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Hoje tem gol do Gabigol? Como novo camisa 9 do Santos tentará quebrar ‘maldição’ que o perseguiu até no Flamengo

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Chegou o aguardado dia. Neste sábado (10), na Vila Belmiro, o Santos estreia no Paulistão contra o Novorizontino, em partida que marca também o retorno de Gabigol ao Alvinegro Praiano. E um, ou mais gols do novo camisa 9 santista, também podem ajudá-lo a quebrar uma espécie de “maldição” que o acompanha ao longo da carreira.

Levando em consideração os clubes por onde passou, Gabigol só balançou as redes uma única vez em estreia em jogos oficiais. Justamente com a camisa do Peixe.

Ao longo da carreira, o atacante teve estreias pelo Santos (duas antes da volta ao clube em 2026), Inter de Milão, Benfica, Flamengo, Cruzeiro. Somente em 2018, na segunda passagem pela Vila Belmiro, Gabi estufou as redes.

Na ocasião, Gabigol, que vestia a camisa 10 do Santos, fez o segundo gol do time em empate por 2 a 2 com a Ferroviária, em Araraquara, pelo Paulista. O atacante ficou 81 minutos em campo e saiu para dar lugar a Yuri Alberto, hoje camisa 9 do Corinthians.

Já na seleção brasileira, apesar de ter sido em um amistoso, o atacante estufou as redes em seu primeiro jogo pela Amarelinha, em partida preparatória para a Copa América de 2016. Nos Estados Unidos, fez um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre o Panamá.

No seu primeiro jogo oficial pelo Brasil, entretanto, passou em branco em empate por 0 a 0 com o Equador, já pela fase de grupos da Copa América de 2016.

Como foram as demais estreias de Gabigol por clubes?

Santos (2013)

No Estádio Mané Garrincha, em Brasília, Gabigol fez a sua estreia como profissional pelo Santos, em jogo contra o Flamengo que também marcou a despedida de Neymar, que estava a caminho do Barcelona. O atacante entrou no segundo tempo no lugar do Henrique Dourado e ficou 21 minutos em campo, sem gols ou assistências. A partida terminou empatada por 0 a 0.

Inter de Milão (2016)

No Giuseppe Meazza, contra o Bologna, o atacante brasileiro foi acionado por Frank de Boer no fim do segundo tempo. Gabi entrou no lugar de Candreva e ficou apenas 16 minutos em campo, mais uma vez sem registrar gol ou assistência. O jogo terminou empatado por 1 a 1.

Benfica (2017)

Emprestado ao clube português pela Inter, Gabigol permaneceu na Europa, mas ainda perseguido pela sina em estreias. No Estádio da Luz, o brasileiro estreou em partida da Champions League contra o CSKA Moscou, mas ficou ainda menos tempo em campo. Acionado pelo técnico Rui Vitória já no fim da derrota por 2 a 1 para os russos, o atacante entrou no lugar do lateral Grimaldo e atuou por 13 minutos, novamente passando em branco.

Flamengo (2019)

Após voltar ao Santos em 2018, ainda sob contrato com a Inter de Milão, Gabigol foi emprestado novamente, mas para o Flamengo. E apesar do ano mágico que teve com o Rubro-Negro, a sua estreia pelo clube foi de pouco destaque. Em Volta Redonda, o camisa 9 foi titular durante os 90 minutos no empate por 1 a 1 com o Resende, pelo Campeonato Carioca, mas quem fez o gol do Fla foi Henrique Dourado, seu parceiro de ataque. À época, Abel Braga ainda era o técnico do time.

Cruzeiro (2025)

Na sua estreia mais recente, Gabigol também não registrou gols – ou assistências. No Mineirão, pelo Campeonato Mineiro, foi titular nos 90 minutos em empate por 1 a 1 com o Betim. À época, Fernando Diniz comandava a Raposa, que vinha do vice-campeonato na CONMEBOL Sul-Americana com o treinador em 2024. Por outro lado, no jogo seguinte do Estadual, Gabi anotou um hat-trick em goleada por 4 a 1 fora de casa contra o Itabirito.

Próximos jogos do Santos:

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Quer transporte público de qualidade? Então aceite perder espaço para o carro

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Discurso recorrente ignora que transporte público só melhora com prioridade no viário — exatamente o que desagrada quem não quer abrir mão do seu veículo particular

ALEXANDRE PELEGI

Há uma frase clássica no repertório do brasileiro que anda de carro e gosta de parecer racional, moderno e preocupado com a cidade:

“Quando o transporte público tiver qualidade, eu deixo o carro em casa.”

É uma frase bonita, educada, quase cívica. O problema é que ela sempre vem no tempo verbal mais confortável possível: o futuro indefinido. Um tempo em que nada precisa acontecer de fato.

O detalhe que raramente entra na conversa é simples, técnico e amplamente conhecido por qualquer especialista em mobilidade urbana: transporte público só tem qualidade quando tem prioridade no sistema viário. Sem faixa exclusiva, sem corredor segregado, sem preferência semafórica, sem espaço urbano dedicado, ônibus e trólebus são apenas carros grandes presos no mesmo congestionamento.

E é exatamente aí que a boa vontade acaba.

Porque a prioridade ao transporte público implica, inevitavelmente, menos espaço para o automóvel particular. E isso, curiosamente, incomoda profundamente o mesmo cidadão que exige ônibus rápido, frequente, confortável e pontual.

O discurso muda de tom num passe de mágica. A faixa exclusiva “atrapalha o trânsito”. O corredor “estrangula a via”. O BRT “não foi bem pensado”. O semáforo inteligente “segura demais os carros”. Em comum, todas essas críticas têm um ponto central: o desconforto de quem dirige sozinho um veículo de mais de uma tonelada para transportar uma única pessoa.

Cria-se então um raciocínio circular que se retroalimenta, digno de manual de paradoxos urbanos:

O transporte público não presta porque fica preso no trânsito. Mas não pode ganhar prioridade porque isso piora o trânsito. E o trânsito só existe porque todo mundo usa carro. Mas ninguém deixa o carro porque o transporte público não presta…

É a cobra comendo o próprio rabo — em baixa velocidade e ocupando duas faixas.

No fundo, a discussão raramente é sobre qualidade do transporte público. É sobre manutenção de privilégios travestidos de preocupação coletiva. O carro não é apenas um meio de deslocamento; virou extensão da casa, da identidade e, em muitos casos, do status social. Abrir mão dele não é uma decisão técnica: é quase uma afronta pessoal.

Para o engenheiro e consultor Claudio de Senna Frederico, vice-presidente da ANTP, esse conflito não nasce de falhas do sistema de transporte, mas de uma lógica social mais profunda.

“O ponto central é mostrar que o transporte coletivo não sofre por falhas próprias, mas sim porque a sociedade é desigual e tende a marginalizá-lo. O mercado valoriza o individual, o exclusivo, aquilo que cria distinção social. O coletivo, por natureza mais democrático, acaba visto como algo de segunda categoria. Essa é a lógica que precisamos questionar.”

Essa hierarquia simbólica ajuda a explicar por que o transporte público permanece preso à condição de promessa eterna. Sempre precisa melhorar um pouco mais antes de “merecer” novos usuários. Enquanto isso, o carro segue como prioridade absoluta, ocupando ruas, avenidas, orçamentos públicos e o imaginário urbano.

Apoiar o transporte público, no discurso, é fácil. Difícil mesmo é aceitar o único caminho que funciona no mundo inteiro: ceder espaço. Sem isso, a promessa de deixar o carro em casa continuará sendo apenas isso — uma promessa que nunca sai da garagem.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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por que a fiscalização física já não vence o transporte clandestino

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Para especialista, novo marco regulatório existe, mas o enfrentamento ao clandestino exige mais do que blitz na rodovia

ALEXANDRE PELEGI

O combate ao transporte clandestino no Brasil entrou definitivamente em uma nova fase. Mesmo com um marco regulatório mais robusto e com instrumentos legais atualizados, a prática irregular segue encontrando brechas, adaptando-se à tecnologia e explorando fragilidades do modelo tradicional de fiscalização. Para Ilo Löbel da Luz, advogado e consultor especializado em regulação e estratégia no transporte rodoviário de passageiros, insistir apenas na abordagem física nas rodovias é repetir uma lógica que já não responde à realidade do mercado em 2026.

Em entrevista ao Diário do Transporte, Ilo defende que o enfrentamento ao clandestino exige uma virada conceitual: menos aposta na fiscalização ostensiva e mais integração entre inteligência de dados, estratégia jurídica e resposta comercial das empresas regulares.

Fiscalização analógica contra um infrator digital

Segundo Ilo Löbel, quem acompanha a operação diária do transporte rodoviário conhece uma verdade incômoda: esperar o veículo irregular ser flagrado na estrada é, muitas vezes, “enxugar gelo”.

Chegamos a 2026 com um Novo Marco Regulatório consolidado, mas o clandestino evoluiu. Ele é ágil, opera via aplicativos, redes sociais e grupos de mensagens, e não carrega os custos fixos de uma empresa regular”, afirma.

Na avaliação do especialista, a van “pirata” tradicional deu lugar a modelos mais sofisticados, como ônibus de turismo que operam linhas disfarçadas, vendendo passagens digitalmente e ajustando rotas em tempo real para escapar da fiscalização.

O cerco digital: fiscalização sem paredes

Para Ilo, o ponto de inflexão está no uso inteligente de dados. “O infrator pode até fugir da balança ou da viatura, mas não consegue fugir dos dados”, resume.

Ele defende o cruzamento sistemático de informações fiscais, movimentação de veículos e registros de venda, aliado ao uso massivo de câmeras com leitura automática de placas (OCR). Integradas a sistemas de monitoramento, essas ferramentas permitem identificar padrões irregulares antes mesmo de o ônibus sair para a estrada.

Não se trata mais de parar ônibus aleatoriamente. É entregar à fiscalização a denúncia pronta: placa, horário, histórico de reincidência e a prova da venda irregular feita em grupos de WhatsApp ou plataformas digitais”, explica.

Para ele, o setor regular precisa assumir protagonismo na produção dessa inteligência, em vez de depender apenas da ação estatal.

A nova lógica regulatória e o peso do risco jurídico

No campo jurídico, Ilo avalia que o arcabouço atual permite avançar além da punição do operador direto. “A lógica muda quando o foco deixa de ser apenas o ‘laranja’ dono do veículo e passa a alcançar quem viabiliza o negócio”, diz.

Segundo o advogado, a responsabilização solidária de plataformas de intermediação, agenciadores e financiadores da operação irregular é o caminho mais eficaz.

“A judicialização precisa ser cirúrgica. O objetivo não é só apreender o veículo, o que gera custos imediatos de transbordo e pátio, mas tornar o risco jurídico insuportável para quem estrutura e financia a irregularidade.”

Ele lembra que decisões recentes do Judiciário reforçam a tese de concorrência desleal, criando um ambiente mais favorável para ações estratégicas do setor regular.

Onde a fiscalização não alcança: a resposta do mercado

Para Ilo Löbel da Luz, há também um ponto que o próprio setor precisa encarar com mais franqueza. O passageiro não escolhe o transporte clandestino por convicção ideológica, mas por preço, conveniência e acesso.

O que a gente chama de revenue management, no transporte rodoviário, é basicamente usar inteligência comercial para disputar o passageiro no momento certo”, explica. “É entender em quais horários, dias e trechos a concorrência irregular é mais forte e ajustar o preço, a oferta e as regras de venda para não perder essa demanda.”

Segundo Ilo, isso significa abandonar a lógica rígida de tarifa única e adotar práticas mais flexíveis. “Se em determinados horários o clandestino está levando o passageiro porque cobra menos ou oferece mais facilidade, a empresa regular precisa ter margem para reagir, seja com tarifas promocionais, seja com mais opções de embarque e desembarque”, afirma.

Na avaliação do especialista, quando a empresa regular não ocupa esse espaço, a informalidade ocupa. “Se a rodoviária é distante, se o acesso é difícil e se o preço não conversa com a realidade daquele passageiro, a demanda simplesmente escoa para fora do sistema formal”, diz.

Revenue management, no fim das contas, é isso: fazer a conta fechar para a empresa regular e deixar de fechar para o clandestino. Não é guerra de preço por si só, é estratégia para proteger mercado onde a fiscalização não chega”, conclui.

Menos polícia, mais inteligência

Na síntese do especialista, o transporte clandestino não será eliminado por decreto. “Ele só recua quando a conta deixa de fechar. E essa conta só fica cara quando combinamos rigor legal, eficiência tecnológica e competência comercial.

Para Ilo Löbel da Luz, 2026 marca a consolidação dessa virada de chave.

“Precisamos abandonar a ideia de que mais viaturas resolvem o problema. O que o setor exige agora é menos ‘polícia’ e muito mais inteligência.”

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Detro/RJ fiscaliza mais de 130 ônibus intermunicipais e multa veículos com ar-condicionado inoperante

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Foto: Divulgação DETRO/RJ

Operação “Controle Térmico” ocorreu simultaneamente em quatro terminais do estado e marcou o início das ações de 2026

ALEXANDRE PELEGI

O Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro/RJ) realizou, nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a primeira ação da operação “Controle Térmico” 2026, com foco na verificação do funcionamento do ar-condicionado em ônibus e vans do transporte intermunicipal. Ao todo, 131 veículos foram vistoriados, resultando na aplicação de 10 autos de infração por diferentes irregularidades.

Segundo o órgão, a iniciativa busca garantir mais conforto e segurança aos passageiros durante o verão, período de altas temperaturas e aumento da demanda. Atualmente, cerca de 92% da frota intermunicipal do estado já é climatizada, o que reforça a exigência de que os equipamentos estejam em pleno funcionamento.

As fiscalizações aconteceram de forma simultânea em quatro pontos estratégicos: o terminal do Shopping Center Caxias, em Duque de Caxias; o Terminal Rodoviário de Itaguaí; o terminal Prefeito Francisco Torres, em Volta Redonda; e a Rodoviária do Rio, além do entorno.

Durante as abordagens, os fiscais identificaram quatro ônibus com ar-condicionado inoperante, quatro vans intermunicipais com excesso de passageiros e dois coletivos com problemas de documentação, situações que motivaram as autuações.

De acordo com o Detro/RJ, ao longo de 2025 as equipes de fiscalização inspecionaram quase 500 veículos em diferentes regiões do estado, incluindo a Região Metropolitana e o interior. Nesse período, foram lavrados 46 autos de infração especificamente por falhas no funcionamento do ar-condicionado, indicando que o controle térmico segue como um dos principais focos da fiscalização do transporte intermunicipal fluminense.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Obras na Penha desviam linhas de ônibus na zona Leste de São Paulo a partir de segunda (12)

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Rua Sinanduva será interditada no cruzamento com a Av. Amador Bueno da Veiga

ADAMO BAZANI

Ao menos seis linhas de ônibus municipais da capital paulista serão desviadas a partir desta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, por causa interdição da Rua Sinanduva no cruzamento com a Av. Amador Bueno da Veiga, na região da Penha, zona Leste.

O bloqueio ocorre por causa de obras no local a partir das 9h de 12 de janeiro de 2026 e a previsão é de que os trabalhos sejam concluídos no dia 18.

Confira as linhas afetadas e os desvios.

Das 8h de 12/01/2026 às 23h59 de 18/01/2026.

Motivo: interdição na Rua Sinanduva no cruzamento com a Av. Amador Bueno da Veiga, para a realização da obra.

Linhas e Itinerários:

273N-10 Cid. Kemel II – Metrô Vl. Matilde
2772-10 Jd. Nazaré – Metrô Penha
Ida: sem alteração.
Volta: normal até a Rua Pe. Olivetanos, Av. Amador Bueno da Veiga, Rua Candapuí, Rua Uicó, prosseguindo normalmente.

N342-11 Term. Penha – Jd. Danfer
Sentido único: normal até a Rua Pe. Olivetanos, Av. Amador Bueno da Veiga, Rua Candapuí, Rua Uicó, prosseguindo
normalmente.

2770-10 CPTM José Bonifácio – Metrô Vl. Matilde
Ida: sem alteração.
Volta: normal até a Rua Pe. Olivetanos, Av. Amador Bueno da Veiga, Rua Candapuí, Rua Uicó, prosseguindo normalmente.

342C-10 Jd. Marília – Penha
Ida: normal até a Rua Pe. Olivetanos, Av. Amador Bueno da Veiga, Rua Candapuí, Rua Uicó, prosseguindo normalmente.
Volta: sem alteração.

2719-10 Ermelino Matarazzo – Metrô Vl. Matilde
Ida: sem alteração.
Volta: normal até a Rua Pe. Olivetanos, Av. Amador Bueno da Veiga, Rua Candapuí, Rua Uicó, prosseguindo normalmente.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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João Fonseca desiste do ATP 250 de Adelaide por lesão e revela foco no Australian Open: ‘Me recuperar o mais rápido possível’

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Visando o Australian Open, João Fonseca abdicou de mais um torneio na Oceania. Prestes a disputar o ATP 250 de Adelaide, João desistiu por conta de dores na lombar.

É o mesmo motivo que o tirou do ATP 250 de Brisbane, também na Austrália, na última semana, ambos preparatórios para o Grand Slam.

“Infelizmente eu tive que me retirar do torneio de Adelaide. Eu estou sentindo uma dor nas costas, tentando me recuperar o mais rápido possível para estar de novo 100% em quadra. Eu queria agradecer os fãs por todo o suporte e as mensagens e vamos voltar com certeza mais firmes em quadra”, declarou o brasileiro, em pronunciamento nas redes sociais.

Aos 19 anos, João é uma das grandes promessas do tênis mundial. Atualmente ocupa a 29ª posição do ranking da ATP, mas já foi o 24° no fim de 2025.

No Australian Open de 2025, Gran Slam de quadra dura, Fonseca chamou a atenção do mundo ao bater o russo Andrey Rublev, então número 9 do mundo, por 3 sets a 0. Na segunda rodada, João caiu para o italiano Lorenzo Sonego em um duríssimo 3 a 2. Foi a primeira vez que um jovem venceu um top 10 do ranking na primeira partida da fase principal de um Grand Slam desde Roger Federer, em 2002.

Na edição de 2026, João Fonseca entra como o 26° cabeça de chave. O sorteio dos confrontos será no dia 15 de janeiro, e a competição terá início no dia 18.

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Higer exporta 3 mil ônibus para um único país e bate recorde da indústria chinesa

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Feito ocorreu nesta quinta-feira, 08 de janeiro de 2026. O destino foi a Argélia. Empresa anunciou Brasil como meta de investimentos para este ano
ADAMO BAZANI
A Higer exportou para um único destino, três mil ônibus.
Segundo a marca, é um recorde da indústria chinesa deste segmento.
Os veículos foram produzidos na planta da empresa em Suzhou, sede na China.
O destino foi a Argélia, que tem um plano de renovação de 10 mil coletivos.
O feito ocorreu na última quinta-feira, 08 de janeiro de 2026.
Os modelos exportados são considerados do tipo “premium“.
Entre as unidades, estão ônibus dos modelos da Nova Série V, de oito e 11 metros, e urbanos monoblocos de 12 metros.
Em nota, ao Diário do Transporte, em primeira-mão, a Higer anunciou um grande plano de expansão para o período entre 2026 e 2028, que inclui o lançamento neste ano de ônibus um biarticulado elétrico a bateria
A marca também informou ao Diário do Transporte que o Brasil,  o Chile, a Colômbia e o México estão entre os principais polos dos planos de expansão para este período 2026-2028.
Veja a nota na íntegra

No dia 8 de janeiro de 2026, uma frota de 3.000 ônibus premium alinhou-se no
complexo industrial da HIGER Bus, em Suzhou, marcando o maior pedido único de
exportação da história da indústria chinesa de ônibus.
Este marco representa um verdadeiro “dia histórico” para a manufatura chinesa em
2026 e simboliza uma nova era, na qual as soluções de mobilidade da HIGER Bus
passam a integrar de forma profunda as cadeias globais de suprimentos, atendendo às
necessidades de transporte urbano e interurbano de milhões de pessoas ao redor do
mundo.
O embarque inclui 3.000 veículos, entre modelos de 8 e 11 metros da Nova Série V e
ônibus urbanos monoblocos de 12 metros, que compõem uma parte central do “Plano
de Renovação de 10.000 Ônibus” da Argélia. Em um cenário de forte concorrência
internacional, a HIGER conquistou este contrato histórico graças ao alto desempenho
de seus produtos, à força global da marca e à sua presença consolidada nos mercados
internacionais.
Plano de Expansão HIGER Bus 2026–2030 | América Latina
A HIGER Bus inicia seu plano estratégico de expansão 2026–2030, com foco no
fortalecimento da presença na América Latina, integrando distribuidores, ampliando
mercados, lançando novos produtos e soluções em mobilidade de energia limpa.
Brasil, Chile, Colômbia e México são os principais polos de expansão, com
investimentos também direcionados a países da América Central para abertura e
consolidação de mercado. Em 2026, a HIGER lançará o novo ônibus articulado elétrico
e o biarticulado 100% a bateria, reforçando seu portfólio de soluções sustentáveis.
Com novas diretrizes estratégicas e uma equipe dedicada, a HIGER Bus oferecerá
suporte completo a distribuidores, parceiros e clientes — incluindo novos modelos,
soluções integradas e apoio financeiro para financiamento.
HIGER segue rumo à liderança global em veículos e soluções de transporte urbano
e interurbano de energia limpa.
HIGER: TOP 1 global em ônibus elétricos

Adamo Bazani,  jornalista especializado em transportes

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Gerson chega para exames e é recebido com festa imensa pela torcida do Cruzeiro: ‘Muito feliz’

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O meio-campista Gerson chegou nesta sexta-feira (9) a Belo Horizonte para realizar exames médicos e assinar contrato com o Cruzeiro.

O astro, que estava no Zenit, foi recebido com enorme festa da torcida na Toca da Raposa 2.

Logo após chegar ao centro de treinamento celeste, ele cumprimentou diversos torcedores enquanto tinha seu nome gritado pela massa cruzeirense.

“Estou muito feliz. Agradeço a toda a diretoria do Cruzeiro pelo esforço. Vou realizar os exames agora e depois converso com você com mais calma”, disse o atleta, antes de ingressar no CT.

Como mostrou a ESPN, a transação por Gerson será a maior da história do futebol brasileiro.

A Raposa irá pagar 30 milhões de euros (R$ 187,3 milhões) aos russos pelo meio-campista.

Desse valor, 27 milhões de euros (R$ 168,54 milhões) serão fixos, enquanto os outros 3 milhões de euros (R$ 18,73 milhões) serão bônus por metas atingidas.

Dos 27 milhões de euros fixos, os intermediários terão direito a 10%, ou seja, 2,7 milhões de euros (R$ 17 milhões).

A quantia vai ser dividida entre Marcão (pai de Gerson), Junior Mendonza e Carlos Meinberg Neto (do lado do Zenit) e André Cury (do lado do Cruzeiro).

Gerson, de 28 anos, teve números apagados no futebol russo: fez apenas 12 jogos e marcou um gol.

Nos últimos anos, porém, teve passagens de grande destaque por Flamengo e Olympique de Marselha, sendo constantemente convocado pela seleção brasileira.

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Linha 5-Lilás de metrô tem operação normalizada após oscilação externa de energia na tarde desta sexta-feira (09)

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Foto: Divulgação (Imagem meramente ilustrativa)

Trens circularam temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Linha 5-Lilás de metrô teve a operação normalizada na tarde desta sexta-feira, 09 de janeiro de 2026.

De acordo com a ViaMobilidade, foi registrada uma ocorrência no sistema elétrico.

Dessa forma, os trens circularam temporariamente com velocidade reduzida e maior tempo de parada.

Em nota ao Diário do Transporte, a concessionária informou que houve uma oscilação externa de energia.

“São Paulo, 9 de janeiro de 2026 – A ViaMobilidade informa que a Linha 5-Lilás está funcionando normalmente. Na tarde desta sexta-feira (9), a linha operou com velocidade reduzida em razão de uma oscilação externa de energia. As equipes de manutenção atuaram prontamente para restabelecer a operação no menor tempo possível.”

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Linha 4-Amarela de metrô recebe mais de 31 mil passageiros durante festividades de Réveillon

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Estações Paulista-Pernambucanas e Higienópolis-Mackenzie ficaram abertas por 24 horas para embarque, entre os dias 31 de dezembro e 1º de janeiro

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A operação especial para o Réveillon na capital paulista registrou um aumento significativo no volume de passageiros na Linha 4-Amarela, operada pela ViaQuatro. Para facilitar o acesso do público às principais atrações da cidade, a concessionária manteve as estações Paulista-Pernambucanas e Higienópolis-Mackenzie abertas por 24 horas para embarque, entre os dias 31 de dezembro e 1º de janeiro, com as demais estações disponíveis para desembarque. Somente das 00h às 05h do dia 1º de janeiro de 2026, 31.271 entradas foram contabilizadas, o que representa um crescimento de 28% em comparação ao mesmo período de 2025, quando 24.406 pessoas acessaram as estações.

O balanço positivo foi impulsionado pelo movimento para as festividades na região central e na Avenida Paulista. A estação Higienópolis-Mackenzie consolidou-se como um ponto estratégico de retorno, apresentando um crescimento de 191% no número de entradas em relação ao Réveillon anterior, saltando de 1.580 passageiros em 2025 para 4.591 em 2026. Já a estação Paulista-Pernambucanas manteve-se como a principal porta de acesso da linha, com 21.350 entradas realizadas na madrugada, uma alta de 26% comparada ao ano anterior.

O impacto da operação especial fica evidente quando comparado a um domingo comum: o volume de embarques na Linha 4-Amarela foi 1.107% superior à média registrada em 18 de maio de 2025, por exemplo.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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