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Como MotoGP gerou impacto de mais de R$ 1 bilhão com corrida no Brasil e o que assistir no Disney+

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No último fim de semana, a MotoGP voltou ao Brasil após mais de duas décadas de espera para um Grande Prêmio histórico em Goiânia, que teve Marco Bezzecchi, da Aprilia, como grande vencedor da corrida principal. E o impacto com a presença da classe rainha da motovelocidade no Centro-Oeste gerou impactos importantes – sobretudo na economia.

Prestes a voltarem às pistas para a terceira etapa da temporada, no GP das Américas, em Austin (EUA), com a corrida principal marcada para às 17h (de Brasília) deste domingo (29), com transmissão ao vivo no plano premium do Disney+, os pilotos da elite da MotoGP deixaram um importante legado em solo brasileiro.

A quebra do recorde de público da MotoGP no Brasil, com 148.384 pessoas presentes nos três dias de GP, trouxe como consequência um retorno importante. Segundo dados divulgados por um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), R$ 1,14 bilhão foram gerados pelo evento na capital goiana, superando os R$ 867 milhões inicialmente previstos pelo Governo de Goiás.

Os hotéis atingiram 100% da sua capacidade durante o fim de semana, com um fluxo 300% maior no aeroporto de Goiânia. As nacionalidades que marcaram maior presença no GP do Brasil foram: Espanha e Argentina (18,5% cada), além de Colômbia, Inglaterra e França (7,4% cada).

Já no próprio Brasil, os estados com o maior número de turistas foram: São Paulo (22,5%), Minas Gerais (5,8%), Paraná (5,6%), Santa Catarina e Distrito Federal (4,1% cada).

Os turistas, por sua vez, tiveram um gasto médio diário de R$ 6.856,28, incluindo custos durante o evento e também de viagem e hospedagem, ajudando a capital de Goiás a ter este impacto financeiro quase bilionário.

A geração de empregos também foi uma consequência positiva da volta da MotoGP ao Brasil. 10.838 novos postos de trabalho foram criados, sendo 75,7% diretos (8.206) e 24,3% indiretos (2.632).

Esta foi apenas a primeira edição do GP do Brasil na volta ao Autódromo Ayrton Senna, já que foi firmado um acordo para que o local receba a etapa até 2030.

Final do Masters 1000 de Miami, Fórmula Indy e MAIS!

O domingo ainda está repleto de atrações com transmissão ao vivo no plano premium do Disney+!

A partir das 14h (de Brasília), você confere a corrida do GP de Barber, no Alabama (EUA), da Fórmula Indy.

Já às 16h, tem a final masculina de tênis do Masters 1000 de Miami, na Flórida, entre Jannik Sinner e o tcheco Jiri Lehecka.

Fechando o dia, às 20h, tem Cleveland Guardians contra Seattle Marines pela MLB.

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Motiva inicia retrofit da Linha 4-Amarela e redesenha experiência do cliente no sistema metroferroviário de São Paulo

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Iniciativa, que integra design funcional e inovação, foca na funcionalidade e na clareza informativa aos milhares de clientes do modal

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Motiva, maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, deu início a um amplo projeto de retrofit das estações da Linha 4 – Amarela, de metrô de São Paulo. A iniciativa, que combina design funcional, inovação e escuta ativa, se conecta ao reposicionamento de marca anunciado pela Companhia em 2025, redesenhando a jornada do cliente para oferecer uma melhor experiência na prestação do serviço de mobilidade urbana. As estações Pinheiros e Faria Lima foram as duas primeiras a estrear o novo visual, e as demais estão em fase de estudo para implementação nos próximos anos.

As intervenções focam na funcionalidade e na clareza informativa aos milhares de clientes que passam todos os dias pelo sistema. Uma das principais novidades é a reformulação do ambiente das plataformas de embarque e desembarque. Com foco em combater a poluição visual no espaço e levar mais conforto, as paredes do local foram totalmente cobertas por placas com tom cinza metálico, sendo retirados os painéis publicitários e as máquinas de venda automáticas. Além disso, o nome da estação passa a ganhar mais destaque, com o uso de tipografia grande, facilitando a orientação do passageiro. A palavra ocupa boa parte da parede e funciona como o principal elemento de identificação visual do espaço.

O sistema de iluminação também foi reconfigurado e substituído por um mais moderno e inteligente, criando ambientes mais claros e uniformes. As telas informativas instaladas nas plataformas foram substituídas por modelos mais modernos e reposicionadas para facilitar a visualização. A mudança dialoga com a renovação dos monitores do serviço “Próximo Trem”, que foram reprojetados para entregar dados em tempo real sobre o sentido de circulação e a ocupação dos vagões e facilitar a legibilidade da informação operacional.

Outra intervenção relevante está na ampliação do amarelo pelas estações. Antes restrita às peças de comunicação orientativas, a cor passa a estar presente com destaque nas paredes de túneis, corredores e áreas de circulação, reforçando a percepção de que o cliente está em um espaço da Linha 4. Ao mesmo tempo, o projeto arquitetônico busca preservar o estilo brutalista das estações, estética característica do sistema metroferroviário de São Paulo.

Quando uma estação é ponto de conexão entre duas linhas diferentes, o projeto estabelece uma nova experiência visual: os diferentes pavimentos passam a ser identificados por um degradê de cores nas paredes, inspiradas na identidade de cada linha do sistema metroferroviário, criando uma leitura visual contínua do percurso de transferência. No caso de Pinheiros, as paredes laterais nos acessos próximos à estação de trem da Linha 9-Esmeralda ganham uma cor esverdeada, enquanto o amarelo passa a predominar à medida que o cliente se aproxima da plataforma de embarque da Linha 4-Amarela, de metrô.

“Ao longo dos próximos anos, o projeto do retrofit deve consolidar um novo padrão de experiência para os milhões de clientes que usam diariamente os serviços de trem e metrô da Motiva, a começar pela nossa Linha 4 – Amarela. Estamos apostando no design funcional, na inovação e no conforto visual para tornar o deslocamento cotidiano mais intuitivo, próximo e humano”, diz o diretor de Experiência do Cliente da Motiva, Maurício Tortosa.

Antes de iniciar as intervenções nas estações, a diretoria de Experiência do Cliente realizou pesquisas com os clientes da Linha 4 para testar as ideias e entender se as mudanças seriam compreendidas e bem-sucedidas. A partir das impressões coletadas em entrevistas conduzidas no método focus group, a Motiva ajustou as entregas da iniciativa. “O nosso trabalho, enquanto área de CX, é entender os nossos clientes e criar e implementar novas experiências que garantam a entrega dos atributos da nossa marca”, diz Tortosa.

O retrofit, discutido e apresentado à Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), não afeta as normas de sinalização do sistema e segue rigorosamente os parâmetros do manual do Metrô de São Paulo. A Linha 4 – Amarela continua com seu número e cor padrão tal como definidos no sistema metroferroviário da cidade. O custo do projeto também é 100% arcado pela Motiva, sem impacto na tarifa dos clientes.

O projeto de arquitetura e comunicação visual do retrofit em Pinheiros e Faria Lima ficou a cargo do escritório Nitsche Arquitetos, que já assinou obras como o Edifício Comercial João Moura, na capital paulista, e a comunicação visual do estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF). O sistema de iluminação é uma entrega do escritório lux projetos.

Renovação das operações do varejo

A melhoria da experiência também passa por uma renovação completa das áreas comerciais das estações. Os pontos de varejo foram reorganizados, com a padronização de fachadas, letreiros e dimensão dos espaços para locação, de forma a ampliar o potencial de atração de novas marcas para a Linha 4 – Amarela e diversificar o mix de operações. A medida também contribui para a melhoria do fluxo de passageiros, elevando o nível de serviço. Destaca-se a execução de uma nova laje em antigos vãos, ampliando o espaço livre para circulação.

As pesquisas qualitativas também serviram como subsídio para entender quais os tipos de produtos e serviços eram os mais demandados para o perfil de público de cada estação, de modo a trazer mais comodidade e praticidade em seus deslocamentos diários. Com base nestas informações, a área comercial da Motiva Trilhos vem prospectando novos parceiros, com a expectativa de ampliar a oferta de operações de varejo mais alinhadas aos desejos dos clientes e expandir o faturamento com a exploração destas receitas comerciais.

Paisagismo nas estações

Na estação Pinheiros, uma das transformações mais emblemáticas está fora das plataformas. Na área externa, a integração com o ambiente urbano é reforçada por um novo espaço de convivência inspirado no bioma da Mata Atlântica, transformando a estação em um ponto de permanência e desaceleração do cotidiano. O local, que irá contar também com uma operação de café, deve ser concluído até o final do ano.

A iniciativa também inclui a reforma dos banheiros, que passam a contar com mais cabines e adequação de acessibilidade, e instalação de novos bancos nas plataformas de embarque e desembarque. Pilastras das estações ganharam envelopamento, com a instalação de placas cinza em tom fosco, e novas telas digitais de LED para publicidade out-of-home (OOH) foram colocadas em locais estratégicos de grande circulação de pessoas.

Avanço do rebranding

O projeto de retrofit acontece simultaneamente à mudança de marca da Linha 4 – Amarela. O sistema começou a receber a identidade visual da Motiva, que substituirá o da ViaQuatro. A renovação inclui diferentes áreas de acesso e circulação, como entradas, estruturas de sinalização e outros pontos de contato com os clientes, como catracas, painéis de vidro de proteção e portas de plataforma. A implantação da nova identidade, que se estenderá gradativamente por toda a linha, também levará o anil e as ondas do logo da Motiva a escadarias e fachadas de algumas estações.

Além da ambientação da infraestrutura, a atualização da marca se estende a outros pontos da operação, como trens, veículos de apoio e resgate e uniformes de equipes operacionais, como agentes de atendimento e segurança, profissionais de manutenção e equipes do Centro de Controle Operacional (CCO). A expectativa é que o rebranding da Linha 4 – Amarela seja concluído até o fim de junho.

“A chegada da identidade visual da Motiva à Linha 4-Amarela inaugura uma etapa importante do nosso processo de rebranding: o início da virada da marca na nossa Plataforma de Trilhos. Ao unificar a nossa marca e identidade visual nas nossas operações de trilhos e rodovias, esperamos acompanhar nossos clientes em toda a sua jornada, com uma experiência de marca cada vez mais integrada e padronizada”, afirma a diretora de Marca e Comunicação da Motiva, Vanessa Vieira.

Investimentos em modernização e expansão

Desde o início da concessão da linha 4, em 2010, a Motiva já aportou mais de R$ 1,5 bilhão na Linha 4 – Amarela, hoje a mais tecnológica do Brasil e a primeira a ser 100% automatizada, sendo referência mundial em eficiência operacional. A linha é a mais bem-avaliada do sistema metroferroviário paulista, com índice de satisfação do cliente superior a 90%.

Mais recentemente, a Motiva e o governo de São Paulo assinaram um aditivo contratual para a expansão da Linha 4 – Amarela até o município de Taboão da Serra, levando o metrô paulista pela primeira vez para fora da capital. Serão investidos mais R$ 4 bilhões na construção de duas novas estações e 3,3 quilômetros de trilhos, além da compra de seis novos trens, com potencial de beneficiar mais de 50 mil pessoas por dia.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida

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Fretamento e demais serviços continuam com o grupo fundador

ADAMO BAZANI

A Holding controlada pela Buser Tecnologia, aplicativo de transporte rodoviário, adquiriu o CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares.

A empresa Expresso JK já havia sido assumida pela companhia de aplicativo.

Segundo apurou o Diário do Transporte,  a negociação foi formalizada nesta semana e não envolve o fretamento e demais serviços que continuam com a família fundadora da companhia do ABC Paulista.

Ainda de acordo com as apurações, nos veículos o nome Transportes Santa Maria e a pintura, neste primeiro momento, não vão serão alterados.

Na próxima semana, a Holding deve trazer mais detalhes.

A Santa Maria é reconhecida por ser um dos players do segmento, inclusive, considerada no setor, como referência em serviços e conservação de frota.

O Diário do Transporte acompanha.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Campanha leva conscientização sobre autismo aos ônibus de Teresópolis (RJ)

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Iniciativa promoverá ações educativas com passageiros e atividades públicas até 18 de abril

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Até o dia 18 de abril, os ônibus do transporte público de Teresópolis serão palco de uma campanha especial de conscientização sobre os direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa é promovida pela Viação Dedo de Deus, operadora do sistema municipal de transporte coletivo, com o apoio do Sest Senat, da TEIAA (Associação Troca de Experiências e Integração entre Amigos de Autistas), APAE, Casa e Vida, além de integrantes da sociedade civil engajados na causa.

Durante a campanha, colaboradores da empresa, uniformizados com camisas temáticas, realizarão intervenções educativas dentro dos ônibus, dialogando diretamente com os passageiros. A iniciativa inclui a distribuição de material informativo, explicações sobre os direitos das pessoas com autismo no transporte público e orientações sobre boas práticas de convivência, como a importância de evitar julgamentos, agir com gentileza e ter paciência com pessoas que possuem o transtorno.

Outro ponto abordado nas ações será o cordão de identificação utilizado por pessoas com TEA, ferramenta que auxilia na sinalização de condições não visíveis e contribui para ampliar a compreensão e o respeito da sociedade.

No dia 2 de abril, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a mobilização ganhará as ruas da cidade. Equipes da campanha estarão na Praça Olímpica, realizando ações de sensibilização com a população, com faixas nos sinais de trânsito e abordagens informativas sobre o tema.

O encerramento da programação está previsto para 18 de abril, com a apresentação dos resultados da campanha e a realização de palestras voltadas aos colaboradores da empresa e a mães atípicas, reforçando o compromisso com a inclusão e o respeito à  diversidade.

Para a empresa, a iniciativa reforça o papel social do transporte público como espaço de convivência e informação.

“O ônibus é um espaço coletivo, onde pessoas diferentes compartilham o mesmo trajeto todos os dias. Promover informação e empatia é fundamental para que o transporte público seja cada vez mais acolhedor e respeitoso para todos, especialmente para as pessoas com autismo e suas famílias”, destaca Marília Figueiredo, coordenadora de Responsabilidade Social da viação.

A campanha busca ampliar o conhecimento da população sobre o autismo e contribuir para uma cidade mais inclusiva, onde o respeito às diferenças faça parte da rotina de todos.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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projetos de inovação em mobilidade ganham incentivo de R$ 10 mil para desenvolver ideias

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Iniciativa tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de inovações no contexto das mudanças climáticas, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Quatro ideias de soluções para reduzir os impactos na mobilidade urbana em casos de eventos climáticos extremos garantiram classificação para a segunda fase do 8º Desafio COR. A iniciativa, realizada pelo Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio), tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de inovações no contexto das mudanças climáticas, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

As propostas de soluções foram apresentadas no Pitch Day, evento que encerrou a fase de Ideação, período em que as oito equipes participantes desenvolveram suas ideias. Do total de projetos inscritos, quatro avançaram para a fase de Aceleração: Rihanna, Busvision, VAMO e FADAF.

Antes da avaliação, os participantes passaram por três semanas de imersão nas rotinas do COR-Rio e organização das propostas. Nesta etapa, contaram com apresentações técnicas e mentorias com especialistas em programas de inovação e negócios. No Pitch Day, as equipes puderam apresentar soluções tecnológicas para ampliar a resiliência do Sistema de Transporte Público por Ônibus a riscos e ocorrências relacionadas a eventos climáticos extremos.

Foram avaliados aspectos relacionados à criatividade, qualidade e clareza da apresentação, utilização e integração de dados, sustentabilidade do negócio, relevância, escalabilidade e aderência ao Desafio COR.

Participaram da banca avaliadora representantes da Prefeitura do Rio, de universidades, de empresas e de instituições não-governamentais, como Kayo Moura (Instituto Decodifica); Daniel Porcel (Instituto Talanoa); Alice Braune Guerra (PET/Coppe-UFRJ), Paulo Espanha (Aceleradora de Startup), Rodrigo Cunha (SMTR – Secretaria Municipal de Transportes), Bernardo Ainbinder (SMCTI – Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação), Rodrigo Couto (UFRJ), Ronnie Paskin (PUC-Rio), Robert Janssen (ABMEN – Associação Brasileira dos Mentores de Negócios) Lorena Freitas (ITDP Brasil – Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento) e Alexandre Cardeman (COR-Rio).

Aceleração: apoio financeiro para desenvolver soluções de transporte público

Para viabilizar as soluções propostas, cada uma das equipes classificadas receberá R$ 10 mil, a título de incentivo, durante a fase de Aceleração. Neste período, os grupos desenvolverão os protótipos das soluções apresentadas. Para isso, terão acesso a um pacote de recursos, como a integração direta com especialistas da prefeitura, TI, além de contar com mentoria oferecida pela Associação Brasileira dos Mentores de Negócios (ABMEN) para desenvolver a solução pensando no mercado.

As equipes classificadas apresentarão seus protótipos para uma nova banca de avaliação durante o Demoday, marcado para o próximo dia 30 de maio. Em seguida, as equipes convidadas participarão da fase de Incubação, período em que as soluções poderão ser integradas diretamente às operações do COR-Rio, aprimoradas e apresentadas comercialmente ao mercado.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Atendimento do Metrô-DF é paralisado a partir desta segunda-feira (30)

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Foto: Divulgação /Tony Winston – Agência Brasília
O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, assinou nesta terça-feira (27) a ordem de serviço para conclusão da Estação Estrada Parque, da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), em Águas Claras. Obras devem ser finalizadas em seis meses e beneficiarão 8.850 passageiros do metrô que moram em Águas Claras e Vicente Pires.

Funcionários promovem greve geral e trens não partirão para a operação da 0h em diante

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Após assembleia na última terça-feira (24), funcionários do Metrô-DF anunciaram, através do sindicato da categoria, greve geral a partir desta segunda-feira (30).

De acordo com a diretora do Sindmetrô-DF, Neiva Lopes, nenhum trem deverá entrar em circulação da meia-noite em diante na data informada.

Os trabalhadores do sistema metroviário do Distrito Federal protestam por um concurso público para compor as equipes do modal, além de melhores condições de trabalho.

Marcos Carvalho, que atua como diretor de saúde do trabalhador do sindicato, pontuou que há 13 anos não há a realização de concursos para profissionais interessados na área.

O representante também explicou que, no momento, existe apenas um empregado por turno em diversas estações.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Flamengo negocia para ter avião exclusivo e agilizar viagens, diz Bap

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Com calendário intenso e apertado em 2026 por conta da pausa no futebol nacional para a Copa do Mundo, o Flamengo tem negociações com uma empresa de aviação para avançar em um aluguel exclusivo de um avião para ajudar na logística.

A ideia, capitaneada pelo presidente Luiz Eduardo Baptista, é contar com uma aeronave 100% à disposição para o Rubro-Negro sempre que houver a necessidade de deslocamento fora do Rio de Janeiro, evitando o desgaste de adequação à malha aérea nacional e internacional.

“Vamos garantir 30/35 voos com uma companhia. Se tudo der certo, essa aeronave fica no chão no Rio e só decola quando a gente quiser. Essa aeronave poderia prestar serviço para outros clubes. Para o Flamengo fica mais barato e é conveniente para todos”, disse Bap em entrevista à Flamengo TV.

“Quando o Flamengo está no Rio, a aeronave estaria em chão e poderia voar com outros clubes. O que o Flamengo está comprando é ter a aeronave no chão no dia e na hora que quisermos voar. Sempre trabalhando na busca da excelência, e a logística não é diferente, ainda mais em um ano como esse. Depois da Copa do Mundo vai ser punk”.

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Mais de 200 mil pessoas deixam a Região Metropolitana rumo à capital paulista diariamente pelas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda

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Estação Vila Olímpia – Linha 9-Esmeralda

Dados da ViaMobilidade apontam que a maioria dos usuários partem das cidades de Osasco, Barueri, Itapevi e Carapicuíba

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Todos os dias, 207 mil pessoas saem de cidades da Região Metropolitana em direção à capital utilizando as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, operadas pela ViaMobilidade. A maioria desses clientes partem das cidades de Osasco, Barueri, Itapevi e Carapicuíba.

Considerando apenas a Linha 8-Diamante, as estações que ficam nos municípios de Barueri, que transporta cerca de 44 mil por dia, Itapevi, com 34 mil e Carapicuíba, com 26 mil – números consideram média de embarques em dias úteis -, são os locais de onde partem a maioria dos clientes em direção à Capital. Já quando somados os embarques em estações de Osasco, entra na conta também a Linha 9-Esmeralda, ampliando ainda mais o volume de deslocamentos intermunicipais atendidos pela malha.

Esses números corroboram os dados sobre mobilidade do último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no fim do ano passado. Eles mostraram que Santo André, Osasco, Guarulhos, São Bernardo do Campo e Carapicuíba são as cidades em que moram mais pessoas que precisam sair dos limites de seus municípios para irem ao trabalho – no estudo também foram contabilizados trabalhadores que utilizam transporte particular ou por aplicativo.

Dados da Prefeitura de São Paulo estimam que cerca de dois milhões de pessoas se deslocam até o centro expandido diariamente. Em meio ao trânsito intenso e aos deslocamentos cada vez mais longos, a malha metroferroviária se consolida como alternativa para uma viagem mais ágil e previsível, especialmente nos horários de pico. Para se ter uma ideia, os trens conseguem reduzir pela metade um trajeto que levaria até duas horas utilizando ônibus ou carros. Isso ocorre mesmo que a pessoa não resida tão próximo à estação.

Viagens mais longas e custos mais altos

Em um cenário sem as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, a vida de quem mora nas cidades da Região Metropolitana ficaria mais difícil. Além de o tempo de viagem aumentar, o impacto seria sentido no bolso.

Imaginando um trajeto realizado por muitos clientes, entre as estações Carapicuíba e Palmeiras-Barra Funda, ambas da Linha 8-Diamante, e considerando apenas ir de um ponto ao outro — isso sem levar em conta o deslocamento do passageiro da sua casa até a estação —, a diferença é grande. A começar pelo valor. Enquanto o cliente pagaria apenas R$ 5,40 ou, no máximo, uma tarifa integrada de até R$ 12,65 utilizando os ônibus intermunicipais que desembarcam na estação, a realidade seria outra sem os trilhos. Em um cenário sem o sistema metroferroviário, o passageiro precisaria pagar uma passagem inteira de um intermunicipal – entre R$ 6,70 e R$ 8,75 – e mais uma inteira de R$ 5,30 dos coletivos municipais da Capital, totalizando um gasto de até R$ 14,05 apenas na ida. A diferença de R$ 1,40 por trecho (ou R$ 2,80 por dia), no fim do mês, considerando o trajeto de ida e volta, ficaria na casa dos R$ 67,00. Isso sem falar no tempo. Em apenas 30 minutos, o passageiro faz o trajeto entre as duas estações sem a necessidade de descer no meio do caminho. De ônibus, o deslocamento pode levar de 1h15 a até 2h, dependendo do horário.

Outro trajeto comum, e até mais distante do que o da primeira comparação, é entre Itapevi e Palmeiras-Barra Funda. Utilizando a mesma base para a análise e fazendo esse percurso em um trem da Linha 8-Diamante, o custo seria de apenas R$ 5,40 ou até R$ 13,55 em uma tarifa integrada. Já se a única maneira fosse utilizar ônibus, seria necessário pegar três linhas diferentes e sem qualquer integração entre elas. Somados, os custos apenas da ida poderiam chegar a R$ 23,10. Mensalmente, a diferença do custo da ida e volta ao trabalho superaria a casa dos R$ 458,00. Em termos de tempo de trajeto, o impacto é ainda maior. Enquanto de trem essas estações são percorridas em apenas 1 hora, de ônibus o deslocamento poderia levar mais de 2 horas e 20 minutos – a depender das condições de trânsito.

Assim, mais do que encurtar distâncias no mapa, o transporte sobre trilhos ajuda a encurtar o tempo, aliviar o bolso e tornar a rotina de milhares de trabalhadores um pouco mais previsível. Ao oferecer viagens mais rápidas, integradas e com custo menor, segue como peça-chave para a mobilidade da Região Metropolitana, conectando cidades, oportunidades e histórias que começam cedo todos os dias e ajudam a manter São Paulo em movimento.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Linha 11-Coral da CPTM funciona normalmente neste domingo (29). Enroscamento de pantógrafo prejudicou operação no início da tarde

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Linhas afetadas serão a 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda (Grajaú – Osasco), 11-Coral e o Expresso Leste. Foto: Divulgação

Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada

ARTHUR FERRARI

Quem utiliza a linha 11-Coral da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) neste domingo, 29 de março de 2026, enfrentou dificuldades entre 13h08 e 14h13, quando uma falha prejudicou o atendimento aos passageiros.

De acordo com a CPTM, a operação foi afetada por problemas no sistema de energia após o enroscamento de um pantógrafo, que conecta o trem à rede elétrica. O trecho entre as estações Estudantes e Suzano foi o mais prejudicado.

Técnicos da companhia atuaram para normalizar o atendimento.

Nota da CPTM na íntegra

Na tarde deste domingo (29/03), desde 13h08, a circulação de trens da Linha 11-Coral está sendo feita com maiores intervalos entre as estações Suzano e Estudantes, devido à falha na rede aérea de energia (sistema de alimentação elétrica dos trens) causada pelo enroscamento do pantógrafo. Os passageiros que estavam no trem, que seguia sentido Estação Estudantes, foram transferidos para outra composição. 

Os técnicos estão atuando para normalizar a operação e a CPTM pede desculpas pelos transtornos causados aos passageiros.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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