Festival no Rio de Janeiro conta com programação de 12 a 26 de janeiro
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
A Guanabara, empresa de transporte rodoviário, é parceira oficial do Universo Spanta 2026, festival realizado durante o verão no Rio de Janeiro.
No coração da Marina da Glória, a Guanabara terá no festival um espaço instagramável para o público com o tema: “a única bagagem essencial são as pessoas que levamos com a gente”.
O espaço servirá como ponto de encontro para amigos, famílias e viajantes que desejam registrar e compartilhar o momento nas redes sociais.
Em 2025, a Guanabara investiu mais de R$ 350 milhões em 150 ônibus novos, com configurações variadas. Neste ano, segue realizando viagens do Rio de Janeiro para destinos como Juiz de Fora, Ouro Preto, Mariana, Belo Horizonte, São José dos Campos, Santos, Guarulhos, Brasília, Goiânia e todo o litoral paulista.
O festival Universo Spanta reuniu nas últimas edições mais de 500 mil pessoas e mais de 600 artistas brasileiros marcaram presença.
“Acreditamos que a jornada é tão importante quanto o destino. Patrocinar o Universo Spanta é mais do que apoiar um evento: é participar ativamente das memórias que as pessoas irão construir sobre essa viagem única”, afirma a gestora de marketing da Guanabara, Letícia Pineschi.
Coletivo havia partido da capital Fortaleza e seguia para região de Jijoca de Jericoacoara
VINÍCIUS DE OLIVEIRA
Na manhã desta quinta-feira, 08 de janeiro de 2026, um ônibus da empresa Planetatur Viagens, que transportava cerca de 40 passageiros, tombou na rodovia CE-085, em Paraipaba (CE).
Ao menos sete pessoas ficaram feridas, não houve registro de mortes. A ocorrência foi atendida pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e Corpo de Bombeiros.
Dentre os feridos, quatro foram socorridos ao Hospital de Paraipaba e dois ao Hospital de São Gonçalo do Amarante.
O coletivo havia partido da capital Fortaleza e seguia para a região de Jijoca de Jericoacoara.
Após o atendimento médico no local, a Polícia Rodoviária Estadual permaneceu para gerenciar o fluxo de veículos na rodovia e aguardar a atuação da perícia.
Em sua primeira entrevista coletiva como jogador do Palmeiras, o volante Marlon Freitas explicou sua saída do Botafogo e revelou os motivos de ter aceitado a proposta do Verdão.
Na visão do meio-campista, seu ciclo como atleta alvinegro havia chegado ao fim, o que o motivou a buscar novos ares – apesar da revolta da torcida carioca com sua saída.
Marlon comentou, inclusive, a possibilidade de ser retirado do bandeirão de ídolos do Glorioso com sua ida para o Alviverde, mas se mostrou tranquilo.
“Não foi fácil (deixar o Botafogo). Eu tenho que ser realista e verdadeiro, por tudo, pela história que foi feita, tenho que agradecer ao Botafogo pela oportunidade, faz parte da minha história e não tem como apagar isso”, salientou.
“É uma grande oportunidade na minha carreira, para a minha família, e eu entendi, o Botafogo também, que era um fim de um ciclo vitorioso, de muita luta, muita resiliência também. Não foi fácil pela história, por tudo que foi feito, mas a gente tem que entender que tem um começo, meio e fim”, argumentou.
“Entendi que meu ciclo tinha finalizado ali e o Palmeiras como uma grande equipe confiou no meu trabalho, apresentou o projeto, minha família também decide por mim. Fui muito bem recebido por todos, o Palmeiras tem uma estrutura excelente, e agora é buscar retribuir dentro de campo”, apontou.
“Como eu falei, o ciclo chegou ao fim, é bom deixar claro que o clube também entendeu isso, e agora é uma nova história, e é ter cabeça boa, tranquilidade, eu sei que as pessoas vão falar muitas coisas, mas caráter, respeito pela instituição Botafogo, isso nunca vai faltar da minha parte porque sou muito grato”, seguiu.
“Fiz a escolha certa, estou no lugar certo, porque quero voltar a ganhar, ser protagonista, e tenho certeza que o Marlon e o Palmeiras vai ser um grande casamento”, complementou.
O meio-campista, que vestirá a camisa 27, também soltou risos ao contar o susto que levou ao receber uma ligação do técnico Abel Ferreira antes de finalizar seu acerto com o Palmeiras.
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Procurado por outros clubes, Marlon Freitas explica escolha pelo Palmeiras: ‘Vim por isso’
Jogador foi apresentado na tarde desta quinta-feira (8)
“Já tinha uma conversa com a diretoria do Palmeiras, e, quando estava num estágio avançado, o Abel me mandou uma mensagem, tomei um susto quando vi (risos). Ele deu um boa tarde e não respondeu mais… Teve um probleminha lá da negociação entre Palmeiras e Botafogo, mas aí quando tudo se resolveu ele me ligou de vídeo, a gente conversou”, relatou.
“Ele é um grande treinador, muito vitorioso, estar aqui é uma grande oportunidade para mim, ele é um cara com uma história muito grande aqui dentro do Palmeiras e tenho certeza que ele vai me potencializar muito”, continuou.
“Estou de mente aberta aqui, buscando minha melhor versão, talvez a minha versão dos últimos três anos não vai ser suficiente para honrar a camisa do Palmeiras, eu tenho que melhorar em muitos aspectos, mas eu tenho certeza que o Palmeiras confiou em mim e vou dar grandes resultados aqui com essa camisa”, acrescentou.
A insistência do comandante português, aliás, foi decisiva para o acerto final entre todas as partes, já que o atleta possuía ofertas de outros times.
A estrutura do Alviverde também pesou a favor do “sim” dado pelo meio-campista.
“Tive, sim, procura de outros clubes, mas junto com a minha família, meus empresários que estão aqui, a gente escolheu o Palmeiras por tudo, estrutura, a confiança, a conversa foi muito boa, essa confiança no trabalho é fundamental e eu sei que posso ajudar e vou ajudar muito”, disse.
“Nós entendemos que era o momento de mudança, não é toda hora que o Palmeiras quer um jogador, quer contratar um jogador, e o Palmeiras me escolheu”, observou
Será camisa 5 ou camisa 8?
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Vai jogar como 5 ou 8? Marlon Freitas revela em qual posição deve atuar no Palmeiras
Jogador foi apresentado na tarde desta quinta-feira (8)
Na coletiva, Marlon Freitas também foi perguntado se será um “camisa 5”, mais recuado, ou um “camisa 8”, mais adiantado, na equipe alviverde.
O meio-campista se colocou à disposição para atuar em qualquer posição, mas ressaltou que ainda terá uma conversa mais completa com Abel sobre o tema.
“Ainda não conversamos [Marlon Freitas e Abel Ferreira] sobre isso, mas eu consigo fazer tanto de primeiro quanto de segundo volante, hoje o futebol mudou muito já há alguns anos, o 8 está virando o 10, o 10está virando um 8, então eu tenho essa facilidade e meu intuito aqui é ajudar meus companheiros e o clube”, assegurou.
“É uma temporada de grandes desafios e que tenho certeza que vai ser vitoriosa. Não vejo problema em jogar de 5 ou de 8, vai depender do mister Abel e a filosofia de jogo, as ideias. Ele dá muita liberdade para o atleta e isso é muito bom”, finalizou.
Joint venture aguarda uma autorização do CADE que vai dar o parecer sobre se a BusCo representa no eixo Rio de Janeiro/São Paulo concentração de mercado ou não
ADAMO BAZANI
O Grupo JCA, que detém empresas de ônibus como Viação Cometa, Auto Viação 1001, Catarinense, Rápido Ribeirão Preto e Expresso do Sul, anunciou nesta quinta-feira, 08 de janeiro de 2026, que foi concluída a parceria entre sua plataforma de vendas Outlet de Passagens e a BusCo, uma joint-venture entre JCA e a Viação Águia Branca, do Espírito Santo.
Com isso, de acordo com o comunicado, a BusCo também passa a fazer parte da plataforma digital de venda de passagens rodoviárias criada pelo Grupo JCA, que trabalha com a operação de “tarifas opacas”, modelo pelo qual o passageiro escolhe o destino e a faixa de horário, mas a confirmação da empresa e do horário exato ocorre após a compra.
Isso permite que as operadoras de ônibus distribuam melhor a demanda entre os veículos, privilegiando os mais vazios e determinando os horários de partidas disponíveis dentro das faixas horárias selecionadas pelos passageiros que, em troca, pagam preços menores.
Com esta parceria entre as duas plataformas, segundo o Grupo JCA, foram ampliadas as rotas disponíveis neste modelo de compra de passagens.
“Com a chegada da BusCo, o Outlet de Passagens passa a contar com bilhetes promocionais em rotas envolvendo cidades como Vitória, no Espírito Santo, Teixeira de Freitas, na Bahia, Juiz de Fora e Governador Valadares, em Minas Gerais, entre outras, expandindo a abrangência da plataforma pelo território nacional. Pelo site do Outlet de Passagens, a BusCo soma suas ofertas às das marcas Catarinense, Cometa, 1001, Expresso do Sul e Rápido Ribeirão, todas do Grupo JCA, além de wemobi, Planalto, Teresópolis e Grupo Guanabara.” – diz a nota.
O Outlet de Passagens foi criado em 2020 pelo Grupo JCA e, desde então, já vendeu mais de 400 mil bilhetes. A parceria nova com a BusCo, de acordo com o Grupo JCA, representa a décima empresa a integrar o modelo de compras de “tarifas opacas”.
Na mesma nota, o diretor geral do Outlet de Passagens, Daniel Limena, diz que a estratégia de vendas de passagens por meio deste tipo de tarifas tem se expandido.
“O Outlet de Passagens está em um momento de expansão estratégica, buscando integrações que consolidam a plataforma como um distribuidor digital essencial para o setor rodoviário. A parceria com a BusCo vem para ampliar as ofertas disponíveis aos passageiros e reforçar o papel da tecnologia como vetor de transformação da mobilidade no país. É a inovação e a eficiência a serviço da população”, disse
LIBERAÇÃO DO CADE:
Como mostrou o Diário do Transporte, em entrevista exclusiva com o presidente do Grupo JCA, Gustavo Rodrigues, ao repórter Adamo Bazani, a BusCo (JCA + Águia Branca) incorporou operações da wemobi e ÁguiaFlex e é considerado exemplo contra “clanditech” (aplicativos de ônibus que não são regulares)
Na ocasião, Rodrigues também disse que a joint venture aguardava uma autorização do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), do Ministério da Justiça, que vai dar o parecer sobre se a BusCo representa no eixo Rio de Janeiro/São Paulo concentração de mercado ou não.
Enquanto isso, as duas marcas continuam, tanto ÁguiaFlex como wemobi.
Relembre:
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Foto: Vagner Santos/Divulgação Prefeitura Municipal de Cotia
Valor do transporte coletivo municipal segue sem reajuste no início do ano; último aumento ocorreu em janeiro de 2023
YURI SENA
A Prefeitura de Cotia informou que não haverá reajuste na tarifa do transporte coletivo municipal neste início de ano. O valor do bilhete permanece congelado em R$ 5,30 e é aplicado às 32 linhas que operam dentro do município.
O último aumento da passagem ocorreu em janeiro de 2023, quando a tarifa foi reajustada de R$ 5,00 para o valor atual. Desde então, o preço vem sendo mantido sem alterações, mesmo diante dos aumentos nos custos operacionais do sistema.
Paralelamente à manutenção da tarifa, a administração municipal estuda a realização de uma nova licitação para o transporte coletivo da cidade. De acordo com o prefeito Welington Formiga, o objetivo é modernizar o sistema e oferecer um serviço mais humanizado à população.
Entre as melhorias avaliadas estão a implantação de tecnologias como internet Wi-Fi, veículos com ar-condicionado e maior espaço e acessibilidade para idosos e pessoas com deficiência.
A prefeitura também analisa a possibilidade de adotar a Tarifa Zero aos finais de semana, como forma de ampliar o acesso da população ao transporte público.
Iniciativa percorre mais de 900 km da ferrovia entre Minas Gerais e Espírito Santo e envolve jovens moradores na preservação da memória ferroviária por meio da fotografia e do audiovisual. Vale e ANTT apoiam
ALEXANDRE PELEGI
A memória ferroviária é uma ferramenta essencial para aproximar a juventude brasileira da história do país e do papel estruturante do transporte ferroviário no desenvolvimento nacional. Durante décadas, os trens foram responsáveis por integrar regiões, impulsionar economias locais, organizar o crescimento das cidades e permitir a circulação de pessoas e mercadorias em longas distâncias. Com o tempo, porém, as ferrovias perderam espaço nas políticas públicas, sofreram descontinuidade de investimentos e foram gradualmente afastadas do cotidiano da população, especialmente das novas gerações. Resgatar essa memória, por meio da educação, da cultura e do olhar dos jovens, ajuda a compreender não apenas o passado ferroviário do Brasil, mas também a importância de recolocar os trilhos no centro do debate sobre mobilidade, integração territorial e desenvolvimento sustentável.
A Estrada de Ferro Vitória a Minas como eixo de conexão territorial
É nesse contexto que as linhas da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), implantadas no início do século XX, passam a ser palco de um processo de ressignificação cultural e territorial que se estenderá até 2028. O Projeto Estação propõe olhar a ferrovia para além da infraestrutura, tratando os trilhos como eixo de memória, identidade e conexão entre comunidades de Minas Gerais e do Espírito Santo ao longo de aproximadamente 905 quilômetros.
A iniciativa utiliza fotografia e produção audiovisual como instrumentos de preservação do patrimônio ferroviário imaterial, reunindo moradores das cidades atravessadas pela ferrovia — especialmente jovens entre 16 e 25 anos — em atividades formativas e artísticas. O projeto é realizado pela Horus Planejamento e Gestão, com apoio da Vale e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Em menos de um ano de execução, o programa já mobilizou cerca de 80 jovens mineiros, que passaram por formação técnica e artística antes de registrar histórias, paisagens, marcos arquitetônicos e personagens ligados à ferrovia. Entre os municípios contemplados na primeira etapa estão Belo Horizonte, Barão de Cocais, Rio Piracicaba, João Monlevade, Itabira, Nova Era e Antônio Dias, totalizando um percurso inicial de aproximadamente 172 quilômetros. Paralelamente, o projeto mapeou e visitou outros 44 pontos ao longo do território mineiro.
Trilhos, cidades e personagens da ferrovia
Desde a implantação dos trilhos, em 1904, o traçado Vitória–Minas tem sido determinante para a ocupação urbana, o desenvolvimento industrial e a formação social das cidades que o cercam. No Projeto Estação, essa trajetória histórica é revisitada a partir do olhar contemporâneo da juventude local, com registros feitos majoritariamente por meio de smartphones. Ao todo, foram produzidas 240 fotografias, que deram origem a sete instalações artísticas espalhadas por escolas, praças, estações ferroviárias e equipamentos culturais.
Entre os espaços que receberam as intervenções estão áreas como o interior da Estação Ferroviária Central, no centro de Belo Horizonte, muros de escolas públicas, praças municipais e estruturas urbanas em cidades como Barão de Cocais. As obras transformaram locais de circulação cotidiana em pontos de reflexão sobre a presença da ferrovia no território e na vida das comunidades.
Além da dimensão artística, o projeto também destaca personagens reais que construíram sua história profissional e pessoal ao redor da ferrovia. Fotografias e depoimentos de ex-maquinistas, ferroviários e trabalhadores do sistema Vitória–Minas ajudam a preservar narrativas que, muitas vezes, não estão registradas em documentos oficiais, mas fazem parte da memória viva das cidades.
Um dos últimos trens de passageiros de longa distância do Brasil
A Estrada de Ferro Vitória a Minas é uma das poucas ferrovias brasileiras que mantêm transporte regular de passageiros de longa distância. O serviço liga Belo Horizonte (MG) ao litoral de Vitória (ES), próximo ao Porto de Tubarão, e transporta cerca de três mil passageiros por dia. Na última década, mais de oito milhões de pessoas utilizaram o trem, que segue sendo um eixo relevante de mobilidade regional e integração territorial.
Para a ANTT, iniciativas como o Projeto Estação reforçam a compreensão da ferrovia como um ativo que vai além da logística e do transporte de cargas e passageiros. A preservação da memória ferroviária é vista como parte de um compromisso com um transporte mais humano, conectado às realidades locais e integrado ao desenvolvimento social e cultural dos territórios atravessados pelos trilhos.
Nos próximos três anos, o Projeto Estação prevê a expansão das atividades para ao menos outras 23 comunidades ao longo do eixo Vitória–Minas. Estão previstas novas exposições físicas, ampliação da galeria virtual e a continuidade das ações formativas, com o objetivo de democratizar o acesso à fotografia e ao audiovisual e fortalecer uma rede cultural associada à ferrovia.
Ao aproximar juventude, território e memória, o projeto contribui para recolocar a ferrovia no imaginário coletivo brasileiro — não apenas como herança do passado, mas como elemento essencial para pensar o futuro da mobilidade, da integração regional e do desenvolvimento sustentável do país.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes
Obras afetam acessos à avenida Mauá e ao Corredor Humanitário e devem ser concluídas até sexta-feira (9)
YURI SENA
Teve início nesta quarta-feira (7) a requalificação do pavimento asfáltico das rampas de acesso à avenida Mauá e ao Corredor Humanitário, pela avenida Castelo Branco, uma das principais vias de entrada de Porto Alegre (RS). Os serviços são executados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSurb).
Nesta primeira etapa, as equipes realizam a fresagem do revestimento asfáltico — processo que consiste na retirada da camada antiga — na rampa de acesso ao Corredor Humanitário. Na sequência, o mesmo procedimento será feito no acesso à avenida Mauá. Após a conclusão dessa fase, será aplicada uma nova camada de asfalto nos dois trechos.
Durante a execução das obras, o trânsito opera em meia pista, o que pode causar lentidão na região. A previsão é de que os trabalhos sejam finalizados até a sexta-feira (9), dependendo das condições climáticas.
A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) orienta os motoristas a utilizarem rotas alternativas e, sempre que possível, evitarem o acesso pela avenida Castelo Branco durante o período das intervenções.
Devido ao estreitamento na rampa de acesso ao Corredor Humanitário, em direção ao túnel da Conceição, quem vem da ponte do Guaíba deve optar pela avenida Sertório, acessando a avenida Farrapos à direita.
Para os condutores que trafegam pela BR-448, a recomendação é seguir pela BR-290 (Freeway), no sentido litoral, e acessar a avenida dos Estados em direção ao Aeroporto Salgado Filho. A partir desse ponto, é possível seguir tanto para a Terceira Perimetral — com acesso às zonas Sul e Leste — quanto pela avenida Farrapos, em direção ao Centro.
Já os motoristas que chegam do litoral pela BR-290 (Freeway) devem utilizar a avenida dos Estados ou acessar a cidade pela avenida Assis Brasil, com chegada ao Aeroporto Salgado Filho pelo prolongamento da avenida Severo Dullius, na Zona Norte.
Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo, disse recentemente que seu clube será o único grande do país que não irá se transformar em uma SAF até 2029.
Mas, em 2026, quando ainda praticamente metade dos grandes do país não têm dono, o Flamengo já é o “clube mais SAF” do Brasil.
As decisões na Gávea, muitas antipáticas, são tomadas com a lógica empresarial e responsável que deveriam ser a obrigação de qualquer time que tenha se transformado em SAF, mas que não é o caso em tantos que já seguiram esse caminho.
Diminuir investimento no futebol feminino. Acabar com esportes olímpicos, como fez recentemente com a canoagem.
Tudo isso parece, e até é, mesquinho para um clube que fatura mais de R$ 2 bilhões por ano.
Mas, para Bap e sua diretoria, o Flamengo foi feito para ser dominante no futebol, e para fazer isso o clube precisa aumentar receitas, diminuir despesas no que para eles é secundário e montar um esquadrão no futebol masculino.
A favor do clube conta também o seu estatuto, que faz o que todos deveriam fazer ao apontar que seus cartolas irão pagar com seus bens pessoais em caso de administrações temerárias.
O Flamengo, ainda propriedade de seus sócios, resolveu ser administrado como se fosse uma SAF e consagrou a máxima que “futebol é negócio”.
Benefício está previsto na Lei Orgânica Municipal desde 2020, mas nunca foi regulamentado pela Prefeitura
YURI SENA
O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) ajuizou, nesta quarta-feira (7), uma ação civil pública (ACP) para obrigar a Prefeitura de Manaus a regulamentar o transporte público gratuito para pais, tutores e responsáveis legais de pessoas com deficiência (PcDs). O direito está previsto na Lei Orgânica Municipal de Manaus (Loman) desde agosto de 2020, mas, até o momento, não foi efetivado.
A ação foi proposta pela 42ª Promotoria de Justiça da Defesa dos Direitos Humanos da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência (Prodhid), após sucessivas tentativas de resolução administrativa sem sucesso. Desde 2023, o MPAM realizou reuniões, expediu recomendações e estabeleceu prazos ao Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) e à administração municipal, sem que houvesse a adoção de medidas concretas.
Durante a apuração, o Ministério Público constatou que o município não criou uma carteira de isenção para os beneficiários nem integrou o direito ao sistema de transporte coletivo. Em manifestações oficiais, o IMMU reconheceu a inexistência de cadastro e afirmou que ainda precisaria realizar estudos para definir critérios, sem apresentar cronograma ou solução efetiva, mesmo após o vencimento do último prazo, em 30 de junho de 2025.
Para o promotor de Justiça Vitor Moreira da Fonsêca, responsável pela ação, a judicialização tornou-se necessária para assegurar o cumprimento da legislação municipal. Segundo ele, a iniciativa busca garantir que a isenção tarifária alcance, de forma efetiva, os familiares, tutores ou representantes legais das pessoas com deficiência, como instrumento de inclusão social, dignidade e acesso a direitos fundamentais.
Na ação, o MPAM pede que a Justiça determine a regulamentação do benefício no prazo de até 30 dias. Em caso de descumprimento, é solicitada a aplicação de multa diária de R$ 10 mil aos réus.
Ato da Secretaria dos Transportes Metropolitanos detalha a composição do grupo técnico criado para revisar e integrar informações sobre ônibus, trens e metrô na Região Metropolitana
ALEXANDRE PELEGI
O Governo do Estado de São Paulo deu mais um passo formal no processo de atualização do mapa do transporte público da Região Metropolitana de São Paulo. Resolução publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira, 08 de janeiro de 2025, designa os membros titulares e suplentes do comitê técnico responsável por revisar e manter atualizado o mapa que reúne informações sobre ônibus metropolitanos, trens da CPTM e linhas do Metrô.
A medida está prevista na Resolução STM nº 01, de 6 de janeiro de 2026, que regulamenta a composição do colegiado instituído anteriormente por resolução conjunta e marca o início efetivo dos trabalhos do grupo, agora com representantes oficialmente nomeados.
O comitê foi criado no âmbito da Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) em conjunto com a Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) e reúne ainda a ARTESP, a CPTM e o Metrô de São Paulo.
Atualização deixa de ser pontual e passa a ter estrutura permanente
A criação do comitê técnico representa uma mudança relevante na forma como o mapa metropolitano é tratado pelo poder público. Até hoje, as atualizações ocorriam de maneira pontual, geralmente associadas à inauguração de novas linhas, extensões ou estações, sem um fluxo institucional contínuo.
Com o novo modelo, o mapa passa a ter governança definida, permitindo revisões periódicas e também atualizações extraordinárias sempre que houver mudanças relevantes na rede, como novas integrações, alterações operacionais ou expansão de serviços.
A coordenação dos trabalhos ficará sob responsabilidade da STM, cabendo ao representante suplente assumir em casos de ausência ou impedimento do titular. As atribuições do grupo seguem as diretrizes já estabelecidas na resolução conjunta que criou o comitê.
Por que o mapa é estratégico para o transporte público
Mais do que um material gráfico, o mapa do transporte público é uma ferramenta central de comunicação com o passageiro. Ele sintetiza, em um diagrama, uma rede complexa que envolve diferentes modais, operadores e formas de integração, permitindo ao usuário planejar deslocamentos com mais segurança e previsibilidade.
Na Região Metropolitana de São Paulo, o mapa integrado começou a ganhar forma a partir da expansão do Metrô e, principalmente, da integração com a CPTM nos anos 1990. Desde então, a rede cresceu de forma significativa, com novas linhas, extensões, terminais e conexões que nem sempre foram incorporadas de maneira clara e padronizada nas versões disponíveis ao público.
A iniciativa do governo estadual busca justamente corrigir distorções, padronizar informações e refletir com maior precisão a configuração atual da rede, além de criar uma base institucional para acompanhar sua evolução futura.
Expectativa é melhorar experiência do usuário e apoiar o planejamento
Com os membros oficialmente designados, o comitê passa agora à fase operacional. Entre os objetivos esperados estão a melhoria da experiência do passageiro, a redução de informações desatualizadas e o fortalecimento do mapa como instrumento de apoio ao planejamento e à formulação de políticas públicas de mobilidade.
A proposta também dialoga com o avanço das plataformas digitais, permitindo que o mapa atualizado seja incorporado a aplicativos, painéis informativos e materiais de comunicação nas estações, sempre com maior consistência entre os diferentes modais.
A Resolução STM nº 01/2026 entrou em vigor na data de sua publicação, consolidando institucionalmente o grupo responsável por uma das principais ferramentas de orientação do transporte público da Grande São Paulo.
Membros designados para o Comitê de Atualização do Mapa do Transporte Metropolitano
Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) Titular: Graciele Keri Bellini – Assessora Executiva da Coordenadoria de Planejamento e Gestão Suplente: Tamara Crioruska Tarasiuk – Arquiteta da Coordenadoria de Planejamento e Gestão
Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) Titular: Adriana Cristina Bertoletti Barbosa Franco – Diretora de Gestão de Parcerias em Transportes Suplente: Marcelo Bastos Gonçalves Ferreira – Assessor Especial III
Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) Titular: Santi Ferri – Gerente de Inovação de Engenharia Digital Suplente: Renan Dantas – Assessor Especial
Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) Titular: Franz Everardo Passos Proglhof Junior – Analista de Comunicação Social da Gerência de Marketing Suplente: Francis Regis da Silva – Assessor da Diretoria II
Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) Titular: Rafael Barreto Gatti – Supervisor II da Coordenadoria de Experiência do Passageiro Suplente: Leonardo Assis Lenharo – Supervisor III da Coordenadoria de Planejamento de Estações
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes