Desde abril de 2024, a capital sergipana já opera com 15 ônibus elétricos da chinesa Higer, representada no Brasil pela TEVX Motors Group Ltda, conforme registrado pelo Diário do Transporte
Entre as exigências estão piso baixo total, com tomadas GB/T (GUOBIAO/T) e carregadores com potência mínima de160 KW
ADAMO BAZANI
O perfil da frota de ônibus elétricos de Aracaju (SE) não deve ter alterações em relação aos 15 coletivos que operam na cidade com a nova licitação lançada pela prefeitura para a aquisição de novos veículos.
De acordo com edital de concorrência, os padrões dos ônibus e de equipamentos como carregadores e tomadas para carregamento não mudam em praticamente nada.
Como mostrou o Diário do Transporte, a compra de mais 15 ônibus, avaliada em quase R$ 64,5 milhões (R$ 63.483.160,39) e equipamentos (oito carregadores de alta potência), teve sessão pública para apresentação de propostas marcada para o próximo dia 15 de dezembro de 2025. O principal critério para definir o vencedor é o menor preço.
Relembre:
Desde abril de 2024, a capital sergipana já opera com 15 ônibus elétricos da chinesa Higer, representada no Brasil pela TEVX Motors Group Ltda, conforme registrado pelo Diário do Transporte. A licitação, na ocasião, chegou a ser suspensa, mas depois a prefeitura conseguiu reverter na Justiça decisão do TCE (Tribunal de Contas do Estado), que apontou sobrepreço e suposto direcionamento. (Veja mais abaixo todo o histórico).
O edital, por exemplo, pede que os ônibus sejam de piso baixo total (“Low Floor Total”), sem degraus em nenhuma das portas, construídos em uma só unidade, ou seja, do tipo monobloco, como são os atuais em circulação.
A maior parte dos ônibus elétricos em produção no Brasil é do tipo LE (Low Entry – Entrada Baixa), ou seja, sem degraus na porta da frente e na porta do meio, mas na última porta.
Além disso, os ônibus elétricos do mercado nacional são encarroçados, ou seja, os chassis são de um fabricante e as carrocerias de outro, sem ter a característica de monobloco.
Os equipamentos para a recarga também são do mesmo padrão dos atuais usados no sistema de Aracaju.
Os carregadores pedidos no novo edital são de 160 KWh de potência mínima. Cada um foi avaliado em R$ 231,8 mil (R$ 231.833,33) e o lote de oito unidades em quase R$ 2 milhões (R$ 1.854.666,64)
As tomadas de carregamento, por sua vez, de acordo com o edital devem ser do tipo GB/T (GUOBIAO/T), também do atual padrão usado pelos 15 ônibus atuais da cidade.
Em uma sessão plenária realizada no dia 31 de julho de 2025, o Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) chegou a apontar sobrepreço e suposto direcionamento na concorrência para a compra dos primeiros 15 ônibus elétricos pela prefeitura de Aracaju.
Relembre:
A operação dos veículos chegou a ser suspensa por determinação do TCE.
Relembre:
O caso foi parar na Justiça, que em outubro de 2025, determinou a continuidade do contrato entre a prefeitura e a Higer/TEVX f por entender que a compra foi legal.
Relembre:
A operação destes 15 primeiros ônibus elétricos, então, foi retomada em 31 de outubro de 2025.
Relembre:
Esses veículos foram introduzidos pela atual gestão como parte da primeira etapa de eletrificação do sistema, atuando em linhas de maior demanda e reduzindo emissões locais. A nova licitação, portanto, representa a segunda onda de ampliação da frota elétrica, praticamente dobrando a quantidade de ônibus movidos a bateria em operação na cidade.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Ajustes reduzem intervalos e redistribuem ônibus articulados para outras rotas da capital
ARTHUR FERRARI
Usuários do transporte coletivo de Belo Horizonte (MG) passam a contar, nesta segunda-feira (1º), com mais viagens nas linhas 62 (Direta), 63 e 6030 (Via Andradas). A mudança inclui a retirada dos ônibus articulados dessas rotas, com remanejamento para outras áreas do sistema, e integra o conjunto de ações implementadas pela administração municipal para reorganizar a oferta.
Na linha 62, que liga a Estação Venda Nova à Savassi, o reforço acrescenta seis viagens em dias úteis. O pico da manhã ganha duas saídas, reduzindo o intervalo médio de 8 para 7 minutos. No fim da tarde entram três viagens adicionais, diminuindo o intervalo de 11 para 9,5 minutos. Entre meio-dia e 12h59, uma viagem extra reduz o espaçamento de 30 para 20 minutos.
A linha 63, que conecta a Estação Venda Nova à Avenida Antônio Carlos, terá 14 viagens adicionais nos dias úteis e quatro aos sábados. O horário de pico da manhã recebe cinco viagens extras e passa a operar com intervalos de 6 minutos, ante 7,5 minutos anteriormente. No pico da tarde entram quatro viagens, com o intervalo caindo de 9 para 7,5 minutos. Entre 11h e 15h59 são acrescentadas cinco viagens, reduzindo o espaçamento de 14 para 11,5 minutos. Aos sábados, as quatro viagens adicionais concentram-se entre 5h e 10h59, com o intervalo médio passando de 13 para 11 minutos.
A linha 6030, que liga a Cidade Administrativa à Savassi, recebe quatro novas viagens. No pico da manhã, o intervalo cai de 29 para 21 minutos com duas saídas extras. À tarde, outras duas viagens reduzem o intervalo de 28 para 20 minutos.
A diretora de Planejamento e Controle de Mobilidade da Sumob, Gabriela Pereira, afirma que o acompanhamento operacional será diário. “O monitoramento dos agentes da Sumob e da BHTrans será fundamental para realizar os ajustes necessários, como o acréscimo ou alteração de viagens em uma faixa horária que apresente uma demanda maior de passageiros”, disse a diretora.
Quadros de horários e itinerários podem ser consultados no portal da Prefeitura de Belo Horizonte (MG).
Responsável pelo futebol do São Paulo nos últimos anos, Carlos Belmonte, que deixou o clube na última semana, vinha sendo muito criticado pelos torcedores por algumas questões. Uma delas, e talvez a que mais incomodava os fãs, é em questão a questões financeiras.
O clube viu a sua dívida explodir nos últimos anos e, em 2025, certamente bateria na casa de R$ 1 bilhão. A estratégia montada pela diretoria para impedir isso foi conter alguns gastos e, sobretudo, vender jogadores.
Com isso, vários jovens, alguns deles ainda praticamente sem jogar no time principal, foram “liquidados”. Nessa, saíram atletas como William Gomes, Matheus Alves, Lucas Ferreira, entre outros. Todos eles mostravam grande potencial, mas como a palavra de ordem dentro do São Paulo era pela necessidade de dinheiro, todos por valores considerados baixos.
Em entrevista exclusiva à ESPN, Belmonte explicou o posicionamento, dizendo que foi uma decisão conjunta, mas descartando que cada um deles pudesse ser vendido por valores maiores.
“Tomou-se uma decisão no início do ano. O regime é presidencialista. Isso não quer dizer que eu não concorde. O presidente tomou uma decisão no começo do ano de que não iríamos fazer contratações e teríamos de dar superávit. Essa foi a decisão tomada. O único jeito de dar superávit era vendendo atletas. Segui uma determinação do presidente. Todas as vendas que fizemos são coletivas. Eu participei de todas. Não estou dizendo que o presidente queria vender e eu não queria. Se eu fizesse isso, estaria sendo mentiroso. A decisão é coletiva. Não foi do Julio Casares. Pensamos juntos e vendemos. Sobre valor, é uma discussão tola. É uma lei de oferta e procura. O mercado chega com uma proposta. Claro que o mercado, ao saber que o São Paulo está em um momento financeiro mais difícil, a proposta vem menor. É natural. Buscamos o máximo possível e fazemos a venda. Se é baixo ou alto, é uma discussão que não cabe. Cabe proposta que tem e necessidade que tem de venda. Precisávamos correr atrás de superávit. Essa foi a decisão. Aí você pode entrar em questão de conceito. É assim que tem de ser? Não é? Aí é uma outra dicussão. Eu posso ter um pensamento, o presidente outro. Diante do pensamento que foi colocado, de ter superávit neste ano, o único jeito era vendendo atletas”, iniciou, deixando claro que apesar da estratégia, sempre foi contra a chamada “venda da base”, em uma possível parceria que o clube poderia fazer com o empresário Evangelos Marinakis, que investiria dinheiro nas categorias de base, em troce de percentual no passe dos atletas.
“Conceitualmente, sou contra vender parte da base. Cotia é nossa mina de ouro. Vendi 230 milhões este ano, quase tudo da base. Por que entregar percentual por 250 milhões? Não concordo.”
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‘Tirar o foco da derrota’: Belmonte explica relação com o grupo do São Paulo e como reagiram com saída
Carlos Belmonte falou com exclusividade à ESPN
Questionado se no próximo ano o São Paulo poderá segurar mais jogadores da base, Belmonte disse que tudo isso faz parte de um processo de revitalização financeira.
“Para falar a verdade: querer vender, não queria vender nenhum. Acho que todos poderiam evoluir e dar mais ao São Paulo. É claro que depois que vão fica mais fácil olhar. Mas sempre achamos que o William seria um jogador que teria um crescimento maior ainda aqui. Eu gostaria, o Julio gostaria, Muricy Ramalho, Rui Costa, todos gostariam que esses meninos ficassem dois, três, quatro anos conosco e a gente pudesse maturar mais. Mas é uma situação financeira, que tem de buscar recursos para manter o clube. Você acaba não conseguindo que eles fiquem mais tempo. Isso tem de mudar. Há uma questão que me incomoda muito, que é uma coisa pessoal, que o São Paulo passou a falar só de dívida. Isso quer dizer que acho que a dívida não é importante? Claro que não. Mas temos de falar mais em receita, como conseguir mais receita, como gastar menos no dia a dia. É só no futebol? Não tem outras áreas para gastar menos? Não tem de fazer alguns processos para arrecadar mais? Não temos de investir mais no futebol para também arrecadar mais? São pensamentos. Esse debate vai surgir mais adiante. Mas para o quatro atual não tínhamos outro caminho que não fosse esse para ter superávit.”
‘Quantas vezes pudemos colocar esses quatro jogadores em campo simultaneante?
E se os jovens foram saindo, o time do São Paulo foi, por outro lado, se reforçando com veteranos, sobretudo em fim de contrato. E o que aconteceu foi uma série de lesões na maioria deles.
“Não gastamos em transferências. É uma decisão que tomamos no início do ano. Nenhuma exceção. Não podemos contratar nenhum jogador pagando transferência. Luva paga para qualquer atleta. Mesmo quando paga transferência, paga luva. Qualquer atleta tem luva. São coisas diferentes. Contratamos jogadores visando equilíbrio do time. Alguns renderam, outros não renderam. O Oscar se machucou, depois teve questão da saúde, perdemos um grande nome para a temporada. Perdemos Calleri, André, Ryan. Tivemos problemas do Lucas. Se todos os jogadores da temporada que perdemos por problemas estiverem no próximo ano, teremos um time mais forte. Aí talvez com dois, três, quatro reforços… Não conseguimos ver todos os jogadores simultaneamente. Tivemos um jogo contra o Corinthians com Calleri, Luciano, Oscar e Lucas, fizemos uma partida brilhante. Quantas vezes pudemos colocar esses quatro jogadores, que eram a base do time que imaginávemos, em campo simultaneante? Vamos ver na próxima temporada como vai ser. Estarei na torcida para que dê tudo certo.”
As lesões, segundo ele, “não aconteceram por azar”: “Nunca digo que é azar. Mas tivemos muitas lesões por trauma, tivemos alguns problemas por doença. Não é azar ou sorte, é do futebol. Os números que tenho de lesões musculares são semelhantes aos de outras temporadas, não houve acréscimos. Tivemos mais [lesões por] traumas dessa vez. Isso acabou desfalcando um pouco mais nosso time. E um problema sério do Lucas, que acabou não se resolvendo. Não por ineficiência de ninguém, mas por ser um problema que acabou ficando um pouco mais difícil. Mas tenho certeza que ele na próxima temporada vai nos ajudar demais. É um jogador fantástico e muito comprometido com o São Paulo.”
E se com Lucas a expectativa é que esteja à disposição logo no início da temporada que vem, o mesmo talvez não acontece com Oscar. Principal reforço do São Paulo para 2025, o meia se machucou algumas vezes ao longo do ano. Como se não bastasse, já na reta final, teve um problema de saúde ainda mais grave, com o diagnóstico de síncope vasovagal, sofrido enquanto fazia testes físicos.
Apesar do camisa 8 já ter recebido alta hospitalar e estar bem, ele ainda está em repouso e ninguém sabe ao certo se seguirá atuando profissionalmente. Nem mesmo Belmonte.
“Não conversei com o Oscar a respeito disso. Acho que é uma indelicadeza neste primeiro momento conversar isso com o atleta. Tem de deixá-lo tranquilo, buscar a recuperação. Eu gostaria imensamente que o Oscar voltasse a jogar. Nos ajudaria demais. Se ele estivesse nesta temporada, teria nos ajudado muito. É um jogador extra série, muito comprometido, muito trabalhador. Gostaria muito que voltasse. Mas também gostaria que ele tomasse a decisão que é melhor para a vida dele. A decisão que ele tomar cabe ao São Paulo apoiar. Se decidir parar de jogar, o São Paulo tem de apoiar, agradecer, porque veio aqui, se dedicou, buscou ao máximo. Se ele voltar a jogar, gostaria de tê-lo no elenco, porque nos ajudaria muito, não tenho dúvida.”
O São Paulo ainda entra em campo mais duas vezes na atual temporada. A primeira delas já nesta quarta-feira (3), dia em que recebe o Internacional na Vila Belmiro.
Reconhecimento reforça liderança da empresa em sistemas de bilhetagem eletrônica no país
A Prodata Mobility Brasil recebeu, pela 19ª vez consecutiva, o Prêmio Maiores & Melhores do Transporte na categoria Melhor Sistema de Bilhetagem Eletrônica, consolidando mais uma vez sua posição de referência no desenvolvimento de soluções tecnológicas para mobilidade urbana. O reconhecimento ocorre em um momento em que a empresa amplia projetos, renova contratos e fortalece sua presença em sistemas de transporte de diferentes portes em várias regiões do país.
Em nota, o Diretor-Presidente da Prodata, João Ronco, afirmou que o prêmio reflete o esforço contínuo da equipe e o compromisso da companhia em entregar sistemas confiáveis para cidades, operadores e passageiros:
“Receber este prêmio é motivo de grande orgulho para todos nós. Ele representa o esforço coletivo e a dedicação diária do time da Prodata. Seguimos comprometidos em inovar com segurança e confiabilidade, levando soluções que apoiam cidades, operadores e passageiros e contribuem para uma mobilidade mais inteligente e eficiente.”
A empresa destaca que os anos de 2024 e 2025 foram marcados por expansão dentro e fora do Brasil, modernização tecnológica e novas parcerias. Para 2026, a expectativa é de crescimento ainda maior, com entrada em novos mercados e lançamento de soluções voltadas à melhoria da experiência do usuário.
O Diretor Comercial, Kleber Rocha, reforça a perspectiva positiva:
“Para 2026, a nossa expectativa é ainda mais positiva. Será um ano de expansão, com novos mercados e soluções que vão levar a mobilidade a outro patamar. Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo e reforça que o melhor ainda está por vir.”
Aplicativo reúne previsão em tempo real do transporte público e permite recarga do Bilhete Único para visitantes do evento, que acontece até 28 de dezembro
ALEXANDRE PELEGI
A Villa de Natal São Paulo, evento temático realizado no Parque Villa-Lobos com atrações especiais, cenografia natalina e programação voltada a famílias e turistas, indicou o Cittamobi como aplicativo oficial de mobilidade para sua edição deste ano, que ocorre entre 28 de novembro e 28 de dezembro. A indicação foi feita pelos organizadores do evento com o objetivo de orientar o público a utilizar o transporte coletivo e reduzir o impacto no trânsito da região.
Segundo a organização, a expectativa é de grande fluxo de visitantes ao longo do mês, o que pode gerar sobrecarga no sistema viário do entorno. O parque é atendido por linhas de ônibus municipais e fica próximo à Linha 9–Esmeralda da CPTM, cujo uso é recomendado para chegar ao local.
O Cittamobi reúne informações operacionais dos ônibus da capital paulista, como previsão de chegada em tempo real baseada em GPS, além de consultar a situação de operação da CPTM. Pelo aplicativo, o usuário pode planejar rotas combinando modais e verificar o trajeto a pé até os portões de acesso ao evento.
A ferramenta também permite a compra de créditos do Bilhete Único pelo celular, com validação nos equipamentos instalados nos ônibus ou terminais. A funcionalidade é destacada pela Primova, empresa responsável pelo aplicativo, como apoio ao deslocamento do público.
A diretora de Relacionamento e Estratégia da empresa, Emanuele Cassimiro, afirma que a intenção é facilitar a organização do trajeto dos visitantes. “Nosso foco é reduzir a incerteza de horário e permitir que as pessoas tenham previsibilidade no deslocamento”, disse.
A recomendação para priorizar o transporte coletivo acompanha outras orientações dos organizadores para minimizar congestionamentos e a dificuldade de estacionamento no entorno do parque, problemas recorrentes em eventos de grande porte na cidade.
O aplicativo Cittamobi é gratuito e está disponível para Android e iOS, cobrindo a região metropolitana de São Paulo.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes
Interrupção afetou operação entre as estações Pinheiros e Luz, no sentido Centro, e entre Vila Sônia e Morumbi, no sentido Oeste
YURI SENA
A Linha 4-Amarela do metrô operou de forma parcial na tarde desta segunda-feira, 1º de dezembro de 2025, após uma ocorrência envolvendo pessoa na via na estação Butantã. A circulação ficou restrita a dois trechos: entre Pinheiros e Luz, no sentido Centro, e entre Vila Sônia e Morumbi, no sentido Oeste.
As demais estações da linha permaneceram sem operação até a liberação da via.
Técnicos foram acionados para atendimento e para realizar os procedimentos de segurança necessários antes da retomada integral do serviço.
Modelos são voltados para operações de fretamento e turismo e ampliam o portfólio rodoviário da fabricante
YURI SENA
A Marcopolo deu início a um roadshow nacional para apresentar os novos modelos Viaggio G8 900 e Viaggio G8 1050 com motor dianteiro. A ação percorre diferentes regiões do país e reforça a estratégia da fabricante de ampliar sua oferta para os segmentos de fretamento, turismo e linhas regulares de curta e média distância.
Os dois modelos complementam a gama rodoviária da Geração 8, que já inclui versões como Ideale 800, Viaggio 800, Viaggio 1050 com motor traseiro e os Paradiso 1050, 1200, 1350, 1600 LD e 1800 DD.
Recém-lançado, o Viaggio G8 900 é voltado para operações que exigem versatilidade e baixo custo operacional. O veículo tem entre 12,7 e 13,6 metros e comporta até 48 passageiros. Equipado com chassi Euro 6 e motor dianteiro, oferece opções de poltronas Executiva e semi-leito com tomadas USB, elevador para acessibilidade, vidros colados com ventarola e porta pantográfica.
O modelo incorpora os avanços da Geração 8, com destaque para o design aerodinâmico, que melhora o desempenho e reduz o consumo de combustível. A estrutura permite menor nível de ruído e mais conforto térmico, sem abrir mão da robustez e da redução de custos de manutenção.
A construção utiliza materiais leves e resistentes, como tampa frontal em DCPD, componentes em alumínio e painéis internos de poliuretano revestido em vinil, o que aumenta a durabilidade e o padrão de acabamento.
Externamente, o Viaggio G8 900 segue a identidade visual da Geração 8, com tiara em ABS, novos faróis — com opção em LED — e para-brisa mais amplo. Na traseira, lanternas de maior luminosidade e novos vigias garantem melhor visibilidade e segurança.
No interior, o painel foi redesenhado para proporcionar maior visibilidade ao motorista e operação mais intuitiva. O cluster atualizado facilita o acesso aos comandos e o novo sistema de desembaçamento tem vazão de ar 33% superior.
O modelo traz ainda o sistema Multiplex Lohr Amsys 4.3”, com operação por touchscreen ou teclas físicas, além de diagnóstico via Bluetooth para agilizar manutenções. Botões emborrachados e teclado auxiliar complementam a ergonomia e a facilidade de uso.
O salão de passageiros recebeu um novo sistema de refrigeração mais eficiente, que distribui a temperatura de forma uniforme. O porta-pacotes foi redesenhado para reduzir vibrações e ruído, e o novo porta-focos integra controle de volume.
A iluminação indireta em LED é mais intensa e homogênea, sem comprometer o conforto visual. O ambiente interno conta ainda com luzes de leitura individuais e saídas de ar ajustáveis.
A estrutura utiliza o conceito de anéis passantes de segurança, que aumentam a resistência a impactos e atendem ao padrão R66.02 VCA para proteção em capotamentos. Como opcional, o modelo oferece o sistema de segurança passiva FIA, que reforça a cabine do motorista com coluna “B” tripla e garante deformação até 78% menor que a exigida pela legislação brasileira.
Em testes de impacto frontal a 40 km/h, supervisionados por auditoria externa, o sistema demonstrou capacidade de absorver energia com deformação controlada, elevando substancialmente o nível de proteção ao motorista.
A engenharia também trabalhou na reorganização das centrais elétricas, que agora ficam no bagageiro e na parte dianteira do porta-pacote — solução que agiliza inspeções e reduz o tempo de manutenção.
O ano está acabando e chegou a sua vez de decidir: quem vai levar para casa o prêmio de golaço do Brasileirão feminino no Prêmio ESPN Bola de Prata? Você pode escolher entre a acrobacia de Cristiane (Flamengo), o gol do meio de campo de Manu Balbinot (Real Brasília) ou a jogadaça de Tainá Maranhão (Palmeiras). ASSISTA aos lances no vídeo acima e vote na enquete abaixo!
A primeira da lista é a volante Manu Balbinot. Logo na primeira rodada do campeonato e diante do poderoso Corinthians, ela não se intimidou ao ver a goleira Nicole fora do gol e mandou um chutaço do meio de campo para anotar uma verdadeira pintura.
Fernanda cruzou, e Cristiane fez um malabarismo para pegar de primeira e marcar um golaço da entrada da área. De costas para o gol, ela pegou na bola com o lado do pé e surpreendeu todo mundo do time adversário.
Já Tainá Maranhão é a única da lista com um golaço marcado no mata-mata. Nas oitavas de final diante do Flamengo, a atacante do Palmeiras pegou a bola ainda na intermediária, fez fila pela direita e driblou duas adversárias antes de encher o pé e acertar um forte chute cruzado no ângulo.
Reveja os três golaços no vídeo acima e vote na enquete abaixo, que ficará aberta até a próxima quarta-feira (03/12). A vencedora será conhecida na tradicional entrega do Prêmio ESPN Bola de Prata, no dia 8 de dezembro.
Passageira precisou de atendimento emergencial; Metrô realizou atendimento e encaminhou vítima ao hospital
YURI SENA
Uma passageira sofreu um acidente na manhã desta segunda-feira, 1° de dezembro de 2025, ao tentar embarcar em um trem na estação Vila Mariana, da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo. Segundo a companhia, a usuária acabou caindo no vão entre o trem e a plataforma no momento do embarque.
Agentes de segurança do Metrô prestaram socorro imediato, realizando os primeiros atendimentos no próprio local. Após estabilização, a passageira foi encaminhada para atendimento hospitalar.
A companhia não informou o estado de saúde da vítima até o momento.
Confira nota do Metrô de São Paulo:
Na manhã desta segunda-feira (1°), uma passageira se acidentou no vão da plataforma da estação Vila Mariana, na Linha 1-Azul, ao tentar embarcar no trem. A passageira foi socorrida pelos agentes de segurança do Metrô e encaminhada para atendimento hospitalar.
Projeto piloto de seis meses libera uso de cartões físicos de débito e crédito em bloqueios exclusivos das estações
ARTHUR FERRARI
Passageiros do Metrô de São Paulo (SP) começaram a utilizar cartões físicos de débito e crédito com tecnologia de aproximação para acessar as estações a partir desta segunda-feira (1º). O recurso faz parte de um projeto piloto com duração inicial de seis meses, aberto com possibilidade de prorrogação conforme a avaliação da demanda e dos ajustes necessários.
O teste teve início nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha e será ampliado ao longo de dezembro para a 2-Verde e a 15-Prata. A liberação vale para cartões Mastercard, Visa e Elo habilitados para aproximação. Segundo as regras do piloto, apenas uma viagem por cartão será permitida, sem aplicação das integrações existentes no sistema. O mesmo cartão só poderá ser usado novamente após um intervalo de 30 minutos, período que poderá ser reduzido depois da análise operacional.
Cada estação contará com pelo menos uma catraca dedicada ao pagamento por aproximação, devidamente sinalizada. Nos locais de maior movimento, promotores treinados estarão disponíveis para orientar o público. Nesta fase inicial, o uso de cartões virtuais em smartphones ou smartwatches não será aceito.
Entre os objetivos do teste estão acelerar o embarque, eliminar a necessidade de recargas e ampliar as formas de pagamento além dos cartões de transporte Bilhete Único e TOP ou bilhetes QR Code. A operação das catracas por aproximação permitirá validar a aceitação do passageiro e ajustar eventuais pontos técnicos antes de uma decisão sobre expansão definitiva.