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Saiba como Corinthians pode perder mais de R$ 220 milhões por aluguel de estádio

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O Corinthians entende que pode ter que pagar cerca de R$ 228 milhões à prefeitura de São Paulo por 28 anos de aluguel pelo uso de áreas públicas usadas pelo clube em sua sede, no Parque São Jorge, zona leste da capital, desde os anos 1990.

Essa informação consta em planilhas anexadas pelo clube no RCE (Regime de Centralização de Execuções), onde o Corinthians lista como “perda provável” neste processo exatos R$ 228.513.600,00.

No processo, é discutida a nulidade da permissão de uso do imóvel da Fazendinha. Em 5 de abril de 2019, o juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara de Fazenda Pública, cancelou decreto de 1991 (Decreto Municipal n. 30.003/91), que eximia o Timão de pagar aluguel pela área em questão.

O juiz também decidiu pela condenação do clube ao pagamento de indenização ao Município de São Paulo pelos prejuízos supostamente sofridos.

A ação foi julgada procedente para declarar a nulidade do referido decreto e condenar o réu à indenização correspondente aos aluguéis das áreas abrangidas, no período compreendido entre 09/08/1991 e a data da efetiva desocupação, em valor final a ser apurado em liquidação por arbitramento. O clube entende que deve ser de cerca de R$ 228 milhões.

“Embora os torcedores do clube se autodenominem uma nação – e por certo o são – também certo é que nessa nação não se incluem todos os munícipes pagadores de impostos, os verdadeiros proprietários das áreas que somam quase 36.000 m² e foram cedidas para uso exclusivo do réu Sport Club Corinthians Paulista”, escreveu Vilela Pimentel, na decisão.

“Quem discorda dessa afirmação que tente ingressar nas áreas ora em discussão, sem ser associado ou convidado, mesmo que pertença ‘ao povo, ao povão, de baixa renda…’. Aliás, a alegação de que se trata do “clube do povão de baixa renda” contempla apaixonada parcialidade. Contando com uma miríade de milionários e ao menos um ex-presidente da República, os associados e a torcida são compostos por pessoas de todas as classes sociais, como, de resto, o são as outras torcidas de futebol no país. Fazer parte do ‘povão, de baixa renda’ não garante a ninguém o livre ingresso nas dependências do clube, a menos que seja associado ou convidado”, completou.

O Corinthians ainda tenta reverter, mas, conforme classificou no RCE, é uma “perda provável”.

Em nota à ESPN, o clube disse o seguinte:

“O Sport Club Corinthians esclarece que os valores mencionados no documento (conforme exige o art. 16 da Lei nº 14.193/2021) versam sobre as estimativas auditadas de contingências.

Pela Lei do RCE, o Clube é obrigado a listar processos (tanto em fase de conhecimento como em fase de execução), classificando-os como perdas “prováveis”, “possíveis” ou “remotas”. Portanto, esses números não representam dívidas líquidas, certas e exigíveis, mas sim prognósticos processuais que podem, ou não, vir a se confirmar no futuro.

A aprovação do RCE é, por si só, a prova da viabilidade financeira do Clube. O plano foi estruturado justamente para dar ordem, cronograma e segurança jurídica ao pagamento do passivo real, garantindo que o fluxo de caixa do Corinthians comporte as obrigações pactuadas sem comprometer a operação da instituição.

O fato de tais números serem auditados internamente reflete o compromisso do Corinthians com a transparência e com o rito legal do RCE. Trata-se de um exercício de governança, e não de um passivo imediato a ser quitado de forma integral no curto prazo”.

Próximos jogos do Corinthians:

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Piracicabana assumirá Reunidas Paulista e a Fênix – CADE torna público ato: VEJA A PETIÇÃO

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Órgão do Ministério da Justiça analisa concentração

ADAMO BAZANI

Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena

O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão do Ministério da Justiça, tornou público nesta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, o ato de concentração formado pela aquisição da Empresa Reunidas Paulista de Transportes Ltda pela Viação Piracicabana, do Grupo Comporte.

Já pertencente a um braço da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL e líder do Grupo Comporte, com o ato de concentração, a Reunidas Paulista passará ao controle majoritário da maior empresa do grupo atualmente, no segmento rodoviário.

O ato de concentração foi publicado em Diário Oficial da União.

EDITAL Nº 70, DE 26 DE JANEIRO DE 2026

Nos termos do art. 53, § 2º, da Lei nº 12.529/2011, dá-se publicidade ao Ato de Concentração nº 08700.000725/2026-60. Partes: Viação Piracicabana S.A. e Empresa Reunidas Paulista de Transportes Ltda. Advogados: Daniel Elias do Nascimento e Luciano Benetti Timm. Natureza da operação: aquisição de controle. Setor econômico envolvido: transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, intermunicipal, exceto em região metropolitana (CNAE 4922-1/01)

A publicidade do ato foi assinada pelo secretário-adjunto do CADE, Felipe Neiva Mundim

Órgão do Ministério da Justiça analisa concentração para dar o aval definitivo.

DOCUMENTO EXCLUSIVO:

O Diário do Transporte teve acesso de forma exclusiva à petição, que foi protocolada nas última sexta-feira, 23 de janeiro de 2026.

De acordo com o documento, “A Operação consiste na proposta de aquisição, pela Piracicabana, da totalidade das quotas da Reunidas, de titularidade da Srª Aurivânia Constantino. Desta forma, a Operação se enquadra como um Ato de Concentração, de acordo com o Art. 90, II, da Lei 12.529/2011”.

Ainda de acordo com o documento, assinado pelo advogado Daniel Elias do Nascimento, ao qual o Diário do Transporte teve acesso, “A Operação, portanto, resulta da decisão da Vendedora de sair do mercado e da decisão da Compradora de investir na Empresa-Alvo, promovendo uma simples substituição do agente econômico titular do controle da Empresa-Alvo”

A defesa das duas empresas no negócio, tenta, no documento, obtido pelo Diário do Transporte, convencer o CADE que a compra não vai prejudicar concorrência no mercado.

“Embora relevante, não configura concentração capaz de prejudicar a concorrência, nem mesmo potencial, ainda mais considerando a estrutura regulatória de delegação, de operação e de precificação vigente no mercado, uma vez que a oferta e as tarifas são definidas e fixadas pelo próprio Poder Concedente, razão pela qual, a Operação não gera maiores preocupações concorrenciais, e, com a devida vênia, e no entender das Requerentes, a Operação deve ser analisada pelo Rito Sumário, e aprovada sem restrições”. – diz, de acordo com o documento obtido pelo Diário do Transporte.

No pedido, ao qual o Diário do Transporte tece acesso, a defesa apresenta um resumo das partes vendedora e compradora.

DAS PARTES DO ATO DE CONCENTRAÇÃO 2.

A Compradora é controlada pela Comporte Participações S.A., holding do grupo Comporte, conglomerado que reúne sociedades atuantes no segmento de transporte coletivo rodoviário de passageiros, urbano e intermunicipal, além de transporte metroferroviário e serviços correlatos (“Grupo Comporte”).

A Reunidas é uma empresa com sede em São Paulo, Brasil, fundada em 1948 e tem como principal atividade o transporte coletivo rodoviário de passageiros, principalmente no interior paulista como nas cidades de Araçatuba, Lins, Birigui, Penápolis e Campinas. – diz o documento ao qual o Diário do Transporte revela

No pedido, a defesa também cita a comunicação de solicitação ao CADE sobre a Expresso Fênix

De acordo com os parâmetros do Guia do CADE, mercados com HHI entre 1.500 e 2.500 são classificados como moderadamente concentrados. Em tais mercados, preocupações concorrenciais tendem a surgir quando a variação do HHI é superior a 100 pontos. No caso concreto, a variação estimada é significativamente inferior a esse patamar, o que reforça a inexistência de preocupações concorrenciais relevantes decorrentes da Operação. Para fins de completude e transparência, a Compradora informa que recentemente notificou a este CADE outra operação neste mesmo mercado. Trata-se da operação de compra, pela Compradora, da Rápido Fênix Viação Ltda. (“Fênix”). A Compradoradestaca que muito embora aquela operação e esta tratam do mesmo mercado, elas são completamente independentes. Além disso, é importante destacar que a Fênix opera somente no mercado da ARTESP e não há qualquer sobreposição entre linhas operadas pela Fênix, com a Compradora ou com a Vendedora. Adicionalmente, em termos de volume de vendas, a Fênix faturou no sistema ARTESP, em 2024, [Acesso Restrito à Compradora]. Desta forma, ainda que a operação com a Fênix seja aprovada por este CADE, sob o ponto de vista concorrencial, ela não gerará impactos na análise da presente Operação

 

Principais Marcos da História da Reunidas Paulista:

  • Fundação (1948): Iniciou operações em Lins, SP, atendendo cidades da região Noroeste com uma frota inicial de 10 a 15 veículos.
  • Sede em Bauru (1952): A sede da empresa foi transferida de Lins para Bauru, consolidando sua operação no centro do estado.
  • Inovação Pioneira (1969): Em 25 de março de 1969, lançou o primeiro ônibus-leito, marcando a história do transporte rodoviário com tecnologia de ponta para a época.
  • Expansão e Transferência (1980): A empresa transferiu sua sede administrativa para Araçatuba para otimizar a gestão das rotas.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Grupo JCA anuncia descontos de até 50% em passagens rodoviárias

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Promoção é para compras em todas as rotas para viagens programadas

ADAMO BAZANI

O Grupo JCA, que reúne empresas rodoviárias como Viação Cometa,  Auto Viação 1001, Expresso do Sul, Catarinense e Rápido Ribeirão Preto,  anunciou descontos em passagens intermunicipais e interestaduais que podem chegar a 50%.

As compras devem ser feitas até esta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, para viagens programadas entre os dias 19 de fevereiro e 30 de abril.

São 45% de desconto nas aquisições feitas apenas pelos canais oficiais das empresas diretamente e mais 5% se o pagamento for em PIX.

Para ter a redução de preço,  o passageiro deve digitar no local indicado na hora da compra o “cupom” SAUDADESBUS.

O nome da promoção é porque 30 de janeiro é considerado o “Dia da Saudades”

As passagens sujeitas à disponibilidade de assentos.
São permitidas três compras por CPF para até oito passagens e o desconto não aplicável na taxa de serviço.

Adamo Bazani,  jornalista especializado em transportes

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Abrati projeta alta no fluxo de passageiros em linhas interestaduais no início de 2026

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Associação estima crescimento de 15% nas viagens rodoviárias em janeiro e fevereiro

ARTHUR FERRARI

A Associação Brasileira de Transporte Interestadual de Passageiros (Abrati) projeta um aumento de 15% no volume de passageiros transportados em viagens interestaduais nos dois primeiros meses de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior. A expectativa envolve especialmente os meses de janeiro e fevereiro, tradicionalmente marcados por férias escolares e pelo carnaval.

De acordo com dados oficiais da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em janeiro do ano passado foram registrados 3,88 milhões de passageiros em deslocamentos interestaduais por ônibus. Já em fevereiro, impulsionado pelo período carnavalesco, o número chegou a 2,95 milhões de embarques em todo o país.

Para 2026, a Abrati trabalha com uma projeção mais elevada. A estimativa aponta para 4,5 milhões de passageiros em janeiro e cerca de 3,5 milhões em fevereiro, o que reforça a tendência de crescimento do setor de transporte rodoviário de longa distância.

“A nossa expectativa, portanto, é superar o espetacular movimento do ano passado, que já foi histórico para o setor como um todo. É bom lembrar que estamos incluídos no setor de serviços, que é o maior percentual do PIB brasileiro quase 70%”, afirmou a conselheira da Abrati, Letícia Pineschi. “Só o setor de turismo, especificamente, representa algo entre 7,8% e 8% do PIB nacional”, completou ela.

O cenário projetado pela entidade acompanha os resultados recentes do turismo nacional. Em janeiro de 2025, o setor registrou faturamento recorde de R$ 20,5 bilhões, segundo dados do Ministério do Turismo, o maior valor já contabilizado para o mês. Em fevereiro do mesmo ano, o faturamento chegou a R$ 16,5 bilhões, conforme levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), também considerado um resultado histórico.

Além das projeções, a Abrati reforça orientações aos passageiros para o período de maior movimento. Entre as recomendações estão a compra de passagens apenas em canais oficiais, a verificação de que a empresa possui guichê nas rodoviárias e a atenção à documentação exigida para o embarque de menores de 16 anos, como forma de garantir viagens regulares e seguras.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Prefeitura de Osasco anuncia chegada de mais ônibus elétricos para linhas municipais

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São ao menos 13 unidades na Viação Osasco, uma das concessionárias do sistema, do mesmo padrão dos veículos já colocados anteriormente na cidade

ADAMO BAZANI

A Prefeitura de Osasco, na Grande São Paulo anunciou nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, em suas redes sociais, a inclusão de mais ônibus elétricos no sistema de linhas municipais.

De acordo com a postagem oficial, são ao menos 13 veículos que já estão na garagem da Viação Osasco, uma das concessionárias do sistema.

A apresentação da nova frota terá data definida pela administração municipal. Os veículos são do mesmo padrão dos que já foram inseridos nas linhas da cidade.

O Diário do Transporte tem acompanhado a renovação da frota por ônibus não poluentes no município da Grande São Paulo. Em agosto de 2025, já havia sido entregue outro lote.

Relembre

Os ônibus elétricos têm carroceria Caio Apache Vip V, chassis Volkswagen 17.230 com suspensão a ar e tecnologia de eletrificação Plug.in Mobility, que atua na conversão de veículos pesados a diesel para elétricos. Os ônibus são 0 km e de piso alto com elevador central para acessibilidade, configuração que atende a maior parte das cidades brasileiras, muito embora, de olho da eletrificação da capital paulista, atualmente, a maioria dos modelos disponíveis no mercado é formada por veículos de piso baixo. Itens como ar-condicionado, preparação para wi-fi (internet gratuita), tomadas para carregamento de celulares do tipo USB, vidros com proteção contra raios ultravioleta do sol e câmeras de monitoramento, com reconhecimento facial, estão presentes nos ônibus.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Yuri Alberto, do Corinthians, recebe sondagem do Fenerbahçe, que avalia investida de quase R$ 190 milhões por novo atacante

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Yuri Alberto, atacante do Corinthians, foi alvo de uma sondagem do Fenerbahçe, da Turquia. Apesar do interesse prévio por parte dos turcos, ainda não foi oficializada nenhuma oferta ao Timão pelo atacante.

O planejamento do Fenerbahçe é vender Youssef En-Nesyri, que tem contrato até 2029, e ter à disposição um valor entre 25 milhões e 30 milhões de euros (R$ 186 milhões) para desembolsar em um novo atacante. Antes de Yuri Alberto, outro alvo sondado por Sorloth, do Atlético de Madrid. No entanto, o fato não evoluiu para uma negociação.

A informação da sondagem dos turcos foi trazida pelo apresentador Benjamin Back e confirmada pela reportagem da ESPN nesta quinta-feira (29).

A respeito de mercado, ainda na noite da última quarta-feira (28), a assessoria de imprensa de Yuri Alberto publicou um comunicado oficial dizendo que o atleta não recebeu nenhuma proposta oficial de outros clubes e que, neste momento, ele está focado no Corinthians.

A ESPN apurou que Yuri não pensa em deixar o Corinthians neste momento. Além disso, o Timão também faz jogo duro para negociar o atleta. Detentor de 40% dos direitos econômicos do atacante, o Alvinegro exige receber cerca de 20 milhões de euros (R$ 124 milhões) apenas pela sua parte.

Os representantes do atleta contam com os outros 10%. E o Zenit, da Rússia, tem a outra metade. No início do mês, a reportagem informou como o Corinthians havia recusado uma oferta de 24 milhões de euros (cerca de R$ 150 milhões), da Lazio, por Yuri Alberto.

Na época, Marcelo Paz, novo executivo do clube, abordou o tema em sua coletiva de apresentação. Em 2026, Yuri soma dois gols em cinco partidas.

Próximos jogos do Corinthians:

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Expresso Concorrência renuncia a duas linhas que ligam Aragarças (GO) a Cuiabá (MT) e Canarana (MT)

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Decisão SUPAS revoga autorizações concedidas em 2024 e determina encerramento definitivo das operações a partir de fevereiro

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres homologou as renúncias da Expresso Concorrência — nome fantasia da Conceito Transportes e Turismo Ltda., em recuperação judicial — aos Termos de Autorização (TAR) nº GOMT0052002 e TAR nº GOMT0052003, que permitiam a operação das linhas Aragarças (GO) – Canarana (MT) e Aragarças (GO) – Cuiabá (MT) com de todas as seções. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026.

As medidas constam da Decisão SUPAS nº 154/2026 e Decisão SUPAS nº 155/2026, assinadas pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr. Com a homologação das renúncias, ficam canceladas todas as operações vinculadas aos respectivos TAR.

Confira os efeitos da decisão:

  • Encerramento das operações das linhas que ligam Aragarças (GO) às cidades Canarana e Cuiabá, no Mato Grosso, e todas as suas seções;

  • Cancelamento definitivo dos TAR nº GOMT0052002 e TAR nº GOMT0052003;

  • Obrigação de atendimento aos passageiros, com garantia de cancelamento e reembolso de bilhetes de viagens programadas para data posterior ao encerramento da operação, conforme prevê a Resolução ANTT nº 6.033/2023.

As decisões SUPAS nº 154 e 155/2026 revogam decisões anteriores que tratavam das autorizações anteriormente concedidas para as duas linhas.

As duas decisões entram em vigor em 18 de fevereiro de 2026, data a partir da qual as linhas deixam de integrar a malha autorizada do transporte rodoviário interestadual de passageiros.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Ônibus sai do centro das decisões e crise do transporte coletivo se aprofunda nas cidades

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Especialistas apontam que sistema perdeu peso político em meio a subsídios instáveis e baixa atratividade

ALEXANDRE PELEGI

Os atrasos recorrentes no pagamento de subsídios ao transporte coletivo urbano em diversas cidades brasileiras deixaram de ser um problema administrativo pontual e passaram a funcionar como um sintoma mais profundo de desorganização do setor. Em meio a debates sobre Tarifa Zero, transição energética e renovação de frota, especialistas alertam que o eixo central da política pública segue deslocado: discute-se o tipo de ônibus, mas não se garante por onde ele vai circular, nem como o sistema será financiado de forma previsível.

Para Luiz Carlos Néspoli, superintendente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), os atrasos nos repasses revelam menos uma crise fiscal e mais uma crise de prioridade política.

“Na medida em que o subsídio está previsto e aprovado no orçamento municipal, não há razão para o não pagamento. O atraso é muito mais resultado do descaso com o transporte público”, afirma.

Financiamento: subsídio é estrutural, não exceção

O economista Antonio Carlos Moraes, professor titular da Faculdade de Economia da PUC-SP, reforça que o subsídio ao transporte coletivo não é um mecanismo excepcional, mas parte do próprio funcionamento do sistema.

“O subsídio ao transporte coletivo é estrutural. Sem ele, o sistema simplesmente não se sustenta”, afirma.

Segundo Moraes, o problema central está na instabilidade e na fragmentação das fontes de custeio.

“O financiamento virou um conjunto de iniciativas desarticuladas, sujeitas a decisões políticas de curto prazo. Isso impede previsibilidade e planejamento.”

Néspoli converge ao afirmar que a tarifa, sozinha, não fecha a conta. “Não há receita tarifária suficiente para suportar os custos. As licitações mais recentes já reconhecem isso ao prever subsídios.”

Instabilidade corrói planejamento e investimentos

Os efeitos da irregularidade aparecem rapidamente na operação. Néspoli destaca que a insegurança jurídica paralisa decisões de longo prazo.

O primeiro impacto é a interrupção da renovação da frota. Depois, para fechar a conta, reduz-se a rede, eliminam-se linhas e aumentam-se os intervalos.”

Nesse ponto, entra a leitura política de Claudio de Senna Frederico, vice-presidente da ANTP, que associa a crise financeira à perda de relevância do transporte coletivo na agenda pública.

“Quando não existe um desejo popular claro e específico em relação ao transporte coletivo, a chamada vontade política não se manifesta.”

Segundo Frederico, sem pressão social perceptível, o setor deixa de ser prioridade orçamentária.

“Investimentos e subsídios passam a perder espaço nos orçamentos públicos, tornando os recursos insuficientes até para manter um serviço minimamente aceitável.”

Tecnologia avança, mas sistema segue pouco atrativo

A discussão sobre transição energética também entra nesse contexto. Para Richele Cabral, diretora do SEMOVE, que representa os sindicatos e as empresas de ônibus em todo o estado do Rio de Janeiro, o foco excessivo na tecnologia tem ocultado um problema mais básico: a atratividade do serviço.

“Trocar a tecnologia isoladamente não resolve. Não adianta ter ônibus elétrico se o sistema não atrair passageiro”, afirma.

Segundo ela, o principal fator de decisão do usuário continua sendo o tempo de viagem.

“Estamos discutindo ônibus de última geração que continuam parados no trânsito. Isso não melhora a experiência do passageiro.”

Moraes complementa, sob o ponto de vista econômico:

“Sem passageiro, não há escala. E sem escala, o custo por usuário aumenta, pressionando ainda mais o subsídio.”

Marco Legal: necessário, mas longe de resolver sozinho

A discussão sobre o Marco Legal do Transporte Coletivo aparece como um ponto de apoio importante, mas insuficiente se não houver mudança de postura do poder público. Para Néspoli, o marco pode organizar regras, responsabilidades e fontes, mas não se impõe automaticamente.

“Leis não se implantam por gravidade. A própria Lei de Mobilidade Urbana já prevê prioridade ao transporte coletivo, mas a prática mostra outra realidade.”

Frederico avalia que o Marco Legal pode funcionar como uma espécie de rede de proteção institucional, mas não cria, por si só, um sistema atrativo.

“Ele pode ajudar a estruturar o setor, mas não resolve a ausência de prioridade política nem cria demanda onde ela já foi perdida.”

Na visão de Moraes, o marco só terá efeito se vier acompanhado de fontes estáveis de financiamento.

“Sem recursos vinculados e previsíveis, o Marco Legal corre o risco de virar mais uma boa intenção no papel.”

Tarifa Zero: alerta para efeitos colaterais

No debate sobre Tarifa Zero, as avaliações convergem no cuidado. Néspoli alerta que a gratuidade amplia a demanda e exige aumento imediato da oferta.

“Se não houver fonte segura e permanente, a qualidade cai rapidamente.”

Frederico vê a gratuidade como um sinal de fragilidade política do sistema.

“A Tarifa Zero pode acabar sendo a última trincheira, quando o transporte coletivo só desperta interesse por ser gratuito.”

Moraes reforça o alerta do ponto de vista fiscal:

“Gratuidade sem fonte estável apenas desloca o problema no orçamento público. O custo não desaparece.”

Um sistema que perdeu centralidade

A partir de ângulos distintos — técnico, econômico, político e operacional — os especialistas descrevem o mesmo quadro: uma crise profunda do transporte coletivo, marcada por instabilidade financeira, ausência de prioridade viária e perda de atratividade.

No conjunto, as análises revelam um transporte coletivo que perdeu centralidade nas decisões públicas. Esse esvaziamento é facilitado por um passageiro que, cansado de esperar por soluções estruturais, já encontrou alternativas individuais para se deslocar.

Com menos usuários, o transporte coletivo perde peso político; com menos peso político, perde investimentos e atenção. O resultado é um ciclo de descaso que se retroalimenta — e que empurra o ônibus, cada vez mais, para fora do centro das decisões estratégicas sobre a cidade.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Rio autoriza tarifa especial de táxi no Carnaval 2026, com preços fixos no Sambódromo e Tarifa II para convencionais

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Medidas da Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro valem em datas e horários específicos e buscam dar previsibilidade aos usuários durante os dias de maior demanda

ALEXANDRE PELEGI

A Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro (SMTR) publicou, no Diário Oficial do Município desta quinta-feira (29), duas resoluções que regulamentam a cobrança do serviço de táxi durante o Carnaval 2026. As medidas autorizam tabela de valores pré-fixados para táxis executivos nas viagens com saída do Sambódromo e uso contínuo da Tarifa II para táxis convencionais em períodos determinados da folia.

As regras passam a valer a partir de 13 de fevereiro e seguem até o fim dos principais eventos carnavalescos, incluindo o desfile das escolas de samba e o pós-Carnaval.

Táxi executivo terá preços fechados a partir do Sambódromo

A Resolução SMTR nº 3902/2026 define uma tabela tarifária fixa para os táxis executivos vinculados a cooperativas que operam com taxímetro, exclusivamente para viagens iniciadas nos pontos regulamentados junto à Sambódromo.

O objetivo, segundo a SMTR, é padronizar a cobrança em um período de grande fluxo de passageiros, evitando variações de preço e garantindo maior transparência ao usuário.

Principais regras:

  • A cobrança será antecipada e com valor fechado, conforme tabela oficial por bairro de destino
  • A tabela deverá estar exposta em local visível no interior do veículo e nos pontos de embarque
  • Pedágios não estão incluídos e poderão ser cobrados à parte do passageiro
  • A medida vale apenas para a categoria executivo, vinculada a cooperativas

Período de vigência:

  • Das 18h do dia 13/02/2026 (sexta-feira) até 12h do dia 18/02/2026 (Quarta-Feira de Cinzas)
  • Das 18h do dia 21/02/2026 (sábado) até 6h do dia 23/02/2026 (segunda-feira)

A tabela oficial contempla mais de 160 bairros do Rio de Janeiro, com valores que variam conforme a distância a partir do Sambódromo. Veja mais abaixo a relação completa.

Táxi convencional poderá operar com Tarifa II sem restrição de horário

Já a Resolução SMTR nº 3903/2026 autoriza o uso da Tarifa II para os táxis convencionais (veículos amarelos com faixa azul), sem discriminação por horário ou zona, durante o período carnavalesco.

Na prática, isso significa que a Tarifa II poderá ser aplicada de forma contínua, independentemente de ser dia, noite ou região da cidade.

Período autorizado:

  • Das 18h do dia 13/02/2026 até 12h do dia 18/02/2026
  • Das 18h do dia 21/02/2026 até 6h do dia 23/02/2026

A SMTR fundamenta a decisão no Código Disciplinar do Táxi, que prevê a adoção da Tarifa II em situações excepcionais, como eventos de grande porte, feriados prolongados e períodos de alta demanda.

O que muda para o passageiro no Carnaval

Com as duas resoluções, a Prefeitura busca dar previsibilidade ao preço do serviço de táxi durante o Carnaval, especialmente nos deslocamentos a partir do Sambódromo, um dos principais polos de concentração de público da cidade.

Enquanto o táxi executivo passa a operar com valores fechados por destino, o táxi convencional poderá aplicar a Tarifa II de forma contínua, refletindo a maior pressão operacional típica do período.


Perfeito. Segue a lista integral da Tabela de Táxi Executivo – Carnaval 2026, exatamente conforme publicada no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, organizada em formato de lista para leitura editorial, sem cortes ou adaptações.


TÁXI EXECUTIVO – TABELA OFICIAL DE VALORES

Carnaval 2026 – Saídas da Passarela do Samba (Sambódromo)
(Resolução SMTR nº 3902, de 28 de janeiro de 2026 – ANEXO ÚNICO)

  • Abolição – R$ 164,00
  • Acari – R$ 233,00
  • Aeroporto Santos Dumont – R$ 88,00
  • Água Santa – R$ 198,00
  • Alto da Boa Vista – R$ 125,00
  • Anchieta – R$ 302,00
  • Andaraí – R$ 84,00
  • Anil – R$ 237,00
  • Augusto de Vasconcelos – R$ 388,00
  • Autódromo – R$ 277,00
  • Avenida Niemeyer – R$ 142,00
  • Bancários – R$ 204,00
  • Bairro de Fátima – R$ 87,00
  • Bangu – R$ 370,00
  • Barão de Mauá – R$ 78,00
  • Barra da Tijuca – R$ 277,00
  • Barra de Guaratiba – R$ 399,00
  • Barros Filho – R$ 223,00
  • Benfica – R$ 77,00
  • Bento Ribeiro – R$ 223,00
  • Boca do Mato – R$ 112,00
  • Bonsucesso – R$ 121,00
  • Botafogo – R$ 125,00
  • Brás de Pina – R$ 179,00
  • Cachambi – R$ 164,00
  • Cacuia – R$ 204,00
  • Caju – R$ 69,00
  • Camorim – R$ 314,00
  • Campinho – R$ 214,00
  • Campo dos Afonsos – R$ 233,00
  • Campo Grande – R$ 406,00
  • Cascadura – R$ 204,00
  • Catete – R$ 88,00
  • Catumbi – R$ 63,00
  • Cavalcanti – R$ 173,00
  • Centro – R$ 78,00
  • Cidade de Deus – R$ 259,00
  • Cidade Nova – R$ 58,00
  • Cidade Universitária – R$ 136,00
  • Cocotá – R$ 204,00
  • Coelho Neto – R$ 237,00
  • Colégio – R$ 193,00
  • Copacabana – R$ 125,00
  • Cordovil – R$ 183,00
  • Cosme Velho – R$ 118,00
  • Cosmos – R$ 567,00
  • Costa Barros – R$ 252,00
  • Curicica – R$ 318,00
  • Del Castilho – R$ 136,00
  • Deodoro – R$ 298,00
  • Encantado – R$ 170,00
  • Engenheiro Leal – R$ 183,00
  • Engenho da Rainha – R$ 161,00
  • Engenho de Dentro – R$ 164,00
  • Engenho Novo – R$ 88,00
  • Estácio – R$ 67,00
  • Flamengo – R$ 100,00
  • Freguesia (Jacarepaguá) – R$ 233,00
  • Freguesia (Ilha do Governador) – R$ 204,00
  • Galeão – Aeroporto Internacional – R$ 154,00
  • Gamboa – R$ 69,00
  • Gardênia Azul – R$ 267,00
  • Gávea – R$ 136,00
  • Glória – R$ 88,00
  • Grajaú – R$ 88,00
  • Grumari – R$ 528,00
  • Guadalupe – R$ 253,00
  • Guaratiba – R$ 461,00
  • Higienópolis – R$ 121,00
  • Honório Gurgel – R$ 253,00
  • Humaitá – R$ 107,00
  • Ilha de Guaratiba – R$ 512,00
  • Inhaúma – R$ 142,00
  • Inhoaíba – R$ 484,00
  • Ipanema – R$ 125,00
  • Irajá – R$ 219,00
  • Itanhangá – R$ 277,00
  • Jacaré – R$ 93,00
  • Jardim América – R$ 211,00
  • Jardim Botânico – R$ 106,00
  • Jardim Carioca – R$ 204,00
  • Jardim Guanabara – R$ 204,00
  • Jardim Sulacap – R$ 289,00
  • Joá – R$ 183,00
  • Lagoa – R$ 118,00
  • Lapa – R$ 93,00
  • Laranjeiras – R$ 87,00
  • Leblon – R$ 125,00
  • Leme – R$ 125,00
  • Lins de Vasconcelos – R$ 103,00
  • Madureira – R$ 217,00
  • Magalhães Bastos – R$ 302,00
  • Mangueira – R$ 72,00
  • Manguinhos – R$ 124,00
  • Maracanã – R$ 69,00
  • Maré – R$ 121,00
  • Marechal Hermes – R$ 308,00
  • Maria da Graça – R$ 100,00
  • Méier – R$ 118,00
  • Moneró – R$ 204,00
  • Morro do Alemão – R$ 136,00
  • Olaria – R$ 150,00
  • Oswaldo Cruz – R$ 217,00
  • Paciência – R$ 512,00
  • Padre Miguel – R$ 347,00
  • Parada de Lucas – R$ 186,00
  • Parque Anchieta – R$ 320,00
  • Pavuna – R$ 244,00
  • Pechincha – R$ 226,00
  • Pedra de Guaratiba – R$ 524,00
  • Penha – R$ 173,00
  • Penha Circular – R$ 165,00
  • Piedade – R$ 183,00
  • Pilares – R$ 156,00
  • Pitangueiras – R$ 204,00
  • Portuguesa – R$ 204,00
  • Praça da Bandeira – R$ 69,00
  • Praça Seca – R$ 239,00
  • Praia da Bandeira – R$ 204,00
  • Quintino Bocaiúva – R$ 183,00
  • Ramos – R$ 143,00
  • Realengo – R$ 331,00
  • Recreio dos Bandeirantes – R$ 314,00
  • Restinga da Marambaia – R$ 523,00
  • Riachuelo – R$ 72,00
  • Ribeira – R$ 204,00
  • Ricardo de Albuquerque – R$ 308,00
  • Rio Comprido – R$ 65,00
  • Rio das Pedras – R$ 277,00
  • Rocha – R$ 75,00
  • Rocha Miranda – R$ 214,00
  • Rocinha – R$ 142,00
  • Sampaio – R$ 80,00
  • Santa Cruz – R$ 554,00
  • Santa Teresa – R$ 100,00
  • Santíssimo – R$ 404,00
  • Santo Cristo – R$ 69,00
  • São Conrado – R$ 164,00
  • São Cristóvão – R$ 77,00
  • São Francisco Xavier – R$ 65,00
  • Saúde – R$ 69,00
  • Senador Camará – R$ 396,00
  • Senador Vasconcelos – R$ 418,00
  • Sepetiba – R$ 612,00
  • Tanque – R$ 239,00
  • Taquara – R$ 284,00
  • Tauá – R$ 204,00
  • Tijuca – R$ 88,00
  • Todos os Santos – R$ 165,00
  • Tomás Coelho – R$ 165,00
  • Turiaçu – R$ 175,00
  • Urca – R$ 143,00
  • Usina (Tijuca) – R$ 100,00
  • Vargem Grande – R$ 396,00
  • Vargem Pequena – R$ 370,00
  • Vaz Lobo – R$ 195,00
  • Vicente de Carvalho – R$ 186,00
  • Vidigal – R$ 142,00
  • Vigário Geral – R$ 200,00
  • Vila da Penha – R$ 233,00
  • Vila Isabel – R$ 78,00
  • Vila Kosmos – R$ 175,00
  • Vila Militar – R$ 292,00
  • Vila Valqueire – R$ 237,00
  • Vista Alegre – R$ 219,00
  • Zumbi – R$ 204,00

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

 

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Fonte

Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski caem na semifinal do Australian Open

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Não deu para Luisa Stefani e a canadense Gabriela Dabrowski no Australian Open. A dupla perdeu para a sérvia Aleksandra Krunic e a cazaque Anna Danilina por 2 sets a 1, com parciais de 7-6, 6-3 e 6-4, e deram adeus à competição na semifinal.

O primeiro set começou melhor para Danilina e Krunic. Com uma quebra logo no início do set, chegaram a abrir 5 a 2, ficando a um passo de fechar a parcial. Mas a dupla da brasileira venceu os três games seguintes, quebrando também o saque das adversárias. No fim, o set foi para o tie break, mas o bom momento voltou para Danilina e Krunic, que venceram tranquilamente por 7 a 6.

A reação chegou no segundo set. Após seis games de confirmação no saque, Stefani e Dabrowski quebraram o saque adversário e confirmaram a parcial no game seguinte, vencendo por 6 a 3.

No terceiro set, porém, a situação foi inversa. O inicio novamente teve equilíbrio, mas Stefani foi quebrada no oitavo game, e as adversárias abriram 5 a 3. A dupla da brasileira ainda conseguiu responder a quebra e teve a chance de empatar em 5 a 5, mas a devolução de Danilina e Krunic foi letal, vencendo o game sem sofrer nenhum ponto, fechando o set em 6 a 4.

O resultado frustrou o sonho do Brasil voltar a vencer o Australian Open nas duplas femininas. O país nunca conquistou a competição na era aberta, sendo Maria Esther Bueno, em 1960, a única vencedora.

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