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Ex-Inter faz gol importantíssimo, Atlético de Madrid atropela Brugge e vai às oitavas da Champions

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Com um gol muito importante do volante Johnny Cardoso, ex-Internacional, o Atlético de Madrid atropelou o Club Brugge por 4 a 1, nesta terça-feira (24), pelo jogo de volta dos playoffs da Uefa Champions League.

Com o resultado, os colchoneros ganharam por 7 a 4 no placar agregado e garantiram a classificação às oitavas do torneio continental, podendo agora enfrentar Liverpool ou Tottenham Hotspur, ambos da Inglaterra.

Assim como no jogo de ida, que acabou num emocionante 3 a 3 na Bélgica, a partida foi extremamente complicada para os espanhóis, mesmo com a força do Estádio Metropolitano jogando a favor e o placar que terminou dilatado no final das contas.

No primeiro tempo, Sorloth abriu o placar aos 23, mas Ordóñez empatou para os belgas pouco depois e deixou a torcida desconfiada em Madri.

As coisas só não ficaram piores para o Atleti porque o goleiro Oblak operou um verdadeiro milagre para salvar cabeçada de Vetlesen, aos 38 minutos, salvando a bola literalmente em cima da linha.

Na volta do intervalo, o responsável por acalmar a arquibancada foi Johnny – que, apesar de ser brasileiro, defende a seleção dos Estados Unidos.

Aos 3 minutos, o volante acertou uma pancada de fora da área, e estufou as redes, celebrando muito seu primeiro gol com a camisa alvirrubra.

O alívio só veio de vez aos 31 minutos, em boa puxada de contra-ataque.

Em uma “tabela tripla”, Griezmann achou Lookman, que cruzou para Sorloth dominar de direita e fuzilar de esquerda para dentro.

O Brugge, que vinha sendo muito valente até ali, sentiu muito o gol e acabou deixando espaços fatais na zaga, e Sorloth aproveitou para fechar seu hat trick.

Em jogada aérea aos 41 minutos, Ruggeri cruzou com açúcar e o norueguês deu uma bela chapada no ar para transformar o triunfo em goleada.

Próximos jogos do Atlético de Madrid:

  • Oviedo (F) – 28/02, 17h (de Brasília) – LALIGA – Transmissão do plano premium do Disney+

  • Barcelona (F) – 03/03, 17h (de Brasília) – Copa do Rei – Transmissão do plano premium do Disney+

  • Real Sociedad (C) – 07/03, 14h30 (de Brasília) – LALIGA – Transmissão do plano premium do Disney+

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“Ônibus elétrico, no fim das contas, dá lucro”  e “Descarbonização não depende de bala de prata”

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Da esquerda, para a direita, de cima para baixo: subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte no Governo de Goiás, Miguel Angelo Pricinote; prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes; diretora comercial da Eletra, Ieda Oliveira

Conclusões são de especialistas em seminário do LIDE em São Paulo. Encontro reuniu também gestores públicos, fabricantes e investidores

ADAMO BAZANI

A eletrificação da frota de ônibus vai além da redução da poluição numa cidade.

Dependendo de como é estruturada, implantada e operada, pode financeiramente ser uma estratégia inteligente e, no fim das contas, na ponta do lápis, dar mais lucro para os cofres públicos e operadores privados do que os ônibus a diesel.

Esta foi uma das conclusões dos especialistas no seminário do LIDE de sobre eletromobilidade, realizado, em São Paulo, nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026.

O encontro reuniu também gestores públicos, fabricantes e investidores.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, cuja cidade é a que possui a maior frota de ônibus elétricos do Brasil, mesmo ainda com as limitações de infraestrutura que impedem o cumprimento da frota planejada, afirmou, no evento, que estão já em produção mais 500 coletivos elétricos para o sistema municipal que, neste ano, devem se somar às cerca de 1,2 mil unidades já em circulação.

De acordo com Nunes, além da questão da redução da poluição, os ônibus elétricos representam uma estratégia econômica para São Paulo com o barateamento dos custos de operação.

“Não se faz nada sem estruturação financeira. Então, levantamos linhas de financiamento na ordem de R$ 6,7 bilhões em entre instituições nacionais e internacionais. Não bastasse, porém, já o ganho de reduzir a poluição e o número de mortes, o que por si só já seria a principal meta alcançada, os ônibus elétricos são economicamente vantajosos para a cidade” – disse Nunes.

O prefeito da capital paulista apresentou alguns números da economia operacional. (MAIS ABAIXO VEJA OS NÚMEROS)

Segundo Nunes, em média, a aquisição de um ônibus elétrico demanda R$ 2,8 milhões, ante R$ 800 mil de um modelo do mesmo porte a diesel.

Mas o ônibus a diesel dura 10 anos e o elétrico, 15 anos (pelo contrato da gerenciadora de São Paulo – SPTrans, mas a durabilidade pode ser maior ainda).

De acordo com os dados operacionais reais da capital paulista, somente em energia (eletricidade x diesel) o custo mensal do elétrico é de cerca de R$ 6,2 mil. Já o ônibus a combustão é de R$ 20,9 mil.

Assim, apenas em energia para tração, por ano, um ônibus elétrico traz uma economia de R$ 176,5 mil e, ao longo dos 15 anos de vida útil, esta economia será de R$ 2,6 milhões em comparação com os custos de 10 anos do ônibus diesel.

Ou seja, tão somente na questão de energia, segundo a apresentação do prefeito Ricardo Nunes, o ônibus elétrico praticamente se paga.

Mas não é somente isso.

Há outros fatores que, de acordo com a palestra, tornam os modelos elétricos mais vantajosos que o diesel, deixando-os, assim, mais lucrativos:

– Os custos de manutenção são menores

– A atratividade para os usuários é maior, logo, pode ampliar a demanda e a receita

– Ao reduzir a poluição, tanto atmosférica, como sonora, contribui para que grandes quantidades de recursos em saúde pública e privada sejam poupadas.

INSTRUMENTOS DE TRANSFORMAÇÃO E ATRATATIVIDADE:

Os ônibus elétricos não são apenas instrumentos para reduzir a poluição nas cidades, mas podem trazer um efeito a mais, extremamente necessário diante da perda de demanda dos deslocamentos coletivos: podem mudar a percepção das pessoas sobre os transportes.

Uma das expositoras foi a diretora comercial da Eletra Industrial, fabricante brasileira de ônibus elétricos, Ieda Oliveira.

De acordo com a executiva, atualmente, a sociedade tem uma outra visão sobre o que deve ser prioridade. E neste aspecto, a experiência e a qualidade dos serviços têm o mesmo peso que a finalidade dos serviços em si.

Antigamente, o transporte bastava transportar. Agora, deve atender a anseios

E por oferecer maior qualidade, menos vibrações, menos barulho e não emitirem poluentes na operação, os ônibus elétricos acabam ganhando preferência dos passageiros

“Sempre quando podem, as pessoas deixam de pegar o ônibus a diesel se têm a opção no mesmo momento do elétrico. E neste sentido, a mobilidade está inserida não apenas como deslocamento, mas como fator de decisão. A mobilidade se tornou estratégica e impacta decisões como onde morar, onde investir e onde trabalhar.” – disse Ieda.

Neste novo contexto de transformação, para a representante da empresa, a qualidade e o conforto dos modelos elétricos estão mais compatíveis com os anseios da população.

“Nesse cenário, a mobilidade elétrica surge como uma das respostas aos anseios do cidadão, oferecendo um transporte não poluente, silencioso e eficiente” – disse.

BALA DE PRATA E REALISMO VERDE

O subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte no Governo de Goiás, Miguel Angelo Pricinote, que também é Coordenador Técnico do “Mova-se: Fórum Permanente de Mobilidade”, lembrou que a transição energética pode sim transformar a percepção dos transportes. Mas para esta transição se sustente e traga os benefícios que a população precisa é necessário fazer tudo com responsabilidade econômica e respeitando os limites de investimento de cada região, além de estar ciente da realidade de infraestrutura local. É o que, segundo o gestor, deve-se chamar de “realismo verde”.

“A descarbonização não depende de uma ‘bala de prata’, mas de uma estratégia financeira sustentável e socialmente justa. A transição energética pode ser acelerada quando fundamentada na realidade econômica regional e não apenas em aspirações tecnológicas” – disse, citando o exemplo do sistema de transportes da Região Metropolitana de Goiânia que, neste processo de redução da poluição decidiu mesclar a renovação de frota com modelos elétricos, a biometano e a diesel mais novos e menos poluentes, de padrão Euro 6.

GERAÇÃO DE EMPREGO QUALIFICADO E ESTRATÉGIA COMPETITIVA:

Ainda de acordo com os palestrantes, além das vantagens operacionais e de redução de poluição, os ônibus elétricos podem colocar de novo o Brasil como destaque internacional na indústria de veículos de transportes coletivos, voltando a ser um dos maiores exportadores, como foi no passado, posto perdido hoje para países como a China.

Isso, se alcançado novamente, geraria emprego e renda, além de fazer com que o Brasil exporte produtos de maior valor agregado. Outra vantagem é que haveria uma qualificação da mão de obra no Brasil, que elevaria a patamares salariais condizentes ao valor mais elevado de cada ônibus.

Isso seria também uma injeção direta de dinheiro na economia real, das famílias brasileiras.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Chuva e estado de calamidade afetam transporte coletivo em Juiz de Fora (MG) nesta terça-feira (24)

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Frota reduzida atende parte das rotas após alagamentos e bloqueios viários

ARTHUR FERRARI

O transporte coletivo urbano de Juiz de Fora (MG) opera com circulação limitada nesta terça-feira (24), após o forte temporal registrado na noite de segunda-feira (23). A redução ocorre em razão de alagamentos, interdições e dificuldades de acesso a diferentes regiões do município.

Atualmente, 45 veículos estão em operação, distribuídos em 36 linhas, o que corresponde a aproximadamente 14% da capacidade total do sistema. Permanecem em funcionamento as linhas 101, 106, 120, 123, 129, 132, 137, 218, 304, 309, 315, 404, 428, 445, 447, 519, 520, 523, 525, 529, 530, 532, 534, 536, 601, 602, 713, 714, 726, 728, 737, 740, 741, 742, 743 e 744.

A orientação das autoridades é para que a população evite deslocamentos não essenciais até que as condições de tráfego sejam restabelecidas.

De acordo com a Defesa Civil, o temporal deixou 16 mortos e 440 pessoas desabrigadas. Diante do cenário, a prefeitura decretou estado de calamidade pública na madrugada desta terça-feira.

Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana, há bloqueio total em diversos pontos da cidade, considerados críticos para a circulação viária: Avenida Barão do Rio Branco (Mergulhão), no Centro; Ponte Vermelha, no bairro Santa Terezinha; Avenida Olavo Bilac, no Cerâmica; Estrada Engenheiro Gentil Forn, entre a rotatória do Vale do Ipê e o cruzamento com a Rua José Lourenço Kelmer; BR-267 (Estrada União e Indústria), com acesso pelo Vila Ideal; e Alameda Ilva Melo Reis, no Santo Antônio.

A prefeitura informou ainda que este é o fevereiro mais chuvoso já registrado em Juiz de Fora (MG), com acumulado de 584 milímetros, volume que corresponde ao dobro da média histórica prevista para o mês.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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TRT abre edital para quitação de ações contra viações inativas dos consórcios Transcarioca e Santa Cruz, no Rio de Janeiro

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Foto: Rodrigo Miguel/Ônibus Brasil

Cerca de R$ 10 milhões serão destinados a entendimentos com ex-empregados de companhias

ARTHUR FERRARI

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT), no Rio de Janeiro, lançou novo edital voltado à celebração de acordos em processos trabalhistas envolvendo empresas de transporte por ônibus que estão com atividades paralisadas. O montante disponibilizado é de aproximadamente R$ 10 milhões.

Podem aderir exclusivamente ex-funcionários de empresas vinculadas aos Consórcios Santa Cruz e Transcarioca que tenham ações em fase de execução. A proposta prevê pagamento integral à vista, mediante concessão de desconto de 30% sobre o valor atualizado do débito, já descontados eventuais valores quitados anteriormente.

Além da redução, os interessados deverão participar de audiência de conciliação no Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (CEJUSC), onde será definido o valor final e formalizada a homologação, conforme calendário a ser estabelecido pelo Tribunal.

O prazo para manifestação de interesse termina em 15 de março de 2026. A adesão deve ser feita exclusivamente por meio de formulário eletrônico disponível no site do TRT/RJ.

No caso do Consórcio Santa Cruz, o valor reservado é de R$ 5.137.500,00. Estão incluídas as seguintes empresas: Viação Algarve Ltda, Rio Rotas Transportes e Turismo Ltda, Viação Oeste Ocidental S.A, Viação Andorinha Ltda e Auto Viação Bangu Ltda.

Para o Consórcio Transcarioca, o total destinado é de R$ 4.999.000,00, abrangendo Litoral Rio Transportes Ltda, Translitoral Transportes Ltda e Transportes Santa Maria Ltda.

O edital estabelece as condições para encerramento das execuções trabalhistas mediante adesão voluntária dos credores habilitados.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Chuva prejudica circulação de ônibus no ABC Paulista; capital se encontra em estado de atenção para alagamentos

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Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas prevê que, até as primeiras horas da noite, o tempo segue instável com chuva com potencial para rajadas de vento e formação de alagamentos, além de transbordamentos de rios e córregos

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Usuários do transporte público enfrentam dificuldades no deslocamento por ônibus na tarde desta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, por conta da chuva na capital paulista e Região Metropolitana.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram um ônibus que opera no Grande ABC impossibilitado de seguir viagem devido a um alagamento na divisa do municipio de Santo André com a Zona Leste de São Paulo, entre o bairro Parque Oratório e o Jardim Elba.

De acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas), toda a capital paulista se encontra em estado de atenção para alagamentos.

Confira a última atualização do órgão da Prefeitura de São Paulo na íntegra:

“Áreas de chuva formadas pelo calor e a alta disponibilidade de umidade na atmosfera, continuam atuando com forte intensidade na cidade. Conforme imagens do radar meteorológico do CGE da Prefeitura de São Paulo, chove na Zona Norte com forte intensidade e lento deslocamento, principalmente nas subprefeituras de Santana e Jaçanã/Tremembé.

O mesmo quadro de chuva forte é observado na Zona Oeste, nas subprefeituras de Pinheiros e Lapa, e também na Zona Sul, em Campo Limpo, M Boi Mirim e Santo Amaro. Na Zona Leste chove moderado em Vila Prudente, São Mateus e Itaquera.

Até as primeiras horas da noite o tempo segue instável com chuva com potencial para rajadas de vento e formação de alagamentos, além de transbordamentos de rios e córregos.”

O CGE aponta as seguintes recomendações para amenizar os efeitos dos alagamentos:

– Evite transitar em ruas alagadas;

– Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas;

– Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;

– Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;

– Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas;

– Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) através do número 156 ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte


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John Textor, dono do Botafogo, é afastado de cargo na Eagle Football Holdings

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Nesta terça-feira (24), o Eagle Football Holdings oficializou que John Textor deixou sua posição na diretoria do grupo.

Em documento divulgado pelo jornal francês L’Équipe, a holding que controla clubes como Botafogo e Lyon comunicou que o empresário norte-americano foi “removido de sua posição” no dia 27 de janeiro.

De acordo com o grupo, Textor ainda “tentou aplicar um golpe” horas antes da reunião da diretoria da Eagle, mas não teve sucesso.

A entidade diz que o dono da SAF do Glorioso “tentou demitir dois diretores independentes” da holding, “com apoio de seus advogados”, depois que outra diretoria da Eagle, Michele Kang, e o grupo Ares Management informaram o norte-americano que ele deixaria seu posto.

Todavia, o plano não funcionou, e a Eagle oficializou nesta terça a saída “com efeito imediato” de Textor, que agora tem futuro incerto nos bastidores.

A cobrança do fundo Ares

Recentemente, a Bloomberg reportou que o fundo norte-americano Ares Management iniciou de maneira formal a cobrança dos 425 milhões de euros (R$ 2,582 bilhões na cotação atual) que emprestou à Eagle, então comandado por John Textor, para comprar o Lyon, da França, em 2022.

Até o momento, o Ares recebeu “apenas” 175 milhões de euros (R$ 1,063 bilhão), que foram repassados pelo empresário americano após a venda de suas ações do Crystal Palace, da Inglaterra, no ano passado.

Dessa forma, o fundo acionou uma cláusula contratual e deu duas semanas de prazo a Textor para quitar os 250 milhões (R$ 1,518 bilhão) restantes.

Segundo o L’Équipe, o Ares “perdeu toda a esperança” de chegar a uma solução amigável com o magnata e “perdeu toda a confiança que restava” no magnata. Justamente por isso, resolveu partir para a cobrança de forma drástica.

Venda “forçada” do Botafogo?

Ainda de acordo com o diário francês, a situação envolvendo Textor e a Eagle na Europa pode ter reflexo direto no Botafogo, outro time que faz parte da rede multiclubes.

Isso porque o empresário, antes de ser removido em 27 de janeiro de sua posição central na diretoria da holding, pegou um empréstimo em nome do Glorioso com outro fundo, o Hutton Capital, que não é aprovado pela DNCG, entidade que regula as finanças do futebol da França.

A atitude foi classificada pelo Ares como “brecha contratual intolerável”, o que pode ter consequências no Brasil.

O L’Équipe afirma que, em teoria, o fundo norte-americano pode acionar a Justiça e a DNCG para forçar a Eagle a vender o controle de seus principais clubes, que são Lyon, Botafogo e Molenbeek, da Bélgica, com o dinheiro sendo usado para pagar a dívida feita por Textor com o empréstimo de 2022.

Por fim, o veículo salienta que, nos bastidores do Lyon, já é dado como certo que o Ares assumirá de vez o controle da equipe da Ligue 1 em breve, com o fundo já estando em contato direto com a atual presidente do time, Michele Kang, para definir os próximos passos da reestruturação financeira.

Próximos jogos do Botafogo:

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Nova versão da NR-1 vai obrigar empresas a avaliar riscos à saúde mental dos trabalhadores e setor de transportes é um dos principais envolvidos

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Advogada especialista em risco empresarial, Liana Variani, destaca que no caso da mobilidade, além do ambiente interno de trabalho, há externalidades como segurança pública, relacionamento com passageiros, trânsito e até intempéries e problemas de infraestrutura. Como proceder?

ADAMO BAZANI

Os afastamentos por transtornos mentais nas empresas de transportes, tanto de cargas e, principalmente de passageiros, cresceram nos últimos anos e, agora, medidas de identificação de risco e prevenção vão se tornar obrigatórias.

As empresas que não adotarem estas medidas poderão, inclusive, ser autuadas.

Apesar de funções como motoristas de ônibus estarem entre as mais estressantes, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), no Brasil, as novas regras valem para todos os setores.

A partir de 26 maio de 2025, as empresas brasileiras terão que incluir a avaliação de riscos psicossociais no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). A exigência é fruto da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024. A mudança destaca que riscos psicossociais, como estresse, assédio e carga mental excessiva, devem ser identificados e gerenciados pelos empregadores como parte das medidas de proteção à saúde dos trabalhadores.

A advogada especialista em rico empresarial, Liana Variani, conversou com o Diário do Transporte, e destacou que no caso da mobilidade, além do ambiente interno de trabalho, há externalidades como segurança pública, relacionamento com passageiros, trânsito e até intempéries e problemas de infraestrutura que influenciam, e muito, na saúde do trabalhador.

Mas como proceder?

Segundo Liana Variani, a relação entre empresas e trabalhadores deve ser a mais direta, sincera e transparente possível para que todas as partes encontrem soluções em comum.

“Para isso, é necessário, inicialmente, além de um diagnóstico do setor, uma análise específica da realidade operacional. Assim, o direito preventivo, um trabalho que desenvolvemos bem antes da obrigatoriedade da nova fase na NR-1, dá frutos importantes para todos. Temos exemplos concretos. Não são apenas advogados, mas equipes multidisciplinares fazendo uma conexão de dentro para fora e do olhar de fora para dentro” – explica.

Liana diz que esta análise não deve ser algo de prateleira, seguindo uma “receita de bolo”.

“Os setores em si têm realidades em comum. Mas cada empresa tem a sua realidade operacional. Há operações em linhas cujo maior problema é a falta de segurança pública. Outras, são questões de trânsito e infraestrutura. Tudo isso não é responsabilidade direta das empresas de transportes, como policiamento e gestão de trânsito. Mas tudo afeta a saúde do trabalhador. Assim, uma mesma empresa pode ter mais de uma realidade operacional. Todos estes riscos devem ser catalogados por profissionais especializados e, nesta relação, as ações preventivas mais indicadas, no que é de alcance das empresas, logicamente” – explicou.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, riscos psicossociais estão relacionados à organização do trabalho e às interações interpessoais no ambiente laboral. Entre os fatores estão metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais e falta de autonomia no trabalho. Esses fatores podem causar estresse, ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental nos trabalhadores.

“A Norma fala em ambiente de trabalho, mas no caso do transporte, este ambiente é externo, é mais desafiador” – explicou.

 

A norma, em si, não obriga que as empresas cuidem da saúde do trabalhador, mas devem evitar que as condições de trabalho prejudiquem a saúde mental deste trabalhador. Ou seja, o quadro de saúde do trabalhador deve ser o mesmo de seu ingresso na empresa.

O Ministério do Trabalho traz uma relação de perguntas e repostas sobre o tema:

O que são riscos psicossociais?

Riscos psicossociais estão relacionados à organização do trabalho e às interações interpessoais no ambiente laboral. Eles incluem fatores como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais e falta de autonomia no trabalho. Esses fatores podem causar estresse, ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental nos trabalhadores.

O que muda com a atualização da NR-1?

A coordenadora-geral de Fiscalização em Segurança e Saúde no Trabalho, Viviane Forte, ressalta que a NR-1 já exigia que todos os riscos no ambiente de trabalho sejam reconhecidos e controlados, porém havia dúvidas sobre a inclusão explícita dos riscos psicossociais. A atualização, segundo ela, esclarece justamente o que os empregadores precisam.

“Os empregadores devem identificar e avaliar riscos psicossociais em seus ambientes de trabalho, independentemente do porte da empresa. Caso os riscos sejam identificados, será necessário elaborar e implementar planos de ação, incluindo medidas preventivas e corretivas, como reorganização do trabalho ou melhorias nos relacionamentos interpessoais. Além disso, as ações adotadas deverão ser monitoradas continuamente para avaliar sua eficácia e revisadas sempre que necessário,” explica.

Como será a fiscalização?

A fiscalização será realizada de forma planejada e por meio de denúncias encaminhadas ao MTE. Setores com alta incidência de adoecimento mental, como teleatendimento, bancos e estabelecimentos de saúde, serão prioritários. Durante as inspeções, os auditores-fiscais verificarão aspectos relacionados à organização do trabalho, buscarão dados de afastamentos por doenças, como ansiedade e depressão, entrevistando trabalhadores e analisando documentos para identificar possíveis situações de risco psicossocial.

As empresas precisarão contratar empresas terceirizadas para diagnósticos, psicólogos?

A Norma não obriga a contratação de psicólogos ou outros profissionais especializados como funcionários fixos. No entanto, empresas podem contratar especialistas como consultores para auxiliar na identificação e avaliação de riscos psicossociais, especialmente em casos mais complexos.

Qual a importância dessa mudança?

A medida reforça a necessidade de ambientes de trabalho saudáveis, promovendo a saúde mental dos trabalhadores e contribuindo para a redução de afastamentos e aumento da produtividade. Empregadores que já adotam boas práticas relacionadas aos riscos psicossociais terão menos dificuldades na adaptação às exigências.

Com essa atualização, o MTE busca consolidar a gestão de riscos psicossociais como parte integral das estratégias de SST, promovendo ambientes mais seguros e saudáveis para todos.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Fertilizantes: Mercado global se estabiliza na última semana após choque de oferta e demanda aquecida

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O mercado internacional de fertilizantes apresentou, ao longo da última semana, um comportamento essencialmente lateral na Bolsa de Chicago (CBOT), sinalizando acomodação após a forte volatilidade observada desde o início do ano. Em 20 de fevereiro, a ureia no Golfo dos Estados Unidos, com vencimento para fevereiro, foi negociada a US$ 458,00 por tonelada FOB, registrando variação semanal discreta de 0,1%. No Oriente Médio, o mesmo insumo, com vencimento também para fevereiro, permaneceu estável no comparativo semanal, cotado a US$ 485 por tonelada FOB. O Fosfato Diamônico (DAP), negociado em Nova Orleans, manteve-se inalterado frente à semana anterior, com o contrato de fevereiro fixado em US$ 628 por tonelada FOB.

No mercado brasileiro de importação, a ureia entregue no país, com vencimento em fevereiro, foi negociada a US$ 474,00 por tonelada CFR, avanço de 0,4% em relação à semana precedente. O Fosfato Monoamônico (MAP), por sua vez, apresentou estabilidade, com o contrato para junho negociado a US$ 720,00 por tonelada CFR.

Os preços ficaram mais estáveis em comparação ao observado desde o início do ano, após um movimento expressivo de alta devido a restrições de oferta pelos principais países produtores dos insumos agrícolas, seja por fatores de custo ou por políticas de abastecimento interno que restringem a exportação, além da demanda estar mais aquecida neste início de ano.  

A dinâmica mais contida dos preços contrasta com o movimento altista predominante desde o início do ano, em um cenário restrições de oferta disponível impostas por importantes países produtores, seja por elevação de custos energéticos, seja por políticas voltadas à priorização do abastecimento doméstico que limitam as exportações. Esse ambiente, combinado a uma demanda sazonalmente mais aquecida nos primeiros meses do ano, sustentou a escalada das cotações no período anterior.

Como principal notícia no exterior que impacta o mercado dos fertilizantes, destaca-se a proposta da Comissão Europeia de suspender, até meados de 2027, as tarifas incidentes sobre a importação de fertilizantes nitrogenados e misturas à base de nitrogênio, além de insumos estratégicos para sua produção, como amônia e ureia. A iniciativa busca reduzir os custos para agricultores e para a indústria, ao mesmo tempo em que reforça a segurança alimentar do bloco.

A medida prevê a eliminação, por um ano, das tarifas padrão aplicadas pela União Europeia a esses produtos, mediante um sistema de cotas isentas de direitos para todos os países, com exceção de Rússia e Bielorrússia. Volumes que excederem os limites estabelecidos continuarão sujeitos às alíquotas usuais.

Além de mitigar custos, a proposta visa reduzir a dependência do bloco em relação aos dois países e fomentar a diversificação de fornecedores, considerada estratégica para a soberania alimentar europeia.

No Brasil, o governo anunciou a formalização de uma parceria com a Índia voltada ao fortalecimento dos bioinsumos. Com cerca de 1,8 milhão de agricultores familiares atuando sob sistemas agroecológicos, a Índia é tomada como referência para políticas públicas que o Executivo brasileiro pretende ampliar. A adoção de bioinsumos tende a reduzir custos de produção, especialmente entre pequenos produtores, além de elevar a resiliência climática das lavouras, em consonância com a Estratégia Nacional de Bioinsumos.

No campo das importações, levantamento da Williams Brasil indica o agendamento de 4,852 milhões de toneladas de fertilizantes entre 1 e 23 de fevereiro. O relatório contempla embarcações já atracadas, navios fundeados à espera de berço e cargas com previsão de chegada até 10 de maio, sinalizando fluxo logístico robusto no curto prazo.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) revelam que, até a terceira semana de fevereiro (13 dias úteis), o Brasil importou 1,79 milhão de toneladas de adubos ou fertilizantes químicos, volume equivalente a 78,3% do total internalizado em fevereiro de 2025 (2,28 milhões de toneladas). O preço médio alcançou US$ 339,9 por tonelada, avanço de 7,4% na comparação anual. A média diária importada foi de 137,93 mil toneladas, expansão de 20,5% frente a igual período do ano anterior.

As aquisições externas de fertilizantes brutos somaram 63,1 mil toneladas, retração de 49,1% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado (128,5 mil toneladas). O valor médio negociado atingiu US$ 119,1 por tonelada, alta anual de 10,6%, enquanto o ritmo diário recuou 24,5%, para 4,8 mil toneladas.

No câmbio, o dólar recuou 0,54% frente à semana anterior, encerrando a sexta-feira cotado a R$ 5,20. A leve valorização do real contribuiu para atenuar, ainda que parcialmente, a pressão advinda da elevação dos custos internacionais dos insumos, oferecendo algum alívio às importações no curto prazo.

Na tabela abaixo estão os preços médios dos principais fertilizantes nas regiões monitoradas:

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Santo Ângelo, da Região Metropolitana de Curitiba, vai receber R$ 44,1 milhões do PAC para comprar ônibus zero km. Verbas totalizam R$ 176,9 milhões

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Em primeira-mão, Diário do Transporte havia mostrado que empresas de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco também vão contar com financiamentos na ordem de R$ 132 milhões

ADAMO BAZANI

A Viação Santo Ângelo Ltda, que atua na região metropolitana de Curitiba, vai receber recursos do Governo Federal para a compra de ônibus zero km.

Serão R$ 44,1 milhões (R$ 44.102.385,80) por meio do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) – Mobilidade Urbana, Subeixo Renovação de Frota, setor privado.

O financiamento é custeado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS.

A seleção da proposta foi publicada nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026.

O agente financeiro da operação é a CEF (Caixa Econômica Federal).

A empresa opera em Curitiba, Colombo e Bocaiuva do Sul.

Em primeira-mão, Diário do Transporte havia mostrado que empresas de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco também vão contar com financiamentos na ordem de R$ 132 milhões.

Assim, as verbas oficializadas nesta terça-feira (24) somam R$ 176,9 milhões (R$ 176.922.408,30).

Foram também atendidos os pedidos das empresas Viação Miracatiba Ltda, Viação Cidade de Caieiras Ltda e Circular Santa Luzia Ltda, no Estado de São Paulo. Em Minas Gerais, o Governo Federal vai liberar recursos para as companhias Coletivos São Lucas Ltda e Viação Globo S.A. Já em Pernambuco, o PAC selecionou a proposta da Rodotur Turismo Ltda.

Ao todo os valores somam R$ 132,8 milhões – R$ 132.820.022,50.

A maior parte deste valor terá como agente financeiro o Banco Mercedes Benz do Brasil S/A, com exceção da Viação Cidade de Caieiras, cujo agente é o Banco BTG Pactual

Estes recursos são da fase anda em execução do programa de renovação de frota, mas o Diário do Transporte noticiou que o Ministério das Cidades abriu a possibilidade de novos cadastros para estados e municípios conseguirem financiamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para comprar ônibus e trens 0 km.

Trata-se da linha Renovação de Frota do Transporte Público Coletivo (Refrota) voltada a aquisição de ônibus (elétricos, Euro 6 e movidos a gás), veículos sobre trilhos e sistemas aquaviários.

Relembre:

Veja as empresas selecionadas, de acordo com publicação desta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Viação Santo Ângelo Ltda – PR: Curitiba, Colombo e Bocaiuva do Sul – CEF (Caixa Econômica Federal) – R$ 44.102.385,80

Rodotur Turismo Ltda – PE:  Itamaracá, Araçoiaba, Itapissuma, Igarassu, Abreu e Lima, Paulista, Olinda e Recife – Banco Mercedes Benz do Brasil S/A – R$ 9.120.000,00

Coletivos São Lucas Ltda  – MG: Belo Horizonte – Banco Mercedes Benz do Brasil S/A – R$ 16.473.000,00

Viação Globo S.A. – MG: Belo Horizonte – Banco Mercedes Benz do Brasil S/A -R$ 12.953.250,00

Circular Santa Luzia Ltda – SP: São José do Rio Preto  – Banco Mercedes Benz do Brasil S/A – R$ 22.800.000,00

Viação Miracatiba Ltda – SP: Itapecerica da Serra e São Paulo –  Banco Mercedes Benz do Brasil S/A – R$ 44.683.772,50

Viação Cidade de Caieiras Ltda. – SP: Caieiras – Banco BTG Pactual – R$ 26.790.000,00

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Busscar entrega cinco Vissta Buss 345 para operadora chilena

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Imagem meramente ilustrativa

Veículos destinados à VIVIPRA, da PULLMAN SAN LUIS, utilizam chassis Mercedes-Benz O-500 RS 1945 e são voltados a rotas de média e longa distância no Chile

ARTHUR FERRARI

A fabricante brasileira Busscar realizou a entrega de cinco unidades do modelo Vissta Buss 345 à VIVIPRA, empresa que atende a operadora PULLMAN SAN LUIS, no Chile. Os veículos passam a integrar a frota dedicada a serviços rodoviários em trajetos de média e longa distância no país.

Os ônibus foram desenvolvidos para operar em diferentes condições climáticas, incluindo variações térmicas acentuadas. O sistema de climatização conta com ar-condicionado de teto quente e frio, filtro antipólen e renovação constante do ar. A calefação inclui quatro caixas de ventilação com aquecedores na parte traseira, duas na dianteira e uma na cabine, com acionamento eletropneumático no painel e sensor instalado no porta-pacotes para controle da temperatura interna.

No conjunto de segurança ativa, o modelo incorpora espelhos retrovisores bipartidos com desembaçador integrado, sendo o principal com ajuste elétrico e o auxiliar com regulagem manual. A iluminação externa inclui lanternas eletroboscópicas traseiras conjugadas às luzes de marcha ré, luzes delimitadoras superiores e faróis de neblina com função intermitente ao acionamento do freio. O farol de longa distância amplia o alcance de visão em rodovias sem iluminação pública.

A carroceria recebeu reforços de isolamento térmico e acústico, com aplicação de materiais adicionais nas caixas de roda e no compartimento do motor, além de emborrachamento automotivo.

O salão interno foi configurado com 42 poltronas Class Leito Turismo, equipadas com viscoelástico e espuma hipersoft. Todas são escamoteáveis e contam com apoio para pernas e pés com balancim, porta-revista em formato de rede e cinto retrátil de três pontos com sensor de uso integrado ao painel e ao display do salão, além de alerta sonoro.

O interior dispõe ainda de iluminação indireta com cromaterapia, luzes de corredor em LED instaladas abaixo das poltronas e iluminação específica na cabine em branco frio. O painel permite desativação centralizada das luzes de leitura. O sistema de sonorização conta com oito alto-falantes distribuídos pelo salão, e o display de mensagens informa relógio, sanitário ocupado, parada solicitada e alerta de cinto desafivelado.

As unidades também possuem tomadas USB-A e USB-C em todas as poltronas, dois tetos solares e um teto solar selado, iluminação reforçada no bagageiro e no compartimento do motor, tanque de combustível com chave e sistema antifurto.

Os veículos são montados sobre o chassi Mercedes-Benz O-500 RS 1945, com motor traseiro, configuração voltada a desempenho, estabilidade e redução de ruído interno.

Paulo Corso, Diretor Comercial da Busscar, afirmou: “O Chile é um mercado maduro e altamente competitivo, que valoriza tecnologia, confiabilidade e excelência operacional. A entrega dessas 5 unidades do VISSTA BUSS 345 demonstra nossa capacidade de desenvolver projetos personalizados, alinhados às necessidades do cliente e às características da operação. Seguimos avançando de forma consistente no mercado internacional, com foco em relacionamento de longo prazo e geração de valor.”

O Gerente de Exportação da Busscar, Fabien Accariès, declarou: “A consolidação da BUSSCAR no Chile é resultado de proximidade com o operador, entendimento técnico das demandas locais e agilidade no atendimento. Cada configuração foi pensada para oferecer desempenho, conforto e eficiência, ampliando a competitividade do cliente.”

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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