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Fertilizantes: Cotações iniciam o ano sob fundamentos altistas e elevada volatilidade

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O mercado internacional de fertilizantes registrou, ao longo do mês, um movimento predominantemente altista nas negociações da Bolsa de Chicago (CBOT). Em 30 de janeiro, a Ureia no Golfo dos Estados Unidos, com contrato para fevereiro, foi negociada a US$ 440 por tonelada FOB, registrando valorização mensal de 11,4%. A Ureia no Oriente Médio, com o mesmo vencimento, apresentou avanço de mesma proporção, de 11,5% no comparativo mensal, sendo precificada a US$ 452,50 por tonelada FOB. Por outro lado, o Fosfato Diamônico (DAP), negociado no porto de Nova Orleans, nos Estados Unidos, recuou 0,4% no comparativo mensal, com o contrato de fevereiro cotado a US$ 622,50 por tonelada FOB.

No mercado de importação brasileira, as cotações da ureia entregue ao país, com vencimento em fevereiro, foram negociadas a US$ 455,50 por tonelada CFR, registrando avanço expressivo de 12,1% no mês de janeiro. O Fosfato Monoamônico (MAP), por sua vez, acompanhou um movimento de incremento em 8,5% no mês, no contrato com vencimento para junho, sendo negociado a US$ 700 por tonelada CFR.

A sustentação dos preços esteve ancorada, sobretudo, na intensificação da demanda global por insumos agrícolas, típica do período de preparação para as aplicações em diversas regiões produtoras. Esse movimento foi reforçado por fatores geopolíticos, como a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, além de restrições pontuais na oferta por parte de importantes países produtores ao longo do mês de janeiro.

Nos Estados Unidos, o início do ano marca a retomada do ciclo de compras para a safra de primavera, com incremento das importações entre fevereiro e abril, período historicamente mais aquecido. Esse fortalecimento da demanda norte-americana tende a exercer pressão adicional sobre os preços, tanto no mercado doméstico quanto nas origens fornecedoras. Paralelamente, observa-se avanço nos custos de produção, impulsionado pelas previsões de frio intenso no Leste do país, que elevam a demanda por gás natural, principal insumo da indústria de nitrogenados. Esse cenário pressiona o custo marginal de produção e se reflete diretamente nas cotações internacionais da ureia, em um movimento típico de períodos de temperaturas extremas, quando o consumo energético se intensifica e impacta a competitividade do setor químico.

A China também atravessa um período sensível no primeiro semestre do ano. Embora seja um dos maiores produtores globais, o impacto sazonal sobre suas importações tende a ser limitado, com exceção do cloreto de potássio (KCl), tendo em vista que as compras tradicionalmente se elevam nos primeiros meses do ano. O principal vetor de influência chinesa, contudo, ocorre pelo lado das exportações. Em momentos estratégicos, as autoridades costumam adotar medidas restritivas para priorizar o abastecimento interno, reduzindo a oferta global e intensificando a disputa por cargas. Nesse contexto, a decisão recente de não exportar fósforo até agosto reforça uma postura mais protecionista e adiciona suporte aos preços internacionais.

Outro fator relevante no horizonte é a demanda da Índia, diante da expectativa de um novo certame de compras em função da rápida redução dos estoques locais. Caso a Índia anuncie uma nova rodada de aquisições nas próximas semanas, esse movimento poderá coincidir com um período-chave para mercados como Estados Unidos, Canadá, China e Europa, ampliando a competição por produto.

No mercado doméstico, a taxa de câmbio atuou como elemento de atenuação. Em janeiro, o real acumulou valorização de 3,8%, com o dólar encerrando o mês cotado a R$ 5,23, o que contribuiu para suavizar, parcialmente, o impacto da elevação dos custos dos insumos importados.

De acordo com os dados mais recentes da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), entre janeiro e novembro de 2025, a produção nacional de fertilizantes totalizou 6,72 milhões de toneladas, avanço de 4,1% frente ao mesmo intervalo do ano anterior, quando somou 6,46 milhões de toneladas.

No mesmo período, as entregas ao mercado interno atingiram 45,27 milhões de toneladas, crescimento de 7,8% na comparação anual, que somou 42 milhões de toneladas. Com isso, a produção doméstica respondeu por apenas 14,9% do volume total entregue aos produtores, evidenciando a elevada dependência brasileira de insumos de origem externa.

Informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, até a quarta semana de janeiro (16 dias úteis), o Brasil importou 2,19 milhão de toneladas de Adubos ou Fertilizantes químicos, volume que representa 73,6% do total adquirido em janeiro de 2025 (2,98 milhões de toneladas). O preço médio negociado atingiu US$ 320,3/tonelada, avanço de 3,3% na comparação anual. A média diária do produto importado é de 137,45 mil toneladas, alta de 1,2% ante igual período do ano anterior.

Já as importações de fertilizantes brutos somaram o volume de 89,5 mil toneladas, valor 10,2% superior ao total adquirido no mesmo mês do ano anterior (81,1 mil toneladas). O preço médio negociado atingiu US$ 119,6/tonelada, redução de 7,7% na comparação anual. A média diária do produto importado é de 5,5 mil toneladas, avanço de 51,6% ante igual período do ano passado.

No mercado brasileiro, observa-se elevada heterogeneidade regional no ritmo de compras. Para efeito de comparação, no Mato Grosso, estima-se que cerca de 30% dos fertilizantes destinados à safra 2026/27 já tenham sido adquiridos. No Rio Grande do Sul, por outro lado, as compras avançaram de forma bem mais lenta, alcançando aproximadamente 5% do total necessário.

Diante da combinação de custos energéticos elevados, níveis de estoques globais mais ajustados e gargalos logísticos ainda presentes, o mercado internacional de fertilizantes tende a permanecer volátil nas próximas semanas. Nesse ambiente, produtores devem adotar postura cautelosa e estratégica, avaliando cuidadosamente fundamentos, logística, condições de crédito e fluxo de caixa. Sempre que possível, a antecipação das compras e a proteção das operações tornam-se ferramentas relevantes para mitigar riscos e preservar a competitividade dos custos de produção na safra futura.

Na tabela abaixo estão os preços médios dos principais fertilizantes nas regiões monitoradas:

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Eletra para a Metrópole Paulista

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Primeiras unidades começaram a ser entregues nesta semana. Produzidos em São Bernardo do Campo (SP), veículos substituem ônibus de grande porte a diesel que já tinham até passado da idade máxima regular

ADAMO BAZANI

A capital paulista começa a receber um novo modelo de ônibus elétrico “superarticulado” com tecnologia brasileira, de 21,5 metros de comprimento e capacidade para 146 passageiros cada um, sendo 50 sentados, 94 em pé e duas cadeiras de rodas ou espaços para cão-guia.

O modelo tem todo o sistema de eletrificação desenvolvido e implantado pela Eletra, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e foi aprovado pela SPTrans (São Paulo Transporte), da prefeitura, após diversos testes.

A compra inicial é de 27 unidades que vão operar na zona Leste, pela Viação Metrópole Paulista, em linhas de grande demanda, em substituição aos ônibus de porte semelhante a diesel, alguns que já ultrapassaram a idade regular de 10 anos prevista em contrato, mas, que por falta de infraestrutura suficiente para mais elétricos, tiveram a tolerância ampliada, podendo rodar com até 13 anos.

As primeiras entregas já começaram nesta semana em uma das garagens da Metrópole Paulista.

O modelo possui ar-condicionado com saídas individuais; piso baixo com rampa para acessibilidade de pessoas com restrições de locomoção;, tomada USB para recarga de celulares e outros dispositivos móveis; vidros colados com tratamento de proteção contra raios ultravioleta do sol; letreiros eletrônicos e luzes de led em faróis, lanternas e na iluminação interna.

Ainda integram a tecnologia brasileira funcionalidades e itens como controle de tração; controle dos sistemas auxiliares e do ar-condicionado; sistema de regeneração de energia que gera eletricidade nas frenagens e desacelerações carregando uma parte das baterias em movimento; programa computadorizado que regula, gerencia e monitora todos os sistemas elétricos; e módulo de refrigeração geral de água.

Essa tecnologia de regeneração é usada em veículos elétricos modernos e foi desenvolvida na Fórmula 1.

Mais unidades serão compras pelas empresas da capital paulista.

Os veículos possuem tecnologia Eletra, plataformas Mercedes-Benz, baterias WEG e carrocerias Caio, todos estes itens feitos no Brasil.

Planilhas oficiais da SPTrans mostram que a operação de ônibus elétricos pode ser 65% mais barata por quilômetro que o óleo diesel. Como os elétricos duram mais que os modelos a combustão, ao longo de toda a vida útil, estes modelos são financeiramente mais vantajosos, mostram as planilhas.

Relembre:

Este tipo de modelo de grande porte pode ser mais vantajoso ainda. Isso porque, mesmo sendo mais caro, o preço é compensado pelo maior rendimento das baterias e maior capacidade de transportes de cada veículo.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Fórum do Detro-RJ reúne cidades, indústria e energia para discutir eletrificação de frotas

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Painel mostrou experiências de Porto Alegre e Montes Claros e destacou que eletrificação do transporte público exige planejamento, integração com a rede elétrica e decisões compatíveis com a realidade de cada cidade

ALEXANDRE PELEGI

A eletrificação das frotas de ônibus no transporte público brasileiro passa por caminhos distintos conforme o porte, a capacidade financeira e a matriz energética de cada município. Essa foi a principal conclusão do painel “Experiências das cidades com a eletrificação de frotas do transporte público: do planejamento à operação”, realizado nesta terça-feira, 03 de fevereiro de 2026, durante o Fórum de Transição Energética no Transporte Público do Estado do Rio de Janeiro, promovido pelo DETRO-RJ.

O debate reuniu gestores públicos, operadores, fabricantes, empresas de tecnologia e concessionária de energia, sob moderação de Aline Leite, do ITDP Brasil, e apresentou casos práticos que já estão em operação ou em fase avançada de implantação no país.

Porto Alegre vincula eletrificação à recuperação do sistema

Secretário municipal de Mobilidade Urbana de Porto Alegre, Adão de Castro Júnior destacou que a adoção de ônibus elétricos só é sustentável quando inserida em um programa mais amplo de fortalecimento do transporte público.

Não dá para amarrar a porta do ônibus com arame e querer comprar ônibus elétrico. Se o usuário tiver que escolher entre ônibus elétrico ou ônibus no horário, ele vai escolher o ônibus no horário”, afirmou.

A capital gaúcha opera atualmente 12 ônibus elétricos em serviço regular e tem projeto estruturado para a aquisição de mais 100 veículos, com financiamento junto ao BNDES. Segundo o secretário, a cidade adotou o modelo de subvenção econômica, sem abertura de novas licitações.

A subvenção econômica permite implantar o projeto com mais agilidade. Conseguimos implantar os primeiros ônibus em cerca de seis meses”, explicou.

Adão também alertou para a importância de contratos integrados para a infraestrutura de recarga.

Não faz sentido contratar carregador, obra civil e projeto elétrico separadamente. O modelo turnkey evita conflitos e garante responsabilidade única.

Montes Claros aposta na eletrificação como política de atração do passageiro

Diretor-presidente da MCTrans – Empresa Municipal de Planejamento, Gestão e Educação em Trânsito e Transporte de Montes Claros, Vinícius Pereira Santos relatou que o município prepara a substituição de 60 ônibus da frota atual por veículos elétricos, com licitação prevista ainda para fevereiro.

A eletrificação, sozinha, não recupera passageiro. O passageiro quer previsibilidade, conforto e confiança. A tecnologia é um meio, não um fim.”

Ele ressaltou que, em cidades do interior, o maior desafio não é o veículo, mas a infraestrutura energética.

O gargalo está na entrega de energia. O projeto precisa prever soluções inclusive para momentos de falha no fornecimento, como sistemas de armazenamento.”

Indústria alerta para custo total e previsibilidade regulatória

Representando a Mercedes-Benz, Mike Munhato, gerente de Mobilidade Elétrica, reforçou que não existe uma tecnologia única capaz de atender a todos os municípios.

“Não vai existir tecnologia vencedora. Vai depender da vocação da cidade, da operação e do problema que se quer resolver.”

Segundo ele, embora o custo operacional do ônibus elétrico seja menor, o alto investimento inicial e a taxa de juros ainda dificultam a competitividade frente ao diesel no custo total de propriedade (TCO).

É muito difícil bater o diesel no TCO em condições normais. O elétrico pode ser viável em operações específicas, mas exige planejamento financeiro e escala.”

Tecnologia, dados e integração na operação

Para Dener Andrade, da Nansen, a transição energética exige integração entre tecnologia, gestão e políticas públicas.

O ônibus elétrico é o protagonista, mas sem dados e gestão ele não funciona. Hoje já existem soluções para monitorar consumo, desempenho e apoiar a tomada de decisão.

Ele ressaltou que o Brasil ainda está no início desse processo.

Estamos dando os primeiros passos. A realidade daqui a alguns anos será completamente diferente.”

Garagens e rede elétrica definem o sucesso dos projetos

Encerrando o painel, Arnaldo Teixeira, da Electric Mobility Brasil, chamou atenção para o planejamento das garagens.

Sem planejamento financeiro e energético, o projeto não se sustenta. Espaço físico, potência instalada e conexão em alta tensão serão inevitáveis para grandes frotas.”

Juliana Galiza, gerente da Light, destacou o papel das distribuidoras no diálogo antecipado com os municípios para viabilizar a expansão da eletrificação.

O painel integrou a programação do Fórum do Detro-RJ, que discute modelos de financiamento, tecnologias e políticas públicas para a transição energética do transporte público no estado.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Viação Santa Cruz renuncia à linha Ribeirão Preto (SP) – Juiz de Fora (MG); ANTT cancela TAR

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Autorização deixa de existir a partir de 1º de março de 2026; empresa deverá garantir reembolso de bilhetes já vendidos

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) homologou a renúncia da Viação Santa Cruz ao Termo de Autorização (TAR) nº SPMG0002002, referente à linha Ribeirão Preto (SP) – Juiz de Fora (MG) e suas seções.

A decisão foi formalizada por meio da Decisão SUPAS nº 195, de 28 de janeiro de 2026, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 4 de fevereiro.

Com a homologação da renúncia, todas as operações vinculadas ao TAR ficam canceladas, e a autorização deixa de existir juridicamente. A decisão entra em vigor em 1º de março de 2026.

Além disso, a ANTT revogou a Decisão SUPAS nº 1.025, de 3 de outubro de 2024, que tratava anteriormente da mesma autorização.

Apesar do encerramento da autorização, a Viação Santa Cruz deverá respeitar as garantias aos passageiros, especialmente em relação a bilhetes já comercializados para datas posteriores ao fim da operação. A empresa terá de cumprir as regras previstas na Resolução ANTT nº 6.033/2023, que tratam do cancelamento de viagens e dos direitos dos usuários.

Como mostrou o Diário do Transporte nesta terça-feira (03), a Viação Santa Cruz renunciou também ao Termo de Autorização (TAR) nº MGSP0002034, referente à linha São Sebastião do Paraíso (MG) – Campinas (SP) e todas as suas seções. Relembre:

Viação Santa Cruz renuncia à linha São Sebastião do Paraíso (MG) – Campinas (SP), decide ANTT

Tradicional empresa do transporte de passageiros, a Viação Santa Cruz  foi fundada em agosto de 1966 na cidade de Mogi Mirim, interior de São Paulo.

A renúncia a um Termo de Autorização (TAR) não significa, necessariamente, a saída da empresa do mercado ou o fim definitivo de um corredor atendido. Trata-se do encerramento de uma autorização específica, que pode corresponder a determinado arranjo de seções, horários ou classe de serviço. Em muitos casos, a empresa mantém atendimento ao mesmo eixo por outros TARs ou por reorganização operacional conforme o marco regulatório vigente.



Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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A temporada de destaque do City que custou menos que Paquetá no Flamengo e o que assistir no Disney+

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O Manchester City entra em campo nesta quarta-feira (4), às 17h (de Brasília), no Etihad Stadium, para enfrentar o Newcastle no jogo de volta da semifinal da Copa da Liga Inglesa, com transmissão no plano premium do Disney+. Na ida, vitória dos Citizens por 2 a 0.

Uma das principais esperanças de gols do time de Pep Guardiola é Ryan Cherki. Com 29 jogos disputados, o meia contratado do Lyon, da França, já acumula nove gols e nove assistências.

O francês de 22 anos não demorou para cair nas graças da torcida do clube inglês. Elogiado pelo treinador espanhol, Cherki dá um toque diferente na criação e na finalização das jogadas do City.

A sequência do jovem meia impressiona. Cherki deixou sua marca em quatro das últimas seis partidas, marcando quatro gols, incluindo no jogo de ida contra o Newcastle. Na atual temporada, o meia participa de um gol, marcando ou dando assistência, a cada 87 minutos.

O que mais impressiona na curta trajetória de Cherki no City é o valor investido pelo clube inglês em sua contratação. Apontado como uma das principais promessas da França, o meia foi negociado pelo Lyon por 36,5 milhões de euros, segundo o ‘Transfermarkt’.

O valor é considerado baixo se compararmos com outras negociações. Contando as transferências apenas entre clubes da Premier League, a negociação de Cherki fica muito abaixo de outras.

O próprio City investiu pouco mais de 70 milhões de euros para tirar Atoine Semenyo do Bournemouth. Do outro lado da cidade, o Manchester United investiu mais de 120 milhões de euros para contratar Bryan Mbeumo e Matheus Cunha.

A transferência de Cherki ao City também custou menos que a contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo. O Rubro-Negro investiu 42 milhões de euros (R$ 263 milhões) para tirar o meia do West Ham.


NBA e Libertadores no Disney+

A CONMEBOL Libertadores já começou. O fã de futebol tem um jogo da fase prévia para acompanhar nesta quarta-feira. Às 21h15 (de Brasília), o Allianza Lima, do Peru, enfrenta o 2 de Mayo, do Paraguai.

Na parte da tarde, às 14h45 (de Brasília), Atlético de Madrid e Athletic Bilbao se enfrentam pelas quartas de final da Copa do Rei.

O fã de NBA também poderá acompanhar as emoções de Oklahoma City Thunder x San Antonio Spurs, no Frost Bank Center, em San Antonio, a partir das 23h35 (de Brasília).

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Frete de grãos deve subir 20% em fevereiro, mas abaixo do pico de 2025

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Os custos com fretes para movimentação de grãos no Brasil devem crescer em torno de 20% neste mês, atingindo o pico de preços do ano, porém inferior ao valor máximo observado na mesma época do ano passado, disse em evento em Piracicaba (SP) o pesquisador Fernando Bastiani, do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-Log), ligado ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq/USP.

Diferentemente do cenário observado no início do ano passado, em que a colheita de soja Mato Grosso estava atrasada, enquanto outros Estados produtores estavam adiantados, a retirada do grão do campo em Mato Grosso está acelerada em 2026, o que deve sustentar as altas previstas pela Esalq-log. A chegada de soja colhida em outros Estados, nas próximas semanas, deve manter os preços em níveis elevados por um período mais longo do que em 2025, quando boa parte da colheita nacional foi retirada mais cedo das lavouras.

A perspectiva de fretes elevados também se sustenta pelo line-up de navios “bastante alto” nos próximos meses, especialmente no porto de Santos (SP), segundo Bastiani.

“A gente sabe que o Brasil não tem capacidade para armazenar toda a sua safra, então precisa escoar parte da produção no começo da colheita, pagando frete mais alto”, afirmou.

O país possui, atualmente, capacidade estática para armazenar 70% da sua produção, realidade bem diferente da dos Estados Unidos, que possui estrutura para estocar o equivalente a 140% da sua produção, ou seja, mais do que produz.

Açúcar

Para os custos de frete de açúcar, a Esalq-Log trabalha com perspectiva de alta a partir deste mês até março, quando o produto compete com grãos para chegar até os portos. Mas a alta deve ser menos acentuada do que no início de 2025.

Esse cenário ocorre porque a forte queda dos preços internacionais do açúcar no ano passado, decorrente da grande oferta brasileira e do superávit dos estoques globais, deve levar usinas brasileiras a aumentarem o porcentual de cana-de-açúcar destinado à produção de etanol, reduzindo a pressão por frete para transportar o adoçante.

Fertilizantes

No caso dos fertilizantes, Bastiani enxerga um cenário “desafiador” para o setor em 2026. Uma das razões, de acordo com o pesquisador da Esalq-log, é a atual relação de troca entre soja e o insumo, uma das piores dos últimos três anos, com preços do grão “derretendo” durante a colheita e valores do insumo ainda em níveis elevados.

“Isso pode impactar a demanda em 2026 e prejudicar os níveis de fertilidade em 2026/27”, afirmou Bastiani.

Contudo, o aumento recente do piso do frete rodoviário promovido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), da ordem de 4%, pode ser percebido especialmente no fim do ano, período de menor movimentação de grãos em que os custos logísticos costumam cair, levando ao acionamento do piso. Como o setor de fertilizantes já costuma pagar menos para transportar o insumo em caminhões de grãos que retornam dos portos às regiões consumidoras, pode acabar tendo de pagar pelo piso mais alto, conforme Bastiani.

Multas em nível recorde elevam custo

Outro evento tem levado a incrementos nos fretes brasileiros: a implementação pela ANTT, a partir do fim do ano passado, da fiscalização eletrônica do pagamento do piso do frete, alertou o coordenador do Esalq-Log, Thiago Péra.

Segundo Péra, transportadores passaram a ter de declarar, de forma eletrônica, o valor do frete praticado. Nos casos em que o preço fica abaixo do piso estabelecido conforme o tipo de veículo, o sistema automaticamente gera multa pelo não cumprimento da regra. “Observamos que sim houve um aumento do frete decorrente da fiscalização”, disse Péra.

Dados apresentados pela Esalq-Log no evento mostram que o número de autos de infração atingiram recorde no ano passado, superando 68 mil autos, sem comparação com o registrado na última década. O maior número registrado, até então, havia sido em torno de 20 mil autos, em 2019. Somente em 2026, as autuações já passam de 35 mil.

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FNDE revoga licitação de 7,5 mil ônibus do Caminho da Escola e novo edital será lançado com regras diferentes

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Objetivo é adequar concorrência a nova lei de isenções, mas só depois de estudos e pesquisas

ADAMO BAZANI

O FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do Governo Federal, revogou a licitação para a compra de cerca de 7,5 mil ônibus escolares por meio do Programa Caminho da Escola.

A informação é veiculada em primeira-mão nesta terça-feira, 03 de fevereiro de 2026, pelo Diário do Transporte.

De acordo com o Ministério da Educação, a revogação (que é diferente de suspensão) ocorreu para adequar concorrência a nova lei de isenções.

Um novo edital, segundo a pasta, só será publicado após estudos e pesquisas, o que ainda não tem data.

Evento de Revogação com publicação prevista para 02/02/2026. Motivo: Nova lei alterou isenções, exigindo nova pesquisa e relançamento. Mais detalhes na página do Pregão no Portal de Compras do FNDE.

A licitação, que tem o objetivo de promover a inclusão escolar, é bilionária, além de ser considerada esperança para a indústria brasileira de ônibus pelo alto volume em compras praticamente certas.

O Diário do Transporte noticiou que a licitação, mas por outro motivo, havia sido suspensa em 17 de dezembro de 2025. A abertura das propostas estava prevista para ocorrer em 19 de dezembro de 2025 e a suspensão se deu por contestações de eventuais concorrentes para esclarecimentos.

Uma delas foi a Volkswagen Caminhões & Ônibus.

Relembre:

A concorrência abriria a possibilidade compra de quase 7,5 mil ônibus escolares, divididos em 13 modelos diferentes – VEJA MAIS ABAIXO:

O Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) do Ministério da Educação (MEC) foram ampliados para as escolas da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e demais escolas federais. O Pnate passa a contemplar repasses financeiros específicos às escolas da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e às demais escolas federais, para apoiar o custeio do transporte escolar de estudantes da educação básica residentes em áreas rurais. O montante destinado às instituições federais será calculado anualmente com base no número de alunos rurais que utilizam transporte ofertado pela escola, e o repasse será feito em parcela única anual.

A Lei nº 15.255  foi publicada no Diário Oficial da União de 11 de novembro de 2025 e entrou em vigor neste mês de fevereiro.

Como havia mostrado também em primeira-mão o Diário do Transporte, são cerca de 7,5 mil coletivos, divididos em 13 modelos diferentes com capacidades que vão de 15 a 60 lugares, opções de transmissão automática e manual, versões com tração 4×4 e especificações para uso urbano e rural, inclusive para áreas ribeirinhas.

Segundo o Governo Federal, cada proposta deve apresentar valor unitário e total, modelo, fabricante, descrição detalhada do objeto, especificações técnicas e informações sobre garantia.

Podem participar empresas cujo ramo de atividade seja compatível com o objeto da licitação e que estejam previamente credenciadas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF) e no Sistema de Compras do Governo Federal. A participação e o envio de propostas são feitos exclusivamente pelo sistema eletrônico mencionado.

Criado em 2007, o Programa Caminho da Escola tem como objetivo garantir o acesso diário e a permanência de estudantes residentes em áreas rurais e ribeirinhas nas escolas públicas de educação básica, contribuindo para a redução da evasão escolar e da distorção idade–série por meio de transporte adequado e seguro.

O Governo diz ainda que a iniciativa reforça a renovação da frota escolar e busca oferecer melhores condições de deslocamento para milhões de estudantes da rede pública. Para consultar o edital na íntegra e obter mais informações sobre o pregão eletrônico, acesse o portal do FNDE.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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James Rodríguez posta foto enigmática e se aproxima de novo clube; saiba destino e detalhes

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Livre no mercado, James Rodríguez postou uma foto enigmática nesta terça-feira e agitou as redes sociais.

Na imagem, o astro colombiano aparece dentro de um avião rumo ao seu próximo destino, que, segundo apurou a ESPN, é o Minnesota United, dos Estados Unidos.

”Aqui vamos nós”, escreveu James na legenda da foto publicada em seu Instagram.

O meio-campista está sem contrato desde dezembro, quando seu vínculo com o León, do México, terminou. Por lá, disputou 34 partidas, tendo anotado cinco gols e contribuído com 10 assistências.

Vencedor da Chuteira de Ouro na Copa do Mundo de 2014, o colombiano jogou por sete times desde que deixou o Real Madrid em 2020, incluindo São Paulo, Olympiacos, Al Rayyan, Everton e León. Agora, vive a expectativa de jogar o Mundial dos EUA, México e Canadá.

Caso o negócio realmente se concretize, James Rodríguez será a maior contratação da história da equipe da MLS.



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Missão cumprida! PRODATA MOBILITY BRASIL embarca último lote de validadores para a Dinamarca

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Dinamarca – 1

Integração entre as operações do Brasil e da Bélgica viabiliza fornecimento de 8 mil equipamentos com padrão internacional de qualidade, escala e eficiência para o sistema de bilhetagem dinamarquês

Em um mercado cada vez mais conectado e exigente, o verdadeiro diferencial está na capacidade de transformar expertise local em soluções globais. É nesse cenário que a Prodata Mobility se destaca: unindo produtividade, integração operacional e confiança entre suas unidades para entregar projetos de alta complexidade com padrão internacional de qualidade, escala e eficiência.

Esse modelo se reflete em projetos de alto impacto, como a produção e o fornecimento de 8 mil validadores para o sistema de bilhetagem da Dinamarca, viabilizado pela atuação integrada entre a Prodata Mobility Brasil — líder em bilhetagem eletrônica no Brasil e na América Latina — e a Prodata Mobility Bélgica, um dos principais players do setor na Europa.

É assim que a Prodata Mobility gera valor para seus clientes: combinando estrutura local forte, integração internacional e padrões globais de qualidade, posicionando-se como uma empresa multinacional, preparada para atender projetos complexos, em larga escala e com alto nível de performance.

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Greve dos rodoviários na Grande São Luís (MA) chega ao fim nesta terça-feira (03); paralisação é mantida nas linhas da capital maranhense

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Foto: Lucas Sousa/Ônibus Brasil

Profissionais que atuam na Região Metropolitana terão reajuste salarial de 5,5% e plano de saúde odontológico

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Na tarde desta terça-feira, 03 de fevereiro de 2026, os rodoviários da Grande São Luís (MA) e os empresários do transporte público chegaram a um acordo após audiência realizada na sede do TRT-16 (Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região); dessa forma, os ônibus que atendem o sistema semiurbano irão retomar a circulação a partir da 0h desta quarta-feira, dia 04.

As empresas propuseram um reajuste salarial de 5,5% e como benefício o plano de saúde odontológico, termos que foram então aceitos pelos trabalhadores.

A reunião no tribunal também contou com representantes da MOB (Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos).

Contudo, os profissionais que atuam na capital não obtiveram sucesso nas negociações e mantém a paralisação dos coletivos urbanos nas linhas municipais.

A Prefeitura de São Luís não apresentou nenhuma proposta, e portanto, não foi firmado nenhum acordo com a categoria.

Segundo o desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, a previsão é de que haja uma nova audiência na quinta-feira (05).

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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