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Ônibus elétricos chineses podem ter acessos e controle remotos da China e Reino Unido avança em investigação sobre segurança cibernética

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Em novembro, caso foi revelado. Agora, em janeiro de 2026, autoridades acenderam alerta para possíveis brechas. Pequim e fabricante dizem que são feitas apenas atualizações, mas admitem que possuem gestão de dados

ADAMO BAZANI

O Reino Unido avança numa investigação internacional que envolve ônibus elétricos chineses.

Em outubro de 2025, a imprensa europeia revelou que 300 ônibus elétricos da fabricante chinesa Yutong, que integram a frota da Ruter, autoridade de transportes de Oslo, capital da Noruega, poderiam ter funções controladas da China, como desligamento de baterias, partida, frenagem, além de acesso a dados de operacionais.

Desde então, uma investigação do Departamento de Transportes e do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC) do Reino Unido foi aberta e houve avanços divulgados já neste início de janeiro de 2026.

Segundo as autoridades, os coletivos poderiam sim ter até o funcionamento bloqueado da China e de lá, os dados de operação destes veículos, como quilometragem percorrida e até mesmo rotas poderiam ser acessados pelos chineses.

Logo que descobriu a vulnerabilidade, a gestora pública e operadora Ruter retirou os chips 4Gs dos ônibus elétricos de Oslo, que tem um plano de emissões zero pelos coletivos até 2030.

Segundo o novo relatório, “especialistas descobriram vulnerabilidades em uma plataforma chinesa de atualização de software que tem a Yutong entre seus clientes. As vulnerabilidades foram relatadas ao fornecedor da plataforma e já foram corrigidas”.

Os resultados das autoridades de investigação de cibersegurança confirmaram dados de uma bateria de testes realizada pela Ruter, que comparou um ônibus elétrico Yutong novo e um holandês VDL, com três anos de uso.

“O ônibus chinês da Yutong possui capacidade para atualizações de software autônomas OTA (Over The Air). Isso significa que o fabricante tem acesso digital direto a cada ônibus individual para atualizações de software e diagnósticos. O acesso ao sistema de controle da bateria e da fonte de alimentação é feito via rede móvel através de um cartão SIM romeno. Em teoria, portanto, este barramento pode ser parado ou inutilizado pelo fabricante. Há um baixo grau de integração entre os sistemas no barramento e existe apenas uma saída para as funcionalidades críticas do barramento. Isso facilita o seu isolamento do contato com o mundo externo. Também podemos atrasar os sinais para o barramento, de forma a obter informações sobre as atualizações enviadas antes que cheguem ao barramento. Tais mecanismos já estão sendo implementados” revelou nota da Ruter, na ocasião.

As chamadas atualizações remotas (over-the-air) são um recurso comum em veículos modernos, incluindo carros, caminhões e ônibus fabricados no Reino Unido, nos EUA, na Europa e na China.

Mas os especialistas do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC) do Reino Unido, no novo relatório, acenderam o alerta com base nos ônibus comprados para a Noruega: “as atualizações remotas (over-the-air) para carros podem representar uma ameaça à segurança ou à privacidade , seja por parte de um estado hostil ou de grupos criminosos”.

Nem a empresa operadora dos ônibus e nem o NCSC constaram que a Yutong ou qualquer acesso da China tentaram interferir no funcionamento dos coletivos e não há sinais de dados copiados ou baixados sobre a circulação nas linhas.

Mesmo assim, desde a descoberta, a Ruter disse que tomou uma série de medidas:

  • Estabelecer requisitos de segurança ainda mais rigorosos em futuras aquisições.
  • Desenvolver firewalls que garantam o controle local e protejam contra-ataques cibernéticos.
  • Colaborar com as autoridades nacionais e locais na definição de requisitos claros de cibersegurança.
  • Aproveitar uma janela de oportunidade tecnológica antes que a próxima geração de ônibus se torne mais integrada e mais difícil de proteger.

“Após esses testes, a Ruter passa da preocupação ao conhecimento concreto sobre como podemos incorporar sistemas de segurança que nos protejam contra atividades indesejadas ou invasões dos sistemas de computador do ônibus”, afirmou, em nota, o CEO da Rute, Bernt Reitan Jenssen.

Segundo a Ruter, as câmeras de vigilância dos ônibus não são conectadas à internet e não há risco de geração e gravação remota das imagens dos passageiros e dos funcionários.

A Yutong, por meio de nota, garantiu que cumpre rigorosamente as leis, regulamentos e normas da indústria aplicáveis ​​nos locais onde seus veículos operam, mas admitiu que remotamente tem sim acesso aso dados gerados pelos ônibus.

A empresa acrescentou: “Esses dados são usados ​​exclusivamente para manutenção, otimização e melhoria relacionadas aos veículos, visando atender às necessidades de serviço pós-venda dos clientes. Os dados são protegidos por criptografia de armazenamento e medidas de controle de acesso. Ninguém tem permissão para acessar ou visualizar esses dados sem a autorização do cliente. A Yutong cumpre rigorosamente as leis e regulamentações de proteção de dados da UE.”

Segundo a fabricante, tecnicamente é impossível inutilizar os veículos a distância.

O Governo Chinês também garantiu que não há controle operacional dos veículos feitos a partir do País e que as atualizações em questão são feitas pela indústria automotiva do mundo todo, inclusive europeia e norte americana.

Na vizinha Dinamarca, a empresa de transportes “Movia” afirmou que já revê as avaliações de risco relacionadas à segurança cibernética e à possível espionagem em ônibus regulares, bem como possíveis medidas para prevenir ataques de hackers, uso indevido de dados e riscos de paralisação dos veículos.

A Movia afirmou que as autoridades dinamarquesas não haviam sinalizado nenhum caso de desativação de ônibus, mas que estava buscando maneiras de eliminar vulnerabilidades.

As novas descobertas, segundo a nota, foram apresentadas na conferência de tráfego InformNorden por consultores da Universidade do Sudeste da Noruega e mostraram que nem um hacker nem o fornecedor conseguiram assumir o controle do ônibus.

“É importante ressaltar também que os consultores seniores noruegueses afirmaram que este não é um problema exclusivo dos ônibus chineses, mas sim um problema que afeta todos os tipos de veículos e dispositivos com esse tipo de eletrônica integrada”, disse a Movia em nota à imprensa internacional.

Especialistas em indústria automotiva dizem que esses riscos de vulnerabilidade de segurança cibernética  não podem ser atribuídos à origem do produto, mas sim à inovação tecnológica introduzida nas novas gerações de ônibus, que agora incorporam atualizações OTA (over-the-air). Isso se aplica não apenas aos modelos Yutong, mas também a outros ônibus modernos, já que os recursos OTA também foram introduzidos no novo Mercedes-Benz eIntouro, por exemplo.

Apesar dos ajustes feitos pela Ruter, na Noruega; das medidas anunciadas pela Movia, na Dinamarca; das garantias da Yutong e do Governo Chinês e das ponderações feitas pelos especialistas, as autoridades de segurança cibernética, no novo relatório mantiveram a preocupação e o alerta, o que repercute em cobranças, inclusive no campo da política.

O deputado trabalhista por Falkirk, Euan Stainbank, instou os ministros do Reino Unido a avaliarem os riscos dos ônibus elétricos fabricados na China.

“Está cada vez mais claro que a quantidade de ônibus elétricos fabricados na China que circulam nas estradas do Reino Unido pode representar um risco à segurança nacional, já que os fornecedores podem ser capazes de acessar e explorar remotamente os sistemas de controle dos veículos enquanto eles estão em trânsito”, disse à imprensa do Reino Unido.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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A gangorra entre brasileiros de City e Chelsea meses antes da Copa do Mundo e o que assistir no Disney+

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Neste domingo (4), no Etihad Stadium, com transmissão ao vivo do Disney+ a partir das 14h30 (de Brasília), Manchester City e Chelsea entram em campo pela Premier League. Fora a disputa pelos pontos, a partida coloca em evidência a situação de dois brasileiros que sonham com uma vaga na Copa do Mundo de 2026.

Do lado dos Citizens está Savinho, enquanto Estêvão é o representante dos Blues. Faltando seis meses para o Mundial, cada um possui um status diferente no planejamento de Carlo Ancelotti.

O primeiro a desembarcar na Inglaterra foi Savinho. Revelado pelo Atlético-MG, o atacante foi negociado com o Troyes, da França, que pertence ao City Football Group, e deslanchou rapidamente na Europa.

Após ser emprestado ao PSV, da Holanda, Savinho foi novamente cedido, desta vez ao Girona, e foi o grande destaque do clube espanhol, que se classificou de forma inédita para a Champions League na temporada 2024/25.

O bom desempenho rendeu uma transferência em definitivo para o City e também uma oportunidade com Dorival Júnior na seleção brasileira, com o atacante nos holofotes.

Entretanto, o tempo mudou totalmente o panorama de Savinho. Na atual temporada, o brasileiro só foi titular em 10 dos 23 jogos que disputou pelo City e registrou dois gols e ainda duas assistências, perdendo assim espaço com Pep Guardiola, apesar dos recentes elogios do técnico espanhol ao seu desempenho no clube.

Uma minutagem bem inferior aos 48 jogos (36 como titular), com três gols e 11 assistências, que teve na primeira temporada na Inglaterra.

As chances na seleção foram junto com Dorival, demitido em março de 2025. Desde a chegada de Carlo Ancelotti, Savinho não foi mais convocado, o que pode comprometer uma possível ida à Copa.

Estêvão, por sua vez, vive momento diferente. O brasileiro desembarcou na Europa logo após o Mundial de Clubes pelo Palmeiras e se juntou ao Chelsea assim que completou 18 anos.

Convocado por Dorival no fim de 2024, a joia não foi lembrada pelo técnico no ano seguinte, mas com Ancelotti assumindo o cargo, o panorama mudou, e Estêvão se tornou peça-chave do italiano.

No seu clube, o atacante vem recebendo oportunidades, incluindo na Champions, e já caiu nas graças da torcida do clube londrino.

Em 23 jogos (11 como titular), Estêvão anotou cinco gols – um deles na Liga dos Campeões – e ainda uma assistência. Hoje, o camisa 41 dos Blues está à frente de Savinho na briga por uma presença na lista final para a Copa deste ano.


Mais Premier League, Real Madrid em LALIGA e NFL!

O domingo está repleto de outras atrações com transmissão do Disney+!

A partir das 3h (de Brasília), você acompanha as emoções da primeira rodada do ATP 250 de Brisbane, na Austrália, torneio que marca a estreia de João Fonseca na temporada de 2026 do tênis.

Ainda pela Premier League, o Manchester United visita o Leeds United, a partir das 9h30 (de Brasília). Já às 12h, o Liverpool encara o Fulham, em Londres, e o Tottenham recebe o Sunderland na capital inglesa.

Em LALIGA, o Real Madrid recebe o Real Betis no Santiago Bernabéu. A bola rola a partir de 12h15. Às 17h, o Atlético de Madrid visita a Real Sociedad no País Basco.

Você também confere as emoções do Campeonato Italiano, com Lazio x Napoli, às 8h30, e Inter de Milão x Bologna, às 16h45.

Fechando o dia, tem rodada dupla da NFL, com Indianapolis Colts x Houston Texans, às 15h, seguido por Los Angeles Chargers x Denver Broncos, às 18h25.

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Seahawks vencem os 49ers e garantem primeiro lugar da Conferência Nacional na NFL

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Tudo definido na NFC Oeste. Em um dos jogos mais aguardados da Semana 18, o Seattle Seahawks venceu o San Francisco 49ers por 13 a 3 e garantiu o primeiro lugar geral da Conferência Nacional na NFL.

A partida era crucial para saber qual equipe teria uma ‘folga’ durante a disputa do wild card a partir da próxima semana. Já garantidos nos playoffs, ambos os times tinham a chance de terminar a primeira fase com a primeira seed da conferência, necessitando apenas de uma vitória simples.

Agora, os Seahawks, com campanha de 14-3, vão direto para o divisional round, a segunda rodada dos playoffs da NFL. Enquanto os 49ers, que ficaram com campanha 12-5, ainda podem cair para a seed 6, a depender dos outros resultados, e vão jogar o wild card na semana que vem.

Em campo, o time de Seattle dominou desde o início. Logo na segunda campanha da equipe, Sam Darnold encontrou Zach Charbonnet, que partiu em disparada numa corrida de 27 jardas, escapando das tentativas de tackles dos 49ers para marcar o único touchdown do jogo.

Na sequência, um field goal para cada lado, ainda no primeiro tempo, e só. O placar ficou zerado no restante da partida, apesar do amplo domínio dos Seahawks, que desperdiçaram muitas chances de aumentar o placar.

Os cruzamentos dos playoffs, porém, ainda não estão definidos e dependem dos jogos de domingo e segunda-feira, finalizando a temporada regular da NFL.

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Bucs vencem os Panthers em jogo tenso e campeão da NFC Sul da NFL será decidido por rivais eliminados

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O Tampa Bay Buccaneers venceu o Carolina Panthers por 16 a 14, neste sábado (3), em Tampa, na Flórida, e agora ambos esperam o confronto entre os eliminados New Orleans Saints e Atlanta Falcons, no domingo (4), para descobrirem quem será o campeão da NFC Sul.

Se os Saints vencerem ou empatarem com os Falcons, quem fica com o título da divisão é o Buccaneers. Se isso ocorrer, será a primeira vez que um time conquista cinco títulos consecutivos de divisão desde 2002.

Se o resultado for o contrário, e o time de Atlanta vencer a equipe de New Orleans, quem conquista a NFC Sul é os Panthers, que voltaria aos playoffs da NFL depois de oito anos.

Quem conquistar a divisão neste domingo, enquanto assiste aos Saints e Falcons duelarem pela televisão, será mandante na rodada de Wild Card dos playoffs.

Ex-Panthers, Baker Mayfield liderou os Bucs passando para 203 jardas. Logo na primeira campanha, o quarterback marcou o touchdown em um passe de 18 jardas para Cade Otton.

Na comemoração, provocou com uma espécie de “estou aqui”. No total, completou 16 de 22 passes e correu 31 jardas. Jacob Parrish, novato na defesa dos Buccaneers, foi destaque com uma interceptação em cima de Bryce Young.

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Diesel já está mais caro com novas alíquotas do ICMS, o que vai pressionar custos operacionais de ônibus em todo o Brasil

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Setor calcula necessidade de ajustes em investimentos, já que elevação não está computada nos reajustes tarifários que estão sendo aplicados. Fretamento e rodoviários preocupados em absorver impactos. Gasolina e gás de cozinha estão mais caros também

ADAMO BAZANI

O setor de transportes coletivos faz os cálculos dos impactos da elevação do preço do óleo diesel, em vigor desde quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, com as novas alíquotas do ICMS, que foram para R$ 1,57 por litro de gasolina; R$ 1,17 por litro de diesel; e R$ 1,47 por quilo do gás de cozinha. O aumento do imposto foi de R$ 0,10 por litro de gasolina; de R$ 0,05 por litro de diesel; e de R$ 0,08 por quilo de gás de cozinha.

Como fica ICMS com aumento nos combustíveis

ICMS 2025 2026 Variação %
Gasolina (L) R$ 1,47 R$ 1,57 6,8%
Diesel e biodiesel (L) R$ 1,12 R$ 1,17 4,4%
Gás de cozinha (por KG) R$ 1,39 R$ 1,47 5,7%

O diesel é o segundo maior componente dos custos operacionais de ônibus, ficando atrás apenas de mão de obra.

Em alguns sistemas, os Estados já têm de planos de criar compensações ou reduções da incidência do tributo para o transporte urbano e metropolitano. Porém, na maior parte destes estudos para reduzir os impactos da elevação do ICMS, os segmentos rodoviários regulares e de fretamento estão excluídos.

Em todos os segmentos, porém, as empresas consideram rever investimentos dependendo dos impactos.

No caso dos urbanos e metropolitanos, os aumentos de tarifas e subsídios não consideram estes novos valores de 2026, uma vez que os cálculos se baseiam, na maior parte dos modelos tarifários por todo o País, nos custos apurados no ano anterior ao aumento. Ou seja, os reajustes das tarifas são para recompor as perdas.

Já para os ônibus de fretamento e os rodoviários, a questão é a competitividade. Ambos os segmentos sofrem concorrência direta de outros serviços, como aplicativos, avião ou mesmo a opção de grupos se reunirem em caronas e dividirem os custos da viagem.

Elevar preços de passagens rodoviárias ou dos contratos de fretamento nem sempre pode ser a melhor estratégia. Como não “dinheiro não nasce em árvore”, se não é possível repassar todos os custos e se a decisão for absorver parte ou integralmente este impacto, logo, para compensar, o caminho pode ser reduzir investimentos ou margem de lucro (que, no fundo, também diminui planos de expansões e melhorias).

Para o segmento de cargas, as estimativas também não são as melhores. Deve haver repasses nos valores dos fretes. Como o transporte de bens e produção no Brasil é majoritariamente rodoviário, estes repasses devem impactar nos preços dos produtos consumidos pelas famílias brasileiras, desde os mais simples para subsistência, como alimentos e remédios, até os bens duráveis e semiduráveis de maior valor agregado.

Mas, diante da competitividade de alguns segmentos de cargas, a estimativa é de que os repasses também não sejam integrais, com as transportadoras absorvendo parte dos custos do aumento.

Com muito menos margem de manobra de negociação com as distribuidoras de combustíveis e tendo de abastecer em postos ao consumidor das rodovias, os caminhoneiros autônomos devem ser o que vão mais sentir a elevação dos preços do diesel, o que pode interferir até mesmo nos planos de manutenção e renovação de frota, que já está envelhecida entre esta categoria, o que, indiretamente, é um agravante até na segurança nas estradas.

O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal, o Comsefaz, explica que medida que resultou em alíquotas mais altas atende à legislação que simplificou a cobrança de um valor fixo por litro ou por quilo válido para todo o país, que deve ser atualizado anualmente.

Ainda de acordo com a entidade, o modelo atual de alíquota resulta em perdas de arrecadação para estados e municípios diante da elevação de preços.

O comitê ainda diz que a lei aprovada pelo Congresso em 2022 restringe a autonomia dos estados, além de incentivar o consumo de combustíveis fosseis.

O Comsefaz diz ainda que, no primeiro ano de aplicação da lei, os estados tiveram perdas fiscais que superaram R$ 100 bilhões ao ano.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Artesp aumenta tarifa da taxa de embarque ônibus seletivos que param dentro do Terminal Rodoviário do Tietê

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Cobrança é acrescentada ao valor da passagem e passa a vigorar a partir de 06 de janeiro de 2026

ADAMO BAZANI

Embarcar nos ônibus intermunicipais metropolitanos gerenciados pela Artesp no Terminal Rodoviário Tietê, na zona Norte da capital paulista, também fica mais caro a partir de terça-feira, 06 de janeiro de 2026.

O valor passa de R$ 2,60 para R$ 2,70.

A cobrança é acrescentada ao valor da passagem.

Além dos ônibus executivos que seguem para os aeroportos, param nas plataformas do Tietê outros serviços considerados de linhas metropolitanas seletivas (veículos do tipo rodoviário, mas que possuem pintura EMTU-Artesp).

Como mostrou o Diário do Transporte em primeira mão, a Artesp, agência que regula os transportes no Estado de São Paulo, divulgou nesta sexta-feira (02), os valores das tarifas de ônibus na Grande São Paulo, regiões de Campinas, Sorocaba, Vale do Paraíba/Litoral Norte e Baixada Santista.

Tarifas de ônibus intermunicipais sobem na Grande São Paulo, Baixada Santista, regiões de Campinas, Sorocaba e Vale do Paraíba/Litoral Norte – VEJA OS VALORES

Reajustes ocorrem a partir de 06 de janeiro de 2026 para o sistema metropolitano Artesp (Ex-EMTU). Preços variam de acordo com a extensão e dos tipos de linhas

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A partir de 06 de janeiro de 2026, ficam mais caras as tarifas de ônibus intermunicipais metropolitanos na Grande São Paulo, Baixada Santista, regiões de Campinas, Sorocaba e Vale do Paraíba. Isso incluiu os ônibus e trólebus no Corredor ABD e o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) no Litoral Sul.

Os reajustes serão aplicados nas linhas gerenciadas pela Artesp que eram de responsabilidade da EMTU.

Em primeira-mão, o Diário do Transporte já havia mostrado o reajuste na Grande São Paulo – TODOS OS DETALHES VOCÊ VÊ ACESSANDO ESTE LINK:

Os aumentos médios, segundo o Governo de São Paulo, são de 3,85%.

Os valores variam de acordo com a extensão das linhas e dos tipos de ônibus, se são comuns ou seletivos.

GRANDE SÃO PAULO:

Todas as linhas metropolitanas de ônibus terão aumento.

As comuns terão preços entre R$ 4,15 e R$ 12 e as seletivas entre R$ 9,05 e R$ 30,65, dependendo da extensão do trajeto e da área operacional.

Nos ônibus e trólebus do Corredor Metropolitano ABD, que liga cidades do ABC Paulista às zonas Sul e Leste da capital, a tarifa fica R$ 0,30 mais cara e passa de R$ 6,05 para R$ 6,35. A integração entre este corredor e os ônibus municipais nos terminais São Mateus (São Paulo), Piraporinha e Diadema (Diadema) passa de R$ 1,35 para R$ 1,40.

As tarifas dos ônibus dos serviços para ao aeroportos de Guarulhos e Congonhas aumentam também.

Têm reajustes as integrações entre ônibus metropolitanos e sistemas de trilhos, como nas estações Grajaú, Campo Limpo e Capão Redondo da linha 5-Lilás, em Rio Grande da Serra com a linha 10-Turquesa da CPTM e no Terminal Sacomã entre Linhas do ABC e o Expresso Tiradentes da SPTrans.

As linhas seletivas vão para R$ 68,05.

A linha comum também tem reajuste e passa para R$ 8,35, é a ligação Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Estação Tatuapé do Metrô).

BAIXADA SANTISTA

Na Baixada Santista, as tarifas do sistema de ônibus metropolitanos operado pela BR Mobilidade ficam, a partir de 06 de janeiro de 2026, entre R$ 4,20 e R$ 16,80 entre as linhas comuns e entre R$ 8,25 e R$ 35,80, nos seletivos, dependendo da extensão dos itinerários.

A tarifa do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) vai para R$ 5,60 e a tarifa integrada do VLT com o Sistema Municipal de Ônibus de Santos para R$ 6,00.

REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS:

Na Região Metropolitana de Campinas, no interior de São Paulo, as tarifas de ônibus intermunicipais metropolitanos ficam, a partir de 06 de janeiro de 2026, entre R$ 5,85 e R$ 13,20 nas linhas comuns, e entre R$ 5,85 e R$ 24,90 nas linhas seletivas, dependendo da extensão dos trajetos.

No corredor Metropolitano de ônibus da região, as tarifas mudam de acordo com os eixos percorridos e a partir de 06 de janeiro de 2026 foram estipuladas da seguinte maneira:

Hortolândia / Campinas – R$ 6,50

Valinhos / Vinhedo / Campinas – R$ 6,50

Jaguariúna / Campinas – R$ 8,10

Monte Mor / Hortolândia / Campinas – R$ 6,70

Paulínia / Sumaré / Campinas –R$ 6,70

Americana / Nova Odessa / Sumaré – R$ 6,15

VALE DO PARAÍBA/LITORAL NORTE

As tarifas de ônibus intermunicipais metropolitanos ficam, a partir de 06 de janeiro de 2026, no Vale do Paraíba e Litoral Norte da seguinte forma:

Linhas Comuns: Variam entre R$ 4,55 e R$ 15,00

Linhas Comuns Litorâneas: Variam entre R$ 4,80 e R$ 16,25

Linhas Seletivas: Variam entre R$ 8,15 e R$ 60,25

Linhas Seletivas Litorâneas: Variam entre R$ 10,25 e R$ 71,85

REGIÃO METROPOLITANA DE SOROCABA:

Na Região Metropolitana de Sorocaba, no interior paulista, as tarifas de ônibus, a partir de 06 de janeiro de 2026, ficam entre R$ 5,55 e R$ 27,35 para as linhas comuns, dependendo da extensão dos trajetos.

Já para as linhas seletivas (ônibus com características de rodoviários), os valores variam entre R$ 7,90 e R$ 34,40.

VEJA TODOS OS ANEXOS E FAIXAS TARIFÁRIAS:

BAIXADA SANTISTA

 

CAMPINAS

 

VALE DO PARAÍBA

 

SOROCABA

MATÉRIAS ANTERIORES SOBRE GRANDE SÃO PAULO, CAPITAL, TRILHOS, INTEGRAÇÕES E ALGUNS MUNICIPAIS:

Tarifa dos trólebus e ônibus (Corredor ABD) vai para R$ 6,35, a partir de 06 de janeiro de 2026. Valores de mais linhas intermunicipais foram divulgados, como os executivos para os aeroportos e os integrados

Segundo Governo do Estado, índice de reajuste é de 3,85%. No dia 06 também aumentam tarifas dos ônibus municipais da capital Paulista (SPTrans), metrô, trem, monotrilho e ônibus em Mauá e Ribeirão Pires

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A Artesp, agência que regula os transportes no Estado de São Paulo e que assumiu as atribuições da EMTU, divulgou nesta sexta-feira, 02 de janeiro de 2026, as novas tarifas dos ônibus intermunicipais metropolitanos, que têm reajuste no dia 06 de janeiro de 2026.

Todas as linhas metropolitanas de ônibus terão aumento.

As comuns terão preços entre R$ 4,15 e R$ 12 e as seletivas entre R$ 9,05 e R$ 30,65, dependendo da extensão do trajeto e da área operacional.

Nos ônibus e trólebus do Corredor Metropolitano ABD, a passagem vai de R$ 6,05 para R$ 6,35. As tarifas dos ônibus dos serviços para os aeroportos de Guarulhos e Congonhas. aumentam também, assim como as integrações entre ônibus metropolitanos e sistemas de trilhos, como nas estações Grajaú, Campo Limpo e Capão Redondo da linha 5-Lilás, em Rio Grande da Serra com a linha 10-Turquesa da CPTM e no Terminal Sacomã entre Linhas do ABC e o Expresso Tiradentes da SPTrans.

As linhas circulares intermunicipais que ligam as cidades de Cotia, Osasco, Itapevi e Jandira e as que vão para R$ 7,05; R$ 7,70; R$ 8,10 e R$ 8,75, dependendo do itinerário.

VEJA TODAS AS PRINCIPAIS:

CORREDOR METROPOLITANO ABD:

Nos ônibus e trólebus do Corredor Metropolitano ABD, que liga cidades do ABC Paulista às zonas Sul e Leste da capital, a tarifa fica R$ 0,30 mais cara e passa de R$ 6,05 para R$ 6,35. A integração entre este corredor e os ônibus municipais nos terminais São Mateus (São Paulo), Piraporinha e Diadema (Diadema) passa de R$ 1,35 para R$ 1,40.

O Corredor Metropolitano ABD é operado pela empresa NEXT Mobilidade, transporta 290 mil passageiros por dia e tem 45 km, sendo 12 km entre a cidade de Diadema e a região do Brooklin, na zona Sul da capital paulista, e 33 km entre o bairro de São Mateus, na zona Leste da capital, ao Jabaquara, na zona Sul, passando pelas cidades de Santo André, Mauá (Terminal Sônia Maria), São Bernardo do Campo e Diadema.

AEROPORTOS:

As tarifas dos ônibus dos serviços para ao aeroportos de Guarulhos e Congonhas aumentam também.

As linhas seletivas vão para R$ 68,05. São elas:

Linhas Seletivas

Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) -São Paulo (Aeroporto de Congonhas);

Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Circuito dos Hotéis); e

Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Terminal Rodoviário Barra Funda) via Terminal Rodoviário Tietê.

A linha comum também tem reajuste e passa para R$ 8,35, é a ligação Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Estação Tatuapé do Metrô).

Os vouchers comprados antes do aumento têm validade pelo preço sem reajuste por 30 dias

INTEGRADAS:

As tarifas integradas dos ônibus metropolitanos de São Paulo também sofrem reajustes a partir de 06 de janeiro de 2026.

Veja os novos valores:

Rio Grande da Serra

Bilhete Integrado Metropolitano (Linha 10 Turquesa) x Ônibus Intermunicipal na Estação de Rio Grande da Serra – R$ 9,05

Nas estações Capão Redondo e Campo Limpo (Linha 5 Lilás).

As Tarifas no sentido Ônibus x Metrô vão para R$ 5,40, R$ 6,40 ou R$ 7,20 dependendo da linha.

Há também integrações em Campo Limpo que ficam mais caras no sentido Ônibus X Metrô, valendo entre R$ 1 e R$ 1,80.

Grajaú

No Terminal Grajaú, sobem para R$ 6,30 as tarifas integradas entre a SPTrans, da capital paulista; e as linhas metropolitanas 12 – Embu-Guaçu (Cipó) – São Paulo (Terminal Grajaú) e– Embu-Guaçu (Chácara Flórida) – São Paulo (Terminal Grajaú), via Embu-Guaçu (Cipó e Granjinha), operadas pelo Consórcio Intervias

Terminal Sacomã- Expresso Tiradentes x Linhas do ABC

As passagens de ônibus intermunicipais do ABC que se integram com o Expresso Tiradentes no Terminal Sacomã também ficam mais caras a partir de 06 de janeiro de 2026 e ficam entre R$ 6,45; R$ 7,10; R$ 7,70; R$ 9,20 e R$ 9,40, dependendo da linha

Circulares na região de Osasco

As linhas circulares intermunicipais que ligam as cidades de Cotia, Osasco, Itapevi e Jandira e as que vão para R$ 7,05; R$ 7,70; R$ 8,10 e R$ 8,75, dependendo do itinerário

OUTROS SISTEMAS:

No dia 05 de janeiro de 2025, vão ser reajustadas as tarifas dos ônibus de Osasco e região.

No dia 06 também aumentam tarifas dos ônibus municipais da capital Paulista (SPTrans), metrô, trem, monotrilho e ônibus em Mauá e Ribeirão Pires.

Na quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, aumentaram as tarifas as cidades de Guarulhos, Itaquaquecetuba, Rio Grande da Serra e Arujá.

Cidades como Poá, Santo André e São Bernardo do Campo anunciaram congelamento das tarifas.

VEJA A RELAÇÃO COMPLETA:

Quem já reajustou:

GUARULHOS: Em Guarulhos, o valor da passagem foi de R$ 5,10 para R$ 6,20 em todas as modalidades de pagamento.

RIO GRANDE DA SERRA: Em Rio Grande da Serra, a tarifa de ônibus subiu de R$ 5 para R$ 5,50, também para todas as modalidades.

ARUJÁ: Em Arujá, o valor da tarifa aumentou de R$ 5,50 para R$ 6,00 a partir desta quinta (1°).

ITAQUAQUECETUBA: Em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, ficou mais caro também andar de ônibus a partir desta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026.

Os valores variam de acordo com a forma de pagamento e são os seguintes:

Bilhete eletrônico Viaja Fácil: De R$ 5,80 para R$ R$ 6,00

Dinheiro: De R$ 6 para R$ 6,30

Vale-transporte: De R$ 6,80 para R$ 7,10

Estudantes: De R$ 2,90 para R$ 3,00

O decreto com a publicação oficial é o número 8659 e foi assinado pelo prefeito Eduardo Boigues Queiroz

Quem vai reajustar:

05 de janeiro de 2026:

OSASCO E REGIÃO: As tarifas do transporte coletivo por ônibus serão reajustadas em municípios da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (SP) a partir de 5 de janeiro de 2026. O aumento será de 5,2%, passando de R$ 5,80 para R$ 6,10, e atinge os sistemas municipais integrantes do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE).

O novo valor será aplicado nos serviços de transporte coletivo dos municípios de Osasco (SP), Barueri (SP), Carapicuíba (SP), Jandira (SP) e Itapevi (SP), que fazem parte do consórcio.

06 de janeiro de 2026:

CAPITAL PAULISTA E TRANSPORTES METROPOLITANOS:

A partir de 06 de janeiro de 2026, andar de metrô, trem, monotrilho e ônibus intermunicipais metropolitanos fica mais caro na Grande São Paulo. Também aumenta o valor da passagem dos ônibus municipais da capital paulista.

No caso da tarifa básica do sistema de trilhos, o valor passa de R$ 5,20 para R$ 5,40 e dos ônibus municipais gerenciados pela SPTrans (São Paulo Transporte) passa de R$ 5 para R$ 5,30.

Carregar antes do aumento garante valor sem reajuste por seis meses

Mas atenção, também haverá reajuste nas tarifas integradas entre ônibus municipais da capital paulista e o sistema de trilhos, no vale-transporte pago aos trabalhadores pelos empregadores e as modalidades temporais do Bilhete Único, como “Mensal”, por exemplo.

No caso da integração entre ônibus e trilhos, o valor passa para R$ 9,38.

O Vale-Transporte dos trabalhadores vai de R$ 5,49 para R$ 5,82 no caso de uso somente nos ônibus do sistema da SPTrans.

Já o Vale-Transporte Integrado entre Trilhos e Ônibus passa a ser de R$ 11,32.

O Bilhete Único Mensal com uso somente nos ônibus passa de R$ 242,95 para R$ 257,53. Com uso somente nos trilhos o valor irá para R$ 262,43 e, no caso da integração Ônibus e Trilhos, vai para R$ 411,13

Também há aumentos no valor básico e integrado nas modalidades 24 h e semanal dos bilhetes (ver tabelas abaixo)

O Bilhete do Madrugador, que é para quem usa trens das 4h às 5h35; e o metrô e monotrilho de 4h40 às 6h15, passa para R$ 4,78 na modalidade comum; R$ 5,30 para o vale-transporte e R$ 120,18, integrado.

Os bilhetes fidelidades de oito, 20 e 50 viagens ficam mais caros também, indo para R$ 40; R$ 97,20 e R$ 234.

Os ônibus metropolitanos, assim como os trólebus do Corredor Metropolitano ABD, também ficam mais caros, na ordem de 3,85%. Os valores variam de acordo com as linhas

VEJA AS TABELAS:

 

ABC PAULISTA

Mauá:

Aumenta a tarifa a partir de 06 de janeiro de 2026

Operadora de Transportes: Suzantur

Valores:

Cartão SIM (do transporte da cidade) – De R$ 4,60 para R$ 4,90

Dinheiro: De R$ 5,50 para R$ 5,90

Vale-Transporte dos trabalhadores: De R$ 7,00 para R$ 7,50

Ribeirão Pires:

Aumenta a tarifa a partir de 06 de janeiro de 2026

Operadora de Transportes: Suzantur

Valores:

Bilhetagem Eletrônica: De R$ 5,40 para 5,70

Dinheiro: R$ 6,00 para R$ 6,40

Vale-Transporte (Empresas): R$ 7,00 para R$ 7,50

 

NÃO VÃO TER REAJUSTE

Santo André:

Permanece congelada

Operadoras de Transportes: Lote 01 (Consórcio União Santo André: Viação Guaianazes, Viação Curuçá, Viação Vaz e ETURSA – Empresa de Transportes Urbanos e Rodoviários de Santo André) e Lote 02 (Suzantur)

Valores:

Dinheiro/Bilhetagem Eletrônica/Cartão Bancário: R$ 5,90

Vale-Transporte pago pelos empregadores:  R$ 7,25, salvo decisões judiciais específicas que determinaram valor igual à tarifa comum.

São Bernardo do Campo:

Permanece congelada

Operadora de Transportes: BR 7 Mobilidade

Valor:

R$ 5,95 para todas as modalidades de pagamento

São Caetano do Sul:

Operadora de Transportes: Vipe (Viação Padre Eustáquio)

Tarifa zero todos os dias, mas em 2026 pretende limitar a gratuidade somente a moradores da cidade.

Diversas cidades ainda devem definir os valores.

DICAS PARA ADIAR OS IMPACTOS DOS REAJUSTES NO BOLSO:

Para quem foi afetado pelo aumento, há dicas para reduzir os impactos iniciais dos reajustes

Se não dá para escapar dos aumentos, é possível pelo menos minimizar ou adiar o peso no bolso.

Uma dica é comprar os créditos antes do reajuste.

Mas atenção: se o sistema debita do cartão de transporte por viagem, vale a pena, afinal já está comprada esta viagem. É o caso do Bilhete Único nos ônibus municipais da capital paulista (SPTrans), trens e metrô.

Porém, se o débito do saldo for de acordo com o valor da passagem, não vale a pena porque vai descontar o que é cobrado no momento de passar a catraca. É o caso do Cartão TOP nos ônibus intermunicipais da Grande São Paulo.

Observe também a validade dos créditos pelo desconto do valor comprado antes do reajuste.

No caso do Bilhete Único de São Paulo, se a compra for feita até o dia anterior à data do aumento, vai ser descontado pelo valor sem reajuste por seis meses.

Mas no caso de alguns bilhetes municipais de cidades vizinhas a capital, como no ABC e em regiões como Osasco, Guarulhos e Mogi das Cruzes, por exemplo, este período de desconto pelo valor sem reajuste é de um mês apenas após a data do aumento.

Se a cidade ou sistema de transportes tiver modalidades específicas como “Fidelidade”, “24 Horas”, “Semanal”, “Mensal”, etc; pode ser interessante.

Aí, é necessário fazer contas. Veja qual sua frequência de uso do transporte e se oi desconto vale a pena.

Um exemplo. Já com aumento, a modalidade Mensal do Bilhete Único dos ônibus da cidade de São Paulo vai para R$ 257,53. A taifa comum unitária, já com aumento, vai para R$ 5,30. Então divida R$ 257,53 por R$ 5,30. Isso dá 48,59…Ou seja, vale a pena a modalidade mensal, caso você passar pela catraca 49 vezes ou mais por mês. Considerando um dia “normal” que, em média a pessoa passa duas vezes, ida e volta, são 20 dias no mês, praticamente, uma semana de segunda-feira a sexta-feira. Se você faz a escala 6 por 1, por exemplo, e trabalha de sábado, ou usa o ônibus outras ocasiões no dia, como para compras, tratamento médico, atividades religiosas, passeios, etc, vale a pena o Mensal.

Planeja a viagem é outra dica legal. É possível definir rotas que aproveitem melhor as integrações possíveis.

CONFIRA OS VALORES DA CAPITAL E METROPOLITANO JÁ COM REAJUSTES E AS INTEGRAÇÕES:

A partir de 06 de janeiro de 2026, andar de metrô, trem, monotrilho e ônibus intermunicipais metropolitanos fica mais caro na Grande São Paulo. Também aumenta o valor da passagem dos ônibus municipais da capital paulista.

No caso da tarifa básica do sistema de trilhos, o valor passa de R$ 5,20 para R$ 5,40 e dos ônibus municipais gerenciados pela SPTrans (São Paulo Transporte) passa de R$ 5 para R$ 5,30.

Carregar antes do aumento garante valor sem reajuste por seis meses

Mas atenção, também haverá reajuste nas tarifas integradas entre ônibus municipais da capital paulista e o sistema de trilhos, no vale-transporte pago aos trabalhadores pelos empregadores e as modalidades temporais do Bilhete Único, como “Mensal”, por exemplo.

No caso da integração entre ônibus e trilhos, o valor passa para R$ 9,38.

O Vale-Transporte dos trabalhadores vai de R$ 5,49 para R$ 5,82 no caso de uso somente nos ônibus do sistema da SPTrans.

Já o Vale-Transporte Integrado entre Trilhos e Ônibus passa a ser de R$ 11,32.

O Bilhete Único Mensal com uso somente nos ônibus passa de R$ 242,95 para R$ 257,53. Com uso somente nos trilhos o valor irá para R$ 262,43 e, no caso da integração Ônibus e Trilhos, vai para R$ 411,13

Também há aumentos no valor básico e integrado nas modalidades 24 h e semanal dos bilhetes (ver tabelas abaixo)

O Bilhete do Madrugador, que é para quem usa trens das 4h às 5h35; e o metrô e monotrilho de 4h40 às 6h15, passa para R$ 4,78 na modalidade comum; R$ 5,30 para o vale-transporte e R$ 120,18, integrado.

Os bilhetes fidelidades de oito, 20 e 50 viagens ficam mais caros também, indo para R$ 40; R$ 97,20 e R$ 234.

Os ônibus metropolitanos, assim como os trólebus do Corredor Metropolitano ABD, também ficam mais caros, na ordem de 3,85%. Os valores variam de acordo com as linhas.

ADAMO BAZANI, JORNALISTA ESPECIALZIADO EM TRANSPORTES

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Incêndio destrói ônibus rodoviário na rodovia MT-358, em Tangará da Serra (MT), na madrugada deste sábado (03)

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Corpo de Bombeiros extinguiu as chamas e informou que não houve feridos

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Na madrugada deste sábado, 03 de janeiro de 2026, um ônibus rodoviário pegou fogo e foi destruído na rodovia MT-358, em Tangará da Serra (MT).

O coletivo transportava cerca de 40 passageiros, nenhum deles sofreu ferimentos, segundo informações do Corpo de Bombeiros.

O órgão de segurança pública informou que foi acionado por um dos funcionários da empresa que gerencia o veículo.

Agentes da concessionária que administra o trecho da rodovia permaneceram no local após as chamas serem extintas para manutenção da sinalização e remoção do ônibus.

As causas do incêndio seguem sob investigação das autoridades locais.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Taxa de fiscalização da Artesp sobre ônibus metropolitanos (Resege) tem reajuste a partir do dia 06 de janeiro de 2026 e pode chegar até R$ 5,7 mil por veículo

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Pagamentos devem ser mensais. Valores variam de acordo com o tipo de coletivo e são incididos nos sistemas do Vale do Paraíba-Litoral Norte e Sorocaba e região

ADAMO BAZANI

As empresas de ônibus no Estado de São Paulo vão pagar mais para a Artesp, agência que regulas os transportes, pela fiscalização e gerenciamento do sistema de transportes intermunicipais metropolitanos.

O reajuste se dá em conjunto com o aumento das tarifas e vai ser aplicado já a partir da próxima terça-feira, 06 de janeiro de 2026.

Trata-se da Resege (Receita dos Serviços de Gerenciamento e Fiscalização) cobrada em regiões onde as viações atuam como permissionárias e não como concessionárias.

Os pagamentos devem ser mensais.

Essa cobrança incide atualmente no sistema de ônibus intermunicipais no Vale do Paraíba/Litoral Norte e na região metropolitana de Sorocaba.

Os valores variam de acordo com o tipo de ônibus e podem pesar significativamente nos custos dos transportes.

No caso do Vale do Paraíba/Litoral Norte vão de R$ 405,49 para micro-ônibus de até 15 lugares até R$ 5,7mil para modelos rodoviários usados em serviços seletivos. Ou seja, se a empresa, por exemplo, tem 10 ônibus seletivos na frota, por mês são R$ 57 mil para a Artesp fazer o trabalho de fiscalização e gerenciamento. E, habitualmente, as viações possuem quantidades bem maiores de veículos.

Um ônibus convencional, tipo que compõe a maior parte da frota, paga todos os meses no Vale do Paraíba e Litoral Norte, R$ 1.170,61.

Já em Sorocaba e região, as empresas por mês vão desembolsar entre R$ 684,32 e R$ 4 mil.

Os modelos do tipo convencional, também a maior que é usada, R$ 2.043,97

Uma empresa que possui 50 ônibus, só de Resege paga 102,1 mil por mês.

Multiplicando isso pelos 12 meses do ano, o valor chega a R$ 1,2 milhão por ano, o suficiente para praticamente comprar dois ônibus básicos 0 km.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Panthers e 49ers abrem fim de semana decisivo da NFL; SIGA AO VIVO

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Tarifa dos trólebus e ônibus (Corredor ABD) sobe para R$ 6,35 a partir de 06 de janeiro de 2026; valores de mais linhas intermunicipais foram divulgados, como os executivos para os aeroportos e os integrados

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Segundo Governo do Estado, índice de reajuste é de 3,85%. No dia 06 também aumentam tarifas dos ônibus municipais da capital Paulista (SPTrans), metrô, trem, monotrilho e ônibus em Mauá e Ribeirão Pires

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A Artesp, agência que regula os transportes no Estado de São Paulo e que assumiu as atribuições da EMTU, divulgou nesta sexta-feira, 02 de janeiro de 2026, as novas tarifas dos ônibus intermunicipais metropolitanos, que têm reajuste no dia 06 de janeiro de 2026.

Todas as linhas metropolitanas de ônibus terão aumento.

As comuns terão preços entre R$ 4,15 e R$ 12 e as seletivas entre R$ 9,05 e R$ 30,65, dependendo da extensão do trajeto e da área operacional.

Nos ônibus e trólebus do Corredor Metropolitano ABD, a passagem vai de R$ 6,05 para R$ 6,35. As tarifas dos ônibus dos serviços para os aeroportos de Guarulhos e Congonhas. aumentam também, assim como as integrações entre ônibus metropolitanos e sistemas de trilhos, como nas estações Grajaú, Campo Limpo e Capão Redondo da linha 5-Lilás, em Rio Grande da Serra com a linha 10-Turquesa da CPTM e no Terminal Sacomã entre Linhas do ABC e o Expresso Tiradentes da SPTrans.

As linhas circulares intermunicipais que ligam as cidades de Cotia, Osasco, Itapevi e Jandira e as que vão para R$ 7,05; R$ 7,70; R$ 8,10 e R$ 8,75, dependendo do itinerário.

VEJA TODAS AS PRINCIPAIS:

CORREDOR METROPOLITANO ABD:

Nos ônibus e trólebus do Corredor Metropolitano ABD, que liga cidades do ABC Paulista às zonas Sul e Leste da capital, a tarifa fica R$ 0,30 mais cara e passa de R$ 6,05 para R$ 6,35. A integração entre este corredor e os ônibus municipais nos terminais São Mateus (São Paulo), Piraporinha e Diadema (Diadema) passa de R$ 1,35 para R$ 1,40.

O Corredor Metropolitano ABD é operado pela empresa NEXT Mobilidade, transporta 290 mil passageiros por dia e tem 45 km, sendo 12 km entre a cidade de Diadema e a região do Brooklin, na zona Sul da capital paulista, e 33 km entre o bairro de São Mateus, na zona Leste da capital, ao Jabaquara, na zona Sul, passando pelas cidades de Santo André, Mauá (Terminal Sônia Maria), São Bernardo do Campo e Diadema.

AEROPORTOS:

As tarifas dos ônibus dos serviços para ao aeroportos de Guarulhos e Congonhas aumentam também.

As linhas seletivas vão para R$ 68,05. São elas:

Linhas Seletivas

Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) -São Paulo (Aeroporto de Congonhas);

Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Circuito dos Hotéis); e

Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Terminal Rodoviário Barra Funda) via Terminal Rodoviário Tietê.

A linha comum também tem reajuste e passa para R$ 8,35, é a ligação Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo) – São Paulo (Estação Tatuapé do Metrô).

Os vouchers comprados antes do aumento têm validade pelo preço sem reajuste por 30 dias

INTEGRADAS:

As tarifas integradas dos ônibus metropolitanos de São Paulo também sofrem reajustes a partir de 06 de janeiro de 2026.

Veja os novos valores:

Rio Grande da Serra

Bilhete Integrado Metropolitano (Linha 10 Turquesa) x Ônibus Intermunicipal na Estação de Rio Grande da Serra – R$ 9,05

Nas estações Capão Redondo e Campo Limpo (Linha 5 Lilás).

As Tarifas no sentido Ônibus x Metrô vão para R$ 5,40, R$ 6,40 ou R$ 7,20 dependendo da linha.

Há também integrações em Campo Limpo que ficam mais caras no sentido Ônibus X Metrô, valendo entre R$ 1 e R$ 1,80.

Grajaú

No Terminal Grajaú, sobem para R$ 6,30 as tarifas integradas entre a SPTrans, da capital paulista; e as linhas metropolitanas 12 – Embu-Guaçu (Cipó) – São Paulo (Terminal Grajaú) e– Embu-Guaçu (Chácara Flórida) – São Paulo (Terminal Grajaú), via Embu-Guaçu (Cipó e Granjinha), operadas pelo Consórcio Intervias

Terminal Sacomã- Expresso Tiradentes x Linhas do ABC

As passagens de ônibus intermunicipais do ABC que se integram com o Expresso Tiradentes no Terminal Sacomã também ficam mais caras a partir de 06 de janeiro de 2026 e ficam entre R$ 6,45; R$ 7,10; R$ 7,70; R$ 9,20 e R$ 9,40, dependendo da linha

Circulares na região de Osasco

As linhas circulares intermunicipais que ligam as cidades de Cotia, Osasco, Itapevi e Jandira e as que vão para R$ 7,05; R$ 7,70; R$ 8,10 e R$ 8,75, dependendo do itinerário

OUTROS SISTEMAS:

No dia 05 de janeiro de 2025, vão ser reajustadas as tarifas dos ônibus de Osasco e região.

No dia 06 também aumentam tarifas dos ônibus municipais da capital Paulista (SPTrans), metrô, trem, monotrilho e ônibus em Mauá e Ribeirão Pires.

Na quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, aumentaram as tarifas as cidades de Guarulhos, Itaquaquecetuba, Rio Grande da Serra e Arujá.

Cidades como Poá, Santo André e São Bernardo do Campo anunciaram congelamento das tarifas.

VEJA A RELAÇÃO COMPLETA:

Quem já reajustou:

GUARULHOS: Em Guarulhos, o valor da passagem foi de R$ 5,10 para R$ 6,20 em todas as modalidades de pagamento.

RIO GRANDE DA SERRA: Em Rio Grande da Serra, a tarifa de ônibus subiu de R$ 5 para R$ 5,50, também para todas as modalidades.

ARUJÁ: Em Arujá, o valor da tarifa aumentou de R$ 5,50 para R$ 6,00 a partir desta quinta (1°).

ITAQUAQUECETUBA: Em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, ficou mais caro também andar de ônibus a partir desta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026.

Os valores variam de acordo com a forma de pagamento e são os seguintes:

Bilhete eletrônico Viaja Fácil: De R$ 5,80 para R$ R$ 6,00

Dinheiro: De R$ 6 para R$ 6,30

Vale-transporte: De R$ 6,80 para R$ 7,10

Estudantes: De R$ 2,90 para R$ 3,00

O decreto com a publicação oficial é o número 8659 e foi assinado pelo prefeito Eduardo Boigues Queiroz

Quem vai reajustar:

05 de janeiro de 2026:

OSASCO E REGIÃO: As tarifas do transporte coletivo por ônibus serão reajustadas em municípios da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (SP) a partir de 5 de janeiro de 2026. O aumento será de 5,2%, passando de R$ 5,80 para R$ 6,10, e atinge os sistemas municipais integrantes do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE).

O novo valor será aplicado nos serviços de transporte coletivo dos municípios de Osasco (SP), Barueri (SP), Carapicuíba (SP), Jandira (SP) e Itapevi (SP), que fazem parte do consórcio.

06 de janeiro de 2026:

CAPITAL PAULISTA E TRANSPORTES METROPOLITANOS:

A partir de 06 de janeiro de 2026, andar de metrô, trem, monotrilho e ônibus intermunicipais metropolitanos fica mais caro na Grande São Paulo. Também aumenta o valor da passagem dos ônibus municipais da capital paulista.

No caso da tarifa básica do sistema de trilhos, o valor passa de R$ 5,20 para R$ 5,40 e dos ônibus municipais gerenciados pela SPTrans (São Paulo Transporte) passa de R$ 5 para R$ 5,30.

Carregar antes do aumento garante valor sem reajuste por seis meses

Mas atenção, também haverá reajuste nas tarifas integradas entre ônibus municipais da capital paulista e o sistema de trilhos, no vale-transporte pago aos trabalhadores pelos empregadores e as modalidades temporais do Bilhete Único, como “Mensal”, por exemplo.

No caso da integração entre ônibus e trilhos, o valor passa para R$ 9,38.

O Vale-Transporte dos trabalhadores vai de R$ 5,49 para R$ 5,82 no caso de uso somente nos ônibus do sistema da SPTrans.

Já o Vale-Transporte Integrado entre Trilhos e Ônibus passa a ser de R$ 11,32.

O Bilhete Único Mensal com uso somente nos ônibus passa de R$ 242,95 para R$ 257,53. Com uso somente nos trilhos o valor irá para R$ 262,43 e, no caso da integração Ônibus e Trilhos, vai para R$ 411,13

Também há aumentos no valor básico e integrado nas modalidades 24 h e semanal dos bilhetes (ver tabelas abaixo)

O Bilhete do Madrugador, que é para quem usa trens das 4h às 5h35; e o metrô e monotrilho de 4h40 às 6h15, passa para R$ 4,78 na modalidade comum; R$ 5,30 para o vale-transporte e R$ 120,18, integrado.

Os bilhetes fidelidades de oito, 20 e 50 viagens ficam mais caros também, indo para R$ 40; R$ 97,20 e R$ 234.

Os ônibus metropolitanos, assim como os trólebus do Corredor Metropolitano ABD, também ficam mais caros, na ordem de 3,85%. Os valores variam de acordo com as linhas

VEJA AS TABELAS:

 

ABC PAULISTA

Mauá:

Aumenta a tarifa a partir de 06 de janeiro de 2026

Operadora de Transportes: Suzantur

Valores:

Cartão SIM (do transporte da cidade) – De R$ 4,60 para R$ 4,90

Dinheiro: De R$ 5,50 para R$ 5,90

Vale-Transporte dos trabalhadores: De R$ 7,00 para R$ 7,50

Ribeirão Pires:

Aumenta a tarifa a partir de 06 de janeiro de 2026

Operadora de Transportes: Suzantur

Valores:

Bilhetagem Eletrônica: De R$ 5,40 para 5,70

Dinheiro: R$ 6,00 para R$ 6,40

Vale-Transporte (Empresas): R$ 7,00 para R$ 7,50

 

NÃO VÃO TER REAJUSTE

Santo André:

Permanece congelada

Operadoras de Transportes: Lote 01 (Consórcio União Santo André: Viação Guaianazes, Viação Curuçá, Viação Vaz e ETURSA – Empresa de Transportes Urbanos e Rodoviários de Santo André) e Lote 02 (Suzantur)

Valores:

Dinheiro/Bilhetagem Eletrônica/Cartão Bancário: R$ 5,90

Vale-Transporte pago pelos empregadores:  R$ 7,25, salvo decisões judiciais específicas que determinaram valor igual à tarifa comum.

São Bernardo do Campo:

Permanece congelada

Operadora de Transportes: BR 7 Mobilidade

Valor:

R$ 5,95 para todas as modalidades de pagamento

São Caetano do Sul:

Operadora de Transportes: Vipe (Viação Padre Eustáquio)

Tarifa zero todos os dias, mas em 2026 pretende limitar a gratuidade somente a moradores da cidade.

Diversas cidades ainda devem definir os valores.

DICAS PARA ADIAR OS IMPACTOS DOS REAJUSTES NO BOLSO:

Para quem foi afetado pelo aumento, há dicas para reduzir os impactos iniciais dos reajustes

Se não dá para escapar dos aumentos, é possível pelo menos minimizar ou adiar o peso no bolso.

Uma dica é comprar os créditos antes do reajuste.

Mas atenção: se o sistema debita do cartão de transporte por viagem, vale a pena, afinal já está comprada esta viagem. É o caso do Bilhete Único nos ônibus municipais da capital paulista (SPTrans), trens e metrô.

Porém, se o débito do saldo for de acordo com o valor da passagem, não vale a pena porque vai descontar o que é cobrado no momento de passar a catraca. É o caso do Cartão TOP nos ônibus intermunicipais da Grande São Paulo.

Observe também a validade dos créditos pelo desconto do valor comprado antes do reajuste.

No caso do Bilhete Único de São Paulo, se a compra for feita até o dia anterior à data do aumento, vai ser descontado pelo valor sem reajuste por seis meses.

Mas no caso de alguns bilhetes municipais de cidades vizinhas a capital, como no ABC e em regiões como Osasco, Guarulhos e Mogi das Cruzes, por exemplo, este período de desconto pelo valor sem reajuste é de um mês apenas após a data do aumento.

Se a cidade ou sistema de transportes tiver modalidades específicas como “Fidelidade”, “24 Horas”, “Semanal”, “Mensal”, etc; pode ser interessante.

Aí, é necessário fazer contas. Veja qual sua frequência de uso do transporte e se oi desconto vale a pena.

Um exemplo. Já com aumento, a modalidade Mensal do Bilhete Único dos ônibus da cidade de São Paulo vai para R$ 257,53. A taifa comum unitária, já com aumento, vai para R$ 5,30. Então divida R$ 257,53 por R$ 5,30. Isso dá 48,59…Ou seja, vale a pena a modalidade mensal, caso você passar pela catraca 49 vezes ou mais por mês. Considerando um dia “normal” que, em média a pessoa passa duas vezes, ida e volta, são 20 dias no mês, praticamente, uma semana de segunda-feira a sexta-feira. Se você faz a escala 6 por 1, por exemplo, e trabalha de sábado, ou usa o ônibus outras ocasiões no dia, como para compras, tratamento médico, atividades religiosas, passeios, etc, vale a pena o Mensal.

Planeja a viagem é outra dica legal. É possível definir rotas que aproveitem melhor as integrações possíveis.

CONFIRA OS VALORES DA CAPITAL E METROPOLITANO JÁ COM REAJUSTES E AS INTEGRAÇÕES:

A partir de 06 de janeiro de 2026, andar de metrô, trem, monotrilho e ônibus intermunicipais metropolitanos fica mais caro na Grande São Paulo. Também aumenta o valor da passagem dos ônibus municipais da capital paulista.

No caso da tarifa básica do sistema de trilhos, o valor passa de R$ 5,20 para R$ 5,40 e dos ônibus municipais gerenciados pela SPTrans (São Paulo Transporte) passa de R$ 5 para R$ 5,30.

Carregar antes do aumento garante valor sem reajuste por seis meses

Mas atenção, também haverá reajuste nas tarifas integradas entre ônibus municipais da capital paulista e o sistema de trilhos, no vale-transporte pago aos trabalhadores pelos empregadores e as modalidades temporais do Bilhete Único, como “Mensal”, por exemplo.

No caso da integração entre ônibus e trilhos, o valor passa para R$ 9,38.

O Vale-Transporte dos trabalhadores vai de R$ 5,49 para R$ 5,82 no caso de uso somente nos ônibus do sistema da SPTrans.

Já o Vale-Transporte Integrado entre Trilhos e Ônibus passa a ser de R$ 11,32.

O Bilhete Único Mensal com uso somente nos ônibus passa de R$ 242,95 para R$ 257,53. Com uso somente nos trilhos o valor irá para R$ 262,43 e, no caso da integração Ônibus e Trilhos, vai para R$ 411,13

Também há aumentos no valor básico e integrado nas modalidades 24 h e semanal dos bilhetes (ver tabelas abaixo)

O Bilhete do Madrugador, que é para quem usa trens das 4h às 5h35; e o metrô e monotrilho de 4h40 às 6h15, passa para R$ 4,78 na modalidade comum; R$ 5,30 para o vale-transporte e R$ 120,18, integrado.

Os bilhetes fidelidades de oito, 20 e 50 viagens ficam mais caros também, indo para R$ 40; R$ 97,20 e R$ 234.

Os ônibus metropolitanos, assim como os trólebus do Corredor Metropolitano ABD, também ficam mais caros, na ordem de 3,85%. Os valores variam de acordo com as linhas.

ADAMO BAZANI, JORNALISTA ESPECIALZIADO EM TRANSPORTES

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