Linhas de ônibus têm operação prejudicada nas zonas Sul e Leste;Transbordamento do Córrego Mooca coloca Vila Prudente em estado de alerta
YURI SENA
A Defesa Civil emitiu alerta extremo para a cidade de São Paulo na tarde deste sábado, 17 de janeiro de 2026, devido às fortes chuvas que atingem a capital.
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informaram que, em razão das chuvas registradas, a operação de linhas de ônibus está prejudicada em diversos pontos da capital, especialmente nas zonas Sul e Leste.
Na zona Sul, os impactos ocorrem na Rua Elias Antônio Zogbi com a Avenida Vítor Manzini, na Estação de Transferência Vítor Manzini e na Avenida Santo Amaro com a Avenida Roque Petroni.
Já na zona Leste, há interferências na circulação de veículos e ônibus na Avenida Vila Ema, na Avenida Paes de Barros com a Avenida Professor Luís Inácio de Anhaia Melo, além das ruas Ibitirama e Jean de la Huerta.
Segundo os órgãos, as equipes seguem monitorando a situação e orientam os passageiros a acompanharem as atualizações pelos canais oficiais, uma vez que novos pontos de alagamento podem comprometer a operação ao longo da noite.
Às 18h08, foi decretado estado de alerta na Subprefeitura da Vila Prudente, após o transbordamento do Córrego Mooca, na Avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, no cruzamento com a Avenida Salim Farah Maluf.
De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), a capital entrou em estado de atenção para alagamentos em função da atuação de áreas de instabilidade associadas ao calor e à elevada umidade do ar, condições que favorecem a ocorrência de chuvas intensas em curto período de tempo.
As precipitações ocorrem em forma de pancadas isoladas, com intensidade moderada a forte, atingindo principalmente os bairros de São Miguel Paulista e Itaim Paulista, no extremo da zona leste. Também há registro de chuva forte entre Suzano e Mogi das Cruzes, na região do Alto Tietê.
A previsão indica que o tempo deve seguir instável nas próximas horas, com possibilidade de que outras áreas da capital e da Região Metropolitana sejam atingidas por chuva forte. A Defesa Civil orienta que a população evite áreas alagadas, não enfrente enxurradas e acompanhe os alertas emitidos pelos canais oficiais.
Tarifa básica tem correção pela inflação e passa a ser de R$ 6,95
ADAMO BAZANI E YURI SENA
Estacionar no sistema rotativo (Zona Azul) da cidade de São Paulo fica mais caro a partir de terça-feira, 20 de janeiro de 2026.
Segundo a prefeitura, por meio de nota, será aplicada a inflação anual do IPCA (4,26%), o que eleva a tarifa básica de R$ 6,67 para R$ 6,95.
O sistema funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h. Aos domingos e feriados, o estacionamento é livre, com exceção das áreas especiais, onde podem valer regras específicas.
A utilização das vagas é feita exclusivamente por meio do Cartão Azul Digital (CAD), que deve ser adquirido por aplicativos credenciados, como Zul+ e Estapar. O pagamento pode ser realizado via Pix ou incluído na fatura do aplicativo.
O tempo de permanência varia conforme a vaga, geralmente entre uma e duas horas, sendo obrigatório o respeito à sinalização local. O uso correto do CAD é exigido em todas as áreas demarcadas da Zona Azul, e o descumprimento das regras pode resultar em autuação.
Ainda de acordo com a administração municipal, o reajuste é previsto no contrato de concessão do sistema.
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (SEMTRA), informa que, a partir de 20 de janeiro, o valor da tarifa básica da Zona Azul passará a ser de R$ 6,95, conforme a Portaria SMT.SEMTRA Nº 003, publicada no Diário Oficial da Cidade desta quarta-feira (14). A atualização da tarifa ocorre conforme previsto no contrato de concessão do estacionamento rotativo da cidade, pela inflação anual, calculada através do IPCA (4,26%).
Infraestrutura de distribuição não é certa, mesmo com redes perto de garagens, e há poucos fornecedores de veículos, entre outros gargalos
ADAMO BAZANI
A aplicação do biometano no transporte coletivo de passageiros, bem como do GNV (Gás Natural Veicular), pode ser uma solução “de transição”, que corre o risco de ser tão demorada quanto a eletrificação dos ônibus no Brasil ou até mais, e enfrentar os mesmos problemas básicos: incertezas quanto a infraestrutura, capacidade de produção da fonte energética para dar conta do abastecimento de grandes frotas, pressões sobre os preços quando a demanda aumentar e poucas opões de modelos de ônibus no mercado brasileiro.
O Diário do Transporte noticiou, em primeira-mão nesta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, que o Governo de Goiás publicou aditivo contratual com as empresas de ônibus para a implantação de 501 coletivos movidos a biometano (combustível obtido na decomposição de resíduos, conhecido como “gás de lixo”) e GNV (Gás Natural Veicular). Serão modelos de diversos portes, todos com ar-condicionado, desde padrons (dois eixos entre 12,1 m e 13,2 m e três eixos de 15 m) até articulados de 19,2 metros. De acordo com a publicação oficial, o cronograma de entregas vai até 31 de dezembro de 2027, com fornecimento gradativo dos veículos.
Relembre:
O governo goiano garante que a medida foi tomada depois de planejamento e estudos sobre a produção e distribuição do combustível. Além disso, a gestão diz que acredita que o melhor caminho é uma variedade de opções, considerando, além do GNV-biometano, a continuidade da eletrificação dos ônibus e a renovação com modelos a diesel da atual tecnologia Euro 6, que poluem 75% menos, em média, em relação a geração anterior com base nos padrões internacionais Euro 5.
Ocorre que, no afã de darem respostas midiáticas para fazer jus aos apelos de redução da poluição nas cidades, muitos gestores públicos já anunciam planos de “biometização” e “gaseificação” das frotas de transportes coletivos, da mesma forma que outros anunciaram “eletrificação”, mas quase sem nenhuma base técnica quanto aos prós e contras para suas realidades locais.
Do ponto de vista ambiental, o biometano pode trazer resultados positivos, realmente. A redução das emissões é capaz de chegar a 95% e o “problema” do lixo, com o aproveitamento de resíduos, poderia ter um caminho de solução. Além disso, o biometano pode sim gerar empregos no Brasil, inclusive, para pessoas de menor qualificação profissional.
Entretanto, grandes investimentos em biometano nos transportes coletivos de uma só vez, sem considerar as diversas limitações ainda existentes, pode significar o mesmo erro que algumas cidades que decidiram apostar somente nos elétricos.
Em alguns sistemas, hoje, as condições para os elétricos, por mais que os discursos contrários tentam convencer para uma outra visão, são até mais favoráveis que em relação a qualquer outra tecnologia. As infraestruturas estão se adequando, há cada vez mais modelos de ônibus no mercado brasileiro e a geração de energia é limpa.
Quanto a infraestrutura, por exemplo, não basta passar uma rede de distribuição de gás perto das garagens. Seria a mesma lógica que dizer que todos os ônibus poderiam ser elétricos porque têm postes e fiação perto das sedes das empresas.
Como seria a ligação destas redes e tubulações para as sedes das viações? A vazão destas redes daria conta para atender frotas de 50, 100, 300, 500 e até mil ônibus por pátio?
Quem pagarias as adaptações das obras físicas necessárias?
Seria necessário ter o apoio de distribuição por carretas com cilindros? E qual o impacto ambiental e a interferência no trânsito gerados por uma frota de carretas entrando nos bairros onde estão as garagens nas cidades?
Além disso, da mesma forma que o Brasil demorou a ter uma diversidade de fornecedores de modelos de ônibus elétricos (apenas uma marca, a Eletra, de São Bernardo do Campo-SP, oferecia opções – e ainda poucas na época – há 30 anos), também pode ocorrer com os modelos biometano-GNV.
Apenas duas marcas instaladas no Brasil de fato estão oferecendo a solução no Brasil: a Scania, com modelos de maior porte, e a Marcopolo, como micro-ônibus Volare.
Tirando isso, de “concreto”, mais nada.
A empresa Sambaíba, que opera na zona Norte de São Paulo, está investindo num projeto de conversão de modelos a diesel em biometano-GNV, mas, por enquanto, é um projeto-piloto.
Não se trata de desestimular os projetos de biometano e GNV ou preferir uma tecnologia em detrimento da outra.
Todas podem, e devem, ter suas aplicações.
No entanto, os entusiasmos ou mesmo interesses nem sempre técnicos não podem privilegiar uma tecnologia em detrimento da outra.
O caminho mais lúcido, não só por enquanto ou como transição, mas como política energética e industrial para o transporte coletivo, não é só depender de uma tecnologia, ficando refém de marcas, preços, custos e limitações tecnológicas.
O Brasil é diverso, é grande, uma mesma cidade tem diferentes características, com corredores estruturados que podem receber modelos elétricos, linhas de alimentação que podem ter coletivos biometano-GNV e biodiesel, e por que não, a geração menos poluente de ônibus a diesel renovando as frotas?
Muitas vezes, soluções corretas são prejudicadas por decisões erradas, seja no tempo, na priorização e no enfoque.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Na Linha 11-Coral, durante toda a operação comercial, os trens chegam e partem exclusivamente pela plataforma 1 nas estações José Bonifácio e Dom Bosco
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
Neste domingo, 18 de janeiro de 2026, as linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem mudanças nas operações durante uma nova etapa de obras de manutenção ao longo da via férrea.
No domingo (18), nas Linhas 10-Turquesa e 11-Coral, das 4h às 6h e das 21h até o fim da operação comercial, os passageiros que seguem viagem até a Estação Palmeiras-Barra Funda devem realizar uma parada obrigatória na Estação Brás. Na Linha 10-Turquesa, das 8h às 17h, os trens circulam somente até a Estação da Luz. A alteração é necessária para a execução de obras de infraestrutura. Para seguir viagem até a Estação Palmeiras-Barra Funda, os passageiros podem utilizar como alternativa a Linha 11-Coral.
Ainda na Linha 10-Turquesa, entre 9h e 19h, os trens no sentido Palmeiras-Barra Funda não prestam serviço na Estação Utinga. As ações são necessárias para a substituição de dormentes, execução de soldas e outras obras de manutenção. Os passageiros que desejarem desembarcar nesta estação devem seguir até a estação São Caetano e retornar no sentido Rio Grande da Serra.
Na Linha 11-Coral, durante toda a operação comercial, os trens chegam e partem exclusivamente pela plataforma 1 nas estações José Bonifácio e Dom Bosco. A estratégia também é necessária para a realização de obras de infraestrutura. E das 4h às 6h e das 21h até o fim da operação comercial, o embarque e o desembarque na Estação da Luz serão na plataforma 4.
Já na Linha 12-Safira, durante toda a operação comercial, os trens circulam pela plataforma 1 nas estações Jardim Romano e Itaim Paulista. Além disso, das 8h até o fim da operação, a circulação na Estação Tatuapé ocorre pela plataforma 4. As intervenções envolvem a substituição de cabos e outros serviços de manutenção.
O Expresso Aeroporto opera com intervalo de uma hora nos dois sentidos e funciona exclusivamente das 7h às 20h do domingo.
O Arsenal não saiu do empate por 0 a 0 com o Nottingham Forest, neste sábado (17), no City Ground, em duelo pela 22ª rodada da Premier League.
Os Gunners foram superiores durante os 90 minutos, mas não conseguiram destravar o placar na casa do adversário.
O zagueiro brasileiro Murilo, do Forest, foi em grande parte responsável por manter o placar zerado, tendo uma atuação de gala em Nottingham.
Seu melhor lance aconteceu no primeiro tempo, quando ele se recuperou de forma incrível na corrida e desarmou Gyökeres quando o artilheiro estava na cara do gol.
Destaque também para o bom goleiro Sels, que fez três defesas importantes e segurou o 0 a 0 até o apito final.
Com o resultado, o Arsenal desperdiça chance de deixar o Manchester City “comendo poeira” na tabela, depois que o time de Pep Guardiola perdeu para o rival Manchester United neste sábado.
A equipe de Mikel Arteta foi aos 50 pontos e tem agora sete de dianteira para os Citizens.
Já o Forest vai a 22 pontos, mas continua em situação complicada: o clube está na 17ª colocação, logo acima da zona do rebaixamento.
Data inicial será em 03 de março de 2026. Há também peças, carros e maquinários
ADAMO BAZANI
Colaborou Yuri Sena
Foi marcada uma nova tentativa de leilão de bens no âmbito da falência do Grupo TTT, que engloba empresas como Rápido Marajó e Transbrasiliana.
No caso de imóveis, a primeira praça será em 03 de março de 2026 e a segunda data, em 10 de março.
São garagens, terrenos, pátios e escritórios, especialmente sediados no Centro Oeste e, avaliados em mais de R$ 59 milhões (R$ 59.347.860,67).
A primeira praça, que é a primeira data para os lances, é no dia 10 de março de 2026. Já a segunda praça, com desconto de 50% nos lances mínimos sobre os bens não arrematados na primeira oportunidade, foi marcada para 17 de março de 2026.
São bens como ônibus usados, carros, peças e maquinários com avaliação inicial de quase R$ 6 milhões.
O Diário do Transporte já havia mostrado que em abril de 2025, houve uma tentativa de leilão, mas depois foi feita contestação que suspendeu o procedimento.
Relembre:
A maior parte dos bens, 87 no total, está em Goiânia.
Há bens de maior valor, como um ônibus Volvo Irizar 16 PB R, ano/modelo 2013/2013, avaliado em R$ 379.016,00, e itens que não passam de R$ 500.
O leilão é online pelo site da empresa especializada Hasta Pública.
HISTÓRICO:
Como mostrou o Diário do Transporte, o Grupo TTT, que tem uma dívida maior que R$ 460 milhões, teve falência decretada em dezembro de 2024. O pedido de falência foi feito pela União.
Relembre:
O Grupo TTT, composto pelas empresas Transbrasiliana Transportes e Turismo Ltda, Rápido Marajó Ltda, Transbrasiliana Especiais e Fretamentos Ltda, Transbrasiliana Hotéis Ltda, Transportes Coletivos de Anápolis Ltda, Nasson-Tur Turismo Ltda e Transbrasiliana Encomendas e Cargas Ltda, entrou com pedido de recuperação judicial em 2016. O plano foi homologado em 2018, mas a situação financeira do grupo continuou a se deteriorar.
Em junho de 2022, a União informou que os débitos do Grupo TTT inscritos em dívida ativa alcançavam R$ 387 milhões. A União argumentou que a venda de 24 imóveis, proposta pelo grupo para pagamento de credores, resultaria no esvaziamento patrimonial das empresas.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Interferência na via na região leste de Tatuapé afeta circulação; PAESE foi acionado com CPTM e SPTrans
YURI SENA
As linhas 3-Vermelha e 1-Azul do Metrô de São Paulo registram problemas operacionais na noite deste sábado, 17 de janeiro de 2026. A Linha 3-Vermelha opera com trecho interrompido, enquanto a Linha 1-Azul apresenta velocidade reduzida em razão das restrições na linha vermelha.
Segundo as informações, a Linha 3-Vermelha está em operação parcial entre as estações Barra Funda e Tatuapé, devido a uma interferência na via na região leste de Tatuapé. Para minimizar os impactos aos passageiros, foi implantado o Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte (PAESE) sobre trilhos, em parceria com a CPTM, utilizando a Linha 11-Coral no trecho afetado.
Além disso, foi solicitado o PAESE com a SPTrans, com a disponibilização de 20 veículos articulados para atendimento do mesmo trajeto, como alternativa de deslocamento aos usuários.
Já os trens da Linha 1-Azul circulam com velocidade reduzida, reflexo das restrições operacionais na Linha 3-Vermelha, o que pode provocar aumento no tempo de viagem e intervalos maiores entre as composições.
O Diário do Transporte procurou o Metrô de São Paulo para obter mais informações sobre a ocorrência e a previsão de normalização da operação, mas aguarda retorno.
Medida é para facilitar reconhecimento de passageiro e evitar confusões nos pontos
ADAMO BAZANI
Colaborou Yuri Sena
A partir desta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, a linha T-12C, que faz a ligação entre o Jardim Rina e o Terminal Leste, no sistema municipal de Santo André, no ABC Paulista, muda a identificação no letreiro e passa a ser denominada T-20.
O serviço é operado pela Viação Guaianazes, que lidera o Consórcio União Santo André, responsável pelo lote 01.
O itinerário, o ponto inicial, o ponto inicial, as paradas e as tarifas não mudam.
A medida é para facilitar o reconhecimento por parte dos passageiros e evitar confusões nos pontos porque além da T-12C (Jardim Rina/Terminal Santo André Leste) tem a linha T12 (Jardim Alzira Franco/Centro – Circular).
Agora, então, só passa a ter a T-12 e a T-12C passa a ser T-20.
Como mostrou o Diário do Transporte, em 128 de outubro de 2025, a T-12C (agora T-20) teve o percurso estendido até o Jardim Rina, passando pelas seguintes vias: Av. Itamarati, Av. das Nações, R. Olavo Hansen, R. Cajobi e R. Guido Poianas.
Relembre:
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Começa neste sábado (17) o Australian Open 2026. O Grand Slam disputado em Melbourne começa recheado de novidades, grandes rivalidades, premiação recorde e presenças de tenistas brasileiros, com destaque para João Fonseca e Beatriz Haddad Maia.
O primeiro Grand Slam da temporada terá transmissão completa no plano premium do Disney+ a partir deste fim de semana, com jogos sempre entre 21h e 10h do dia seguinte, sempre no horário de Brasília).
(Conteúdo oferecido por Itaú, Mitsubishi, Seara, Ademicon, Engie, Philco e QI Tech)
Jannik Sinner e Carlos Alcaraz são os amplos favoritos ao título do primeiro Grand Slam da temporada. No feminino, a bielorussa Aryna Sabalenka desponta como a maior candidata ao caneco.
Premiação recorde, amador x profissional e outras novidades
O Australian Open vai distribuir 111,5 milhões de dólares australianos em premiação, ou seja, pouco mais de R$ 400 milhões. Os valores são iguais para homens e mulheres.
Somente o campeão levará pouco mais de R$ 15 milhões. Veja abaixo todos os prêmios.
Chaves de simples masculina e feminina
Campeão: A$ 4,15 milhões (cerca de R$ 15 milhões)
Vice-campeão: A$ 2,15 milhões (cerca de R$ 7,8 milhões)
Semifinalista: A$ 1,25 milhões (cerca de R$ 4,5 milhões)
Quartas de final: A$ 750 mil (cerca de R$ 2,7 milhões)
Quarta rodada: A$ 480 mil (cerca de R$ 1,7 milhão)
Terceira rodada: A$ 327,75 mil (cerca de R$ 1,2 milhão)
Segunda rodada: A$ 225 mil (cerca de R$ 818 mil)
Primeira rodada: A$ 150 mil (cerca de R$ 545 mil)
Qualificatória de simples masculino e feminino
Terceira rodada: A$ 83,5 mil (cerca de R$ 303 mil)
Segunda rodada: A$ 57 mil (cerca de R$ 207 mil)
Primeira rodada: A$ 40,5 mil (cerca de R$ 147 mil)
A edição de 2026 do AO também já reservou o grande vencedor do ‘Million Dollar 1 Point Slam’. O torneio que abre o Grand Slam envolve 48 tenistas, incluindo amadores, de alto nível e até mesmo celebridades.
Os competidores disputam um único ponto nas partidas, e o sacador é decidido no “pedra, papel, tesoura”. O amador Jordan Smith teve que enfrentar Jannik Sinner, top 2 do mundo, e foi campeão contra Joanna Garland, de Taiwan, número 117 do ranking da WTA.
O Australian Open terá pela primeira vez uma cerimônia de abertura. Roger Federer, seis vezes campeão em Melbourne, será o convidado de honra. O espanhol participará de uma partida de exibição ao lado de Andre Agassi, Patrick Rafter e Lleyton Hewitt.
Caminho de João Fonseca e preocupação com o tenista
Número 30 do ranking da ATP, João Fonseca abriu a temporada de 2026 desistindo da disputa do ATP de Brisbane por conta de uma lesão nas costas, que também o tirou do ATP de Adelaide.
“Nasci com um problema nas costas e, às vezes, ela fica mais rígida. Já tive uma fratura por estresse há cinco anos, mas é algo que vai sempre estar presente no meu corpo, então preciso lidar com isso”, explicou o tenista brasileiro ao ‘ge‘.
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João Fonseca garante que está recuperado fisicamente e fala sobre elogios de Federer: ‘Muita gratidão’
O tenista brasileiro falou em entrevista exclusiva à ESPN
A estreia de João, contra Eliot Spizzirri, ainda não tem data marcada, mas deve acontecer no domingo (18). Fonseca é o primeiro brasileiro a ser cabeça de chave em um Grand Slam desde Thomas Bellucci, no US Open de 2015.
“Meu sonho é me tornar o número 1 do mundo, conquistar títulos de Grand Slam e fazer história para o Brasil”, afirmou Fonseca ao ‘The Guardian‘.
O último brasileiro a vencer um Grand Slam simples foi Guga, em 2001, no Roland Garros.
Caminho de Bia Haddad em possível recomeço
O Australian Open será um recomeço para Bia Haddad. Depois de encerrar a temporada de 2025 mais cedo, em setembro, com o intuito de “descansar o corpo e a mente”, a tenista brasileira estreia neste sábado (17), às 21h (de Brasília), contra Yulia Putintseva, do Cazaquistão.
Neste período de pausa na carreira, Bia, que sonha em ser mãe, realizou o procedimento de congelamento de óvulos. Isso faz com que a posição da brasileira no ranking WTA, 58ª, fique protegida. O recurso pode ser usado em até três torneios WTA 125, 250 ou 500.
No início do ano, a tenista participou do ATP de Adelaide e foi derrotada pela canadense Victoria Mboko.
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Bia Haddad abre o jogo sobre ‘pausa’ no final de 2025 e exalta João Fonseca: ‘Faz muito bem para o tênis’
A tenista brasileira falou em entrevista exclusiva à ESPN
Brasileiros no Australian Open
Para além de Bia Haddad e João Fonseca, o Australian Open começou com a presença de outros brasileiros. Laura Pigossi, João Lucas Reis, Thiago Wild e Gustavo Heide disputaram a fase qualificatória e foram eliminados.
Sete tenistas brasileiros participam do AO em duplas. Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski(canadense), semifinalistas no US Open, são cabeças de chave. Ingrid Martins jogará ao lado da filipina Alexandra Eala, e Marcelo Demoline atuará ao lado do francês Giovanni Perricard. Fernando Romboli/Marcelo Melo e Orlando Luz/Rafa Matos formam as duplas exclusivamente brasileiras.
No juvenil, participam Luis Guto Miguel, número cinco do mundo, Victor Barros, Leonardo Storck e Pietra Rivoli.
Rivalidade entre Sinner e Alcaraz em alta
Se chegarem à final do Australian Open, Jannik Sinner e Carlos Alcaraz terão disputado as decisões de todos os Grand Slams, sendo quatro de maneira consecutiva.
Alcaraz leva vantagem em cima do tenista italiano, com dois títulos (Roland Garros e US Open), contra um de Sinner (Wimbledon).
Na última decisão entre os dois, no ATP Finals, deu Sinner. Em finais de grandes torneios acima dos Masters, a disputa está empatada em 2 a 2.
Sinner e Alcaraz fizeram as finais dos últimos seis torneios que disputaram. O espanhol tem vantagem, com 4 títulos (Masters de Roma e Cincinatti, Roland Garros e US Open) conquistados, contra dois do italiano (Wimbledon e ATP Finals).
O Australian Open é o único Grand Slam que falta na carreira de Alcaraz para ganhar o Career Grand Slam – sete Grand Slams. Já Sinner busca o tricampeonato consecutivo do torneio de Melbourne e o quinto Grand Slam na carreira.
Últimos campeões, recordistas e história do Australian Open
Últimos campeões:
2025: Jannik Sinner e Madison Keys
2024: Jannik Sinner e Aryna Sabalenka
2023: Nova Djokovic e Aryna Sabalenka
2022: Rafael Nadar e Ashleigh Barty
2021: Novak Djokovic e Naomi Osaka
Maiores campeões:
Masculino: Novak Djokovic (10 títulos), Roger Federer (6 títulos) e Roy Emerson (6 títulos)
Feminino: Margaret Smith Court (11 títulos),Serena Williams (7 títulos) e Nancye Wynne Bolton (6 títulos)
Com a #clickonibussp, campannha tem regras específicas e visa valorizar o transporte coletivo incluído no contexto urbano e no desenvolvimento
ADAMO BAZANI
O ônibus é a cara de São Paulo.
Responsável por ajudar no desenvolvimento da cidade e ainda hoje tendo um papel fundamental na integração de diversas realidades, inclusive se incumbindo de atender a uma demanda que deveria ser transportada por sistemas de trilhos que ainda são insuficientes para o tamanho da metrópole, praticamente, há um ônibus em toda a parte: nos locais nobres, nas áreas carentes, nos grandes corredores, nas vielas, nos pavimentos de concreto e nas vias de terra.
Para valorizar a importância dos ônibus no contexto da vida do cidadão, a Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito, da prefeitura de São Paulo, e a SPTrans (São Paulo Transporte) criaram neste ano de 2026 uma campanha para o aniversário da cidade, que é no dia 25 de janeiro, mas o concurso já está valendo.
O objetivo é estimular que as pessoas façam registros fotográficos com os diferentes cenários da cidade e os ônibus inseridos no contexto.
Com a #clickonibussp, o concurso tem regras específicas.
As imagens serão submetidas a escolha aberta a todos os públicos pelas redes sociais da prefeitura, SPTrans e Secretaria.
As mais votadas terão como premiação a publicação nos perfis oficiais destes órgãos e também impressões em cartazes nos terminais de ônibus.
Todas as fotos devem ser próprias de quem postou (não pode ser fotos de terceiros) e tiradas a partir de janeiro de 2025, ou seja, não podem ser fotos mais antigas.
Além disso, terá de ser ônibus municipal de São Paulo (nada de intermunicipal, fretamento, rodoviário ou escolar).
O local da foto terá se ser somente na capital. Se o ônibus municipal de São Paulo estiver, por exemplo, em uma oficina em Santo André e for fotografado lá na cidade vizinha, não vale para o concurso.
Dá para fazer umas pequenas correções na imagem (dar uma leve clareada, um pouquinho de luz, etc), mas nada de grandes modificações ou uso de IA (Inteligência Artificial).
Montagens não são permitidas. Não vale tirar a foto do ônibus em um lugar, recortar, e colar num lugar mais exótico ou bonito.
Confira as regras:
No Aniversário de São Paulo, vamos homenagear esse personagem fundamental e tão querido na nossa cidade: o ônibus. Para isso, vamos usar imagens capturadas pelas lentes dos nossos seguidores!
Participe da nossa atividade especial postando a sua foto dos ônibus municipais e marcando @mobilidadetransportessp, @sptransoficial e a @prefsp.
As fotos que cumprirem todos os requisitos farão parte de uma votação pública nos stories da SMT e da SPTrans.
Os ganhadores terão suas imagens divulgadas no nosso feed e em um cartaz nos terminais da cidade com o seu @ do Instagram no dia 25 de janeiro.
As regras para participar são:
1. O perfil que publicar a imagem deve seguir as contas @PrefSP, @mobilidadetransportessp e @SPTrans, marcá-las no post e adicionar #clickonibussp na legenda.
A imagem deve conter obrigatoriamente um ônibus municipal e um local da cidade de São Paulo.
A foto deve ser autoral e publicada no feed, na horizontal, não podendo mostrar pessoas.
São permitidas apenas pequenas correções de cores ou filtros simples, sem o uso de lA.
O perfil onde a imagem foi postada deve estar aberto desde o começo até o final das votações e ao participar, o autor concede autorização gratuita, irrevogável e não exclusiva para uso institucional da imagem, com crédito, em materiais digitais e físicos da SMT e da SPTrans, para fins não comerciais.
A foto deve ter sido tirada a partir de janeiro de 2025.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes