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FlixBus reage à medida cautelar da ANTT que impacta milhares de passageiros do transporte rodoviário no Brasil

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Satélite Norte, empresa regular que tem parceria com a FlixBus

Medida desconsidera modelo autorizado pela própria Agência, com ampla adoção no mercado, gera insegurança regulatória e ameaça passageiros às vésperas das festas, diz empresa

ALEXANDRE PELEGI

A FlixBus, empresa de tecnologia para o transporte rodoviário, contesta a medida cautelar imposta pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), publicada em 1º de dezembro, que restringe sua atuação comercial no país. Segundo a empresa, a decisão desconsidera o próprio modelo regulado pela Agência — uma vez que todas as viagens são realizadas por viações devidamente autorizadas pela ANTT —, representa um retrocesso que carece de base técnica concreta e afronta a isonomia entre os operadores. A FlixBus ressalta ainda que a iniciativa repete um padrão de ações tomadas sempre no mês de dezembro, afetando o planejamento de passageiros e operadoras.

A medida foi suspensa por decisão judicial obtida na última quarta-feira (3), mas antes disso, a decisão da ANTT havia sido imposta de maneira unilateral, sem qualquer possibilidade de defesa, contraditório ou manifestação prévia da FlixBus com base em informações e documentos que já estavam em posse da agência há diversos meses. A ausência desse direito básico reforça a falta de previsibilidade regulatória, gera instabilidade no setor e ameaça o deslocamento de mais dezenas de milhares de passageiros que viajarão no Natal e Réveillon.

“A FlixBus está presente em mais de 40 países e o Brasil é um dos principais mercados para a companhia, em um modelo formalmente reconhecido e verificado pela própria ANTT”, destaca Edson Lopes, CEO da FlixBus no país. Enquanto a empresa cuida de tecnologia, vendas e experiência do consumidor, são as empresas parceiras — todas com autorização válida — que realizam integralmente a operação do transporte.

“Esse é um modelo inovador no Brasil, que trouxe mais eficiência e transparência para o setor e aumentou a oferta em regiões pouco atendidas pelo transporte rodoviário interestadual, levando mais opções, inclusive de canais de venda, para o consumidor”, exemplifica. Para Lopes, “o modelo da FlixBus fortalece pequenas e médias transportadoras autorizadas, ampliando sua competitividade e gerando valor em um mercado historicamente concentrado em poucos grupos empresariais”.

Desde 2021 no Brasil, a FlixBus informa que disponibilizou passagens para mais de 100 cidades em 13 estados e no Distrito Federal, ampliou a competitividade de operadores e introduziu padrões tecnológicos que elevaram a experiência do usuário e pressionaram a modernização das incumbentes. “Trata-se de um impacto estrutural em um setor onde 75% das rotas ainda operam em monopólio e mais de 90% são oligopólios“, diz o CEO.

Na análise de Edson Lopes, a medida cautelar da ANTT contradiz posicionamentos anteriores da própria Agência, bem como decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), entendimentos do Tribunal de Contas da União (TCU) e análises recentes do Ministério Público Federal (TCU), que alertaram para barreiras indevidas à concorrência no novo marco regulatório.

Ao adotar uma medida que desconsidera fatos técnicos e o próprio funcionamento do modelo autorizado, a Agência acaba punindo a inovação e prejudicando diretamente o consumidor”, afirma o executivo. “A FlixBus trouxe competitividade real para um setor que permaneceu estagnado por décadas. O Brasil não pode punir quem inova, amplia oferta e beneficia o passageiro.”

Lopes reforça que a empresa está adotando todas as medidas jurídicas necessárias para restabelecer a segurança institucional que o setor exige.

A FlixBus não recuará em seu compromisso com o Brasil. Seguiremos defendendo o direito dos passageiros e das empresas autorizadas parceiras de atuarem em um ambiente regulatório estável, transparente e compatível com o que existe nas principais economias do mundo.”

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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O desmoronamento dos Wolves após venda de brasileiro por R$ 472 milhões ao United

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Desde que subiu para a Premier League, após ser campeão da Championship na temporada 2017/18, o Wolverhampton sempre deu muito trabalho e, na maioria das oito temporadas na elite, sequer correu riscos de rebaixamento. Até mesmo brigou por vaga em competições europeias.

Nesse ano, porém, tudo mudou. O time em que jogam os brasileiros André e João Gomes, além do colombiano Jhon Arias, outro que foi muito bem no futebol brasileiro, faz uma campanha pífia na Premier League e somou apenas dois pontos até aqui. Em 14 jogos, a equipe não venceu nenhum e acumula dois empates e 12 derrotas.

Para se ter ideia, a equipe já está 12 pontos atrás do primeiro time fora da zona de rebaixamento. A não ser que consiga uma recuperação fantástica, jogará a segunda divisão no próximo ano.

O cenário parece ter mudado justamente “por culpa” do rival desta segunda-feira (8), o Manchester United. Isso porque o time vermelho pagou a bagatela de R$ 472,84 milhões para tirar Matheus Cunha do Wolverhampton.

Apesar de ainda não ter engrenado no United, o brasileiro tem feito muita falta em seu antigo clube. No atual, Cunha se recuperou de lesão e voltou a ser titular contra o West Ham, na última quinta-feira (4),

Na última temporada, ele teve números fantásticos, com 15 gols e seis assistências em 33 jogos na Premier League. Entre os jogadores contratados para substituí-lo, aparecem Jhon Arias, que chegou do Fluminense, Fer López e Jorgen Strand Larsen, que somados, não dão o valor de Cunha.

Mas também não têm desempenho nem perto do antecessor. López e Arias sequer fizeram gols, enquanto Larsen balançou as redes apenas uma vez.


Bola de Prata, NBA, NFL e mais!

Além da Premier League, a segunda-feira está cheia de outras grandes atrações na tela do Disney+.

A começar pelo Prêmio ESPN Bola de Prata, a partir de 12h.

Às 16h45, a bola rola no Campeonato Italiano, no duelo entre Torino e Milan. 15 minutos mais tarde, tem Gimnasia La Plata e Estudiantes, na semifinal do Clausura do Campeonato Argentino.

Durante a noite, às 21h30, Minnesota Timberwolves e Phoenix Suns se enfrentam pela NBA. E para fechar o dia, tem NFL, com o confronto entre Los Angeles Chargers e Philadelphia Eagles, às 22h15.

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STM lança material para orientar municípios paulistas na realização de pesquisas de deslocamento, buscando qualificar transporte coletivo e mobilidade nas regiões metropolitanas

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Nova cartilha e infográfico auxilia gestores na formulação de redes mais eficientes e alinhadas às demandas reais dos usuários

ARTHUR FERRARI

Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) de São Paulo apresentou nesta segunda-feira (8) um infográfico e uma cartilha destinados a apoiar municípios paulistas na realização de pesquisas de deslocamento, instrumento considerado decisivo para redesenhar e aprimorar o transporte coletivo nas regiões metropolitanas.

Ferramentas desse tipo oferecem um retrato preciso do uso dos sistemas de mobilidade, indicando como, quando e por que a população se movimenta. Levantamentos incluem motivos das viagens, horários, modos utilizados e perfil socioeconômico dos passageiros, compondo a base técnica para reestruturação de linhas, formulação de Planos de Mobilidade Urbana e projeções de demanda.

“Compreender o cenário de forma ampla é fundamental para um bom planejamento de mobilidade”, afirmou Epaminondas Duarte Junior, coordenador da CPG e responsável pelo projeto na STM. “Com esses materiais, queremos capacitar os gestores municipais para que saiam do campo da suposição e entrem no planejamento baseado em evidências, justificando tecnicamente investimentos e políticas públicas que melhorem a qualidade de vida da população.” (Epaminondas Duarte Junior)

Conteúdo elaborado pela CPG detalha procedimentos essenciais da Pesquisa Origem e Destino, incluindo entrevistas domiciliares, definição de zonas de tráfego e métodos de coleta. Técnicas complementares que utilizam dados de telefonia móvel e aplicativos também foram incorporadas, ampliando a capacidade de leitura dos deslocamentos que sustentam o transporte coletivo.

Divulgação dos materiais coincide com o início de uma nova rodada de pesquisas conduzida pela STM em todas as regiões metropolitanas paulistas, começando pela Região Metropolitana de Jundiaí (SP). Informações levantadas alimentarão o Plano Integrado de Transportes Urbanos (PITU), documento que orientará investimentos, integração entre modais e diretrizes para redes mais sustentáveis e eficientes nas próximas décadas.

Confira o material na íntegra

 

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Ônibus da Transunião sofre pane elétrica e é consumido por incêndio no Parque do Carmo, Zona Leste de SP, na manhã desta segunda (08)

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Veículo não transportava passageiros; Corpo de Bombeiros atuou no conbate às chamas

ARTHUR FERRARI

Um incêndio em um ônibus municipal de São Paulo, da concessionária Transunião, na Rua malmequer do Campo, no Parque do Carmo, Zona Leste de São Paulo, bloqueou totalmente a via por volta de 6h20 nesta segunda-feira, 8 de dezembro de 2025.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e atuou no combate às chamas. O veículo não transportava passageiros.

O Diário do Transporte procurou a SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pelo gerenciamento das linhas na capital, que disse por meio de nota que o veículo sofreu uma pane elétrica, que gerou o incêndio em seguida.

As linhas 253F/10 Term. A. E. Carvalho – Term. São Mateus e 4008/10 Jd. Cibele – Term. Vl. Carrão estão desviando, que passam pela rua Malmequer do Campo, sofreram desvios durante a interdição da via.

Desvios

Sentido centro: normal até a Av. Jacú-Pêssego, Av. Adriano Bertozzi, Rua John Speers, prosseguindo normal.

Sentido bairro: normal até a Rua John Speers, Av. Adriano Bertozzi, Av. Jacú-Pêssego, prosseguindo normal.

Nota da SPTrans na íntegra

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que, em razão de pane elétrica, foi registrado princípio de incêndio que se espalhou por um ônibus da Transunião, que estava reservado, sem passageiros. O caso foi na manhã desta segunda-feira (8), na Rua Malmequer do Campo, sentido centro, no Jardim Helian. O Corpo de Bombeiros foi acionado. Não há registro de vítimas.

Em razão da ocorrência, as linhas 253F/10 Term. A. E. Carvalho – Term. São Mateus e 4008/10 Jd. Cibele – Term. Vl. Carrão estão desviando.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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por que o contrato de ônibus de SP acumula distorções desde 2019

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Parecer da SMT identifica desequilíbrio, queda de demanda, reajustes defasados e necessidade urgente de recomposição

ALEXANDRE PELEGI

A iminência de uma greve geral no transporte coletivo de São Paulo, motivada pelo risco de não pagamento do 13º salário aos trabalhadores, expõe um problema que vinha sendo mantido nos bastidores: o atraso na 1ª Revisão Quadrienal dos contratos de ônibus e suas consequências diretas sobre o equilíbrio econômico-financeiro das concessionárias.

Documentos obtidos pelo Diário do Transporte — incluindo o Parecer Técnico SMT/GAB nº 127635271, a Minuta de Termo Aditivo enviada ao TCM e o Estudo Final da FIPE (Fase 4 – Abril/2025) — mostram uma reconfiguração profunda dos parâmetros contratuais. Entre eles, a mudança mais sensível: a redução da Taxa Interna de Retorno (TIR), que passou de 11,79% para 9,88% ao ano.

A TIR funciona, na prática, como um teto de rentabilidade permitido às concessionárias. É o indicador que estabelece qual retorno máximo as empresas podem obter sobre os investimentos feitos na operação. Quando esse índice é reduzido, como ocorreu agora, toda a base de cálculo do reequilíbrio econômico-financeiro também muda: uma TIR menor restringe o retorno admitido pelo contrato e torna mais rígida a recomposição dos valores devidos. Em termos simples, a TIR define quanto a operadora pode ganhar sem que o contrato seja considerado desequilibrado.

No estudo original elaborado pela FIPE, a TIR calculada para recompor o equilíbrio dos contratos era de 11,79% ao ano. Contudo, uma nova versão — posteriormente enviada ao Tribunal de Contas do Município — derrubou o índice para 9,88%, após alterações no cálculo do Custo Médio Ponderado de Capital (CMPC). A metodologia revista incluiu mudanças nos componentes de risco, mas sem justificativa clara nos documentos oficiais. Apesar disso, a SMT acatou integralmente a versão revisada.

A minuta de Termo Aditivo enviada ao TCM confirma a adoção da nova TIR e formaliza outros pontos centrais do reequilíbrio. Entre eles:

  • Indenização retroativa referente ao período entre maio de 2024 e junho de 2025, devido ao atraso na revisão;

  • Criação de uma Parcela Anual de Reequilíbrio, a ser descontada diretamente do complemento tarifário;

  • Nova fórmula de reajuste da Remuneração Básica, recalibrando os pesos de mão de obra, IPC-Fipe e diesel;

  • Mudança da periodicidade da revisão contratual, que deixa de ser quadrienal e passa a ser quinquenal, empurrando a próxima avaliação para 2029.

Apesar de todos esses elementos já constarem no parecer técnico e na minuta oficial, a Prefeitura ainda não assinou o aditivo, deixando o sistema operando com parâmetros desatualizados desde maio de 2024. Trechos do Parecer Técnico da SMT:


Nos últimos dias, dirigentes de empresas relataram ao Diário do Transporte que o atraso acumulado afetou de forma decisiva o fluxo de caixa. Com custos operacionais crescentes — especialmente mão de obra e combustível — e sem recomposição formalizada, empresas alertam para o risco real de não conseguir pagar o 13º salário, previsto para 12 de dezembro. Nas garagens, o clima é de mobilização e apreensão diante da possibilidade de greve.

Esse risco, porém, não é apenas uma preocupação das empresas — ele é expressamente reconhecido pela própria Secretaria Municipal de Transportes. No trecho mais contundente do parecer técnico enviado ao TCM, a SMT afirma que:

“o risco de greve dos motoristas, de impossibilidade de compra de diesel suficiente para operação de toda a frota e de aumento dos valores devidos a título de indenização pela demora na promoção dos efeitos desta 1ª Revisão Quadrienal justifica não só a celeridade na análise do presente Parecer, como a eventual tomada de decisão cautelar”.

O documento vai além e cita exemplos externos: ressalta que o Governo do Estado de São Paulo adotou medidas cautelares de reequilíbrio em concessões rodoviárias para evitar prejuízos ao erário, e que tais soluções passaram a ser referência nacional. Na avaliação da SMT, situação semelhante exigia resposta imediata no transporte por ônibus da capital.

Por isso, o parecer alerta que a revisão quadrienal deveria, necessariamente, ter sido concluída até junho de 2025 — o que não ocorreu.

Mais: O estudo final da FIPE reforça esse quadro: as tabelas de desequilíbrio apontam distorções acumuladas desde 2019, agravadas pela pandemia, pela queda permanente de demanda e pela defasagem nos parâmetros contratuais. O reconhecimento explícito do risco de greve no parecer da SMT evidencia que o problema não surgiu agora — ele era conhecido e previsto, mas permaneceu sem solução.

No fim das contas, o risco de paralisação não decorre de uma disputa entre empresas e trabalhadores, mas de um desequilíbrio contratual reconhecido, documentado e não corrigido, apesar dos alertas técnicos, jurídicos e financeiros produzidos pelo próprio poder concedente. Uma situação reconhecida, documentada e ainda não corrigida.

A revisão quadrienal deveria ter sido concluída em 2024; não foi. O reequilíbrio técnico, jurídico e financeiro está pronto; não foi aplicado. O sistema, portanto, opera hoje com um passivo crescente — e previsível — que pressiona empresas, trabalhadores e, por consequência, a cidade.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes


OBS:

Para verificar os documentos citados nesta matéria, clique nos links abaixo:

Minuta de Termo Aditivo enviada ao TCM: DOC_03___Minuta_de_Aditivo (1)

Parecer Técnico SMT/GAB nº 127635271: Parecer Técnico SMT_Quadrienal (4)

Estudo Final da FIPE (Fase 4 – Abril/2025): 5911 – FASE 4 – FINALIZAÇÃO – ABR 25 (REV.II)

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Com Ceará e Fortaleza, Série B conhece 20 participantes para 2026

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A última rodada do Campeonato Brasileiro, com nove jogos disputados simultaneamente neste domingo (7), confirmou também os últimos participantes da próxima edição da Série B, que, assim como neste ano, terá transmissão ao vivo do Disney+ em 2026.

Ao todo serão oito novidades em relação à competição disputada em 2025: quatro promovidos da Série C e os quatro rebaixados da primeira divisão, que vão se juntar aos 12 que já estavam na disputa.

Da Série A, descem Sport, Juventude, Ceará e Fortaleza; enquanto isso, os times promovidos da Série C são Londrina, Náutico, Ponte Preta e São Bernardo.

As oito novidades assumem os lugares que em 2025 foram de Coritiba, Athletico-PR, Chapecoense, Remo, Ferroviária, Amazonas, Volta Redonda e Paysandu. Os quatro primeiros subiram à elite, enquanto os outros vão jogar a terceira divisão.

Pelo novo calendário da CBF, a Série B será disputada de 25 de março até 28 de novembro, novamente no formato de pontos corridos, como acontece desde 2006. A divulgação da tabela acontecerá em meados do primeiro semestre.

Veja todos os times que jogarão a Série B em 2026:

  1. América-MG

  2. Athletic

  3. Atlético-GO

  4. Avaí

  5. Botafogo-SP

  6. Ceará

  7. CRB

  8. Criciúma

  9. Cuiabá

  10. Fortaleza

  11. Goiás

  12. Juventude

  13. Londrina

  14. Náutico

  15. Novorizontino

  16. Operário

  17. Ponte Preta

  18. São Bernardo

  19. Sport

  20. Vila Nova

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HIGER lança para 2026 novo modelo articulado, projeta biarticulado e apresenta ônibus elétrico rodoviário maior

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Linha Fencer foi renovada e ampliada para os mercados Sul-Americano e Centro-Americano. Todos os lançamentos incluem Brasil

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A chinesa Higer, representada no Brasil pela TEVX, terá em 2026 uma nova série de ônibus elétricos voltada os mercados Sul-Americano e Centro-Americano.

Além disso, 2026 finalmente deve ser o ano em que a marca tende a definir onde vai implantar uma planta no Brasil, algo que tem sido anunciado desde 2024.

Em relação aos novos produtos se destacam a nova linha Fencer, de ônibus com acabamentos superiores para serviços urbanos e metropolitanos comuns, mas com melhor categoria.

Na ampliação da linha Fencer, os modelos de grande porte chamam a atenção para 2026. Já está disponível um articulado de 18,7 metros. Com capacidade aproximada para 135 passageiros, dependendo da configuração interna, o F18EV, segundo a HIGER, pode ser feito nas versões piso baixo total ou piso alta (para corredores, com estações cujas plataformas são no mesmo nível do assoalho dos veículos). A autonomia prometida para as baterias é de 280 km.

Para abril de 2026, a Higer projeta lançar a versão biarticulada do Fencer, a F26EV, de até 26 metros de comprimento para 220 passageiros aproximadamente, dependendo da configuração interna. Também há duas configurações, tanto para piso baixo como para piso alto. A Higer promete baterias com autonomia de cerca de 300 km para os biarticulados.

Outra novidade é a estimativa da disponibilização dos chassis a partir de 2027.

Com estes lançamentos, a Série Fencer passará a contar com versões para os segmentos de 12m a 26m.

Série FENCER

F12EV – 12 m – Autonomia: 250 km

F18EV – 18,7 m – Autonomia: 280 km

F26EV – 26 m – Autonomia: 300 km

Os modelos se unem como opções no transporte coletivo regular e receptivo de serviços como aeroportuários, à Série Azure, de urbanos, que possui versões de 7 metros (micros) aos articulados de 18,7 m:

Série AZURE

A7 – 7 m – Autonomia: 250 km

A9 – 9 m – Autonomia: 250 km

A10 – 10,5 m – Autonomia: 250 km

A12 – 12,2 m – Autonomia: 250 km

A13 – 13 m – Autonomia: 250 km

A18 – 18,7 m – Autonomia: 250 km

RODOVIÁRIOS ELÉTRICOS:

A Higer também ampliou as opções de ônibus de padrões rodoviários elétricos para 2026.

Os veículos, segundo a fabricante, são indicados para rotas regulares, de curtas e média distâncias, e especialmente para fretamento, tanto contínuo como eventual, turístico e receptivo.

O lançamento mais recente é o modelo de maior porte, com autonomia ampliada prometida de até 450 km para as baterias com uma recarga completa. É o V13 EV – 13,2 m.

Assim, a série V de ônibus rodoviários elétricos passa a ter opções de veículos menores, de 9 metros, até 13 m, com autonomias variando, de acordo com o modelo, de 300 km a 450 km.

Série V

V9 EV – 9 m – Autonomia: 300 km

V 10 EV – 10,7 m – Autonomia: 400 km

V 12 EV – 12 m – Autonomia: 400 km

V13 EV – 13,2 m – Autonomia: 450 km

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Três consórcios disputam obra para requalificação da Avenida Santo Amaro — propostas têm média de R$ 98,6 milhões

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Licitação da SPObras para modernização do trecho entre a Rua Periquito e a Av. dos Bandeirantes prevê drenagem, corredor de ônibus de alta capacidade e melhoria urbana; Consórcio Conecta apresenta menor oferta

ALEXANDRE PELEGI

A SPObras deu início a licitação para contratar a empresa — ou consórcio — responsável pelas obras de requalificação da Avenida Santo Amaro e reforma do corredor de ônibus no trecho entre a Rua Periquito e a Avenida dos Bandeirantes, na zona sul de São Paulo. O processo foi aberto oficialmente no início de novembro de 2025, com o lançamento da licitação. A sessão para recebimento dos envelopes das empresas interessadas aconteceu nesta sexta-feira, 05 de dezembro de 2025.

O investimento estimado no edital é de R$ 98,8 milhões (base janeiro/2025), com prazo de execução de 18 meses e vigência contratual de 21 meses.

O que prevê o projeto de requalificação

Conforme o edital e o Termo de Referência da licitação, o escopo da obra abrange uma série de intervenções integradas, visando modernizar a infraestrutura viária, priorizar o transporte coletivo e melhorar a mobilidade urbana e acessibilidade. Entre os principais itens:

  • Pavimentação do corredor de ônibus com pavimento rígido de concreto e implantação de faixas exclusivas à esquerda, com faixas de ultrapassagem e paradas acessíveis.
  • Renovação do pavimento flexível (asfalto) para o tráfego geral das demais faixas.
  • Reforma completa do sistema de drenagem pluvial: novas galerias, coletores, bocas de lobo — visando reduzir o risco de alagamentos históricos da via.
  • Enterramento de redes elétricas e de telecomunicações, reduzindo o impacto visual e aumentando a segurança.
  • Ampliação e melhoria das calçadas, com piso tátil, rampas de acessibilidade universal, e estrutura de mobilidade ativa (pedestres, ciclistas).
  • Iluminação pública em LED, com foco em travessias e pontos de ônibus, melhorando a segurança noturna.
  • Paisagismo, arborização, mobiliário urbano, instalação de bicicletários, abrigos de ônibus modernizados, nova sinalização horizontal, vertical e semafórica conforme normas de acessibilidade.

O projeto segue diretrizes do Operação Urbana Consorciada Faria Lima, que financiará os trabalhos.

Segundo o edital, empresas interessadas deveriam entregar suas propostas até 27 de novembro de 2025, na sede da SPObras (Rua XV de Novembro, 165, Centro Histórico), com abertura dos envelopes ocorrendo no mesmo dia.

Propostas e concorrentes

Três consórcios apresentaram proposta e disputam o contrato:

  • Conecta Santo Amaro (Talude Construções S/A + SOEBE Construção e Pavimentação S.A)
  • Requalifica Santo Amaro (Gestor Engenharia Ltda + Dang Construtora de Obras Ltda + Fremix Pavimentação e Construções Ltda)
  • DPV Santo Amaro (DP Barros Pavimentação e Construção Ltda + VTC Infraestrutura Ltda)

Os valores apresentados foram:

  1. Conecta Santo Amaro – R$ 98.301.045,23
  2. Requalifica Santo Amaro – R$ 98.637.015,83
  3. DPV Santo Amaro – R$ 98.814.882,62

Considerando os três valores, a média das propostas é de aproximadamente R$ 98.584.314,56, pouco abaixo do valor estimado pela SPObras. A abertura dos envelopes de habilitação também foi realizada — agora a documentação será analisada, antes da fase de homologação e assinatura do contrato.

Importância da intervenção

O trecho em questão da Avenida Santo Amaro concentra forte fluxo de ônibus, veículos e pedestres, sofrendo historicamente com problemas de drenagem, calçadas estreitas sem acessibilidade, redes aéreas e um corredor de ônibus com pavimento desgastado.

A requalificação busca:

  • melhorar a fluidez e confiabilidade do transporte público;
  • recuperar e modernizar a infraestrutura viária;
  • ampliar a acessibilidade para pedestres e ciclistas;
  • tornar o espaço urbano mais seguro, confortável e organizado — com calçadas amplas, iluminação adequada, drenagem eficiente e mobilidade ativa;
  • reduzir emissões e impactos ambientais, estimulando transporte coletivo e modos ativos;
  • incentivar o desenvolvimento urbano da região sul da capital.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

 

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Ranking do rebaixamento no Brasileirão após quedas de Fortaleza e Ceará

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Com o Flamengo garantido como campeão desde quarta-feira (3), a rodada final do Brasileirão ofereceu bem mais emoção a quem brigava contra o rebaixamento do que em outras partes da tabela. Pior para Fortaleza e Ceará, que, em um domingo (7) triste para suas torcidas, amargaram mais uma queda na história.

Os dois rivais chegaram a sonhar com a salvação dupla em determinado momento da rodada, mas no fim foram punidos pelos tropeços e a combinação de resultados. O Ceará levou virada do Palmeiras em pleno Castelão, enquanto o Fortaleza perdeu do Botafogo no Nilton Santos.

Melhor para Santos, Vitória e Internacional, que ganharam seus respectivos jogos contra Cruzeiro, São Paulo e Red Bull Bragantino para sacramentar a permanência na elite do futebol brasileiro.

As quedas da dupla cearense não mexe com o ranking histórico do rebaixamento. A ponta da incômoda tabela continua com América-MG, Coritiba, Goiás e agora Sport, que caiu com muita antecedência. Cada time foi despromovido sete vezes.

O Fortaleza agora chega a cinco rebaixamentos, um a mais que o Ceará. Enquanto isso, o Vitória, que corria o risco da sétima queda, garante lugar na elite do ano que vem. Santos e Inter evitaram o segundo rebaixamento.

Veja os times que mais foram rebaixados na história do Brasileirão:

7 rebaixamentos

  • América-MG (1993, 1998, 2001, 2011, 2016, 2018 e 2023)

  • Coritiba (1989, 1993, 2005, 2009, 2017, 2020 e 2023)

  • Goiás (1982, 1993, 1998, 2010, 2015, 2020 e 2023)

  • Sport (1989, 2001, 2009, 2012, 2018, 2021 e 2025)

6 rebaixamentos

  • Vitória (1982, 1991, 2004, 2010, 2014 e 2018)

5 rebaixamentos

  • Avaí (2011, 2015, 2017, 2019 e 2022)

  • Criciúma (1988, 1997, 2004, 2014 e 2024)

  • Fortaleza (1983, 1993, 2003, 2006 e 2025)

  • Santa Cruz (1988, 1993, 2001, 2006 e 2016)

4 rebaixamentos

  • Athletico-PR (1989, 1993, 2011 e 2024)

  • Atlético-GO (2012, 2017, 2022 e 2024)

  • Bahia (1997, 2003, 2014 e 2021)

  • Ceará (1993, 2011, 2022 e 2025)

  • Juventude (1999*, 2007, 2022 e 2025)

  • Vasco (2008, 2013, 2015, 2020)

3 rebaixamentos

  • América-RN (1982, 1998 e 2007)

  • Botafogo (2002, 2014 e 2020)

  • CSA (1982, 1983 e 2019)

  • Figueirense (2008, 2012 e 2016)

  • Grêmio (1991, 2004 e 2021)

  • Guarani (1989, 2004 e 2010)

  • Joinville (1982, 1983 e 2015)

  • Náutico (1994, 2009 e 2013)

  • Paraná (1999, 2007, 2018)

  • Paysandu (1983, 1995 e 2005)

  • Ponte Preta (2006, 2013, 2017)

  • Portuguesa (2002, 2008, 2013)

2 rebaixamentos

  • Botafogo-SP (1999 e 2001)

  • Chapecoense (2019 e 2021)

  • Desportiva Ferroviária (1982 e 1993)

  • Gama (1999* e 2002)

  • Mixto (1982 e 1983)

  • Palmeiras (2002 e 2012)

  • União São João (1995 e 1997)

1 rebaixamento

  • América-RJ (1988)

  • Atlético-MG (2005)

  • Bangu (1988)

  • Bragantino (1998)

  • Brasília (1983)

  • Brasiliense (2005)

  • Corinthians (2007)

  • Cruzeiro (2019)

  • Cuiabá (2024)

  • Fluminense (1997)

  • Galícia (1983)

  • Grêmio Prudente (2010)

  • Inter de Limeira (1990)

  • Internacional (2016)

  • Ipatinga (2008)

  • Itabaiana (1982)

  • Juventus (1983)

  • Moto Club (1983)

  • Nacional-AM (1982)

  • Remo (1994)

  • Rio Branco-ES (1983)

  • River-PI (1982)

  • Santo André (2009)

  • Santos (2023)

  • São Caetano (2006)

  • São José (1990)

  • Taguatinga (1982)

  • Treze (1983)

* Foram rebaixados no Brasileirão em 1999, mas jogaram o Módulo Azul da Copa João Havelange em 2000

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Vagas na Libertadores, Sul-Americana, rebaixamento: como ficou a tabela do Brasileirão

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Chegou ao fim o Campeonato Brasileiro de 2025. Já com o título definido para o Flamengo, o quarto apenas na era dos pontos corridos, a competição guardou muita emoção para a última rodada. As vagas ainda em aberto para CONMEBOL Libertadores e CONMEBOL Sul-Americana só foram definidas após a 38ª rodada, neste domingo (07).

Como ficaram as vagas para a Libertadores em 2026?*

  • Fase de grupos: Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, Mirassol e Fluminense;

  • Fases preliminares: Botafogo e Bahia ;

*O São Paulo ainda pode garantir uma vaga à fase preliminar da Libertadores caso Cruzeiro ou Fluminense conquistem a Copa do Brasil.

Como ficaram as vagas para a Sul-Americana em 2026?*

  • São Paulo, Grêmio, Corinthians, Red Bull Bragantino, Atlético-MG e Santos.

*O Vasco herdará uma vaga na Sul-Americana em caso de título de Corinthians, Cruzeiro ou Fluminense na Copa do Brasil. Em caso de título do Cruzmaltino, ele garante lugar na CONMEBOL Libertadores.

Quem caiu para a Série B em 2026?

Como ficou a classificação final do Brasileirão de 2025?

  1. Flamengo: 79 pontos

  2. Palmeiras: 76 pontos

  3. Cruzeiro: 70 pontos

  4. Mirassol: 67 pontos

  5. Fluminense: 64 pontos

  6. Botafogo: 63 pontos

  7. Bahia: 60 pontos

  8. São Paulo: 51 pontos

  9. Grêmio: 49 pontos

  10. Red Bull Bragantino: 48 pontos

  11. Atlético-MG: 48 pontos

  12. Santos: 47 pontos

  13. Corinthians: 47 pontos

  14. Vasco da Gama: 45 pontos

  15. Vitória: 45 pontos

  16. Internacional: 44 pontos

  17. Ceará: 43 pontos

  18. Fortaleza: 43 pontos

  19. Juventude: 35 pontos

  20. Sport: 17 ponto

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