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Tabela de Fretes e o impacto direto na rentabilidade do agro brasileiro

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ANTT passa a monitorar fretes eletronicamente

Em outubro de 2025, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou os novos valores mínimos da Tabela de Fretes Rodoviários, com uma novidade tecnológica: o cruzamento de dados do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) permitirá identificar empresas que descumprirem os preços mínimos e aplicar multas eletrônicas em tempo real.

Criada em 2018, a tabela tinha como objetivo garantir remuneração justa aos transportadores e acalmar o setor. No entanto, durante anos, o mercado continuou sendo dominado pela lei da oferta e da procura, e poucas empresas respeitaram os valores estipulados oficialmente.

Fretes impactam diretamente produtores do Centro-Oeste

O transporte de grãos é estratégico para o Brasil, que não dispõe de armazenagem suficiente e precisa escoar rapidamente a produção. No Mato Grosso, maior produtor nacional, os fretes influenciam diretamente a renda do produtor.

  • Soja: 51,3 milhões de toneladas (30% do total nacional)
  • Milho: 55,1 milhões de toneladas (40% do total nacional)

Produtividade recorde: 60,5 sacas/ha para soja e 116,6 sacas/ha para milho (safra 2024/25)

O estado exportou em 2025 31 milhões de toneladas de soja (30% das exportações brasileiras) e 28 milhões de toneladas de milho (50% do total nacional). Com distâncias de até 2.300 km para o porto de Paranaguá e 1.380 km para Miritituba, qualquer alteração nos custos logísticos impacta diretamente a receita dos produtores.

Diferença de preços entre regiões é reflexo do frete

A diferença de preços da soja entre regiões mostra a importância do frete:

  • Sorriso (MT): R$ 104/saca (60 kg)
  • Paranaguá (PR): R$ 142/saca

A diferença de R$ 38/saca (37%) é causada principalmente pelo custo do transporte. Além de reduzir a margem do produtor, o frete também aumenta o preço dos insumos, pressionando ainda mais a rentabilidade no Centro-Oeste.

Estratégias para reduzir o impacto dos fretes

O engenheiro agrônomo Ricardo Arioli, do CESB, destaca três formas de mitigar o impacto dos fretes:

Aumentar a produtividade

Produzir mais por hectare reduz os custos de produção e aumenta o retorno, mesmo com fretes mais caros.

Agregação de valor à produção

Exemplo: o etanol de milho. Hoje, indústrias locais garantem que o preço do milho pago aos produtores de Mato Grosso seja 90% do valor pago no Sul, diminuindo a dependência de longos transportes.

Investir em infraestrutura logística

Ferrovias e hidrovias poderiam reduzir custos e aumentar a competitividade, mas no Brasil, a expansão de modais enfrenta burocracia e entraves judiciais, sem prazo definido para avançar.

Produtividade como escudo em margens apertadas

Para Arioli, a produtividade é a alternativa mais acessível e segura para os produtores enfrentarem custos elevados de frete. O Desafio Nacional de Máxima Produtividade do CESB comprova que, mesmo com maiores investimentos na lavoura, o retorno por real investido aumenta com produtividade, sendo um escudo eficiente em anos de margens estreitas.

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Eletra fornece mais 105 ônibus elétricos para a Transunião e Allibus da capital paulista

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Entregas estão sendo feitas em etapas. Veículos são para linhas de bairros da zona Leste

ADAMO BAZANI

A Transunião e a Allibuss, empresas que operam na zona Leste da cidade de São Paulo, adquiriram 105 ônibus elétricos com tecnologia 100% brasileira da Eletra Industrial.

Os veículos, produzidos em São Bernardo do Campo (SP), estão sendo entregues em lotes.

Todos são do tipo básico, indicados para linhas alimentadoras, de bairro e de distribuição local. Cada um possui 12,1 metros de comprimento, capacidade para 72 passageiros (em média, dependendo da configuração) e itens como ar-condicionado, wi-fi, vidros com proteção contra raios ultravioleta do Sol, piso baixo com rampa para acessibilidade, que são exigidos pela SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora das linhas municipais.

Deste total, 85 unidades são para a Transunião distribuídos entre duas garagens da companhia: 45 para a D3 e 40 para a D7.

Já 20 unidades são para a Allibus Lote D6.

O sistema de São Paulo é dividido em lotes operacionais de acordo com cada região da cidade. A malha de linhas é organizada em E (Estrutural – ônibus maiores em corredores e grandes avenidas), AR (Articulação Regional – ônibus médios que ligam regiões e bairros a centralidades regionais) e D (Local de Distribuição – ônibus médios e pequenos que operam entre bairros mais afastados e estações de trens e metrô e corredores e terminais de ônibus).

De acordo com a diretora-presidente da Eletra, Milena Braga Romano, a empresa lidera o mercado de ônibus elétricos no Brasil e, na capital paulista, que possui a maior frota nacional.

“Além da alta qualidade dos nossos ônibus e nível integral de nacionalização, também entra como motivo para essa liderança todo o apoio que damos aos operadores para a eletrificação. Com o serviço Eletra Consult, oferecemos consultoria e todas as informações técnicas desde a escolha dos modelos e adequação das garagens até o pós-venda e treinamento de equipe” – disse

A diretora comercial da Eletra, Ieda Oliveira, explica que a empresa está presente em cerca de 70% da frota de 1,2 mil ônibus elétricos da cidade.

“A personalização dos nossos ônibus é um grande diferencial. Customizados e adequamos os veículos de acordo com as necessidades operacionais de cada região. Nossos ônibus são flexíveis para todas as adequações necessárias” – disse.

A frota de ônibus elétricos das empresas da cidade de São Paulo é a maior do Brasil, com quase 1,2 mil coletivos, incluindo os 189 trólebus (conectados à rede aérea de fiação) dos cerca de 1,4 mil em todo o País.

Apesar do número expressivo e de mais este avanço com a entrega destes veículos da Eletra, o número está bem abaixo da meta da prefeitura que, em 2021, anunciou que em dezembro de 2024, chegaria a 2,6 mil elétricos.

O principal motivo, de acordo com a prefeitura, é que a distribuidora de energia ENEL não preparou a infraestrutura para adequar a rede de fornecimento, elevando a tensão dos bairros de baixa para média e alta para dar conta da demanda de energia dos ônibus elétricos.

Em redes de baixa tensão, que configura a maior parte dos bairros, se 50 ônibus ou mais carregarem as baterias ao mesmo tempo, pode faltar energia nas casas, hospitais e comércios de vila inteiras.

Além de readequar a tensão, a prefeitura diz que a ENEL não fez a tempo a ligação das redes públicas até as garagens.

Como reflexo, o Diário do Transporte mostrou: centenas de ônibus elétricos 0 km parados nas garagens sem poder rodar.

Mas, para a população, o pior impacto é a perda de qualidade dos transportes, com o envelhecimento da frota.

Como desde 17 de outubro de 2022, as viações estão proibidas de comprar ônibus 0 km a diesel e, sem infraestrutura e ainda necessidade de ampliação da oferta pela indústria de alguns modelos, como micros, micrões (mídis) e até articulados e superarticulados, as trocas de veículos ficaram em ritmo abaixo do necessário, que é de 10% ao ano, o que dá em torno de 1,3 mil ônibus que precisam ser substituídos anualmente.

Para remediar, a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora da prefeitura, deixou oficialmente os ônibus a ficarem mais velhos.

O sistema de ônibus municipais da capital paulista, passados três anos do pior da pandemia de covid-19 e quase quatro anos da proibição da compra de veículos a diesel, ainda tem 16,4% da frota gerenciada pela SPTrans (São Paulo Transporte) com idades de fabricação entre 11 anos e 13 anos. Além disso, os micrões (mídis) ganharam em 2026 mais um ano de tolerância, o que foi verificado nas ruas pelo *Diário do Transporte*.

A confirmação foi feita nesta semana pela própria empresa da gestão Ricardo Nunes em resposta aos questionamentos do *Diário do Transporte*.

Segundo a SPTrans, são 2.214 veículos com idade entre 11 e 13 anos. No site oficial da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT), consta que a frota contratada das empresas soma 13.496 coletivos, entre escalados nas linhas e reservas. O dado mais recente consolidado é de dezembro de 2025. Apenas 1.149 ônibus, ou 8,5% desta frota, são elétricos. Muito abaixo dos 20% anunciados pela prefeitura em 2021 para até dezembro de 2024 no Plano de Metas, que não foi cumprido. Deste total de elétricos, 189 são trólebus (conectados a fiação elétrica aérea e mais antigos, sem ar-condicionado) e 960, a bateria. O *Diário do Transporte* mostrou que eram 201 trólebus: 12 foram retirados no sistema em novembro do ano de 2025, o que pode parecer um contrassenso, já que  a eletrificação não avança, sendo necessária a troca dos modelos a diesel.

Relembre a reportagem do Diário do Transporte de 16 de janeiro de 2026:

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Ônibus tomba na BR-251, em Francisco de Sá (MG), deixando diversas vítimas na noite de quarta-feira (21)

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Divulgação/Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

Ônibus fazia viaigem entre Arapiraca (AL) e Itapema (SC); cinco pessoas morreram, entre elas um bebê

ARTHUR FERRARI

Um ônibus tombou deixando pelo menos cincco pessoas mortas, entre elas um bebê, na noite desta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, por volta das 22h30, na BR-251. A ocorrência foi atendida no km 474 da rodovia, em trecho de zona rural do município de Francisco Sá (MG).

O veículo fazia o trajeto entre Arapiraca (AL) e Itapema (SC). Ao chegarem ao local, equipes do Corpo de Bombeiros de Montes Claros (MG) e de Francisco Sá (MG) encontraram o ônibus tombado às margens da pista, no lado direito da rodovia, conforme o sentido de deslocamento.

As vítimas feridas receberam atendimento pré-hospitalar ainda no local do acidente. Em seguida, conforme a gravidade dos quadros clínicos, os passageiros foram encaminhados para unidades de saúde em Francisco Sá (MG) e Montes Claros (MG), seguindo critérios de triagem definidos pela coordenação médica da ocorrência.

Além das cinco mortes confirmadas, nove pessoas apresentaram ferimentos graves, com múltiplas fraturas e escoriações. Outras 34 vítimas tiveram lesões leves ou não apresentaram ferimentos aparentes.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Motorista de ônibus tem direito a aposentadoria especial por causa de vibrações, decide Justiça – ENTENDA

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Advogada em conversa com o Diário do Transporte orienta melhor forma de tentar benefício junto ao INSS. Cobradores podem pedir também.  Oitava Turma do TRF de São Paulo considerou tempo trabalhado desde empresas como Bola Branca, Paratodos e Santo Amaro, na capital paulista

ADAMO BAZANI

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) divulgou nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, que a Oitava Turma do órgão determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que conceda aposentadoria especial a um motorista de ônibus da capital paulista e reconheça a reconheça a especialidade do trabalho de condutor de veículos de transporte coletivo.

Segundo o TRF3, a decisão levou em conta a semelhança entre as atividades de tratorista e motorista de ônibus ou caminhão.

O Tribunal explica que esta equiparação é admitida pela jurisprudência e pelo próprio INSS.

Ainda de acordo com o TRF3, em nota, a aposentadoria especial neste reconhecimento de equiparação pode se estender a cobradores de ônibus e ajudantes de caminhão.

A vibração provocada pelo veículo representa agente nocivo para esses profissionais, segundo o entendimento jurídico.

No caso específico, que pode servir de exemplo em outros processos, a Oitava Turma reconheceu tempo trabalhado desde os anos de 1980 na cidade de São Paulo em empresas urbanas como desde a Bola Branca, Paratodos e Santo Amaro.

A advogada especializada em direito trabalhista e direito empresarial, Liana Variani, disse ao Diário do Transporte, que outas decisões têm dado ganho de causa a profissionais que atuam no transporte coletivo, principalmente de caráter urbano e metropolitano, contra o INSS e o sucesso dos processos reside na fase probatória.

“A perícia judicial, se for o caso, deve, na verdade, confirmar as alegações do trabalhador. Assim, laudos, especificações técnicas dos modelos dos ônibus, das vias percorridas, recolhimentos previdenciários, folhas e registros de ponto de trabalho, tudo é prova. Mas não adianta encher o tribunal de papelada. As provas devem ter um nexo, uma ordem, uma coerência, ou seja, as provas devem falar por elas mesmas, como se fosse um texto, um discurso” – disse.

Segundo Liana Variani, provas testemunhas são essenciais também e os pedidos devem ser bem definidos. Nada de jogar para a galera.

“Deve haver uma harmonia entre provas documentais e testemunhais. Também não adianta jogar para todo o lado. Processar empresas, processar INSS, processar esse ou aquele, como se fosse metralhadora. Todo o pleito precisa ter foco e as causas devem ser o que se acredita ser de direito. Essa coisa de jogar alto para colher baixo, não está pegando mais” – orientou a advogada.

Segundo o TRF-3, na decisão, a desembargadora-relatora federal Louise Filgueiras, destacou justamente o que a advogada Liana Variani orientou: a defesa do motorista de ônibus comprovou que de fato o profissional foi exposto a níveis de vibração acima dos limites reconhecidos pelas leis de previdência.

“Conclui-se ser possível o reconhecimento da atividade especial com fundamento no agente nocivo em questão, desde que comprovada a exposição a níveis de vibração superiores aos previstos na legislação previdenciária”, afirmou a relatora, desembargadora federal Louise Filgueiras, na decisão.

Liana Variani não atuou no caso específico, mas pela experiência que possui, já viu casos de pedidos semelhantes com os mais variados resultados: vitória total, vitória parcial ou derrota dos trabalhadores.

“Atualmente, os modelos de ônibus são mais confortáveis e oferecem melhores condições de trabalho. Por exemplo, os elétricos vibram menos e trazem menos impactos a saúde. Por isso, não basta ser só motorista ou cobrador, é necessário comprovar todas as alegações”

MUDANÇA NA LEI E CONTROVÉRSIAS:

O TRF-3 também citou na nota um ponto considerado importante e que para outros processos, motoristas e cobradores devem estar atentos e que representou uma controvérsia, sendo esclarecida pela Oitava Turma.

Segundo o TRF3, a controvérsia da ação gira em torno das alterações na legislação relativa aos limites máximos da vibração. A 2ª Vara Previdenciária Federal de São Paulo entendeu caracterizada a especialidade em parte do tempo de trabalho do segurado como motorista de ônibus, entre 1986 e 2013.

Isso porque, o motorista trabalhou em diversas empresas, mas o direito foi reconhecido apenas durante o exercício da profissão em ônibus urbanos.

Tanto o INSS quanto o segurado recorreram ao TRF3. A autarquia previdenciária contestou a sentença, afirmando falta de comprovação da especialidade, mas a apelação foi negada.

Já o recurso do segurado foi acolhido para admitir o tempo especial de trabalho até 2014. Isso porque o laudo pericial judicial atestou exposição a vibrações acima do limite vigente até aquele ano, quando a norma foi alterada.

Como a soma dos períodos superou 25 anos, foi preenchido o requisito temporal para a concessão da aposentadoria especial.

O autor pediu concessão de aposentadoria especial, mediante o reconhecimento da especialidade dos períodos de

01/06/1986 a 01/09/1988 (EXPRESSO SÃO JOAQUIM LTDA),

01/04/1989 a 28/06/1989 (VIAÇÃO BOLA BRANCA),

26/11/1993 a 28/04/1995 (CONSTRUDAOTRO CONSTRUÇÕES LTDA, sucessora de FRETRANS-FRETAMENTO E TRANSPORTES),

29/04/1995 a 09/06/1997 (CONTRUDAOTRO CONSTRUÇÕES LTDA, sucessora de FRETRANS-FRETAMENTO E TRANSPORTES),

08/05/1998 a 14/08/2002 (VIAÇÃO SANTO AMARO) e

21/05/2003 a 24/10/2018 (VIAÇÃO PARATODOS LTDA).

CONTATOS DA ADVOGADA:

Liana Variani:

O PROCESSO QUE BASEOU A NOTÍCIA: Apelação Cível 5004766-32.2021.4.03.6183

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Com defesa forte e arrancada no início, Cavs batem os Hornets fora de casa

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Antes do início da temporada, parecia improvável dizer que um jogo entre Cavs e Hornets poderia ser relevante na mesma área da classificação da NBA. Mas o desempenho recente dos dois times os colocou às voltas da zona de play-in: um querendo entrar, o outro brigando para se manter nos playoffs. Nesse cenário, melhor para quem está mais acima na tabela: o Cleveland Cavaliers venceu o Charlotte Hornets por 87 x 94.

Parte da Rivals Week, com jogos que representam algum tipo de rivalidade, a liga colocou frente a frente os irmãos Ball. Mas apenas LaMelo entrou em quadra, e numa atuação muito abaixo da média: apenas dois pontos e 14 arremessos errados. Quem chamou a atenção foram Evan Mobley e Donovan Mitchell, pelos visitantes, e Brandon Miller para os donos da casa.

Mesmo jogando em Charlotte, os Cavs começaram arrasadores. Logo emplacaram uma sequência de 0 x 8, obrigando o técnico Charles Lee a pedir um precoce tempo técnico. Mas os visitantes seguiram dominantes, principalmente a partir das ações de Evan Mobley dentro e fora do garrafão, e logo chegaram aos 20 pontos de frente. Com as rotações dos elencos, os Hornets diminuíram para onze pontos.

Só que logo no início do segundo quarto Cleveland já retomou o controle da partida. Donovan Mitchell calibrou a mão do perímetro, enquanto Mobleu seguiu dominante no garrafão. Ainda assim, a parcial foi mais travada, com aproveitamento ruim de ambos os lados, tornando a evolução no placar mais lenta. De qualquer maneira, os Cavs voltaram a ter 20 pontos de vantagem.

Os Hornets só conseguiram se impor no segundo tempo. Na volta do intervalo, os anfitriões começaram uma reação liderada por Brandon Miller, autor de 17 pontos apenas no terceiro quarto. Os últimos deles foram uma forte enterrada, que acendeu ainda mais os ânimos da torcida. Acuados, os Cavs cometeram uma série de erros, facilitando os pontos em contra-ataque de Charlotte.

Com o jogo aberto no último período, os Cavs conseguiram equilibrar as ações, mas não o suficiente para voltar a abrir vantagem. A diferença ficou entre sete e dez pontos durante quase todo o tempo, com uma troca incessante de cestas. Conforme o passar dos minutos, porém, os Hornets e a torcida aumentaram o senso de urgência para tentar a aproximação no placar. Só que a defesa de Cleveland deu conta do recado, principalmente na proteção ao aro, com vários tocos que mataram as pretensões dos donos da casa: 87 x 94.

Próximos jogos:

Os Hornets voltam à quadra na quinta-feira (22), ainda fora de casa, às 21h (de Brasília), contra o Orlando Magic. Já os Cavs jogam na sexta-feira (23), às 21h30 (de Brasília), contra o Sacramento Kings.

Estatísticas:

  • Brandon Miller: 24 pontos e 4 rebotes;

  • Kon Knueppel: 21 pontos e 11 rebotes;

  • Miles Bridges: 11 pontos;

  • Collin Sexton: 11 pontos;

  • Donovan Mitchell: 24 pontos, 3 rebotes e 6 assistências;

  • Evan Mobley: 14 pontos, 14 rebotes e 3 tocos;

  • Jaylon Tyson: 14 opntos, 7 rebotes e 4 assistências;

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Pix por aproximação, ônibus velhos e forum sobre transição energética pautam episódio do Podcast do Transporte

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Prodata, Primova, Cittamobi, Detro-RJ… e mais: Abrati e especialistas como Ana Carol do Cidade a Pé, fecham o episódio 131 com temas que valem a pena ouvir e conhecer

Clique na imagem para ouvir o episódio 131

ALEXANDRE PELEGI

Pix no ônibus: embarque mais simples e rápido… Saiba mais da nova funcionalidade que com uso do bluetooth permite que o passageiro embarque sem Bilhete Único físico, tornando a experiência mais ágil, sobretudo para turistas, visitantes e usuários eventuais. Roberto Pavan, gerente comercial da Prodata, e Paulo Fraga, diretor comercial da Primova, detalham o sistema que nasce com quatro modalidades na capital paulista.

Cittamobi vira plataforma de mobilidade… A diretora de relações institucionais da Primova, Emanuelle Cassimiro, explica que o app evoluiu para além da consulta de horários e rotas, e passa agora a integrar passageiros, prefeituras e operadores. Veja como, e o que isso muda no mundo da mobilidade.

Comunicação como parte do serviço… A pesquisadora Ana Carolina Nunes, da Cidade a Pé, reforça que comunicação é elemento estrutural do transporte público. Quando o passageiro entende como o sistema funciona, conhece seus direitos e participa, há reflexos diretos na qualidade dos contratos, na fiscalização e nas decisões de gestão.

Frota envelhecida em São Paulo… O jornalista Adamo Bazani, do Diário do Transporte, apresenta dados que acendem um alerta: mais de 2.200 ônibus com 11 a 13 anos de uso ainda circulam na capital paulista, contrariando metas de renovação e de eletrificação da frota.

Bondes históricos de Santos… Outro destaque é a tradicional cidade do litoral paulista, que mantém um acervo fantástico de veículos que remete à história da mobilidade… mas com muito cuidado na preservação e usando até energia solar.

Segurança nos terminais… No quadro Abrati News, Letícia Pineschi comenta a ampliação do uso de câmeras com reconhecimento facial em grandes terminais de transporte. Conheça experiências em Rio de Janeiro e São Paulo como exemplos do avanço tecnológico.

Licitação e transição energética no Rio… O editorial de Alexandre Pelegi aborda o Fórum de Transição Energética do Detro-RJ, que discute um novo modelo de licitação do transporte intermunicipal fluminense. E comenta como o modelo conecta política pública, sustentabilidade e modernização do serviço.

Informação com análise é no Podcast do Transporte. 

Episódio novo toda quarta-feira pelo Spotify (https://podcastdotransporte.com.br/#ouvir) ou no seu agregador predileto.  Ou visite a gente no www.podcastdotransporte.com.br.  

Os cortes também ficam disponíveis no https://www.youtube.com/@Podcastdotransporte

O Podcast do Transporte é um produto do Diário do Transporte em parceria com a Technibus/OTM Editora e a ANTP

A produção é da Toda Onda

Alexandre Pelegi, jornalista e editor do Podcast do Transporte

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Skol (Ambev) vai  “envelopar” acessos do Metrô durante o Carnaval de 2026 em São Paulo

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Entre os acessos estão quatro da Estação Consolação na Avenida Paulista. Empresa é patrocinadora oficial do Carnaval de Rua. Comissão aprovou proposta

ADAMO BAZANI

A Skol vai “envelopar” acessos do Metrô  na cidade de São Paulo durante o Carnaval de 2026.

Nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, a agência de publicidade responsável apresentou para a prefeitura e membros de entidades de urbanismo a proposta da empresa, escolhida como patrocinadora-master do Carnaval de Rua deste ano, após processo de licitação.

O design foi debatido na 29ª Reunião Extraordinária da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana – CPPU, da Secretaria de Urbanismo e Licenciamento, da prefeitura.

Entre os acessos estão quatro da Estação Consolação na Avenida Paulista.

A adesivação e todos os adereços, como elementos emborrachados, seriam colocados entre os dias 07 e 22 de fevereiro de 2026, contemplando também o pré-carnaval.

Ainda de acordo com a proposta, também seriam exibidas marcas coligadas e parceiras, como Ifood, 99, Mercado Pago, Esportes da Sorte, entre outras.

Após votação, por maioria de votos, e com condicionantes, o modelo foi aprovado.

Entre estas condições está não atrapalhar a visibilidade do nome da estação, ajustando o tamanho das marcas, recuperar áreas de jardinagem danificadas e cuidar da manutenção e limpeza dos espaços.

A proposta de um ponto de ônibus na Rua da Consolação e de um dispositivo inflável na região foi retirada.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Reforma da estação de trem e obras do novo terminal são abordadas em reunião entre prefeito de Rio Grande da Serra (SP) e presidente da CPTM nesta quarta-feira (21)

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Executivos destacaram que início da reforma da Estação Rio Grande da Serra é previsto para primeiro semestre deste ano

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, o prefeito de Rio Grande da Serra (SP), Akira Auriani e sua equipe se reuniram com o presidente da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Michael Sotelo Cerqueira e o time técnico da empresa do transporte sobre trilhos.

O encontro serviu para tratarem de temas estratégicos relacionados à mobilidade urbana e ao sistema ferroviário que atende o município. Dentre os temas abordados na reunião, foram discutidos os detalhes da reforma da atual estação de trem, incluindo o restauro da passarela.

De acordo com a CPTM, o prazo apresentado para o início das obras está previsto para o primeiro semestre deste ano.

Na sequência, a reunião também levantou o tema da nova estação de trem, com a análise do projeto atualmente em desenvolvimento e a discussão dos prazos para sua execução. Segundo informações apresentadas, a previsão para o início das obras é no segundo semestre de 2027.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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A vida no ‘mundo árabe’ do herói improvável do Real Madrid e o que assistir no Disney+

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Al Gharafa e Al Sharjah disputam nesta quinta-feira (22), no Estádio Thani Bin Jassim, no Qatar, a Supercopa Emirados Árabes-Qatar. A partida tem transmissão ao vivo no plano premium do Disney+.

Líder do Campeonato Catari, o Al Gharafa tem como artilheiro um nome conhecido no futebol mundial. Joselu, que já foi herói do Real Madrid na Champions League, é o destaque da equipe.

Contratado em junho de 2023 pelo clube espanhol, Joselu chegou ao maior campeão europeu aos 33 anos. Foi justamente em sua única temporada no Real Madrid que o jogador entrou para a história.

Depois de empatar em 2 a 2 contra o Bayern de Munique, na Alemanha, na semifinal da Champions League 2023/24, o Real contou com dois gols de Joselu, que entrou nos minutos finais da partida, para avançar à final – vencida em cima do Borussia Dortmund.

Menos de um mês depois da decisão, Joselu acertou sua transferência ao Al Gharafa. O atacante pegou o clube espanhol de surpresa ao recusar a proposta de renovação por mais uma temporada.

De acordo com o jornal espanhol ‘Marca‘, à época, o contrato do jogador com o clube catari era de 8,5 milhões de euros (R$ 50 milhões na cotação da época) anuais.

Em sua primeira temporada no futebol do Catar, o centroavante marcou 18 gols e deu 2 assistências nos 35 jogos que disputou. Na atual, tem 7 gols em 16 partidas.

Campeão da Champions League, LALIGA e Supercopa da Espanha, pelo Real Madrid, e da Eurocopa e Uefa Nations League, pela Espanha, Joselu conquistou a Emir Cup da última temporada pelo Al Gharafa.


Australian Open no Disney+:

A quinta-feira (20) no plano premium do Disney+ vai além da Supercopa Emirados Árabes-Qatar, saindo do Qatar e viajando direto para Melbourne, no Australian Open, o primeiro Grand Slam da temporada 2026 do tênis.

Já na madrugada, a partir das 3h (de Brasília), as transmissões do Australian Open começam com o duelo na John Cain Arena. Os últimos confrontos do dia começam a partir das 21h (de Brasília).

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Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda têm nova etapa de manutenções programadas até 25 de janeiro

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Estação Granja Julieta, Linha 9-Esmeralda

Intervenções por parte dos agentes da concessionária devem ocorrer prioritariamente em períodos de menor movimento

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2026, as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda de trens metropolitanos passam por uma nova etapa de serviços de manutenção programada realizados pela ViaMobilidade.

De acordo com a empresa, as intervenções têm como objetivo aprimorar a infraestrutura e a qualidade do serviço prestado aos clientes.

A atuação dos agentes da concessionária deve ocorrer prioritariamente em períodos de menor movimento.

Confira o cronograma das ações:

LINHA 8-DIAMANTE

No dia 20 de janeiro, entre 23h e meia-noite, os intervalos serão de aproximadamente 18 minutos entre as estações Júlio Prestes e Palmeiras – Barra Funda, e via única entre as estações Domingos de Moraes e Imperatriz Leopoldina.

Nos dias 21 e 22 de janeiro, das 9h40 às 15h30, a linha apresentará intervalos de aproximadamente 8 minutos entre as estações Júlio Preste e Palmeiras – Barra Funda, e 16 minutos entre as estações Palmeiras – Barra Funda e Itapevi.

No dia 22 de janeiro, das 23h à 0h, haverá intervalos de aproximadamente 18 minutos entre as estações Júlio Prestes e Itapevi, e via única entre as estações Domingos de Moraes e Imperatriz Leopoldina.

No dia 24 de janeiro, das 20h à 0h, os intervalos serão de aproximadamente 20 minutos entre as estações Júlio Prestes e Itapevi, e via única entre as estações Lapa-Senac e Imperatriz Leopoldina, e Barueri e Jandira.

No dia 25 de janeiro, os intervalos entre as estações Júlio Prestes e Itapevi serão os mesmos do dia 24, no entanto, não apresentarão via única.

LINHA 9-ESMERALDA

Nos dias 19, 20, 21 e 22 de janeiro, entre 23h e meia-noite, a linha 9-Esmeralda apresentará os intervalos de aproximadamente 15 minutos entre as estações Osasco e Varginha, e via única entre as estações Autódromo e Grajaú (dias 19 e 21); Berrini-Casas Bahia e Granja Julieta (dia 20); Autódromo e Jurubatuba (dia 22).

No dia 24 de janeiro, das 9h às 17h, haverá intervalos de aproximadamente 10 minutos entre as estações Osasco e Grajaú, e 20 minutos entre as estações Grajaú e Varginha, e via única entre as estações Bruno Covas/ Mendes-Vila Natal e Varginha. E das 21h à 0h, com intervalos de aproximadamente 25 minutos entre as estações Osasco e Varginha, e via única entre as estações Socorro e Autódromo.

No dia 25 de janeiro, das 4h às 5h30, os intervalos serão de aproximadamente 25 minutos entre as estações Osasco e Varginha, e via única entre as estações Berrini-Casas Bahia e Socorro, e Autódromo e Pinheiros.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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