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Grêmio negocia a contratação do lateral Caio Paulista, do Palmeiras, por empréstimo

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O Grêmio negocia com o Palmeiras o empréstimo do lateral-esquerdo Caio Paulista. A informação foi antecipada pelo jornalista Venê Casagrande e confirmada pela ESPN nesta terça-feira (30). A reportagem havia antecipado como o atleta não teria espaço no elenco de Abel Ferreira para a temporada 2026.

Cedido por empréstimo pelo Palmeiras ao Atlético-MG ainda no início de 2025, Caio Paulista não teve um grande desempenho no Galo e acabou sendo preterido pelo técnico Jorge Sampaoli, principalmente na reta final da temporada atual, o que fez com que o time mineiro não buscasse o reempréstimo.

Desta forma, Bruno Fuchs, atleta por quem Caio Paulista havia sido trocado, foi comprado em definitivo pelo Palmeiras e anunciado como novo reforço até 2029. O lateral-esquerdo havia sido um pedido de Abel Ferreira ao final da temporada 2023, e chegou ao clube após “chapéu” do Verdão no arquirrival São Paulo.

Apesar de ter se tratado de um pedido do português, Caio não conseguiu engrenar no Palmeiras quando utilizado e foi negociado por empréstimo. Para 2026, o Verdão conta no elenco com Piquerez como titular, Jefté como reserva imediato e com o garoto Arthur Gabriel.

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Fonte

Tarifa de ônibus em Mauá (SP) sobe a partir de 06 de janeiro de 2026

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Valores serão de R$ 4,90; R$ 5,90 e R$ 7,50, dependendo da forma de pagamento

ADAMO BAZANI

Colaborou Vinícius de Oliveira

A partir de 06 de janeiro de 2026, a tarifa de ônibus em Mauá, no ABC Paulista, será reajustada.

O decreto do prefeito Marcelo Oliveira foi publicado no início da noite desta terça-feira, 30 de dezembro de 2025 e o Diário do Transporte informa em primeira-mão.

O sistema é operado integralmente pela empresa Suzantur.

Os valores variam de acordo forma de pagamento.

Cartão SIM (do transporte da cidade) – De R$ 4,60 para R$ 4,90

Dinheiro: De R$ 5,50 para R$ 5,90

Vale-Transporte dos trabalhadores: De R$ 7,00 para R$ 7,50

Segundo o decreto, descontos como 50% para os professores do município são mantidos, assim como as seguintes gratuidades:

– os alunos de estabelecimentos de ensino reconhecidos pelo MEC, que se enquadram na Lei nº 5.028, de 9 de abril de 2015, e regulamentação;

– as pessoas com mais de 60 (sessenta) anos de idade, conforme disposto na Lei nº 1.924, de 20 de setembro de 1984;

– os que exercem a função de distribuidor de correspondência postal ou telegráfica, desde que em serviço, conforme previsto na Lei nº 2.345, de 2 de abril de 1991;

– o Policial Civil, Militar e o integrante da Guarda Civil Municipal, conforme previsto na Lei nº 2.653, de 25 de setembro de 1995;

– os integrantes da Guarda Infantojuvenil e dos Bombeiros Mirins, conforme previsto na Lei nº 3.191, de 13 de outubro de 1999;

– as pessoas com deficiência física, sensorial, mental e doentes mentais cuja gravidade comprometa sua capacidade de trabalho e atividades de vida diária, bem como os portadores do vírus HIV-AIDS, renais crônicos e portadores de câncer em tratamento, desde que observados os requisitos previstos na Lei nº 3.522, de 20 de setembro de 2002;

– os munícipes de Mauá acometidos de moléstias graves p previstos no rol do art. 151 da Lei nº8.213/91, e, se necessário, ao respectivo acompanhante.

Confira os novos valores de integração, modalidades temporais do Bilhete Único e Vale-Transporte das tarifas reajustadas em São Paulo – COM AS TABELAS

Aumento entra em vigor no dia 06 de janeiro de 2026. Carga antes do aumento garante valor sem reajuste por seis meses

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A partir de 06 de janeiro de 2026, andar de metrô, trem, monotrilho e ônibus intermunicipais metropolitanos fica mais caro na Grande São Paulo. Também aumenta o valor da passagem dos ônibus municipais da capital paulista.

No caso da tarifa básica do sistema de trilhos, o valor passa de R$ 5,20 para R$ 5,40 e dos ônibus municipais gerenciados pela SPTrans (São Paulo Transporte) passa de R$ 5 para R$ 5,30.

Carregar antes do aumento garante valor sem reajuste por seis meses

Mas atenção, também haverá reajuste nas tarifas integradas entre ônibus municipais da capital paulista e o sistema de trilhos, no vale-transporte pago aos trabalhadores pelos empregadores e as modalidades temporais do Bilhete Único, como “Mensal”, por exemplo.

No caso da integração entre ônibus e trilhos, o valor passa para R$ 9,38.

O Vale-Transporte dos trabalhadores vai de R$ 5,49 para R$ 5,82 no caso de uso somente nos ônibus do sistema da SPTrans.

Já o Vale-Transporte Integrado entre Trilhos e Ônibus passa a ser de R$ 11,32.

O Bilhete Único Mensal com uso somente nos ônibus passa de R$ 242,95 para R$ 257,53. Com uso somente nos trilhos o valor irá para R$ 262,43 e, no caso da integração Ônibus e Trilhos, vai para R$ 411,13

Também há aumentos no valor básico e integrado nas modalidades 24 h e semanal dos bilhetes (ver tabelas abaixo)

O Bilhete do Madrugador, que é para quem usa trens das 4h às 5h35; e o metrô e monotrilho de 4h40 às 6h15, passa para R$ 4,78 na modalidade comum; R$ 5,30 para o vale-transporte e R$ 120,18, integrado.

Os bilhetes fidelidades de oito, 20 e 50 viagens ficam mais caros também, indo para R$ 40; R$ 97,20 e R$ 234.

Os ônibus metropolitanos, assim como os trólebus do Corredor Metropolitano ABD, também ficam mais caros, na ordem de 3,85%. Os valores variam de acordo com as linhas

VEJA AS TABELAS:

ÔNIBUS SPTRANS, TREM, METRÔ, REGIÃO DE OSASCO E ABC

A partir de 06 de janeiro de 2026, a tarifa básica dos ônibus na cidade de São Paulo, gerenciados pela SPTrans (São Paulo Transporte), passa de R$ 5 para R$ 5,30.

De acordo com a gestão do prefeito Ricardo Nunes, o percentual é abaixo da inflação, considerando o período de congelamento de cinco anos entre 2020 e 2025. Ainda segundo a prefeitura, sem subsídios, a tarifa ao passageiro seria de R$ 11,78.

Quem colocar créditos até o dia 05 de janeiro de 2026, pagará o valor sem reajuste por seis meses.

Também a partir de 06 de janeiro de 2026, haverá aumento das tarifas do metrô, monotrilho e trem, que passarão de R$ 5,20 para R$ 5,40.

Segundo a gestão Tarcísio de Freitas, o aumento também é menor que a inflação acumulada, e corresponde a 3,85%, enquanto a variação inflacionária estimada é 4,46% pelo IPC-Fipe.

Mesmo com o ajuste abaixo da inflação e para garantir este valor da tarifa, o Governo de São Paulo diz que aportará aproximadamente R$ 5,1 bilhões de subsídios no sistema metroferroviário.

Ainda pela manhã, o Diário do Transporte revelou que valores seriam divulgados nesta semana.

Cidades da região de Osasco também aumentam. No ABC, Santo André e São Bernardo do Campo congelam passagens, assim como Poá, na Grande São Paulo.

SANTO ANDRÉ E SÃO BERNARDO DO CAMPO:

Em Santo André, o valor é de R$ 5,90 para quem paga em dinheiro ou na modalidade comum do cartão eletrônico. O Vale-Transporte pago pelos empregadores é de R$ 7,25, salvo decisões judiciais específicas que determinaram valor igual à tarifa comum.

Em São Bernardo do Campo (SP), o valor de R$ 5,95 para todas as modalidades de pagamento permanece em 2026.

Ambas prefeituras citaram investimentos em frota feitos pelas concessionárias de transportes.

Em Santo André (SP), pelo Promobi, a Viação Guaianazes comprou 51 ônibus com ar-condicionado 0 km e a Suzantur, 20, sem ar, mas com circulação refrigerante.

Santo André citou ainda a criação de novos serviços, como a linha B45 – Circular da Saúde (Bairro Paraíso-Hospital Mário Covas/Represa-Vila Luzita).

Em São Bernardo do Campo (SP), a BR7 Mobilidade comprou 115 ônibus 0 km para 2025.

OUTRAS CIDADES DO ABC:

Em relação a outras cidades do ABC Paulista, ainda há estudos.

Em São Caetano do Sul, como mostrou o Diário do Transporte, a prefeitura deve limitar o Tarifa Zero em 2026 somente a moradores cadastrados do município.

Relembre

Reportagem do Diário do Transporte:

POÁ: Em Poá, também haverá congelamento, com a tarifa em 2026 sendo mantida em R$ 5,70

OSASCO E REGIÃO: Assim, as tarifas do transporte coletivo por ônibus serão reajustadas em municípios da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (SP) a partir de 5 de janeiro de 2026. O aumento será de 5,2%, passando de R$ 5,80 para R$ 6,10, e atinge os sistemas municipais integrantes do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE).

O novo valor será aplicado nos serviços de transporte coletivo dos municípios de Osasco (SP), Barueri (SP), Carapicuíba (SP), Jandira (SP) e Itapevi (SP), que fazem parte do consórcio.

GUARULHOS: A prefeitura de Guarulhos, na Grande São Paulo, decretou oficialmente, nesta segunda-feira, 29 de dezembro de 2025, a elevação da tarifa dos ônibus municipais de R$ 5,10 para R$ 6,20.

O novo valor entra em vigor a partir da 00h de 1º de janeiro de 2026.

De acordo com o decreto 43527, de 29 de dezembro de 2025, assinado pelo prefeito Lucas Sanches, a meia-tarifa para estudantes será de R$ 3,10 e os créditos comprados antes do reajuste serão debitados pelo valor sem aumento até 31 de janeiro de 2026, quando usados nas catracas dos coletivos.

Uma decisão judicial, que determinava que as tarifas pelo Vale-Transporte fossem igualadas ao valor da modalidade comum já previa este reajuste, mas ainda faltava a prefeitura oficializar.

TARIFA ZERO EM SÃO CAETANO DO SUL SERÁ LIMITADA:

 

Tarifa zero em ônibus de São Caetano do Sul deixará de ser para todos e será restrito a apenas moradores da cidade, de acordo com projeto de prefeito

Veja nota de São Bernardo do Campo

A Prefeitura de São Bernardo informa que não há previsão de reajuste tarifário para o transporte público municipal em 2026, mantendo o valor congelado na cidade.

O município reforça que tem garantido investimentos contínuos na modernização da frota, com a entrega, neste ano, de 115 novos ônibus, que já estão em operação na cidade. Os veículos contam com especificações que ampliam o conforto, a segurança e a acessibilidade dos passageiros, incluindo:

• Capacidade para até 73 passageiros;

• Vidros colados com proteção UV;

• Ar-condicionado;

• Tomadas USB em todas as fileiras;

• Sistema Wi-Fi;

• Elevadores de acessibilidade, garantindo inclusão para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

A administração municipal destaca que segue acompanhando de forma permanente a operação do sistema de transporte coletivo, com foco na qualidade do serviço prestado à população.

Veja sobre o Promobi de Santo André

Pacote total é de R$ 255 milhões até 2028. Linha B45 Circular da Saúde Mário Covas – Paraíso/Vila Luzita – Represa, que virou referência nacional, faz parte de reformulação

ADAMO BAZANI

A prefeitura de Santo André, no ABC Paulista, divulgou um balanço da primeira fase de ProMobi, que é o programa de mobilidade da cidade, com quase 800 mil habitantes na Grande São Paulo.

Segundo a administração municipal, foram aplicados R$ 41 milhões e comprados 51 ônibus 0 km para o sistema de linhas.

Renovou a frota em 2025, com veículos de fato 0 km, a Viação Guaianazes, líder do Consórcio União Santo André, do lote 01 de linhas da cidade – esta que implantou ônibus com ar-condicionado.

Aa Suzantur, que opera o sistema tronco-alimentado de Vila Luzita, colocou 20 coletivos sem ar-condicionado, mas com sistema de circulação interna. Todos 0 km também.

A Viação Vaz, que chegou a ter veículos apreendidos por atrasos nos pagamentos de financiamentos, implantou ônibus seminovos.

O pacote total do ProMobi prevê até 2028 investimentos de R$ 255 milhões. A maior parte deste total, R$ 200 milhões, é para a compra de cerca de 200 ônibus 0 km com ar-condicionado, acessibilidade, tomadas USB para recarga de celulares, vidros com tratamento contra raios ultravioleta do sol, entre outros itens.

O Diário do Transporte esteve na apresentação do programa em abril de 2025, mês de aniversário da cidade.

Relembre:

Fazem parte dos investimentos também a instalação já realizada no primeiro ano de 90 novos abrigos e a reforma de mais de 300 pontos de ônibus já existentes em diferentes regiões da cidade. Entretanto, como constatou o Diário do Transporte, muitas destas paradas estão com relações antigas de linhas, inclusive na “Perimetral”, uma das principais vias do centro, mesmo meses depois de mudanças de itinerários, confundindo os passageiros.

Para os novos abrigos e troca dos pontos mais antigos, as empresas de ônibus investiram R$ 1,18 milhão.

APLICATIVO SEM A CHATICE DA VERSÃO MAIS BÁSICA DO CITTAMOBI

Outro investimento já realizado no primeiro ano do ProMobi foi a renovação do aplicativo CittaMobi para a cidade, que mostra a previsão de quando os ônibus vão passar pelos pontos, itinerários das linhas, mapas e grades horárias.

Se tornou possível acessar o aplicativo de celular sem os anúncios chatos e demorados típicos das versões mais simples do CitttaMobi que, além de serem demorados, impositivos e interromperem completamente a navegação, fazem o passageiro perder o ônibus, já que algumas propagandas são muito longas e até travam o telefone.

Com o investimento realizado pelas empresas de ônibus na versão melhor do CittaMobi, os passageiros agora podem acessar de graça os dados no celular sem estes obstáculos da versão mais básica do aplicativo.

Isso ampliou em 35% o número de downloads do aplicativo pelos passageiros.

REFORMULAÇÃO AGUARDADA COMEÇOU A SAIR DO PAPEL:

Apesar de frota, tecnologia de informação com o aplicativo na versão melhor e ampliação do conforto na espera com novos abrigos serem investimentos fundamentais; o que a cidade espera começou a sair do papel em 2025: a reformulação das linhas. O desenho dos itinerários é muito antigo, vem do início dos anos de 1990, ainda no primeiro ano de gestão do prefeito Celso Daniel, na época.

De lá para cá, muita coisa mudou. Os perfis de deslocamentos não são os mesmos. A cidade, por exemplo, deixou de ser industrial e passou a ser mais voltada a comércios e serviços e novos equipamentos de saúde e educação, que eram mais concentrados no centro, se espalharam por centralidades regionais (bairros principais com eixos comerciais e de serviços).

Algumas das mudanças realizadas parecem ter sido um dos principais acertos da gestão do prefeito Gilvan Ferreira, como a criação da principal linha Circular da Saúde: B-45 (Hospital Mário Covas – Bairro Paraíso / Vila Luzita-Represa), que conecta mais de 10 unidades de saúde da cidade, com a tarifa comum e as gratuidades previstas nas leis federais, estaduais e municipais.

Mas a linha pode melhorar, com a mudança do atual ponto final, apertado pelas outras linhas, para a parte alta do bairro Paraíso, ao lado do Semasa, onde hoje só para a linha I08 (Jardim das Maravilhas/Paraíso) e tem uma frota só de mídis (ônibus micrões), com longos intervalos. A mudança incluiria na B45 a conexão com o Parque-Escola do Conhecimento Sabina, com a PoliClínica Paraíso e facilitaria o acesso de trabalhadores e consumidores do comércio da região da Avenida Pereira Barreto nas imediações da Vila Gilda, além também de ser mais uma opção de acesso ao prédio da Justiça Federal e conjuntos de escritórios. O prolongamento da B45 até o centro quando está no sentido Vila Luzita também é outro pedido.

No sentido Paraíso, o ônibus vai pelo centro, via Bernardino de Campos, mas no sentido Vila Luzita, ao sair da Vila Assunção, já vira na Perimetral.

Ou seja, na “ida” passa por um lugar que é ignorado na volta.

Isso, entretanto, não desqualifica a iniciativa da linha, que era pedida há mais de 20 anos pelos passageiros.

O “Circular da Saúde”, da cidade de Santo André, no ABC Paulista, recebeu 91% de aprovação dos passageiros. É o maior índice de aceitação entre pesquisas a respeito de mobilidade no Brasil. Apesar de as metodologias entre os diferentes levantamentos não serem as mesmas, as técnicas básicas de pesquisas seguem as mesmas linhas.

Mas qual é o grande diferencial do “Circular da Saúde” de Santo André, que com duas linhas, une os principais hospitais da cidade, tanto públicos como particulares? É que o conceito de transporte sob demanda foi aplicado no transporte coletivo regular.

As duas linhas, a principal B45 (Bairro Paraíso-Hospital Mário Covas/Vila Luzita-Represa) e a B31 (Jardim Santo André/Atrium Shopping-Poupatempo da Saúde), foram concebidas a partir de dados de solicitações em aplicativos de transportes, dados de demanda, origem e destino da Bilhetagem Eletrônica da cidade, reportagens (*com destaque para as realizadas pelo Diário do Transporte*) e, claro, de reivindicações de passageiros. A moradora da região de Vila Luzita, por exemplo, Maria José da Silva Francisco, chegou a organizar um abaixo-assinado, com bastante adesão.

A operação de ambas as linhas é de responsabilidade da Viação Guaianazes, lote 01, líder do Consórcio União Santo André.

Relembre:

UNIDADES DE SAÚDE ATENDIDAS PELA B45

Somente a B45, atende a mais de 10 unidades de saúde, conectando os principais hospitais da cidade como Futuro Hospital Vila Luzita; H & M – Hospital e Maternidade São José do ABC; Hospital Beneficência Portuguesa; Hospital NotreDame – Perimetral; Hospital Siloé / Hospital Coração de Jesus – Perimetral; Hospital Santa Helena – Ipiranguinha; CHMSA – Centro Hospitalar Municipal de Santo André (Santa Casa – Hosp. Municipal); H & M– Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama; Casa da Esperança; H & M  – Hospital e Maternidade Brasil; Hospital Mário Covas – Bairro Paraíso.

LINHA DA SAÚDE, DO EMPREGO E DA CULTURA/EDUCAÇÃO:

A região do bairro Paraíso, onde fica o Hospital Mário Covas, também é polo de empregos em Santo André, com o Shopping ABC, academias, clínicas, hipermercados e cultural-educacional, com o Parque do Conhecimento Sabina, universidades privadas e o Parque Central, onde são realizados shows e espetáculos.

Num único itinerário e somente com um ônibus, facilitando o deslocamento, já que os moradores não precisariam ficar trocando de transporte ao longo do caminho.

VEJA O ITINERÁRIO

Sentido Hospital Mário Covas:

Estrada do Pedroso; Avenida Capitão Mario Toledo de Camargo; Rua Amaro; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Avenida Santos Dumont; Avenida Arthur de Queiroz; Rua General Glicério; Rua Bernardino de Campos; Avenida Portugal; Avenida José Caballero; Retorno; Avenida José Caballero; Rua Professor Justino Paixão; Viaduto Angelo Gaiarsa; Rua Prefeito Justino Paixão; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Abílio Soares; Avenida João Ramalho; Rua Guilherme Marconi; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Fernando Prestes; Rua Caminho do Pilar; Avenida Ramiro Colleoni; Avenida Pereira Barreto; Retorno; Avenida Pereira Barreto; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Retorno; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei, Retorno; Rua Professor Valdemar Mattei, Rua Juazeiro, Rua Jabaquara, Rua Igarapé, Rua Macaúba, Rua Juazeiro; Rua Professor Valdemar Mattei.

Sentido: Vila Luzita – Represa:

Rua Doutor Henrique Calderazzo; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Juazeiro, Rua Macaúba, Rua Jabaquara, Rua Juazeiro, Rua Professor Valdemar Mattei; Avenida Pereira Barreto; Rua Corone Fernando Prestes; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Ortiz; Avenida João Ramalho; Rua Coronel Francisco Amaro; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Avenida Santos Dumont; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Rua Ediardo Ramos; Estrada do Pedroso.

Outras linhas também mudaram como a B11-I07, T-12-C, T-14. T-15 e T-17.

Algumas deixaram o trajeto mais curto, como no caso da T-15 que deixou de ir para o Hospital Mário Covas e foi direcionada para o Jardim Guarará, mas outras se tornaram extremamente longas e demoradas, como a B-11 e I-07, que, para não deixar desatendida a população que dependia de algumas conexões da T-15, passaram a cobrir parte do trajeto também. O problema é que a B-11, por exemplo, virou uma sucessão de puxadinhos que deixou ampliou o tempo de viagem de quem já usava a linha.

Para 2026, são esperadas novas mudanças de linhas e criação de outros serviços, como um terceiro Circular da Saúde, ligando o Camilópolis, Utinga, Hospital da Mulher, no segundo subdistrito; ao Hospital Mário Covas-Bairro Paraíso, centro e Vila Assunção, no primeiro subdistrito.

Adamo Bazani, Arthur Ferrari, Yuri Sena, Vinícius Oliveira, jornalistas especializados em transportes

 

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Colaborou Arthur Ferrari

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Fonte

Detro/RJ conclui etapa técnica interna e encaminha lotes metropolitanos da licitação de ônibus para órgãos de controle fluminense

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Modelo substitui cobrança de outorga por investimentos obrigatórios em ônibus elétricos e a gás

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A licitação de todas as linhas intermunicipais fluminenses nunca esteve tão perto de acontecer. Medida inédita no estado, o Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro/RJ) concluiu o trâmite interno dos processos referentes aos oito editais metropolitanos da licitação das linhas intermunicipais fluminenses. Os documentos foram analisados pelo Procurador lotado na Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram/RJ) e estão agora na Procuradoria Geral do Estado. O próximo passo será a análise de todo o documento pelo Tribunal de Contas (TCE/RJ). Somente após essa etapa ocorrerá a publicação da concorrência em Diário Oficial.

O avanço marca um estágio inédito dentro do departamento e representa a fase mais avançada já alcançada na história do Governo Fluminense. Nunca antes todas as linhas intermunicipais estiveram balizadas por um contrato de edital sólido, com obrigações e direitos claros para ente público e empresas concessionárias. Outro destaque do processo é a renúncia de valores de outorga em troca da obrigatoriedade de ônibus elétricos: em vez de pagarem pelo direito de operar o serviço, os vencedores da licitação deverão aplicar os recursos diretamente na aquisição de ônibus elétricos e movidos a gás, bem como na implantação da infraestrutura necessária à sua operação, como garagens adaptadas, sistemas de recarga elétrica e abastecimento, marcando o início da transição energética no setor.

“A nossa lógica para esse modelo é que o valor econômico da outorga seja convertido em benefícios concretos para a população, promovendo a renovação da frota, a redução de emissões e a melhoria da qualidade geral no serviço prestado”, cita o presidente do Detro/RJ, Raphael Salgado.

Região Metropolitana terá prioridade por concentrar 80% dos deslocamentos

Inicialmente previsto para acontecer em apenas um único edital, o processo de concessão de todas as linhas intermunicipais foi dividido em 12 lotes com concorrência pública distinta, respeitando as particularidades regionais de cada parte do estado. A Região Metropolitana teve prioridade no encaminhamento por concentrar o maior volume de deslocamentos, respondendo por cerca de 80% da demanda de todo o estado. Cada lote terá, em média, cerca de 500 veículos totalmente refrigerados, com exceção do lote que abrange Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, que concentra aproximadamente 950 ônibus.

O redesenho também prevê redução de sobreposições de linhas e maior racionalização da oferta, com o objetivo de melhorar a eficiência operacional e a experiência do passageiro. Entre os requisitos previstos na Região Metropolitana, também estão o monitoramento por GPS em tempo real e a manutenção de idade média de até seis anos na frota. Empresas ou consórcios vencedores deverão ainda disponibilizar, já no início da operação, 10% de coletivos zero-quilômetro e incluir, no prazo de até um ano, a utilização de tecnologias baseadas em gás e eletricidade em uma parte de sua frota.

Esta será a primeira vez na história do Estado do Rio em que todas as linhas intermunicipais estarão cobertas por um contrato de concessão, respondendo uma demanda antiga da população fluminense. Atualmente, apenas aquelas com origem ou destino na Barra da Tijuca, na capital carioca, possuem esse modelo, licitadas de forma isolada no início da década passada. Todo o restante funciona em regime de permissão — a empresa possui uma autorização, mas não detém o direito jurídico para explorar a linha. O presidente do Detro/RJ, Raphael Salgado, comenta o assunto:

“A principal diferença é que o modelo de concessão possui regras mais claras para a iniciativa privada e o poder público. Na prática, significa dizer que determinada empresa tem um certo padrão estabelecido de qualidade e que nós, enquanto ente regulador, os mecanismos jurídicos necessários para fazer cumprir essa exigência. Construímos um modelo sólido e preparado para mudanças que venham a ocorrer nos próximos anos, considerando tanto as diferenças regionais quanto a inclusão obrigatória de veículos mais renováveis nas frotas. Estamos dando um passo histórico para o transporte intermunicipal fluminense”, finalizou Salgado.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Metrô de São Paulo amplia pagamento por aproximação em estações próximas ao Réveillon da Paulista

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Foto: Divulgação

Recurso está liberado na Linha 2-Verde e integra operação especial com circulação ininterrupta na virada do ano

ARTHUR FERRARI

Quem pretende acompanhar o Réveillon na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), poderá utilizar o pagamento por aproximação diretamente nas catracas do Metrô para facilitar o acesso às estações mais próximas do evento. A tecnologia já está disponível nas estações Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação, todas da Linha 2-Verde, que concentram grande parte do fluxo de passageiros durante a festa da virada.

O sistema permite o embarque com cartões físicos de crédito ou débito, bastando aproximá-los dos validadores instalados em catracas exclusivas. A medida elimina a necessidade de compra antecipada de bilhetes ou uso de dinheiro em espécie. A modalidade já é utilizada nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha e será implantada gradualmente nas demais estações da Linha 2-Verde e também na Linha 15-Prata nas próximas semanas.

Além da ampliação do pagamento por aproximação, o Metrô terá operação especial para atender ao público do Réveillon, cuja programação ocorre das 14h do dia 31 de dezembro até 2h40 da madrugada do dia 1º de janeiro. Nesse período, haverá circulação ininterrupta entre os dois dias.

As estações Paraíso, Brigadeiro e Trianon-Masp funcionarão durante toda a madrugada para embarque e desembarque, com bilheterias abertas. As demais estações da Linha 2-Verde permanecerão abertas para embarque até as 2h e, após esse horário, apenas para desembarque. A estação Consolação terá funcionamento diferenciado, ficando fechada a partir das 10h do dia 31 e reabrindo somente após as 4h40 do dia 1º.

As linhas 1-Azul, 3-Vermelha e 15-Prata também permitirão embarque até as 2h e, depois, operarão exclusivamente para desembarque. Para reforçar a operação, o Metrô programou a circulação de 12 trens na Linha 1, 11 na Linha 2, 12 na Linha 3 e quatro na Linha 15, além da disponibilidade de composições reserva e ampliação do quadro de funcionários para atendimento e segurança.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Corinthians se movimenta por renovação de Carrillo e estuda aumento a Martinez após brilho na Copa do Brasil

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De olho na manutenção do elenco para 2026, o Corinthians trabalha para melhorar os contratos de alguns dos campeões da Copa do Brasil.

Segundo apurou a ESPN, os meio-campistas André Carrillo e José Martínez estão na pauta.

O Timão tem interesse em renovar o vínculo do peruano de 34 anos. Com contrato até o fim de 2026, André Carrillo teve sondagens do futebol saudita, mas está bem adaptado no Corinthians e deseja permanecer no clube.

Martínez, que tem contrato até o fim de 2027, deverá ser chamado nas próximas semanas para receber um aditivo contratual, melhorando seu atual salário. Ele chegou ao clube em agosto do ano passado, disputou 70 partidas e marcou dois gols.

Marcelo Paz no Paraguai?

Novo executivo de futebol do Corinthians, Marcelo Paz ficou próximo de ir para o Cerro Porteño, do Paraguai, antes de fechar com o Timão.

A ESPN apurou que Carlos Rejala, candidato à presidência do time sul-americano, tinha um acordo de palavra com o então CEO do Fortaleza. Ele seria o nome do dirigente caso o mesmo ganhasse as eleições, mas o interesse do Corinthians de última hora mudou os planos de Paz, que aceitou a oferta alvinegra.

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Santo André (SP) aplica R$ 41 milhões em mobilidade urbana ao longo de 2025

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Programa Promobi avança com novos ônibus, melhorias em pontos de parada, tecnologia e ampliação de serviços no transporte coletivo

YURI SENA

A Prefeitura de Santo André destinou R$ 41 milhões para ações de mobilidade urbana em 2025, por meio do Programa de Mobilidade de Santo André (Promobi).

No primeiro ano de execução, a iniciativa apresentou avanços significativos na modernização do transporte público, com investimentos em frota, infraestrutura, tecnologia e reorganização de linhas.

Um dos destaques foi a renovação parcial da frota municipal, com a entrega de 51 ônibus novos ao longo do ano. Os veículos são equipados com ar-condicionado, wi-fi, entradas USB e tecnologia ambiental Euro 6, que reduz a emissão de poluentes. Para essa etapa, foram investidos cerca de R$ 40 milhões.

A rede de pontos de ônibus também recebeu melhorias. Em 2025, o município concluiu a instalação de 90 novos abrigos e a revitalização de outras 300 paradas já existentes, distribuídas por diferentes regiões da cidade. As intervenções somaram aproximadamente R$ 1 milhão e tiveram como objetivo ampliar o conforto, a acessibilidade e a proteção dos usuários.

De acordo com a administração municipal, o Promobi integra um planejamento mais amplo para a mobilidade urbana. A previsão é de que, até 2028, o total de investimentos no setor chegue a R$ 255 milhões, consolidando um processo contínuo de modernização do transporte coletivo.

Na área tecnológica, o programa trouxe uma versão exclusiva do aplicativo Cittamobi para Santo André, sem publicidade e com informações em tempo real sobre a circulação dos ônibus. A plataforma é utilizada por cerca de 48 mil passageiros e registrou crescimento aproximado de 35% no número de downloads após a implantação da versão local.

O Promobi também promoveu a ampliação e reorganização de serviços. Entre as novidades está a criação da linha B-45 – Circular da Saúde, que conecta os principais equipamentos públicos de saúde do município. Segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas, a nova linha conta com aprovação de 91% dos usuários. Além disso, linhas como T15, T17, B11 e I07 passaram por reestruturação, com aumento de viagens e redução dos intervalos.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Ônibus elétricos Marcopolo Attivi Integral farão o transporte no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte

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Aeroporto de BH é o primeiro do Brasil a contar com ônibus elétricos da marca; veículos de produção nacional são os primeiros 100% elétricos a operar no embarque e desembarque de passageiros

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

O Aeroporto Internacional Belo Horizonte/Confins–Tancredo Neves é o primeiro no Brasil a contar com os ônibus 100% elétricos Marcopolo Attivi Integral nas operações de embarque e desembarque de passageiros. Os veículos, entregues pela filial Minas Gerais da Marcopolo, marcam o início da transição para uma mobilidade sustentável e de zero ou baixa emissão do Aeroporto de BH.

“Esse fornecimento representa mais um avanço da Marcopolo para colaborar com a transição energética do Brasil e consolida o trabalho realizado pela companhia para oferecer ao mercado soluções de transportes mais sustentáveis e está alinhada ao desafio global de contribuir com a descarbonização dos sistemas de transporte de passageiros”, destaca Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais Mercado Interno e Marketing da Marcopolo.

Os dois ônibus Attivi Integral 100% elétricos têm pintura padrão aeroporto, configuração interna para proporcionar o máximo espaço para acomodar os passageiros e bagagens de mão, e capacidade para 81 passageiros, sendo 40 em pé e 41 sentados. São equipados com três portas para acesso mais eficiente e rápido, poltronas estofadas, espaço para cadeira de rodas, sistema de ar-condicionado, dois monitores, carregadores USB, tipo A + C, áudio vídeo interno. A autonomia é de até 280 km e o tempo de carga de até 4 horas.

Attivi: inovação nacional a favor da mobilidade sustentável

O Attivi é o primeiro modelo de ônibus desenvolvido integralmente pela Marcopolo (chassi e carroceria). O veículo é resultado de um projeto de vários anos que priorizou a nacionalização de componentes, incluindo baterias e sistemas eletroeletrônicos, reforçando o compromisso da empresa com a indústria nacional e a sustentabilidade. O objetivo é oferecer melhores e diferentes opções, de acordo com a aplicação dos operadores, para acelerar o processo de descarbonização do transporte de passageiros.

O Attivi Integral pode ter até 13.000 mm de comprimento total, possui chassi Low Entry, motor elétrico WEG de potência máxima de 385 kW e torque de 2.800 Nm, eixos dianteiro e traseiro ZF, suspensão a ar, sistema de freios Knorr e baterias CATL, com capacidade de 350kwh.

Atualmente, além do Attivi Integral, a Marcopolo já possui cerca de 1.000 ônibus elétricos e híbridos, desenvolvidos com chassis de parceiros, que circulam em diversos países, como Colômbia, Chile, México e Austrália, além do Brasil.

Diferenciais do Attivi Integral

O Attivi Integral é desenvolvido totalmente no Brasil, predominantemente com itens fabricados por empresas nacionais, inclusive de baterias e componentes eletroeletrônicos, e tem um conceito inovador para o transporte coletivo urbano.

“Para nós é motivo de orgulho sermos responsáveis pelo desenvolvimento de um veículo eletrificado 100% brasileiro, que conta com a expertise da engenharia automotiva do País e alia a confiabilidade e segurança, que o mercado já tem na Marcopolo, aos mais modernos recursos tecnológicos”, pontua Ricardo Portolan.

Ficha Técnica – Attivi Integral Marcopolo

  • 12,95m de comprimento
  • Acessibilidade via rampa manual na porta entre eixos
  • Ar-condicionado
  • Autonomia de até 280 km e Tempo de Carga de até 4 horas
  • Baterias LFP com 398,6kWh de capacidade
  • Capacidade de até 81 passageiros
  • Capacidade do Eixo Dianteiro – 7,6 mil kg
  • Capacidade do Eixo Traseiro 13,0 mil kg
  • Catraca no entre-eixos
  • Chassi Integral Low Entry com capacidade total de 20,6 mil kg
  • Direção hidráulica eletroassistida
  • Espaço para cadeira de rodas no entre eixos lado esquerdo
  • Freios a disco com ABS/EBS (Door Brake)
  • Freios dianteiro a disco e traseiro a tambor
  • Itinerários frontal, laterais e traseiro
  • Largura – 2,55 m
  • Motor com potência pico de 385kW
  • Para brisas bipartido
  • Poltronas City estofada
  • Sistema de supressão de incêndio nos compartimentos das baterias
  • Suspensão pneumática, com regulagem de altura e ajoelhamento bilateral
  • Teto e calhas superiores em alumínio
  • Tomada para recarga tipo CCS-2-DC
  • Vidros colados

Confira mais imagens:

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Tarifa de ônibus em São Paulo vai para R$ 13,55 sem subsídios, que devem fechar em R$ 7,3 bilhões, diz gestão Ricardo Nunes, em estudo que vai ser apresentado ao CMTT

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Usuários pagarão R$ 5,30 a partir de 06 de janeiro de 2026

Passageiros pagantes custeiam 31% do sistema, Vale-Transporte cobre 10% e total de usuários caiu 19,5% desde 2019. A ocupação é de 569 passageiros por veículo por dia

ADAMO BAZANI

Colaboraram Arthur Ferrari, Vinícius de Oliveira, Yuri Sena

Como noticiou em primeira-mão o Diário do Transporte, na sexta-feira, 02 de janeiro de 2026, vai ser realizada a reunião com o Conselho Municipal de Transporte e Trânsito, na qual a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema de ônibus da capital paulista, vai explicar os custos de operação e manutenção e as justificativas para o aumento da tarifa, que passa de R$ 5 para 5,30 em 06 de janeiro de 2026.  Para a Integração entre ônibus e trilhos, o valor passa para R$ 9,38. O Vale-Transporte dos trabalhadores vai de R$ 5,49 para R$ 5,82 no caso de uso somente nos ônibus do sistema da SPTrans. Já o Vale-Transporte Integrado entre Trilhos e Ônibus passa a ser de R$ 11,32.

Relembre:

Agora, também em primeira mão, o Diário do Transporte traz alguns dados antecipados da apresentação.

Atualizando os números, a gestão do prefeito Ricardo Nunes diz que, sem subsídios, o custo por passageiro, que seria a tarifa cheia, chegaria a R$ 13,55.

O valor alto se explica pelas gratuidades que são embutidas nos custos, as integrações pelo Bilhete Único e ao tamanho em si do sistema paulistano, que conta 12 mil 090 ônibus operacionais, com ocupação de 569 passageiros por veículo por dia.

São percorridos 67milhões de quilômetros por mês, sendo que cada ônibus roda, em média, 5.545 quilômetros por mês.

O sistema tem 1.368 linhas e a média é de 2,67 passageiros transportados por quilômetro.

Os ônibus do sistema SPTrans percorrem 4,3 mil quilômetros de vias na cidade e, a média de extensão das linhas, é de 16 km.

Segundo o estudo que vai ser apresentado ao qual o Diário do Transporte teve acesso, destes R$ 13,55 de custo por passageiro; R$ 12,55 são para operação e manutenção direta dos ônibus, o que inclui salários dos trabalhadores e lucro dos empresários, e, R$ 1 para infraestrutura do Sistema de Transporte, o que inclui Terminais, Comercialização Créditos e Gestão.

Sobre a cobertura deste valor, segundo os dados, os passageiros pagantes (ou seja, o que é arrecadado de fato pelos créditos do Bilhete Único Comum e em dinheiro) custeiam  R$ 4,21, ou 31,6% dos R$ 13,55.

Os empregadores, pelo Vale-Transporte, que na capital têm uma tarifa maior que a comum, cobrem R$ 1,42, ou apenas 10,5%.

Mudanças no Vale-Transporte, com a obrigatoriedade de que os empregadores com mais de nove funcionários obedeçam a uma arrecadação obrigatória e destinem uma verba a um fundo, são apontadas como caminho para uma tarifa-zero nacional. Mas a fórmula ainda sofre contestações e gera dúvidas.

As chamadas receitas acessórias, como com publicidade ou explorações comerciais, contribuem muito pouco com o sistema: R$ 0,21 ou  1,6% dos R$ 13,55 de custo de transporte por passageiro.

Os subsídios hoje bancam quase 60% dos custos de operação e manutenção do sistema de ônibus da cidade: R$ 7,72 de R$ 13,55, ou 56,9%, dos quais, R$ 6,91  ou 51% para a utilização direta dos coletivos por parte dos passageiros, que se somam a R$ 0,80 ou 5,9%.

Segundo mensagem assinada pelo secretário de Transportes e Mobilidade, Celso Caldeira,“desde 2020, as verbas orçamentárias denominadas Compensações Tarifárias, que respondem por grande parte dos subsídios municipais ao sistema de transporte, evoluíram de R$ 3,3 bilhões naquele ano para estimados R$ 7,3 bilhões em 2025”.

Estes valores não consideram o custeio da implantação de ônibus elétricos, que possuem outras fontes e são subsidiados pela prefeitura também, mas não nesta conta. O poder público paga a diferença entre o preço de um ônibus a diesel, que é cerca de três vezes mais barato, e o ônibus elétrico – três vezes mais caro. É como se fosse a proporção 1:2 – de um elétrico de R$ 3 milhões, a empresa paga R$ 1 milhão (que seria o preço do modelo a diesel) e a prefeitura banca os outros R$ 2 milhões – valores aproximados para exemplificar.

Além dos custos operacionais aumentarem e haver a necessidade de repensar a malha de linhas para deixa a rede mais eficiente, o número de passageiros também influencia.

Quanto mais cai o total de usuários, mais sobe o custo unitário por usuário.

É como um bolo, quanto menos gente, maiores os pedaços.

E, segundo os dados aos quais o Diário do Transporte teve acesso, o número de passageiros caiu na projeção de 2025, em média, 19,5%, comparando com que foi transportado em 2019. Foram 2,6 bilhões (2 bilhões 638 milhões 190 mil 764) registros de passagens em 2019. Em 2025, a projeção é de 2,1 bilhões (2.122.261.193), sendo que o pior cenário, por causa dos reflexos da pandemia, foi em 2020, com 1,5 bilhão; e 202, com 1,6 bilhão de registros de passagens.

Confira o documento completo a seguir:

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Colaboraram Arthur Ferrari, Vinícius de Oliveira, Yuri Sena

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Tarifas do transporte coletivo de Campinas (SP) sobem a partir de 1° de janeiro

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Foto: José Eduardo Garcia Pontual/Ônibus Brasil

Reajuste médio de 4,24% acompanha inflação, mantém integrações e ocorre em meio a nova licitação bilionária do sistema

ARTHUR FERRARI

As tarifas do transporte público coletivo de Campinas (SP) serão reajustadas a partir de 1º de janeiro. O índice médio de recomposição definido é de 4,24%, percentual próximo à inflação acumulada dos últimos 12 meses. Com a atualização, o valor do Bilhete Único Comum passa a ser de R$ 6,00, enquanto o Vale-Transporte será comercializado por R$ 6,50.

O último aumento aplicado no município ocorreu em 1º de janeiro de 2025, quando a média de reajuste foi de 4,88%. Mesmo com a nova correção, a política de integração tarifária permanece inalterada. A primeira integração continua gratuita, permitindo o uso de dois ônibus em até duas horas com o pagamento de uma única tarifa. Já a segunda integração segue com o valor de R$ 0,50.

Segundo os dados apresentados, o reajuste tem como objetivo recompor o equilíbrio econômico-financeiro do sistema, pressionado pelo aumento de custos operacionais, como combustível e mão de obra. Para reduzir o impacto aos usuários, a Prefeitura mantém o subsídio ao transporte coletivo. Em 2025, o aporte foi de R$ 218,4 milhões para o sistema regular e R$ 18 milhões destinados ao PAI-Serviço, totalizando R$ 236,4 milhões.

As isenções tarifárias continuam válidas para públicos específicos, como idosos, estudantes, universitários e pessoas com deficiência física, sensorial, mental, orgânica ou múltipla. Os créditos adquiridos até 31 de dezembro seguem válidos pelo período de um ano. O material também destaca que, nas gestões de 2021 a 2024 do prefeito Dário Saadi, não houve reajustes nas tarifas do transporte coletivo.

Além da definição tarifária, o município avança no processo de concessão do sistema. No dia 5 de dezembro, foi publicado o edital de licitação para a operação do transporte público coletivo convencional, com valor estimado em aproximadamente R$ 11 bilhões. A abertura dos envelopes e a etapa de lances estão marcadas para 23 de fevereiro, às 11h, na sede da B3 S.A., em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pela internet.

O edital prevê contrato de 15 anos, prorrogável por mais cinco, dividido em dois grandes eixos operacionais: o Lote Norte, que abrange as regiões Norte, Oeste e Noroeste, e o Lote Sul, responsável pelas regiões Leste, Sul e Sudoeste da cidade. A proposta vencedora será definida com base na melhor oferta para a municipalidade.

Entre os pontos previstos estão a renovação da frota com veículos menos poluentes, incluindo a incorporação mínima de 60 ônibus elétricos nos primeiros anos e a adoção de ônibus com padrão Euro 6 no restante da frota, além da possibilidade de uso de tecnologias como biometano, GNV e hidrogênio. Toda a frota deverá permanecer 100% acessível.

A licitação também inclui a operação do sistema BRT, com reorganização da rede em modelo tronco-alimentado, criação de linhas intersetoriais e conexões mais diretas entre bairros, terminais e regiões. O PAI-Serviço passa a integrar o contrato, com previsão de modernização, renovação de frota e ampliação da capacidade de atendimento.

Outro ponto central é a reestruturação do Sistema de Arrecadação e Remuneração, com participação do poder público por meio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). O modelo prevê a criação de uma Sociedade de Propósito Específico, com governança compartilhada, fiscalização permanente e auditoria independente, além de participação estratégica da Emdec.

Os investimentos previstos somam cerca de R$ 1,9 bilhão, incluindo quase R$ 900 milhões nos primeiros cinco anos para renovação da frota e mais R$ 800 milhões ao longo dos dez anos seguintes. Atualmente, o sistema de transporte coletivo de Campinas conta com 1.032 ônibus distribuídos em 232 linhas e registrou, em novembro, uma média de 407,8 mil passageiros transportados por dia útil.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Flamengo bate o martelo e define valor mínimo para negociar Carrascal após interesse de dupla da Europa

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O Flamengo definiu o preço mínimo para eventualmente discutir a venda de Jorge Carrascal: 30 milhões de euros (R$ 197 milhões, na cotação atual), segundo apurou a ESPN.

Peça fundamental no ataque de Filipe Luís, o colombiano recebeu nos últimos dias sondagens concretas de Napoli e Olympique de Marselha.

Italianos e franceses buscam um atacante de lado para janeiro e, por isso, colocaram Carrascal como um dos alvos preferenciais para atacar.

Neste momento, o Rubro-Negro não tem interesse na saída de atacante colombiano, por isso promete não facilitar agora na abertura do mercado de inverno na Europa.

Jorge Carrascal chegou ao Flamengo nesta temporada, a troco de aproximadamente 12 milhões de euros. Tem contrato válido até 2029.

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