25.9 C
Rondonópolis
domingo, 14 junho - 17:28
Publicidade
Home Blog Page 29

Tecnologia para mobilidade urbana e modelo de financiamento destacada por documentário do Diário do Transporte

[ad_1]

Taxas de remuneração de agentes financeira variam entre 3% e 6%. Resolução foi publicada nesta segunda-feira (30) no Diário Oficial da União

ADAMO BAZANI

Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena

O CCFGTS – Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, do MTE-  Ministério do Trabalho e Emprego, atualizou as regras para liberação de recursos  do FGTS para o Programa de Desenvolvimento Urbano – Programa Pró-Cidades, dentro da área de aplicação de Infraestrutura Urbana

A resolução foi publicada nesta segunda-feira (30) no Diário Oficial da União e é trazida pelo Diário do Transporte, em primeira-mão.

O Pró-Cidades é destinado a financiar projetos e obras em áreas como iluminação pública, saneamento ambiental, mobilidade urbana, habitação, eficiência energética, geração de energia, internet, segurança, entre outras, com os recursos do Fundo.

A resolução CCFGTS Nº 1.147, de 24 de março de 2026, deixa mais definida a inclusão de um dos modelos de financiamento de recursos, usado no sistema de transporte coletivos na Região Metropolitana de Goiânia e destacado pelo Diário do Transporte em documentário especial “Soluções para Mobilidade”. Veja o que já está transformando a vida das pessoas (ESPECIAL)” – o “Project finance non-recursive”, um caminho foi encontrado pelos empresários de ônibus, Governo do Estado, prefeituras, agentes bancários, fabricantes de ônibus e fornecedores de tecnologias, equipamentos e infraestrutura. É um modelo pelo qual os próprios contratos do sistema são garantidores do financiamento da transição energética, sem onerar os cofres públicos e nem comprometer os recursos dos operadores de transportes.

Veja em:

DOCUMENTÁRIO: Soluções para Mobilidade. Veja o que já está transformando a vida das pessoas (ESPECIAL)

6.3. Adicionalmente, são admitidas operações estruturadas na projeção de fluxo de caixa do projeto, em que o retorno do financiamento esteja vinculado às receitas a serem geradas pelo projeto (project finance).

6.4. Nesse caso, para o alcance de maior segurança para a operação, o agente financeiro deve avaliar a necessidade de a Sociedade de Propósito Específico (SPE) contratar agente fiduciário para desenvolver as atividades de controle e acompanhamento dos recebíveis, do cumprimento das obrigações financeiras previstas no contrato de financiamento e de monitoramento das garantias.

A resolução deixa mais clara a inclusão da tecnologia para mobilidade urbana como passível de receber financiamentos.

3.2. Modalidade 2: modernização tecnológica urbana

Consiste no apoio a estratégias, programas, projetos e ações de desenvolvimento de soluções e tecnologias na agenda de cidades inteligentes, com o objetivo de aperfeiçoar os processos de intervenção urbana integrada e o planejamento e gestão urbanos, podendo incluir a prestação de serviços públicos aos cidadãos, de forma a melhorar a qualidade de vida nas cidades e a promover o desenvolvimento urbano sustentável, inclusivo e resiliente.

Esta modalidade tem como principal referencial a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. Pode abranger soluções de modernização tecnológica relacionadas aos setores iluminação pública, saneamento ambiental, mobilidade urbana, habitação, eficiência energética, geração de energia, internet, segurança, resguardado o limite de competências do Ministério das Cidades.

A resolução também atualiza as condições operacionais para os financiamentos, como a contrapartida mínima de 5%, carência de 48 meses para o início pagamento e prazo de 20 anos para o término do financiamento.

Além disso, estipula entre 3% e 6% as taxas de juros para a remuneração dos agentes financeiros.

Os recursos do Pró-Cidades podem ser liberados tanto para administrações públicas como para empresas privadas.

  1. CONDIÇÕES OPERACIONAIS

As condições operacionais das modalidades seguem as previstas na Seção IV do Capítulo IV da Resolução CCFGTS nº 702, de 4 de outubro de 2012, art. 24, consideradas as suas alterações.

4.1. O prazo de carência corresponde ao prazo originalmente previsto para a execução de todas as etapas programadas para cumprimento do objeto do contrato de financiamento, limitado a 48 (quarenta e oito) meses, sendo permitida sua prorrogação por até metade do prazo originalmente pactuado.

4.2. No que se refere à contrapartida da proposta, os proponentes devem observar contrapartida mínima de 5% (cinco por cento) dos valores de venda, avaliação ou investimento.

4.3. As operações da área orçamentária de infraestrutura urbana admitem como pré-investimento o projeto executivo ou outros itens de investimento, na forma da regulamentação do gestor da aplicação, compondo o valor de contrapartida ou o valor de financiamento.

4.4. Deve ser observado o prazo máximo de amortização de 20 (vinte) anos.

4.5 Os limites de financiamento são estabelecidos pelos agentes financeiros, em função da análise de capacidade de pagamento, observadas as condições definidas na Resolução CCFGTS nº 702, de 2012.

  1. TAXAS DE JUROS E DE REMUNERAÇÃO DOS AGENTES FINANCEIROS

As taxas de juros e da remuneração dos agentes financeiros seguem as previstas nas Seções I e II do Capítulo V da Resolução CCFGTS nº 702, de 2012, consideradas as suas alterações.

5.1. As taxas nominais de juros das operações de empréstimo vinculadas aos recursos alocados nas modalidades em questão são fixadas em 6% (seis por cento) ao ano.

5.2. Os agentes financeiros estão autorizados a cobrar, a título de diferencial de juros e taxa de risco de crédito, até 3,00% (três por cento) ao ano, nas operações com entidades ou órgãos vinculados ao setor público e a pessoas jurídicas.

  1. GARANTIAS DE RETORNO DO RECURSO

6.1. As garantias de retorno do recurso do FGTS são as previstas na Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, bem como em Resoluções do Conselho Curador do FGTS.

6.2. Fica a critério do agente financeiro a definição das garantias a serem aceitas nas operações de crédito, observadas aquelas previstas na Lei nº 8.036, de 1990, e nas Resoluções do Conselho Curador do FGTS, em valores suficientes para garantir a integralidade do valor aplicado na operação.

6.3. Adicionalmente, são admitidas operações estruturadas na projeção de fluxo de caixa do projeto, em que o retorno do financiamento esteja vinculado às receitas a serem geradas pelo projeto (project finance).

6.4. Nesse caso, para o alcance de maior segurança para a operação, o agente financeiro deve avaliar a necessidade de a Sociedade de Propósito Específico (SPE) contratar agente fiduciário para desenvolver as atividades de controle e acompanhamento dos recebíveis, do cumprimento das obrigações financeiras previstas no contrato de financiamento e de monitoramento das garantias.

  1. ORIGEM DE RECURSOS

Os recursos destinados para contratações no âmbito do Programa de Desenvolvimento Urbano são os provenientes da área de infraestrutura urbana, constante no Orçamento Plurianual de Contratações, integrante do Orçamento Operacional do FGTS.

  1. TOMADORES DE RECURSOS

São possíveis tomadores de financiamento no âmbito dos programas de aplicação do FGTS órgãos ou instituições de:

8.1 setor público – pessoas jurídicas de direito público, como estados, municípios, Distrito Federal, consórcios públicos e órgãos públicos das administrações direta e indireta que desempenhem funções de desenvolvimento urbano ou área correlata;

8.2. setor privado – pessoas jurídicas de direito privado que desempenhem funções de desenvolvimento urbano, por exemplo: empresas permissionárias ou concessionárias, inclusive as integrantes de Parcerias Público-Privadas; empresas que possuam projetos ou investimentos na área de desenvolvimento urbano ou em modernização tecnológica urbana, desde que autorizadas pelo poder público municipal; empresas privadas organizadas como Sociedade de Propósito Específico (SPE); empresas participantes de consórcios que desempenhem funções de desenvolvimento urbano.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

ANP define critérios para cálculo de subvenção do Governo Federal ao preço do óleo diesel

[ad_1]

Valores por litro variam de acordo com a região. Anúncio é de subsídio de R$ 0,32 mais outros R$ 0,32 referentes a renúncia do PIS-Cofins, totalizando R$ 0,64

ADAMO BAZANI

Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira

O MME (Ministério de Minas e Energia), por meio da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) publicou em edição extra do Diário Oficial da União desta segunda-feira, 30 de março de 2026, os critérios para o cálculo de subvenção ao preço do óleo diesel.

O objetivo é reduzir o custo do combustível, usado principalmente pelos ônibus e caminhões, e assim controlar o impacto inflacionário gerado pelo conflito no Oriente Médio no preço internacional e o risco do desabastecimento, bem como refrear o descontentamento de caminhoneiros, evitando uma eventual greve.

Pela portaria normativa MME nº 128, de 30 de março de 2026, os valores do litro, em média, vão variar de acordo com cada região:

I – R$ 3,788 (três reais e setecentos e oitenta e oito milésimos) por litro, na Região Centro-Oeste;

II – R$ 3,516 (três reais e quinhentos e dezesseis milésimos) por litro, na Região Nordeste;

III – R$ 3,705 (três reais e setecentos e cinco milésimos) por litro, na Região Norte; IV – R$ 3,799 (três reais e setecentos e noventa e nove milésimos) por litro, na Região Sudeste; e

V – R$ 3,683 (três reais e seiscentos e oitenta e três milésimos) por litro, na Região Sul.” (NR)

Como mostrou o Diário do Transporte, em 12 de março de 2026, o presidente Luís Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciaram subsídio de R$ 0,32 mais outros R$ 0,32 referentes a renúncia do PIS-Cofins, totalizando R$ 0,64.

Relembre:

Segundo a ANP, em publicação oficial desta segunda-feira (30), a “nova legislação define as condições, critérios de habilitação, metodologia de cálculo e procedimentos operacionais aplicáveis à concessão da subvenção no âmbito federal, cabendo à ANP a regulamentação técnica e a supervisão da implementação do programa”.

Pelas regras, o Ministério de Minas e Energia (MME) define um preço de referência como valor inicial, que será ajustado ao longo do tempo pela variação dos preços internacionais.

Para chegar a este valor, a base será o Preço de Paridade de Importação (PPI).

Já quem refina petróleo próprio deve seguir um teto.

Se o valor superar o limite estabelecido pelo MME, o preço de referência é “travado”.

Ao todo, a medida (subvenção e isenção) deve custar aos cofres públicos R$ 30 bilhões, sendo R$ 20 bilhões de renúncia de PIS-Cofins e R$ 10 bilhões de subvenção.;

Haddad também anunciou aumento do imposto de exportação para 12% como forma de equilibrar esta renúncia e desestimular as vendas de óleo bruto e desabastecer o mercado brasileiro.

A estimativa é de que o imposto ampliado sobre as exportações gere R$ 30 bilhões, não havendo assim, impactos na responsabilidade fiscal.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Ônibus e bonde colidem em Santa Teresa, na zona central do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (30)

[ad_1]

Foto: Reprodução Redes Sociais

Acidente ocorreu em cruzamento entre as ruas Júlio Otoni e Almirante Alexandrino; circunstâncias da colisão serão apuradas pelas autoridades competentes

YURI SENA

Um ônibus da linha 507 se envolveu em uma colisão frontal com um bonde na tarde desta segunda-feira, 30 de março de 2026, no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.

O acidente ocorreu no cruzamento entre as ruas Júlio Otoni e Almirante Alexandrino, nas proximidades da Cantina do Gaúcho.

Uma mulher ficou ferida no acidente e foi levada para o Hospital Miguel Couto, no Leblon, pelos bombeiros.

As circunstâncias da colisão serão apuradas pelas autoridades competentes.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

Caio retoma produção após incêndio na fábrica de Botucatu (SP) na tarde desta segunda-feira (30)

[ad_1]

Não houve registro de feridos no local; Corpo de Bombeiros informou que chamas tiveram início na cabine de pinturas

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Colaborou Yuri Sena

No início da tarde desta segunda-feira, 30 de março de 2026, um incêndio foi registrado na fábrica da Caio em Botucatu, no interior de São Paulo.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a nuvem de fumaça preta visível da Rodovia Marechal Rondon.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o fogo teve início na cabine de pinturas e se espalhou.

Apesar do susto no local, não houve registro de pessoas feridas. Os danos para a fabricante foram apenas materiais.

A produção na planta foi paralisada temporariamente para a atuação dos Bombeiros, mas quando as chamas foram extintas os funcionários retomaram os serviços.

Em nota ao Diário do Transporte, a Caio informou que a produção foi reestabelecida.

“No final da manhã desta segunda-feira (30), ocorreu um incêndio em uma de nossas cabines de pintura. 

Como rápida atuação das brigadas de incêndio do Grupo Caio e do Corpo de Bombeiros de Botucatu as chamas foram rapidamente controladas, sem nenhuma vítima ou feridos.

Nesta tarde, a nossa produção foi reestabelecida.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

Colaborou Yuri Sena

[ad_2]

Fonte

Escalação da seleção: Ancelotti repete time em treino e esboça Brasil com mudanças para jogo contra Croácia

[ad_1]

O técnico Carlo Ancelotti repetiu, no treino desta segunda-feira (30), no Camping World Stadium, o time que havia escalado no treino do último domingo (29).

Com Íbañez na lateral direita, Danilo no meio e João Pedro com Luiz Henrique no ataque, o técnico da seleção brasileira indicou os titulares para o duelo de terça-feira (31), às 21h (de Brasília), contra a Croácia.

Tão logo a atividade foi fechada para a imprensa, o treinador distribuiu os coletes aos titulares de linha em uma rápida atividade de bola parada: Íbañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo Santos; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vinicius Jr.

A única dúvida fica para o gol. Bento, que pula na frente na preferência para este jogo, só deverá ser comunicado na terça-feira sobre sua titularidade.

Na segunda parte da atividade, Ancelotti misturou os jogadores em uma atividade tática de 11 x 11. Vitor Reis, Danilo (Flamengo), Kaiki, Endrick e Igor Thiago foram observados ao lado dos titulares Léo Pereira, Casemiro, Danilo (Botafogo), Vini Jr e Matheus Cunha.

A expectativa é que parte desses nomes ganhe minutos no jogo desta terça.

Sobre Vini Jr, o atacante, que ficou fora do treino de sábado no gramado e não participou do coletivo de domingo, esteve em campo durante toda esta manhã de segunda-feira. Participou do treino de bola parada, do tático 11 x 11 e da sessão de cobranças de falta nos minutos finais.

Próximos jogos da seleção:

[ad_2]

Fonte

Incêndio na fábrica da Caio, em Botucatu (SP), paralisa temporariamente produção de veículos

[ad_1]

Não houve registro de feridos no local; após o Corpo de Bombeiros extinguir as chamas, as atividades foram retomadas

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Colaborou Yuri Sena

No início da tarde desta segunda-feira, 30 de março de 2026, um incêndio foi registrado na fábrica da Caio em Botucatu, no interior de São Paulo.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a nuvem de fumaça preta visível da Rodovia Marechal Rondon.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o fogo teve início na cabine de pinturas e se espalhou.

Apesar do susto no local, não houve registro de pessoas feridas. Os danos para a fabricante foram apenas materiais.

A produção na planta foi paralisada temporariamente para a atuação dos Bombeiros, mas quando as chamas foram extintas os funcionários retomaram os serviços.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

Colaborou Yuri Sena

[ad_2]

Fonte

Transpenha adquire duas unidades do BUSSCAR El Buss FT

[ad_1]

Coletivos entregues possuem chassis diferentes, um leva o equipamento Volks VW 17.230 e outro conta com o Mercedes-Benz OF-1621

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Transpenha passa a contar com duas novas unidades do El Buss FT, modelo que reúne conforto, eficiência operacional e acessibilidade de forma integrada. Os veículos chegam para reforçar a busca por uma operação mais competitiva e confiável, ao mesmo tempo em que ampliam o nível de conforto e elevam a experiência do passageiro no dia a dia.

Desenvolvido pela BUSSCAR para aplicações de fretamento e linhas de curta e média distância, o modelo foi pensado para garantir operação eficiente, reduzir custos operacionais e atender com eficiência às exigências do transporte atual, sem abrir mão do bem-estar a bordo.

Com a configuração de poltronas Class Soft aliada ao braço escamoteável no lado do corredor, o modelo oferece uma das ergonomias mais completas do segmento, elevando o padrão de conforto em aplicações de fretamento e linhas de curta e média distância. O salão conta com 47 e 48 lugares, conforme a unidade, todos equipados com cinto de segurança abdominal retrátil, além de porta-pacotes com iluminação de leitura individual e identificação das poltronas, reforçando a comodidade e a organização interna. A variação de capacidade se deve à inclusão de uma poltrona adicional no salão, posicionada como quinta poltrona. As poltronas dispõem de apoio de pés com balancim e percinta elástica na parte traseira do encosto, além de tomadas USB individuais. O conjunto é complementado por ar-condicionado de teto com ar frio e filtro antipólen e dois tetos solares, que contribuem para o conforto térmico e a ventilação do ambiente.

Pensando em acessibilidade e inclusão, o veículo amplia o atendimento a diferentes perfis de passageiros ao contar com elevador para cadeirante e espaços reservados para pessoas com deficiência, identificados de forma tátil e equipados com cinto de segurança de três pontos. A operação também se torna mais segura e confiável com a presença de porta dedicada que favorece o embarque com mais praticidade. Próximo às poltronas preferenciais, o sistema de solicitação com sinalização sonora e visual no painel do motorista contribui para uma comunicação mais eficiente durante a viagem.

A configuração interna inclui ainda uma poltrona adicional ao final do corredor, ampliando a capacidade do salão. O posto do condutor conta com poltrona com amortecimento pneumático, apoio de cabeça e cinto de três pontos, proporcionando mais ergonomia, redução da fadiga e maior segurança na condução. A cabine também dispõe de suporte para documentos, conector 12V e tomada USB dupla, além de sensor de estacionamento traseiro com sinalização sonora e visual, que auxilia nas manobras.

Aliado a esse conjunto, o modelo apresenta eficiência construtiva que contribui para a otimização do consumo de combustível, somada a uma engenharia otimizada que favorece a redução de custos de manutenção e maior disponibilidade operacional. A robustez da carroceria, a padronização de componentes e a facilidade de reposição reforçam a durabilidade no uso intensivo.

O modelo incorpora ainda soluções que elevam o conforto a bordo, com redução de ruídos no salão e melhores condições de condução. Na operação, recursos que facilitam intervenções tornam o atendimento mais ágil. O conjunto inclui itinerário eletrônico em LED, sistema de áudio no salão, campainha de parada e dispenser de álcool em gel na cabine, reforçando a funcionalidade no dia a dia.

As duas unidades entregues à Transpenha são montadas sobre diferentes plataformas: uma com chassi Volks VW 17.230 e outra com chassi Mercedes-Benz OF-1621, ampliando a flexibilidade operacional e a adequação às rotinas da empresa.

Segundo Paulo Corso, Diretor Comercial da BUSSCAR, a entrega reforça o compromisso da empresa em oferecer soluções alinhadas às necessidades reais da operação. “O El Buss FT foi desenvolvido para atender com eficiência as demandas do transporte de fretamento e linhas de curta e média distância, combinando conforto, acessibilidade e baixo custo operacional. Essa entrega à Transpenha reforça nosso foco em gerar valor ao cliente, com produtos que contribuem para maior disponibilidade da frota e melhor experiência ao passageiro”, destaca.

A incorporação das duas unidades do El Buss FT à operação da Transpenha reforça a busca por soluções que conciliem eficiência, conforto e acessibilidade. Alinhado às demandas atuais do transporte de passageiros, o modelo contribui para uma operação mais eficiente e qualificada.

Confira mais imagens do BUSSCAR El Buss FT:

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

Linha 17-Ouro de monotrilho será entregue à população da capital paulista nesta terça-feira (31)

[ad_1]

Modal irá conectar a cidade de São Paulo ao Aeroporto de Congonhas e deve transportar cerca de 100 mil passageiros por dia

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

O Governo de São Paulo e o Metrô entregam, nesta terça-feira (31), a Linha 17-Ouro, que amplia a mobilidade na Região Metropolitana da cidade, ligando o Aeroporto de Congonhas às linhas 9-Esmeralda e 5-Lilás. O ramal deve transportar cerca de 100 mil passageiros quando entrar em operação plena, prevista para outubro.

Nesta fase inaugural, o ramal realizará operação transitória, com transporte de passageiros disponível de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h. Excepcionalmente, nesta terça, por conta da cerimônia de inauguração, a Linha 17 vai abrir ao público das 16h às 20h.

Além de diminuir o tempo de viagem e estabelecer a aguardada conexão com o aeroporto, o projeto prevê a integração com linhas de ônibus e ciclovias.

Nesta fase inicial, os trens circularão com tempo de espera médio entre 7 e 14 minutos, em formato de shuttle (cada composição vai e volta pela mesma via), entre o Aeroporto de Congonhas e a Estação Morumbi. As viagens contarão com a supervisão de funcionários embarcados, procedimento padrão nas novas linhas de metrô.

A operação transitória permite acompanhamento técnico e regulações dos sistemas e a verificação contínua da confiabilidade operacional. O objetivo é garantir segurança e qualidade no atendimento aos passageiros do início do serviço até a evolução para a operação em tempo integral, das 4h40 à 0h.

O trajeto vai contar com sete, das oito estações abertas ao público: Morumbi (conexão com a Linha 9-Esmeralda), Chucri Zaidan, Vila Cordeiro, Campo Belo (integração à Linha 5‑Lilás), Vereador José Diniz, Brooklin Paulista e Aeroporto de Congonhas.

Estação Washington Luís

A estação não estará no funcionamento inicial para não impactar a experiência do passageiro com um significativo aumento no tempo de espera dos trens, já que essa parada demanda utilizar a bifurcação da linha. Sua integração está prevista para junho de 2026, ocasião em que novos trens serão adicionados para garantir eficiência no intervalo de circulação.

Características e funcionamento das estações

Todas as estações da Linha 17-Ouro contam com dois acessos bem integrados ao entorno urbano, facilitando a entrada e a saída dos passageiros. Elas são totalmente acessíveis, com elevadores, escadas rolantes, pisos táteis, sanitários adaptados e sinalização adequada, garantindo autonomia e conforto a pessoas com mobilidade reduzida.

As estações também contam com portas de plataforma e espaços dedicados para guarda de bicicletas (paraciclos, além de um bicicletário na Estação Morumbi), integrados a ciclovias existentes, incentivando a mobilidade ativa e a integração entre diferentes modos de deslocamento. Nos acessos, há baias para embarque e desembarque de veículos (táxis, aplicativos) e pontos de ônibus.

Nesta fase inicial de operação, as passarelas e túneis acompanharão o horário de funcionamento das estações, das 10 às 15h. Vale ressaltar que tanto passarelas quanto o túnel do aeroporto de Congonhas são acessíveis por todos os cidadãos, independentemente de estarem ou não embarcando nos trens, o que facilita a mobilidade, a travessia da avenida Roberto Marinho e o acesso ao aeroporto. Quando as estações estiverem em pleno funcionamento, os acessos seguirão os mesmos horários.

Trens tecnológicos

Cada um dos 14 trens da frota, todos já fabricados na China, tem capacidade para 616 passageiros. Desse total, 11 unidades já estão no Pátio Água Espraiada, sendo oito já comissionados, que é o processo de cumprimento dos protocolos de testes de segurança e liberação para operar. As outras três composições estão a caminho do Brasil por navio e a utilização de mais trens na operação comercial é ampliada gradualmente conforme a ampliação da demanda, seguidas de ajustes nos sistemas de controles.

Os trens desta linha foram projetados para funcionar com o sistema UTO (Unattended Train Operation), sem condutor, com controle por sinalização CBTC. Cada composição é formada por cinco carros, com passagem livre entre eles, ar‑condicionado, iluminação em LED, câmeras de vigilância, sistemas de detecção e combate a incêndio e tração sobre pneus. Um dos destaques é o conjunto de baterias embarcadas, que permite ao trem se deslocar mesmo em caso de falta de energia, reforçando a segurança e a confiabilidade da operação.

Linha 17-Ouro

Com 6,7 quilômetros de extensão e oito estações, a Linha 17‑Ouro ampliará a integração entre o transporte sobre trilhos, o aeroporto e outros modais da capital. A entrada em operação do novo ramal representa um avanço importante para a mobilidade urbana e para a qualificação dos deslocamentos na região sul de São Paulo.

O monotrilho oferece vantagens em alguns cenários, como o eixo da Av. Roberto Marinho, por ser elevado e ocupar os canteiros centrais, o que reduz desapropriações e impacto nos bairros. Suas estações têm infraestrutura completa, com elevadores, escadas rolantes, paraciclos e integração com ciclovias. Além disso, sua implantação requalifica o entorno com áreas verdes, paisagismo e conexões cicloviárias contínuas, como já visto na Linha 15‑Prata.

A operação elétrica do sistema também garantirá uma redução anual de 25.937 toneladas de emissões de poluentes e gases de efeito estufa, reforçando o compromisso ambiental da empresa. O novo eixo de transporte ainda contribuirá para reduzir significativamente o uso do transporte individual, com economia estimada de 11,7 milhões de litros de combustíveis por ano, diminuindo congestionamentos e incentivando deslocamentos sustentáveis.

SERVIÇO – LINHA 17‑OURO (OPERAÇÃO TRANSITÓRIA)

Início da operação: 31 de março, terça-feira

Dias de funcionamento: segunda a sexta‑feira (inclusive feriados)

Horário: das 10h às 15h. Na terça-feira, 31, data de inauguração, funcionará excepcionalmente das 16h às 20h.

Tempo médio de espera: entre 7 e 14 minutos

Estações em funcionamento: Morumbi; Chucri Zaidan; Vila Cordeiro; Campo Belo (integração com a Linha 5‑Lilás); Vereador José Diniz; Brooklin Paulista; Aeroporto de Congonhas

Confira mais imagens da Linha 17-Ouro:

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

Piquerez, do Palmeiras, sofre ruptura ligamentar no tornozelo, será operado e vê Copa do Mundo em risco; entenda bastidores

[ad_1]

O Palmeiras informou nesta segunda-feira (30) que o lateral-esquerdo Piquerez sofreu ruptura ligamentar no tornozelo direito após sofrer uma entorse durante amistoso entre Uruguai e Inglaterra, na última sexta-feira (27), em Londres.

De acordo com o Verdão, ele passará por cirurgia nos próximos dias e, após a operação, iniciará o processo de recuperação aos cuidados do Núcleo de Saúde e Performance do clube.

Ainda segundo o Alviverde, o trabalho terá o acompanhamento da equipe médica da AUF (Associação Uruguaia de Futebol).

Segundo apurou a ESPN, a grave contusão sofrida pelo ala coloca em risco sua participação com a Celeste na Copa do Mundo 2026. No entanto, sua ida ao Mundial não está descartada.

De acordo com fontes, o jogador tem, sim, chance de disputar o torneio da Fifa. Durante as próximas semanas, inclusive, Palmeiras e AUF manterão contatos diários sobre a recuperação do atleta, que fará tudo o que está ao seu alcance para estar apto a participar do Mundial.

A opção por realizar a cirurgia, aliás, ocorreu, entre outros motivos, pela vontade do jogador de se recuperar o quanto antes, tanto para ajudar o Verdão quanto para defender o Uruguai na Copa.

A contusão de Piquerez aconteceu logo aos 10 minutos do primeiro tempo no amistoso entre Uruguai e Inglaterra, realizado no estádio de Wembley.

No lance, o lateral sofreu uma entrada duríssima do atacante Madueke, do Arsenal, e teve que pedir substituição imediatamente.

Ele deixou o campo de maca e com tornozelo imobilizado, sendo posteriormente cortado pela Celeste e autorizado a retornar ao Brasil.

Próximos jogos do Palmeiras:

[ad_2]

Fonte

Marcopolo, Sertran Transportes e bp bioenergy iniciam operação de demonstração com micro-ônibus Volare Attack 10 Híbrido – Elétrico/Etanol

[ad_1]

Projeto-piloto será conduzido em uma das usinas da bp bioenergy, com rota operacional definida em conjunto com a Sertran; a Engenharia da Marcopolo acompanhará continuamente a operação, avaliando o desempenho e realizando ajustes técnicos necessários

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Marcopolo, protagonista no desenvolvimento de soluções de mobilidade sustentável e referência mundial na fabricação de ônibus, juntamente com a Sertran Transportes e a bp bioenergy, empresa do grupo bp com atuação no setor bioenergético, anunciam o início de uma operação de demonstração do Volare Attack 10 Híbrido – Elétrico/Etanol, micro-ônibus especialmente desenvolvido para aplicações que exigem eficiência, autonomia e redução de emissões. O modelo, lançado em 2024, faz parte do portfólio da Volare, marca referência em veículos compactos para transporte de passageiros e que integra o ecossistema de empresas da Marcopolo.

“Este projeto representa um avanço concreto na adoção de novas tecnologias e na ampliação do uso de energia renovável na mobilidade. Ele reforça o compromisso da Marcopolo em liderar a transição energética do transporte brasileiro, contribuindo para a redução de emissões e para um futuro mais sustentável”, destaca Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais Mercado Interno e Marketing da Marcopolo.

De acordo com Mauro Picinato, CEO da Sertran, a iniciativa teve origem há aproximadamente três anos, quando a Marcopolo apresentou um projeto embrionário de um veículo híbrido movido a etanol como alternativa tecnológica para a descarbonização do transporte.

“Imediatamente reconhecemos o alinhamento com nosso setor de atuação, estratégia e missão. Aderimos ao projeto pela forte sinergia operacional e ambiental, especialmente pelo uso de um combustível produzido pelo próprio cliente, e para sermos pioneiros na adoção desta solução, reforçando nosso papel como agentes ativos na transformação tecnológica do setor”, afirma o executivo.

Parceria operacional estratégica

A implementação do projeto reúne competências complementares das três empresas. A Marcopolo entra com o desenvolvimento da tecnologia e o acompanhamento técnico da operação; a Sertran será responsável pela condução do veículo no transporte de colaboradores; e a bp bioenergy participa como parceira estratégica do piloto, disponibilizando uma de suas unidades como ambiente real de aplicação, além de fornecer o etanol utilizado no sistema híbrido. A parceria se estabelece de forma natural, unindo experiência operacional e expertise em bioenergia para acelerar a adoção de soluções mais sustentáveis no transporte.

Para a bp bioenergy, a busca por combustíveis renováveis para a frota e a operação faz parte de uma agenda contínua voltada à segurança, à eficiência operacional e à redução de emissões. Nesse contexto, a companhia avalia a maturidade de diferentes tecnologias para identificar as soluções mais adequadas às suas operações. O etanol tem papel estratégico nessa agenda por ser um combustível renovável produzido pela própria empresa, em linha com a lógica de circularidade.

André Monteiro, diretor de Supply Chain e Operações Administrativas da bp bioenergy reforça o potencial da iniciativa. “Esse projeto tem valor por reunir diferentes competências em torno de um objetivo comum: testar caminhos viáveis para a evolução do transporte com menor intensidade de carbono. Ao mesmo tempo, ela evidencia o potencial da bioenergia brasileira e o papel dos biocombustíveis na transição energética, contribuindo não apenas para a operação, mas também para o amadurecimento desse tipo de solução no setor”, comenta.

O projeto-piloto será conduzido em uma das usinas da bp bioenergy, com rota operacional definida em conjunto com a Sertran. A Engenharia da Marcopolo acompanhará continuamente a operação, avaliando o desempenho e realizando ajustes técnicos necessários.

Tecnologia nacional para acelerar a descarbonização do transporte

O Volare Attack 10 Híbrido – Elétrico/Etanol é o primeiro micro-ônibus híbrido produzido no mundo desenvolvido pela Marcopolo como uma solução acessível e escalável para a descarbonização do transporte. O modelo incorpora integrações tecnológicas da HORSE Powertrain Limited e da WEG.

O veículo utiliza uma arquitetura Range Extender (REX), que une tração 100% elétrica à geração de energia por etanol. Uma bateria de alta tensão, com até 120 kWh, alimenta o motor elétrico WEG responsável pela tração. A reposição de energia é realizada por um motor HORSE 1.0 Turbo, que atua exclusivamente como gerador, sem ligação mecânica às rodas, e opera sempre na faixa ideal de eficiência, reduzindo emissões e consumo. Essa arquitetura permite que o modelo alcance autonomia de 500 a 650 km sem necessidade de infraestrutura de recarga, ampliando sua viabilidade em regiões rurais e operações contínuas.

Com elevado nível de nacionalização e menor CAPEX em relação a elétricos puros, o veículo entrega benefícios como redução de emissões, ruído e vibração (NVH), além de menor desgaste dos freios, resultando em custos de manutenção reduzidos ao longo da operação.

Confira mais imagens do Volare Attack 10 Híbrido – Elétrico/Etanol:

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte