A Espanha conta com o talento de uma jogadora em especial para levantar mais uma vez a taça da Nations League feminina: Aitana Bonmatí.
Eleita três vezes a melhor atleta do mundo, a craque do Barcelona estará em campo nesta sexta-feira (28), às 16h30 (de Brasília), contra a Alemanha, no duelo de ida da grande final da competição.
Criada na Catalunha, Aitana chegou ao clube catalão com apenas 13 anos e nunca mais saiu.
Aos 16, a jovem meio-campista subiu para a categoria principal e desde então acumulou taças: são seis Copas da Rainha, seis campeonatos nacionais, cinco Supercopas da Espanha e três Champions League.
Vestindo a camisa da seleção espanhola, Bonmatí foi campeã do mundo em 2023, além de ter faturado a última edição da Nations.
Tais conquistas lhe renderam prêmios individuais que a tornaram uma das principais referências do futebol feminino mundial a ponto de ser elogiada por um dos maiores treinadores da história por ter características parecidas outro ídolo blaugrana: Andrés Iniesta.
“Aitana Bonmatí é uma jogadora de futebol que me apaixona completamente pela forma como joga. Diria que ela é como o Iniesta feminino jogando no Barcelona”, disse Pep Guardiola em 2023.
Outro astro do Barça também se rendeu ao talento de Aitana e escreveu o prefácio de sua autobiografia chamada ”Totes unides fem força!” (”Todas unidas fazemos força”, em tradução livre), publicada em 2022.
”Acho que o melhor legado que podemos deixar para as gerações futuras são os valores que formamos em La Masia. Ver que Aitana herdou esse DNA do futebol e os valores do Barça deixa-se muito orgulhoso”, escreveu Xavi Hernández, parceiro de Iniesta nos tempos áureos.
Agora, Aitana Bonmatí terá a chance de levantar outro importante título em sua carreira: a Nations League feminina, torneio criado em 2024 e vencido pela própria Espanha. Será que a meio-campista fará história mais uma vez?
Decisão na Nations feminina , NHL e mais!
A sexta-feira está do jeito que o fã de esporte gosta: repleta de eventos no Disney+!
A partir das 17h10 (de Brasília), França e Suécia fazem o duelo de ida na briga pelo terceiro lugar da Nations League feminina.
Já às 18h (de Brasília), sete jogos agitam a NHL, com destaque para Colorado Avalanche x Minnesota Wild.
Uma lei federal de julho de 2009 regulamenta a atividade de mototaxista no Brasil. Foto meramente ilustrativa / Bruno Concha.
Em entrevista ao Diário do Transporte, Luiz Carlos Nespoli, superintendente da ANTP, explica por que a busca por alternativas ao diesel e a renovação tecnológica da frota podem pressionar ainda mais o modelo tarifário — e reforça o risco de o passageiro de ônibus arcar com custos que deveriam ser públicos
ALEXANDRE PELEGI
Em meio ao avanço acelerado dos aplicativos de transporte sobre diferentes segmentos da mobilidade, o mototáxi voltou ao centro do debate público após o lançamento da Nota Técnica nº 57 do IPEA, que analisa mortalidade, morbidade e os riscos associados à adoção desse serviço no Brasil. O documento alerta para o impacto direto no transporte coletivo e para o aumento já comprovado de acidentes graves envolvendo motocicletas.
Para aprofundar o tema, o Diário do Transporte entrevistou Luiz Carlos Néspoli, o Branco, superintendente da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), que comenta os achados do estudo, apresenta números inéditos produzidos pela ANTP e detalha um ponto ainda pouco discutido: como a liberação irrestrita do mototáxi por aplicativo pode transferir recursos públicos para modelos privados sem qualquer garantia de segurança ou eficiência.
A seguir, a entrevista completa:
Alexandre Pelegi: Branco, o IPEA lançou a Nota Técnica nº 57 trazendo números preocupantes sobre acidentes com motocicletas e avaliando os riscos de implantação do mototáxi no Brasil. Para começar: qual é a principal mensagem do estudo e por que o tema é tão urgente?
Branco: A Nota Técnica é muito clara: o Brasil enfrenta um cenário gravíssimo no trânsito envolvendo motocicletas. O estudo mostra fragilidades estruturais e externalidades negativas associadas ao crescimento do uso da moto — e alerta que motocicletas não são apropriadas para transporte remunerado de passageiros, o chamado mototáxi. Há razões de segurança viária, mas também impactos diretos no transporte público.
Alexandre Pelegi: O estudo e sua fala na webinar destacaram efeitos graves no transporte coletivo. Qual é o impacto imediato caso haja migração para o mototáxi?
Branco: A ANTP realizou um estudo que mostra que uma migração de apenas 10% dos passageiros do transporte público para o mototáxi por aplicativo geraria um aumento de 30% no custo operacional do sistema em São Paulo. Para manter oferta e qualidade, seria inevitável elevar o subsídio público. O problema é que esse dinheiro público acaba indo, de forma indireta, para o enriquecimento do negócio dos aplicativos. É o Estado financiando um concorrente desregulado.
Alexandre Pelegi: Ou seja, o subsídio público acaba financiando o aplicativo?
Branco: Exatamente. É uma política pública ruim: além de favorecer um serviço sem regras claras, estimula um modal que gera um volume enorme de mortes e custos hospitalares altíssimos. Hoje, muitos leitos são ocupados por acidentados de moto — tirando espaço de outras enfermidades.
Alexandre Pelegi: Com a determinação judicial para que municípios regulamentem, que caminhos existem para evitar efeitos predatórios?
Branco: Existem medidas possíveis:
1) Autoridade de transporte público • Delimitar setores da cidade onde o mototáxi pode operar de forma complementar ao transporte público.
2) Autoridade de trânsito • Exigir cumprimento das regras de veículo e condutor. • Restringir circulação: • proibição de velocidades acima do limite; • limite de 50 km/h em vias expressas e arteriais; • proibição de circular entre carros levando passageiro; • proibição de operar fora das áreas autorizadas.
Alexandre Pelegi: Você também menciona ajustes no modelo de negócio das plataformas. O que precisa mudar?
Branco: A tecnologia permite controles eficazes. Exemplos: • Algoritmo deve bloquear viagens fora das áreas autorizadas. • Impedir jornadas exaustivas. • Proibir incentivos financeiros a viagens perigosas — como chuva, excesso de volume ou busca por produtividade acima do seguro. Tudo isso é possível com o rastreamento já existente.
Alexandre Pelegi: Mesmo com campanhas tradicionais — engenharia, educação, fiscalização —, por que os números seguem piorando?
Branco: Porque essas ferramentas não têm sido eficazes para motos. Enquanto outros acidentes caíram 30% em dez anos, as mortes envolvendo motocicletas só aumentam. É preciso atacar a raiz do problema, que está nos modelos de negócio do motofrete e do mototáxi — e isso envolve governo, saúde, fabricantes, motociclistas e empresas de delivery.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes
Empresa adota sistema digital que funciona offline, elimina riscos de perda de informações e atende integralmente às regras trabalhistas
ARTHUR FERRARI
Viação Reunidas avançou no processo de digitalização das operações em Goiânia (GO) ao implementar um novo Sistema Digital de Registro Eletrônico de Jornada destinado aos motoristas do transporte coletivo urbano. A empresa substituiu definitivamente o modelo manual em papeletas por uma solução eletrônica que, segundo a própria operadora, reduz inconsistências, amplia a precisão dos horários e fortalece a proteção dos direitos trabalhistas.
A tecnologia permite que cada motorista registre início, término e intervalos da jornada diretamente no celular, por meio de um aplicativo seguro. O sistema opera mesmo em modo offline e sincroniza automaticamente as informações assim que houver conexão disponível, sem exigir qualquer gasto de pacote de dados do trabalhador. O formato elimina riscos comuns ao modelo físico, como extravio de papeletas, divergências de anotações e distorções que poderiam afetar a comprovação de horas trabalhadas.
O novo procedimento está amparado pelo art. 74, §2º, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que obriga empresas com mais de 20 funcionários a manterem o registro de jornada, autorizando o uso de meios manuais, mecânicos ou eletrônicos. A implantação também segue integralmente as diretrizes da Portaria 671/2021 do Ministério do Trabalho e Previdência, que estabelece requisitos para registradores eletrônicos e incentiva o uso de plataformas seguras e invioláveis.
Segundo a empresa, a adoção do sistema faz parte de um movimento mais amplo de modernização, que envolve digitalização de rotinas operacionais, maior previsibilidade dos processos e redução de riscos trabalhistas e operacionais. A iniciativa se alinha ainda a objetivos internos como aprimoramento da cultura de alta performance, ampliação da transparência e melhoria da qualidade de vida dos empregados.
Entre os benefícios destacados pela companhia estão o registro exato da jornada real, a redução de erros manuais, a diminuição de fraudes, a segurança jurídica para apuração de horas extras e adicionais, além da facilidade operacional tanto para motoristas quanto para gestores. A Viação Reunidas informou manter diálogo permanente com os trabalhadores, oferecendo treinamento, suporte técnico e orientação contínua para o uso da ferramenta.
Com a mudança, a empresa reforça o compromisso com a transformação digital no transporte urbano, buscando processos mais modernos, eficientes e alinhados às demandas atuais de mobilidade. A implantação do ponto eletrônico representa um passo adicional na estratégia de consolidar práticas operacionais mais seguras e confiáveis, valorizando os trabalhadores que garantem diariamente o deslocamento de milhares de passageiros.
Mostra de Tito Ferrara e Ampara Silvestre aborda a preservação da fauna brasileira por meio de intervenções artísticas
YURI SENA
A Estação Palmeiras-Barra Funda da CPTM recebe, a partir das 9h desta sexta-feira, 28 de novembro de 2025, a exposição “Coexistência”, que reúne obras dos artistas Tito Ferrara e Ampara Silvestre. O projeto expográfico utiliza a arte como ferramenta para provocar reflexão sobre a preservação da fauna brasileira e permanece em cartaz até 5 de janeiro de 2026.
A mostra propõe um diálogo entre o ambiente urbano e o natural, ocupando a estação com murais e painéis que representam animais típicos do país. A intervenção produz uma espécie de reencontro simbólico entre as espécies e o espaço urbano, sugerindo uma convivência possível entre seres humanos e natureza — mesmo em meio ao ritmo acelerado e à densidade das grandes cidades.
Por meio da pintura, os artistas buscaram transformar o cotidiano dos passageiros em uma oportunidade de conscientização, aproximando o público da biodiversidade brasileira e reforçando a importância da preservação ambiental.
Serviço
Exposição: Coexistência – Projeto Expográfico
Abertura: sexta-feira, 28/11, a partir das 9h
Período: até 05/01/2026
Local: Estação Palmeiras-Barra Funda (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto)
A carreira de um jogador é marcada por altos e baixos. E o meia George McEachran sentiu isso na pele. Depois de surgir como promessa do Chelsea, o jogador não deslanchou no profissional e agora busca dar a volta por cima na 4ª divisão da Inglaterra.
McEachran é uma das armas do Grimsby para conquistar o acesso na League Two.
Não era isso o que o meia esperava para a sua carreira aos 25 anos. Afinal, há menos de dez anos, McEachran era um dos destaques das categorias de base do Chelsea.
As boas atuações fizeram a promessa ser convocada para o Mundial Sub-17 de 2017. Ao lado de Phil Foden e Jadon Sancho, McEachran fez parte do elenco que foi campeão pela Inglaterra, ao vencer a Espanha por 5 a 2, na final.
Dois anos depois, o meia foi levado pelo técnico Maurizio Sarri para a final da Europa League, contra o Arsenal. Apesar de não ter saído do banco de reservas, McEachran comemorou o título com a vitória por 4 a 1.
A promessa dos Blues, porém, não conseguiu ter espaço nos profissionais; nas duas temporadas seguintes, foi emprestado para modestos clubes holandeses: Cambuur e MVV. O contrato com o Chelsea terminou em 2022.
McEachran precisou dar um passo para trás em busca da retomada na carreira e está há quatro temporadas atuando na 4ª divisão da Inglaterra. O meia chegou ao Grimsby em 2024 depois de defender o Swindon Town.
Com a ex-promessa do Chelsea, o Grimsby está em nono lugar da League Two, com 26 pontos, a apenas quatro do terceiro colocado Bromley, que neste momento estaria sendo promovido ao lado de Walsall e Swindon.
Para continuar na cola dos líderes, o Grimsby recebe o Tranmere, às 17h (de Brasília), com transmissão ao vivo do Disney+.
Tênis, basquete e mais!
O futebol não é o único esporte na programação desta quinta-feira (27) no Disney+
No início da tarde, às 13h (de Brasília), o tênis chega com as oitavas de final do ATP Challenger 100 de Temuco, no Chile.
O dia ainda tem as fases finais do Premier Padel e o basquete com o College.
Extensão do itinerário começa em 1º de dezembro e alcança área em expansão
ARTHUR FERRARI
Comunidade do bairro Areia Branca, na Zona de Expansão de Aracaju (SE), recebeu na quarta-feira (26) a confirmação de que a linha 501 (Povoado São José / Terminal Zona Sul) terá percurso ampliado para incluir a Rua Taubaté e vias próximas, região que vem registrando crescimento populacional.
Representantes dos moradores se reuniram com o superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), Nelson Felipe, que informou a mudança após avaliação técnica da demanda. Segundo ele, “É uma gestão que dialoga e ouve o povo. Fizemos uma análise, avaliamos a viabilidade e, já a partir da próxima segunda-feira, no início da manhã, a comunidade terá acesso ao ônibus circulando pela rua. Dentro do que é técnico e do que é possível, a gente busca sempre atender às comunidades”, afirmou Nelson Felipe.
Dois veículos da linha 501 passarão a circular pela Rua Taubaté ao longo de todo o dia. Também serão instaladas placas de parada para orientar os usuários.
Moradora da região, Erika de Vasconcelos Alves Santana ressaltou que a comunidade aguarda esse atendimento há cerca de uma década. “Essa gestão nos trouxe esperança. A gente sabe que a população aumentou muito naquela região e as pessoas precisam do transporte público também. Então, vendo essa necessidade, nós nos unimos para fazer esse pedido, e hoje finalmente, depois de muito tempo nessa luta, conseguimos uma resposta positiva para a nossa reivindicação. A gente vê, hoje, a Prefeitura de Aracaju dando essa abertura à comunidade e dando importância às nossas reivindicações, e isso é muito importante pra nós. A gente se sente ouvido, acolhido e realmente fazendo parte da comunidade de Aracaju”, declarou Erika.
Outra moradora, Terezinha Brito, afirmou que a mudança atende a necessidades antigas. “Na rua Taubaté tem muita gente que faz faculdade, tem pessoas que são deficientes, e têm que andar um trecho grande para pegar um ônibus. E agora, com essa nova linha, vai ser maravilhoso para todos nós”, disse Terezinha.
Criança aguardava transporte escolar com o pai quando estrutura metálica cedeu
YURI SENA
Uma menina de 7 anos ficou ferida após um ponto de ônibus desabar sobre ela na manhã desta quinta-feira, 27 de novembro, em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
O acidente ocorreu por volta das 7h, na Rua Safira, no bairro Cidade da Criança.
A criança aguardava o transporte escolar ao lado do pai quando a estrutura metálica cedeu repentinamente. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para atendimento médico.
A Prefeitura de Praia Grande comunicou que contratou uma nova empresa para assumir a manutenção dos pontos de ônibus. A previsão é de que as equipes iniciem as atividades na próxima semana. A remoção da estrutura danificada ficará a cargo da Secretaria de Serviços Urbanos (Sesurb).
Rota da 2002-31 Term. Pq. D. Pedro II / Natal Iluminado serve o circuito da Avenida Paulista e o Cento Velho com tarifa convencional de R$ 5. Já passeios, terão três caminhos diferentes
ADAMO BAZANI
Nesta quinta-feira, 27 de novembro de 2025, entrou em operação na cidade de São Paulo uma linha especial de ônibus noturnos para atender às demandas maiores de compras e, também, por atrações turísticas e culturais desta época.
Trata-se da linha 2002-31 Term. Pq. D. Pedro II / Natal Iluminado, que serve o circuito da Avenida Paulista e o Cento Velho com tarifa convencional de R$ 5 aceitando Bilhete Único e concedendo normalmente as gratuidades e descontos tarifários já praticados na cidade.
A linha é operada com ônibus elétricos iluminados para o Natal pela Ambiental Transportes Urbanos e vai funcionar até 06 de janeiro de 2026, diariamente, das 18h às 23h30. As partidas são a cada meia hora.
O trajeto parte do Terminal Parque D. Pedro II e avança por alguns dos endereços mais simbólicos da cidade, como o Theatro Municipal, o Pateo do Collegio, as praças da Sé e da República, além do trajeto completo pela Avenida Paulista — principal vitrine do Natal Iluminado. Os ônibus elétricos decorados também farão passagem pelo Parque do Ibirapuera, outro polo de grande atração durante o período natalino. As viagens têm tarifa regular de R$ 5 e aceitam Bilhete Único; aos domingos, são gratuitas, dentro do Programa Domingão Tarifa Zero.
(Mais abaixo o trajeto completo)
PASSEIOS GRATUITOS:
A partir deste sábado, 29 de novembro de 2025, começam também os passeios gratuitos nos 150 ônibus decorados pelas empresas que prestam serviços no sistema gerenciado pela SPTrans (São Paulo Transporte), da capital paulista.
Estes passeios sem cobrança de tarifa ocorrem todos os sábados e domingos, até 21 de dezembro de 2025, sempre as 18h às 22h (Dias 29 e 30 de novembro, 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de dezembro).
São três pontos de partida diferentes: Metrô Vila Matilde, Shopping Interlagos e Metrô Parada Inglesa. Todos os roteiros passam pela à venida Paulista, que, segundo a prefeitura, vai se transformar em um “grande corredor de luzes, cenários e atrações culturais”.
VEJA O TRAJETO COMPLETO DA LINHA DA SEMANA 2002-31 Term. Pq. D. Pedro II / Natal Iluminado
NATAL ILUMINADO / TERM. PQ. D. PEDRO II
Via
N°
TERM. PARQUE DOM PEDRO II – PLAT 06 (TERM. PQ D PEDRO II)
0 – 0
TERM. PARQUE DOM PEDRO II
0 – 0
AC. SAIDA 1
0 – 0
PQ. D. PEDRO II
775 – 951
AV. RANGEL PESTANA
363 – 263
R. DR. BITTENCOURT RODRIGUES
1 – 68
R. VENCESLAU BRÁS
230 – 1
PÇA. DA SE
0 – 0
LGO. PATEO DO COLÉGIO
0 – 134
VIAD. BOA VISTA
1 – 230
R. BOA VISTA
43 – 390
LGO. S. BENTO
1 – 58
R. LÍBERO BADARÓ
0 – 256
VIAD. DO CHÁ
1 – 258
PÇA. RAMOS DE AZEVEDO
300 – 496
R. CONS. CRISPINIANO
275 – 410
LGO. PAISSANDU
0 – 0
AV. S. JOÃO
465 – 674
AV. IPIRANGA
709 – 807
PÇA. DA REPÚBLICA
376 – 497
AV. DR. VIEIRA DE CARVALHO
2 – 210
LGO. DO AROUCHE
112 – 0
AV. DR. VIEIRA DE CARVALHO
209 – 1
PÇA. DA REPÚBLICA
419 – 0
AV. S. LUÍS
1 – 351
R. DA CONSOLAÇÃO
126 – 398
R. ARAÚJO
0 – 0
AV. IPIRANGA
0 – 120
R. DA CONSOLAÇÃO
440 – 2608
AV. REBOUÇAS
2 – 166
AC. RETORNO
0 – 0
AV. REBOUÇAS
273 – 1
R. DA CONSOLAÇÃO
0 – 2607
AV. PAULISTA
2587 – 1
R. DES. ELISEU GUILHERME
17 – 82
R. DR. RAFAEL DE BARROS
9 – 163
R. CUBATÃO
1 – 448
R. DR. TOMAZ CARVALHAL
227 – 434
R. CEL. OSCAR PORTO
878 – 1004
AV. VINTE E TRÊS DE MAIO
1 – 3494
AC. A AV. PEDRO ALVARES CABRAL
0 – 0
AV. PEDRO ALVARES CABRAL
679 – 1
PÇA. GEN. ESTILAC LEAL
0 – 93
PÇA. ARMANDO SALES DE OLIVEIRA
94 – 0
AV. BRASIL
2 – 776
AV. NOVE DE JULHO
4115 – 2703
PAS. SUB. DAHER ELIAS CUTAIT (TÚNEL NOVE DE JULHO)
2701 – 2057
AV. NOVE DE JULHO
2055 – 1393
VIAD. DR. PLÍNIO DE QUEIROZ
0 – 0
AV. NOVE DE JULHO
1085 – 155
PÇA. DA BANDEIRA
0 – 0
R. STO. ANTÔNIO
372 – 0
PÇA. GEN. CRAVEIRO LOPES
373 – 384
VIAD. JACAREÍ
140 – 280
R. MARIA PAULA
300 – 2
VIAD. DA. PAULINA
509 – 266
PÇA. DR. JOÃO MENDES
0 – 0
R. ANITA GARIBALDI
1 – 90
PÇA. CLOVIS BEVILAQUA
1 – 387
AV. RANGEL PESTANA
2 – 262
R. DR. BITTENCOURT RODRIGUES
0 – 300
R. DR. BITTENCOURT RODRIGUES (PÇA. FERNANDO COSTA)
301 – 420
PÇA. FERNANDO COSTA
237 – 322
PÇA. RAGUEB CHOHFI
0 – 0
AC. ACESSO
0 – 0
AC. ACESSO 1
0 – 0
TERM. PARQUE DOM PEDRO II
0 – 0
TERM. PARQUE DOM PEDRO II – PLAT 06 (TERM. PQ D PEDRO II)
0 – 0
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Ricos, estruturados e finalistas da CONMEBOL Libertadores, que será decidida neste sábado (29), às 18h (de Brasília), com transmissão ao vivo do Disney+, Palmeiras e Flamengo nadam de braçadas há anos no futebol brasileiro e sul-americano. No entanto, esse cenário era algo imaginável se voltarmos para 2013.
Exatos 12 anos antes da final que acontece em Lima, no Peru, os dois clubes estavam no buraco. Salários atrasados, pouca estrutura e dívidas enormes faziam parte do cotidiano de Palmeiras e Flamengo. Até que dois presidentes até então desconhecidos do grande público foram eleitos e iniciaram um trabalho de reconstrução dos clubes.
Do lado alviverde, Paulo Nobre foi quem teve a missão de assumir um Palmeiras que estava na segunda divisão e que nem dinheiro para pagar uma conta de luz tinha. Na diretoria rubro-negra, Eduardo Bandeira de Mello tinha apenas a caneta para tocar um Flamengo afundado nas dívidas, sem credibilidade e que teve que devolver até mesmo Vagner Love, estrela da equipe, ao CSKA por não ter condição de pagar o acordo firmado no ano anterior.
No imaginário do torcedor, estar no patamar que os clubes ocupam hoje era praticamente inimaginável. No entanto, depois de um trabalho onde foi preciso “cortar na carne”, Palmeiras e Flamengo vivem “um outro patamar”.
Para falar detalhadamente sobre esse processo, o ESPN.com.br procurou os então presidentes Paulo Nobre (que preferiu não falar sobre o assunto) e Eduardo Bandeira de Mello. Pelo lado alviverde, Luciano Paciello, CFO da época, e Ricardo Galassi, diretor de Arena, homens de confiança de Nobre, atenderam à reportagem, assim como Bandeira. Eles contaram os bastidores sombrios dos clubes, algo bem distante da realidade atual.
“A dívida do Flamengo era cerca de R$ 800 milhões, com faturamento pouco maior de R$ 200 milhões. Era uma situação muito difícil, mas quem tem 40 milhões de torcedor encontra uma solução”, conta Bandeira sobre o cenário, bastante parecido com o do Palmeiras.
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3:11
Bandeira diz quanto era dívida do Flamengo e desabafa: ‘O clube não se respeitava’
Ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello falou em entrevista exclusiva à ESPN
“O total dos deveres e obrigações (total do passivo registrado na contabilidade no encerramento do ano de 2012) era da ordem de R$ 542 milhões. Obviamente, a situação era assustadora, não apenas pelo saldo da dívida em si, mas também pela baixa capacidade de pagamento, uma vez que a receita projetada era reduzida e a entidade não tinha crédito junto ao mercado financeiro”, recorda Galassi.
“O grande desafio era que o Palmeiras operava como uma empresa dos anos 1980, de forma manual, arcaica e tudo que precisava fazer era complexo. Foi grande choque onde tive que dar dois passos para trás, arregaçar as mangas e fazer com suor essa estruturação”, diz Paciello.
Além de ter a corda no pescoço com uma alta dívida, havia algo pior na visão das duas diretorias: a falta de credibilidade. Flamengo e Palmeiras não conseguiam sequer negociar dívidas, já que a falta de crédito no mercado impossibilitava o clube que engatilhava no processo de reestruturação. Sem moral com credores, cariocas e paulistas sofriam na hora de contratar atletas.
“Mas o passivo ético e moral eram maiores do que o financeiro. O Flamengo era um clube que não se dava respeito, não passava um exemplo positivo para os torcedores. Flamengo era um clube que não pagava em dia seus funcionários e atletas. Era um clube que você via no jornal que tinha sido despejado do CT por falta de pagamento, conta Bandeira.
“Isso é uma coisa que machuca muito o torcedor: a gente não gosta de perder em campo, mas não gostamos também de ser achincalhado. Na minha posse, falei que faria o esforço total para transformar o clube em um clube cidadão. E conseguimos”, completa o presidente que comandou o Flamengo de 2013 a 2018.
Pelo lado do Palmeiras, a situação era semelhante. Se o Flamengo teve de abrir mão de Vagner Love, o time alviverde perdia o seu artilheiro Hernán Barcos para o Grêmio. Na época, sem condições de pagar pelo atacante que estava valorizado, o Palmeiras receberia cinco atletas do tricolor. No entanto, um recusou o clube: Marcelo Moreno.
“Esse caso (envolvendo Barcos) foi bastante emblemático. Ele foi para o Grêmio, que mandaria cinco jogadores em troca. Só que um (Marcelo Moreno) em específico não quis vir”, recorda Paciello.
“No futebol, todos os jogadores se conversam. O Palmeiras não pagava em dia, renegociava dívidas com os atletas e não cumpria”, completa.
“A imagem do Palmeiras no mercado era uma desgraça em todos os aspectos: esportivo, administrativo, financeiro e institucional. Existia grande dificuldade em contratar bons jogadores e em se estabelecer relações com parceiros de negócios. Não havia credibilidade face as ações das gestões anteriores, principalmente as duas últimas. A instituição estava falida não só financeiramente, mas moralmente também”, afirmou Galassi.
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3:49
‘O dinheiro acabou’: os bastidores de um Palmeiras pobre e como clube deu volta por cima
Ex-CFO do Palmeiras, Luciano Paciello falou em entrevista exclusiva à ESPN
Novos tempos após muito trabalho
Em 2013, no primeiro ano da gestão Bandeira, o Flamengo foi campeão da Copa do Brasil. No entanto, a realidade financeira era bastante distante do ideal, assim como o Palmeiras, que conseguiu o acesso à primeira divisão naquele ano.
Apesar do choque inicial, Palmeiras e Flamengo começaram a trilhar novos caminhos após dois anos contendo gastos e priorizando as dívidas. A temporada de 2015 começava a trazer de volta o sorriso no rosto do torcedor.
Na Academia, a parceria com a Crefisa trazia o combustível que faltava para ter um time competitivo. Daquele elenco, Dudu e Zé Roberto foram as contratações mais badaladas da gestão e que acabaram determinantes na conquista da Copa do Brasil de 2015.
Estruturado, consciente nos gastos e saudável financeiramente, o Palmeiras ainda conquistou o Brasileirão no ano seguinte. No Rubro-Negro, os títulos de expressão, com exceção da Copa do Brasil de 2013, chegaram depois. Antes disso, contratações de impacto mostravam que o Flamengo seria outro em pouquíssimo tempo.
Em 2015, o clube carioca tirou Paolo Guerrero do Corinthians. No ano seguinte, Diego Ribas. Em 2017, Diego Alves e Everton Ribeiro, nomes que, com exceção do peruano, fizeram história no mágico time de 2019 e que depois enfileirou diversos títulos.
Para Bandeira de Mello, valeu a pena “cortar na carne” para mudar o patamar do Flamengo no futebol brasileiro.
“Tenho certeza que a partir do sacrifício que fizemos, associado a um choque de gestão, levou o Flamengo a um outro patamar como diz o Bruno Henrique. Multiplicamos a receita por quatro, reduzimos a receita e a partir de 2015 nunca mais você viu alguém falar de dívida. Dívida deixou de ser um problema e está assim até hoje”, lembra Bandeira.
“Como todo um clube grande, existe a cobrança, a busca por resultado. O torcedor vinha muito machucado. Foi importante que gestão tinha claro o que deveria ser feito. A responsabilidade com a instituição eram tomadas no Palmeiras. Isso era bom para o clube. Reestruturação não é corrida de 100 metros e sim uma maratona. Hoje é fácil falar do Palmeiras, mas para quem estava lá atrás… se falassem que o trabalho iria acontecer dessa forma, iria falar ‘é impossível isso acontecer’. Aconteceu porque a convicção no trabalho era grande”, finalizou Paciello.
Em outro patamar, Palmeiras e Flamengo agora duelam na final da Libertadores. Quem vencer no dia 29 de novembro se tornará o primeiro tetra do Brasil. Você acompanha a decisão a partir das 18 (de Brasília), no Disney+.
Onde assistir a Palmeiras x Flamengo?
Você acompanha Palmeiras x Flamengo pela final da CONMEBOL Libertadores, neste sábado (29), a partir das 18h (de Brasília), com transmissão do Disney+.
Intervenção inclui estações modernas, ciclovia, requalificação urbana e dois novos viadutos; investimento é de R$ 298,5 milhões
ALEXANDRE PELEGI
O Governo do Espírito Santo deu início nesta quinta-feira, 27 de novembro de 2025, às obras do Expresso GV, novo corredor exclusivo de ônibus do sistema Transcol que será implantado ao longo da Avenida Carlos Lindenberg, conectando Vila Velha a Cariacica. Com investimento de R$ 298,5 milhões e previsão de 24 meses de execução, trata-se da maior intervenção de mobilidade urbana já realizada na Região Metropolitana da Grande Vitória.
Ao todo, serão cerca de 6,5 km a 7 km de extensão, com pavimento rígido em concreto, seis estações (12 plataformas) equipadas com videomonitoramento, acessibilidade, painéis de informações em tempo real e integração ao restante do sistema. O projeto também prevê ciclovia, novas calçadas, redesenho viário e qualificação completa do eixo urbano.
A implantação do Expresso GV exigirá ainda a construção de dois viadutos, responsáveis por melhorar os acessos à Segunda Ponte e a ligação direta com Cariacica, facilitando o fluxo e as manobras dos ônibus em direção ao Terminal Jardim América.
Requalificação urbana e prioridade ao transporte público
De acordo com o Governo do Estado, o objetivo central do Expresso GV é priorizar o transporte coletivo, aumentar a velocidade média dos ônibus, melhorar a confiabilidade das viagens e elevar a qualidade do deslocamento diário dos moradores da Grande Vitória. A presença de ciclovia e de calçadas reconstruídas reforça o caráter de integração modal e requalificação urbana, ampliando segurança e conforto para pedestres e ciclistas.
A obra também prevê ações de drenagem, sinalização e reorganização do trânsito, transformando a Avenida Carlos Lindenberg em um eixo multimodal de circulação mais eficiente e inclusivo.
Interdições e mudanças no tráfego durante a obra
As intervenções já provocam impactos no tráfego local. Um trecho de aproximadamente 1 km da via opera temporariamente com apenas uma faixa por sentido, condicionado ao avanço das frentes de trabalho. Motoristas e comerciantes devem enfrentar períodos de restrições, enquanto o governo afirma que o planejamento busca mitigar transtornos ao longo dos dois anos de execução.
Impacto esperado no sistema Transcol
O corredor exclusivo deve aumentar a regularidade, reduzir tempos de viagem e atrair novos passageiros para o transporte público, contribuindo para a redução do uso de automóveis e, consequentemente, para a diminuição das emissões veiculares. O Expresso GV também fortalece o papel da mobilidade sustentável na agenda estadual, integrando políticas de transporte coletivo, circulação ativa e qualificação urbana.
Ao final da obra, a Avenida Carlos Lindenberg deverá operar como eixo estrutural de alta capacidade, combinando ônibus em faixa exclusiva, ciclovia e infraestrutura moderna — um modelo que segue referências adotadas em corredores BRT de capitais brasileiras.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes