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Linha A09 da Restinga tem itinerário ampliado em Porto Alegre (RS)

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Porto Alegre, RS, 08/05/2023 – Vistoria final da reforma do terminal de ônibus Nilo Wulf, na Restinga. Fotos: Pedro Piegas/PMPA

Novo trajeto inclui mais vias e pontos de parada, melhorando a cobertura do transporte coletivo na região

ARTHUR FERRARI

A partir desta segunda-feira, 10 de novembro de 2025, a linha A09 – Alimentadora Restinga Nova/Restinga Velha, em Porto Alegre (RS), passa a circular por um trajeto ampliado. A alteração foi definida pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SMMU) após reuniões com representantes da subprefeitura da Restinga e da comunidade local.

O novo percurso estende o atendimento da linha pelas ruas Clara Nunes e Jessu Oliveira Silva, além da avenida Governador Peracchi Barcellos, alcançando áreas residenciais e novos empreendimentos. A partir desse ponto, o itinerário segue pela rua Engenheiro Oscar de Oliveira Ramos, conectando o Terminal Tobago ao Terminal Nilo Wulff — principal ligação entre a Restinga e outras regiões da cidade.

Novos pontos de parada foram implantados ao longo do trajeto para facilitar o acesso dos moradores ao transporte coletivo e melhorar a integração com outras linhas do sistema. As mudanças integram o Programa Mais Transporte, que busca aprimorar o atendimento aos usuários e equilibrar a oferta de viagens conforme a demanda.

As linhas alimentadoras, como a A09, conectam bairros mais afastados aos terminais de integração, de onde partem as linhas troncais em direção a outras áreas de Porto Alegre. O pagamento pode ser feito com o Cartão TRI, que garante integração tarifária — o passageiro paga apenas uma tarifa ao realizar conexões dentro do sistema.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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transporte público entra na era do tap-and-go

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Alan Neiva, Gerente Comercial de Grandes Contas da Cielo participou ao lado de Pablo Medeiros, executivo de Finanças da Mais.Mobi.

Com tecnologia da Cielo e inteligência da Mais.Mobi, Parceria anunciada no Podcast do Transporte durante a Arena ANTP 2025, passageiros poderão usar cartão, celular ou relógio para embarcar em qualquer modal

ALEXANDRE PELEGI

Durante o Podcast do Transporte gravado ao vivo na Arena ANTP 2025, a Mais.Mobi e a Cielo apresentaram uma parceria que promete revolucionar o modo como o brasileiro paga sua viagem. A inovação permite ao passageiro encostar o cartão, o celular ou o relógio e embarcar — sem recarga, sem bilhete físico, sem complicação.

A gente está trazendo uma evolução, uma inovação para o transporte: a possibilidade de o passageiro pagar direto no ônibus, no metrô, no trem — até em balsa, avião ou foguete, se quiser — com o mesmo cartão que ele já usa no comércio”, afirmou Alan Neiva, Gerente Comercial de Grandes Contas na Cielo. “É o mesmo gesto do dia a dia: encostar o cartão e seguir viagem.

A Cielo, líder em soluções de pagamento, atua como adquirente da operação, processando e aprovando as transações, enquanto a Mais.Mobi desenvolve a plataforma de bilhetagem digital que conecta o transporte ao sistema bancário com segurança e inteligência.

A grande sacada da Mais.Mobi é entender que o negócio de pagamento é diferente do de bilhetagem”, explicou Pablo Medeiros, executivo de Finanças da Mais.Mobi. “Criamos uma solução pensada para o transporte público, com um processamento próprio, escalável, capaz de lidar com milhões de transações diárias sem comprometer a fluidez da operação.”

O sistema utiliza o modelo online diferido, que processa o pagamento de forma imediata na catraca, mas valida as transações ao longo do dia.

Em transporte público, tudo precisa ser rápido. Não dá pra depender de conexão online a cada operação. Por isso, adaptamos o sistema financeiro à realidade da mobilidade urbana”, disse Medeiros.

Para Diogo M. Adaime, Gerente Nacional Governo | Corporate / Head of Sales Government Channel na Cielo, a parceria inaugura uma nova etapa de eficiência no setor:

Antes, o sistema de bilhetagem funcionava, mas não tinha inteligência. Agora há controle total sobre cada transação: o que foi aprovado, o que não foi, por qual bandeira. É um novo nível de transparência e eficiência para o operador e para o passageiro.”

Adaime destacou que a iniciativa acompanha o avanço da bancarização no país:

Hoje até as classes C, D e E estão bancarizadas. Trazer o cartão de crédito e débito para o transporte é inclusão, é conveniência. É resolver uma dor antiga do passageiro que sempre teve que lidar com múltiplos cartões e recargas.”

Além de facilitar o embarque, a tecnologia abre caminho para uma integração inédita entre modais e serviços urbanos.

O mesmo cartão que o usuário usa no metrô pode servir para pagar um café dentro da estação e liberar um patinete na sequência”, contou Medeiros. “Nosso backoffice permite isso — é uma inteligência que conecta modais, serviços e benefícios. O transporte público vira o centro da experiência urbana. Com um único cartão, o passageiro faz tudo: paga o ônibus, o trem, a bicicleta. Isso é o fim da fricção”, resumiu Diogo M. Adaime. “É o transporte brasileiro a poucos passos do futuro.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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ClickBus investe R$ 74 milhões e inaugura espaço interativo no terminal rodoviário Tietê, em São Paulo, em campanha que une humor, dados e inteligência artificial

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Maior investimento de marketing da história da empresa marca a temporada 2025/2026, com ações que conectam o mundo digital à experiência física do passageiro — de Mozart ao funk, de IA à roleta de prêmios

ALEXANDRE PELEGI

A ClickBus, aplicativo líder em vendas de passagens rodoviárias no Brasil, lançou nesta segunda-feira (10/11) sua campanha de alta temporada 2025/2026, com investimento recorde de R$ 74 milhões em mídia e marketing. A ação mistura criatividade e tecnologia para destacar a praticidade da compra digital de passagens e inaugura, no Terminal Rodoviário Tietê, um espaço interativo e sensorial voltado aos viajantes.

Assinada pela agência Tech & Soul, a campanha parte de um dado curioso — 60% dos passageiros ainda compram passagens nas rodoviárias — e o transforma em provocação: “Se dá pra comprar direto no app, por que ainda vão na rodoviária?”. A trilha sonora faz uma fusão inusitada entre a Sinfonia nº 13 de Mozart e o funk, reforçando o tom leve e bem-humorado da mensagem.

Espaço ClickBus: experiências, prêmios e acolhimento

Com investimento de R$ 2 milhões, a empresa inaugura o Espaço ClickBus, um ambiente de 109 m² dentro do Terminal do Tietê que funcionará de 13 de novembro de 2025 a fevereiro de 2026. O local foi concebido como um ponto de experiência — uma área instagramável e acolhedora, com atrações que unem entretenimento e informação.

Entre as ações estão:

  • Roleta de prêmios, com R$ 500 mil em brindes, incluindo celulares e vouchers de passagens de até R$ 700;

  • Distribuição de snacks e lanches, música ao vivo e ambientação temática;

  • Ações com influenciadores e produtos exclusivos da marca, como bonés e brindes personalizados.

Segundo Michelle Xavier, diretora de Marketing e Growth da ClickBus, a estratégia busca aproximar a marca dos passageiros e traduzir dados de comportamento em experiência real.

“A ClickBus nasceu digital e agora amplia sua presença no físico — não por conveniência, mas por estratégia. Toda mudança de hábito começa com uma boa provocação. Misturamos Mozart com funk para traduzir um dado que enxergamos há anos: o viajante ainda compra no físico, mas está pronto para o digital.”

Inteligência artificial de ponta

A ClickBus também adotou inteligência artificial em toda a jornada da campanha: da produção dos vídeos — em que a IA recriou cenários como quartos, salões e praias, reduzindo em 50% os custos de filmagem — à gestão de mídia, feita por modelos preditivos da plataforma Uncover, que mensuram e otimizam o investimento em tempo real.

Além disso, a empresa destinou R$ 15 milhões em 2025 para fortalecer seu ecossistema tecnológico, incluindo um assistente de viagem conversacional no aplicativo e sistemas de Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM) e Plataforma de Dados do Cliente (CDP). Essas ferramentas permitem integrar e analisar informações de comportamento e histórico de compras dos usuários, tornando possível uma comunicação personalizada e em tempo real — identificando o melhor canal, momento e mensagem para cada perfil de viajante.

“Somos uma empresa AI First. Usamos inteligência artificial na criação do filme, na tomada de decisão de mídia e também para entregar mais valor na jornada do cliente”, conclui Michelle Xavier.

O termo “AI First” define empresas que integram a inteligência artificial como base estratégica de todas as áreas — do marketing à operação, passando por produto e atendimento. Nelas, a IA deixa de ser ferramenta pontual e passa a orientar decisões, prever comportamentos e gerar eficiência em tempo real.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Abel vê Mirassol ‘muito melhor do que o Palmeiras’ e detona convocação de jogadores: ‘Quem paga os salários somos nós’

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Abel Ferreira reconheceu que a superioridade do Mirassol sobre o Palmeiras no jogo realizado neste domingo (9), no Estádio José Maria de Campos Maia, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Palmeiras não conseguiu impor seu ritmo desde o início e perdeu por 2 a 1. Apesar da derrota, o time de Abel Ferreira continua na liderança do Brasileirão, mas agora com os mesmos 38 pontos do Flamengo, que tem uma vitória a menos (21 a 20).

“Hoje pra mim é muito fácil explicar esse jogo. Sem querer arranjar desculpas, se foi técnica, tática, fisicamente, estratégia… Hoje, o Mirassol foi muito melhor do que o Palmeiras. Só isso eu tenho pra te dizer. A imprensa vai fazer perguntas, mas a verdade é que foram muito melhores em todos os níveis do que o Palmeiras”, disse Abel Ferreira.

Em busca da reabilitação, o Palmeiras enfrenta o Santos, no próximo sábado (15), na Vila Belmiro, em partida atrasada da 13ª rodada. Abel Ferreira, porém, vai precisar superar os desfalques por conta da Data Fifa. O zagueiro Gustavo Gómez (Paraguai) e os atacantes Sosa (Paraguai), Vitor Roque (Brasil) e Flaco López (Argentina) estão entre os selecionáveis. A lista pode aumentar quando sair a convocação do Uruguai.

Os convocados também podem desfalcar o Palmeiras na partida contra o Vitória, no dia 19 de novembro, no Allianz Parque.

“Eu, como treinador, não é muito agradável saber que tenho tantos jogadores convocados, e que todos eles querem ir pra seleção e ninguém quer se machucar. Faz parte do jogo, nós temos uma equipe recheada de bons jogadores. Há uma Data Fifa, é oficial, quem paga os salários somos nós, quem precisa deles somos nós, mas futebol é assim e temos que nos adaptar. A direção sabia que seria assim, então nós temos que nos preparar e adaptar com os recursos que temos para esses jogos”, desabafou Abel Ferreira.

Próximos jogos do Palmeiras:

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Caio entrega Apache Vip adaptado para atender projeto florestal da Eldorado Brasil em Três Lagoas (MS)

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Veículo foi customizado para funcionar como espaço de convivência e refeitório itinerante para trabalhadores da empresa

ARTHUR FERRARI

A encarroçadora Caio forneceu um ônibus Apache Vip à Eldorado Brasil, produtora de celulose de eucalipto, para uso nas operações florestais em Três Lagoas (MS). O veículo foi adaptado especialmente para o projeto “Espaço de Bem-Estar Florestal”, que visa oferecer melhores condições de convivência e descanso aos trabalhadores das frentes de cultivo.

O modelo de 13 metros foi construído sobre chassi Mercedes-Benz com motorização dianteira Euro VI, padrão que reduz a emissão de poluentes. O interior recebeu diversas modificações, incluindo refeitório com mesas e poltronas duplas, armários para marmitas, bebedouros e suportes para televisores.

Na parte externa, o ônibus conta com toldos retráteis, mesas dobráveis e lavatório duplo com acionamento por pedal, além de reservatório de água instalado no bagageiro. Essas adaptações permitem o uso do veículo como estrutura móvel de apoio, reduzindo deslocamentos até bases fixas e otimizando o tempo de trabalho nas áreas florestais.

Segundo Valdemir Brunheroto, gerente de Silvicultura da Eldorado Brasil, a iniciativa reforça o foco da empresa no bem-estar dos colaboradores. “A Eldorado Brasil tem as pessoas no centro do negócio e prioriza o bem-estar dos colaboradores, investindo em ações que promovem qualidade de vida e melhor convivência no ambiente de trabalho. A implantação do ônibus reforça esse compromisso, oferecendo mais conforto à nossa gente e, além disso, otimiza as atividades florestais ao eliminar longos trajetos até áreas fixas de vivência, garantindo maior eficiência operacional. E já temos a expectativa de ampliar esse projeto para todas as nossas operações, devido ao sucesso alcançado”, afirmou Brunheroto.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Projeto do novo terminal de ônibus no Itaim Paulista, Zona Leste de SP, tem prazo prorrogado até junho de 2026

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Contrato com Consórcio Multiplano–Planservi–Jugend prevê estudos executivos, ambientais e tecnológicos de equipamento localizado em terreno ao sul da Linha 12-Safira da CPTM

ALEXANDRE PELEGI

A Prefeitura de São Paulo prorrogou o contrato de elaboração dos projetos do novo Terminal de Ônibus Urbano Itaim Paulista, na zona leste da capital. O ajuste, publicado no Diário Oficial desta segunda-feira, 11 de novembro de 2025, amplia o prazo de execução do contrato até 15 de junho de 2026, com vigência total até 9 de setembro do mesmo ano.

O contrato nº 161/SIURB/24, firmado com o Consórcio Multiplano–Planservi–Jugend, abrange a elaboração dos projetos funcionais, básicos e executivos, os serviços ambientais e o sistema de transporte inteligente (ITS) para o terminal. Localizado ao lado da Linha 12-Safira da CPTM, o empreendimento ocupará área próxima à Av. Marechal Tito e à Estrada Dom João Néri (Rua Francisco Vaz Moniz).

De acordo com o despacho assinado pelo secretário municipal de Infraestrutura Urbana, Marcos Monteiro, a decisão segue parecer técnico e jurídico da SPObras. A prorrogação foi solicitada pela contratada para adequar o cronograma físico-financeiro e garantir o pleno cumprimento das etapas contratuais. A medida também prevê a atualização das garantias e certidões da empresa, conforme exigência do Tribunal de Contas do Município.

O projeto do novo terminal é considerado estratégico para melhorar a integração do transporte coletivo na região leste, ampliando a capacidade de conexão entre ônibus municipais e intermunicipais e os trens da CPTM.

SOBRE O TERMINAL

O terminal está localizado na Zona Leste da cidade, em terreno ao sul da Linha 12-Safira da CPTM, compreendido entre a Av. Marechal Tito e as ruas Rafael Correia da Silva (marginal à Linha 12-Safira da CPTM), Francisco Vaz Moniz (prolongamento da Estrada Dom João Néri) e Albardão, no Distrito de Itaim Paulista.

Caberá ao consórcio de empresas a elaboração de projeto funcional, projetos básicos, projetos executivos, serviços ambientais e sistema de transporte inteligente – ITS para a implantação do terminal de ônibus urbano na região leste da cidade.

A contratação será pelo Regime de Empreitada por Preço Unitário, com prazo de execução de nove meses.

De acordo com o Termo de referência, o Terminal de ônibus urbano Itaim Paulista “visa reorganizar a acomodação de linhas de ônibus dos eixos da Avenida Marechal Tito e da Estrada Dom João Nery, se configura como importante equipamento para integração física entre linhas do sistema de transporte municipal e destas com linhas do transporte metropolitano”.

O local onde será implantado o terminal margeia a Av. Mal. Tito (eixo estrutural da região) a Rua Albardão (ladeia a linha ferroviária) e termina no Ribeirão Lajeado.

“Com sua proximidade à Estação Itaim Paulista da Linha 12 da CPTM, também abrigará as integrações com o sistema sobre trilhos. Os estudos e documentos básicos para implantação do Terminal Itaim Paulista, a cargo da SMT/SPTrans, foi elaborado dentro da lógica de execução conjunta com o Terminal Perimetral Itaim Paulista – São Mateus. No entretanto, a implantação desse Terminal Perimetral implica em grande impacto social e grande volume de desapropriações, demandando extenso prazo de conclusão, por estas razões foi definido pela SPTrans o estudo de solução alternativa”, justifica o edital.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Não basta ser não poluente, precisa ser sustentável e só a indústria brasileira atende a isso

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Opinião é da diretora-presidente das Eletra, Milena Romano, que ainda fala das perspectivas da empresa que vai participar das atividades da COP-30 Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025

ADAMO BAZANI

A eletrificação de frotas de ônibus parece ter virado um “mantra” entre gestores públicos quando se fala em reduções de emissões pelo transporte coletivo.

E, neste cenário se vê de tudo. Gestores públicos que planejam uma transição energética de maneira mais responsável, sem “queimar etapas”, pensando antes na infraetrutua e nas possibilidades de os ônibus elétricos conviverem com outras alternativas que também poluem menos, como a renovação por si só de uma parte da frota ainda com o diesel no padrão Euro 6, biometano, biogás, entre outras. Entretanto, há gestores que vão no modismo ou no “oba-oba” e simplesmente “enfiam na canetada” a obrigatoriedade de compras em massa de ônibus elétricos.

O que num primeiro momento pode até parecer bom para a eletrificação e para a indústria nacional, se for malconduzido, pode gerar precipitações, manchar a imagem dos ônibus elétricos e abrir margem para a concorrência aos produtos brasileiros por causa de preços mais competitivos.

O operador, muitas vezes obrigado a comprar o mais rapidamente e o gestor público lançando mão de licitações que têm preço como critério, pode ou não fazer o melhor negócio.

Em entrevista ao Diário do Transporte, a diretora-presidente da Eletra Industrial, a primeira empresa instalada no Brasil que há cerca de 30 anos já fornecia tecnologia para ônibus elétricos, Milena Braga Romano, diz que além de reduzir a poluição, o caminho para adoção de veículos deste tipo é pensar na sustentabilidade da eletrificação.

“Cresci no mundo dos transportes. Minha rotina era ver meus pais, tios e amigos levantando bem cedinho e indo dormir tarde, resolvendo várias coisas ao mesmo tempo. O ambiente dos transportes foi me moldando, e foi nele que aprendi, na prática, o que é ser sustentável. É muito mais que ter um retorno, mais que “simplesmente” se manter. Mas é o pavimento para o caminho do crescimento, da mudança, da evolução. A Eletra nasceu neste berço, neste conceito. Há cerca de 30 anos, quando era loucura pensar em ônibus elétricos circulando no Brasil, minha mãe, Maria Beatriz Setti Braga, meu tio, João Antônio, e um time de sonhadores colocaram as mãos na massa e acreditaram. Buscaram sustentabilidade, sustentaram esse sonho” – disse. (À FRENTE DO TEXTO, VOCÊ PODE LER A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA)

Às vezes, num primeiro momento, o que pode parecer vantajoso nem sempre é o que em médio e longo prazo vai se manter.

A empresária diz que, em sua experiência vendo a família iniciar o negócio, aprendeu que o Brasil e a América Latina têm realidades diferentes, muitas vezes, num mesmo território e que não “bastam ônibus e soluções de prateleiras”. É necessário ter flexibilidade para personalizar configurações, tanto dos veículos como dos modelos de negócios.

“O Brasil, a América Latina como um todo, são territórios imensos. Com realidades diferentes, muitas vezes lado a lado, que necessitam de ações e soluções personalizadas. Realidades operacionais, econômicas, sociais e climáticas. Não adianta vender ônibus de prateleira. É necessário ter um padrão unificado e técnico de segurança, design e engenharia, mas conseguir a partir deste padrão, adaptar os modelos de ônibus de acordo com cada uma destas realidades.”

A empresária conta que a Eletra ampliou um atendimento que já realizava, de orientação a frotistas e gestores públicos justamente para definir quais os melhores modelos personalizados, não só de ônibus, mas de infraestrutura, garagens, financiamento e treinamento de equipes. Chamado de Eletra Consult, este atendimento se tornou uma consultoria e agora agregou novos serviços.

“Com a consultoria única na América Latina, o serviço Eletra Consult, orientamos e desenvolvemos com o operador de transportes, com o gestor público e ouvindo o passageiro de cada região, o modelo de negócio. Desde a implantação, obras civis necessárias nas garagens, a infraestrutura nas redes de distribuição, as melhores linhas de financiamento disponíveis para cada tipo de operação, o ônibus ideal que pode ter configurações personalizadas, o treinamento de mecânicos, eletricistas e motoristas, e até as opções disponíveis para uma segunda vida das baterias. Acreditem, essas baterias que hoje movimentam os ônibus, em 15 anos, 20 anos, vão alimentar casas, hospitais e comércios”.

Milena diz que a Eletra participa ativamente de atividades na Cop-30, que acontece em Belém até 21 de novembro. Além de realizar os transportes oficiais das delegações e equipes de apoio em ônibus elétricos, juntamente com a concessionária BRT Amazônia, a empresa vai exibir o “case” do sistema de corredores local onde todos os ônibus elétricos que operam os serviços regulares de transporte de passageiros são da marca, e, também vai integrar uma mesa de debates da CNT (Confederação Nacional do Transporte), no dia 13, que faz parte da programação oficial.

VEJA ABAIXO A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA:

Adamo Bazani: Nunca se falou tanto em ônibus elétricos no Brasil. Com a COP-30, os discursos aumentaram. Como você entende no contexto real da mobilidade brasileira a viabilidade e os entraves para a eletrificação dos ônibus? A Eletra se aproxima de 30 anos de atividade. O que deu para aprender neste tempo?

Milena Romano: Cresci no mundo dos transportes. Minha rotina era ver meus pais, tios e amigos levantando bem cedinho e indo dormir tarde, resolvendo várias coisas ao mesmo tempo. Desde as questões mais simples, como um detalhe caprichoso nos grandes e barulhentos ônibus dos anos 1980, 1990, até casos graves como mudanças de linhas forçadas e, infelizmente, até acidentes e disputas acirradas por mercados.

Vi de perto, desde criança, as dificuldades para que a mobilidade fosse um direito social garantido, mesmo antes de estes termos virarem discursos, lei e estarem na Constituição. Dificuldades enfrentadas pelas empresas de transportes, seus trabalhadores, pelos gestores públicos e, principalmente, pelos passageiros, os mais importantes neste elo.

O ambiente dos transportes foi me moldando, e foi nele que aprendi, na prática, o que é ser sustentável. É muito mais que ter um retorno, mais que “simplesmente” se manter. Mas é o pavimento para o caminho do crescimento, da mudança, da evolução.

Ser sustentável é, acima de tudo, continuar a caminhada.

A Eletra nasceu neste berço, neste conceito. Há cerca de 30 anos, quando era loucura pensar em ônibus elétricos circulando no Brasil, minha mãe, Maria Beatriz Setti Braga, meu tio, João Antônio, e um time de sonhadores colocaram as mãos na massa e acreditaram. Buscaram sustentabilidade, sustentaram esse sonho.

Dos fundos de uma garagem de ônibus acanhada, mas aconchegante, hoje a Eletra está no mais importante evento mundial sobre sustentabilidade, a Cop-30 –  Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025.

Adamo Bazani: Como será a participação da Eletra na Cop-30?

Milena Romano:  Estamos na mesa de debates sobre descarbonização dos transportes da CNT (Confederação nacional dos Transportes). Junto com a BRT-Amazônia, atuamos nos transportes oficiais da Cop-30, das delegações e equipes técnicas. E, com a coragem do Governo do Pará, contribuímos para a consolidação de um sonho de décadas, o BRT Metropolitano de Belém, que trouxe dignidade à população de diferentes cidades, oferendo um transporte mais confortável e com tarifas menores devido às integrações. Todos os 40 ônibus elétricos deste sistema são Eletra.

Adamo Bazani: Como o Brasil se posiciona no contexto da eletrificação dos sistemas de ônibus que parece ser irreversível em todo o mundo?

Milena Romano: O Brasil, apesar de todos os desafios, é hoje uma das maiores frotas de ônibus elétricos da América Latina e a Eletra é líder no fornecimento dessa frota.

Nesse ambiente do setor de transportes e vendo a Eletra crescer aprendi que a sustentabilidade depende de um ponto fundamental que só a indústria brasileira consegue atender: a flexibilidade.

O Brasil, a América Latina como um todo, são territórios imensos. Com realidades diferentes, muitas vezes lado a lado, que necessitam de ações e soluções personalizadas. Realidades operacionais, econômicas, sociais e climáticas. Não adianta vender ônibus de prateleira.

É necessário ter um padrão unificado e técnico de segurança, design e engenharia, mas conseguir a partir deste padrão, adaptar os modelos de ônibus de acordo com cada uma destas realidades.

A Eletra sabe que não basta oferecer soluções, é necessário desenvolver soluções.

Por isso, entendemos que a eletrificação dos transportes, que tanto beneficia uma cidade, vai muito além de vender ônibus.

Com a consultoria única na América Latina, o serviço Eletra Consult, orientamos e desenvolvemos com o operador de transportes, com o gestor público e ouvindo o passageiro de cada região, o modelo de negócio. Desde a implantação, obras civis necessárias nas garagens, a infraestrutura nas redes de distribuição, as melhores linhas de financiamento disponíveis para cada tipo de operação, o ônibus ideal que pode ter configurações personalizadas, o treinamento de mecânicos, eletricistas e motoristas, e até as opções disponíveis para uma segunda vida das baterias. Acreditem, essas baterias que hoje movimentam os ônibus, em 15 anos, 20 anos, vão alimentar casas, hospitais e comércios.

Adamo Bazani: Você falou sobre ônibus elétricos serem sustentáveis. Mas, na prática, o que diferencia entre optar por modelos brasileiros e de outros mercados para o País?

Sustentabilidade é atender a três pilares básicos. E a indústria instalada no Brasil é a única capaz de atender a estes pilares com benefícios para todos.

Estes pilares são:

O *Meio Ambiente:* Os ônibus elétricos não poluem em suas operações e em nações com fontes renováveis e limpas de geração de energia, deixam o ciclo ainda mais vantajoso.

O *Econômico*: Operar ônibus elétricos se mostrou vantajoso e vai ser ainda mais, com o barateamento dos veículos e baterias. A manutenção é mais simples, mais barata e gera menos impactos, com menos óleos, lubrificantes e fluidos que deixam de ser descartados no meio ambiente.

O *Social*: Nesse aspecto, a indústria brasileira ganha de lavada. Afinal, com a produção local de ônibus elétricos, geramos emprego aqui. Apoiamos o desenvolvimento social das famílias, que por sua vez, se tornam mais economicamente relevantes, consumindo mais, passeando mais. Geramos arrecadação para o poder público investir no Social…Sim, social não é custo, é investimento. E exportamos, gerando para o Brasil receitas globais, embarcando não apenas produtos brasileiros, mas produtos brasileiros de ponta e de alto valor agregado. Atendemos o que o passageiro precisa…um transporte mais confortável, eficiente e que não só desloque as pessoas, mas faça o cidadão se sentir bem, prestigiado. Onde há ônibus elétricos, sempre que podem, os passageiros fazem questão de deixar os modelos tradicionais a diesel passarem para esperarem os elétricos. Afinal, ônibus modernos, sem poluição, com quase nada de trepidação e barulho, não só conquistam demanda para os transportes, mas conquistam corações.

Tenho a plena certeza, por tudo vi, vivi, vejo e vivo … O ônibus elétrico vai além de não poluir.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Expresso São José recebe negativa da ANTT para inserir novas seções nas linhas Tramandaí/RS–Foz do Iguaçu/PR e Porto Alegre/RS–Guarulhos/SP

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Órgão entendeu que as solicitações da empresa não atenderam aos critérios técnicos previstos na Resolução 5.976/2022, que regula alterações em linhas e seções do transporte rodoviário interestadual

ALEXANDRE PELEGI

A Expresso São José, tradicional empresa gaúcha fundada em agosto de 1966 e sediada em Tramandaí (RS), teve dois pedidos rejeitados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para incluir novas seções em linhas interestaduais que opera entre o Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.

As decisões, de nº 1.602 e 1.603, foram assinadas pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros da ANTT, Juliano de Barros Samôr, em 7 de novembro de 2025, e publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira (8). Confira as decisões:

Linha Tramandaí/RS–Foz do Iguaçu/PR

Na Decisão SUPAS nº 1.602, a ANTT indeferiu o pedido da Expresso São José para modificar o Termo de Autorização (TAR) nº RSPR0098009, referente à linha Tramandaí–Foz do Iguaçu, com o objetivo de incluir novas seções intermediárias.

O ato cita os processos 50505.064109/2025-29 e 50505.003854/2025-00, e fundamenta-se no artigo 29, inciso III, e no artigo 105, inciso VIII, da Resolução nº 5.976/2022, que determinam que alterações só podem ser aprovadas quando comprovada a viabilidade técnica, operacional e comercial da nova configuração de linha.

Sem o atendimento a esses critérios, o pedido foi negado, mantendo-se o trajeto original da linha.

Linha Porto Alegre–Guarulhos

Já a Decisão SUPAS nº 1.603 segue o mesmo entendimento e nega a solicitação da Expresso São José para alterar o Termo de Autorização (TAR) nº RSSP0098011, referente à linha Porto Alegre/RS–Guarulhos/SP.

Segundo a ANTT, o pedido também não apresentou os requisitos técnicos exigidos pela norma, como justificativa operacional e análise de impacto sobre o serviço existente.

Com isso, a operação da linha permanece inalterada, sem novas paradas intermediárias.

Com 59 anos de atuação, a Expresso São José é uma das companhias mais tradicionais do litoral norte gaúcho, com histórico de operação em rotas intermunicipais e interestaduais da Região Sul.

As decisões da SUPAS entraram em vigor na data de sua publicação, conforme previsto nos artigos 2º dos atos assinados por Juliano de Barros Samôr.



Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Mirassol anota gol ‘relâmpago’, supera Palmeiras após golaço de bicicleta de Vitor Roque e embola luta pelo título

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O Mirassol segue imbatível como mandante no Campeonato Brasileiro! Invicto em casa, o estreante na Série A venceu o líder Palmeiras por 2 a 1 neste domingo (9) e embolou a briga pelo título.

Gabriel e João Victor marcaram os gols dos donos da casa, e Vitor Roque, de bicicleta, fez para o Verdão.

Com a vitória, o Mirassol foi a 59 pontos, na quarta colocação do Brasileirão. O Palmeiras, ainda líder, estacionou em 68 pontos, vendo o Flamengo mais perto no retrovisor após vitória rubro-negra por 3 a 2 sobre o Santos, no Maracanã. O time de Filipe Luís, segundo colocado, chegou aos mesmos 68, ficando atrás do Verdão pelo número de vitórias – 21 a 20.

Perdido no primeiro tempo, o time de Abel Ferreira sofreu para conseguir jogar nos primeiros 45 minutos e poderia ter sofrido mais gols, não fosse a reação a partir do golaço de Vitor Roque, que chegou a 16 gols no campeonato, assumindo a vice-artilharia, atrás de Arrascaeta e Kaio Jorge, com 17 tentos cada.

O desempenho melhorou na etapa final, mas o goleiro Walter fez defesas importantes para assegurar a vitória do Leão. Carlos Miguel, titular na meta palmeirense mais uma vez, também fez partida de destaque.

O jogo no Maião:

O jogo praticamente já começou um a zero, graças ao gol ‘relâmpago’ do meia ex-Flamengo Gabriel, que voltou a marcar após três meses. Com apenas um minuto de jogo, o camisa 27 completou cruzamento de Lucas Ramon e abriu o placar.

Fora de casa, o Palmeiras demorou a se encontrar, fazendo um primeiro tempo ruim. Ainda assim, aos 29 minutos, o Tigrinho Vitor Roque completou com linda bicicleta a sobra de um escanteio para fazer 1 a 1. Vale ver e rever o golaço!

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Golaço do Palmeiras! A pintura de bicicleta assinada por Vitor Roque contra o Mirassol

Atacante chegou a empatar jogo fora de casa em partida neste domingo (9)

O Mirassol até reclamou de falta em Walter na disputa aérea, mas a arbitragem e o VAR mandaram seguir. Segundo Renata Ruel, comentarista de arbitragem da ESPN, a decisão foi acertada.

A equipe não sentiu o gol palestrino e voltou a comandar as ações, até ser coroada, já aos 47 do primeiro tempo, com o segundo e decisivo gol.

Após lateral longo na área cobrado por Reinaldo, o zagueiro João Victor subiu mais que toda a zaga e cabeceou forte, sem chance para Carlos Miguel.

Para o segundo tempo, Abel fez duas trocas e melhorou o time, trocando Felipe Anderson e Murilo por Sosa e Bruno Fuchs. O Palmeiras encaixou melhor a marcação e dificultou a criação do Mirassol, equilibrando o duelo, mas sem conseguir furar o bloqueio da equipe de Rafael Guanaes, que, além de organizada, contou com grande atuação de Walter.

O Mirassol se segurou bem e, mais uma vez, se mostrou ‘matador de gigantes’ nesse Brasileirão. Que estreia do Leão na elite do futebol brasileiro!

Já o Verdão encerra a 33ª rodada com sabor amargo, vendo a distância para o Flamengo desaparecer. Agora, só o número de vitórias separa os dois principais postulantes à taça. O próximo duelo palestrino será contra o Santos, em jogo atrasado na Vila Belmiro, no sábado (15). No mesmo dia, o Fla visita o lanterna virtualmente rebaixado Sport, também em duelo atrasado.

Clasificação no Brasileirão:

  • Mirassol: colocado, com 59 pontos

  • Palmeiras: colocado, com 68 pontos

Próximos jogos do Mirassol:

Próximos jogos do Palmeiras:

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Fortaleza leva gol ‘mais bizarro’ do Brasileirão, empata com o Grêmio e se afunda no Z-4

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Neste domingo (9), o Grêmio empatou com o Fortaleza por 2 a 2, na Arena Castelão, pela 33ª rodada do Brasileirão e desperdiçou a oportunidade de subir na tabela. Com o resultado, time cearense chega aos 30 pontos e aparece na penúltima posição da tabela, cada vez mais perto do rebaixamento. Os gaúchos, por outro lado, seguem no 14º lugar, com 40 pontos somados.

O jogo

O Fortaleza inaugurou o marcador logo aos cinco minutos de jogo. Bareiro aproveita erro de Kannemann na saída de bola do Grêmio e finaliza da entrada da área para balançar as redes.

No entanto, a vantagem dos donos da casa não durou muito tempo. Aos 13 minutos, Brenno soltou a bola dentro da área para repor o jogo, mas não viu Carlos Vinicius, que aproveitou a desatenção do goleiro para marcar o gol de empate.

A virada do Grêmio saiu aos 31 minutos do primeiro tempo, com Marlon. O lateral esquerdo recebeu de Carlos Vinícius dentro da área e fez bela jogada individual para concluir na saída do goleiro Brenno.

Matheus Pereira empatou a partida para o Fortaleza. Aos 18 minutos da etapa complementar, o volante cobrou falta direto para o gol e encobriu Thiago Volpi. No último minuto do jogo, Matheus Pereira fez falta em Cristaldo e recebeu o cartão vermelho.

Próximos jogos

Fortaleza

  • Atletico-MG x Fortaleza (16ª rodada do Campeonato Brasileiro)

  • Data e horário: 12 de novembro (quarta-feira) às 20h30

  • Local: Arena MRV, em Belo Horizonte

Grêmio

  • Grêmio x Vasco (34ª rodada do Campeonato Brasileiro)

  • Data e horário: 19 de novembro (quarta-feira) às 21h30

  • Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre

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