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como integrar empresas de ônibus e plataformas pode acabar com o caos do pós-venda

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No transporte rodoviário de passageiros, empresas de ônibus e plataformas digitais vivem uma relação de dependência que ainda carece de sintonia. As viações dominam o essencial — operação, frota, segurança e cumprimento de normas — enquanto as plataformas se especializaram em tecnologia, marketing e experiência do usuário. O passageiro, porém, sente no bolso e no tempo o resultado dessa falta de integração.

O consultor jurídico Ilo Löbel da Luz, especialista em regulação da ANTT, resume de forma direta:

“Não existe concorrência entre quem opera e quem vende. O que existe é interdependência. A viação tem o produto, e a plataforma tem o canal. Quando cada um faz bem o seu papel e os sistemas se conectam, quem ganha é o passageiro.”

Essa “conexão” a que ele se refere ainda é um desafio, principalmente no pós-venda — momento em que o cliente precisa cancelar ou remarcar uma passagem.

“Hoje, é um processo que lembra os anos 1990: o cliente abre um chamado, a plataforma manda um e-mail, a viação responde manualmente, e tudo isso leva dias. É um verdadeiro pesadelo operacional, e o passageiro não entende por que um aplicativo moderno não consegue resolver algo tão básico.”

Segundo Löbel, essa falta de integração cria um efeito dominó:

“As plataformas gastam mais com atendimento, as empresas correm risco de multa por atrasos e o cliente desiste de usar o ônibus na próxima viagem. Todos perdem.”

A solução, ele explica, passa por algo que parece técnico, mas é fundamental: uma API padronizada de pós-venda.

“API é a sigla para ‘Interface de Programação de Aplicações’. Na prática, é um canal digital seguro que faz dois sistemas diferentes conversarem entre si. É como se a plataforma tivesse uma linha direta com o sistema da viação — sem e-mails, planilhas ou intervenção humana.”

Com essa integração, processos hoje lentos seriam instantâneos.

“O cliente pede o cancelamento, a plataforma consulta a viação via API, e a resposta volta em segundos: o valor da passagem, a multa, o reembolso. Tudo dentro das regras da ANTT. O mesmo vale para remarcações. É eficiência, transparência e respeito ao consumidor.”

O impacto seria imediato para todos os lados, afirma o consultor:

“A plataforma ganha produtividade, a viação elimina riscos e o passageiro tem o problema resolvido na hora. É um ganha-ganha-ganha real, não um slogan.”

Mais do que um avanço tecnológico, Löbel vê nisso uma mudança de mentalidade.

“Enquanto a regulação for tratada como obstáculo, o setor continuará preso ao passado. As regras precisam estar embutidas no próprio código das plataformas. A regulação deve fazer parte da inteligência digital do transporte.”

Ele reforça que modernizar o sistema não significa flexibilizar a lei, mas operacionalizá-la de forma inteligente.

“A ANTT define o que deve ser feito, e a tecnologia mostra como fazer melhor. O passageiro não precisa ser o elo fraco dessa cadeia. Se há norma, que ela funcione a favor dele — e não contra.”

Na visão do consultor, o futuro do transporte rodoviário depende justamente dessa convergência entre operação, regulação e tecnologia.

“Enquanto estivermos presos à planilha e ao e-mail, não adianta falar em inovação. A estrada digital já existe — falta só conectar os fios certos.”

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Vitor Roque na Premier League? Veja como Palmeiras encara assédio europeu por atacante e por que ida à seleção é ‘trunfo’ por permanência

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Sob forte mira do mercado internacional para o mercado de transferências do inverno europeu a partir de janeiro de 2026, Vitor Roque não deverá deixar o Palmeiras tão cedo. De acordo com apuração da ESPN, o time paulista não tem o menor interesse em negociá-lo, independentemente do valor das ofertas que o clube receba por ele.

Na última terça-feira (3), André Cury, agente do atleta, concedeu entrevista ao GE, disse que houve uma oferta de 35 milhões de euros (R$ 216 milhões) de clubes do Oriente Médio, mas que deverão chegar ofertas na casa dos 50 milhões de euros (R$ 309 milhões) de times da Premier League.

A ESPN trouxe informações a respeito de uma possível aproximação do Manchester United por Vitor Roque, mas ainda não houve oferta oficial. Além disso, a reportagem soube que o atleta tem trânsito na Premier League e frequentemente foi oferecido a clubes do país, como o Chelsea, por exemplo.

Porém, os atuais campeões do mundo não se interessaram. Além do futebol inglês, a interesse também de times italianos, como o Milan. A equipe chegou a consultar valores e condições de um possível negócio, mas também sem oficialização de proposta.

Apesar de toda o assédio por parte do futebol internacional para cima do atacante, o Palmeiras vê Vitor Roque como “imprescindível”, está feliz com o atleta e não tem intenção em negociá-lo.

O clube enxergou ainda a convocação do atacante para a seleção brasileira, ocorrida na última terça-feira, como um “trunfo” por uma permanência do “Tigrinho” para 2026. O clube entende que o atleta pode enxergar o Palmeiras como uma “grande vitrine” e que isso o faria desistir de um retorno à Europa tão imediato.

Anunciado em fevereiro de 2025 pelo time paulista, o “Tigrinho” foi comprado por 25,5 milhões de euros (R$ 152 milhões), e assinou um vínculo até dezembro de 2029. Desde que chegou ao Palmeiras, Vitor Roque marcou 17 gols e soma outras cinco assistências.

Assista ao Fala a Fonte no Youtube

De segunda a sexta, a partir das 9h (de Brasília) no Youtube da ESPN, você acompanha o Fala a Fonte, programa comandado por André Hernan, Bruno Andrade e Bruno Vicari. Fique ligado!

Próximos jogos do Palmeiras:

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Preço do MAP recua 10% e devolve parte das altas de 2025, mas queda chega tarde para o produtor brasileiro

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Fertilizante MAP acumula queda de 10% após sete semanas consecutivas de recuo

O preço do MAP (fosfato monoamônico), um dos fertilizantes mais utilizados na agricultura brasileira, apresentou queda contínua nas últimas sete semanas, de acordo com levantamento da StoneX. O insumo acumula baixa de 10% nos portos brasileiros, devolvendo parte das altas registradas no primeiro semestre de 2025.

Entre o início do ano e meados de setembro, o produto havia subido cerca de 15%, pressionando as relações de troca com soja e milho e reduzindo o poder de compra dos produtores. O aumento dos custos levou muitos agricultores a adiar decisões de compra e a buscar alternativas mais econômicas.

Importações de MAP caem 22%, enquanto produtores buscam alternativas mais baratas

A valorização do MAP no início do ano impactou diretamente o volume importado. Entre janeiro e setembro, o Brasil trouxe pouco mais de 2,5 milhões de toneladas do produto, uma queda de 22% em comparação com o mesmo período de 2024.

Para reduzir custos, os produtores recorreram a fertilizantes com menor concentração de fósforo, como o SSP (superfosfato simples) e o NP (mistura de nitrogênio e fósforo). Segundo a StoneX, as importações desses produtos cresceram 18% e 50%, respectivamente, refletindo o esforço do setor em equilibrar os gastos diante das margens apertadas.

O analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Tomás Pernías, explica que esse movimento reflete uma mudança de postura estratégica no setor.

“Os importadores estão mais atentos à volatilidade internacional e à dinâmica cambial, buscando equilibrar custo e risco nas decisões de compra. Essa postura tende a se manter, mesmo com preços mais baixos”, destaca o especialista.

Queda de preços chega tarde para influenciar a atual safra

Apesar da recente desvalorização, o impacto sobre o mercado interno deve ser limitado. Isso porque a maior parte das compras de fertilizantes ocorre meses antes do plantio, quando distribuidores reforçam estoques e produtores garantem seus insumos.

Com a safra atual já praticamente definida, a redução nas cotações chega tarde para beneficiar os agricultores. Ainda assim, a tendência de queda pode abrir caminho para um cenário mais favorável em 2026, com relações de troca mais equilibradas e recuperação gradual da demanda.

“Essa correção nos preços do MAP é positiva, mas ocorre em um momento em que o volume de compras já está consolidado. Caso o movimento de baixa persista, o mercado pode encontrar condições mais estáveis e competitivas no próximo ciclo”, conclui Pernías.

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Colisão entre ônibus da Sogil e carreta deixa diversos feridos na RS-118, em Alvorada (RS), nesta terça-feira (04)

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Reprodução/Agência RBS

Acidente ocorreu no acesso pela Estrada Passo dos Negros e causou congestionamento nos dois sentidos da rodovia

ARTHUR FERRARI

Um acidente envolvendo um ônibus da Sogil e uma carreta deixou 17 pessoas feridas na manhã desta terça-feira (4) na RS-118, em Alvorada (RS). A colisão aconteceu no acesso à rodovia pela Estrada Passo dos Negros e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária Estadual.

Entre as vítimas, uma pessoa sofreu ferimentos graves. Segundo o Samu, 14 feridos foram encaminhados ao Hospital de Alvorada e outros três ao Hospital Dom João Becker, em Gravataí (RS). As equipes de socorro contaram com o apoio de quatro ambulâncias durante o atendimento no local.

O coletivo, que transportava passageiros no momento do acidente, pertence ao transporte coletivo municipal de Alvorada. Os motoristas do ônibus e da carreta não se machucaram.

O tráfego na RS-118 ficou congestionado nos dois sentidos durante o atendimento à ocorrência, mas, por volta das 8h, havia apenas bloqueio parcial no trecho, uma vez que os veículos ainda não haviam sido removidos da via.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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Livoltek e RVTrans assinam prova de conceito para BESS durante a ARENA ANTP 2025

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Os sistemas de armazenamento de energia já são usados com sucesso na China e aos poucos chegam ao Brasil. Um passo sólido nesta direção foi a recente assinatura de um contrato entre a Livoltek e a RV Transportes Urbano

FÁTIMA MESQUITA, ESPECIAL PARA O DIÁRIO DO TRANSPORTE 

Também conhecida como PoC (do inglês “proof of concept”), a prova de conceito é uma ferramenta estratégica em que uma empresa com confiança no seu produto oferece uma espécie de test-drive para que um cliente possa avaliar na prática a viabilidade técnica e a aplicabilidade de uma solução inovadora antes de pular de cabeça. E foi um acordo deste tipo que a Livoltek e a RVTrans assinaram durante a ARENA ANTP de 2025, e que garantirá a instalação de duas unidades de BESS dentro de uma das garagens da RVTrans, empresa líder do Consórcio TransVida que é composto também pela Viação Campo Belo, Transppass e Ambiental.

BESS é a sigla em inglês para Battery Energy Storage System, ou seja, é um sistema de armazenamento de energia por bateria que garante que uma casa, hospital, ou garagem de ônibus, por exemplo, sempre tenha energia, mesmo quando a rede tradicional falha, e a Livoltek é uma especialista no assunto. A empresa faz parte do grupo chinês Hexing e está presente no Brasil desde 2010 tendo inclusive duas fábricas no país, uma em Itaitinga, perto de Fortaleza, no Ceará no Ceará, e outra inaugurada no ano passado na Zona Franca de Manaus.

O equipamento instalado em Campinas tem capacidade de 1 MW e a missão de driblar a intermitência na transição energética. Foto: Divulgação.


Por aqui, a maior unidade de BESS da Livoltek se encontra em Campinas (foto acima) e conta com um grupo de baterias que pode ser carregado pela rede comum, através de uma unidade própria de energia solar e ainda outra de gás metano. Já na garagem da RVTrans o sistema estará a princípio ligado somente à rede de energia elétrica da cidade de São Paulo e funcionará principalmente como um backup – se houver qualquer apagão, a RvTrans continuará carregando os seus ônibus sem problema algum.

Os detalhes do acordo de PoC

Para a RVTrans, a oportunidade de uma prova de conceito chegou em boa hora. É que a empresa já não tem mais como aumentar a sua capacidade de carga, porque a infraestrutura elétrica da região simplesmente não permite. Por isso, eles abraçaram a oportunidade que surgiu com ares de casamento perfeito.

Na outra ponta, Flávio Pimenta, Diretor de Mobilidade da Livoltek para a América Latina, também confia no sucesso da empreitada e detalha que a operação:

“Vamos instalar já agora na metade de novembro duas unidades de BESS na garagem da RVTrans, cada uma com 225 Kw/h, e vai junto também um carregador para dois veículos e, além desse hardware, a gente da Livoltek produz também todo o software. Então, estamos disponibilizando um sistema completo. Agora, esse é um teste em pequena escala, com equipamentos em comodato que ficarão em atividade por apenas três meses. E é também mais um grande passo para um transporte público descarbonizado no Brasil.”


Empresa expôs o BESS no Arena ANTP 2025


Fátima Mesquita é jornalista e escritoria, editora do ANTP Café e editora da Revista dos Transportes Públicos

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CPTM adia licitação para modernização da Linha 13-Jade e separação dos sistemas de controle das Linhas 11 e 12

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Adiamento empurra sessão pública para o fim de novembro; processo é parte da modernização tecnológica da rede leste da companhia

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) adiou a sessão pública de processamento da licitação destinada àprestação de serviços técnicos especializados para supervisão do projeto executivo, fornecimento, implantação e modificação do Sistema de Controle Centralizado (SCC), abrangendo os domínios Luz–Barra Funda na Linha 13-Jade e a separação dos sistemas de controle das Linhas 11-Coral e 12-Safira.

De acordo com aviso publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta terça-feira, 4 de novembro de 2025, a sessão estava prevista para ocorrer em 11 de novembro, mas foi remarcada para o dia 25 de novembro de 2025, às 10h, no mesmo local indicado no edital.

Projeto estratégico de modernização

A licitação integra o programa de modernização tecnológica da CPTM, lançado em setembro deste ano, conforme matéria do Diário do Transporte publicada em 6 de setembro de 2025. Na ocasião, a companhia detalhou que o contrato prevê serviços de supervisão técnica voltados à atualização do Sistema de Controle Centralizado, um dos eixos críticos para a confiabilidade da operação ferroviária.

A iniciativa também tem como objetivo separar os sistemas de controle das Linhas 11 e 12, que hoje compartilham o mesmo ambiente de comando, o que limita o avanço de melhorias operacionais e de automação. Com a separação, cada linha poderá adotar soluções tecnológicas específicas e evoluir de forma independente, ampliando a segurança e a eficiência da operação.

Linha 13-Jade no foco da modernização

Outro ponto destacado no projeto é a modernização da Linha 13-Jade, que liga a estação Engenheiro Goulart ao Aeroporto de Guarulhos. A CPTM pretende reforçar a confiabilidade do sistema e preparar a linha para futuras expansões, integrando-a a sistemas de monitoramento mais avançados e compatíveis com padrões internacionais de controle ferroviário.

A iniciativa faz parte de um conjunto maior de ações de atualização tecnológica que incluem a implantação de novos sistemas de sinalização, telecomunicações e supervisão — medidas alinhadas à estratégia da Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) para elevar o desempenho da rede metropolitana de trens.

Detalhes do Edital

Segundo a Especificação Técnica BN2693-4, o contrato terá 18 meses de execução e abrangerá:

* Supervisão completa do projeto e da implantação dos sistemas, incluindo inspeção de equipamentos, controle de qualidade e participação nos testes de aceitação.

* Relatórios mensais de progresso físico e financeiro, além de relatórios técnicos específicos e ambientais, todos em formato digital certificado.

* Acompanhamento ambiental e de segurança, com elaboração de planos de saúde ocupacional e segurança no trabalho, em conformidade com as normas do Ministério do Trabalho (NR-10 inclusive).

* Garantia de continuidade da operação comercial, já que as obras devem ser realizadas em horários específicos, como das 0h às 4h em casos que exijam interrupção da circulação de trens.

Equipe exigida

O edital detalha os perfis profissionais que deverão compor a equipe da contratada, entre eles:

* Coordenador Geral (engenheiro com experiência em supervisão de sistemas de sinalização metroferroviária ou ferroviária).

* Engenheiro de Projetos Sênior.

* Engenheiro de Montagem de Sistema Sênior.

* Engenheiro de Segurança do Trabalho Pleno.

* Profissional de Apoio e Gestão Sênior.

* Técnicos de Montagem de Sistema, com registro no CREA.

A composição da equipe, aliada aos relatórios periódicos, visa garantir transparência e controle rigoroso sobre cada etapa do projeto.

Impacto estratégico

A modernização do SCC da Linha 13 e a separação dos sistemas da 11 e 12 são vistas como medidas fundamentais para preparar a malha ferroviária da CPTM para futuras expansões e para o aumento da demanda. A iniciativa também fortalece a ligação com o Aeroporto Internacional de Guarulhos, reforçando a Linha 13 como corredor estratégico de mobilidade.

Situação Atual x Alterações Previstas pelo Edital LC00725

Linha Situação Atual Alterações Previstas no Edital
Linha 11 – Coral Compartilha o SCC (Sistema de Controle Centralizado) com a Linha 12; opera com ATC (Controle Automático de Trens); projetos de CBTC em andamento. Separação definitiva do SCC da Linha 12; supervisão de implantação e modificação do sistema para maior confiabilidade.
Linha 12 – Safira Compartilha o SCC com a Linha 11; tecnologia predominante é o ATC, com projeto de CBTC em preparação. Passará a ter sistema independente de controle; alteração de software para garantir operação autônoma.
Linha 13 – Jade Opera com ATO (Automatic Train Operation) desde 2021, mais moderno que ATC; já possui SCC próprio. Modernização do SCC no trecho Luz–BFU, ampliando confiabilidade e integração com futuras expansões.
Operação e Obras Sistemas precisam conviver com operação comercial; obras em geral feitas de madrugada ou fora dos picos. Implantação supervisionada com relatórios mensais, inspeção de equipamentos e planos de segurança e meio ambiente.

 

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Por que Flamengo vai jogar final da Libertadores contra Palmeiras com uniforme principal

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A final da CONMEBOL Libertadores de 2025 entre Palmeiras e Flamengo, no dia 29 de novembro, em Lima, no Peru, terá uma novidade em relação à última decisão continental disputada entre as equipes, em 2021.

Diferentemente do jogo no Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai, que terminou em título para o lado alviverde, o Flamengo desta vez vai poder ir a campo com a sua camisa de número 1, predominantemente rubro-negra.

A definição veio nesta segunda-feira (3). O time carioca, além do primeiro uniforme, usará calções e meias pretas. Já o Palmeiras, que será o “mandante” em Lima por conta da melhor campanha na Libertadores, também irá a campo com a camisa principal, na cor verde, com o meião verde e o calção branco.

Em 2021, o Flamengo foi a campo com a camisa II, de cor predominantemente branca, por ser o “visitante” na ocasião. E mesmo voltando a estar nesta condição em 2025, sendo o “time B” na final, poderá usar o seu conjunto principal.

Como noticiou a ESPN na última sexta-feira (30), isso ocorre uma vez que a Conmebol retirou do regulamento o item que obrigava o “time B” a jogar com uniforme claro ou segundo uniforme caso a camisa principal do “time A” fosse escura.

Em 2023, no Maracanã, Boca Juniors e Fluminense, por exemplo, já utilizaram suas camisas principais.

A ESPN apurou que o Flamengo só não vai jogar com essa configuração de uniforme caso os mesmos não passem na reunião final feita com a arbitragem antes da decisão, mas isso apenas se a combinação ficar “confusa” aos olhos dos árbitros.

Próximos jogos do Flamengo:

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Segundo subdistrito de Santo André também quer linha de ônibus da Saúde e ligação entre Camilópolis e Bairro Paraíso via Hosp. da Mulher e Mário Covas pode sair do papel

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Linha da Saúde já teve grande procura nos primeiros dias de operação.

Receptividade da primeira linha Circular da Saúde sob demanda, a B45 (Represa-Vila Luzita/Bairro Paraíso-Hosp. Mário Covas) via Hospitais foi positiva, o que revela brechas de atendimento na malha da cidade

ADAMO BAZANI

Moradores do Segundo Subdistrito de Santo André, no ABC Paulista, pedem melhorias na oferta e qualidade dos transportes na região e querem a criação nesta parte da cidade de uma linha nos moldes do Circular Saúde B 45 (Represa-Vila Luzita/Bairro Paraíso-Hospital Mário Covas) entre o bairro de Camilópolis e o bairro Paraíso, interligando equipamentos de saúde como o Hospital da Mulher, no Parque Novo Oratório, até o Hospital Mário Covas.

O Diário do Transporte recebeu uma série de contatos de pessoas que residem no Segundo Subdistrito e trabalham no Primeiro que relatam problemas no atendimento por ônibus municipais como poucas linhas, longos intervalos e ausência de itinerários mais condizentes com as atuais necessidades de deslocamentos.

A cidade de Santo André é formada por dois subdistritos. O ponto de divisão é a linha 10-Turquesa de trens metropolitanos. O primeiro subdistrito fica a Oeste, tanto é que no centro, há o terminal de ônibus e trólebus Santo André Oeste, e engloba regiões como da Vila Suíça, Jardim do Estádio, Vila Luzita, Vila Homero Thom, Bairro Jardim, Campestre, Vila Assunção, Bairro Paraíso, entre outros. O segundo subdistrito é ao leste e conta com o terminal Santo André Leste. Ambos os terminais de ônibus são interligados fisicamente junto a estação Prefeito Celso Daniel-Santo André (centro) de trens e é possível ir de um lado para outro por meio de um caminho subterrâneo que passa sob a linha férrea. O segundo subdistrito conta com bairros como Parque das Nações, Utinga, Jardim das Maravilhas, Parque Novo Oratório, Camilópolis, entre outros e faz limite com a capital paulista pela zona Leste.

“Essa linha da Vila Luzita para o Mário Covas foi uma das coisas mais fantásticas que ocorreram nos transportes da cidade nos últimos anos. Minha amiga, que também é enfermeira, usa desde o primeiro e facilitou muito a vida dela. Moro no Camilópolis e para chegar ao Mário Covas são dois ônibus da cidade, que demoram e dão uma volta ao contrário [o que é tecnicamente chamado de itinerário negativo, quando o passageiro precisa retornar parte do percurso para terminar o deslocamento ao trocar de linha] ou descer no centro pegar o trólebus, mas aí tem de pagar duas passagens e fica caro” – relata a enfermeira Maria da Conceição Neves, que trabalha no Hospital Mário Covas. Não há integração tarifária entre ônibus municipais e intermunicipais e o Corredor ABD [de ônibus e trólebus, da NEXT Mobilidade].

“As linhas do lado de lá [Segundo Subdistrito] ligam nada a lugar nenhum. Hoje não tem mais lógica muitas delas e a gente precisa de novas opções. Difícil encontrar alguém que mora por lá e consegue fazer a viagem com um ônibus só” – disse o balconista José Batistello.

A linha entre o Camilópolis, Hospital da Mulher e o bairro Paraíso, via hospitais, já está em estudo e pode ser anunciada em breve.

As primeiras ligações por ônibus entre o primeiro e o segundo subdistritos de Santo André, apesar de a divisão remeter a 1864, quando começou a ser formada a linha férrea Santos/Jundiaí, via São Paulo e ABC, só começaram em 1990, na gestão do prefeito Celso Daniel, que remodelou a malha de linhas da cidade. Foram criadas as linhas identificadas com a letra I, de interdistrital, como I-01, I-02, I-03, I-04, I-05 (uma das maiores demandas de passageiros da cidade), I-06, I-07 (que vai até o Hospital Mário Covas, mas dá muita volta) e I-08 (que também passa no Hospital Mário Covas, mas os intervalos são longos). Ambas as linhas, I-07 e I-08 só atendem a parte do segundo subdistrito e não satisfazem as necessidades de interligação entre a região, equipamentos de Saúde e o bairro Paraíso.

Dos anos 1990 para cá, muita coisa mudou na economia e habitação e nas necessidades e hábitos da cidade, que deixou de ser predominantemente industrial para ter maior vocação para os setores de serviços e comércios, o que alterou os perfis de deslocamentos. Mas a rede de ônibus municipais teve poucas alterações significativas.

O atual prefeito Gilvan Ferreira prometeu atualizar a malha de serviços e as linhas B31 (Poupatempo da Saúde / Vila Luzita) e B45 (Represa-Vila Luzita/Bairro Paraíso/Vila Luzita, via hospitais) são os primeiros passos, sendo que a B45 é a primeira linha regular de transporte coletivo por ônibus com o conceito de transporte sob demanda, já que foi criada a partir de solicitações da origem e destino de ponto a ponto ao longo do trajeto).

O primeiro dia de operação foi no último sábado, 25 de outubro de 2025, e o primeiro dia útil, na segunda-feira (27) chamou atenção pela demanda e procura que surpreenderam, o que deve fazer com que a frota atual de sete ônibus nos horários de pico seja ampliada.

A chamada linha Circular da Saúde B45 (Represa – Vila Luzita /Paraíso – Hospital Mário Covas) conecta os principais hospitais da cidade como o Futuro Hospital Vila Luzita; H & M – Hospital e Maternidade São José do ABC; Hospital Beneficência Portuguesa; CHMSA – Centro Hospitalar Municipal de Santo André (Santa Casa – Hosp. Municipal); H & M– Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama; Casa da Esperança; H & M  – Hospital e Maternidade Brasil; Hospital Mário Covas. (AO LONGO DA REPORTAGEM, VEJA TODAS AS RUAS ATENDIDAS)

Sentido Hospital Mário Covas:

Estrada do Pedroso; Avenida Capitão Mario Toledo de Camargo; Rua Amaro; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Avenida Santos Dumont; Avenida Arthur de Queiroz; Rua General Glicério; Rua Bernardino de Campos; Avenida Portugal; Avenida José Caballero; Retorno; Avenida José Caballero; Rua Professor Justino Paixão; Viaduto Angelo Gaiarsa; Rua Prefeito Justino Paixão; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Abílio Soares; Avenida João Ramalho; Rua Guilherme Marconi; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Fernando Prestes; Rua Caminho do Pilar; Avenida Ramiro Colleoni; Avenida Pereira Barreto; Retorno; Avenida Pereira Barreto; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Retorno; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei, Retorno; Rua Professor Valdemar Mattei, Rua Juazeiro, Rua Jabaquara, Rua Igarapé, Rua Macaúba, Rua Juazeiro; Rua Professor Valdemar Mattei.

Sentido: Vila Luzita – Represa:

Rua Doutor Henrique Calderazzo; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Juazeiro, Rua Macaúba, Rua Jabaquara, Rua Juazeiro, Rua Professor Valdemar Mattei; Avenida Pereira Barreto; Rua Corone Fernando Prestes; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Ortiz; Avenida João Ramalho; Rua Coronel Francisco Amaro; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Avenida Santos Dumont; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Rua Ediardo Ramos; Estrada do Pedroso.

REPARO NA ALBERTO BENEDETTI CONCLUÍDO:

Entre o último sábado (25) e a manhã deste domingo (26), os ônibus no sentido bairro Paraíso, para o Jardim Represa, não estavam subindo a Avenida Doutor Alberto Benedetti pois era necessário o reposicionamento de uma faixa de limite de semáforo, porque devido ao comprimento, os coletivos não conseguiam fazer a curva. Na tarde deste domingo (26), como mostra a imagem abaixo, o problema foi reparado e os ônibus voltaram a subir a via, atendendo assim também no sentido Represa, a Santa Casa, a Casa da Esperança e o Hospital Doutor Cristóvão da Gama.

Sentido Hospital Mário Covas:

Estrada do Pedroso; Avenida Capitão Mario Toledo de Camargo; Rua Amaro; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Avenida Santos Dumont; Avenida Arthur de Queiroz; Rua General Glicério; Rua Bernardino de Campos; Avenida Portugal; Avenida José Caballero; Retorno; Avenida José Caballero; Rua Professor Justino Paixão; Viaduto Angelo Gaiarsa; Rua Prefeito Justino Paixão; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Abílio Soares; Avenida João Ramalho; Rua Guilherme Marconi; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Fernando Prestes; Rua Caminho do Pilar; Avenida Ramiro Colleoni; Avenida Pereira Barreto; Retorno; Avenida Pereira Barreto; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Retorno; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei, Retorno; Rua Professor Valdemar Mattei, Rua Juazeiro, Rua Jabaquara, Rua Igarapé, Rua Macaúba, Rua Juazeiro; Rua Professor Valdemar Mattei.

Sentido: Vila Luzita – Represa:

Rua Doutor Henrique Calderazzo; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Juazeiro, Rua Macaúba, Rua Jabaquara, Rua Juazeiro, Rua Professor Valdemar Mattei; Avenida Pereira Barreto; Rua Corone Fernando Prestes; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Ortiz; Avenida João Ramalho; Rua Coronel Francisco Amaro; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Avenida Santos Dumont; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Rua Ediardo Ramos; Estrada do Pedroso.

ACESSO MAIS FÁCIL, SEGUNDO PASSAGEROS

E justamente a vocação da linha de dar acesso à população de áreas mais carentes, como Represa e Vila Luzita, a regiões onde há maior oferta de emprego e renda foi constatada pelo Diário do Transporte, que acompanhou a operação no primeiro dia, facilitando os deslocamentos de pacientes, mas também de quem vai trabalhar na região do Bairro Paraíso.

É o caso da passageira Tainá Gimenez, que conversou com a reportagem em uma das viagens.

Morando no Jardim Represa e trabalhando no Shopping ABC, no bairro Paraíso, a usuária diz que antes da B45 tinha de pegar três linhas de ônibus para sair de casa e chegar ao serviço: AL 115; TR101 ou TR103 e B63 ou I08. Com o trajeto direto, vai sobrar mais tempo para descansar e ficar com a família.

“Eu moro no Represa e trabalho no Shopping [ABC] perto do Mário Covas. Essa linha vaio me salvar, não preciso mais pegar três ônibus” – disse a usuária que não sabia da existência da linha. Tainá, de tão empolgada, já começou pelo celular mandar mensagens para vizinhos que também trabalham e estudam na região do Bairro Paraíso.

O trajeto é por vias de alto interesse de acordo com os deslocamentos, como Avenida Dom Pedro I, Perimetral e um trecho da Avenida Pereira Barreto.

Realizaram uma “inauguração oficial com o prefeito Gilvan Ferreira, o secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote e o diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze, que percorreram em um dos coletivos uma pequena parte do trajeto, entre o Hospital Mário Covas no Bairro Paraíso, e a “Santa Casa”, na Vila Assunção.

O prefeito Gilvan Ferreira conversou com o Diário do Transporte e disse que mais “linhas de ônibus com conceito de demanda” devem ser criadas em Santo André.

“Vamos continuar estudando para criar novos circulares para atender à população de Santo André Vamos cada vez mais incentivar novas linhas como esta”. – disse o prefeito.

“Essa é uma demanda antiga, de vários anos. Agora, após estudos, estamos atendendo” – disse o secretário.

 

A linha começa com ônibus zero quilômetro dotados de wi-fir, ar-condicionado, acessibilidade, tomadas USB para carregamento de celulares e vidros com tratamento contra incidência de raios ultravioleta do sol. São, inicialmente, sete coletivos nos horários de pico, mas dependendo da demanda, a frota pode ser ampliada.

Os ônibus possuem adesivos especiais indicando o serviço e, no letreiro digital do para-brisa que fica na parte inferior indica os principais equipamentos de Saúde atendidos.

Foram confeccionados cartazes e panfletos avisando a população da nova linha.

VEJA O ITINERÁRIO – SUJEITO A AJUSTES, COM A AVALIAÇÃO DE ENTRAR EM PARTE DO BAIRRO PARAÍSO:

Sentido Hospital Mário Covas:

Estrada do Pedroso; Avenida Capitão Mario Toledo de Camargo; Rua Amaro; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Avenida Santos Dumont; Avenida Arthur de Queiroz; Rua General Glicério; Rua Bernardino de Campos; Avenida Portugal; Avenida José Caballero; Retorno; Avenida José Caballero; Rua Professor Justino Paixão; Viaduto Angelo Gaiarsa; Rua Prefeito Justino Paixão; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Abílio Soares; Avenida João Ramalho; Rua Guilherme Marconi; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Fernando Prestes; Rua Caminho do Pilar; Avenida Ramiro Colleoni; Avenida Pereira Barreto; Retorno; Avenida Pereira Barreto; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Retorno; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei, Retorno; Rua Professor Valdemar Mattei

Sentido: Vila Luzita – Represa:

Rua Doutor Henrique Calderazzo; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei; Avenida Pereira Barreto; Rua Corone Fernando Prestes; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Ortiz; Avenida João Ramalho; Rua Coronel Francisco Amaro; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Avenida Santos Dumont; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Rua Ediardo Ramos; Estrada do Pedroso.

A linha já nasce com solicitações, como de moradores do Bairro Paraíso e quem trabalha em estabelecimentos próximos. A prefeitura, a SATrans e empresa Viação Guaianazes, responsável pelos serviços, estudam a viabilidade do atendimento no quadrilátero da Rua Juazeiro, Rua Macaúba, Rua Igarapé Rua Jabaquara e Rua Juazeiro novamente, que ampliaria em três paradas o atendimento e somente aumentaria o tempo de trajeto em dois minutos.

Da esquerda para a direita: Diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze; secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote (ao centro de camisa e o prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (ao lado do ônibus), no ponto final do Bairro Paraíso.

FOTO DE ABERTURA:

Da esquerda para a direita: Diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze; secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote (ao centro de camisa e o prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (ao lado do ônibus), no ponto final do Bairro Paraíso.

Da esquerda para a direita: Diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze; secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote (ao centro de camisa e o prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (ao lado do ônibus), no ponto final do Bairro Paraíso.

LINHA DA SAÚDE, DO EMPREGO E DA CULTURA/EDUCAÇÃO:

A reportagem do Diário Transporte mostrou, inclusive, que houve até um abaixo-assinado de moradores pedindo a ligação entre o Hospital Mário Covas e a região da Vila Luzita, Pedroso e Represa, que seria chamada de Linha da Saúde por conectar estabelecimentos de saúde no município, como Hospitais Mário Covas, Brasil, Christóvão da Gama, Policlínica Paraíso e UPAS da Perimetral e Vila Luzita. A região do bairro Paraíso, onde fica o Hospital Mário Covas, também é polo de empregos em Santo André, com o Shopping ABC, academias, clínicas, hipermercados e cultural-educacional, com o Parque do Conhecimento Sabina, universidades privadas e o Parque Central, onde são realizados shows e espetáculos. No outro extremo, há o Parque Pedroso.

Num único itinerário e somente com um ônibus, facilitando o deslocamento, já que os moradores não precisariam ficar trocando de transporte ao longo do caminho, o serviço interligaria alguns dos principais equipamentos de saúde públicos e privados de Santo André, como

Futuro Hospital Vila Luzita; H & M – Hospital e Maternidade São José do ABC; Hospital Beneficência Portuguesa; CHMSA – Centro Hospitalar Municipal de Santo André (Santa Casa – Hosp. Municipal); H & M– Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama; Casa da Esperança; H & M  – Hospital e Maternidade Brasil; Hospital Mário Covas.

Abaixo-assinado.

Linha de ônibus entre o Hospital Mário Covas e a Vila Luzita tem abaixo-assinado e pedido apresentados na Câmara de Santo André (SP) – VÍDEO

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

 

*ADAMO BAZANI, JORNALISTA ESPECIALIZADO EM TRANSPORTES – MTb 31521, EDITOR E REPÓRTER DO DIÁRIO DO TRANSPORTE –

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Milésimo ônibus elétrico de São Paulo (SP) é Eletra com Caio, Scania e WEG

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Trata-se de modelo de 15 metros de comprimento que será operado pela empresa Transpass ba zona Oeste VINÍCIUS DE OLIVEIRA/ADAMO BAZANI São Paulo (SP) atingiu nesta segunda-feira, 03 de novembro de 2025, a marca de 1009 ônibus elétricos em sua frota municipal.O veículo de número 1000 é justamente um dos modelos da Eletra Industrial, empresa que atua no mercado brasileiro, produtora, desenvolvedora de soluções e de consultoria para a eletromobilidade, com origem e capital 100% nacionais.Trata-se de um modelo de 15 metros de comprimento com plataforma Scania e carroceria Caio, zcom motores e baterias WEG, que vai operar pela empresa Transpass, entre a zona Oeste e o centro da cidade.Com este marco, a capital paulista se consolida como a maior frota de ônibus não poluentes do Brasil e uma das maiores da América Latina.”A Eletra é a principal fornecedora de ônibus elétricos para São Paulo, liderando o mercado. O número 1000 mostra que a capital paulista está na vanguarda dos transportes e evidencia a preferência dos operadores pela tecnologia nacional”, disse a presidente da Eletra, Milena Braga Romano.”Oferecemos a maior gama de ônibus elétricos do Brasil, desde midis até superarticulados. Não somos somente fabricantes. Auxiliamos gestores públicos e frotistas a implantar sistemas de ônibus elétricos por meio do Eletra Consult, uma consultoria que engloba desde a preparação das garagens, a indicação das linhas de financiamento até treinamento de motoristas e mecânicos e o pós venda”, completa a diretora comercial da Eletra, Ieda Oliveira.Além do Eletra Consult, a empresa lançou em outubro sua linha de chassis com marca própria, ampliando as opções no mercado.As plataformas das parceiras Scania e Mercedes-Benz continuam também no portfólio.Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes Vinicius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Mercedes-Benz e SENAI reformulam curso de aprendizagem industrial com foco em tecnologia e comportamento

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Nova grade aborda veículos elétricos, IA, Data Science e combustíveis alternativos, mantendo fundamentos clássicos da mecânica e da produção

ALEXANDRE PELEGI

A Mercedes-Benz do Brasil e o SENAI São Paulo reformularam o curso de aprendizagem industrial mantido na escola instalada dentro da fábrica de São Bernardo do Campo (SP). A parceria, que chega a 69 anos, já formou mais de 10 mil profissionais e agora passa a incorporar conteúdos voltados às transformações tecnológicas e comportamentais que moldam o futuro da indústria automotiva.

O novo plano de aprendizagem amplia o escopo técnico e humano da formação. Além dos tradicionais módulos de mecânica, processos produtivos e montagem de motores, a grade passa a incluir temas como arquitetura eletroeletrônica veicular, automação, manufatura 4.0, Inteligência Artificial, Data Science, Power Platform, hidrogênio verde, combustíveis alternativos e veículos elétricos.

Também ganham espaço as competências comportamentais, com ênfase em inovação, comunicação e aprendizado contínuo (life-long learning), reforçando a integração entre teoria, prática e cultura organizacional.

Primeira turma e estrutura

A primeira turma iniciou o curso em julho de 2025, com duração de dois anos e carga de 1.600 horas. As aulas ocorrem na unidade do SENAI dentro da fábrica, que ocupa 4 mil m² e conta com 15 salas, seis laboratórios e 200 postos de trabalho pedagógicos.

Para esta nova fase, a Mercedes-Benz disponibilizou um caminhão leve Accelo, dois extrapesados Actros e o rack traseiro de um chassi de ônibus elétrico, garantindo aos alunos acesso direto à tecnologia de ponta.

Alinhamento com a indústria

Segundo Simone Frizzo, vice-presidente de Recursos Humanos, Jurídico e Compliance da Mercedes-Benz América Latina, a atualização reflete o compromisso da empresa com a formação de qualidade:

Mais do que trazer conteúdos modernos, é sobre preparar os jovens aprendizes para o que o futuro realmente exige, tanto do lado técnico quanto comportamental.”

Para João Sanchez, diretor da Escola SENAI na Mercedes-Benz do Brasil, a reformulação também responde a desafios estruturais do mercado de trabalho:

“A educação é o alicerce para garantir a empregabilidade e fazer o Brasil crescer. Essa parceria prepara os jovens e requalifica profissionais diante da transição tecnológica e do envelhecimento da força de trabalho.”

Com o novo programa, a Mercedes-Benz e o SENAI reforçam a integração entre formação técnica e inovação industrial, reafirmando o papel estratégico da educação na sustentabilidade e produtividade da indústria automotiva brasileira.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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