Decorada com as cores icônicas da marca de tijolos de brinquedo, frota de 15 ônibus da IVECO BUS transporta cerca de 2.000 funcionários da empresa, de casa ao trabalho
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
Na Hungria, a IVECO BUS e a ECO-tech visiON Kft, concessionária local, entregaram 15 unidades do CROSSWAY Line ao cliente RÉVÉSZ Group. Vestida com as cores icônicas da marca LEGO®, a frota transporta diariamente cerca de 2.000 funcionários da empresa, de casa ao trabalho.
Ideal para o transporte de curta e média distância, o CROSSWAY possui de 13 metros de comprimento.
Entre os benefícios do modelo para os funcionários da LEGO® estão:
• Equipamentos modernos, com Wi-Fi a bordo e assentos ergonômicos;
• Sistemas de assistência à condução (ADAS);
• Capacidade de até 59 passageiros por veículo;
• Design nas cores da LEGO®.
“Estamos orgulhosos de que nossos ônibus CROSSWAY desempenhem um papel fundamental em um projeto concebido para melhorar o dia a dia dos funcionários, ao mesmo tempo em que celebram a criatividade da LEGO®. Essa iniciativa demonstra nosso compromisso em oferecer soluções de mobilidade seguras, confortáveis e de alto desempenho, tanto para os colaboradores quanto para a comunidade. Ela se apresenta como um modelo inspirador de mobilidade corporativa!”, aponta Jan Kimla, diretor de Negócios da IVECO BUS para a Comunidade Econômica Europeia (CEE) e países nórdicos.
Mudanças entram em vigor em 1º de janeiro de 2026 e detalham onde cada tipo de veículo pode circular, exigências de equipamentos e necessidade de habilitação, conforme a Resolução Contran nº 996/2023
ALEXANDRE PELEGI
A Prefeitura de São José dos Campos, município do Vale do Paraíba, no interior do Estado de São Paulo, informou que entram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026 novas regras de circulação para ciclomotores, bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos. A cidade tem cerca de 730 mil habitantes, é a maior do Vale do Paraíba e integra o eixo urbano entre São Paulo e Rio de Janeiro, com forte presença de polos industrial, tecnológico e aeroespacial.
As mudanças seguem a Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 996/2023 e buscam organizar a circulação desses veículos, aumentar a segurança viária e melhorar a convivência entre pedestres, ciclistas e veículos motorizados em um município com alta taxa de deslocamentos urbanos diários.
Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana, a atualização da legislação deixa mais claras as definições de cada tipo de veículo, o que impacta diretamente os locais permitidos para circulação, os limites de velocidade, os equipamentos obrigatórios e as exigências de habilitação e registro.
Definição correta do veículo é o ponto de partida
A nova norma detalha as categorias de veículos de forma objetiva:
Bicicleta convencional: movida exclusivamente pela força humana, sem motor.
Bicicleta elétrica (pedal assistido): possui motor apenas para auxiliar a pedalada, não conta com acelerador e pode atingir até 32 km/h — ou até 45 km/h em uso esportivo. Modelos com acelerador não são considerados bicicletas elétricas.
Equipamentos de mobilidade individual autopropelidos: englobam patinetes, monociclos e similares, com velocidade máxima de 32 km/h e largura de até 70 centímetros.
Ciclomotores: veículos motorizados de duas ou três rodas, elétricos ou a combustão, com velocidade máxima de 50 km/h. Exigem habilitação (ACC ou categoria A), registro, emplacamento e uso de capacete.
Motocicletas e motonetas: seguem integralmente o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e exigem habilitação na categoria A.
Onde cada veículo pode circular
As regras também delimitam com precisão os espaços permitidos para cada categoria:
Ciclomotores: podem circular apenas na pista de rolamento. É proibido trafegar em calçadas, ciclovias, ciclofaixas e em vias com velocidade regulamentada acima de 70 km/h.
Bicicletas elétricas e equipamentos autopropelidos: podem circular em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas ou no bordo direito da via quando não houver infraestrutura cicloviária.
Em áreas destinadas a pedestres — como calçadas, parques e praças — a circulação é permitida somente até 6 km/h, sempre com prioridade absoluta ao pedestre.
Limites de velocidade e equipamentos obrigatórios
A resolução estabelece limites específicos de velocidade conforme o espaço de circulação:
Passeios compartilhados: até 6 km/h.
Ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas: até 20 km/h.
Também passam a ser exigidos equipamentos mínimos de segurança, como campainha, sinalização noturna, indicador de velocidade e pneus em boas condições. Para ciclomotores e motocicletas, seguem obrigatórios itens previstos no CTB, como farol, lanternas, espelhos retrovisores, velocímetro e capacete.
Condutas proibidas continuam valendo
Independentemente do tipo de veículo, permanecem proibidas práticas como:
Uso de celular ou fones de ouvido durante a condução;
Circulação na contramão;
Condução com apenas uma das mãos;
Transporte de crianças menores de 10 anos.
A fiscalização ficará a cargo da Secretaria de Mobilidade Urbana, seguindo o Código de Trânsito Brasileiro. Segundo a prefeitura, a atuação terá caráter prioritariamente educativo e preventivo, com foco na redução de riscos e na preservação de vidas.
Média diária prevista pela concessionária é de 107 mil veículos
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
A Lamsa, concessionária que administra a Linha Amarela, no Rio de Janeiro, estima que aproximadamente 857 mil veículos circulem pela via expressa entre os dias 29 de dezembro e 04 de janeiro, período que inclui o feriado de Ano Novo. A média diária prevista é de 107 mil veículos.
Para atender à demanda e garantir fluidez e segurança, a concessionária preparou uma operação especial, com a disponibilização de até 50 colaboradores por turno, reforçando principalmente o atendimento nas praças de pedágio em horários de pico. Controladores de tráfego atuarão de forma contínua, e os painéis eletrônicos da via exibirão informações em tempo real sobre as condições do trânsito e do clima, além de mensagens de orientação aos motoristas.
A concessionária recomenda que os usuários se programem com antecedência e evitem, sempre que possível, os horários de maior movimento.
Previsão de tráfego do Ano Novo
Semana de réveillon 2026
Quarta-feira (31/12) – Tráfego intenso das 9h às 18h
Quinta-feira (01/01) – tráfego leve das 12h às 20h
Sexta-feira (02/01) – Tráfego moderado das 7h às 18h
Mudança ocorre a partir de 10 de janeiro de 2026. Algumas ligações vão ter ponto final no Terminal Parada Inglesa ou em vias próximas. Outras linhas vão se tornar circulares
ADAMO BAZANI
Quem utiliza ônibus na zona Norte de São Paulo deve estar atento.
A partir de 10 de janeiro de 2026, por causa de obras de recuperação do pavimento de acesso, diversas linhas vão deixar de atender dentro do Terminal Metrô Tucuruvi.
A previsão é que as obras sejam concluídas em 16 de janeiro de 2026, quando as linhas devem voltar ao normal.
A informação foi confirmada pela gerenciadora dos transportes da cidade, SPTrans (São Paulo Transporte) ao Diário do Transporte.
Algumas ligações vão ter ponto final no Terminal Parada Inglesa ou em vias próximas, como em sistema circular a partir da Rua Ausônia, em sistema circular a partir da Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (sentido bairro), em sistema circular a partir da Rua Cônego Ladeira, com pontos finais na Av. Dr. Antônio Maria Laet (sentido bairro), entre outras.
Confira a relação completa:
De sábado, 10/01, a sexta-feira, 16/01/2026.
Motivo: obras no pavimento do acesso ao Terminal Tucuruvi do Metrô.
Acompanhe como a sua linha atenderá nesse período:
1765-10 Jd. Cabuçu – Metrô Tucuruvi 1767-10 Pq. Edu Chaves – Metrô Tucuruvi Atenderão com pontos finais no Terminal Parada Inglesa do Metrô.
Itinerários:
1765-10 Jd. Cabuçu – Metrô Parada Inglesa Ida: Rua Dr. Azevedo Lima, Rua Alzira, prosseguindo normal até a Avenida Guapira, Avenida General Ataliba Leonel, Rua Antônio Domingues de Carvalho, Avenida Luiz Dumont Vilares, Terminal Metrô Parada Inglesa. Volta: Terminal Metrô Parada Inglesa, Rua Prof. Marcondes Domingues, Avenida Luís Dumont Vilares, Acesso, Rua Tomé Portes, Avenida General Ataliba Leonel, Avenida Guapira, prosseguindo normal.
1767-10 Parque Edu Chaves – Metrô Parada Inglesa Ida: Rua Rei Alberto, Rua Prof. Mamede Freire, prosseguindo normal até a Avenida Guapira, Avenida General Ataliba Leonel, Rua Antônio Domingues de Carvalho, Terminal Metrô Parada Inglesa. Volta: Terminal Metrô Parada Inglesa, Rua Prof. Marcondes Domingues, Avenida Luís Dumont Vilares, Acesso, Rua Tomé Portes, Avenida General Ataliba Leonel, Avenida Guapira, Avenida Luís Stamatis, prosseguindo normal. _____________________________________________ 1772-10 Jd. Filhos da Terra – Metrô Tucuruvi 2023-10 Cachoeira – Metrô Tucuruvi 2023-41 Jd. Labitary – Metrô Tucuruvi Atenderão com pontos finais na Av. Dr. Antônio Maria Laet (sentido bairro).
Itinerários:
1772-10 Jd. Filhos da Terra – Metrô Tucuruvi. Ida: Rua BR. Carlos De Souza Anhumas, Alameda dos Sabiás prosseguindo normal até a Rua Paulo de Faria, Rua Paranabi, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet. Volta: Avenida Dr. Antônio Maria de Laet, Rua Pero Vidal, Rua Manuel Gaya, prosseguindo normal até a Rua BR. Carlos De Souza Anhumas.
2023-10 Cachoeira – Metrô Tucuruvi. Ida: Rua dos Cântaros, Av. Cel. Sezefredo Fagundes, prosseguindo normal até Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (B/C), Retorno, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (C/B). Volta: Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (C/B), Retorno, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (B/C), Avenida Tucuruvi, prosseguindo normal até a Rua dos Cântaros.
2023-41 Jd. Labitary – Metrô Tucuruvi. Ida: Rua Ana do Sacramento Andrade, Av. Cel. Sezefredo Fagundes, prosseguindo normal até Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (B/C), Retorno, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (C/B). Volta: Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (C/B), Retorno, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (B/C), Avenida Tucuruvi, prosseguindo normal até a Rua Ana do Sacramento Andrade.
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1705-10 Jd. São João – Metrô Tucuruvi Atenderá em sistema circular a partir da Rua Cônego Ladeira
Itinerário:
Sentido único: Rua Maurício Grabois, Rua Nelson de Lima Piauhy Dourado, prosseguindo normal até a Avenida Mazzei, Rua Cônego Ladeira, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet, Rua Claudino Inácio Joaquim, Avenida Mazzei, Rua Imbiras, prosseguindo normal até a Rua Maurício Grabois.
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1705-51 Cem. Pq. da Cantareira – Metrô Tucuruvi Atenderá em sistema circular a partir da Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (sentido bairro).
Itinerário:
Sentido único: Rua Manuel de Araujo, Rua Roberto Baldin, prosseguindo normal até a Rua Paulo de Faria, Rua Paranabi, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet, Rua Pero Vidal, Rua Manuel Gaya, prosseguindo normal até a Rua Manuel de Araujo.
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2028-10 Vila Ayrosa – Metrô Tucuruvi 2029-10 Jd. Fontális – Metrô Tucuruvi Atenderão em sistema circular a partir da Rua Ausônia
Itinerários:
2028-10 Vila Ayrosa – Metrô Tucuruvi (Circular). Sentido único: Rua s/ denominação, Rua Santo Anselmo da Cantuária, prosseguindo normal até a Rua Ausônia, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet, Rua Claudino Inacio Joaquim, Avenida Mazzei, Rua Manoel Gaya, prosseguindo normal até a Rua s/ denominação.
2029-10 Jd. Fontális – Metrô Tucuruvi (Circular). Sentido único: Praça flor de maio, Rua Orquídea, prosseguindo normal até a Rua Ausônia, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet, Rua Claudino Inacio Joaquim, Avenida Mazzei, Rua Imbirás, prosseguindo normal até a Praça Flor de Maio.
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1701-21/22 Jova Rural – Metrô Tucuruvi 1722-10 Jd. Marina – Metrô Tucuruvi Serão mantidas dentro do próprio terminal, sem alteração de itinerário. Atenderão nos pontos das linhas 1765-10 e 1767-10 que estarão atendendo no Terminal Parada Inglesa do Metrô.
1016-10 Cem. do Horto – Shop. Center Norte 1738-10 Vl. Constança – Metrô Santana Para liberar espaço e receber duas linhas do Terminal Tucuruvi do Metrô, as linhas deixarão de atender no sentido volta (bairro), os pontos de passagem no interior do Terminal Parada Inglesa.
Itinerários:
1738-10 Vl. Constança – Metrô Santana Atenderá o ponto da Av. Luís Dumont Vilares, frente o terminal Parada Inglesa. Ida: sem alteração. Volta: Rua Ezequiel Freire, prosseguindo normal até a Rua Antônio Domingues de Carvalho, Avenida Luís Dumont Villares, Avenida Álvaro Machado Pedrosa, prosseguindo normal até a Rua aranha de Menezes.
1016-10 Cem. do Horto – Shop. Center Norte Atenderá o ponto de passagem, provisório, na Rua Prof. Marcondes Domingues. Ida: sem alteração. Volta: Avenida Otto Baumgart, Avenida Zaki Narchi, prosseguindo normal até Avenida Luís Dumont Villares, Rua Manuel Taveira, Rua Prof. Marcondes Domingues, prosseguindo normal até a Rua Frederico Esteban Junior. ________________
Linhas noturnas
N234-11 Metrô Tucuruvi – Lgo. do Pery Permanecerá no terminal e atenderá com ponto provisório no lugar da linha 1772-10 JD. Filhos da Terra – Metrô Tucuruvi.
N203-11 Metrô Tucuruvi – Term. Pq. Dom Pedro II N204-11 Metrô Tucuruvi – Term. Pq. Dom Pedro II Atenderão com ponto provisório na Rua Paulo de Faria.
Itinerários:
N203-11 Metrô Tucuruvi – Term. Pq. Dom Pedro II Ida: Rua Paulo de Faria, Avenida Tucuruvi, prosseguindo normal até o Terminal Parque Dom Pedro II. Volta: Terminal Parque Dom Pedro II, Viaduto Vinte e Cinco de Março, prosseguindo normal até a Rua Paulo de Faria (C/B), Retorno, Rua Paulo de Faria (B/C).
N204-11Metrô Tucuruvi – Term. Pq. Dom Pedro II Ida: Rua Paulo de Faria (B/C), Retorno, Rua Paulo de Faria (C/B), Rua dos Ferroviários, prosseguindo normal até o Terminal Parque Dom Pedro II. Volta: Terminal Parque Dom Pedro II, Viaduto Vinte e Cinco de Março, prosseguindo normal até a Rua Paulo de Faria (C/B), Retorno, Rua Paulo de Faria (B/C).
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N232-11 Metrô Tucuruvi – Pq. Novo Mundo N237-11 Metrô Parada Inglesa – Pq. Edu Chaves Serão mantidas dentro do próprio terminal, sem alteração de itinerário. Atenderão nos pontos das linhas 1765-10 e 1767-10 que estarão atendendo no Terminal Parada Inglesa do Metrô.
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N239-11 Metrô Parada Inglesa – Vl. Nova Galvão Atenderá com ponto final no Terminal Metrô Parada Inglesa
Itinerário:
Sentido ínico: Terminal Parada Inglesa, Avenida Luiz Dumont Vilares, Avenida Álvaro Machado Pedrosa, Rua Paulo de Faria, Rua Paranabi, prosseguindo normal até a Avenida Dr. Antônio Maria de Laet, Avenida Tucuruvi, Avenida Luiz Dumont Vilares (B/C), Acesso, Avenida Luiz Dumont Vilares (C/B), Terminal Parada Inglesa.
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N244-11 Metrô Tucuruvi – Jd. Flor de Maio Permanecerá no Terminal, atendedo com ponto final no lugar da linha 2023-10 Cachoeira – Metrô Tucuruvi.
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N237-11 Metrô Parada Inglesa – Pq. Edu Chaves Atenderá com ponto final no Terminal Metrô Parada Inglesa
Itinerário:
Sentido único: Terminal Parada Inglesa, Avenida Luiz Dumont Vilares, Avenida Álvaro Machado Pedrosa, Rua Paulo de Faria, Rua dos Ferroviários, Avenida Guapira, Avenida Luís Stamatis, prosseguindo normal até a Avenida Guapira, Avenida General Ataliba Leonel, Rua Antônio Domingues de Carvalho, Avenida Luiz Dumont Vilares, Terminal Metrô Parada Inglesa.
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N244-11 Metrô Tucuruvi – JD. Flor de Maio Atenderá com ponto inicial na Avenida Dr. Antônio Maria de Laet
Itinerário:
Sentido único: Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (C/B), Retorno, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet (B/C), Rua Paranabi, Rua dos ferroviários, prosseguindo normal até a Avenida Tucuruvi, Rua Paulo de Faria, Rua Paranabi, Avenida Dr. Antônio Maria de Laet.
N201-11 Metrô Tucuruvi – Term. PQ. Dom Pedro II Atenderá com ponto inicial na Rua Paulo de Faria (sentido centro)
Itinerário: Ida: Rua Paulo de Faria (sentido centro), Rua Paulo de Faria (sentido bairro), Rua dos Ferroviários, prosseguindo normal até o Terminal Parque Dom Pedro II. Volta: Terminal Parque Dom Pedro II, Viaduto Vinte e Cinco de Março, prosseguindo normal até a Rua Paulo de Faria (sentido bairro), Rua Paulo de Faria (sentido centro).
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
A descarbonização do transporte coletivo avançou em 2025, especialmente nas grandes cidades
Entidade com quase 50 anos de atuação em defesa do transporte coletivo vê avanços pontuais, mas cobra marco legal, coordenação nacional e políticas estruturantes para além do discurso eleitoral
ALEXANDRE PELEGI
A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), entidade com quase cinco décadas de atuação na defesa do transporte coletivo no Brasil, avalia o cenário de 2026 com cautela e faz um alerta claro ao poder público: o setor entra em um ano eleitoral marcado por pressões fiscais, juros elevados e risco de soluções populistas dissociadas da realidade técnica, financeira e institucional da mobilidade urbana.
Ao analisar o contexto político, econômico e regulatório do país, a ANTP reconhece avanços recentes, mas reforça que não há espaço para euforia. Para a entidade, o transporte público brasileiro só avança quando há planejamento de longo prazo, debate qualificado e decisões baseadas em dados — e não em improvisações administrativas ou promessas de curto alcance.
Mais do que uma entidade representativa, a ANTP atua como um espaço permanente de convergência entre especialistas, operadores, indústria, academia e poder público. Nesse ambiente, o transporte coletivo é tratado como política pública essencial, e não como resposta emergencial a crises pontuais. A entidade reconhece esforços recentes de órgãos federais, estaduais e municipais, ainda que de forma desigual, fragmentada e, muitas vezes, sem coordenação nacional.
Segundo conselheiros e associados da ANTP, o diagnóstico para 2026 é direto: haverá intensificação do debate público, muitas promessas e pouco espaço fiscal para erros. O risco, já conhecido pelo setor, é a repetição de um padrão histórico — discursos ambiciosos sem projetos estruturados, fontes de financiamento definidas ou capacidade de execução.
Marco legal segue como principal gargalo
No campo regulatório, a ANTP aponta como preocupação central a ausência de avanço no marco legal do transporte público. A falta de regras claras e estabilidade institucional mantém contratos fragilizados, dificulta o planejamento de longo prazo e amplia a insegurança jurídica para operadores e gestores públicos.
Nesse ambiente, a entidade vê com preocupação a banalização do debate sobre tarifa zero, frequentemente apresentada sem estudos técnicos, fontes sustentáveis de financiamento ou avaliação de impactos sobre o equilíbrio do sistema. Para a ANTP, soluções simplificadas podem gerar efeitos colaterais graves no médio e longo prazo.
Transição energética avança, mas sem política nacional
Do ponto de vista tecnológico, o cenário é mais dinâmico. A descarbonização do transporte coletivo avança, especialmente nas grandes cidades, com a incorporação de ônibus elétricos, uso de biometano e a entrada gradual de combustíveis em fase de maturação, como o HVO e soluções híbridas.
A ANTP, no entanto, reforça um alerta recorrente: tecnologia sem estratégia tende a virar modismo. A transição energética exige planejamento, infraestrutura adequada, regulação consistente e escala. Sem uma política nacional clara de descarbonização do transporte coletivo, o mercado acaba se organizando por conta própria, enquanto o poder público frequentemente chega atrasado ao debate.
Segurança viária e mototáxi seguem como pontos sensíveis
Outro tema sensível destacado pela entidade é a segurança viária. A ANTP avalia que, apesar de avanços pontuais, o país segue falhando na redução das mortes no trânsito, especialmente aquelas envolvendo motocicletas. Dada a complexidade do problema, a entidade defende a atuação coordenada dos três entes federativos, com políticas integradas de fiscalização, engenharia viária, educação e regulação.
Nesse contexto, a ANTP mantém sua posição histórica contrária à adoção do mototáxi nas cidades. Caso decisões judiciais imponham a regulamentação do serviço, a entidade defende critérios rigorosos, com definição clara do modo de operação, das responsabilidades das plataformas digitais e das obrigações das empresas de aplicativo. Sem isso, o risco é a transformação da atividade em uma ação predatória sobre o transporte público, com impacto direto na segurança viária e no equilíbrio do sistema.
Renovação de frota não basta sem infraestrutura
A indústria de ônibus entra em 2026 com postura cautelosa. A produção segue relativamente estável, o crescimento é limitado e a dependência de exportações permanece elevada. Ao mesmo tempo, o setor convive com entraves como juros altos, crédito caro e um déficit de frota acumulado desde a pandemia.
Para a ANTP, renovar frota, isoladamente, não resolve os problemas estruturais do transporte coletivo. Sem corredores exclusivos, faixas dedicadas, terminais adequados e integração metropolitana, o ônibus perde competitividade. O usuário, destaca a entidade, decide com base em tempo, conforto e previsibilidade — e abandona o sistema quando essas condições não são entregues.
Política nacional de mobilidade é apontada como caminho
Diante desse cenário, uma das principais mensagens da ANTP para 2026 é a defesa de uma política nacional de mobilidade urbana, nos moldes do que já existe em áreas como saúde e educação. Um modelo que envolva União, estados e municípios, com financiamento estruturado, planejamento contínuo e responsabilidades compartilhadas.
A entidade avalia que o transporte público estará presente nos discursos eleitorais ao longo de 2026, o que considera positivo. O alerta, porém, é claro: discurso sem projeto custa caro. Tarifa zero sem estudo, frota limpa sem infraestrutura, tecnologia sem regulação e promessas sem orçamento são atalhos que cobram pedágio depois.
Ao reforçar esse diagnóstico, a ANTP reafirma seu papel histórico de defender o transporte coletivo como política de transformação social de longo prazo. Segundo a entidade, o conhecimento técnico existe e as vozes qualificadas estão disponíveis. O desafio será saber se o país, em 2026, estará disposto a ouvir quem pensa o transporte público para além da próxima eleição.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes
Aumento autorizado por decreto municipal considera necessidade de equilíbrio econômico-financeiro do serviço e sustentabilidade do sistema
ARTHUR FERRARI
A tarifa do transporte coletivo urbano de Arujá (SP) foi reajustada e passou a ter novo valor a partir desta quinta-feira (1º). A atualização representa aumento de R$ 0,50 em relação ao preço que vinha sendo praticado desde janeiro do ano passado, elevando a passagem de R$ 5,50 para R$ 6,00.
O reajuste está amparado no Decreto nº 8.525, de 3 de janeiro de 2025, que trata da política tarifária do sistema municipal de ônibus. O ato autoriza a majoração do valor cobrado nas linhas operadas pela concessionária Arujá Transporte Coletivo Ltda., considerando a necessidade de equilíbrio econômico-financeiro do serviço e a sustentabilidade do sistema.
De acordo com o decreto, o município avaliou custos operacionais, inflação e a realidade orçamentária local, além de comparações com tarifas praticadas em cidades da região do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) e de outros municípios, apontando que o valor anterior estava abaixo da média regional.
O texto também estabelece que a concessionária deve manter a tarifa afixada de forma visível nos veículos, tanto interna quanto externamente, e determina que a Secretaria Municipal de Serviços seja responsável pela fiscalização do cumprimento das regras previstas.
Durante o ‘World Sports Summit’, um encontro inusitado chamou atenção nas redes sociais: o ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC Khabib Nurmagomedov teve uma interação com o ídolo do futebol Ronaldo ‘Fenômeno’, pentacampeão mundial com a seleção brasileira. O momento foi registrado pelo próprio lutador russo e compartilhado em seu ‘Instagram’, encantando fãs de diferentes modalidades esportivas.
No vídeo publicado pelo lutador em seu instagram, Khabib solicita a Ronaldo que faça um passe para ele, e o ex-jogador atende prontamente. Durante a troca, Ronaldo conversa com Gianni Infantino, presidente da FIFA, que revela que quem receber o passe ganhará dois ingressos para a Copa do Mundo de 2026. A cena mistura leveza, admiração e um toque de humor, sendo registrada integralmente pelo lutador russo.
Na legenda da publicação, Nurmagomedov demonstrou toda sua admiração pelo ex-jogador: “Muito obrigado, meu herói de infância”. Ele ainda classificou o momento como uma “situação incrível”, mostrando que, mesmo aposentado do MMA, continua protagonizando episódios marcantes relacionados à sua paixão pelo esporte.
O registro rapidamente repercutiu entre fãs, reforçando a influência de Khabib dentro e fora do octógono. Mais do que um encontro casual, a interação evidencia o respeito mútuo entre ídolos esportivos e a admiração que transcende modalidades e gerações.
Pesquisa analisou quase 11 mil quilômetros no estado e apontou os maiores índices de qualidade do país
ARTHUR FERRARI
As estradas do estado de São Paulo (SP) obtiveram a melhor avaliação entre todas as unidades da Federação na mais recente Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT). O levantamento considerou critérios como condições gerais das vias, pavimento, sinalização e geometria, com resultados superiores às médias nacionais em todos os indicadores analisados.
São Paulo (SP) teve a segunda maior extensão de rodovias avaliadas no país, com 10.970 quilômetros, o equivalente a cerca de 10% dos 114.197 quilômetros pesquisados em todo o Brasil. Desse total, 49,4% foram classificados como ótimos e 27,7% como bons, somando 77,1% de avaliações positivas. No cenário nacional, o índice de ótimo e bom foi de 37,9%.
Na análise do pavimento, 62,7% da malha paulista foram considerados ótimos e 5,9% bons, totalizando 68,6%. Outros 28,8% ficaram na categoria regular, 2,6% foram avaliados como ruins e não houve registro de trechos classificados como péssimos. No Brasil, o percentual de ótimo e bom nesse quesito foi de 43,5%.
A sinalização apresentou o melhor desempenho do país. Segundo a CNT, 72% da extensão avaliada em São Paulo (SP) receberam classificação ótima e 21,1% boa, alcançando 93,1%. Apenas 6,7% ficaram como regulares, enquanto 0,1% foram considerados ruins e outros 0,1% péssimos. A média nacional de ótimo e bom nesse critério foi de 50,4%.
No item geometria da via, que considera características como curvas, aclives, declives, acostamentos, pontes e viadutos, 52,8% da malha paulista foram avaliados como ótimos e 13,4% como bons, somando 66,2%, o maior índice entre os estados. Outros 26,9% ficaram como regulares, 5,6% como ruins e 1,3% como péssimos. No Brasil, o percentual de ótimo e bom foi de 37,8%.
O ranking nacional das rodovias melhor avaliadas concentra 14 das 20 primeiras colocações em trechos localizados no estado de São Paulo (SP), sendo 11 deles sob administração de concessionárias. Entre os destaques estão segmentos da SP-270 (Raposo Tavares), da SP-348 (Bandeirantes), da SP-070 (Ayrton Senna/Carvalho Pinto), da SP-021 (Rodoanel) e da SP-300 (Marechal Rondon).
De acordo com a CNT, rodovias em más condições elevam, em média, 31,2% os custos operacionais do transporte, percentual que pode chegar a 35,8% em estradas sob gestão pública direta. No caso paulista, parte significativa dos trechos mais bem avaliados está associada a contratos de concessão rodoviária, modelo predominante entre as vias que aparecem no topo do ranking.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, sancionou a Lei Complementar nº 212, que promove mudanças estruturais na governança do transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia. Publicada no Diário Oficial do Estado no dia 30 de dezembro de 2025, a norma altera dispositivos centrais da Lei Complementar nº 169/2021, reorganiza o modelo de financiamento do sistema e redefine o papel institucional do Estado e dos municípios na gestão do transporte metropolitano.
Entre os principais pontos da nova lei está a transferência da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) do Município de Goiânia para o Estado de Goiás. A justificativa apresentada no texto legal é a natureza multifederativa da empresa e o fato de sua atuação ocorrer em âmbito metropolitano, sob responsabilidade constitucional do Estado. A mudança exige adequações normativas complementares por parte das duas administrações para consolidação do novo arranjo.
A lei também altera os percentuais de participação dos entes federativos na governança da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC). Caso o Governo de Goiás institua e pague integralmente o subsídio do Programa Passe Livre Estudantil, o Estado passa a deter 47,6% da participação, enquanto Goiânia fica com 36,7%, seguida por Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Trindade e Goianira. Se essa condição não for cumprida, entram em vigor percentuais alternativos, com Estado e Goiânia dividindo igualmente 41,2% da compensação dos déficits tarifários.
Outro eixo relevante da sanção está na reestruturação da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC). O novo desenho amplia a presença do Governo de Goiás no colegiado, que passa a indicar seis conselheiros e manter a presidência, enquanto o Município de Goiânia indica cinco membros e ocupa a vice-presidência. As decisões passam a exigir maioria qualificada de dois terços dos votos, o que altera a dinâmica interna de deliberação.
A legislação ainda formaliza a separação entre tarifa pública, paga pelo usuário, e tarifa de remuneração, que reflete os custos efetivos do sistema e serve de base para a apuração de eventuais déficits. Esses desequilíbrios deverão ser compensados financeiramente pelo Estado e pelos municípios, conforme os percentuais definidos na própria lei.
Logo após a aprovação do projeto na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, manifestou publicamente a intenção de ingressar com uma ação na Justiça para contestar trechos da nova lei. O principal foco da contestação, segundo o prefeito, é a mudança no comando da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), que deixa de estar vinculada ao município e passa para a esfera estadual.
Com a entrada em vigor imediata da Lei Complementar nº 212/2025, o transporte coletivo da Grande Goiânia passa a operar sob um novo marco institucional, com impactos diretos sobre a gestão, o financiamento e o equilíbrio de poder entre Estado e municípios.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes