23.2 C
Rondonópolis
sábado, 27 junho - 22:46
Publicidade
Home Blog Page 196

Nova linha de ônibus passa a atender o bairro Espírito Santo em Santarém (PA) 

[ad_1]

Serviço começa em 2 de fevereiro, em fase experimental, com ligação direta ao Centro da cidade

YURI SENA

A Prefeitura de Santarém anunciou a implantação de uma nova linha de ônibus para atender o bairro Espírito Santo. O serviço tem início previsto para o dia 2 de fevereiro e será operado em caráter experimental, conforme aprovação do Conselho Municipal de Transportes (CMT). A medida foi formalizada pela Resolução nº 002/2026, publicada em 20 de janeiro.

A nova linha foi criada para atender a uma demanda da população local e integra as ações voltadas à ampliação do transporte coletivo urbano no município. O período experimental terá duração inicial de 60 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 30 dias, durante os quais serão avaliadas as condições técnicas, operacionais e financeiras da operação.

De acordo com a resolução do CMT, o itinerário fará a ligação do bairro Espírito Santo ao Centro de Santarém, passando por vias como as avenidas Rui Barbosa, Tapajós, Borges Leal, Sérgio Henn, Moaçara, São Sebastião e Mendonça Furtado, além de travessas que concentram serviços e equipamentos públicos. A definição dos horários e da frequência das viagens ficará a cargo da empresa operadora, com base na demanda registrada durante o período de testes.

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT) será responsável pelo acompanhamento e fiscalização do serviço, podendo realizar ajustes no trajeto ou na operação, caso necessário. A expectativa é que a nova linha contribua para melhorar o deslocamento dos moradores do bairro Espírito Santo e a integração com outras regiões da cidade.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

Ônibus articulado municipal de São Paulo é destruído por incêndio na Zona Leste neste domingo (25)

[ad_1]

Incidente aconteceu na Av. São Miguel por volta das 10h; não há vítimas

ARTHUR FERRARI

Um ônibus articulado do transporte coeltivo municipal de São Paulo foi destruído por um incêndio na manhã deste domingo, 25 de janeiro de 2026, na Avenida São Miguel, Zona Leste da capital paulista.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo, que se iniciou na parte do motor por volta das 10h, chegou a atingir a fiação elétrica que passa sobre a via e a Enel foi acionada. As chamas foram extintas com a ajuda de duas viaturas da corporação.

Imagens recebidas pelo Diário do Transporte mostram o coletivo cruzado na via e em chamas.

A reportagem procurou a SPTrans (São Paulo Transportes), responsável pelo gerenciamento do sistema de Ônibus na capital, para mais detalhes e aguarda.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

CPTM altera circulação de trens durante obras na via férrea neste domingo (25)

[ad_1]

Foto: Diário do Transporte

Na Linha 11-Coral, a circulação segue interrompida entre as estações Luz e Palmeiras-Barra Funda até às 17h

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Neste domingo, 25 de janeiro de 2026, a circulação dos trens nas linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofre alterações durante obras de manutenção ao longo da via férrea, confira:

Linha 10-Turquesa

Domingo (toda a operação): no sentido Palmeiras-Barra Funda, os trens circulam pela plataforma 3 na Estação Tamanduateí para obras de demolição e reconstrução de via.

Linha 11-Coral

Domingo (toda a operação): trens utilizam a plataforma 2 nas estações Calmon Viana e Suzano para serviços de rede aérea e pintura.

Domingo (até 17h): circulação interrompida entre Luz e Palmeiras-Barra Funda. A orientação é utilizar a Linha 10-Turquesa para realizar este trecho.

Linha 12-Safira

Domingo (até 20h): operação mantida pela plataforma 1 nas estações USP Leste e Comendador Ermelino para poda de árvores e manutenção preventiva.

Expresso Aeroporto

Domingo (até 17h): o serviço terá partidas e chegadas pela Estação da Luz, operando com intervalos de 1 hora durante todo o dia.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda têm mudanças na circulação dos trens durante manutenções programadas neste domingo (25)

[ad_1]

Trem na estação Júlio Prestes, da Linha 8-Diamante

Atuação dos agentes da ViaMobilidade ocorre prioritariamente em períodos de menor movimento

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Neste domingo, 25 de janeiro de 2026, as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda de trens metropolitanos passam por uma nova etapa de serviços de manutenção programada realizados pela ViaMobilidade.

De acordo com a empresa, as intervenções têm como objetivo aprimorar a infraestrutura e a qualidade do serviço prestado aos clientes.

A atuação dos agentes da concessionária deve ocorrer prioritariamente em períodos de menor movimento.

Confira o cronograma das ações:

LINHA 8-DIAMANTE

Os intervalos entre as estações Júlio Prestes e Itapevi serão os mesmos do dia 24, no entanto, não apresentarão via única.

LINHA 9-ESMERALDA

Das 4h às 5h30, os intervalos serão de aproximadamente 25 minutos entre as estações Osasco e Varginha, e via única entre as estações Berrini-Casas Bahia e Socorro, e Autódromo e Pinheiros.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

Ônibus da 1001 voltam a circular na Grande São Luís (MA) após regularização de pagamentos atrasados neste domingo (25)

[ad_1]

Foto:
Leandro Machado de Castro/Ônibus Brasil

Rodoviários paralisaram atividades sem aviso prévio e consentimento do SET

ARTHUR FERRARI

A circulação de ônibus operados pela empresa Expresso 1001 começou a ser normalizada neste domingo (25) na Grande São Luís (MA), após o início do pagamento de salários e benefícios que estavam em atraso para os rodoviários. A paralisação havia interrompido o atendimento de 15 linhas desde a sexta-feira (23).

O movimento teve origem direta entre os funcionários da empresa, sem articulação sindical, e ocorreu em razão da ausência de repasses do décimo terceiro salário, do tíquete-alimentação referente ao mês de dezembro e do adiantamento salarial de janeiro, previsto para o dia 20. Com a regularização parcial dos valores, parte dos trabalhadores retornou às atividades, permitindo a retomada progressiva do serviço.

Durante o período de paralisação, especialmente no sábado (24), mais de 10 bairros ficaram sem transporte coletivo em São Luís (MA) e em municípios da Região Metropolitana. Entre as áreas impactadas estiveram Ipem Turu, Parque Vitória, Ribeira, Vila Isabel Cafeteira, Pedra Caída, Recanto Verde e Forquilha.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) informou que não recebeu comunicação formal sobre a paralisação e, diante disso, classificou a mobilização como ilegal e abusiva.

Como mostrou o Diário do Transporte, nos últimos meses a empresa foi afetada por paralisações geradas por atrasos em pagamentos (relembre). O prefeito da capital, Eduardo Braide, anunciou, ainda em dezembro de 2025, o rompimento de contrato com a empresa (relembre).

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

As empresas de ônibus que receberam em 1974 prorrogações de permissão antes do “saia e blusa”

[ad_1]

Na ordem de cima para baixo, da esquerda para a direita, empresas: Viação Nefer (colorizado por Marcelo Amendola), Vila Esperança; Vila Paulínia., Jurema – Texto: Adamo Bazani, acervos: Mario Custódio, William de Queiróz, CET e Adamo Bazani

Maior parte das companhias, de porte pequeno e familiares, foram engolidas por grandes grupos empresariais

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A cidade de São Paulo se tornou gigante e, em muitos setores, somente os grandes grupos empresariais predominaram, pela estrutura, recursos, capacidade de respostas rápidas a necessidades urgentes de altos investimentos e, deixando a ingenuidade de lado, também por ligações e alianças políticas.

É o caso dos transportes coletivos.

Neste ano de 2026, quando São Paulo completa 472 anos, o sistema de ônibus da capital paulista permanece sendo maior da América Latina, transportando por dia cerca de sete milhões de passageiros, com uma frota cadastrada de quase 13,5 mil coletivos que circulam em pouco mais de 1,3 mil linhas. Todo este universo, com números superiores a de populações brutas de muitas nações inteiras, pela proporção é operada por poucas empresas de ônibus, um total de 24: Santa Brígida, Gato Preto, Sambaíba, Metrópole Paulista, ViaSudeste, Mobibrasil, Grajaú, Ambiental, Transppass, Campo Belo, Gatusa, Express, KBPX, e as viações que surgiram de cooperativas: Spencer, Norte Buss, Transunião, UPBUs (sob intervenção da SPTrans), Pêssego, Allibus, Movebuss, A2 Transportes, Transwolff (sob intervenção da SPTrans), AutoBless, AlfaRodobus.

Mas, há não muito tempo, antes da maior reorganização do sistema de linhas e divisão de grupos empresariais que a cidade teve, em 1978, quando foi instaurado o chamado sistema “saia e blusa” das pinturas de ônibus, o número de empresas de transportes na cidade era bem grande e o de passageiros, logicamente, bem menor. A cor da saia, parte inferior da carroceria, da altura das rodas para baixo, indicava a região atendida. A blusa, parte acima desta área da carroceria, tinha cor e pintura livre a critério das empresas. Foi nesta época que surgiram consórcios e associações.

Até então, a maioria das viações era de pequeno porte, com até 10 ônibus (ou menos, em diversos casos)

Neste dia 25 de janeiro de 2026, Aniversário de São Paulo, o Diário do Transporte traz um documento histórico, oficial, de 31 de julho de 1974, que se trata do decreto de prorrogação até 31 de dezembro de 1977, dos prazos de validade dos Termos de Permissão outorgados a viações privadas pela empresa da prefeitura Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC), que era operadora e gestora, рarа еxploração de linhas de ônibus.

O documento é um registro raro, que vale a pena ser conferido e guardado por quem estuda a história dos transportes e da própria evolução de São Paulo, cujo desenvolvimento se deve e muito aos serviços de ônibus.

Se em 2026, são 24 empresas de ônibus que transportam sete milhões de passageiros, em 1974, eram 73 viações para cerca de um milhão.

Veja a relação, muitos vão se lembrar destes nomes no decreto do então prefeito Miguel Colasuonno:

ABC Transportes Coletivos Ltda;

Alto da Moóca Ltda. Empresa de Ônibus;

Alto do Pari Ltda. Empresa A. Ônibus;

Americanópolis T. Urbanos S/A Garagem;

Anastácio S/A. E. Auto Ônibus;

Bandeirante Ltda. Viação;

Bandeirante Ltda. Viação;

Bola Branca Ltda. Viação;

Brasil Luxo Ltda. A. Viação;

Brasília S/A Viação;

Brasilusa Ltda. Viação;

Braspol Ltda. A. Viação;

Bristol Ltda. Viação;

Campo Belo Ltda. Viação;

Canaă S/A Viação;

Caribe Ltda. A. Viação;

Castro S/A Viação;

Centro-Oeste Ltda. Viação;

Cidade Leonor Ltda. Viação;

Companhia Auxiliar de T. Coletivos;

Consolata Ltda. ;

Constância Transporte T. Ltda. ;

Empresa Paulista de Ônibus Ltda.;

Estrela Dalva Ltda. Viação;

Gato Preto S/A Viação;

Ipiranga S/A Viação;

Itamarati Ltda. Viação;

Itaquera Ltda. V.A. Ônibus;

Jardim Miriam Ltda. Viação;

Jurema Ltda. A. Viação;

Lapa Moinho Velho Ltda. E.A. Ônibus;

Lapa Transportes Coletivos S/A;

Leste Oeste S/A Viação;

Mar Paulista Ltda. Viação e Garagem;

Moema Ltda. A. Viação;

Nações Unidas S/A A. Viação;

Nefer Ltda. Viação;

Nossa Senhora do Socorro Ltda. Viação;

Parada Inglesa S/A E. A. Ônibus;

Paratodos S/A Viação;

Penha – São Miguel Ltda. E.A. Ônibus;

Pompéia S/A Auto Viação;

Real Parque Ltda. Viação;

Rio Bonito S/A Viação;

Santa Amélia Ltda. Viação;

Santa Cecília S/A V.A. Ônibus;

Santa Cruz Ltda. Viação;

Santa Madalena S/A Viação;

Santa Marina Ltda. Viação;

Santo Estevam Ltda. E. Ônibus;

São Benedito Ltda. Viação;

São Geraldo Ltda. E. Onibus;

São João Clímaco Ltda. A. Viação;

São José S/A Viação;

São Lucas Ltda. Viação;

São Luiz Viação Ltda. Empresa;

São Paulo Ltda. Viação;

Senhor do Bonfim Ltda. Viação;

Sete de Setembro Ltda. Viação;

Taboão S/A E. Auto Viação;

Tabu Ltda. A. Viação;

Tânia de Transportes Ltda. Viação;

Tupi T. Urbanos Piratininga S/A;

Tupinambá Ltda. Viação;

Tusa – Transportes Urbanos S/A;

Util – União Transp. Interm. Ltda.;

Viação Urbana Penha S/A;

Vila Carrão Ltda. E.A. Ônibus;

Vila Ema Ltda. E. Ônibus;

Vila Hamburguesa S/A E.A. Ônibus;

Vila Ipojuca S/A E. Ônibus;

Vila Paulina Ltda. E. Ônibus;

Vila Pirituba Lida. E.A. Ônibus;

O sistema “saia e blusa”, que já foi tema de reportagem histórica no Diário do Transporte, trata-se de um dos elementos que integraram uma reorganização tão importante dos transportes da cidade de São Paulo, que influencia até hoje o sistema de ônibus da capital paulista. Em 1978, a equipe do então prefeito Olavo Setúbal (agosto de 1975 a julho de 1979), incluindo o secretário de transportes Adriano Murgel Branco, tenta reorganizar os transportes. Surge a primeira padronização das cores pela qual a parte de baixo dos ônibus (chamada de saia) indicava a região a ser servida. Foi a primeira padronização de pinturas de acordo com região atendida que São Paulo teve. Ficou uma marca nos transportes da cidade e até hoje, os ônibus são mais identificados pela cor da região que atendem que pelo nome da empresa

No sistema Saia e Blusa, a cor da saia do ônibus, que é a parte abaixo do friso ao longo da carroceria, na altura das rodas dos veículos, determinava a região atendida. A cor da blusa (parte acima deste friso) poderia ser escolhida pela empresa operadora

Cor da Saia – Região
Marrom – Zona Norte (Vila Maria, Vila Guilherme, Santana e Tucuruvi)
Amarelo – Zona Leste (Penha, Cangaíba, Erm. Matarazzo, São Miguel Pta. e Itaim Paulista)
Rosa – Zona Sudeste/Zona Leste (Moóca, Tatuapé, Vila Prudente, Vila Matilde, Itaquera e Guianazes)
Vermelho – Zona Sul (Indianópolis, Santo Amaro e Capela do Socorro)
Azul Escuro – Zona Sul/Zona Sudeste (Aclimação, Ipiranga e Saúde)
Azul Claro – Zona Sul (Vila Mariana e Jabaquara)
Laranja – Zona Sudoeste (Butantã e Morumbi)
Verde Escuro – Zona Oeste (Lapa, Perdizes, Perus e Pirituba)
Verde Claro – Zona Noroeste (Casa Verde, Limão, Freguesia do Ó, Vila Brasilândia e Jaraguá)

Empresas que operaram no esquema Saia e Blusa

Lote Empresa
101 Auto Viação Brasil Luxo Ltda.
102 Auto Viação Nações Unidas Ltda. e Empresa Auto Ônibus Parada Inglesa Ltda.
103 Empresa Auto Ônibus Alto do Pari Ltda.
104 Empresa Auto Ônibus Penha São Miguel Ltda.
105 Consórcio Leste-Oeste (Empresa de Ônibus Viação São José Ltda. e Viação Leste-Oeste Ltda.)
106 Auto Viação Tabú Ltda. e Auto Viação Pompéia Ltda.
107 Consórcio Aricanduva (Empresa de Ônibus Santo Estevam Ltda. e Empresa Auto Ônibus Vila Carrão Ltda.)
108 Auxiliar e Alto da Mooca, ou Consórcio Sudeste (Companhia Auxiliar de Transportes Coletivos e Viação Urbana Transleste Ltda.) Depois a Alto da Mooca virou Transleste e a Vila Ipojuca virou Gato Branco
109 COOPERNOVE (Empresa Paulista de Ônibus Ltda. e Empresa de Ônibus Vila Ema Ltda.)
110 Empresa Auto Viação Taboão S.A. e Auto Viação São João Clímaco Ltda.
111 Viação Bristol Ltda.
112 Consórcio Jabaquara (Viação Paratodos Ltda. e TUPI – Transportes Urbanos Piratininga Ltda.)
113 Viação Canaã Ltda. e Viação e Garagem Mar Paulista Ltda.
114 Viação Bola Branca Ltda. e Viação N. Sra. do Socorro Ltda.
115 Auto Viação Jurema Ltda.
116 Empresa São Luís de Viação Ltda.
117 Consórcio Tânia-GATUSA (Viação Tânia de Transportes Ltda. e GATUSA – Garagem Americanópolis de Transportes Urbanos S.A.)
118 Viação Bandeirante Ltda. e Viação Auto Ônibus Santa Cecília Ltda.
119 Viação Castro Ltda. e Viação Santa Madalena Ltda.
120 Viação Gato Preto Ltda./Viação Gato Branco Ltda./Empresa de Ônibus Vila Ipojuca Ltda. ou somente Gato Preto e Vila Ipojuca
121 Viação Santa Brígida Ltda. e Empresa Auto Ônibus Vila Pirituba Ltda.
122 TUSA – Transportes Urbanos Ltda.
123 Viação Brasília S.A.ou Brasilia e Santa Amélia

O sistema Saia e Blusa foi o mais duradouro até o momento na cidade de São Paulo. Ele foi de 1978 até 1991, quando a então prefeita Luiza Erundina decide “municipalizar” o sistema de ônibus. A Prefeitura administrava os recursos obtidos nas catracas e remunerava as empresas prelos serviços prestados, o chamado quilômetro rodado.

Mas até mesma a classificação das regiões tomou como base o sistema de 1978, que muito mais que mudar as cores dos ônibus, reorganizou toda a prestação de serviços e São Paulo e consolidou grandes grupos empresariais, atuantes até hoje.

Uma das marcas da administração Olavo Setúbal (agosto/75 a julho/79), na capital paulista, foi a atuação no transporte de passageiros. Em época na qual o prefeito era nomeado pelo Governador do Estado, ele foi considerado um homem à frente de seu tempo. Muito mais que ações pirotécnicas, que só servem para ganhar eleição ou chamar a atenção da mídia, Setúbal e sua equipe tomaram medidas que alteraram a forma de se transportar passageiros na cidade. Algumas ações não foram consideradas ideais, masresolveram em parte as necessidades urgentes de deslocamento numa cidade que só crescia.

Primeiramente, se destaca o Plano Sistran – Sistema Integrado de Trólebus – que teve como um dos principais maestros o engenheiro Adrianno Branco. O Sistema previu não apenas o aumento do serviço de ônibus elétrico como criou uma nova geração desses veículos. O projeto inicial contemplava a criação de mais de 280 km de linhas de trólebus que se somariam aos 115 km já existentes e elevaria o número de veículos urbanos de tração elétrica para 1.280 ônibus. As exigências do Sistran fizeram a indústria nacional, em parceria com a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos -, desenvolver um novo trólebus, baseado nos conceitos mais modernos adotados, principalmente, na Europa.

Foi até mesmo importado um trólebus alemão, Mercedes Benz O 305, para ser dissecado e estudado a fundo. Nascia assim, para todo o Brasil, um ônibus elétrico com sistema Copper, de controle eletrônico de velocidade por recortadores, piso mais baixo, direção hidráulica, melhor iluminação interna  e disposição dos bancos para o conforto dos passageiros, suspensão pneumática e portas mais largas.

Veja o que pode ser feito quando há vontade e sensibilidade política em relação aos transportes públicos. A iniciativa de uma cidade, no caso a de maior destaque econômico do País, fez com que fossem alteradas as formas de transportar em todo o território nacional.

O problema dos trólebus estava parcialmente resolvido, pelo menos encaminhado. Restava o sistema de transportes municipais. Linhas sobrepostas em detrimento a regiões de pouca demanda e de difícil acesso, sem oferta de transportes adequada. Lotações, ônibus velhos, excesso de empresas e falta de serviços. A cidade cresceu de forma desorganizada e os transportes também.

Em 1978, a equipe de Setúbal tenta reorganizar os transportes. Surge a primeira padronização das cores pela qual a parte de baixo dos ônibus (chamada de saia) indicava a região a ser servida. A cidade foi divida em 23 lotes operacionais. Bom para grandes empresários, que encampavam as viações menores. José Ruas Vaz, o maior transportador de São Paulo e dono da encarroçadora Caio, desde 2001, foi um dos grandes beneficiados na época. Mas, como nada se dá do dia para a noite, o início do sistema Saia e Blusa gerou muitas confusões entre usuários e até mesmo funcionários de empresas de ônibus.

Não seria possível padronizar todos ônibus de uma só vez. Então, foi um festival de veículos de uma mesma viação com cores diferentes. Por exemplo, o Grupo Gatti, de Luis Gatti, que fundou a Viação Gato Preto nos primórdios dos transportes por ônibus em São Paulo, tinha várias empresas: como a Trancolapa S.A, a Empresa Auto Ônibus Anastácio, a Empresa de ônibus Vila Hamburgueza, entre outras. Cada uma tinha uma cor diferente. Todas tiveram de se unir na Viação Gato Preto. Por mais que os serviços de funilaria e pintura não parassem, era impossível pintar toda a frota.

 

FOTO 2 SAIA E BLUSA

O mesmo ocorreu entre viações diferentes. Para não repassarem totalmente seus serviços a empresas maiores, como havia proposto o poder público, os então proprietários da Viação Tupinambá e da Viação São Benedito fizeram uma espécie de acordo com a Transportes Urbanos Piratininga (TUPI).

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

 

[ad_2]

Fonte

Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski vencem mais uma e avançam às quartas de final do Australian Open

0

[ad_1]

A brasileira Luisa Stefani e a canadense Gabriela Dabrowski seguem com uma campanha consistente no Australian Open de 2026.

Cabeça de chave 5 em Melbourne, a dupla alcançou a fase de quartas de final do primeiro Grand Slam da temporada de tênis com uma vitória sem grandes sustos neste sábado (24).

Diante da norte-americana Nicole Melichar e a espanhola Cristina Bucsa, cabeças de chave número 9 do torneio australiano, Stefani e Dabrowski venceram na noite deste sábado por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 6/3.

As adversárias da próxima rodada seguem indefinidas. Stefani e Dabrowski vão enfrentar as vencedoras do duelo entre Su-Wei Hsieh (Taiwan) e Jelena Ostapenko (Letônia) contra a dupla formada por Sofia Kenin (EUA) e Laura Siegemund (Alemanha)

[ad_2]

Fonte

São Paulo tem 4,9 mil ônibus circulando neste domingo (25), aniversário da cidade

[ad_1]

Não há cobrança de tarifa, como em todos os domingos, e alguns postos do Bilhete Único vão fechar. “Paulistar” tem guias bilíngues

ADAMO BAZANI

Neste domingo, 25 de janeiro de 2026, aniversário de 472 anos de São Paulo, estão programados para circular pela cidade 4,9 mil ônibus municipais dos cerca de 13 mil da frota total.

A informação é da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos serviços. Assim os intervalos serão basicamente os mesmos dos outros domingos.

Não há cobrança de tarifa.

Além disso, alguns postos do Bilhete Único fecham, como do Jabaquara, Santana e Central, que já habitualmente não abrem aos domingos.

Já os ônibus elétricos das três linhas do Serviço Paulistar excepcionalmente contam com guias turísticos bilingues para explicar parte da história da metrópole e dar dicas sobre os principais pontos turísticos com diversas vocações: memória, religioso, esportivo, cultural, musical, gastronômico, ambiental e familiar.

Além dos guias, foram colcoados atendentes especiais para orientação no embarque nestes veículos.

Estes profissionais se concentramno Terminal Pq. Dom Pedro II, Museu do Ipiranga (Rua Costa Aguiar), Terminal Metrô Ana Rosa.

Veja os detalhes:

Operação dos ônibus

A frota do sistema de transporte público municipal no feriado (25) será de 4.9 mil veículos, o que corresponde a um domingo, quando, inclusive, os passageiros têm o benefício da Tarifa Zero e podem se deslocar, da 0h às 23h59, sem pagamento da passagem, somente utilizando o Bilhete Único para passar pela catraca.

Postos

O atendimento dos postos de venda da SPTrans nos terminais de ônibus e Expresso Tiradentes será das 6h às 22h. Já os postos Jabaquara, Santana e Central não abrem aos domingos e seguirão fechados no feriado.

Recarga do Bilhete Único

Um dos serviços mais procurados nos postos de atendimento é a recarga do bilhete, que pode ser realizada por meio de aplicativos. A lista com os apps credenciados para a venda de crédito do Bilhete Único está disponível no site da SPTrans. Após a compra dos créditos, recarregue o cartão nas máquinas automáticas ou nos validadores no interior dos coletivos.

– Postos de venda e atendimento dos terminais e Expresso Tiradentes: funcionamento normal, das 6h às 22h
– Postos Jabaquara e Santana: fechados
– Posto Central da SPTrans: fechado
– Posto de Apoio à Mulher – Terminal Sacomã: fechado

Posto de Apoio à Mulher – Terminal Sacomã

Aos domingos, não há atendimento no Posto de Apoio à Mulher – Terminal Sacomã. Portanto, no feriado de 25 de janeiro, as interessadas deverão se dirigir à Casa da Mulher Brasileira.

O Posto de Apoio à Mulher, localizado no mezanino do Terminal Sacomã, realiza atendimento de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h.

Paulistar

Os ônibus elétricos das três linhas do Serviço Paulistar vão contar com guias turísticos bilingues para explicar parte da história da metrópole e dar dicas sobre os principais pontos turísticos com diversas vocações: memória, religioso, esportivo, cultural, musical, gastronômico, ambiental e familiar.

Além dos guias, haverá atendentes especiais para orientação no embarque nestes veículos.

Estes profissionais vão se concentrar em três pontos de atração:

– Terminal Pq. Dom Pedro II: Contará com 16 guias bilíngues e 4 recepcionistas.

– Museu do Ipiranga (Rua Costa Aguiar): Terá à disposição 20 guias bilíngues e 5 recepcionistas para orientar os visitantes.

– Terminal Metrô Ana Rosa: Ponto de conexão fundamental, receberá 20 guias bilíngues e 5 recepcionistas ao longo do dia.

A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT), a SPTrans e a Secretaria Municipal de Turismo.

Lembrando que em todo o aniversário de São Paulo e aos domingos (neste ano de 2026, o aniversário calhou de ser em um domingo), a tarifa é zero para todos os passageiros e em todos os ônibus da cidade.

O Paulistar é composto de três linhas, todas operadas por ônibus 100% elétricos.

Linha Paulistar 1 – Circuito Cultura: parte do Terminal Parque D. Pedro II em direção ao Parque da Luz, passando por pontos centrais como Museu da Língua Portuguesa, Theatro Municipal, Pinacoteca, Pateo do Collegio, Mercadão, Praça da República e bairros da Liberdade e Bixiga.

Linha Paulistar 2 – Circuito Parques: liga o Parque da Independência, onde se encontra o Museu do Ipiranga, ao Parque Ibirapuera, com passagem pelo Parque da Aclimação. O trajeto inclui ainda referências como o Museu de Zoologia da USP e o Sesc Vila Mariana.

Linha Paulistar 3 – Circuito Lazer: tem ponto de partida no Pacaembu e destino no Paraíso, atendendo também o Parque Ibirapuera. A rota conecta a região da Avenida Paulista, com paradas próximas ao MASP, Casa das Rosas e Japan House, integrando áreas de esporte, cultura e lazer da cidade.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Paulo Antunes explica por que os Warriors, da NBA, devem abrir mão de Curry, lembra ‘sacrilégio’ dos Celtics e decreta: ‘Essa dinastia acabou’

0

[ad_1]

No 8° lugar da Conferência Oeste da NBA e vindo de duas derrotas, o Golden State Warriors faz uma campanha bastante aquém do que foi a franquia em anos anteriores, quando embalou nada menos do que quatro títulos da competição, em 2015, 2017, 2018 e 2022.

A solução para a “crise” vivida pelos Warriors? Para Paulo Antunes, comentarista dos canais Disney, a saída de Stephen Curry, principal astro da franquia, pode ser o início de uma mudança drástica, mas necessária para que o time de São Francisco volte aos velhos tempos.

Durante o ESPN League, Paulo Antunes explicou sua visão sobre o tema, questionando, inclusive, o futuro da franquia quando Curry, hoje com 37 anos, se aposentar das quadras.

“Sei que talvez essa visão seja um ‘sacrilégio’, mas se os Warriors conseguissem mandar o Curry para um time que está a um jogador de vencer títulos, para ele ter uma chance de vencer títulos, talvez seria o melhor para os dois [franquia e jogador]”.

“Estou te falando, ele tem 37 anos, não vai ganhar mais um título em Golden State. Não consigo imaginar um cenário em que ele vença mais um título em Golden State”.

“A gente pode ficar mais sentimental com isso, porque ele foi selecionado lá, ele é a franquia, talvez o jogador mais importante da franquia, tudo o mais, só que qual vai ser o futuro dos Warriors daqui a 2 anos? Sinceramente, quando o Curry se aposentar, qual vai ser [o futuro da franquia]? O que vão fazer? Vai voltar a ser os Warriors de antigamente que perdia tudo?”, explicou o comentarista.

Paulo Antunes destacou ainda como o elenco dos Warriors está envelhecido e comparou a situação atual da franquia com a do Boston Celtics, em 2013, quando a franquia acertou a troca de nomes consagrados como Paul Pierce e Kevin Garnett para Brooklyn Nets em troca de primeiras escolhas no Draft, no qual recrutaram as hoje estrelas Jaylen Brown e Jayson Tatum e, mais à frente, voltaram a ser campeões.

“Se você conseguisse não sei quantas escolhas de primeira rodada, para tentar pensar no futuro… Essa dinastia já acabou e já acabou faz um tempo. [Jimmy] Buttler tem 36 anos, acabou de romper o ligamento cruzado anterior, o [Daymond] Green tem 35 anos, não vai rolar mais”.

“A gente lembra quando os Celtics trocaram [em 2013] o Paul [Pierce] e o Kevin [Garnett], foi um ‘sacrilégio’, aí pegaram o Jaylen Brown e o Jayson Tatum. São decisões bem complicadas, mas que precisam ser analisadas com carinho. Eu amo o Curry, é um fantástico jogador, mas por quantos anos mais ele será esse jogador? Talvez dois, três, a não ser que ele vire um Lebron James, jogando até os 50 anos neste estilo e nível, mas acho muito difícil”, finalizou.

[ad_2]

Fonte