vista de atratividade de mercado, equilíbrio econômico para as concessões e de redução de custos, a formação de blocos é vista por técnicos do IFC e da SPI como um modelo que pode ser interessante.

A lógica já está sendo aplicada com as concessões das linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). A linha 7-Rubi foi concedida num bloco junto com o Trem Intercidades São Paulo x Campinas. As linhas 11-Coral,  12-Safira e 13-Jade também foram concedidas em bloco e a linha 10-Turquesa (a única estatal) deve ser leiloada junto com a concessão para a construção da Linha 14-Ônix, que atenderá a zona leste de São Paulo, Guarulhos, Santo André e São Bernardo do Campo, por meio de um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

Nas “Informações do Projeto” sobre as concessões de 2026, em sua página oficial, a SPI diz que as concessões devem ser de 30 anos, no modelo de PPP (Parceria Público Privada).

Veja o texto original da SPI:

A ampliação da rede de metrô de São Paulo é um dos projetos qualificados no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP). Ele inclui a implementação das Linhas 19-Celeste, 20-Rosa e 22-Marrom de metrô. Por meio de parceria público-privada (PPP), o projeto prevê serviços de expansão, operação e manutenção de linhas associados à avaliação de estratégias para participação do setor privado. O ativo vai expandir a capacidade de atendimento do sistema metroviário na Região Metropolitana de São Paulo. Atualmente, o Metrô conta com 101,1 km de linhas de trilhos já existentes e 35,8 km de extensões de linhas consideradas prioritárias.

O projeto da Linha 19 prevê a ligação da Linha 3-Vermelha à cidade de Guarulhos e terá 15,8 km de extensão e 15 estações. Já a Linha 20 fará a ligação entre a região da Lapa e Santo André, incluindo 30 km de extensão e 24 estações. E a Linha 22 terá 19 estações distribuídas entre as cidades de São Paulo, Osasco e Cotia, com extensão de 29 km.

Os estudos estão sendo realizado pela International Finance Corporation (IFC) do Banco Mundial, que é a maior instituição global, sendo referência no desenvolvimento de projetos voltados ao setor privado em mercados emergentes para melhoria da prestação de serviços públicos.

O Diário do Transporte já havia noticiado que uma das intenções da gestão do governador Tarcísio de Freitas é transformar o Metrô de São Paulo numa empresa gerenciadora e prestadora de consultoria, inclusive para apoios em projetos de outros estados.

A proposta de ampliar a participação do Metrô de São Paulo em consultorias, entretanto, vem bem de antes da gestão Tarcísio, e em abril de 2019, o Diário do Transporte noticiava que a estatal já divulgava sua participação em implantação de projetos, estudos de mobilidade, em engenharia de manutenção e gestão de sistemas de transportes.

Relembre:

Como noticiou a reportagem em 22 de março de 2019, ao sancionar o Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a instituir a Política Estadual de Mobilidade Metropolitana, o então governador João Doria inseriu um artigo que autoriza a Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô a criar subsidiárias e participar do capital social de empresas privadas. A Lei autoriza ainda o Metrô de SP a alienar as ações que detenha em subsidiárias e empresas privadas.

Isso significa, por exemplo, que a o Metrô de SP poderá se associar a empresas do segmento que atuam no sistema, como concessionárias privadas de operação e manutenção de linhas metroviárias. As consultorias e prestações de serviço de apoio a projetos estão entre as possibilidades previstas pelo artigo.

Relembre:

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Andreas Pereira ‘escapa’ de denúncia do TJD por ‘catimba’ em Corinthians x Palmeiras

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O meio-campista Andreas Pereira, do Palmeiras, não foi denunciado pela Procuradoria do TJD-SP (Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo) pela “catimba” feita na recente vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, na Neo Química Arena, pelo Campeonato Paulista.

Na ocasião, o atleta alviverde passou o pé repetidamente na marca da cal antes do atacante Memphis Depay, do Timão, cobrar pênalti no primeiro tempo do clássico. O holandês acabou escorregando e chutou para fora.

A Procuradoria do TJD-SP, então, passou a analisar o caso, mas resolveu não denunciar Andreas – o procurador responsável pelo caso foi Marcos Roberto Lopes Reis.

Nesta quinta-feira (19), o órgão divulgou a lista dos jogadores, dirigentes e membros de comissão técnica que serão julgados pelo tribunal na próxima terça-feira (24), mas o meio-campista palestrino não consta na lista.

Por outro lado, o atacante Luighi foi denunciado e será julgado no artigo 258 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que fala em “assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva”.

O centroavante palmeirense chutou uma bola em direção à torcida logo depois do gol do Palmeiras, marcado por Flaco López, e um torcedor foi atingido pelo objeto.

O técnico do Alviverde, Abel Ferreira, também foi denunciado no artigo 258, inciso 2º (“desrespeitar os membros da equipe de arbitragem, ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões”) por ter sido expulso pelo juiz Raphael Claus.

As penas para Luighi e Abel podem variar de uma a seis partidas, segundo o CBJD.

Próximos jogos do Palmeiras:

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Gran Express é autorizada pela ANTT a operar linha Brasília (DF) – Goiânia (GO)

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Decisão SUPAS nº 298/2026 emite TAR para serviço regular interestadual entre o Distrito Federal e Goiás, com prazo de até 30 dias para início da operação

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, a Decisão SUPAS nº 298/2026, que autoriza a empresa Gran Express Transportes e Turismo Ltda a operar serviço regular interestadual de passageiros entre Brasília (DF) e Goiânia (GO).

A medida emite o Termo de Autorização (TAR) nº DFGO0225004, no âmbito do regime de autorização previsto na Resolução ANTT nº 6.033/2023, que estabelece o novo marco regulatório do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros (TRIP).

A Gran Express, fundada em 17 de fevereiro de 2009, está sediada em Cuiabá (MT) e atua no segmento de transporte rodoviário de passageiros.

Segundo o ato, os mercados solicitados já estavam autorizados à requerente, atendendo às exigências regulatórias vigentes.

Prazo para início da operação

A empresa deverá iniciar a prestação do serviço em até 30 dias, contados do início da vigência do TAR. O prazo pode ser prorrogado uma única vez, por igual período, desde que haja justificativa aceita pela ANTT.

O descumprimento das condições estabelecidas poderá resultar na revogação do TAR.

Regras operacionais e hipóteses de extinção

A decisão reforça que:

  • É vedada a operação com seções em municípios diferentes dos constantes no TAR;
  • O TAR poderá ser extinto por plena eficácia, caso mudanças legais ou regulatórias tornem a autorização incompatível com as novas exigências, conforme a Lei nº 10.233/2001;
  • A empresa pode solicitar renúncia do TAR, observadas as regras do art. 33 da Resolução nº 6.033/2023;
  • A autorização pode ser cassada em caso de perda das condições indispensáveis ou infração grave, nos termos da Resolução ANTT nº 5.083/2016.

A decisão é assinada pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr, e entrou em vigor na data de sua publicação.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Confira mais imagens do ônibus elétrico brasileiro da Eletra que vai operar no BRT do Rio de Janeiro

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Diferencial do modelo é a alta possibilidade de adaptações para se ajustar às características dos sistemas de transportes de cada cidade e região metropolitana

ADAMO BAZANI

Colaboraram Arthur Ferrari e Vinícius de Oliveira

O Diário do Transporte traz nesta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, em primeira-mão mais imagens do ônibus elétrico de produção integral no Brasil, com tecnologia Eletra, que vai operar experimentalmente pela gestão do prefeito Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, no sistema de corredores de maior capacidade do município (BRT-Rio). A circulação já ocorre com passageiros uma vez que o veículo, cujo modelo já é usado em diversas cidades pelo País, é homologado pelos departamentos federais de trânsito e metrologia. (VEJA MAIS FOTOS ABAIXO)

Montado em São Bernardo do Campo (SP), o veículo oferece ar-condicionado, acessibilidade, entradas USB para celulares, vidros com proteção contra raios ultravioleta do Sol, luzes de led, câmeras de ré e outros itens de conforto e segurança. As emissões de poluentes durante a operação são zero e o nível de ruído é bem reduzido.

As baterias possuem autonomia entre 250 km e 300 km, dependendo do tipo de trajeto e exigência de operação; a carga completa (desde 0% a 100%) pode ser obtida entre três horas e quatro horas de carregamento, e estas baterias já possuem uma tecnologia que permite maior durabilidade, mais autonomia e rendimento energético ampliado.

A operação será de responsabilidade da empresa Mobi.Rio (Companhia Municipal de Transportes do Rio de Janeiro), da própria prefeitura. Não haverá custo para os cofres públicos durante a análise do modelo.

A reportagem já trouxe a informação dos testes em primeira-mão também na última terça-feira, 17 de fevereiro de 2026.

Relembre:

Como já havia mostrado a reportagem, os testes serão em serviço alimentador das linhas troncais pelo fato de o coletivo ter piso baixo para acessibilidade, com as portas da frente e do meio sem degraus. As linhas troncais, habitualmente operados com ônibus articulados possuem estações cujo piso é na mesma altura do assoalho do coletivo (embarque em nível).

A presidente da Eletra, Milena Romano, explica, por meio de nota, que pelo nível de exigência do BRT do Rio, com alta demanda, operação em calor, chuva e características de linhas, os ônibus de produção nacional, que já atendem ao padrão brasileiro, são mais indicados para o atendimento aos passageiros e às necessidades de quem opera os veículos.

“O Rio de Janeiro possui um dos sistemas de BRT mais exigentes do mundo. Estar presente nesta operação com tecnologia 100% brasileira é a prova de que nossa indústria está pronta para liderar a descarbonização das grandes metrópoles com eficiência e orgulho nacional”

Por meio de nota, a diretora comercial da Eletra, Ieda Oliveira, diz que uma das vantagens do modelo é a alta possibilidade de adaptações para se ajustar mais às características dos sistemas de transportes de cada cidade e região.

 “Nosso diferencial no Rio é a customização. Por produzirmos no Brasil, entregamos um veículo perfeitamente calibrado para o clima e a topografia carioca, garantindo autonomia de até 300km e o suporte técnico imediato que uma operação de alta densidade exige. Podemos ajustar desde a potência do ar-condicionado até o posicionamento das portas para atender exatamente ao que o passageiro carioca precisa”, disse.

Outra vantagem de o ônibus ser nacional, de acordo com a fabricante é o acesso mais facilitado a linhas de financiamento como o BNDES, “o que torna a transição energética mais viável economicamente para o município”.

Todo o conjunto é de produção nacional: tecnologia Eletra (São Bernardo do Campo-SP), chassi Mercedes-Benz (São Bernardo do Campo-SP), carroceria Caio (Botucatu-SP) e baterias, motores e inversores WEG (Jaraguá do Sul-SC).

Segundo a prefeitura do Rio de Janeiro, o ciclo de testes com veículos elétricos, estabelecido pela Secretaria Municipal de Transportes, segue até o dia 30 de abril de 2026. Até essa data, outras empresas interessadas poderão participar da fase de avaliações.

As operações em campo ocorrem pela Mobi-Rio, que é a empresa pública da cidade CMTC-Rio (Companhia Municipal de Transportes do Rio de Janeiro).

Nas próximas compras, a prefeitura já considera a aquisição, por meio de concorrência pública, de ônibus com zero emissões.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Jornal argentino enaltece vitória do Lanús contra o Flamengo na Recopa: ‘Superou o magnata da América do Sul’

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A derrota do Flamengo para o Lanús por 1 a 0, nesta quinta-feira (19), em La Fortaleza, no jogo de ida da CONMEBOL Recopa, pegou a imprensa argentina de surpresa.

O jornal ‘Olé‘, um dos principais diários esportivos do futebol argentino, destacou: “Grande Lanús: derrotou o Flamengo e sonha em dar a volta (olímpica) no Maracanã. Com gol de Rodrigo Castillo, o Granate superou o magnata da América do Sul”.

Entre os destaques da reportagem sobre o primeiro confronto da decisão está o favoritismo do Flamengo. O jornal cita a recente contratação de Lucas Paquetá e o desempenho do Rubro-Negro no último Mundial de Clubes, contra o PSG.

“Na prévia, sabendo que o adversário era o multimilionário da América com Lucas Paquetá, por quem pagaram cerca de 40 milhões de euros, parecia que qualquer resultado que não fosse uma derrota seria um ótimo negócio para o Lanús”.

“Além disso, às imposições da história, que geralmente determinam que o campeão da Libertadores costuma ser o favorito sobre seu par da Sul-Americana, somava-se a presença do melhor time da América do Sul, que levou o PSG de Luis Enrique aos pênaltis há dois meses. Apesar disso, o Granate não foi inferior aos cariocas. Na verdade, foi superior”.

O Olé não foi o único jornal argentino a destacar a disparidade financeira entre Lanús e Flamengo após a vitória dessa quinta-feira.

“Os milhões do Flamengo sacudiram o mercado com Lucas Paquetá. Era uma verdadeira preocupação aos torcedores do Lanús, que encheram o estádio Néstor Días Pérez. No entanto, os comandados por Mauricio Pellegrino funcionaram verdadeiramente como uma equipe”, destacou o ‘Clarín‘.

O jogo de volta entre Flamengo e Lanús será disputado no Maracanã, na próxima quinta-feira (26), também com transmissão ao vivo no plano premium do Disney+.

Para ficar com o título da Recopa, a equipe rubro-negra precisa vencer por dois ou mais gols de diferença. Triunfo por um gol de diferença leva a disputa para a prorrogação. Caso a igualdade no agregado prevaleça no tempo extra, o título será decidido nas penalidades.

Próximos jogos do Flamengo:

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Vereadores de Novo Hamburgo (RS) aprovam regulamentação para adoção de paradas de ônibus por empresas privadas

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Projeto estabelece que concessão não gere despesas ao Executivo e autoriza desistência por parte das empresas

ARTHUR FERRARI

A Câmara Municipal de Novo Hamburgo (RS) aprovou por unanimidade, em primeira votação realizada na quarta-feira (18), proposta que altera a Lei Municipal nº 98/1992, responsável por regulamentar a adoção de paradas de ônibus por empresas privadas. A iniciativa é de autoria do vereador Eliton Ávila (Podemos).

Em vigor há mais de três décadas, a legislação permite que pessoas jurídicas firmem termo de permissão de uso com a Prefeitura para divulgar suas marcas nos abrigos. Como contrapartida, assumem a instalação de bancos e lixeiras, além da manutenção da pintura e da cobertura das estruturas.

O Projeto de Lei nº 130/2025 acrescenta dois parágrafos ao texto original. Um deles determina que a cessão dos espaços não poderá gerar qualquer ônus financeiro ao Município. O outro autoriza que as empresas interrompam a adoção a qualquer momento. “Sugerimos essa alteração com o objetivo de tornar a legislação mais eficiente e clara”, defende o autor, Eliton Ávila.

Durante a discussão em plenário, o vereador afirmou que a medida amplia as possibilidades de participação de empreendedores interessados em investir nos abrigos, inclusive fora da área central. “Hoje vemos, na área central, empresas que desejam divulgar sua publicidade em troca de melhorias nas paradas. Micro e pequenos empresários também nos procuraram para fazer essa adoção dentro das comunidades. Essa lei nasce para que os bairros mais vulneráveis também possam ser beneficiados. É pensar na população e no pequeno comércio”, afirmou. Ele ainda acrescentou: “Vamos colher frutos positivos”, projetou.

Joelson de Araújo (Republicanos) questionou o alcance da proposta, destacando que já existe empresa responsável pela gestão de abrigos na região central e ponderando sobre a aplicação do novo modelo nos demais bairros. “É preciso que a medida possa abranger todas as paradas da cidade”, salientou.

Enio Brizola (PT) considerou a iniciativa relevante, mas ressaltou desafios financeiros. “Temos, na região oeste da cidade, diversas paradas que sucumbiram, tombaram ou foram recolhidas, restando apenas lixo no lugar dos bancos. As parcerias público-privadas são interessantes, mas é uma tarefa difícil conseguir recursos para as paradas de ônibus”, avaliou. Apesar disso, declarou apoio à matéria e reforçou que abrigo adequado é direito da população.

A vereadora Professora Luciana Martins (PT) recordou audiência pública sobre as metas previstas no Plano Plurianual e na Lei de Diretrizes Orçamentárias, defendendo atenção à execução orçamentária. “É um projeto pertinente, mas precisamos saber o que, de fato, será executado nas peças orçamentárias. Não se trata apenas de telhas, mas de planejamento efetivo”, ponderou.

Giovani Caju (PP) também manifestou apoio, observando que a proposta supre lacuna normativa. “Toda ajuda é válida. Muitas vezes queremos contribuir, mas não havia previsão legal para isso”, destacou.

Na Câmara de Novo Hamburgo (RS), os projetos passam obrigatoriamente por duas votações em plenário. O resultado definitivo será definido no segundo turno, previsto para a sessão da próxima segunda-feira (23).

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Tarcísio sanciona lei que proíbe que condomínios e edifícios comerciais impeçam instalações para recarga de veículos elétricos no Estado de São Paulo – VEJA NA ÍNTEGRA

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A medida deve facilitar as recargas tanto de veículos particulares, para moradores de prédios residenciais, como de vans, caminhões e ônibus que poderão encontrar mais pontos de reabastecimento de baterias em edifícios comerciais, pátios, estacionamentos, bolsões e eletropostos ao longo de seus percursos

Governador, entretanto, vetou artigo que possibilitava isenções fiscais aos equipamentos e serviços

ADAMO BAZANI

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sancionou projeto de lei que proíbe que condomínios e edifícios comerciais impeçam instalações para recarga de veículos elétricos no Estado de São Paulo.

A medida deve facilitar as recargas tanto de veículos particulares, para moradores de prédios residenciais, como de vans, caminhões e ônibus que poderão encontrar mais pontos de reabastecimento de baterias em edifícios comerciais, pátios, estacionamentos, bolsões e eletropostos ao longo de seus percursos.

A lei estadual18.403, de 18 de fevereiro de 2026, foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta quinta-feira (19) e é fruto do projeto de lei nº 425/2025, dos deputados Marcelo Aguiar– PODE e Donato – PT.

A aprovação na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) ocorreu no dia 16 de dezembro de 2025.

De acordo com a lei, os custos podem ser arcados pelo próprio dono do veículo ou por todos no condomínio e será necessário seguir regras como compatibilidade dos equipamentos com a carga elétrica do veículo e com a capacidade do imóvel e da rede de distribuição pública do bairro.

Os condomínios só poderão impedir as instalações caso comprovem riscos à segurança e os imóveis que aprovarem os projetos devem também prever a possibilidade de ampliação do número de equipamentos e veículos elétricos no local, já informando os limites de capacidade energética.

O governador, entretanto, vetou o artigo 3º, que possibilitava isenções fiscais aos equipamentos e serviços, bem como outros incentivos públicos, com linhas de crédito específicas e parcerias com concessionárias de energia elétrica para desenvolvimento de soluções técnicas compartilhadas.

O artigo vetado dizia:

Artigo 3º – O Estado poderá instituir programas de incentivo à instalação de infraestrutura de recarga para
veículos elétricos em edificações residenciais e comerciais, por meio de:
I – isenções ou reduções fiscais vinculadas à instalação;
II – linhas de crédito específicas por meio de instituições financeiras públicas;
III – parcerias com concessionárias de energia elétrica para desenvolvimento de soluções técnicas
compartilhadas.

Por meio de nota, a ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), que representa os fabricantes do setor, considerou que a sanção do projeto dos deputados estaduais Marcelo Aguiar (Podemos) e Antonio Donato (PT) traz mais segurança jurídica para quem deseja ter um automóvel não poluente.

“A nova legislação dará segurança jurídica a todos os setores envolvidos no debate sobre eletromobilidade e proteção contra incêndios em edifícios comerciais e residenciais de São Paulo. É um grande avanço”, disse, de acordo com o comunicado, o presidente da ABVE, Ricardo Bastos.

Veja na íntegra:

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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