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Frente fria provocará chuvas e queda de temperaturas nesta semana

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A entrada de uma nova massa de ar frio pelo Sul do país em direção ao Sudeste e Centro-Oeste provocará chuvas no início da semana nessas regiões, seguida de redução das temperaturas. Segundo meteorologistas, a condição está associada ao La Niña.

O ar mais frio já começou a ingressar no Rio Grande do Sul, segundo a MetSul. A temperatura, porém, não deve cair tanto, por causa da nebulosidade e porque a atmosfera não estão tão seca.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê tempo chuvoso já na noite deste domingo do norte do Rio Grande do Sul até quase todo o Paraná, passando ainda pelo oeste de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e oeste da Região Norte.

Na segunda-feira (27/10), o tempo também deverá ficar chuvoso em uma faixa que irá de Santa Catarina, passando pelo Paraná, boa parte de São Paulo, sul de Minas Gerais, além de Mato Grosso do Sul e oeste de Mato Grosso e da região Norte.

As temperaturas, porém, ainda não se alteram muito. Em São Paulo (capital), a previsão é de máxima de 27ºC e mínima de 18ºC; em Cuiabá, máxima de 36ºC e mínima de 24ºC; em Porto Alegre, máxima de 25ºC e mínima de 14ºC.

O tempo deve ficar mais frio na metade da semana, quando persistirá o clima mais chuvoso. Na quarta-feira, São Paulo deverá ter máxima de 20ºC e mínima de 13ºC; em Curitiba, a máxima deve ser de 13ºC e mínima de 11ºC; em Cuiabá, a máxima deve ser de 29ºC e mínima de 19ºC.

Segundo a MetSul, a capital paulista terá temperaturas máximas “abaixo a muito abaixo” da média para esta época nas tardes entre terça-feira e sábado desta semana.

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ANTT encerra em 31 de outubro o prazo para pedidos de novos mercados

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Transportadoras têm até as 18h da próxima sexta-feira para novas solictações; processo é exclusivo para mercados monopolistas ou desatendidos, e deve ser feito pelo Sistema Processo Seletivo da Agência

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) confirmou que o prazo para apresentação de pedidos na Janela de Abertura Extraordinária de Mercados termina impreterivelmente no dia 31 de outubro de 2025, às 18h, pelo horário de Brasília.

As solicitações devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema de Processo Seletivo da agência:

A medida faz parte da implementação do novo marco regulatório do transporte rodoviário coletivo interestadual de passageiros, instituído pela Resolução nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023, que entrou em vigor em 1º de fevereiro de 2024.

O normativo substituiu o antigo regime de autorização e trouxe maior abertura para a entrada de novas empresas, especialmente em mercados monopolistas ou desatendidos, dentro de um cronograma de “janelas” de habilitação.

Prazos sucessivamente prorrogados

O cronograma dessas janelas, no entanto, não foi linear. Desde o início da vigência da Resolução 6.033/2023, o Diário do Transporte vem registrando uma série de prorrogações e ajustes realizados pela ANTT.

A primeira previsão era que a Janela Extraordinária fosse aberta após o período de transição de 180 dias — ou seja, em meados de agosto de 2024. Contudo, em 26 de julho de 2024, a ANTT publicou a Deliberação nº 226, adiando a abertura por mais 30 dias, alegando “problemas técnicos e falhas nos sistemas” da SUPAS, superintendência responsável pelos serviços de passageiros.

Pouco tempo depois, em 22 de novembro de 2024, novo adiamento foi comunicado: o prazo para envio de solicitações foi prorrogado até 13 de dezembro de 2024. Em 12 de dezembro, outro ajuste estendeu a data para 17 de janeiro de 2025, conforme o Comunicado SUPAS nº 33 — a terceira prorrogação consecutiva, segundo noticiado pelo Diário do Transporte.

Somente em outubro de 2025, quase um ano após o início do processo, a ANTT reabriu oficialmente a Janela Extraordinária, estabelecendo o atual período de solicitações entre 14 e 31 de outubro de 2025.

A reabertura foi formalizada no portal da Agência, com o objetivo de ampliar a concorrência e atender mercados que permanecem com oferta insuficiente de transporte rodoviário regular.

O que pode ser solicitado

De acordo com o Comunicado SUPAS nº 38, a ANTT divulgou as listas de mercados monopolistas e operados por medida judicial, mas não publicou relação específica de mercados desatendidos.

Na prática, as empresas podem solicitar qualquer mercado que não conste nas listas já operadas, desde que comprovem o enquadramento nas categorias de “monopolista” ou “desatendido”.

Não há limite mínimo nem máximo de pedidos por empresa.

A taxa de inscrição (GRU) é de R$ 150,00 por mercado solicitado, e os boletos serão encaminhados às transportadoras em novembro.

Após o pagamento, a ANTT publicará, em dezembro, a relação de mercados já concedidos e aqueles que seguirão para processo seletivo.

A expectativa é de que todo o trâmite, incluindo homologação e início das operações, seja concluído até o final de abril de 2026.

Relevância e transição do setor

As sucessivas prorrogações da Janela Extraordinária refletem as dificuldades enfrentadas pela ANTT para consolidar o novo modelo de autorizações diante da complexa realidade do transporte interestadual — marcada por fortes assimetrias regionais, concentração de mercados e limitações estruturais —, tudo agravado ainda por restrições orçamentárias e por instabilidades recorrentes nos sistemas eletrônicos da própria autarquia.

Com a conclusão deste ciclo, a ANTT espera consolidar a abertura regulada de novos mercados, corrigindo gargalos históricos e ampliando a oferta de serviços regulares no país.

Empresas interessadas devem, portanto, observar o prazo final de 31 de outubro, às 18h, sob pena de ficarem de fora desta oportunidade — que, segundo a própria Agência, não terá nova prorrogação.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

 

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Lei do frete mínimo eleva custos de transporte do setor de fertilizantes em mais de 35%

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Prevista para iniciar na última segunda-feira (20), a intensificação da fiscalização eletrônica do Piso Mínimo de Frete, através do MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) — implantado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) com base na Lei 13.703/2018 — desperta questionamentos por parte do Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas no Estado do Paraná (Sindiadubos). A entidade avalia que a medida elevará os custos de transporte do setor em mais de 35% e defende a revisão de critérios da tabela da ANTT e a suspensão da cobrança de multas eletrônicas. “A nova precificação dos fretes ocasionará distorções não apenas no preço do serviço, mas também no preço dos alimentos, principalmente aqueles que integram a cesta básica”, destaca o engenheiro agrônomo Veríssimo Cubas, gerente executivo do Sindiadubos.

Cubas destaca que o setor de fertilizantes está mobilizado na defesa pela postergação da cobrança de multas por descumprimento da tabela vigente, que entrou em vigor neste mês, e a revisão dos critérios da tabela de frete mínimo. O Sindiadubos também defende uma adaptação da Lei 13.708/2018 ao real cenário de mercado, de logística e infraestrutura. Pois o texto atual não considera vários temas de mercado, como o próprio frete de retorno, tempo de carga e descarga, tempo útil dos equipamentos de transportes, dentre outros.

A Lei 13.703/2018 entrou em vigor após a greve dos caminhoneiros e a tabela de frete mínimo foi atualizada pela ANTT em junho de 2021. “A fiscalização eletrônica iniciada em outubro deste ano, está causando problemas à indústria de fertilizantes, especialmente em relação ao pagamento de 92% sobre o frete de retorno, o que é impossível para um setor que opera com margens de lucro de 3 a 4%”, aponta Cubas. Por isso, conforme o gerente do Sindiadubos, é necessário alertar a sociedade de que a medida causa um efeito cascata, já que não se trata apenas do preço mínimo de frete do transporte agrícola, mas de todas as atividades econômicas. “O setor de fertilizantes acaba por ser o mais afetado, devido ao nosso volume movimentado e envolve todo um planejamento logístico de levar os insumos do navio para a fábrica e da fábrica para a fazenda”, cita.

“A tabela do frete mínimo causa distorções, com fretes de curta e média distância, sendo a título de exemplo precificados a R$ 75/ton na tabela, mas custando R$ 180/ton no mercado, enquanto fretes de longa distância estão a R$ 380/ton na tabela e em torno de R$ 250/ton no mercado”, detalha o diretor executivo da Associação de Misturadores do Brasil (AMA Brasil), Antonino Gomes. De acordo com ele, essas discrepâncias, além da exigência do manifesto de frete eletrônico (MDF-e) e as multas aplicadas desde 1º de outubro, criam grande insegurança para as empresas de fertilizantes na contratação de fretes e impactam toda a cadeia produtiva. “A tabela de frete implementada causou desarmonia no livre comércio do setor de alimentos, resultando no encarecimento da produção agrícola e certamente na cesta básica”, pontua.

Segundo o gerente executivo do Sindiadubos, nesse momento é fundamental estabelecer uma discussão entre associações representativas, governo federal e empresas sobre a aplicação desses valores e qual a melhor saída para lidar com a implantação da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Para fomentar as discussões nas esferas dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, o Instituto Pensar Agropecuária (IPA), organização composta por 58 entidades representativas agropecuárias, está auxiliando os setores produtivos no contato com o Congresso Nacional. “O Ministério dos Transportes exigiu que fosse cumprida a Lei 13.703/2018 e, com isso, fosse aplicada a nova tabela de frete. Nosso setor apresentou para o IPA, que trabalha junta à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), um parecer destacando inconsistências sobre os valores e como isso irá inflacionar o mercado”, explica o diretor executivo da AMA.

“Ao levar a discussão para o Congresso, entendemos a importância de discutir medidas para aprimorar os requisitos e aplicabilidade da tabela de frete”, afirma Cubas. Também com esse objetivo, o Sindiadubos realizará uma mesa de discussão sobre o tema na abertura do Simpósio NPK 2025, no próximo dia 30 de outubro. O painel terá a participação do presidente da Fertipar, Alceu Feldman, e dos deputados federais Pedro Lupion e Tião Medeiros, da FPA, para debater os desafios diante dos valores cobrados do setor por conta da tabela de frete mínimo da ANTT.

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Eletra lança chassis de ônibus elétricos próprios, serviços de consultoria e apresenta nova geração de baterias com a WEG

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Novidades vão ser detalhadas no Arena ANTP, evento que ocorre entre os dias 28 e 30 em São Paulo; empresa diz que quer ressaltar a força da indústria nacional na eletromobilidade e Brasil deve se tornar exportador de ônibus e tecnologia

ADAMO BAZANI

Colaborou Vinícius de Oliveira

A Eletra, de São Bernardo do Campo (SP), anuncia ao mercado, em primeira mão ao Diário do Transporte, uma série de novidades para o mercado de ônibus elétricos, entre as quais, o lançamento oficial de sua linha de chassis com marca própria, serviços de consultoria considerados inéditos no País com a marca EletraConsult e, juntamente com a empresa WEG, também de capital nacional, uma nova geração de baterias que deve ampliar o aproveitamento energético, e, consequentemente, a autonomia e a vida útil das baterias, questão hoje que é considerada um desafio para que a chamada eletromobilidade avance mais rapidamente nas cidades brasileiras.

Todas as novidades serão apresentadas com detalhes no Arena ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), evento sobre mobilidade que ocorre entre os dias 28 e 30 de outubro de 2025, no Transamérica Expo Center, localizado na Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, em Santo Amaro, São Paulo (SP).

A diretora-presidente da Eletra, Milena Braga Romano, disse ao Diário do Transporte que estas novidades colocam não somente a empresa, mas o Brasil como um todo, numa nova posição no mercado de ônibus elétricos em nível global, uma vez que a linha de chassis é a primeira criada por uma fabricante com origem e capital nacional integralmente e que o serviço de consultoria EletraConsult, ao desenvolver sistemas de eletrificação juntamente com operadores privados e gestores públicos de transportes, abrangendo desde a análise das primeiras obras civis necessárias nas garagens e terminais até o pós-venda, cria um acervo de conhecimento tecnológico que atualmente é considerado mais importante até que produtos em si.

“Apesar de todas as padronizações necessárias, não nos limitamos a vender produtos de prateleira. Também não nos limitamos em oferecer soluções, mas a desenvolver soluções. Temos origem em um grupo operador que atua nos transportes há 115. Sabemos o que é colocar um ônibus nas ruas, das dores e necessidades de quem opera, de quem gerencia e, principalmente, de quem utiliza os transportes coletivos. Por isso, não temos a menor dificuldade em dizer que com a linha de chassis Eletra e o serviço EletraConsult, que estuda e desenvolve desde o início todo o ecossistema de eletrificação, o Brasil entra numa nova fase dos transportes limpos. Era justamente o que o mercado precisava: a ampliação do acesso e a capacitação para eletrificar de maneira sustentável, inclusive economicamente, sistemas de transportes coletivos sobre pneus” – disse ao Diário do Transporte, a presidente da Eletra, Milena Braga Romano, resumindo os principais lançamentos no evento.

O Diário do Transporte esteve a convite da Mercedes-Benz do Brasil no início do mês de outubro na Busworld 2025, o maior evento de ônibus do mundo, realizado em Bruxelas, na Bélgica. A reportagem constatou que as dúvidas e dificuldades sobre eletrificação dos transportes coletivos não deixam de ser as mesmas do Brasil, guardadas as proporções e o fato de por lá os processos já estarem mais avançados. Além de novos modelos de ônibus, o evento teve como duas principais tônicas, que mostram a tendência mundial de eletromobilidade: a busca pelo desenvolvimento de baterias mais eficientes com maiores níveis de autonomia e ocupando menos espaço nas carrocerias e chassis e, ainda mais evidente no evento, as principais fabricantes de veículos estão criando com fornecedores de equipamentos, baterias, energia e até empreiteiras parcerias para o estudo e implantação de sistemas de ônibus elétricos, elaborando até mesmo a modelagem das garagens.

Para Milena, agora oferecendo uma linha de chassis com origem nacional e com o trabalho de consultoria, o Brasil tem mais potencial ainda em se tornar exportador de ônibus elétricos.

“Todos estes lançamentos demonstram a força da indústria genuinamente nacional, como é a Eletra, no desenvolvimento e produção de veículos e soluções de qualidade e que atendem de fato às necessidades de implantação e de operação no País, que é gigante, e possui realidades diferentes entre as regiões. Aliás, muitas vezes, dentro de uma mesma região, possui diversas realidades. Toda essa flexibilidade e qualidade coloca o Brasil na rota do desenvolvimento com grande potencial em ser exportador de ônibus elétricos e de tecnologia” – explicou.

CHASSIS ELETRA:

Anunciada ainda em 2024, como mostrou o Diário do Transporte na ocasião, a Eletra passa a disponibilizar uma linha de chassis de ônibus elétricos com a marca própria.

Relembre:

Eletra lança neste ano chassis de marca própria para o mercado de ônibus elétricos

Agora, segundo a empresa, a meta se tornou realidade.

Os novos chassis com a marca Eletra contemplam os principais segmentos dos transportes coletivos no Brasil e América Latina, desde midiônibus com 11,5m, passando pelos básicos (12m) e padrons (12m a 13m), até os superarticulados (20m a 23m) de alta capacidade de atendimento que, apesar das dimensões elevadas, são de fácil manobra devido ao eixo direcional traseiro que também esterça.

No caso dos modelos midiônibus, básicos e padrons, a aplicação é tanto para linhas alimentadoras de corredores de ônibus de grande carregamento ou de sistemas metroferroviários, como também para linhas principais e troncais.

Já os superarticulados, por terem os eixos traseiros direcionais e configurações entre 20m e 23m, são indicados tanto para corredores exclusivos (simples e BRTs – Bus Rapid Transit), como em trajetos fora de corredores, em ruas e avenidas de trânsito comum. Além disso, essa flexibilidade permite com que as operações sejam compatíveis com diferentes estruturas e portes de terminais de ônibus e estações de integração e transferência de linhas.

Todos os chassis são de piso baixo e a autonomia pode variar entre 250 km e 350 km, dependo das condições de operação.

De acordo ainda com Milena, a plataforma do chassi pela Mercedes Benz, que é parceira já da marca.

“Essa parceria  garante a robustez de uma modelo já testado e aprovado no sistema de transporte no país. Eletrificamos com tecnologia Eletra a mesma plataforma do modelo à diesel, sem motor e câmbio” – explica.

Os veículos têm cerca de 95% de nacionalização, são credenciados no BNDES e Finame, com acesso às principais linhas de financiamento verde disponíveis no país, segundo a Eletra, que ainda garante que o pós-venda apresenta a assistência técnica personalizada e com atendimento rápido.

Com isso, a Eletra diz que firma uma nova posição no mercado como fabricante de ônibus elétrico, mas de acordo com Milena Braga Romano, a novidade não se representa apenas nisso porque amplia o acesso das empresas de transportes, gestores públicos e mercado em geral para a eletrificação e pode consolidar o Brasil como referência e exportador deste tipo de veículo.

“Além de serem mais modelos de ônibus elétricos que o País passa a contar, amplia o acesso do mercado como um todo à eletrificação porque todos os nossos modelos já atendem plenamente às condições de financiamentos mais vantajosos, como por linhas do BNDES. O nível de nacionalização dos produtos fiou maior ainda e o Brasil agora se torna um produtor der ônibus elétricos com uma empresa genuinamente nacional, com origem, capital e gestão brasileiras. Desta forma, pode entrar na rota internacional dos transportes coletivos limpos e se tornar referência e exportador” – afirmou.

As atuais parcerias que a Eletra possui com fabricantes de chassis, como a Mercedes-Benz e a Scania continuam, mas, de acordo com a empresa, a nova linha passa a ser mais uma opção de modelos de ônibus e abre também novas possibilidades com linhas de financiamento.

São diversas diferenças entre as duas modelagens, entre a marca própria Eletra e a parceria.

“Como as duas opções continuam paralelamente, cabe ao operador e gestor escolher qual melhor modelagem que atenda suas necessidades” – explica.

Entre as diferenças principais estão que, devido ao índice de nacionalização ainda maior, com o chassi Eletra é possível ter mais acesso a linhas públicas de financiamento com taxas de juros e carência vantajosas; o faturamento do veículo se dá diretamente pela Eletra e, do ponto de vista do processo produtivo, o chassi agora está primeiro na Eletra, é eletrificado e só depois vai para a encarroçadora, saindo pronto de lá.

Assim, a fabricação tende a ser mais rápida, pelo fato da logística ser mais eficiente (é uma “perna” a menos nas viagens logísticas” para o produto final).

O custo total do ônibus tende a cair também.

CONSULTORIA E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ÔNIBUS ELÉTRICOS: ELETRACONSULT

São muitas as dúvidas ainda quanto a eletrificação das frotas de ônibus por todo o País que partem de diversos atores fundamentais na mobilidade, como as empresas de transportes e os gestores públicos, sejam municipais, estaduais e até mesmo federais.

As questões são as mais diversas e vão desde os modelos de ônibus mais adequados para cada operação, infraestrutura nas garagens e redes de distribuição antes da compra e até formas mais adequadas de financiamentos.  São fatores que mudam muito de uma cidade para outra, ou mesmo numa mesma cidade entre diferentes linhas e numa mesma garagem.

Milena Braga Romano diz que o serviço EletraConsult, outro destaque da marca no Arena ANTP, nasce com o objetivo de facilitar todo o processo de eletrificação de sistemas de transportes coletivos, indo além do simples fato de vender ônibus.

Milena garante que os trabalhos do EletraConsult não se tratam de ações de vendas, mas realmente de apoio para todas as cadeias envolvidas na mobilidade.

“A Eletra tem mais de 30 anos atuando na produção e desenvolvimento de ônibus com tração elétrica. Somos uma empresa totalmente nacional e nascemos de um grupo operador de transportes com 115 anos de história. Então, sabemos e vivemos de perto da realidade em todas as pontas, fabricação e operação, além de atuarmos com a gestão pública. A Eletra é muito mais que fabricante de ônibus, somos desenvolvedores de soluções de mobilidade elétrica”, disse Milena.

O serviço EletraConsult contempla todas as etapas necessárias para a descarbonização dos transportes coletivos, bem antes mesmo da aquisição dos ônibus, de acordo com a empresária.

“É uma via de várias mãos. A escolha do modelo de ônibus depende da infraestrutura e a infraestrutura é definida de acordo com as necessidades operacionais dos serviços, ou seja, do modelo de ônibus. Não tem como escolher o tipo de ônibus sem o dimensionamento exato do que é possível implantar em termos de carregadores, subestações, rede de distribuição pública e espaço físico. Mas transporte se faz nas ruas. Então, também não tem como escolher a infraestrutura necessária sem ter noção da frota mais adequada para cada tipo de operação e de linha. Um nasce com o outro. Por isso, sentamos com o operador e com o gestor e criamos as soluções melhores” – disse.

Milena Braga Romano destaca um ponto que considera fundamental na eletrificação e que, para a Eletra, é possível devido às bases sólidas e tradição em operação nos transportes:

“A Eletra com seus parceiros, por meio do serviço EletraConsult, não oferece soluções simplesmente, mas desenvolve soluções. Há uma enorme diferença entre vender, oferecer e criar e desenvolver. Não empurramos jamais ao mercado produtos de prateleira.”

A empresária ainda destaca que o EletraConsult é muito mais que visitas prévias a eventuais compradores de ônibus ou assistência de pós-venda.

“Tem muita gente que faz umas visitas a eventuais clientes, ajuda a escolher um modelo de ônibus e carregadores, dá manutenção e chama isso de consultoria. Fazemos mais. São serviços que englobam todo o ecossistema da eletrificação o que passa sim pelo produto (veículo) e infraestrutura, mas não se limita a só isso. Podemos aproximar operadores, gestores públicos, fornecedores (inclusive de energia) e o mercado financeiro. Ajudamos até mesmo a escolher o melhor tipo de financiamento. Outro diferencial: não somos bancos. Assim, temos liberdade de indicar qualquer produto de financiamento e não empurrar um serviço financeiro anexo” – explica Milena.

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS DE BATERIAS, MOTORES E INVERSORES

Em relação a tecnologia embarcada, a Eletra em parceira com a WEG, indústria também genuinamente brasileira, traz diversas novidades.

Um dos destaques é a nova célula de baterias, com mais capacidade energética, o que garante maiores autonomias e menores consumos de energia

Já novos motores e inversores permitem uma redução de peso de cerca de 350 kg e ampliação de 10 passageiros à capacidade total de transportes, dependendo da configuração de cada veículo.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Colaborou Vinícius de Oliveira

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Homem morre ao ser esmagado durante troca de pneu de ônibus na EPIA Norte no Distrito Federal 

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Foto: Reprodução/ CBMDF

Vítima sofreu parada cardiorrespiratória; não há informações sobre as causas exatas do acidente

YURI SENA

Um homem morreu na tarde deste domingo, 26 de outubro de 2025, após ser esmagado enquanto trocava o pneu de um ônibus no acostamento da EPIA Norte, nas proximidades do Parque Nacional de Brasília.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o chamado foi registrado às 17h31. Quatro viaturas de socorro e um helicóptero foram mobilizados para o atendimento.

Ao chegarem ao local, os socorristas encontraram a vítima, ainda não identificada, em parada cardiorrespiratória. Parte do corpo do homem foi esmagada durante o procedimento de manutenção.

As equipes iniciaram imediatamente as manobras de reanimação, que duraram cerca de uma hora, mas o óbito foi confirmado no próprio local do acidente.

A Polícia Militar do Distrito Federal assumiu a ocorrência e isolou a área para os trabalhos periciais.

Até o momento, não há informações sobre as causas exatas do acidente nem se o ônibus transportava passageiros no momento do ocorrido.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Palmeiras e Cruzeiro empatam em jogo repleto de polêmicas e embolam disputa pelo título do Brasileirão

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Palmeiras e Cruzeiro empataram sem gols, neste domingo (26), no Allianz Parque, pela 30ª rodada do Brasileirão e embolaram ainda mais a briga pelo título.

Em um jogo bastante disputado e repleto de polêmicas, Fabrício Bruno acabou expulso no Cabuloso, e o Alviverde teve um gol de Sosa anulado.

Com o resultado, o Verdão perdeu a chance de disparar na liderança e chegou aos 62 pontos, um a mais que o vice Flamengo. A Raposa, por sua vez, continua em lugar, com 57.

O Palmeiras agora vira a chave para a semifinal da CONMEBOL Libertadores, em busca de uma virada histórica, para reverter a derrota por 3 a 0 sofrida para a LDU. A partida será na próxima quinta (30), às 21h30 (de Brasília), com transmissão do Disney+.

O jogo

O duelo mais aguardado da rodada começou quente e com direito a polêmica.

Com apenas 11 minutos de jogo, Gustavo Gómez deu um forte carrinho em Wanderson, que deixou a partida com muitas dores na canela.

Rafael Rodrigo Klein foi chamado ao monitor para uma possível expulsão. No entanto, após rever a jogada, aplicou apenas amarelo ao zagueiro palmeirense. Para Carlos Simon, comentarista de arbitragem da ESPN, Goméz deveria ter sido expulso.

Depois disso, os jogadores dos dois lados passaram a reclamar de cada lance, e a partida ficou truncada.

O Cruzeiro chegou mais vezes ao gol e criou a melhor oportunidade até então aos 30, quando Arroyo mandou a bola no ângulo e parou em uma bela defesa de Carlos Miguel.

Os dois times voltaram buscando o ataque no segundo tempo.

Aos 10, Arroyo só não abriu o placar para o Cabuloso, porque o goleiro palmeirense fez outra boa defesa para evitar.

Na sequência, Ramón Sosa até marcou para o Alviverde depois de Cássio se complicar. No entanto, para sorte do arqueiro celeste, o gol foi anulado por falta de Sosa em Cássio.

Até que aos 25, Allan puxou um contra-ataque veloz desde a defesa, passou pela marcação e foi derrubado por Fabrício Bruno na entrada da área. O zagueiro, que já tinha amarelo, levou o segundo e acabou expulso. Andreas Pereira cobrou falta com categoria, mas Cássio defendeu.

O camisa 1 do Cruzeiro, aliás, foi atingido com uma garrafa d’água já aos 41. No momento em que cobrava tiro de meta, o goleiro sentiu o objeto nas costas e caiu. O jogo ficou paralisado enquanto o policiamento tentava identificar o torcedor que jogou a garrafa no gramado.

Já nos acréscimos, Kaio Jorge desperdiçou a melhor oportunidade do jogo. O atacante recebeu de Matheus Pereira e finalizou, mas Carlos Miguel se esticou todo para impedir o que seria o gol da vitória do Cabuloso.

Classificação do Brasileirão:

Próximos jogos do Palmeiras:

Próximos jogos do Cruzeiro:

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Recado ao Flamengo? Abel detona acusações sobre Palmeiras ser beneficiado pela arbitragem: ‘Narrativa hipócrita’

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Palmeiras e Cruzeiro ficaram no 0 a 0, neste domingo (26), pela 30ª rodada do Brasileirão. Logo após a partida, o técnico Abel Ferreira soltou o verbo na coletiva sobre arbitragem.

Depois de Filipe Luís, técnico do Flamengo, e José Boto, diretor do clube carioca, falarem que o Palmeiras ‘não pode reclamar de arbitragem’, o técnico do Palmeiras rebateu, citou o jogo contra o Rubro-Negro no Maracanã e chamou de ‘narrativa hipócrita’ as reclamações de que o Palmeiras é beneficiado pelo apito.

“Eu entendo o que o meu colega (Leonardo Jardim) falou, da frustração dele. O último jogo que eu fiz no Maracanã (contra o Flamengo onde o Palmeiras reclamou de um pênalti de Jorginho em Gómez)… como eu entendo ele! As narrativas que se criam se é a equipe A, B ou C que é mais ou menos beneficiada, todo mundo já percebeu que não adianta criar essa narrativa hipócrita. Isso é para os nossos torcedores: preparem-se porque o Palmeiras não tem a mesma força na mídia que tem os outros clubes. Não é só o Palmeiras, todas as equipes são beneficiadas e quando se cria uma narrativa hipócrita em cima só do Palmeiras fica quase que: ‘Vamos agora arranjar um patinho feio, um alvo e já que estão na frente do campeonato…’. Isso foi feito muito antes do jogo. Vocês viram o que se criaram antes”, disparou Abel, antes de seguir.

“Vocês viram o Grêmio reclamar, todas as equipes reclamam sobre arbitragem, não é só o Palmeiras. Hoje o árbitro apitou até pensamentos. Não houve 45 minutos de tempo útil. Se eu fosse torcedor ficaria triste de comprar meu ingresso e ver o árbitro apitar até pensamento. Vou voltar a dizer, já fomos beneficiados e prejudicados. O Flamengo se calhar também tem a mesma razão de se queixar. Grêmio e São Paulo também. Se formos fazer as contas, vamos perceber que temos um denominador comum. Não adianta fazer uma vítima só. Não criem narrativas hipócritas de que o Palmeiras é a equipe beneficiada. O Palmeiras já foi beneficiado e prejudicado. O Flamengo já foi beneficiado e prejudicado. O Grêmio, Cruzeiro, todos. Há um problema no futebol brasileiro que precisa ser resolvido pelas pessoas certas, ter uma arbitragem independente da CBF para que não tenha esses critérios diferentes. Eu não consigo entender como funcionam esses critérios. Dizer sobre uma arbitragem segura, não brinquem com isso. Isso é sério! É futebol profissional apitado por amadores que precisam de ajuda.”, completou.

Em campo, o 0 a 0 entre Palmeiras e Cruzeiro foi marcado por algumas polêmicas de arbitragem. No primeiro tempo, Gustavo Gómez deu uma entrada violenta em Wanderson. O VAR recomendou revisão, o árbitro Rafael Rodrigo Klein deu apenas amarelo.

Segundo Carlos Simon, comentarista de arbitragem da ESPN, o paraguaio deveria ser expulso.

“Gustavo Gómez acerta a bola, deixa a perna e acerta com as travas da chuteira a canela do adversário. É jogo brusco grave e cartão vermelho”, disse Simon.

Outro lance polêmico foi o gol de Sosa anulado. Na ocasião, Cássio, goleiro do Cruzeiro deu rebote e, com uma mão, segurou a bola no solo antes do contato com Sosa. Segundo a regra, o gol foi bem anulado.

Quando uma goleiro tem a bola entre a mão e o solo, isso é considerado posse de bola dele e o jogador não pode pegar. Se o jogador tira essa bola da posse do goleiro, no caso, deve ser marcada a infração, o que aconteceu entre Sosa e Cássio.

Próximos jogos do Palmeiras:

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Acidente entre ônibus e carro na BR-277, em Palmeira (PR), deixa dois mortos na tarde deste domingo (26)

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Acidente ocorreu na altura do quilômetro 188, trânsito de veículos no trecho foi interditado temporariamente e tem sido liberado no decorrer da tarde

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Na tarde deste domingo, 26 de outubro de 2025, duas pessoas morreram em um acidente entre um ônibus e um carro na rodovia BR-277, em Palmeira (PR).

A colisão ocorreu na altura do quilômetro 188 e envolveu um coletivo de uma empresa privada, que atua no segmento do automobilismo.

Ambas as vítimas que perderam a vida estavam no veículo de passeio no momento do acidente.

A ocorrência foi atendida por equipes do Corpo de Bombeiros e da concessionária que administra o trecho da rodovia.

O trânsito de veículos no local foi temporariamente interditado, mas no decorrer da tarde tem sido liberado.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Conheça a Linha Circular da Saúde B45 (Represa – Vila Luzita/Hospital Mário Covas) em Santo André e confira a viagem completa

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Serviço interliga os principais hospitais da cidade do ABC Paulista; início das operações ocorreu no último sábado (25) e o Diário do Transporte acompanhou. Alberto Benedetti com faixa repintada e ônibus votlam ao trajeto normal

ADAMO BAZANI

Colaborou Vinícius de Oliveira

O Diário do Transporte foi conferir neste domingo, 26 de outubro de 2025, a operação completa da nova linha de ônibus da cidade de Santo André (SP), B 45 Circular da Saúde  (Represa – Vila Luzita/Bairro Paraíso – Hospital Mário Covas), considerada uma das primeiras rotas regulares de ônibus urbanos do Estado de São Paulo concebida com o conceito de transporte sob demanda, uma vez que foi desenvolvida com base nas indicações dos usuários ponto a ponto ao longo do trajeto cruzando as solicitações de origem e destino.

A linha B45 (Represa-Vila Luzita/B. Paraíso – Hops. Mario Covas), denominada ônibus “Circular da Saúde”, no mesmo trajeto interliga locais de atendimento de Saúde de alta demanda na cidade, como Futuro Hospital Vila Luzita; H & M – Hospital e Maternidade São José do ABC; Hospital Beneficência Portuguesa; CHMSA – Centro Hospitalar Municipal de Santo André (Santa Casa – Hosp. Municipal); H & M– Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama; Casa da Esperança; H & M  – Hospital e Maternidade Brasil; Hospital Mário Covas. (MAIS ABAIXO VEJA TODAS AS RUAS E AVENIDAS QUE O ÔNIBUS PERCORRE)

Neste sábado (25), o Diário do Transporte acompanhou o lançamento da B 45 com a participação do prefeito Gilvan Ferreira e do secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote, que prometeram que outras linhas com o conceito sob demanda devem ser criadas em Santo André e que vão avaliar os pedidos de moradores para que a Linha Circular da Saúde B 45 entre também em parte do Bairro Paraíso com atendimento no quadrilátero da Rua Juazeiro, Rua Macaúba, Rua Igarapé Rua Jabaquara e Rua Juazeiro novamente, que ampliaria em três paradas o atendimento e somente aumentaria o tempo de trajeto em dois minutos.

Relembre:

Se no sábado (25), a reportagem andou em parte do trajeto, pelo percurso feito pela comitiva do prefeito, neste domingo (26) fez a ida e volta completa.

O que chamou a atenção é que devido às adesivações no ônibus indicando o serviço, as pessoas nas vias, em especial na região da Vila Luzita, perguntavam sobre o novo atendimento e até tiravam fotos dos coletivos, o que mostra a importância da comunicação visual analógica simplificada na área de transportes.

Tanto entre quem embarcava quanto entre as pessoas que vinham na direção do motorista e até mesmo da reportagem, a aprovação foi unânime, principalmente por dois motivos: 1) alguns usuários para completarem os destinos tinham de pegar até três ônibus em forma de integração pelo Terminal Vila Luzita e com a B 45, as viagens ficaram diretas e rápidas e 2) Muita gente trata a saúde, trabalha e estuda na região da Vila Assunção e do Bairro Paraíso e não tinha uma opção direta (veja no vídeo acima os depoimentos).

A viagem foi de cerca de uma hora por sentido neste domingo (26), quando há menos trânsito. Apesar de também a demanda de passageiros ser menor aos domingos, o fluxo surpreendeu não só por ser fim de semana, mas por ser o segundo dia da operação do serviço.

REPARO NA ALBERTO BENEDETTI CONCLUÍDO:

Entre o último sábado (25) e a manhã deste domingo (26), os ônibus no sentido bairro Paraíso, para o Jardim Represa, não estavam subindo a Avenida Doutor Alberto Benedetti pois era necessário o reposicionamento de uma faixa de limite de semáforo, porque devido ao comprimento, os coletivos não conseguiam fazer a curva. Na tarde deste domingo (26), como mostra a imagem abaixo, o problema foi reparado e os ônibus voltaram a subir a via, atendendo assim também no sentido Represa, a Santa Casa, a Casa da Esperança e o Hospital Doutor Cristóvão da Gama.

Sentido Hospital Mário Covas:

Estrada do Pedroso; Avenida Capitão Mario Toledo de Camargo; Rua Amaro; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Avenida Santos Dumont; Avenida Arthur de Queiroz; Rua General Glicério; Rua Bernardino de Campos; Avenida Portugal; Avenida José Caballero; Retorno; Avenida José Caballero; Rua Professor Justino Paixão; Viaduto Angelo Gaiarsa; Rua Prefeito Justino Paixão; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Abílio Soares; Avenida João Ramalho; Rua Guilherme Marconi; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Fernando Prestes; Rua Caminho do Pilar; Avenida Ramiro Colleoni; Avenida Pereira Barreto; Retorno; Avenida Pereira Barreto; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Retorno; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei, Retorno; Rua Professor Valdemar Mattei

Sentido: Vila Luzita – Represa:

Rua Doutor Henrique Calderazzo; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei; Avenida Pereira Barreto; Rua Corone Fernando Prestes; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Ortiz; Avenida João Ramalho; Rua Coronel Francisco Amaro; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Avenida Santos Dumont; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Rua Ediardo Ramos; Estrada do Pedroso.

A linha já nasce com solicitações, como de moradores do Bairro Paraíso e quem trabalha em estabelecimentos próximos. A prefeitura, a SATrans e empresa Viação Guaianazes, responsável pelos serviços, estudam a viabilidade do atendimento no quadrilátero da Rua Juazeiro, Rua Macaúba, Rua Igarapé Rua Jabaquara e Rua Juazeiro novamente, que ampliaria em três paradas o atendimento e somente aumentaria o tempo de trajeto em dois minutos.

ACESSO MAIS FÁCIL, SEGUNDO PASSAGEROS

E justamente a vocação da linha de dar acesso à população de áreas mais carentes, como Represa e Vila Luzita, a regiões onde há maior oferta de emprego e renda foi constatada pelo Diário do Transporte, que acompanhou a operação no primeiro dia, facilitando os deslocamentos de pacientes, mas também de quem vai trabalhar na região do Bairro Paraíso.

É o caso da passageira Tainá Gimenez, que conversou com a reportagem em uma das viagens.

Morando no Jardim Represa e trabalhando no Shopping ABC, no bairro Paraíso, a usuária diz que antes da B45 tinha de pegar três linhas de ônibus para sair de casa e chegar ao serviço: AL 115; TR101 ou TR103 e B63 ou I08. Com o trajeto direto, vai sobrar mais tempo para descansar e ficar com a família.

“Eu moro no Represa e trabalho no Shopping [ABC] perto do Mário Covas. Essa linha vaio me salvar, não preciso mais pegar três ônibus” – disse a usuária que não sabia da existência da linha. Tainá, de tão empolgada, já começou pelo celular mandar mensagens para vizinhos que também trabalham e estudam na região do Bairro Paraíso.

O trajeto é por vias de alto interesse de acordo com os deslocamentos, como Avenida Dom Pedro I, Perimetral e um trecho da Avenida Pereira Barreto.

Realizaram uma “inauguração oficial com o prefeito Gilvan Ferreira, o secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote e o diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze, que percorreram em um dos coletivos uma pequena parte do trajeto, entre o Hospital Mário Covas no Bairro Paraíso, e a “Santa Casa”, na Vila Assunção.

O prefeito Gilvan Ferreira conversou com o Diário do Transporte e disse que mais “linhas de ônibus com conceito de demanda” devem ser criadas em Santo André.

“Vamos continuar estudando para criar novos circulares para atender à população de Santo André Vamos cada vez mais incentivar novas linhas como esta”. – disse o prefeito.

“Essa é uma demanda antiga, de vários anos. Agora, após estudos, estamos atendendo” – disse o secretário.

A linha começa com ônibus zero quilômetro dotados de wi-fir, ar-condicionado, acessibilidade, tomadas USB para carregamento de celulares e vidros com tratamento contra incidência de raios ultravioleta do sol. São, inicialmente, sete coletivos nos horários de pico, mas dependendo da demanda, a frota pode ser ampliada.

Os ônibus possuem adesivos especiais indicando o serviço e, no letreiro digital do para-brisa que fica na parte inferior indica os principais equipamentos de Saúde atendidos.

Foram confeccionados cartazes e panfletos avisando a população da nova linha.

VEJA O ITINERÁRIO – SUJEITO A AJUSTES, COM A AVALIAÇÃO DE ENTRAR EM PARTE DO BAIRRO PARAÍSO:

Sentido Hospital Mário Covas:

Estrada do Pedroso; Avenida Capitão Mario Toledo de Camargo; Rua Amaro; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Avenida Santos Dumont; Avenida Arthur de Queiroz; Rua General Glicério; Rua Bernardino de Campos; Avenida Portugal; Avenida José Caballero; Retorno; Avenida José Caballero; Rua Professor Justino Paixão; Viaduto Angelo Gaiarsa; Rua Prefeito Justino Paixão; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Rua Coronel Abílio Soares; Avenida João Ramalho; Rua Guilherme Marconi; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Fernando Prestes; Rua Caminho do Pilar; Avenida Ramiro Colleoni; Avenida Pereira Barreto; Retorno; Avenida Pereira Barreto; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Retorno; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei, Retorno; Rua Professor Valdemar Mattei

Sentido: Vila Luzita – Represa:

Rua Doutor Henrique Calderazzo; Praça Yves Ota; Rua Doutor Henrique Calderazzo; Rua Professor Valdemar Mattei; Avenida Pereira Barreto; Rua Corone Fernando Prestes; Avenida Dr Alberto Benedetti; Rua Coronel Ortiz; Avenida João Ramalho; Rua Coronel Francisco Amaro; Rua Coronel Alfredo Fláquer; Avenida Santos Dumont; Avenida Dom Pedro I; Largo 03 de Maio; Avenida Dom Pedro I; Rua Ediardo Ramos; Estrada do Pedroso.

A linha já nasce com solicitações, como de moradores do Bairro Paraíso e quem trabalha em estabelecimentos próximos. A prefeitura, a SATrans e empresa Viação Guaianazes, responsável pelos serviços, estudam a viabilidade do atendimento no quadrilátero da Rua Juazeiro, Rua Macaúba, Rua Igarapé Rua Jabaquara e Rua Juazeiro novamente, que ampliaria em três paradas o atendimento e somente aumentaria o tempo de trajeto em dois minutos.

Da esquerda para a direita: Diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze; secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote (ao centro de camisa e o prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (ao lado do ônibus), no ponto final do Bairro Paraíso.

FOTO DE ABERTURA:

Da esquerda para a direita: Diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze; secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote (ao centro de camisa e o prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (ao lado do ônibus), no ponto final do Bairro Paraíso.

Da esquerda para a direita: Diretor de Transportes Públicos da SA TRANS (Santo André Transportes), Ageu Padoveze; secretário de Mobilidade Urbana, Almir Cicote (ao centro de camisa e o prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (ao lado do ônibus), no ponto final do Bairro Paraíso.

LINHA DA SAÚDE, DO EMPREGO E DA CULTURA/EDUCAÇÃO:

A reportagem do Diário Transporte mostrou, inclusive, que houve até um abaixo-assinado de moradores pedindo a ligação entre o Hospital Mário Covas e a região da Vila Luzita, Pedroso e Represa, que seria chamada de Linha da Saúde por conectar estabelecimentos de saúde no município, como Hospitais Mário Covas, Brasil, Christóvão da Gama, Policlínica Paraíso e UPAS da Perimetral e Vila Luzita. A região do bairro Paraíso, onde fica o Hospital Mário Covas, também é polo de empregos em Santo André, com o Shopping ABC, academias, clínicas, hipermercados e cultural-educacional, com o Parque do Conhecimento Sabina, universidades privadas e o Parque Central, onde são realizados shows e espetáculos. No outro extremo, há o Parque Pedroso.

Num único itinerário e somente com um ônibus, facilitando o deslocamento, já que os moradores não precisariam ficar trocando de transporte ao longo do caminho, o serviço interligaria alguns dos principais equipamentos de saúde públicos e privados de Santo André, como

Futuro Hospital Vila Luzita; H & M – Hospital e Maternidade São José do ABC; Hospital Beneficência Portuguesa; CHMSA – Centro Hospitalar Municipal de Santo André (Santa Casa – Hosp. Municipal); H & M– Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama; Casa da Esperança; H & M  – Hospital e Maternidade Brasil; Hospital Mário Covas.

Abaixo-assinado.

Linha de ônibus entre o Hospital Mário Covas e a Vila Luzita tem abaixo-assinado e pedido apresentados na Câmara de Santo André (SP) – VÍDEO

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

 

*ADAMO BAZANI, JORNALISTA ESPECIALIZADO EM TRANSPORTES – MTb 31521, EDITOR E REPÓRTER DO DIÁRIO DO TRANSPORTE –

 

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Ônibus gratuitos vão ligar Aracaju a São Cristóvão durante o FASC 2025 entre os dias 20 e 23 de Novembro 

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Foto: Divulgação

Consórcio de Transportes Metropolitano cria linhas especiais com saídas de três terminais da capital para facilitar o acesso ao Festival de Artes de São Cristóvão

YURI SENA

Durante os quatro dias do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), que será realizado entre 20 e 23 de novembro, o Consórcio de Transportes Metropolitano (CTM) da Grande Aracaju vai oferecer linhas especiais e totalmente gratuitas conectando a capital ao município de São Cristóvão.

A iniciativa, aprovada por unanimidade pelo colegiado do consórcio, foi proposta pela prefeita de Aracaju e presidente do CTM, Emília Corrêa, com o objetivo de garantir mobilidade segura e acessível ao público que participará do evento.

Os ônibus especiais sairão dos terminais Centro, DIA e Sul (Atalaia) em horários variados, de acordo com a programação do festival. Nos dias 20 e 21, as partidas ocorrerão às 18h, 19h, 20h e 21h. Já nos dias 22 e 23, as viagens terão início ao meio-dia, com novas saídas às 14h, 16h, 18h, 19h30 e 20h30. O retorno para Aracaju será feito a partir da Rua Vinte e Quatro, em São Cristóvão, com saídas previstas para 00h, 1h, 2h e 3h da manhã.

Além da gratuidade, todos os veículos que farão o transporte especial serão climatizados — os chamados “geladinhos” — para garantir mais conforto durante os deslocamentos. As linhas contarão ainda com paradas estratégicas nos principais pontos de conexão, como os terminais Zona Oeste e Campus, além do Pórtico de São Cristóvão, facilitando o acesso ao centro histórico da cidade, onde acontece o festival.

A decisão foi consolidada após uma reunião extraordinária do CTM, no dia 10 de outubro, que aprovou a criação das linhas especiais. Em seguida, um estudo técnico confirmou a viabilidade financeira da gratuidade e o uso de ônibus climatizados. Com base nesse parecer, a prefeita Emília Corrêa anunciou oficialmente a medida.

Os itinerários incluem avenidas como Tancredo Neves, Marechal Rondon e João Bebe Água, com trajetos de ida e volta definidos para garantir pontualidade e segurança aos passageiros.

O FASC é considerado um dos mais tradicionais eventos culturais de Sergipe, reunindo apresentações musicais, exposições, teatro e gastronomia no centro histórico de São Cristóvão. A ação do CTM pretende ampliar o acesso da população ao festival, fortalecendo a integração entre mobilidade urbana e cultura.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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