15.6 C
Rondonópolis
quinta-feira, 25 junho - 06:57
Publicidade
Home Blog Page 148

Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro autoriza R$ 215,2 milhões para Câmara de Compensação Tarifária

0

[ad_1]

Valores se referem ao pagamento de subsídio financeiro para remuneração de operadores após implantação do Sistema de Bilhetagem Digital

ALEXANDRE PELEGI

A Subsecretaria de Gestão da Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro autorizou o empenhamento de R$ 215 milhões (R$ 215.272.121,40) para pagamento à Câmara de Compensação Tarifária (CCT), mecanismo responsável pela remuneração dos operadores de transporte coletivo sob gestão municipal após a implantação do Sistema de Bilhetagem Digital (SBD). A autorização consta no Diário Oficial desta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026.

Os despachos, assinados pela subsecretária Luciana de Souza Fernandes e publicados como expediente de 1º de janeiro de 2026, haviam sido omitidos do Diário Oficial do Município nº 197, de 2 de janeiro de 2026.

Valores empenhados

De acordo com os registros:

  • Nota de Reserva nº 2026NR000058
    • Valor: R$ 190.272.121,40
    • Razão: Subsídio financeiro
    • Objeto: pagamento referente à Câmara de Compensação Tarifária (CCT)
  • Nota de Reserva nº 2026NR000059
    • Valor: R$ 25.000.000,00
    • Razão: Subsídio financeiro
    • Objeto: pagamento referente à Câmara de Compensação Tarifária (CCT)

Somados, os valores totalizam R$ 215.272.121,40.

Bilhetagem digital e compensação

A Câmara de Compensação Tarifária é o instrumento utilizado pelo município para centralizar a arrecadação e redistribuir os recursos aos operadores, especialmente após a implantação do Sistema de Bilhetagem Digital, que alterou a lógica de receita direta nas linhas.

Segundo os despachos, os pagamentos não estão sujeitos à Lei nº 14.133/2021 (nova Lei de Licitações), tendo como fundamento legal a natureza de subsídio financeiro.

O mecanismo da CCT tem sido peça central no modelo de remuneração do transporte municipal do Rio de Janeiro, ao permitir a equalização de receitas entre os diferentes modos sob gestão da prefeitura.



Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

 

[ad_2]

Fonte

Disputa sindical causa fechamento de terminal de ônibus na capital paulista nesta quinta-feira (12)

0

[ad_1]

No Parque D. Pedro, o maior da cidade, veículos superarticulados foram colocados no acesso

ADAMO BAZANI / ARTHUR FERRARI

Por causa de uma disputa sindical, passageiros de ônibus da capital paulista mais uma vez sofrem. O terminal Parque D. Pedro, principal da cidade, foi fechado no final da manhã desta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026.

Informações iniciais dão conta que o protesto ocorre por conta de eleições na entidade. Ônibus superarticulados de grande porte foram parados nos acessos para impedir a entrada e saída de outros coletivos.

Em nota, a atual presidência do sindicato (SINDMOTORISTAS) diz repudiar as ações as quais atribuiu à oposição.

Veja a nota

A direção do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (SMTTRUSP) repudia veementemente os tristes atos de vandalismo (12) ocorridos na manhã desta quinta-feira no Terminal Parque Dom Pedro, região central da capital.

Esta ação criminosa é orquestrada por um grupo de oposição, denominado “Oposição e Luta”, encabeçado pelo candidato apelidado de Preguinho, que procura tumultuar o processo eleitoral no Sindicato, marcado para os dias 10 e 11 de março deste ano.

DE FORMA ALGUMA compactuamos com atos vis, arbitrários e violentos, que prejudicam os trabalhadores e os usuários do transporte por ônibus da capital.

Apoiamos e defendemos ampla investigação e punição rigorosa por parte dos órgãos de segurança pública competentes.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

De Veiga mentor à disputa com Arias, Allan diz como Abel evitou saída do Palmeiras e é sincero sobre chute na bandeirinha de Flaco

0

[ad_1]

Um olhar clínico do técnico Abel Ferreira mudou toda a trajetória do jovem atacante Allan Elias no Palmeiras, que hoje atravessa grande fase e está na mira do futebol europeu.

Em 2024, em seu último ano no sub-20, Allan estava com a saída praticamente dada como certa ao final da temporada. Seu contrato estava no fim, sem grandes perspectivas de renovação. Foi quando em um treino, Abel Ferreira se encantou com o ponta e impediu que o jogador deixasse o Verdão.

“Antes de eu subir, ele conversou bastante comigo. Poucas pessoas sabem, mas no último ano de sub-20 eu estava para sair, meu contrato ainda não tinha sido renovado. Em um treino que ele me viu, gostou muito de mim e me chamou para conversar, falou para eu ficar que iria renovar meu contrato”, disse Allan, em entrevista exclusiva à ESPN.

A conversa ao pé de orelha deu resultado. Allan teve o contrato renovado e em poucos meses deslanchou com a camisa alviverde, sendo peça importante e uma surpresa para a temporada de 2025. Sobre Abel, o jovem não poupa elogios e destaca uma das qualidades do técnico: a confiança nos mais jovens.

“Ele conversa bastante com a gente da base, ter coragem para ir para cima, de errar e arriscar. Nós entramos muito livres em campo para fazer o que entender, com responsabilidade, é claro, mas ele sempre está dando confiança e apoio”.

Veiga, o ‘mentor’

Allan viu nas últimas semanas o seu “mentor” deixar o Palmeiras. Raphael Veiga, que acertou com o América do México, criou uma relação especial com a Cria da Academia logo quando o ponta pisou no time sub-20 do Verdão. De quebra, ganhou uma chuteira do ídolo e recebeu dicas para aprimorar suas qualidades.

“Eu acompanhava muito o Veiga na base. Quando cheguei no sub-20, o treinador Lucas chamou o Veiga para conversar comigo. Ele me mostrou um pouco das metas que ele tinha, o que ele queria alcançar e me deu uma chuteira. Conversou muito comigo para eu ter personalidade, pisar na área, chutar mais no gol, então ele sempre acompanhou de perto e eu me inspirava bastante”.

A saída de Veiga do Palmeiras foi muito lamentada por Allan, afinal, uma figura importante deixava o clube. O jovem, porém, entendeu a decisão do companheiro de buscar um novo desafio.

“Eu acredito que ele precisava disso (saída do Palmeiras), Veiga é um jogador excepcional, acredito que ele pensou bem e, se era o melhor caminho que ele decidiu, fico muito feliz por ele e espero que se saia bem por lá”.

“(Chute na bandeira) faz parte do futebol”

Allan saiu em defesa do companheiro Flaco López no polêmico chute na bandeira do rival Corinthians na vitória do último fim de semana. Para o jovem, a ação “faz parte do futebol” e vai continuar acontecendo.

“Faz parte do futebol. Como o Yuri chutou aqui no Allianz Parque, o Flaco foi lá e chutou, eu estava para defender o Palmeiras. Independente de qualquer situação, estou ali para defender meus companheiros. Não foi a primeira e nem vai ser a última vez que isso (chute na bandeira) vai acontecer”.

Futuro

O Palmeiras foi firme em relação a investidas de clubes europeus por Allan e recusou valores acima dos R$ 220 milhões pela joia. Napoli, Newcastle e outros times ingleses monitoram de perto o jogador, que se mantém tranquilo e não pensa em uma mudança de clube neste momento.

“Eu particularmente estou muito feliz com o meu momento no Palmeiras. Essas questões eu deixo com meu estafe e meu pai, então busco aproveitar ao máximo viver isso aqui, que é o Palmeiras”.

Disputa à vista?

A chegada de Jhon Arias proporcionará uma nova disputa por posição no Palmeiras. O colombiano atua prioritariamente pela beirada do campo e terá a concorrência no Palmeiras de Allan, Felipe Anderson e Ramón Sosa.

Para Allan, a “dor de cabeça” fica para Abel Ferreira. Em campo, se puder, o jovem quer atuar junto do ídolo do Fluminense.

“Como todo mundo sabe, o Arias é um jogador de muita qualidade. Acredito que vem para agregar muito no nosso elenco. Se for para disputar posição ou jogar lado a lado, acredito que a melhor intenção é ajudar o Palmeiras a disputar títulos e ganhar jogos. A cabeça do Abel vai balançar um pouco, mas ele vai saber a melhor opção para o Palmeiras”.

[ad_2]

Fonte

BYD fecha acordo com Manchester City F.C. e amplia presença global no futebol

0

[ad_1]

Montadora chinesa será parceira automotiva oficial do clube inglês, estampará marca no uniforme de treino e instalará infraestrutura de recarga e baterias no centro de treinamento

ALEXANDRE PELEGI

A BYD anunciou nesta terça-feira (11) parceria estratégica com o Manchester City F.C., tornando-se a Parceira Automotiva Oficial do clube inglês. O acordo envolve exposição de marca, fornecimento de veículos e implantação de soluções de energia no complexo de treinamentos da equipe.

Pelo contrato, a montadora passará a estampar sua marca na manga do uniforme de treino da equipe masculina principal. A partir da próxima temporada, a ativação também contemplará a equipe feminina. A empresa terá ainda presença institucional no Etihad Stadium, com logotipo nos bancos de reserva.

Além da visibilidade comercial, a parceria prevê o fornecimento de veículos da BYD e da marca premium Denza ao clube. Um dos modelos da fabricante conduzirá a entrada do ônibus oficial da equipe masculina nos jogos realizados em casa pela Premier League e demais competições nacionais.

Energia e mobilidade integradas

O acordo inclui a instalação de infraestrutura de recarga para veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia por baterias na City Football Academy, centro de treinamento que abriga as equipes masculina, feminina e categorias de base.

A iniciativa reforça o posicionamento da BYD como fornecedora integrada de soluções de mobilidade elétrica e armazenamento energético, combinando veículos, carregadores e sistemas de baterias em um mesmo ecossistema.

Em nota, Stella Li, vice-presidente executiva da empresa, afirmou que a parceria representa a união entre inovação tecnológica e paixão esportiva. Já Ferran Soriano, CEO do City Football Group, destacou o alinhamento entre sustentabilidade e excelência como eixo da colaboração de longo prazo.

Estratégia internacional

A movimentação integra a estratégia global da BYD de ampliar reconhecimento fora da China. A companhia já atuou como patrocinadora oficial da UEFA EURO 2024 e do Campeonato Europeu Sub-21 da UEFA 2025.

Com presença em mais de 110 países, a BYD vendeu 4,6 milhões de veículos em 2025, sendo mais de um milhão fora do mercado chinês. Em dezembro do mesmo ano, a empresa atingiu a marca de 15 milhões de veículos produzidos.

Fundado em 1894, o Manchester City manda seus jogos no Etihad Stadium, com capacidade para 53 mil torcedores, e figura entre os clubes mais vitoriosos do futebol inglês e europeu.

A parceria sinaliza o avanço das montadoras de veículos eletrificados na utilização do futebol como plataforma global de posicionamento de marca, associando mobilidade sustentável a ativos esportivos de grande alcance internacional.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Parecer derruba possibilidade de Uber e 99 ajudarem a custear ônibus, trens e metrôs

0

[ad_1]

Cobrança de empreendimentos imobiliários, por estacionamento e regime diferenciado por redução de poluição também foram itens retirados

ADAMO BAZANI

Empresas de transporte individual por aplicativo de carros ou mototáxis não deverão ser obrigadas a ajudar no custeio dos sistemas de transportes coletivos por ônibus, trens e metrôs.

Uma reportagem nesta semana com a advogada especializada em direito preventivo, Liana Variani, o Diário do Transporte mostrou os riscos e oportunidades de diversos assuntos relacionados à mobilidade, entre os quais, justamente, esta questão da taxação e contribuição de aplicativos.

Relembre:

Na noite desta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, foi registrado um quarto parecer legislativo das Comissões de Viação e Transportes; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania ao Projeto de Lei Nº 3.278, de 2021, que cria novas regras de contratos, operações e custeio de transportes coletivos, conhecido como Marco Legal ou Marco Regulatório dos Transportes Coletivos.

Assinado pelo relator, deputado José Priante, este quarto parecer ao qual o Diário do Transporte teve acesso, exclui o artigo de número 30 deste Projeto de Lei, que prevê, entre outros pontos, a possibilidade de os aplicativos serem obrigados a contribuir com o coletivo. – VEJA MAIS ABAIXO O ARTIGO NA ÍNTEGRA

A cobrança de empreendimentos imobiliários, por estacionamento e regime diferenciado por redução de poluição também foram itens retirados.

A Comissão de Finanças entendeu que compete ao Município disciplinar a matéria de transporte público, por se tratar de interesse local.

De acordo com a jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal, compete aos municípios organizar – e legislar sobre – o serviço público de transporte coletivo de interesse local, à luz do art. 30, inciso V, da Constituição Federal, em razão da predominância do interesse local envolvido, como foi consignado o julgamento do ARE 1.109.932 AgR, de relatoria do Ministro Edson Fachin (Segunda Turma, DJe de 22/11/2018). Como ressaltado pela Comissão de Finanças e Tributação, ao impor, por meio de lei federal, rol taxativo de instrumentos de financiamento, como contribuições de melhoria, tributos sobre estacionamento e congestionamento, tarifas de circulação e regimes tributários diferenciados, o dispositivo em questão substitui a deliberação política local por uma. – diz trecho do parecer ao qual do Diário do Transporte teve acesso.

Contudo, não é assim tão certa essa posição no judiciário, como já noticiado pelo Diário do Transporte, sobre a questão de cobrança de taxa por quilômetro rodado de aplicativos. Na ocasião, o entendimento da Justiça foi totalmente contrário ao entendimento do parecer da Comissão e enfatizou que este tipo de cobrança é de natureza tributária, logo, quem deve regular é uma lei federal (como a proposta no marco legal) e não os municípios neste caso. O entendimento ocorreu em decorrência de um processo da CNS (Confederação Nacional dos Serviços) contra a prefeitura de São Paulo em uma taxação sobre as gigantes de aplicativos 99 e Uber.

Relembre:

As regras então previstas auxiliariam na construção do denominado “SUS do transporte”, reduzindo ainda mais os custos que são repassados aos passageiros, previsto em outro projeto.

A alteração também pode atrasar a aprovação do novo Marco Legal, exigindo que o projeto retorne para o Senado para aprovar ou não as alterações agora apresentadas, em especial em ano de eleições gerais.

O Marco Legal do Transporte Público chega a ser um sonho de gestores públicos, operadores de transportes e, mesmo que não ciente plenamente, mas pelos seus efeitos, de toda a população.

Com 304 votos a favor e 113 contrários, a Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou nesta segunda-feira, 09 de fevereiro de 2026, regime de Urgência para votação do Marco Legal do Transporte Público (PL – Projeto de Lei 3278/21, do ex-senador e hoje ministro do TCU – Tribunal de Contas da União, Antonio Anastasia).

Relembre:

Oportunidades: Trazer novas regras para as concessões de transportes coletivos, flexibilizando e modernizando os contratos com as empresas de ônibus para adotar inovações de forma mais rápida, além de buscar formas de financiamento para baratear as tarifas pagas pelos passageiros e pressionar menos os cofres públicos. Atualmente, a maior parte dos sistemas de transportes é custeada pelos passageiros pagantes nas catracas e alguns possuem subsídios que saem diretamente dos cofres públicos: dinheiro que divide com as necessidades de recursos para saneamento, educação, saúde, zeladoria, habitação e combate às enchentes. O resultado é que as tarifas são altas para os passageiros, mas insuficientes para custear os sistemas e melhorar os serviços.

Riscos: Será uma lei, não só uma norma qualquer. Depois de aprovada, será difícil mudar. Apesar de mais de cinco anos de discussão, ainda há pontos em aberto, como a participação dos aplicativos de transportes de carro e mototáxis no financiamento do transporte coletivo que poderia ser melhor explorada nas discussões do Marco Legal. Seria uma justiça que não se pode perder a oportunidade.

Além disso, há questões relativas ao barateamento das tarifas ou mesmo a clareza dos riscos de uma tarifa-zero que não foram esclarecidas. Recentemente, o Diário do Transporte mostrou que além de questões relacionadas aos custos diretos e futuros com redimensionamento de frota e infraestrutura, uma das dúvidas quanto a possível adoção de uma tarifa-zero em nível nacional, em todos os ônibus do País, é também sobre o aspecto jurídico. Basta fazer uma lei municipal ou estadual, ser aprovada nas respectivas câmaras municipais ou assembleias legislativas e aplicar a gratuidade para os passageiros, mesmo com previsão de recursos? Especialistas entendem que há riscos jurídicos que podem gerar contestações de opositores políticos, associações ou mesmo empresas de transportes. Mas um projeto cuja votação terá continuidade neste ano de 2026 na Câmara dos Deputados, em Brasília, promete ao menos reduzir essa insegurança jurídica. De autoria da deputada Duda Salabert (PDT-MG), o PL – Projeto de Lei 4436/25, desvincula o conceito de transporte público coletivo da cobrança individual de tarifa. Para isso, o PL quer alterar trechos da Lei 12.587, de 03 de janeiro de 2012, conhecida como Lei da Política Nacional de Mobilidade Urbana (2012).

Relembre:

Veja o artigo suprimido do projeto:

Art. 30. Para promoção da justa distribuição dos benefícios e dos ônus

decorrentes do uso dos diferentes modos e serviços de mobilidade urbana, compete ao

titular dos serviços de transporte público coletivo instituir:

I – a cobrança de contribuição de melhoria decorrente de valorização imobiliária

privada ocorrida em razão de investimentos públicos em mobilidade urbana ou da aplicação

de outros instrumentos previstos na Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001 (Estatuto da

Cidade);

II – a cobrança de tributos ou tarifas do organizador ou da plataforma tecnológica

de intermediação do serviço pela utilização do sistema viário público por serviços de

transporte de passageiros privados, por serviços de transporte de passageiros individuais e

por serviços de transporte urbano de cargas;

III – a cobrança de tributos ou tarifas pelo estacionamento;

IV – a cobrança de tributos ou tarifas de congestionamento;

V – a cobrança de tributos ou tarifas sobre a circulação de veículos motorizados

individuais em determinadas áreas, dias e horários em decorrência de externalidades

negativas;

VI – a instituição de regime diferenciado de tributação em decorrência de

emissões de poluentes;

VII – a cobrança de tributos pela disponibilidade dos serviços de transporte

público coletivo, inclusive para pessoas jurídicas;

VIII – outros instrumentos previstos na política de mobilidade urbana local.

  • 1º A receita auferida na forma dos incisos II a VIII deverá ser aplicada

obrigatoriamente para o financiamento da infraestrutura e da operação dos serviços de

transporte público coletivo e dos modos ativos de transporte.

  • 2º Os instrumentos previstos pelos incisos II a VII têm caráter extrafiscal e

visam desestimular o uso de modos e serviços de mobilidade prejudiciais aos objetivos da

Política Nacional de Mobilidade Urbana, na forma definida na Lei nº 12.587, de 3 de janeiro

de 2012 (Lei de Mobilidade Urbana).

  • 3º A instituição e a definição das regras de operacionalização dos tributos e das

tarifas destinados ao financiamento da infraestrutura e da operação do transporte público

coletivo deve observar a progressividade da contribuição em relação à renda dos

contribuintes e os impactos econômicos, sociais e ambientais decorrentes da tributação.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

ANTT autoriza oito empresas para fretamento interestadual e internacional

0

[ad_1]

Decisão da SUPAS, publicada no DOU desta quarta-feira (12), libera acesso ao sistema de emissão de licenças de viagem

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou oito empresas a operar o transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros em regime de fretamento. A medida consta na Decisão SUPAS nº 235, de 5 de fevereiro de 2026, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 12 de fevereiro.

O ato foi assinado pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros, Juliano de Barros Samôr, e tem como base o art. 3º e o inciso XII do art. 8º do Anexo da Resolução nº 5.818/2018.

De acordo com a decisão, as autorizatárias deverão cumprir as condições previstas na Agência Nacional de Transportes Terrestres nº 4.777/2015, norma que disciplina o transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros realizado em regime de fretamento.

Empresas autorizadas

Foram autorizadas as seguintes empresas, com respectivos TAF e CNPJ:

  • EZEQUIEL A ROHR LTDA – TAF 011027 – CNPJ 74.763.707/0001-96

  • GIMENES FRETAMENTO LTDA – TAF 005409 – CNPJ 05.598.246/0001-20

  • MRNR TURISMO LTDA – TAF 007183 – CNPJ 44.609.094/0001-76

  • MTS TRANSFER LTDA – TAF 011028 – CNPJ 47.773.771/0001-85

  • RRP TURISMO E EXCURSOES LTDA. – TAF 007118 – CNPJ 37.528.690/0001-66

  • SC TURISMO LTDA – TAF 011029 – CNPJ 62.790.081/0001-28

  • TRANSPORTES AUTOMAR DE PASSAGEIROS LTDA – TAF 006803 – CNPJ 19.917.584/0001-92

  • VIACAO BARRETOS LTDA – TAF 011030 – CNPJ 61.768.731/0001-76

Confira as normas para o transporte por fretamento

A autorização concedida pela ANTT impõe que as empresas observem as condições estipuladas na Resolução ANTT nº 4.777, de 6 de julho de 2015, e demais normativos pertinentes à prestação desses serviços. A resolução estabelece regras para o funcionamento do fretamento, incluindo o conceito de “circuito fechado”, que se refere a viagens de ida e volta realizadas pelo mesmo grupo de passageiros no mesmo veículo, retornando ao ponto de origem.

Uma das condições cruciais é a observância do Art. 9º da Resolução 4.777/2015, que determina que o Termo de Autorização (TAF) tem validade condicionada ao recadastramento junto à ANTT. O cadastro da autorizatária possui vigência de três anos, contados a partir da publicação do TAF no Diário Oficial da União (DOU). O descumprimento deste artigo implica renúncia automática da autorização delegada pela agência.

A SUPAS também ressalta as consequências em caso de irregularidades. A nulidade do Termo de Autorização pode ser declarada quando verificada ilegalidade no ato, impedindo a produção de efeitos jurídicos ou desconstituindo os já produzidos, sempre respeitados os princípios da ampla defesa e do contraditório. Além disso, a autorização pode ser cassada em caso de perda das condições indispensáveis para o cumprimento do objeto ou diante de infrações graves, apuradas em processo regular. O descumprimento da decisão implica ainda a aplicação das sanções previstas em resolução específica.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Atlético-MG marca no finalzinho e busca empate com o Remo em jogaço de seis gols

0

[ad_1]

Foi um jogaço em Belo Horizonte. E com direito a golaços, virada e um gol salvador que só foi confirmado após longa conferência ao VAR no finalzinho, Atlético-MG e Remo empataram em 3 a 3, na noite desta quarta-feira (11), na Arena MRV, pela 3ª rodada do Brasileirão.

Os gols foram marcados por Hulk, Ruan Tressoldi e Dudu para os donos da casa, enquanto Vitor Bueno, Yago Pikachu e Alef Manga anotaram para os visitantes, que ficaram muito perto de sua primeira vitória na primeira divisão após muito tempo.

Com o resultado, ambos somam apenas um ponto e chegam a 2 na tabela, bem distantes das primeiras colocações.

Os dois times agora só voltam a atuar pelo Campeonato Brasileiro no dia 25. O Atlético visita o Grêmio, enquanto o Remo recebe o Internacional. Antes disso, ambos têm compromissos por seus campeonatos estaduais.

Classificação no Brasileirão:

  • Atlético-MG: 14º colocado, com 2 pontos

  • Remo: 14º colocado, com 2 pontos

Próximos jogos do Atlético-MG:

Próximos jogos do Remo:

  • Castanhal (F): 12/02, 19h30 (de Brasília) – Campeonato Paraense

  • Amazônia Independente (C): 15/02, 15h30 (de Brasília) – Campeonato Paraense

  • Internacional (C): 25/02, 19h (de Brasília) – Brasileirão

[ad_2]

Fonte

Prazo de contrato para obras do Corredor Imirim é ampliado em mais três meses e valor já está 45% maior que o inicial

0

[ad_1]

Justificativa são “intercorrências no curso de obra, principalmente com os atrasos da ENEL” – diz documento oficial da prefeitura publicado nesta quinta-feira (12)

ADAMO BAZANI

A prefeitura de São Paulo prorrogou por mais três meses o contrato para as obras de requalificação do Corredor de Ônibus Imirim, na zona norte.

As intervenções ocorrem desde 19 de junho de 2023 e a previsão inicial era de entrega até 18 de outubro de 2024, ao custo de R$ 72 milhões.

Agora, com a nova prorrogação, o contrato vai até 18 de maio de 2026 e o valor já está quase 45% mais alto, com R$ 103 milhões.

O prolongamento do prazo foi publicado nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, e já é a terceira prorrogação.

No documento oficial, a prefeitura justifica o ato à “intercorrências no curso de obra, principalmente com os atrasos da ENEL”

As obras incluem modernização do pavimento, calçadas, escoamento de água de chuva e jardinagem no trecho A Avenida Imirim, entre a Avenida Deputado Emilio Carlos e a Alameda Afonso Schimidt).

Os trabalhos ainda contemplam a requalificação das intersecções e plataformas/paradas de ônibus com implantação de sistemas de monitoramento na Região Norte da Cidade de São Paulo.

Moradores e comerciantes dizem que a modernização do corredor de ônibus é benéfica e compreenderiam os transtornos pontuais, mas o atraso das obras já tem ocasionado prejuízos.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Volvo deve lançar novos modelos de ônibus e anuncia R$ 2,5 bilhões em investimentos no Brasil com foco em “descarbonização”

0

[ad_1]

Fabricante apresentou ônibus movido 100% a biodiesel, anunciou vendas de ônibus elétricos para a Santa Brígida e Gato Preto na capital paulista e prospecta empresas nas quais tinha pouca ou nenhuma participação na frota

ADAMO BAZANI

A Volvo vai investir no Brasil R$ 2,5 bilhões até 2028 em modernização da fábrica de Curitiba (PR), pesquisas e para o lançamento de novos modelos de ônibus e caminhões.

O anúncio foi feito em evento de balanço e perspectivas que ocorreu na capital paulista com cobertura presencial do Diário do Transporte, nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026.

Os novos modelos de ônibus serão de diferentes tecnologias, mas o foco será a descarbonização, com veículos menos poluentes.

Para isso, a ordem deve ser diversificação:

– ampliação de participação no mercado de elétricos,

– lançamento do modelo urbano padron B3200R que pode ser abastecido integralmente com biodiesel (B100).

– sem deixar de lado também o diesel Euro 6.

Diesel: No caso dos ônibus a diesel, o objetivo será ampliar ainda mais, segundo a montadora, a eficiência e a redução do consumo, o que pode contribuir significativamente para mitigação de poluentes. Quanto menos diesel for queimado e quanto melhor o desempenho por quilômetro rodado, logo, a poluição será menor.

Elétricos: Já sobre os elétricos, o foco será conquistar mais mercados, inclusive com frotistas nos quais tinha pouca ou nenhuma participação. A gama de ônibus elétricos da marca no Brasil é formada pelo BZL, BZR, BZRLE, BZRT articulado e BZRT biarticulado. A montadora não descarta o lançamento de mais modelos.

Como mostrou o Diário do Transporte, a Volvo confirmou a entrega de mais 40 unidades do modelo BZRLE para a capital paulista. As empresas vão receber gradativamente os veículos já nestes primeiros meses.

São 20 unidades para a Viação Santa Brígida e 20 para a Gato Preto, que operam entre o Centro e zonas Oeste e Norte da cidade.

Relembre:

Em relação a outros combustíveis alternativos ao diesel, a montadora sueca com filial em Curitiba anunciou também nesta quarta-feira (11) no evento na capital paulista com a participação do Diário do Transporte, a versão do urbano padron B320R que pode ser abastecido com 100% de biodiesel. Já existem caminhões no Brasil com essa tecnologia.

Ainda não houve vendas fechadas, mas ônibus com biodiesel B100 já rodam a título de testes em Curitiba.

Relembre:

O presidente da Volvo Ônibus para a América Latina, André Marques, disse ao Diário do Transporte que o modelo pode reduzir em cerca de 90% as emissões de poluentes em relação ao diesel.

Marques ainda falou que para este abastecimento não são necessárias grandes alterações no motor.

O motor que nós temos é um sensor de mescla, então isso não muda grandemente. Linhas de combustível já saem, todos os produtos já saem agora com as linhas preparadas, para que a gente não tenha nenhum tipo de corrosão ou problemas similares que podem acontecer. Então toda a parte de linhas de combustível preparadas, o sensor de mescla que permite que a gente possa operar tranquilamente com o B100. – disse o presidente da Volvo Ônibus da América Latina, André Marques ao editor-chefe e repórter do Diário do Transporte, Adamo Bazani.

INVESTIMENTOS EM MEIO A QUEDAS E IMPACTOS PELA ALTA TAXA DE JUROS

A Volvo diz que o montante de R$ 2,5 bilhões anunciado nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, até 2028, é o maior em um único ciclo da história da montadora sueca para o Brasil e que ocorre mesmo em meio a um cenário desfavorável e de incertezas previsto para 2026, em especial para os mais variados segmentos de caminhões.

Considerando todas as marcas disponíveis no mercado, a projeção da montadora é que neste ano de 2026, o setor de caminhões tenha retração entre 5% e 10% em especial nos segmentos de semipesados e pesados.

De acordo com o presidente do Grupo Volvo América Latina, Wilson Lirmann, em coletiva no evento, além de questões pontuais, como relativas ao agronegócio, uma das maiores dificuldades é em relação a alta taxa de juros que prejudica o acesso aos financiamentos.

“Os juros altos encarecem o crédito e desestimulam as compras e a renovação das frotas. É um fator crucial que está freando o crescimento das empresas de transporte, inclusive reduzindo a sua competitividade” – disse, complementando que por causa das estimativas positivas de outros setores, como de obras e construção civil, que são aquecidas em anos eleitorais como o de 2026, a queda não vai ser maior.

Já para os segmentos de ônibus, as estimativas são contrárias às negativas dos caminhões e a marca deve crescer 10% em volume.

Foi o que disse ao Diário do Transporte o presidente de Ônibus da Volvo, André Marques.

Relembre:

Marques citou como um dos motivos para as boas estimativas as eleições em 2026.

“A nossa perspectiva para esse ano é crescer volume, nós estamos trabalhando no mercado, nós enxergamos um mercado relativamente estável no segmento pesado, mas de fato nós continuamos trabalhando para crescer a nossa participação no segmento rodoviário e aproveitar as oportunidades que vêm do segmento urbano. Nós temos um ano eleitoral, alguma coisa pode se mover, tem muita licitação em andamento, seja ela para combustão, seja ela para diesel, nós estamos preparados para participar e atender esses volumes. Então a nossa perspectiva desse ano é crescer algo em torno de 10% comparado ao ano de 2025”. – disse o presidente da área de ônibus da Volvo, André Marques, ao repórter e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani.

Outra perspectiva positiva para a Volvo é a habilitação da marca no programa Pró-Transporte para financiamento de ônibus urbanos pelo Governo Federal.

Como mostrou o Diário do Transporte, as aquisições podem ser feitas pelo Banco Volvo. A linha é custeada pelo FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), gerido pela CEF (Caixa Econômica Federal).

Relembre:

“A perspectiva é continuar no rodoviário a nossa jornada, nós estamos em 21% e vamos crescer, não há dúvida nesse sentido. E o urbano, que no ano passado foi o nível mais baixo, até mesmo porque nós não tínhamos ainda a opção do Pró-Transporte e agora está disponível. Então nós, com a solução financeira do Pró-Transporte, acreditamos que vamos fazer um salto bem importante no ano de 2026.” – disse Marques ao Diário do Transporte.

No evento, a Volvo destacou a representatividade da marca no segmento de ônibus rodoviários, com 21% do mercado, e citou vendas recentes relevantes como cerca de 140 rodoviários para grupos empresariais de relevância, 30 unidades para a Guerino Seiscento de São Paulo, 30 para a Saritur de Minas Gerais, 40 para a Real Maia e mais 40 para o Grupo Brasileiro, com forte atuação no nordeste.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

ANTT renova licença da TURIL para linha internacional ligando Salto, no Uruguai, a Porto Alegre (RS)

0

[ad_1]

Autorização para operação entre cidades dos dois países vale até 31 de dezembro de 2026, conforme ATIT e acordos bilaterais

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) homologou a renovação da Licença Complementar nº 037/2014-ANTT da empresa TURIL S.A., que opera o serviço regular internacional de passageiros entre Salto (UY) e Porto Alegre (BR).

A decisão consta na Decisão SUPAS nº 236, de 5 de fevereiro de 2026, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 12 de fevereiro.

De acordo com o ato, a renovação da licença está em conformidade com o artigo 25 do Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre (ATIT), que rege o transporte rodoviário internacional de passageiros entre os países signatários.

Segundo a ANTT, o prazo de vigência da licença complementar vai até 31 de dezembro de 2026, com base no Expediente nº 2025-10-7-0002644, expedido pela Dirección Nacional de Transporte da República Oriental do Uruguai.

A decisão também menciona como fundamentos legais:

  • Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001;

  • Decreto nº 4.130, de 13 de fevereiro de 2002;

  • Acordos bilaterais firmados entre Brasil e Uruguai.

Na prática, a medida assegura a continuidade da operação regular da linha internacional, garantindo a manutenção do serviço entre os dois países dentro do arcabouço regulatório vigente.

A decisão entra em vigor na data de sua publicação.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte