Reguladora de lastro, para atuação na via permanente, é um dos nove veículos importados adquiridos pela concessionária
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
A TIC Trens, concessionária responsável pela operação da Linha 7-Rubi, implantação do serviço expresso Trem Intercidades (TIC) e do serviço parador Trem Intermetropolitano (TIM), recebeu a reguladora de lastro, novo veículo auxiliar de manutenção, nesta quarta-feira (21), no Pátio Lapa.
Utilizada para a manutenção da via permanente, a reguladora está entre os nove veículos adquiridos da China. A função da máquina ferroviária é redistribuir e compactar as britas (fragmentos de rochas distribuídas na via férrea). O objetivo é evitar o acúmulo de detritos, garantir a estabilidade e segurança das viagens, prevenindo balanços excessivos dos trens e acidentes, sobretudo em períodos de chuva.
Os veículos de manutenção de via permanente adquiridos pela TIC Trens atuam em conjunto. Por exemplo, a reguladora atua após a socadora, que corrige o alinhamento e o nivelamento da via. Ao espalhar as britas, o veículo auxiliar contribui para garantir o perfil geométrico necessário da via, fazendo o alinhamento e o nivelamento. O resultado é maior estabilidade, segurança operacional e eficiência na operação e manutenção ferroviária.
Desde a assinatura do contrato, a concessionária já recebeu cerca de 50 veículos para apoio à operação e manutenção da linha. Entre eles, estão a esmerilhadora, caminhonetes rodoferroviárias, empilhadeiras rodoviárias, caminhões multifuncionais rodoferroviários, retroescavadeiras rodoferroviárias e pá carregadeira.
Do mercado chinês, os veículos já entregues, além da socadora, foram duas locomotivas e quatro vagões ferroviários (três do tipo hopper e um do tipo prancha com proteção lateral – para o transporte de materiais). Os que ainda chegarão ao Brasil neste ano são uma socadora e um veículo para manutenção da rede aérea. A importação da frota chinesa ocorre a partir de dois portos distintos na China: Taicang e Zhangjiagang.
Técnicos estarão disponíveis para atender o público das 14h às 18h
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
Nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, a Estação da Luz da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) recebe uma ação de saúde para prevenção e tratamento ao HIV e outras ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).
Das 14h às 18h, técnicos estarão disponíveis para realizar testes rápidos de HIV e sífilis por meio de punção digital, distribuir autotestes de HIV com oferta de cabine e profilaxia pós-exposição (PrEP), para pessoas que possam ter sido expostas por meio de relações sexuais.
O objetivo da ação, parceria com a Coordenação do Programa Estadual IST/Aids da Secretaria de Saúde, é oferecer diagnóstico precoce para quem não tem conhecimento de seu status sorológico, além de prevenir a disseminação da doença.
Serviço
Ação de testagem de ISTs Local: estação Luz (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto) Data: quinta-feira (22/01) Horário: das 14h às 18h
Advogada em conversa com o Diário do Transporte orienta melhor forma de tentar benefício junto ao INSS. Cobradores podem pedir também. Oitava Turma do TRF de São Paulo considerou tempo trabalhado desde empresas como Bola Branca, Paratodos e Santo Amaro, na capital paulista
ADAMO BAZANI
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) divulgou nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, que a Oitava Turma do órgão determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que conceda aposentadoria especial a um motorista de ônibus da capital paulista e reconheça a reconheça a especialidade do trabalho de condutor de veículos de transporte coletivo.
Segundo o TRF3, a decisão levou em conta a semelhança entre as atividades de tratorista e motorista de ônibus ou caminhão.
O Tribunal explica que esta equiparação é admitida pela jurisprudência e pelo próprio INSS.
Ainda de acordo com o TRF3, em nota, a aposentadoria especial neste reconhecimento de equiparação pode se estender a cobradores de ônibus e ajudantes de caminhão.
A vibração provocada pelo veículo representa agente nocivo para esses profissionais, segundo o entendimento jurídico.
No caso específico, que pode servir de exemplo em outros processos, a Oitava Turma reconheceu tempo trabalhado desde os anos de 1980 na cidade de São Paulo em empresas urbanas como desde a Bola Branca, Paratodos e Santo Amaro.
A advogada especializada em direito trabalhista e direito empresarial, Liana Variani, disse ao Diário do Transporte, que outas decisões têm dado ganho de causa a profissionais que atuam no transporte coletivo, principalmente de caráter urbano e metropolitano, contra o INSS e o sucesso dos processos reside na fase probatória.
“A perícia judicial, se for o caso, deve, na verdade, confirmar as alegações do trabalhador. Assim, laudos, especificações técnicas dos modelos dos ônibus, das vias percorridas, recolhimentos previdenciários, folhas e registros de ponto de trabalho, tudo é prova. Mas não adianta encher o tribunal de papelada. As provas devem ter um nexo, uma ordem, uma coerência, ou seja, as provas devem falar por elas mesmas, como se fosse um texto, um discurso” – disse.
Segundo Liana Variani, provas testemunhas são essenciais também e os pedidos devem ser bem definidos. Nada de jogar para a galera.
“Deve haver uma harmonia entre provas documentais e testemunhais. Também não adianta jogar para todo o lado. Processar empresas, processar INSS, processar esse ou aquele, como se fosse metralhadora. Todo o pleito precisa ter foco e as causas devem ser o que se acredita ser de direito. Essa coisa de jogar alto para colher baixo, não está pegando mais” – orientou a advogada.
Segundo o TRF-3, na decisão, a desembargadora-relatora federal Louise Filgueiras, destacou justamente o que a advogada Liana Variani orientou: a defesa do motorista de ônibus comprovou que de fato o profissional foi exposto a níveis de vibração acima dos limites reconhecidos pelas leis de previdência.
“Conclui-se ser possível o reconhecimento da atividade especial com fundamento no agente nocivo em questão, desde que comprovada a exposição a níveis de vibração superiores aos previstos na legislação previdenciária”, afirmou a relatora, desembargadora federal Louise Filgueiras, na decisão.
Liana Variani não atuou no caso específico, mas pela experiência que possui, já viu casos de pedidos semelhantes com os mais variados resultados: vitória total, vitória parcial ou derrota dos trabalhadores.
“Atualmente, os modelos de ônibus são mais confortáveis e oferecem melhores condições de trabalho. Por exemplo, os elétricos vibram menos e trazem menos impactos a saúde. Por isso, não basta ser só motorista ou cobrador, é necessário comprovar todas as alegações”
MUDANÇA NA LEI E CONTROVÉRSIAS:
O TRF-3 também citou na nota um ponto considerado importante e que para outros processos, motoristas e cobradores devem estar atentos e que representou uma controvérsia, sendo esclarecida pela Oitava Turma.
Segundo o TRF3, a controvérsia da ação gira em torno das alterações na legislação relativa aos limites máximos da vibração. A 2ª Vara Previdenciária Federal de São Paulo entendeu caracterizada a especialidade em parte do tempo de trabalho do segurado como motorista de ônibus, entre 1986 e 2013.
Isso porque, o motorista trabalhou em diversas empresas, mas o direito foi reconhecido apenas durante o exercício da profissão em ônibus urbanos.
Tanto o INSS quanto o segurado recorreram ao TRF3. A autarquia previdenciária contestou a sentença, afirmando falta de comprovação da especialidade, mas a apelação foi negada.
Já o recurso do segurado foi acolhido para admitir o tempo especial de trabalho até 2014. Isso porque o laudo pericial judicial atestou exposição a vibrações acima do limite vigente até aquele ano, quando a norma foi alterada.
Como a soma dos períodos superou 25 anos, foi preenchido o requisito temporal para a concessão da aposentadoria especial.
O autor pediu concessão de aposentadoria especial, mediante o reconhecimento da especialidade dos períodos de
01/06/1986 a 01/09/1988 (EXPRESSO SÃO JOAQUIM LTDA),
01/04/1989 a 28/06/1989 (VIAÇÃO BOLA BRANCA),
26/11/1993 a 28/04/1995 (CONSTRUDAOTRO CONSTRUÇÕES LTDA, sucessora de FRETRANS-FRETAMENTO E TRANSPORTES),
29/04/1995 a 09/06/1997 (CONTRUDAOTRO CONSTRUÇÕES LTDA, sucessora de FRETRANS-FRETAMENTO E TRANSPORTES),
08/05/1998 a 14/08/2002 (VIAÇÃO SANTO AMARO) e
21/05/2003 a 24/10/2018 (VIAÇÃO PARATODOS LTDA).
CONTATOS DA ADVOGADA:
Liana Variani:
O PROCESSO QUE BASEOU A NOTÍCIA: Apelação Cível 5004766-32.2021.4.03.6183
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Cinco depois de ser afastado da presidência do São Paulo pelo Conselho Deliberativo do clube, Julio Casares renunciou ao cargo nesta quarta-feira (21).
A renúncia foi comunicada pelo próprio dirigente, que publicou uma carta aberta aos torcedores em suas redes sociais (leia completa abaixo).
“Renuncio à presidência para preservar minha saúde e proteger minha família. Ao São Paulo Futebol Clube, amor de infância e da minha vida, jamais renunciarei. Renuncio, sim, ao ambiente de conspirações, distorções, mentiras e disputas de poder que ultrapassaram os limites democráticos e tentaram manchar trajetórias, biografias e a própria história do clube”, escreveu, em trecho da publicação.
Com a ”manobra”, o cartola garante, ao menos, seus direitos políticos, já que em caso de impeachment, não poderia mais exercer qualquer função no Tricolor pelos próximos 10 anos.
Na noite da última sexta-feira, o Conselho Deliberativo do clube aprovou o impeachment do mandatário, que deixou a presidência de maneira imediata, até que nova votação aconteça entre os sócios, e que pode definir de uma vez por todas a sua saída. Dessa forma, o vice Harry Massis Júnior, que está no cargo desde 2021, assumiu o comando.
Casares, de 64 anos, passou a ser alvo de investigações nos últimos tempos, uma delas a respeito de um suposto recebimento de R$ 1,5 milhão em depósitos em dinheiro na sua conta corrente, entre janeiro de 2023 e maio de 2025.
A apuração, obtida por meio de relatórios de análise financeira do Coaf, mostra que o valor corresponde a quase a metade da renda do dirigente no período, enquanto seus salários recebidos do Tricolor representam “apenas” 19,3% de toda a movimentação na conta.
O documento indica que há registros de até 12 depósitos em um único dia, em valores pequenos, de forma fracionada, o que caracteriza uma prática conhecida como “smurfing”, que nada mais é do que uma tentativa de burlar os mecanismos de controle.
Venda ilegal de camarotes
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Substituto de Casares, Harry Massis faz pronunciamento após afastamento: ‘O clube é muito maior que qualquer dirigente’
Novo presidente também disse estar longe do dia a dia do clube há muito tempo
Um esquema de venda ilegal de um camarote no Morumbis, envolvendo dois membros da diretoria, abalou os bastidores do São Paulo no meio de dezembro.
De acordo com gravação divulgada pelo portal Ge, o diretor adjunto da base, Douglas Schwartzmann, e a diretora feminina, cultural e de eventos, Mara Casares – ex-esposa de Julio Casares – venderam ingressos de forma irregular para um camarote cedido por Marcio Carlomagno, atual CEO e provável candidato à presidência na eleição de 2026.
O fato ocorreu em fevereiro de 2025, como mostra um processo que corre na 3ª Vara Cível do Foro Regional IX – Vila Prudente, ao qual a ESPN teve acesso. O show em questão foi o da cantora colombiana Shakira, ocorrido no Morumbis, e o camarote é chamado de “3A“, que fica ao lado do camarote da presidência no estádio.
Além disso, Mara Casares se afastou das atividades e protocolou em cartório um documento que exime o atual mandatário da história da venda ilegal de camarotes, que foi publicada pela ESPN no último dia 15 de dezembro.
Após a divulgação da investigação, o presidente do São Paulo emitiu uma nota à imprensa por meio de seus advogados.
“Os advogados Daniel Bialski e Bruno Borragine, que representam a defesa particular de Júlio Casares, afirmam que todas as movimentações financeiras de Júlio, contidas nos relatórios do COAF, possuem origem lícita e legítima, com lastro compatível com a evolução de sua capacidade financeira.
“Esclareça-se que antes de assumir a presidência do São Paulo Futebol Clube, nosso constituído desempenhou e exerceu funções de alta direção na iniciativa privada, com boa remuneração.
Ademais, a origem e o lastro de tais movimentações serão detalhados e esclarecidos no curso das investigações – com a apresentação de provas, declarações e informações fiscais – justamente para rebater qualquer ilação que se fizer e, ainda mais porque não tiveram acesso à integralidade do inquérito policial”.
Leia a carta aberta de Julio Casares
Carta à comunidade são-paulina
Uma mensagem aos torcedores, conselheiros e sócios
Ao longo da minha trajetória à frente da presidência do São Paulo Futebol Clube, atuei com absoluta seriedade, firmeza, responsabilidade e compromisso com a defesa da instituição, sempre orientado pelo respeito à sua história, à sua grandeza e à sua torcida.
Nos últimos meses, o clube passou a viver um ambiente de intensa instabilidade, marcado por ataques reiterados, narrativas distorcidas e pressões externas que extrapolaram o debate institucional legítimo.
O que se iniciou como versões frágeis e boatos foi sento reiteradamente reproduzido, amplificado e, gradativamente, tratado como verdade, mesmo sem a apresentação de fundamentos consistentes ou provas robustas.
Formou-se, assim, um contexto de grave contaminação no debate, no qual ilações passaram a ocupar o lugar dos fatos e suposições foram apresentadas como certezas, em um processo que, aos poucos, transformou verões construídas em verdades aparentes.
Não afirmo, neste momento, autoria, métodos ou responsabilidades específicas, até porque tais questões devem ser devidamente apuradas pelos órgãos competentes. Contudo, é impossível ignorar que houve articulações de bastidores, distorções deliberadas e uma trama política ardilosa, marcada por interesses, traições institucionais e expedientes incompatíveis com a história e os valores do São Paulo Futebol Clube – fatos que o tempo e a história haverão de registrar.
Esse cenário afetou profundamente a governança do clube e, de forma absolutamente inaceitável, ultrapassou os limites da esfera institucional, alcançando minha família e minha vida pessoal.
Não renunciei anteriormente porque entendi ser meu dever exercer, até o fim, o direito à ampla defesa e ao contraditório.
Enfrentei esse processo de maneira direta, presencial e com dignidade, mesmo diante de um ambiente já contaminado por narrativas previamente construídas.
Na prática, a manifestação realizada na tribuna foi o único espaço efetivo que me foi concedido para apresentar minha defesa, em um rito sumário que, ao meu juízo, restringiu a necessária produção de provas e o pleno esclarecimento dos fatos.
A decisão tomada por este Conselho encerra um processo de natureza política.
Respeito essa decisão, ainda que dela discorde, e reafirmo, com absoluta convicção, que jamais pratiquei qualquer irregularidade.
Minha renúncia não representa confissão, reconhecimento de culpa ou validação das acusações que me foram dirigidas.
Diante da continuidade desse ambiente, da necessidade de preservar minha saída e, sobretudo, de proteger minha família de ataques e ameaças gravíssimas, bem como para evitar que essa disputa política continua a prejudicar o time de futebol e o ambiente esportivo do clube, apresento minha renúncia ao cargo de presidente, com efeito a partir desta data, antecipando, inclusive, o exercício do direito estatutário de aguardar a Assembleia Geral.
Faço questão de registrar que deixo um clube esportivamente estruturado, com um time competitivo, que voltou a disputar decisões, chegou a finais e conquistou títulos de grande relevância. Destaco, de forma especial, a conquista da Copa do Brasil 2023, título inédito e histórico, que simboliza o trabalho sério, responsável e comprometido desenvolvido ao longo da gestão.
Esse desempenho é fruto do esforço conjunto de atletas, comissão técnica e profissionais do clube, aos quais manifesto meu respeito e confiança.
Tenho absoluta convicção de que seguirão honrando essa camisa e lutando por títulos, com o apoio da torcida e da instituição. Meu afastamento também tem como objetivo permitir que eventuais apurações ocorram de forma ampla, técnica e isenta, sem qualquer alegações ou interferências, para que a verdade possa ser plenamente buscada e alcançada.
Reitero, por fim, minha certeza de que o São Paulo Futebol Clube é maior do que qualquer cargo, circunstância ou narrativa construída.
Renuncio à presidência para preservar minha saúde e proteger minha família. Ao São Paulo Futebol Clube, amor de infância e da minha vida, jamais renunciarei. Renuncio, sim, ao ambiente de conspirações, distorções, mentiras e disputas de poder que ultrapassaram os limites democráticos e tentaram manchar trajetórias, biografias e a própria história do clube.
Despeço-me com respeito, gratidão e amor permanente por essa instituição, que sempre honrarei.
Advogada em conversa com o Diário do Transporte orienta melhor forma de tentar benefício junto ao INSS. Cobradores podem pedir também. Oitava Turma do TRF de São Paulo considerou tempo trabalhado desde empresas como Bola Branca, Paratodos e Santo Amaro, na capital paulista
ADAMO BAZANI
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) divulgou nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, que a Oitava Turma do órgão determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que conceda aposentadoria especial a um motorista de ônibus da capital paulista e reconheça a reconheça a especialidade do trabalho de condutor de veículos de transporte coletivo.
Segundo o TRF3, a decisão levou em conta a semelhança entre as atividades de tratorista e motorista de ônibus ou caminhão.
O Tribunal explica que esta equiparação é admitida pela jurisprudência e pelo próprio INSS.
Ainda de acordo com o TRF3, em nota, a aposentadoria especial neste reconhecimento de equiparação pode se estender a cobradores de ônibus e ajudantes de caminhão.
A vibração provocada pelo veículo representa agente nocivo para esses profissionais, segundo o entendimento jurídico.
No caso específico, que pode servir de exemplo em outros processos, a Oitava Turma reconheceu tempo trabalhado desde os anos de 1980 na cidade de São Paulo em empresas urbanas como desde a Bola Branca, Paratodos e Santo Amaro.
A advogada especializada em direito trabalhista e direito empresarial, Liana Variani, disse ao Diário do Transporte, que outas decisões têm dado ganho de causa a profissionais que atuam no transporte coletivo, principalmente de caráter urbano e metropolitano, contra o INSS e o sucesso dos processos reside na fase probatória.
“A perícia judicial, se for o caso, deve, na verdade, confirmar as alegações do trabalhador. Assim, laudos, especificações técnicas dos modelos dos ônibus, das vias percorridas, recolhimentos previdenciários, folhas e registros de ponto de trabalho, tudo é prova. Mas não adianta encher o tribunal de papelada. As provas devem ter um nexo, uma ordem, uma coerência, ou seja, as provas devem falar por elas mesmas, como se fosse um texto, um discurso” – disse.
Segundo Liana Variani, provas testemunhas são essenciais também e os pedidos devem ser bem definidos. Nada de jogar para a galera.
“Deve haver uma harmonia entre provas documentais e testemunhais. Também não adianta jogar para todo o lado. Processar empresas, processar INSS, processar esse ou aquele, como se fosse metralhadora. Todo o pleito precisa ter foco e as causas devem ser o que se acredita ser de direito. Essa coisa de jogar alto para colher baixo, não está pegando mais” – orientou a advogada.
Segundo o TRF-3, na decisão, a desembargadora-relatora federal Louise Filgueiras, destacou justamente o que a advogada Liana Variani orientou: a defesa do motorista de ônibus comprovou que de fato o profissional foi exposto a níveis de vibração acima dos limites reconhecidos pelas leis de previdência.
“Conclui-se ser possível o reconhecimento da atividade especial com fundamento no agente nocivo em questão, desde que comprovada a exposição a níveis de vibração superiores aos previstos na legislação previdenciária”, afirmou a relatora, desembargadora federal Louise Filgueiras, na decisão.
Liana Variani não atuou no caso específico, mas pela experiência que possui, já viu casos de pedidos semelhantes com os mais variados resultados: vitória total, vitória parcial ou derrota dos trabalhadores.
“Atualmente, os modelos de ônibus são mais confortáveis e oferecem melhores condições de trabalho. Por exemplo, os elétricos vibram menos e trazem menos impactos a saúde. Por isso, não basta ser só motorista ou cobrador, é necessário comprovar todas as alegações”
MUDANÇA NA LEI E CONTROVÉRSIAS:
O TRF-3 também citou na nota um ponto considerado importante e que para outros processos, motoristas e cobradores devem estar atentos e que representou uma controvérsia, sendo esclarecida pela Oitava Turma.
Segundo o TRF3, a controvérsia da ação gira em torno das alterações na legislação relativa aos limites máximos da vibração. A 2ª Vara Previdenciária Federal de São Paulo entendeu caracterizada a especialidade em parte do tempo de trabalho do segurado como motorista de ônibus, entre 1986 e 2013.
Isso porque, o motorista trabalhou em diversas empresas, mas o direito foi reconhecido apenas durante o exercício da profissão em ônibus urbanos.
Tanto o INSS quanto o segurado recorreram ao TRF3. A autarquia previdenciária contestou a sentença, afirmando falta de comprovação da especialidade, mas a apelação foi negada.
Já o recurso do segurado foi acolhido para admitir o tempo especial de trabalho até 2014. Isso porque o laudo pericial judicial atestou exposição a vibrações acima do limite vigente até aquele ano, quando a norma foi alterada.
Como a soma dos períodos superou 25 anos, foi preenchido o requisito temporal para a concessão da aposentadoria especial.
O autor pediu concessão de aposentadoria especial, mediante o reconhecimento da especialidade dos períodos de
01/06/1986 a 01/09/1988 (EXPRESSO SÃO JOAQUIM LTDA),
01/04/1989 a 28/06/1989 (VIAÇÃO BOLA BRANCA),
26/11/1993 a 28/04/1995 (CONSTRUDAOTRO CONSTRUÇÕES LTDA, sucessora de FRETRANS-FRETAMENTO E TRANSPORTES),
29/04/1995 a 09/06/1997 (CONTRUDAOTRO CONSTRUÇÕES LTDA, sucessora de FRETRANS-FRETAMENTO E TRANSPORTES),
08/05/1998 a 14/08/2002 (VIAÇÃO SANTO AMARO) e
21/05/2003 a 24/10/2018 (VIAÇÃO PARATODOS LTDA).
CONTATOS DA ADVOGADA:
Liana Variani:
O PROCESSO QUE BASEOU A NOTÍCIA: Apelação Cível 5004766-32.2021.4.03.6183
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Empresa que atua em seis estados compra 21 novos veículos, entre chassis BUS 17-280 e Daily Minibus 50-180, para operações regulares de transporte
YURI SENA
A Rodam Transportes, empresa especializada em operações de fretamento e com atuação em seis estados brasileiros, renovou parte de sua frota com a aquisição de 21 veículos da IVECO BUS. Foram compradas 17 unidades do chassi BUS 17-280 e quatro unidades do Daily Minibus 50-180, que passarão a atender rotas regulares de transporte corporativo.
Com sede em Bagé, no Rio Grande do Sul, a Rodam também opera nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Bahia. A empresa presta serviços, principalmente, para companhias do setor alimentício e outros segmentos industriais que demandam transporte contínuo de funcionários.
De acordo com a transportadora, a renovação da frota busca atender às necessidades operacionais do fretamento, que exige alta disponibilidade dos veículos, facilidade de manutenção e conforto para os passageiros. A escolha dos novos modelos levou em consideração aspectos como desempenho, consumo de combustível e adequação a diferentes perfis de operação.
Os veículos adquiridos são produzidos no complexo industrial de Sete Lagoas (MG). O Daily Minibus 50-180 tem capacidade para até 20 passageiros, além do motorista, e utiliza motor FPT F1C de 180 cavalos de potência. O modelo é construído sobre chassi, com tração traseira, característica comum em aplicações que demandam maior robustez no transporte coletivo.
Já o chassi BUS 17-280 pode ser configurado para até 59 passageiros e é equipado com motor FPT N67, de seis cilindros e 280 cavalos. O modelo permite diferentes configurações de suspensão, incluindo opções metálica e pneumática, além de recursos voltados à acessibilidade, como o sistema de rebaixamento da carroceria (kneeling).
Novo esquema entra em operação em 29 de janeiro de 2026 e permissão ou proibição dependem dos horários das travessias e das viagens
ADAMO BAZANI
Após reunião nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026, a Comissão Mista Brasileiro-Paraguaia definiu novas regras de circulação de ônibus de fretamento eventual, incluindo os de turismo e de “sacoleiros” entre os dois países.
O novo esquema entra em operação em 29 de janeiro de 2026 e a permissão ou a proibição dependem dos horários das travessias e das viagens cujo destino final não seja Foz do Iguaçu, Ciudad del Este ou Presidente Franco:
Ponte da Amizade: das 07h às 19h
Entre Foz do Iguaçu, no Brasil; e Ciudad del Este, no Paraguai; e vice-e-versa
Ponte da Integração: das 19h às 07h
Entre Foz do Iguaçu, no Brasil; e Presidente Franco; no Paraguai, e vice-e-versa
No dia 12 de março de 2026, governos do Brasil e do Paraguai voltam a se reunir para fazer um balanço das operações e verificar se as regras vão ser mantidas.
As restrições a caminhões não mudam.
Estes veículos sem carga (em lastro) devem passar exclusivamente pela Ponte da Integração, todos os dias das 22h às 5h, entre Brasil e Paraguai.
Como mostrou o Diário do Transporte, entraria em vigor no dia 19 de janeiro de 2026, a proibição dos ônibus de fretamento eventual pela Ponte da Amizade.
Entretanto, a medida causou reações negativas e a Comissão voltou atrás.
Relembre:
A proposta inicial era obrigar os ônibus fretados a trafegar pela Ponte da Integração e somente das 19h às 07h.
A Ponte da Amizade recebe por dia cerca cem mil pessoas e 45 mil veículos. No dia 22 de dezembro de 2025, temporada de compras de Natal em Ciudad del Este, 2.957 ônibus saíram do Brasil em direção ao Paraguai, de acordo com a Receita Federal.
A mudança estava prevista na segunda fase da abertura progressiva da Ponte da Integração, que passa sobre o rio Paraná, e faz a ligação entre Presidente Franco, no Paraguai, e Foz do Iguaçu, no lado brasileiro da fronteira. A Ponte da Integração foi inaugurada em 19 de dezembro de 2025, e tem uma estrutura estaiada de 760 metros de extensão, com um vão-livre de 470 metros. A obra, que contou com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), teve investimento de R$ 1,9 bilhão dos dois países, incluindo R$ 712 milhões financiados pela Itaipu Binacional. A Ponte da Integração chegou a ser inaugurada em dezembro de 2022, mas ficou três anos sem movimentação devido a entraves operacionais.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Luisa Stefani começou muito bem sua caminhada no Austrália Open 2026. Ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, a número 1 do Brasil e 13ª do mundo venceu as norte‑americanas McCartney Kessler e Jessica Pegula por 6/4 e 7/6 (7-3), em 1h45, em Melbourne.
Com o triunfo, a dupla — cabeça de chave 5 — avançou à segunda rodada e enfrentará a colombiana Emiliana Arango e a francesa Elsa Jaquemot.
A brasileira destacou a força da parceria e a exigência da estreia diante de adversárias com grande experiência no circuito.
“Ótima estreia com a Gabi. Foi uma primeira rodada duríssima contra duas ótimas jogadoras de simples, e a Jessica com muita experiência também nas duplas. Elas não entregam nada, então tivemos que merecer cada ponto, jogando com intenção e trazendo o jogo para o estilo que funciona melhor para nós”, afirmou Stefani.
Luisa também comemorou a consistência nos momentos decisivos, especialmente após perder dois match points no segundo set.
“Mesmo com algumas oscilações, fizemos um jogo sólido. Fechamos o primeiro set no meu saque e, mesmo depois de deixar escapar os match points no 5 a 4, mantivemos a cabeça no lugar. Jogamos um grande tie-break, bem firmes. Fico super feliz com a vitória”, disse.
Ainda sem data definida para a próxima partida nas duplas femininas, Stefani também conheceu seus adversários na chave de duplas mistas. Ao lado do salvadorenho Marcelo Arévalo, com quem forma a dupla cabeça de chave 2, ela enfrentará os australianos Taylah Preston e Cruz Hewitt.
Mercedes-Benz do Brasil e Be8, produtora de biodiesel, apresentaram resultados da caravana que percorreu mais de 4 mil quilômetros por estradas brasileiras a fim de avaliar as vantagens do uso do biocombustível 100% em motores Euro 6
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
A fabricante de caminhões e chassis de ônibus Mercedes-Benz do Brasil e a Be8, produtora de biodiesel, apresentaram ontem, 20 de janeiro, na Brazil House – espaço exclusivo na principal rua da cidade suíça de Davos -, durante o Fórum Econômico Mundial, os expressivos resultados obtidos durante a caravana “Rota Sustentável COP30”. Esta iniciativa conjunta percorreu, no final do ano passado, mais de 4 mil quilômetros por estradas brasileiras a fim de avaliar as vantagens do uso do biocombustível 100% em motores Euro 6 de caminhões e ônibus.
O Fórum Econômico Mundial recebe, anualmente, cerca de 2.500 pessoas, entre chefes de estado, autoridades das principais economias do mundo, CEOs, especialistas e outras lideranças da sociedade civil. A “Rota Sustentável COP30” foi tema de um painel realizado na Brazil House, organizada pelo BTG Pactual em parceria com a Be8, Vale, Gerdau e Randoncorp. Trata-se de um ponto de encontro estratégico para líderes empresariais e autoridades públicas com o objetivo de fortalecer a visibilidade do Brasil no cenário de negócios global.
Luiz Carlos Moraes, diretor de Comunicação e Relações Institucionais da Mercedes-Benz do Brasil, e Erasmo Carlos Battistella, presidente da Be8, apresentaram os resultados da “Rota Sustentável COP30”, que registrou redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa nos testes com biocombustível 100% em motores Mercedes-Benz Euro 6 de caminhões e ônibus.
Segundo cálculos obtidos na caravana, essa redução foi alcançada dentro do conceito do “tanque à roda”, com resultado auditado pelo Instituto Mauá de Tecnologia sem contabilizar as emissões biogênicas de acordo com o protocolo GHG. Isso acontece porque o biocombustível utilizado, produzido a partir de fontes renováveis como o óleo de soja, já absorveu CO2e da atmosfera durante o seu cultivo. Ou seja, o que foi emitido pelo veículo ao rodar foi praticamente compensado pelo que a planta retirou do ar antes de virar combustível.
Examinando o ciclo completo do “poço à roda”, que considera da produção do biocombustível até seu uso, os dados apontaram uma redução de 63,5% nas emissões de CO2 equivalente.
“É importante ressaltar que o porcentual de redução de 63,5% nas emissões de CO2e só não é maior porque o Brasil já utiliza B15 como combustível comercial”, afirma Luiz Carlos Moraes. “Isso significa que o veículo abastecido com Be8 BeVant® deixará de emitir 580 toneladas de CO2e se rodar os 700 mil quilômetros, conforme previsto na norma Proconve P8 (Euro 6)”.
A caravana percorreu mais de 4 mil quilômetros por estradas brasileiras, partindo de Passo Fundo (RS), em outubro de 2025 e chegando em Belém (PA), em novembro, durante a COP30, maior evento global e o fórum mais importante para discussão e negociações sobre mudanças climáticas. O objetivo desta ação da Mercedes-Benz do Brasil e da Be8, em caráter experimental, foi comparar os níveis de emissões de gases de efeito estufa dos motores Euro 6 com tecnologia BlueTec 6 da Mercedes-Benz de dois caminhões Actros Evolution 2553 6×2 e dois ônibus O 500 RSDD 8×2 abastecidos com o diesel comercial B15 e com o biocombustível Be8 BeVant®.
“Essa avaliação é muito significativa para a Mercedes-Benz e para a Be8 porque promoveu análises em operação real com caminhões e ônibus lastreados percorrendo estradas brasileiras, utilizando um biocombustível alternativo que é uma solução de curto prazo para a descarbonização do nosso setor de transporte de cargas de passageiros”, ressalta Luiz Carlos Moraes. “Um projeto arrojado, que uniu duas empresas que têm envolvimento e um compromisso sólido com a descarbonização do transporte”.
“O objetivo de demonstrar o Be8 BeVant® como solução de descarbonização para o agora foi plenamente atingido, levando reconhecimento e respeito por cada estrada e cada posto que passamos”, destaca Erasmo Carlos Battistella. “Os resultados são muito importantes: o desempenho foi semelhante em consumo e potência, com a diferença de que as emissões do Be8 BeVant® são menores. Isso confirma que o novo biocombustível representa uma solução imediata e acessível para as transportadoras de cargas e de pessoas no Brasil”.
Instituto Mauá de Tecnologia realizou as medições de CO2e
Durante os testes da “Rota Sustentável COP30”, as medições e comparações de emissões entre o Be8 BeVant® e o diesel B15 dos quatro veículos ficaram a cargo do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), do Estado de São Paulo, entidade que é referência nacional de ensino e pesquisa científica e tecnológica.
Os cálculos comparativos de emissões de CO2e foram suportados por parâmetros técnicos robustos, transparentes e auditáveis, que mensuraram os impactos ambientais da substituição do diesel B15 pelo Be8 BeVant®, alinhado às melhores práticas internacionais de análise de ciclo de vida e inventários corporativos de emissões.
A proposta metodológica seguiu padrões reconhecidos (Protocol GHG, ISO 14064) e utilizou dados certificados por programas como o RenovaBio e o ISCC, o que garantiu rastreabilidade e comparabilidade dos resultados. O RenovaBio é a política nacional brasileira para biocombustíveis, enquanto o ISCC (International Sustainability and Carbon Certification) é uma certificação global voluntária de sustentabilidade para biomassa e bioenergia. Ambos buscam promover a produção e o uso de combustíveis mais sustentáveis.
Sobre os caminhões Actros e ônibus O 500 RSDD da caravana
Dois caminhões extrapesados Actros Evolution 2553 6×2 com motor BlueTec 6 OM 471 de 550 cavalos, o mais potente da marca no Brasil, equipados com kit robustez, foram utilizados para comparação de emissões de CO2e (CO2 equivalente). Um deles abastecido com biocombustível Be8 BeVant®e o outro com o diesel B15 comercial.
O mesmo comparativo foi efetuado com dois ônibus rodoviários O 500 RSDD 8×2 com motor BlueTec 6 OM 460 de 380 cavalos, também com Be8 BeVant®e diesel B15 comercial.
Sobre o Be8 BeVant®
O Be8 BeVant é um biocombustível renovável que oferece diferenciais expressivos em relação a outros disponíveis no mercado, podendo ser usado 100% puro em motores diesel. Ele reduz as emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE) e traz outras vantagens, como baixo índice de acidez, livre de contaminantes; alto conteúdo de éster, melhorando a combustão; e maior lubricidade, dispensando o uso de aditivos químicos.
O Be8 BeVant® tem potencial de reduzir até 99% das emissões do tanque à roda quando comparado ao diesel de origem fóssil. Com maior teor de éster, ele reduz até 50% as emissões de CO (monóxido de carbono), até 85% a emissão de materiais particulados e em até 90% de fumaça preta. A qualidade é comprovada com maior lubricidade considerando ULSD (Ultra Low Sulfur Diesel) máximo de 2 ppm, o teor de monoglicerídio é abaixo de 0,25%, a contaminação total residual fica abaixo de 2 ppm e apresenta 35% menos teor de água.
É indicado para atender as demandas dos setores de logística, de transportes coletivos e de cargas nos modais rodoviário, hidroviário, marítimo e ferroviário, assim como equipamentos para a produção de minérios.
Brazil House posiciona o País no centro de discussões globais
Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil teve um espaço exclusivo na Promenade, principal rua da cidade de Davos, durante o encontro anual do Fórum Econômico Mundial.
Criada para ser um espaço de inovação e colaboração, a Brazil House promove uma série de painéis, encontros bilaterais e eventos que destacam o potencial do Brasil de liderar discussões em agendas como energia, infraestrutura, sustentabilidade, tecnologia e economia, posicionando o país como um destino de negócios atrativo e competitivo.
As casas que representam países já são uma tradição em Davos, durante a realização do Fórum Econômico Mundial, e é a segunda vez, após sua estreia no ano passado, que o Brasil teve um espaço para sediar discussões pertinentes ao País.
A programação é exclusiva para os parceiros e convidados e acontece de 19 a 22 de janeiro. Nesta edição, o evento tem como mote “Um Espírito de Diálogo”, com discussões centradas em cinco grandes desafios globais: cooperação em um mundo em disputa, liberação de novas fontes de crescimento, investimento em pessoas, uso responsável da inovação e construção de prosperidade dentro dos limites planetários.