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Já está mais caro andar de ônibus intermunicipais metropolitanos em Minas Gerais nesta sexta-feira, 09 de janeiro de 2026

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Reajustes médios são de 8,19% e integrações com trilhos também estão com valores mais altos

ADAMO BAZANI

Já está mais caro andar de ônibus intermunicipais metropolitanos em Minas Gerais a partir desta sexta-feira, 09 de janeiro de 2026

O reajuste médio de 8,9%. As integrações com trilhos também estão com valores mais altos.

Os preços variam de acordo com as linhas e também ficaram mais caras as integrações entre o sistema de pneus e os trilhos, que, neste caso, de acordo com o trecho operado passam a ser de: R$ 11,45; R$ 13,10; R$ 13,65; R$ 14,05;R$ 11,00; R$ 12,85; R$ 10,25; R$ 12,00; R$ 11,70; R$ 13,55; e R$ 11,60

No caso das passagens de ônibus somente, depende do tipo de serviço e trecho percorrido e os valores vão variar de R$ 6,10 a R$ 62,45

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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ARTESP aponta queda de nível de serviço e cobra faixas adicionais na Anchieta e na SP-340 das concessionárias

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Crédito: Google Maps

Decisões publicadas no Diário Oficial indicam que trechos operaram acima do limite contratual de congestionamento, acionando obrigações previstas nos contratos de concessão.

ALEXANDRE PELEGI

A ARTESP publicou nesta sexta-feira, 09 de janeiro de 2025, três decisões internas nas quais reconhece que segmentos específicos de rodovias concedidas no estado de São Paulo passaram a operar com nível de serviço inadequado, segundo critérios técnicos definidos nos contratos. Com isso, a Agência notificou as concessionárias Ecovias dos Imigrantes e Renovias sobre a necessidade de ampliar a capacidade viária, por meio da implantação de faixas adicionais.

De forma simples, nível de serviço é uma classificação da qualidade do tráfego em um trecho da rodovia — se o fluxo é bom, aceitável ou congestionado.

Já o  termo segmento homogêneo indica um trecho contínuo com características semelhantes, como número de faixas, velocidade regulamentada e tipo de tráfego. É nesse “pedaço padrão” que se mede se a rodovia está funcionando bem para o motorista.

A escala usada vai de A a F:

  • A a C: tráfego fluido ou estável;
  • D: próximo do limite;
  • E: tráfego saturado, com filas e perda frequente de velocidade;
  • F: congestionamento intenso, com paradas e baixa previsibilidade.

Nos contratos de concessão, operar por muitas horas nos níveis E e F não é aceitável. Quando isso acontece acima de um limite anual, o contrato prevê gatilhos de investimento, como obras de ampliação.

O Anexo 7 dos editais de concessão estabelece quantas horas por ano um trecho pode operar nos piores níveis (E e F). Se o limite é ultrapassado, a concessionária passa a ter obrigação contratual de intervir, normalmente com faixas adicionais ou melhorias no entrelaçamento, independentemente do cronograma original.

Rodovia Anchieta (SP-150) – Ecovias

  • Trecho: km 18 ao km 22, pista marginal sul
  • Constatação da ARTESP: mais de 50 horas/ano operando nos níveis E e F
  • Base contratual: Edital nº 015/CIC/97 e Contrato nº 007/CR/98
  • Determinação: implantação de 1 faixa adicional no segmento

O trecho faz parte do Sistema Anchieta-Imigrantes, um dos principais corredores de ligação entre a capital, o ABC e o litoral paulista, com tráfego intenso diário.

Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros (SP-340) – Renovias

Pista norte

  • Trecho: km 114 ao km 128
  • Problema identificado: nível de serviço acima do limite do Anexo 7
  • Efeito contratual: necessidade de faixa adicional para ampliação da capacidade no entrelaçamento, acionada antes do prazo originalmente previsto no contrato

Pista sul

  • Trecho: km 114 ao km 128
  • Situação: limites do Anexo 7 ultrapassados desde novembro de 2019
  • Determinação: implantação de faixas adicionais nos pontos críticos do trecho

A SP-340 é um eixo estratégico de ligação entre Campinas, região metropolitana e interior paulista, com grande volume de tráfego regional e de longa distância.

Direito de recurso

Em todos os casos, a ARTESP informou que as concessionárias podem apresentar recurso ao Conselho Diretor no prazo de 15 dias, conforme os princípios do contraditório e da ampla defesa.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Prefeitura de São Paulo quer ficar com Terminal Metropolitano de São Mateus e com terreno do Estado onde dever ser implantado o Terminal Itaim Paulista

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Projeto de lei, que envolve dois empreendimentos, é do prefeito Ricardo Nunes e foi aprovado pela Câmara Municipal, dependendo agora da gestão do governador Tarcísio de Freitas

ADAMO BAZANI

Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, quer fazer duas negociações de imóveis na capital paulista com o governador Tarcísio de Freitas que envolvem terminais de ônibus.

As propostas estão na lei 18.382, de 07 de janeiro de 2026, fruto do projeto de lei do executivo municipal nº 1447/25, aprovado na forma de Substitutivo do Legislativo. A publicação oficial ocorreu nesta quinta-feira, 08 de janeiro de 2026, e a concretização depende agora da aceitação do Governo do Estado de São Paulo.

No primeiro Artigo da Lei, Nunes propõe a transferência para o Estado de uma área municipal situada na Rua Galileo Emendabili, 99 – Vila Leopoldina, na zona Oeste, atualmente cedida à Fazenda do Estado de São Paulo, para implantar o Centro TEA Paulista (Centro de Referência e Apoio para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista).

Em troca, Nunes quer o imóvel de propriedade estadual situado na Avenida Adélia Chohfi, s/n – São Mateus, onde se encontra implantado o Terminal Metropolitano de São Mateus.

O Terminal Metropolitano São Mateus integra o sistema de transportes por ônibus e trólebus do Corredor ABD, atualmente operado pela NEXT Mobilidade, e  foi inaugurado em 4 de dezembro de 1988, conectando-se à região do ABC Paulista. A estrutura, que também se conecta , enquanto a Estação São Mateus de monotrilho da linha 15-Prata, que, por sua vez, foi inaugurada em 16 de dezembro de 2019.

Já no artigo quinto da mesma lei, o prefeito Ricardo Nunes propõe para a gestão Tarcísio de Freitas transferir para o Estado a titularidade de imóvel na rua José Bonifácio, no centro (praça em frente à SSP – Secretaria de Segurança Pública), mediante permuta de um terreno de propriedade estadual localizado dentro de uma quadra no Itaim Paulista, na zona Leste da capital onde originalmente seria instalada uma ETEC (Escola Técnica Estadual), mas que agora é área de interesse da prefeitura para instalação do Terminal Itaim Paulista.

Como mostrou o Diário do Transporte, a Prefeitura de São Paulo prorrogou o contrato de elaboração dos projetos do novo Terminal de Ônibus Urbano Itaim Paulista. O ajuste, publicado no Diário Oficial em 11 de novembro de 2025, amplia o prazo de execução do contrato até 15 de junho de 2026, com vigência total até 09 de setembro também de 2026

Relembre:

O terminal está localizado na Zona Leste da cidade, em terreno ao sul da Linha 12-Safira da CPTM, compreendido entre a Av. Marechal Tito e as ruas Rafael Correia da Silva (marginal à Linha 12-Safira da CPTM), Francisco Vaz Moniz (prolongamento da Estrada Dom João Néri) e Albardão, no Distrito de Itaim Paulista.

Caberá ao consórcio de empresas a elaboração de projeto funcional, projetos básicos, projetos executivos, serviços ambientais e sistema de transporte inteligente – ITS para a implantação do terminal de ônibus urbano na região leste da cidade.

A contratação será pelo Regime de Empreitada por Preço Unitário, com prazo de execução de nove meses.

De acordo com o Termo de referência, o Terminal de ônibus urbano Itaim Paulista “visa reorganizar a acomodação de linhas de ônibus dos eixos da Avenida Marechal Tito e da Estrada Dom João Nery, se configura como importante equipamento para integração física entre linhas do sistema de transporte municipal e destas com linhas do transporte metropolitano”.

O local onde será implantado o terminal margeia a Av. Mal. Tito (eixo estrutural da região) a Rua Albardão (ladeia a linha ferroviária) e termina no Ribeirão Lajeado.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes 

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Safra recorde no país acentua aperto na armazenagem de grãos

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A capacidade de armazenagem de grãos foi ampliada no Brasil no último ano, com investimentos de agricultores e indústrias, mas o cenário segue crítico, com um déficit de mais de 120 milhões de toneladas, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Esse gargalo complica a estratégia de vendas dos produtores, que tiveram atrasos no plantio da soja da safra 2025/26, com as chuvas irregulares no fim do ano passado e terão uma colheita concentrada em fevereiro e março.

A última estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra de grãos 2025/26 é de uma produção de 354,4 milhões de toneladas. Já a capacidade de armazenagem de produtos agrícolas no Brasil atingiu 231,1 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2025, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um aumento de 1,8% em relação ao semestre anterior. Se toda a colheita 2025/26 fosse armazenada, essa capacidade seria suficiente para estocar 67% da produção esperada.

“A capacidade efetiva é ainda menor, se consideramos que parte desses armazéns já está com estrutura obsoleta sem condições adequadas para conservação dos produtos agrícolas”, diz Paulo Bertolini, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Armazenagem de Grãos (Cseag) da Abimaq.

Ele estima que, por ano, o déficit de armazenagem cresce uma média de 5 milhões de toneladas de grãos, já que as safras crescem em ritmo mais acelerado que a infraestrutura. “O cenário para 2026 é bastante desafiador para investimento em infraestrutura, com juros altos, aumento da inadimplência do agronegócio, queda na renda do produtor”, avalia Bertolini.

Por outro lado, observa, a instalação de usinas de etanol de milho, com suas estruturas próprias de armazenagem de matérias-primas, cria uma nova demanda de milho em regiões de fronteira agrícola, o que ajuda a reduzir a pressão por infraestrutura. “Ainda assim, o nível de armazenagem dentro das fazendas continua muito baixo, de 15% a 16% do total”, diz Bertolini.

O descasamento entre capacidade de armazenagem e produção influencia diretamente a formação de preços. Sem estrutura de estocagem, os produtores se veem obrigados a vender boa parte da safra logo após a colheita, com descontos mais expressivos nas principais praças, segundo Cesar de Castro Alves, chefe da consultoria agro do Itaú BBA. “Essa volatilidade pode ser maior neste ano se considerarmos que as vendas futuras de soja estão atrasadas em relação à safra passada”, observa.

Bernardo Nogueira, CEO da Kepler Weber, maior empresa do segmento no país, diz que a demanda por armazéns por parte de usinas de etanol de milho e biodiesel cresce enquanto há uma retração nas encomendas por parte de agricultores. A empresa registrou queda de 3,3% na receita operacional líquida de vendas de soluções para fazendas nos nove primeiros meses de 2025, somando R$ 377,3 milhões, e recuo de 12,2% na receita de vendas para agroindústrias, a R$ 360,9 milhões.

As causas foram a queda nos preços das commodities, os custos atrelados ao dólar, o crédito escasso e os juros altos que afetam a capacidade de investimento do setor. A companhia informou que as negociações foram mais tardias em 2025 e houve uma carteira “mais interessante” para agroindústrias na virada do ano.

Entre projetos que têm demandado equipamentos para silagem e armazenagem ele cita o da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, de Maringá (PR), que investe R$ 1,5 bilhão entre 2024 e 2027 em um complexo de esmagamento de soja e produção de biodiesel, com terminal rodoferroviário e armazéns para 400 mil toneladas de capacidade estática de grãos.

Outro exemplo citado por ele é o da usina de etanol de trigo e de DDG (Grãos Secos de Destilaria) da Be8 em Passo Fundo (RS), um projeto orçado em R$ 1,1 bilhão, que inclui um complexo de beneficiamento e armazenagem de grãos com capacidade para 160 mil toneladas de trigo.

Ricardo Marozzin, presidente da Grain & Protein Tecnologies, detentora das marcas GSI, Cumberland, AP e Agromarau, diz que no segmento de proteína animal, a perspectiva é de demanda aquecida com a agroindústria buscando ganho de escala e inovação na exportação.

“No segmento de grãos, os fazendeiros seguirão muito desafiados em função das margens apertadas e do alto custo de produção, além de obrigações contratadas em ciclos anteriores que reduzem a disponibilidade de fluxo de caixa”, afirma Marozzin.

Já as indústrias de processamento de grãos e de biocombustíveis, acrescenta, devem seguir investindo em aumento da capacidade estática de armazenagem, como forma de proteção de custeio ou para uso de insumos ao longo do ano. “Então, entendemos que o ambiente de armazenagem vai ser neutro, não mudam muito os fundamentos em relação ao que vivenciamos, confrontamos ao longo de 2025”, diz o executivo.

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Partida entre Chicago Bulls e Miami Heat é adiada na NBA por umidade excessiva na quadra

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Uma situação raríssima na NBA aconteceu na noite de quinta-feira. A partida entre Chicago Bulls e Miami Heat, no United Center, em Chicago, foi adiada por umidade excessiva na quadra.

Segundo a liga, a situação deixou o piso “injogável”, e ainda não há uma data definida para a realização do jogo.

Uma junção de problemas causou o adiamento da partida. Assim como ocorre em outros ginásios da NBA, a quadra dos Bulls foi montada no mesmo recinto da quadra de gelo do Chicago Blackhawks, time de hóquei que disputa a NHL.

Por problemas na climatização do ginásio, e pelo dia quente em Chicago, parte do gelo derreteu. Além disso, a quinta-feira foi de muita chuva na cidade, o que ajudou a aumentar a umidade. Mesmo com os esforços da NBA e da administração da arena, a partida foi adiada após mais de duas horas de atraso em relação ao horário marcado para a bola subir.

Mas a NBA agora tem um problema logístico, uma vez que seria a última vez que o Heat jogaria em Chicago. Agora, para uma nova partida, a liga precisará encontrar uma data que permita outra viagem da equipe.

É raro, mas acontece

Faz quase dez anos, mas algo similar ocorreu na temporada 2016-17, quando as partidas Philadelphia 76ers x Sacramento Kingse Minnesota Timberwolves x Portland Trail Blazers também precisaram ser adiadas por problemas de umidade após jogos de hóquei.

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Primeiro ciclone extratropical de 2026 se forma no Sul do país; veja quando

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O primeiro ciclone extratropical de 2026 já tem data para atingir o Brasil. O sistema, segundo o Instituto Nacional de Metereologia (Inmet), deve se formar entre o sábado e o domingo, com maior atuação prevista para o domingo, trazendo impactos principalmente para a Região Sul do Brasil.

Em entrevista à Globo Rural, Tatyane Paz, metereologista do instituto, afirma se tratar de um sistema de curta duração, mas com potencial de provocar chuvas intensas, ventos fortes e tempestades severas em áreas específicas, como no litoral Sul gaúcho.

De acordo com Tatyane, a intensidade do ciclone é avaliada pela diferença de pressão atmosférica entre o centro do sistema e seu entorno, além da resposta da velocidade dos ventos em superfície. Para este evento, há previsão de intensidade moderada. “Os dias 10 e 11 concentram o período de maior intensidade, com possibilidade de tempestades severas, chuva expressiva, granizo e rajadas de vento fortes”, alerta.

Comum no verão graças à combinação de calor, umidade e dinâmica atmosférica, os ciclones extratropicais são comuns no Brasil, principalmente no Sul, onde as regiões são naturalmente favoráveis à ciclogênese.

A meteorologista Isadora Pierdoná, da METOS, explica que este é um ciclone extratropical típico da estação, com menor participação de ar frio quando comparado aos sistemas de inverno. “Por isso, ele tende a ser menos intenso, mas ainda assim pode causar tempo severo”, afirma.

Segundo a especialista, os ventos devem variar entre 50 e 70 km/h na maior parte das áreas afetadas, com rajadas mais fortes no extremo sul do Rio Grande do Sul. Isadora também destaca a expectativa de chuvas fortes, com acumulados que podem atingir 100 mm em pontos isolados, especialmente entre o sul e o centro do estado.

Rota do Ciclone e os efeitos no clima

Sobre a trajetória do sistema, a previsão indica que a organização do centro de baixa pressão começa na sexta-feira (09/01), entre o norte da Argentina e a fronteira oeste do Rio Grande do Sul. No sábado (10/01), o ciclone se intensifica entre o noroeste do Uruguai e a Campanha gaúcha. Já no domingo (11/01), o sistema avança em direção ao oceano Atlântico, posicionando-se entre a costa da Argentina e o litoral sul do Rio Grande do Sul, iniciando seu afastamento gradual.

Com o deslocamento do ciclone, as instabilidades migram do Rio Grande do Sul para Santa Catarina e Paraná, devido ao avanço da frente fria associada ao sistema. “O sistema se desloca de sul para norte, levando a chuva severa primeiro ao Rio Grande do Sul e, depois, aos demais estados”, explica Paz. No dia 13, o ciclone tende a se afastar, restando apenas chuvas menos expressivas entre o Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Isadora Pierdoná acrescenta que, em Santa Catarina e no Paraná, o tempo instável persiste até o início da semana, principalmente na faixa oeste, com queda acentuada das temperaturas após a passagem da frente fria. No Mato Grosso do Sul, as chuvas mais fortes devem se concentrar no sudoeste e sul do estado, enquanto em São Paulo os efeitos serão mais indiretos, com rajadas de vento entre 50 e 70 km/h, sobretudo no litoral.

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Ecovias Noroeste Paulista registra fluxo de mais de 1,4 milhão de veículos, durante Natal e Ano Novo, em rodovias que administra em São Paulo

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Foto: Divulgação

Foram apurados números dos trechos das rodovias Washington Luís (SP-310), Brigadeiro Faria Lima (SP-326), Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari, Dr. Mário Gentil (SP-333), Comendador Pedro Monteleone (SP-351), José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto (SP-323)

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Ecovias Noroeste Paulista registrou, nas “Operações Especiais de Natal e Ano Novo”, mais de 1,4 milhão de veículos nos 600 quilômetros de rodovias que administra. No Natal foram 719.682, com maior volume no sentido Interior (Norte/Leste), com 369.824 veículos, enquanto para o Litoral (Sul/Oeste) se dirigiram 349.858. No Ano Novo, o tráfego totalizou 683.055 veículos, sendo 328.360 no sentido Interior e 354.695 no do Litoral.

As ações especiais abrangeram o período de 23 a 29 de dezembro de 2025 (Natal) e de 30 de dezembro de 2025 a 5 de janeiro de 2026 (Ano Novo). Foram apurados os trechos das rodovias Washington Luís (SP-310), Brigadeiro Faria Lima (SP-326), Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari, Dr. Mário Gentil (SP-333), Comendador Pedro Monteleone (SP-351), José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto (SP-323).

Atendimentos aos usuários

Ao longo dos períodos, equipes operacionais da concessionária realizaram 1.300 atendimentos – 690 na “Operação Especial de Natal” e 614 na “Operação Especial de Ano Novo”. As principais ocorrências estiveram relacionadas a panes mecânicas, necessidade de remoção de veículos e atendimentos clínicos, situações comuns em períodos de viagens mais longas e tráfego intenso.

Segurança viária

Durante o Natal, foram registrados 34 acidentes, com três vítimas fatais, 41 feridas e 88 pessoas ilesas. No Ano Novo, também foram contabilizados 34 acidentes, com uma vítima fatal, 20 feridas e 61 pessoas ilesas. A concessionária manteve monitoramento integral do sistema, com atuação permanente do Centro de Controle Operacional (CCO), equipes de inspeção de tráfego, ambulâncias e guinchos, garantindo resposta rápida às ocorrências.

Compromisso com o usuário

Durante todo o período das operações especiais, as 20 bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) permaneceram abertas 24 horas, oferecendo estrutura gratuita com água, banheiros feminino, masculino e inclusivo, espaço pet e pontos de recarga para veículos elétricos e híbridos.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Passageiros ficam ilhados em teto de ônibus municipal em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, durante temporal nesta quinta-feira (08)

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Defesa Civil emitiu estado de alerta severo e Itaim Paulista registrou transbordamento no Córrego Três Pontes, na Avenida Marechal Tito

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Na tarde desta quinta-feira, 08 de janeiro de 2026, passageiros ficaram ilhados no teto de um ônibus municipal em Guaianases, na Zona Leste de São Paulo (SP).

Toda a cidade se encontra em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas.

A região do Itaim Paulista permanece em estado de alerta, com registro de transbordamento do Córrego Três Pontes, na altura da Avenida Marechal Tito nº7557.

A Defesa Civil também emitiu alerta severo para chuva forte na Zona Sul da capital paulista e nas cidades de Santo André e São Caetano do Sul, com raios, rajadas de vento e granizo.

Em nota ao Diário do Transporte, a SPTrans (São Paulo Transporte) informou que o ônibus registrado no vídeo acima é gerenciado pela empresa Transunião e atende a linha 3768/10 Vl. Yolanda – CPTM José Bonifácio.

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que, devido à chuva que atinge a cidade nesta quinta-feira (8), um ônibus da Transunião, que operava pela linha 3768/10 Vl. Yolanda – CPTM José Bonifácio, ficou ilhado em um ponto de alagamento na R. Inácio Monteiro, em Cidade Tiradentes. O Corpo de Bombeiros foi acionado para a retirada dos passageiros. Além disso, as linhas que trafegam nas vias a seguir estão com a operação prejudicada.

– Av. Ragueb Chohfi

– R. Prof. Cosme Deodato Tadeu

– Av. dos Metalúrgicos

Confira o comunicado do CGE sobre a situação do clima nesta quinta-feira (08):

“Áreas de chuva vindas do interior começam continuam atuando de forma isolada com forte intensidade na capital paulista. Imagens do radar meteorológico do CGE da Prefeitura de São Paulo, mostram chuva com lento deslocamento e forte intensidade nas Zonas Leste, Sul e Sudeste, principalmente nas subprefeituras de Itaim paulista, Guaianases, Cidade Tiradentes, São Mateus, Itaquera, Mooca, Aricanduva/Formosa, Vila Mariana, Ipiranga, Jabaquara, Santo Amaro e Cidade Ademar. Essas chuvas devem atingir também o Centro e a Zona Oeste.

Há potencial para queda de granizo, rajadas de vento, formação de alagamentos, e queda de árvore na cidade. O tempo segue instável com chuvas variando de intensidade, atuando de forma lenta e isolada até o fim da tarde desta quinta-feira (08)”.

O órgão da prefeitura aponta as seguintes recomendações para amenizar os efeitos dos alagamentos:

– Evite transitar em ruas alagadas;

– Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas;

– Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;

– Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;

– Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas;

– Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) através do número 156 ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Lenda do tênis, Rod Laver se rende a João Fonseca e diz que ficou impressionado com brasileiro: ‘Pode causar muitos estragos’

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Campeão de 11 Grand Slams, o ex-tenista australiano Rod Laver se rendeu às qualidades de João Fonseca. E elogiou bastante o principal expoente do tênis brasileiro.

Em declarações à Laver Cup, a lenda do tênis disse que acompanhou o desempenho de João na última edição da competição que leva o seu nome e disse que está animado para acompanhar o brasileiro na temporada de 2026.

Laver também citou o norte-americano Learner Tien, que é apenas um ano mais velho do que João.

“A próxima geração pode surpreender. Fiquei impressionado com o João Fonseca na Laver Cup”, disse.

“Acho que ele pode causar muitos estragos e parece destemido, assim como o jovem americano Learner Tien.”

Depois de sofrer uma lesão e perder a disputa do ATP 250 de Brisbane, na Austrália, Fonseca se prepara para estar apto para a disputa em Adelaide, antes do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada do tênis.

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Termina greve de ônibus em São José dos Campos (SP) nesta quinta-feira (08)

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Decisão foi tomada em assembleia na tarde. Funcionários da Saens Peña reclamaram de atrasos nos salários e benefícios

ADAMO BAZANI e YURI SENA

Terminou na tarde desta quinta-feira, 08 de janeiro de 2026, a greve de motoristas e demais funcionários da empresa de ônibus Saens Peña, em São José dos Campos (SP), no interior paulista.

A decisão foi tomada em assembleia dos trabalhadores, após a companhia ter depositado os salários e benefícios que, segundo o sindicato da categoria, estavam em atraso.

Com 120 ônibus e 400 funcionários, a Saens Peña atende 34 das 103 linhas de São José dos Campos (SP) transportando 60 mil passageiros diariamente.

Duante a paralisação, a prefeitura remanejou ônibus das duas outras empresas do sistema, a Expresso Maringá e a Joseense.

A administração municipal deve punir com multas a Saens Peña, de acordo com a prefeitura.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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