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Célia Soul se apresenta na Estação Sé em ação especial de Natal do Metrô

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Imagem ilustrativa: Foto: Divulgação.

Cantora leva repertório natalino e música ao vivo aos passageiros nesta quinta-feira (11)

YURI SENA

A Estação Sé, ponto de integração das linhas 1-Azul e 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, recebe nesta quinta-feira (11), às 15h, uma apresentação especial da cantora Célia Soul, ex-integrante do grupo Fat Family. A ação faz parte da programação natalina promovida pelo Metrô para celebrar o período de festas com os passageiros.

Com uma trajetória consolidada na música gospel, a artista apresenta um repertório de canções natalinas, levando música ao vivo e clima de confraternização a um dos espaços de maior circulação do sistema metroviário da capital.

A iniciativa integra a agenda de ações culturais realizadas ao longo do mês de dezembro, com o objetivo de proporcionar momentos de acolhimento e experiências diferenciadas aos usuários durante o Natal.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Jundiaí (SP) revisa linhas do Terminal Eloy Chaves e cria ligação direta com o Terminal Vila Arens

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Mudanças entram em vigor no sábado (13) e incluem nova linha, ajuste de horários e reforço de frota no Vetor Oeste

YURI SENA

A Prefeitura de Jundiaí vai implantar, a partir deste sábado (13), uma revisão operacional nas linhas de ônibus que atendem o Terminal Eloy Chaves. A medida, conduzida pela Secretaria Municipal de Mobilidade e Transporte (SMMT), vale para dias úteis e fins de semana e inclui a criação de uma ligação direta até o Terminal Vila Arens, ampliando as opções de deslocamento para moradores do Vetor Oeste da cidade.

A principal mudança é a implantação da linha 941, que substituirá a atual linha 943. O novo serviço manterá o caráter expresso entre os terminais Eloy Chaves e Central, mas passará a realizar paradas para embarque e desembarque na Avenida Jundiaí e seguirá até o Terminal Vila Arens. A linha contará com reforço de frota e terá intervalos médios entre 12 e 15 minutos ao longo do dia.

Segundo a Prefeitura, a linha 941 complementa o atendimento já existente e amplia as possibilidades de integração, funcionando em conjunto com a linha 942, que continuará operando normalmente com destino ao Terminal Central. As demais linhas que atendem o Terminal Eloy Chaves não terão alteração de itinerário.

De acordo com o diretor do Departamento de Transportes Coletivos, Bruno Palhari, a revisão corrige tempos de viagem e melhora a regularidade do serviço. Ele destaca que a mudança elimina a necessidade de troca de ônibus no Terminal Central para parte dos usuários do Vetor Oeste. Já a secretária de Mobilidade e Transporte, Ana Paula de Almeida, afirma que a revisão operacional atende demandas mais imediatas enquanto o novo contrato de concessão do transporte coletivo, em andamento, deverá trazer melhorias estruturais de longo prazo.

Além das alterações no Eloy Chaves, a linha 545 terá, de forma experimental, novos horários em um atendimento adicional partindo da área industrial do Condomínio GR Jundiaí, passando pelo Condomínio Thera Park e seguindo até o Terminal Eloy Chaves. O itinerário atual da linha, que atende o Parque Industrial, será mantido.

As novas tabelas horárias já estão disponíveis no site do Sistema Integrado de Transporte Urbano (SITU) e nos aplicativos Cittamobi e Google Maps. A Prefeitura informa que as mudanças serão acompanhadas pela equipe técnica da SMMT, com possibilidade de ajustes após a avaliação dos resultados.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Linha 5-Lilás da ViaMobilidade conecta São Paulo aos principais polos hospitalares da capital

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Trajeto aproxima pacientes, profissionais e centros médicos, reduzindo distâncias no acesso ao atendimento

YURI SENA

Mais do que um eixo de mobilidade urbana, a Linha 5-Lilás do metrô passou a desempenhar um papel estratégico no acesso à saúde na cidade de São Paulo. 

Ao longo de seu trajeto, a linha atende regiões que concentram hospitais de referência, tornando-se parte essencial da rotina de pacientes, acompanhantes e trabalhadores do setor.

Com 17 estações e conexões diretas com as linhas 1-Azul, 2-Verde e 9-Esmeralda, a Linha 5 registra cerca de 600 mil embarques em dias úteis. Uma parcela significativa desse fluxo está relacionada ao deslocamento até unidades como o Hospital São Paulo, Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), Hospital Santa Cruz, Hospital Edmundo Vasconcelos, Hospital do Rim e a AACD, muitas delas localizadas a poucos metros das estações.

A auxiliar de enfermagem Daniela Fuseto utiliza a linha desde a sua expansão em direção à zona sul. Para ela, o metrô reduziu o tempo de deslocamento tanto para o trabalho quanto para compromissos médicos. “O acesso ficou mais rápido e menos cansativo. Hoje consigo organizar melhor meu dia”, relata. Segundo Daniela, a rotina no sistema também aproximou usuários e funcionários, criando vínculos que ultrapassam a relação formal de transporte.

Outro usuário frequente é Hélio Costa Rodrigues, morador da zona leste, que percorre diariamente um trajeto integrado envolvendo monotrilho, Linha 1-Azul e Linha 5-Lilás para realizar sessões de fisioterapia na AACD. Ele destaca a importância do atendimento recebido ao longo do percurso. “Em momentos difíceis do tratamento, o apoio dos funcionários fez diferença para seguir em frente”, afirma.

Ao conectar diferentes regiões da capital a polos hospitalares, a Linha 5-Lilás contribui para ampliar o acesso aos serviços de saúde, especialmente para quem depende do transporte público. Na prática, os trilhos se tornaram parte do caminho entre o cuidado médico, o trabalho e a recuperação — uma função que vai além da mobilidade e impacta diretamente a vida de milhares de pessoas todos os dias.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Prefeitura de São Paulo multa 18 empresas de ônibus por greve nesta terça-feira (09)

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Anúncio foi feito momentos depois de o TCM (Tribunal de Contas do Município de São Paulo) ter aprovado a revisão quadrienal dos valores dos contratos com as empresas de ônibus da cidade. A pressão por esta revisão e lida como real motivador da paralisação

ADAMO BAZANI

A prefeitura de São Paulo multou nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, 18 das 32 empresas/garagens de ônibus que prestam serviços nas linhas gerenciadas pela SPTrans (São Paulo Transporte) na cidade por causa da greve surpresa de motoristas e cobradores que ocorreu nesta terça-feira (09).

O anúncio foi feito momentos depois de o TCM (Tribunal de Contas do Município de São Paulo, em sessão plenária ter aprovado, com alertas, a revisão quadrienal dos valores dos contratos com as empresas de ônibus da cidade.

A pressão por esta revisão e lida como real motivador da paralisação desta terça-feira (09). Uma carta enviada pelas empresas de transportes ao Sindicatos dos Motoristas dizendo que o 13º salário seria atrasado porque não havia definição dos valores da revisão foi estopim para revoltar trabalhadores e provocar a paralisação surpresa.

Relembre:

Entre as viações penalizadas estão: A2 Transportes; Ambiental; Campo Belo; Express; Gato Preto; Gatusa; KBPX; Mobibrasil; Movebuss; Nova Paineira; Pêssego; Sambaíba; Santa Brígida; Transppass; Transunião; Via Sudeste; Viação Grajaú; Viação Metrópole.

Segundo a Secretaria Municipal de Transporte (SMT), em nota, as companhias operadoras serão multadas pela SPTrans (São Paulo Transporte) em 500 tarifas (R$ 2.500) por dia e por veículo que deixou de operar. Todas também serão autuadas em mais 1.500 (R$ 7.500) tarifas por dia pelo descumprimento dos seus deveres contratuais, para cada concessionária, por lote/contrato de sua responsabilidade.

A quantidade exata de veículos paralisados e viagens não realizadas está sendo levantada pelo poder público.

Para a prefeitura, a paralisação não teve aviso prévio, o que fere gravemente a legislação.

Veja a nota na íntegra:

A Prefeitura de São Paulo notificou e autuou nesta quarta-feira (10) as 18 concessionárias de ônibus cujos funcionários interromperam as atividades total ou parcialmente na tarde terça-feira. A paralisação não teve aviso prévio, o que fere gravemente a legislação.

De acordo com a Secretaria Municipal de Transporte (SMT), as operadoras serão multadas pela SPTrans em 500 tarifas (R$ 2.500) por dia e por veículo que deixou de operar. Todas também serão autuadas em mais 1.500 (R$ 7.500) tarifas por dia pelo descumprimento dos seus deveres contratuais, para cada concessionária, por lote/contrato de sua responsabilidade.

As multas são por deixar de pagar salário ou encargo social que ocasione paralisação de seus empregados, bem como por não terem informado ao poder concedente (Prefeitura/SMT) sobre situação não rotineira que ocasionou em paralisação dos serviços contratados.

A greve que paralisou 18 das 32 empresas do sistema de ônibus de São Paulo chegou ao fim após uma reunião de emergência convocada pelo prefeito Ricardo Nunes, que exigiu responsabilidade das concessionárias e a retomada do serviço. No encontro, realizado no gabinete do prefeito, as empresas se comprometeram a pagar o 13º salário dos motoristas e cobradores no dia 12 de dezembro.

Ricardo Nunes classificou o dia como “muito difícil e triste para a população” e afirmou que a Prefeitura não admitirá novas quebras de compromisso. “A empresa que não honrar o pagamento do 13º no dia 12, será notificada no dia 13 para início imediato do processo de caducidade. Ela será retirada do sistema”, declarou. O prefeito reiterou que não há atrasos por parte da Prefeitura nos repasses às concessionárias e que “a remuneração é feita rigorosamente com base no contrato”.

Concessionárias notificadas:

A2 Transportes
Ambiental
Campo Belo
Express
Gato Preto
Gatusa
KBPX
Mobibrasil
Movebuss
Nova Paineira
Pêssego
Sambaíba
Santa Brígida
Transppass
Transunião
Via Sudeste
Viação Grajaú
Viação Metrópole

Apontada como real motivo da greve de ônibus em São Paulo, atualização com revisão dos valores dos contratos com viações é aprovada pelo TCM com alertas

Carta enviada pelas empresas de transportes ao Sindicatos dos Motoristas dizendo que o 13º salário seria atrasado porque não havia definição dos valores da revisão foi estopim para revoltar trabalhadores e motivar paralisação surpresa

ADAMO BAZANI/ALEXANDRE PELEGI

O TCM (Tribunal de Contas do Município de São Paulo, em sessão plenária nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, incluiu na pauta e aprovou a revisão quadrienal dos valores dos contratos com as empresas de ônibus da cidade. Mas emitiu alertas.

A indefinição foi, na prática, apontada como real motivo da greve de ônibus em São Paulo, que pegou na tarde e noite desta terça-feira (09) mais de 3,3 milhões de pessoas, provocou recorde de congestionamento de 1,5 mil km, a suspensão do rodízio municipal de veículos e a elevação das corridas em aplicativos de transportes, tudo isso em meio a forte chuva e com defeitos em diferentes linhas de trens.

Entre os alertas principais estão:

– Apuração de custos horas não ofertadas entre outubro de 2019 e 2024

– Aprimorar as penalidades por descumprimento de viagens, com penas mais duras em reincidência

– Justificar variações de diesel setembro a março de 2020

– Informar estudo de estimativa e variação de demanda

– Exigir manifestação formal dos donos de empresas de ônibus sobre informações contábeis

– O enquadramento do lote AR 0 (Articulação Regional – Zero), que é da área dos trólebus, aos mesmos critérios e índices dos outros lotes da cidade. O AR 0 é concedido ao Consórcio Transvida, formado pelas empresas Ambiental Transportes e Transppass.

Chamada de revisão quadrienal, a atualização deve ser feita a cada quatro anos e é prevista nos contratos assinados com as viações em 2019.

O objetivo é atualizar índices de custos operacionais, consumo e indicadores de desempenho e remuneração que, segundo os empresários de ônibus, estão todos desatualizados.

Uma carta enviada pelas empresas de transportes ao Sindicatos dos Motoristas dizendo que o 13º salário seria atrasado porque não havia definição dos valores da revisão foi estopim para revoltar trabalhadores e motivar paralisação surpresa.

No fim do dia, após reunião entre o prefeito Ricardo Nunes, o sindicato dos trabalhadores e os empresários de ônibus, o discurso dos donos das viações mudou. Representando os demais empresários, um dos donos da Sambaíba Transportes Urbanos, César Augusto da Fonseca, disse que a carta foi um erro e que tudo não passou de um mal-entendido.

O empresário disse em “on” que todos os pagamentos da prefeitura estão em dia, mas em “off”, as viações apontam atrasos e supostos déficits de quase R$ 400 milhões pelo que consideram defasagem.

O relator concluiu que a revisão quadrienal dos 32 contratos de ônibus pode seguir normalmente, mas com uma série de alertas e correções que a Prefeitura de São Paulo deve adotar para garantir legalidade e economicidade.

Ele reuniu no voto cinco recomendações principais:

Apurar custos não incorridos entre 2019 e abril de 2020, quando as concessionárias deixaram de ofertar horas e o fator de cumprimento de frota ainda não era aplicado.

Aprimorar as penalidades para descumprimento de viagens, criando gradações conforme a reincidência.

Justificar as variações do preço do diesel no período de setembro/2019 a março/2020 ou, se não houver justificativa, descontar esse valor do desequilíbrio calculado pela FIPE.

Comunicar ao TCM a contratação do novo estudo de demanda.

Exigir, anualmente, que sócios e administradores das concessionárias se manifestem formalmente sobre as demonstrações contábeis, sobretudo quando houver ressalvas de auditoria.

Além dos alertas, o relator determinou duas ações obrigatórias:

– Antes de assinar os aditivos da revisão quadrienal, a Prefeitura deve comprovar toda a cobertura orçamentária necessária, incluindo eventuais suplementações para as compensações tarifárias.

– Apresentar a planilha de fluxo de caixa do lote AR-0 e aplicar a ele as mesmas condições definidas nos demais lotes.

Com isso, o relator valida o prosseguimento da revisão, mas reforça que todos os pontos levantados devem ser observados e acompanhados pela administração municipal.

O conselheiro Ricardo Torres analisou o trabalho independente da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), contratada por R$ 1,11 milhão em 2024 pela prefeitura para auxiliar na atualização.

Ricardo Torres apontou que são necessários aperfeiçoamentos na fiscalização e nas sanções às empresas por descumprir frota e viagens realizadas.

O TCM recomendou a revisão da análise dos descumprimentos de serviços.

De acordo com a Fipe, em relação aos desequilíbrios econômicos passados, há um saldo de R$ 1 bilhão receber pelo poder concedente, ou seja, pela prefeitura.

Levando em conta outra metodologia, considerada pela auditoria do TCM, o desequilíbrio em favor do poder público seria de R$ 541 milhões.

O maior impacto nos equilíbrios e reequilíbrios em prol dos cofres públicos veio do Grupo de Distribuição (ex-cooperativas que operam nos bairros) por causa do fato de mão de obra.

Torres indicou que ainda os contratos podem ser considerados em fase de transição porque foi contratado, mas ainda não implantado completamente, o novo conjunto de tecnologia SMGO – Sistema de Monitoramento e Gestão Operacional, que é um sistema de monitoramento que reúne todos os equipamentos embarcados nos veículos (sensores, GPS, UCP, validadores, VOIP). Como vinha mostrando o Diário do Transporte, o SMGO foi contratado com atrasos.

Não verificou oferta de 50 milhões de horas de serviços alegados pelas empresas. Assim, entre outubro de 2019 e maio de 2024, as viações gastaram menos que o previsto.

Com isso, de acordo com a Fipe, foi deixaram de ser gastos R$ 496,1 milhões.

As viações rodaram menos por causa da redução da demanda e frota em decorrência da pandemia.

Para o conselheiro, não houve cumprimento total de frota e isso deve resultar em redução na remuneração das viações, mesmo os contratos estando em transição.

A análise da auditoria técnica do TCM, entretanto, mostrou que não houve desequilíbrio em diferentes períodos em favor do poder público.

Sobre as informações contábeis, o conselheiro apontou que os responsáveis pelas empresas assumam formalmente os dados que repassam à prefeitura.

Em relação às variações de demanda de passageiros, o conselheiro destacou que não é possível esperar um novo levantamento, mas que isso deve ser aperfeiçoado para os cálculos da próxima revisão quadrienal ou ainda uma revisão extraordinária.

Torres disse que quando a prefeitura contratar um novo estudo de estimativa de demanda deve avisar ao TCM.

Sobre as despesas administrativas por veículo, inicialmente estipulada em R$ 3 mil nos contratos, a Fipe atualizou o número para cerca de R$ 4 mil, o que foi contestado pelo TCM, assim como a quantidade de frota referência para os cálculos.

Entretanto, por causa dos efeitos da pandemia, os valores apontados como finais pela Fipe possuem “verossimilhança”.

A respeito do custo da mão de obra, o TCM não se opôs às conclusões da Fipe.

Já o Fator de Utilização da Frota (ou Taxa de Utilização da Frota) – um indicador chave de desempenho (KPI) que mede o percentual de tempo ou capacidade que os veículos da frota estão realmente em operação, comparado ao potencial total disponível –  o TCM se opôs inicialmente à metodologia da Fipe.

A respeito da reserva técnica de frota, a Fipe propôs o crescimento de 6,2% para pouco mais de 8%, porque além de 10 mil km que os ônibus devem encostar para parar, existe a parada para inspeção técnica a cada 5 mil km.

O TCM diz que acima de 8% aumentaria muito os custos dos contratos, mas a prefeitura depois apontou como até 8%, o que foi aceito pelo tribunal de contas.

A respeito da atualização dos preços dos ônibus, inicialmente, a Fipe indicou um crescimento de 10,9%. Porém, o TCM apontou valores que poupariam dos cofres públicos cerca de R$ 300 milhões.

Sobre a TIR (Taxa Interna de Retorno), o percentual vigente é de 9,1% ao ano. Inicialmente, o estudo da Fipe apontou elevação para mais de 11%, mas depois de revisão baixou para 9,8%.

Utilizando outra metodologia e indicador, o TCM apontou uma TIR para 9,4%, o que foi contestado pela Fipe.

Novos cálculos da secretaria de transportes, porém, apontaram para 9,1%, o que foi concordado pelo TCM.

TI R (Taxa Interna de Retorno) é um indicador financeiro que mede a rentabilidade de um investimento, ou seja, é taxa percentual de retorno esperada do investimento das viações ao longo do contrato, considerando tanto as entradas quanto as saídas de caixa.

Ônibus em São Paulo operam normalmente nesta quarta-feira (10), após fim da greve e promessa de pagamento do 13º salário dos trabalhadores – VÍDEO

Empresários de ônibus chegaram a mandar uma carta ao sindicato dos funcionários pedido mais prazo para depositar benefício porque não sabiam quanto viações receberiam na revisão quadrienal dos contratos. Depois de reunião com Nunes recuaram e admitiram que carta foi um erro

ADAMO BAZANI

Os ônibus na cidade de São Paulo operam normalmente nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, de acordo com a SPTrans (São Paulo Transporte), que gerencia o sistema pela prefeitura.

Todas as garagens e terminais têm movimento normal para o horário.

Situação bem diferente em relação ao caos vivido por quem depende de transportes na tarde e noite de terça-feira (09), que foi pego de surpresa por uma paralisação de motoristas, cobradores e demais funcionários do sistema de transportes por ônibus municipais.

Como mostrou em primeira mão o Diário do Transporte, a paralisação só terminou no fim da noite, após uma reunião convocada às pressas pelo prefeito Ricardo Nunes chamando donos das viações e representantes do sindicato dos trabalhadores. Nunes chegou a dizer que poderia romper os contratos (caducidade) com as empresas que não pagassem os 13º salários dos funcionários

Os empresários de ônibus chegaram a mandar uma carta ao sindicato dos funcionários pedido mais prazo para depositar benefício porque não sabiam quanto viações receberiam na revisão quadrienal dos contratos. Depois de reunião com Nunes recuaram e admitiram que carta foi um erro.

Veja todo o histórico abaixo:

OUÇA AS ENTREVISTAS NA ÍNTEGRA APERTANDO O PLAY (PREFEITO NUNES, CESÁR AUGUSTO FONSCECA – SAMBAÍBA, WALDEMIR SANTOS – MOLEQUE-SINDICATO – ADAMO BAZANI)

 

Chegou ao fim a paralisação surpresa de motoristas e demais trabalhadores do sistema de ônibus da cidade de São Paulo.

O anúncio foi feito pelo prefeito Ricardo Nunes na noite desta terça-feira, 09 de dezembro de 2025, após reunião que convocou com representantes das empresas de ônibus e do sindicato dos funcionários.

No encontro, os empresários se comprometeram a pagar o 13º no dia 12 de dezembro de 2025.

VEJA NOS VÍDEOS ABAIXO:

Por volta de 16h desta terça-feira (09), a maior parte da frota começou a ser recolhida porque as viações enviaram ao sindicato da categoria trabalhista pedindo mais prazo para pagar os 13º salários dos funcionários. Os depósitos tinham sido anunciados para ocorrer até 12 de dezembro de 2025.

As viações disseram que não teriam certeza de que teriam dinheiro para realizar os pagamentos porque não saberiam o quanto iriam receber na revisão quadrienal para reajustar a remuneração que recebem da prefeitura pelos contratos.

O TCM (Tribunal de Contas do Município) julga nesta quarta-feira (10) o atraso alegado pelas viações em relação a esta revisão que deveria ser feita pela prefeitura.

A tarde e a noite foram de caos, afetando diretamente no período, cerca de 3,3 milhões de passageiros. Para piorar, estava chovendo forte em alguns períodos e as linhas de trens 7-Rubi, 11-Coral e 13-Jade registraram problemas de sinalização, com interrupções parciais (no caso da 13) e velocidade reduzida.

O congestionamento bateu recorde em 2025, beirando a 1,5 mil km, de acordo com a mais recente metodologia da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

O rodízio municipal de veículos, somente para o período de 17h às 20h, foi suspenso nesta terça-feira (09), para os carros de placas com finais 3 ou 4.

A circulação em faixas e corredores de ônibus por parte de veículos comuns continuou proibida.

O preço das corridas por veículos de aplicativos disparou. Viagens que, habitualmente seriam em torno de R$ 30 em dias de chuva saltaram para cerca de R$ 200, devido à alta procura.

Mais cedo, o prefeito Ricardo Nunes disse que as questões relativas à revisão quadrienal da remuneração dos contratos não são motivos de as empesas atrasarem suas obrigações trabalhistas e que o não pagamento do 13º dos trabalhadores era uma forma de os donos das viações tentarem pressionar para receberem dinheiro.

O prefeito disse que foi registrado um boletim de ocorrência contra as empresas e anunciou que iniciaria processos de intervenção e rompimento de contratos contra as empresas que não pagassem seus trabalhadores. Nunes também disse que multaria e acionaria judicialmente as empresas de ônibus.

Em nota, a Prefeitura resumiu o conteúdo da reunião.

A greve que paralisou 15 das 32 empresas do sistema de ônibus de São Paulo nesta terça-feira (9) chegou ao fim após uma reunião de emergência convocada pelo prefeito Ricardo Nunes, que exigiu responsabilidade das concessionárias e a imediata retomada do serviço. No encontro, realizado no gabinete do prefeito, ficou acordado que o transporte coletivo seria restabelecido imediatamente e que todas as empresas pagarão o 13º salário dos motoristas e cobradores no dia 12 de dezembro.

Ricardo Nunes classificou o dia como “muito difícil e triste para a população” e afirmou que a Prefeitura não admitirá novas quebras de compromisso. “A empresa que não honrar o pagamento do 13º no dia 12, será notificada no dia 13 para início imediato do processo de caducidade. Ela será retirada do sistema”, declarou. O prefeito reiterou que não há atrasos por parte da Prefeitura nos repasses às concessionárias e que “a remuneração é feita rigorosamente com base no contrato”.

A paralisação foi provocada pela divulgação de uma carta assinada por alguns empresários solicitando a postergação do pagamento do 13º salário, documento que gerou forte reação da categoria. Na reunião, os representantes do setor reconheceram que o texto foi um erro. “Foi um mal-entendido da nossa parte”, afirmou César Augusto da Fonseca, porta-voz dos empresários. “Nós vamos pagar dia 12, como acordado.”

O presidente do Sindicato dos Motoristas, Valdemir dos Santos Soares, agradeceu a mediação do poder público e disse que a categoria voltaria às garagens ainda na noite desta segunda-feira. “Quero agradecer ao prefeito Ricardo Nunes por intermediar essa discussão e garantir os direitos dos trabalhadores. Os passageiros não têm nada a ver com isso e acabaram pagando uma conta cara.”

Ricardo Nunes reforçou que, apesar de a negociação trabalhista não ser uma atribuição direta da Prefeitura, a gravidade da situação exigiu sua intervenção imediata. “Fiz questão de trazer todos para a minha sala. Não deleguei essa conversa porque o sofrimento da população é inaceitável”, afirmou. Ele também destacou que haverá responsabilização pelos áudios e mensagens que convocaram a paralisação sem aviso prévio e que tem obrigação funcional de pedir a responsabilização daquele que causa qualquer tipo de dano à sociedade.

“Nós estamos falando de um serviço essencial, tem a sua legislação específica. Qualquer movimento de greve tem que ser comunicado com 72 horas de antecedência, vai passar pelo juiz trabalhista, o juiz vai designar qual é o percentual de serviço obrigatório a ser mantido, de acordo com as as as questões legais, portanto existem normas, existem leis que devem ser cumpridas. Se eu não fizer isso, estarei prevaricando”, disse o prefeito.

O prefeito também fez um apelo para que episódios como o de hoje não se repitam. “Que isso sirva de lição. O usuário tem que estar sempre em primeiro lugar. Nós estamos sempre abertos ao diálogo, mas há leis que precisam ser cumpridas.”

 

Ricardo Nunes diz que os atrasos no pagamento do 13º salário dos funcionários são pressão dos empresários

ADAMO BAZANI/ALEXANDRE PELEGI/YURI SENA

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse em entrevista que pode entrar em processo de caducidade e intervenção contra as empresas de ônibus e que convocou sindicatos dos trabalhadores e dos donos das viações para resolver a questão.

“A empresa que não pagar em dia o 13º dos funcionários vai sofrer intervenção e caducidade” – disse Nunes ao Brasil Urgente, da TV Bandeirantes

Nunes falou ainda que as empresas que estão sob gestão da prefeitura, a Transwolff, na zona Sul, e a UpBus, na zona Leste, estão com os pagamentos em dia.

Em vídeo enviado há pouco ao Diário do Transporte, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, fez duras críticas aos empresários de ônibus pela paralisação surpresa na tarde desta terça-feira, 09 de dezembro de 2025. A gestão municipal anunciou a suspensão do rodízio municipal de veículos na parte da tarde/noite em razão da greve.

Nunes chamou as empresas de ônibus de irresponsáveis e disse que vai tomar medidas judiciais contra viações.

Segundo o prefeito, os atrasos no pagamento do 13º salário dos funcionários são pressão dos empresários.

A Prefeitura de São Paulo informou há pouco, no fim da tarde desta terça-feira, 09 de dezembro de 2025, que está em dia com os repasses às empresas de ônibus da cidade e que os atrasos do pagamento do 13º salário são de responsabilidade das viações.

Parte da frota de diversas linhas começou a ser recolhida por volta das 16h após as empresas de ônibus de São Paulo enviarem uma carta ao Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo pedindo mais prazo para pagar o 13º salário, previsto para 12 de dezembro. O motivo, segundo os operadores, é o atraso no processo de revisão quadrienal dos contratos, que está no Tribunal de Contas do Município (TCM) e deve ser julgado nesta quarta-feira (10). (VEJA MAIS ABAIXO OS DETALHES)

Em nota enviada ao Diário do Transporte, a Gestão Municipal diz que registrou Boletim de Ocorrência e chamou movimento de irresponsável

A Prefeitura de São Paulo informa que os repasses às empresas de ônibus estão em dia e o pagamento do 13º salário dos trabalhadores é de responsabilidade exclusiva das concessionárias. A pedido do prefeito Ricardo Nunes, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e SPTrans registraram nesta terça-feira um Boletim de Ocorrência contra as empresas que aderiram a uma paralisação sem aviso prévio, ferindo gravemente a legislação. A gestão se solidariza com todos os usuários que dependem do transporte público e que hoje sofrem com o descaso, irresponsabilidade e falta de compromisso dessas companhias com a população.

As empresas de ônibus de São Paulo enviaram nesta terça-feira (09) uma carta ao Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo pedindo mais prazo para pagar o 13º salário, previsto para 12 de dezembro. O motivo, segundo os operadores, é o atraso no processo de revisão quadrienal dos contratos, que está no Tribunal de Contas do Município (TCM) e deve ser julgado nesta quarta-feira (10).

Mais cedo, representantes dos três grupos operacionais — Estrutural, Local/Regional (AR) e Distribuidor — se reuniram com o secretário municipal de Transportes, Celso Jorge Caldeira, e com o presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges.

Durante o encontro, segundo as empresas, o secretário confirmou que a revisão quadrienal sofreu alterações promovidas pela Secretaria Municipal da Fazenda, com redução de cerca de 60% dos valores apontados pela FIPE como necessários ao reequilíbrio dos contratos.

Os operadores afirmam ter solicitado acesso aos estudos que fundamentaram os cortes, mas ouviram que o material só poderá ser disponibilizado após a votação no TCM.

Diante disso, alegam não ter como assinar o termo de aditamento que condicionaria o pagamento do décimo terceiro às novas bases contratuais.

Um representante relatou ao Diário do Transporte:

“Não podemos assinar nada sem saber o que consta no estudo. Precisamos do material. Ele disse que não há mais tempo, que só depois da votação do TCM.”

Sem o aditamento e sem previsibilidade financeira, as empresas decidiram enviar a carta ao sindicato pedindo dilação de prazo, mas sem indicar nova data — já que dependem do julgamento e de uma eventual liberação de recursos pela Prefeitura.

Presidente do sindicato: clima é de rejeição e parte da categoria já recolhe veículos

O presidente do sindicato, Valdemir dos Santos Soares, disse ao Diário do Transporte que não vê condições de aceitar nova prorrogação. Ele relata que o ambiente nas garagens é de forte insatisfação:

“Os trabalhadores já não estão aceitando mais. Já tem uma boa parte recolhendo o carro e dizendo que não vai trabalhar.”

Diante do impasse, o sindicato realizará assembleias na madrugada desta quarta-feira (10) para deliberar sobre o pedido das empresas.
Há risco de paralisação imediata, dependendo da decisão dos trabalhadores.

Operadores citam cláusula contratual que prevê envio prévio de estudos

As empresas afirmam também que, conforme a Cláusula Nona, item 9.11, dos contratos de concessão, quando o reequilíbrio é de iniciativa do poder concedente, os estudos deveriam ser encaminhados previamente às operadoras para análise.

Segundo relatam, isso não ocorreu, impedindo que avaliem o impacto financeiro da revisão quadrienal e, por consequência, que assumam formalmente obrigações condicionadas aos novos parâmetros.

Situação pode evoluir ainda hoje

Com o julgamento marcado para amanhã no TCM, indefinição sobre repasses e assembleias nas garagens nas próximas horas, o risco de paralisação no sistema de ônibus da capital é concreto e iminente.

Adamo Bazani e Alexandre Pelegi, jornalistas especializados em transportes

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Ônibus perde freio na RJ-104 e motorista evita acidente em Niterói nesta quarta-feira (10)

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Acidente ocorreu na descida da Caixa d’Água, no sentido Centro; nenhum passageiro ficou ferido

YURI SENA

Um ônibus da linha 488 (São Pedro – Niterói), operado pela empresa Fagundes, perdeu os freios na manhã desta quarta-feira, 10 de dezembro, enquanto trafegava pela RJ-104, na altura da descida da Caixa d’Água, no sentido Centro de Niterói. O incidente causou pânico entre os passageiros que seguiam para o trabalho.

Segundo relatos de pessoas que estavam no coletivo, o veículo começou a ganhar velocidade de forma descontrolada logo após uma curva da via. A situação se agravou porque apenas uma das saídas de emergência estava funcionando, o que dificultou uma eventual evacuação e aumentou o risco de um acidente de grandes proporções.

Diante da emergência, o motorista manteve o controle da situação e conduziu o ônibus para o acostamento, utilizando a barreira lateral da pista para reduzir a velocidade. A manobra permitiu que o veículo fosse parado antes de descer a ladeira de forma desgovernada.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Os passageiros foram transferidos para outro ônibus da empresa, e a via foi liberada após a retirada do coletivo com o apoio de equipes responsáveis.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Fortes ventos provocam falhas na circulação das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa nesta quarta (10)

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Houve reflexos também na circulação das linhas 7-Rubi, 11-Coral e 9-Esmeralda, que registraram alterações operacionais ao longo do dia.

ADAMO BAZANI/YURI SENA

Os trilhos de São Paulo não estão preparados para intempéries nem muito graves. basta chover ou ventar mais forte que o passageiro encontra problemas.

Nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, não é diferente. Os ventos são fortes e há defeitos no atendimento de diferentes linhas de trens metropolitanos:

LINHA 7:

Devido a falha de sinalização entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jaraguá os trens estão circulando com velocidade reduzida.

Nota:

Devido à queda de uma árvore e de galhos no trecho da Linha 7-Rubi, em razão de ventos intensos na região metropolitana de São Paulo, a linha está operando com velocidade reduzida desde às 13h23 desta quarta-feira (10) entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jaraguá.

As equipes da concessionária atuam para restabelecer a operação o mais breve possível.

LINHA 9:

Devido aos fortes ventos registrados na tarde desta quarta-feira, uma árvore caiu nas proximidades da estação Santo Amaro, na Linha 9-Esmeralda. Em razão do ocorrido, a circulação de trens entre as estações Santo Amaro e João Dias passou a ser realizada por via única, com aumento no intervalo entre as viagens.

A ViaMobilidade informou que equipes de manutenção foram acionadas imediatamente e atuam no local para remover a árvore e restabelecer a operação normal no menor tempo possível.

Nota:

Devido aos fortes ventos desta tarde, uma árvore caiu na região da estação Santo Amaro da Linha 9 – Esmeralda. Por esse motivo, a operação entre Santo Amaro e João Dias segue por via única e com maiores intervalos. As equipes da concessionária atuam no local para normalizar a circulação o mais breve possível.

LINHA 10:

Por motivo de Problemas Técnicos no Sistema de Energia , os trens da Linha 10 – Turquesa estão circulando com intervalos maiores entre as Estações Palmeiras-Barra Funda e Rio Grande Da Serra

Nota

A Linha 10-Turquesa opera com maiores intervalos nesta quarta-feira (10/12), devido a uma avaria na rede aérea de energia (sistema de alimentação dos trens) ocasionada pela queda de um cabo, devido aos fortes ventos na região. Os trens que seguem sentido Rio Grande da Serra não estão obedecendo parada na Estação Capuava. Os passageiros que seguem neste sentido e descem na estação, devem desembarcar na Estação Mauá e retornar. Já quem está na estação e quer ir sentido Rio Grande da Serra, deve seguir até Santo André e voltar. Os técnicos estão atuando para normalizar a operação no trecho.

LINHA 11:

Também houve impacto na operação da Linha 11-Coral. Segundo a companhia, os trens circularam com velocidade reduzida e apresentaram maior tempo de parada entre as estações Guaianases e Estudantes, em razão de problemas técnicos no sistema de energia. Agradecemos a sua compreensão

Nota:

Nesta quarta-feira (10/12), desde 12h13, a circulação de trens na Linha 11-Coral está com maiores intervalos e velocidade reduzida no trecho entre Guaianases e Estudantes, devido à falha no sistema de energia elétrica entre as estações Calmon Viana e Ferraz de Vasconcelos. Os técnicos estão atuando para normalizar a operação.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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CPTM finaliza obras de revitalização da Estação Juventus-Mooca da Linha 10-Turquesa

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Intervenções incluem reforço estrutural, recuperação das lajes, revitalização de bancos e mobiliários e melhoria na iluminação

ARTHUR FERRARI

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) finalizou a revitalização da Estação Juventus-Mooca, em São Paulo (SP), após um conjunto de ações de manutenção, adequações estruturais e reorganização visual que envolveram diferentes áreas internas.

De acordo com a estatal, o objetivo foi modernizar um local de pequeno porte, sem previsão de obras complexas, tornando-o mais funcional e integrado ao entorno.

Entre as melhorias executadas estão a padronização da comunicação visual, a recuperação das lajes, a revitalização de bancos e mobiliários e o reforço da iluminação. Também foram instalados novos totens informativos e executados serviços de pintura e reorganização de áreas internas e externas, ampliando a sensação de segurança e o conforto para quem utiliza a estação.

A nova ambientação incluiu ainda um trabalho de pesquisa histórica que resultou na instalação de painéis com registros do antes e depois da intervenção, além de imagens antigas do sistema ferroviário paulista, como o relógio da Estação de Paranapiacaba. O espaço também recebeu uma linha do tempo com marcos desde a São Paulo Railway até a criação da CPTM.

Outra melhoria foi a adoção de soluções operacionais voltadas à acessibilidade. Os ajustes contemplam dispositivos que garantem alinhamento adequado com o trem, sistemas automáticos de bloqueio em caso de risco e adaptações que ampliam a autonomia de usuários com mobilidade reduzida.

Ainda segundo a CPTM, a iniciativa integra a estratégia de valorização da Linha 10-Turquesa, reforçando ações que buscam elevar o padrão de atendimento e preparar as estações para demandas presentes e futuras.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Linhas 7-Rubi, 9-Esmeralda, 10-Turquesa e 11-Coral com problemas por causa das rajadas de ventos nesta quarta (10)

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Há impactos em sinalização e energia

ADAMO BAZANI

Os trilhos de São Paulo não estão preparados para intempéries nem muito graves. basta chober ou ventar mais forte que o passageiro encontra problemas.

Nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, não é diferente. Os ventos são fortes e há defeitos no atendimento de diferentes linhas de trens metropolitanos:

LINHA 7:

Devido a falha de sinalização entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jaraguá os trens estão circulando com velocidade reduzida.

Nota:

Devido à queda de uma árvore e de galhos no trecho da Linha 7-Rubi, em razão de ventos intensos na região metropolitana de São Paulo, a linha está operando com velocidade reduzida desde às 13h23 desta quarta-feira (10) entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jaraguá.

As equipes da concessionária atuam para restabelecer a operação o mais breve possível.

LINHA 9:

Devido interferência externa provocada pelos fortes ventos na região de Santo Amaro, os trens estão circulando com maiores intervalos.

Nota:

Devido aos fortes ventos desta tarde, uma árvore caiu na região da estação Santo Amaro da Linha 9 – Esmeralda. Por esse motivo, a operação entre Santo Amaro e João Dias segue por via única e com maiores intervalos. As equipes da concessionária atuam no local para normalizar a circulação o mais breve possível.

LINHA 10:

Por motivo de Problemas Técnicos no Sistema de Energia , os trens da Linha 10 – Turquesa estão circulando com intervalos maiores entre as Estações Palmeiras-Barra Funda e Rio Grande Da Serra

Nota

A Linha 10-Turquesa opera com maiores intervalos nesta quarta-feira (10/12), devido a uma avaria na rede aérea de energia (sistema de alimentação dos trens) ocasionada pela queda de um cabo, devido aos fortes ventos na região. Os trens que seguem sentido Rio Grande da Serra não estão obedecendo parada na Estação Capuava. Os passageiros que seguem neste sentido e descem na estação, devem desembarcar na Estação Mauá e retornar. Já quem está na estação e quer ir sentido Rio Grande da Serra, deve seguir até Santo André e voltar. Os técnicos estão atuando para normalizar a operação no trecho.

LINHA 11:

Estamos circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as Estações Guaianases e Estudantes , devido a Problemas Técnicos no Sistema de Energia . Agradecemos a sua compreensão

Nota:

Nesta quarta-feira (10/12), desde 12h13, a circulação de trens na Linha 11-Coral está com maiores intervalos e velocidade reduzida no trecho entre Guaianases e Estudantes, devido à falha no sistema de energia elétrica entre as estações Calmon Viana e Ferraz de Vasconcelos. Os técnicos estão atuando para normalizar a operação.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Cruz Azul x Flamengo AO VIVO: siga o duelo do Intercontinental em tempo real

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Campeão brasileiro e da CONMEBOL Libertadores, o Flamengo estreia na Copa Intercontinental de 2025 nesta quarta-feira (10), às 14h (de Brasília), contra o Cruz Azul, do México, no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, no Qatar.

Quem avançar no duelo terá pela frente o Pyramids, do Egito. Vale lembrar que o PSG, atual campeão da Champions League, já espera seu adversário na grande final.

Essa é a terceira vez, em sete anos, que o Flamengo disputa o Intercontinental. Nas duas primeiras vezes, a competição ainda se chamava Mundial de Clubes.

Na ocasião, o Rubro-Negro perdeu para o Liverpool, da Inglaterra, na final de 2019, e para o Al Hilal, da Arábia Saudita, na semifinal de 2022.

Acompanhe abaixo o tempo real de Cruz Azul x Flamengo:

(as notícias podem demorar alguns segundos para aparecerem)

Onde assistir a Flamengo x Cruz Azul-MEX?

Você assiste à Copa Intercontinental no Disney+, com transmissão ao vivo da Cazé TV e sem custo adicional

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