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Ancelotti confirma Bento no gol contra a Coreia e é sincero sobre seleção ter Real Madrid como ‘base’

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Já garantida na Copa do Mundo de 2026, a seleção brasileira inicia nesta sexta-feira (10) os amistosos de preparação para tentar buscar o sexto título mundial. O caminho passará pela Coreia do Sul, adversário da partida que acontece em Seul, com bola rolando às 8h (horário de Brasília).

A principal novidade para o duelo será o goleiro Bento, que iniciará como titular no lugar do lesionado Alisson.

“Amanhã vai começar o jogo o Bento, e no seguinte Hugo Souza será o goleiro”, confirmou o técnico Carlo Ancelotti em entrevista coletiva nesta quinta-feira, destacando a partida contra os sul-coreanos como uma chance de o Brasil dar um passo à frente na preparação. “Amanhã será uma oportunidade para a equipe melhorar a qualidade, melhorar a atitude, melhorar o convencimento que tem que ter para a Copa do Mundo”.

Para Ancelotti, disputar amistosos contra Coreia do Sul e Japão nesta Data Fifa dará ao Brasil a possibilidade de voltar a testar seu futebol contra escolas diferentes na preparação rumo à Copa do Mundo.

“São jogos em que temos a ideia de enfrentar equipes de escolas asiáticas. Obviamente, conhecemos e é uma escola que evoluiu muito nos últimos anos. Gostamos de jogar esses dois jogos, serão partidas difíceis, mas que serão importantes para enfrentar o que pode acontecer na Copa do Mundo”.

Segundo o treinador, a tendência é de que a seleção brasileira retome uma formação similar àquela que venceu o Chile, no Maracanã, no dia 4 de setembro.

Com isso, um possível time para encarar a Coreia do Sul tem: Bento; Vitinho, Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Paquetá [Bruno Guimarães]; Rodrygo, Vinicius Jr, Matheus Cunha e Estêvão.

Questionado sobre ter uma ‘base Real Madrid’ para a partida desta sexta-feira, considerando que trabalhou com quatro nomes do provável time titular durante a passagem vitoriosa pelo Santiago Bernabéu, Ancelotti se esquivou e garantiu ter “leque aberto” em relação aos nomes para a Copa do Mundo.

“Acho que a base que a seleção tem é ampla, e não só esses jogadores. Claro que conheço eles muito bem esses jogadores e também outros. Gosto muito do ambiente da equipe e acho que isso é muito positivo, pela atitude dos jogadores, pelo profissionalismo”, disse o italiano.

“Estou convencido que vamos preparar um ambiente muito positivo para a Copa do Mundo com peças muito importantes, com os jogadores que estão aqui e outros que não estão”.

Próximos jogos da seleção brasileira:

  • Coreia do Sul (F) – 10/10, 8h (de Brasília) – Amistoso

  • Japão (F) – 14/10, 7h30 (de Brasília) – Amistoso

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Viação Garcia e Brasil Sul renovam frota com 106 ônibus Marcopolo

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Investimento de R$ 150 milhões inclui veículos Euro 6 das linhas Paradiso G8 e Torino, reduzindo a idade média da frota para 1,6 ano

ALEXANDRE PELEGI

A Viação Garcia e a Brasil Sul iniciaram a renovação de parte de sua frota com a chegada de 106 novos ônibus fabricados pela Marcopolo e equipados com chassis Mercedes-Benz. O investimento total é de aproximadamente R$ 150 milhões.

A aquisição inclui modelos das linhas Paradiso G8 1800 e 1200, nas versões Leito Plus e Semi Leito, além dos urbanos e metropolitanos Torino.

Com a incorporação dos novos veículos, que serão entregues até dezembro, a idade média da frota operacional do grupo deve ficar em torno de 1,6 ano — uma das mais baixas do setor.

Todos os veículos são equipados com motorização Euro 6, padrão que reduz em cerca de 72% as emissões de poluentes. As unidades contam ainda com sistemas de frenagem autônoma, leitura de faixas, rastreamento e monitoramento de manutenção em tempo real.

Os ônibus oferecem iluminação LED, conectividade Wi-Fi, entradas USB-C em todos os assentos e sanitários com acionamento a vácuo. Alguns modelos incluem poltronas cama com função massagem, geladeira e sistema de entretenimento PlayOn.

O Grupo Garcia-Brasil Sul, sediado em Londrina (PR), atua no transporte rodoviário intermunicipal e interestadual em sete estados, além de fretamento, encomendas, e serviços urbanos e metropolitanos.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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ANTT autoriza Viação Águia Branca a incluir novas seções na linha Salvador/BA–Vitória/ES

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Foram implantadas as ligações Feira de Santana–São Mateus, Feira de Santana–Linhares e Feira de Santana–Vitória; período mínimo de atendimento da linha foi reiniciado

ALEXANDRE PELEGI

A Viação Águia Branca foi autorizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para a inclusão de três novas seções na linha Salvador (BA) – Vitória (ES), conforme a Decisão SUPAS nº 1.442, de 3 de outubro de 2025, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (09).

O ato da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS) deferiu a implantação das seções:

  • Feira de Santana (BA) – São Mateus (ES)

  • Feira de Santana (BA) – Linhares (ES)

  • Feira de Santana (BA) – Vitória (ES)

Com a alteração, a linha Salvador–Vitória, operada sob o Termo de Autorização BAES0006001, passa a oferecer novas opções de embarque e desembarque ao longo da BR-101, fortalecendo a integração entre o Nordeste e o Sudeste e ampliando o alcance do serviço da empresa.

A ANTT determinou que, com a inclusão das novas seções, fica reiniciado o período mínimo de atendimento da linha, conforme previsto na Resolução ANTT nº 4.770/2015, que regula o transporte rodoviário interestadual de passageiros sob o regime de autorização.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Estradas vicinais melhores poderiam reduzir custos do agro em R$ 6,4 bilhões por ano

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Investimentos na melhoria e manutenção da qualidade das estradas vicinais do Brasil podem reduzir em até R$ 6,4 bilhões por ano os custos operacionais, principalmente de produtores rurais, por conta de perdas relacionadas às condições dessas vias. É o que revela um estudo inédito apresentado nesta quarta-feira (8/10) pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-Log).

De acordo com o estudo “Panorama das Estradas Vicinais no Brasil”, o Brasil possui cerca de 2,2 milhões de quilômetros de estradas vicinais, vias sem pavimentação pelo interior do país, geralmente com espaço para passagem de veículos em apenas um sentido por vez, por onde são transportadas 1,4 bilhão de toneladas de alimentos todos os anos.

De acordo com CNA e Esalq-Log, são necessários ao menos R$ 4,9 bilhões de investimentos por ano para adequar a qualidade parte dessas estradas de terra (177 mil quilômetros) em regiões altamente prioritárias. O custo da manutenção seria de R$ 35 mil por quilômetro por ano, diz o levantamento.

A melhoria das estradas vicinais poderá reduzir em R$ 6,4 bilhões por ano os custos operacionais dos produtores rurais com combustível, manutenção, insumos, mão de obra, entre outros, revela o estudo. Atualmente, esses custos chegam a R$ 16,2 bilhões anuais.

Já no campo ambiental, estradas vicinais em padrão de “alta qualidade” ajudariam a reduzir em 1 milhão de toneladas por ano as emissões de CO₂, comparado à situação atual.

Segundo Elisangela Pereira Lopes, assessora técnica da Comissão Nacional de Logística e Infraestrutura da CNA, o investimento de R$ 4,9 bilhões por ano para adequar as estradas vicinais a um padrão mínimo de qualidade não é apenas viável, mas estratégico.

“Estamos falando de um valor que representa menos de um terço do prejuízo anual (R$ 16,2 bilhões) causado pelas más condições dessas vias, apenas em custos operacionais. Com esse aporte, seria possível melhorar a qualidade de vida da população rural e garantir o escoamento de alimentos com mais segurança e eficiência”, afirmou, em nota.

No cálculo total, seriam necessários investimentos de R$ 10 bilhões por ano para elevar os 367 mil quilômetros de estradas terciárias ao padrão mínimo de qualidade. A elevação da qualidade de 101 mil quilômetros de estradas vicinais do padrão “ruim” para “superior”, nas regiões altamente prioritárias, demandaria R$ 12,6 bilhões anualmente. O custo para manutenção nesse patamar é de R$ 131 mil por quilômetro por ano.

Segundo esse raio-x das vias rurais brasileiras, os 2,2 milhões de quilômetros de estradas vicinais estão distribuídos em 557 microrregiões produtoras. Desse total, 367 mil quilômetros são estradas terciárias, com largura suficiente para o tráfego de veículos em sentido oposto ao mesmo tempo, e 1,8 milhão de quilômetros são de estradas “não classificadas”, vias estreitas nas quais é possível a circulação de apenas um veículo por vez.

Estudo

As estradas vicinais são vias não pavimentadas, geralmente de terra ou com revestimento natural, essenciais para as comunidades locais e para o agro de forma geral, pois conectam propriedades rurais aos grandes corredores logísticos e facilitam o escoamento da produção até os portos ou centros de distribuição.

No estudo, foram analisadas bases públicas disponíveis no país, como informações da Confederação Nacional do Transporte (CNT), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) e da plataforma colaborativa OpenStreetMap (OSM).

A CNA e os pesquisadores da Esalq-Log realizaram visitas de campo a oito microrregiões brasileiras e verificaram in loco as condições das estradas vicinais relevantes para diversas comunidades rurais e para a produção agropecuária.

“Investir em estradas vicinais garante o acesso da população aos alimentos, aumenta a competitividade do agro brasileiro e traz qualidade de vida para os produtores, trabalhadores e seus familiares que vivem no campo. O investimento nessas vias é uma política pública essencial, que vai além do escoamento da produção agropecuária. É também instrumento para ampliar o acesso da população rural a serviços básicos de saúde e de educação”, afirmou o presidente da CNA, João Martins, em nota.

O estudo desenvolveu um índice próprio para indicar quais vias demandam maior urgência em manutenção e recuperação, chamado de Índice de Priorização das Estradas Vicinais (Ipev). A partir do Ipev é possível identificar as regiões que devem ser priorizadas nos investimentos em infraestrutura viária rural.

Para definir as regiões “altamente prioritárias” para o investimento em manutenção e recuperação de vicinais, o estudo considerou uma série de fatores, como a relevância da estrada para o escoamento da produção agropecuária e as dimensões social, econômica, ambiental e de infraestrutura.

Os produtos mais transportados por essas vias incluem cana-de-açúcar, cereais, leguminosas e oleaginosas, frutas, lavouras permanentes e temporárias, leite, madeira, milho, soja e produção animal.

Segundo a CNA, o estudo revela dados estratégicos que podem orientar órgãos públicos e entes federativos na implantação de ações adequadas para cada região.

A CNA também apresentou recomendações para viabilizar a transformação da malha vicinal em vias eficientes e estruturadas. Entre as propostas, estão medidas para aprimorar a logística de distribuição de materiais, fortalecer a articulação entre os setores público e privado e criar canais diretos de comunicação com os produtores rurais, de modo a facilitar o registro e o atendimento das principais demandas relacionadas com as estradas.

O estudo ainda destaca a importância de melhorar a eficiência operacional com capacitação de mão-de-obra e a formação de equipe técnica especializada na gestão e manutenção de estradas vicinais.

No levantamento, a CNA defende a criação de planos estruturados voltados à manutenção e readequação dessas vias, como a aprovação do Projeto de Lei n.º 1146/2021 (criação da Política Nacional de Mobilidade Rural e Apoio à Produção – Estradas da Produção Brasileira) e a efetiva implementação do Programa Nacional de Estradas Vicinais (Proner), do Ministério da Agricultura, que tem como um dos focos a manutenção dessas estradas.

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SMT mantém multa de R$ 500 mil à Uber por operar serviço de mototáxi em São Paulo

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Foto: Uber Moto/Divulgação

Secretário Celso Caldeira confirma penalidade aplicada pelo Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV); base é o Decreto Municipal que suspendeu o transporte remunerado de passageiros por esse tipo de serviço na capital

ALEXANDRE PELEGI

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) manteve a multa de R$ 500 mil aplicada à Uber do Brasil Tecnologia Ltda. pelo Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV). A penalidade foi imposta porque a empresa manteve em operação o serviço de mototáxi “Uber Moto”, mesmo após a proibição estabelecida pelo Decreto Municipal nº 62.144/2023, que suspendeu o transporte remunerado de passageiros por motocicleta em São Paulo.

O despacho, assinado pelo secretário Celso Jorge Caldeira e publicado nesta semana, nega provimento ao recurso apresentado pela Uber contra decisão do Secretário Executivo do CMUV, mantendo a penalidade em sua totalidade.

Conheço do recurso interposto pela Uber do Brasil Tecnologia Ltda. […] e, no mérito, nego provimento, mantendo a decisão recorrida em sua integralidade”, registra o texto.

O Decreto nº 62.144/2023, assinado pelo prefeito Ricardo Nunes em dezembro de 2023, suspendeu o serviço Uber Moto e similares na capital paulista. Segundo a Prefeitura, a medida se baseou em estudos técnicos e jurídicos que apontaram risco à segurança dos passageiros e ausência de regulamentação específica para o transporte de passageiros por motocicletas.

A decisão de Caldeira reforça o entendimento da administração municipal de que as plataformas digitais devem respeitar a legislação local, sob pena de sanções administrativas. O secretário também determinou o retorno do processo ao CMUV para adoção das providências cabíveis.

A multa agora mantida havia sido referendada pelo prefeito Ricardo Nunes, conforme noticiado pelo Diário do Transporte em 23 de setembro de 2024 (leia aqui). Já em 26 de setembro de 2025, o portal revelou nova penalidade aplicada pelo CMUV à Uber por reincidência na operação do serviço suspenso (leia aqui).

 

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Petrobras anuncia retomada da produção de fertilizantes na Bahia e em Sergipe para 2026

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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, anunciou nesta quarta-feira a retomada das unidades de fertilizantes da Bahia e de Sergipe, as Fafens, que estavam com suas operações hibernadas desde 2023, com o fim do acordo de arrendamento com a Unigel.

Segundo Magda, cada uma dessas unidades vai receber investimentos de R$ 38 milhões. De acordo com a executiva, as duas Fafens voltarão a produzir fertilizantes já no início de 2026. Além disso, com a retomada da unidade Ansa, no Paraná, que já voltou a receber investimentos no início deste ano, a meta da Petrobras é que a companhia seja responsável por 20% da demanda de fertilizantes nitrogenados no Brasil no próximo ano.

— As unidades da Bahia e de Sergipe vão entrar em manutenção e, no começo do ano, iniciar a produção de ureia e Arla 32. E, com a Ansa, no Paraná, vamos produzir 20% de toda a demanda brasileira de fertilizantes nitrogenados. Estamos voltando, aproveitando as facilidades instaladas e retornando à operação dessas unidades em prol de uma sinergia com a Ansa, que vai usar o resíduo asfáltico, e as Fafens, com o uso do gás natural, que vem sendo cada vez mais produzido pela Petrobras e cujo consumo precisamos zelar — disse Magda.

A capacidade de produção de ureia da Fafen na Bahia é de 1.300 toneladas por dia, volume suficiente para atender 80% da demanda do estado. Já a Fafen de Sergipe tem capacidade para produzir 1.800 toneladas por dia. Além disso, a Ansa tem capacidade de 1.900 toneladas, volume que começará a ser produzido nos próximos dias. Segundo a Petrobras, a demanda total do país é de 8 milhões de toneladas por dia.

R$ 1 bilhão com a operação das Fafens

Segundo a companhia, as unidades da Bahia e de Sergipe têm um contrato de R$ 1 bilhão de operação e manutenção por cinco anos com a Engeman. Na Bahia, esse valor será de R$ 520 milhões.

— As unidades vão consumir 2,5 milhões de metros cúbicos de gás por dia da Petrobras. Estamos fornecendo um total de 50 milhões ao mercado. Há pouco tempo era bem menos, na faixa dos 30 milhões — disse Magda.

A presidente destacou também os esforços para reduzir o preço do gás no mercado, de forma a viabilizar as operações de retomada das Fafens. Magda afirmou ainda que a Petrobras acabou de firmar o primeiro contrato de venda de ureia para o agronegócio na região do Matopiba (formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

— Em 2021 ou 2022, o gás custava US$ 16 por milhão de BTU (métrica internacional do gás). Hoje, está entre US$ 6 e US$ 7, com o preço da Petrobras para o mercado livre. Houve um grande esforço para fornecer gás a preços acessíveis. Mas isso é um negócio. Tínhamos plataformas que não tinham capacidade de exportar gás para a costa, e agora estamos ampliando essa estrutura e aprimorando contratos. As Fafens não seriam viáveis se o preço do gás não estivesse competitivo — afirmou.

Indústria naval

Magda antecipou também que a companhia vai lançar quatro novas embarcações de apoio entre outubro e novembro. Atualmente, já há 44 unidades contratadas ou com edital em andamento. A executiva ressaltou que a busca é por bons negócios para a Petrobras.

Ela também adiantou a criação de um novo programa dentro do Plano de Negócios (PNG) 2026–2030, que será anunciado em novembro. Magda revelou ainda que, na última reunião do Conselho da Transpetro, foi aprovada a contratação de 20 barcaças e 20 empurradores.

— É um spoiler do PNG, que terá um programa de adequação de frota em benefício de melhor rendimento para os negócios da Petrobas. Não é só colocar estaleiro de pé. Na última reunião do Conselho da Transpetro aprovamos 20 barcaças e 20 empurradores para a indústria naval, para que seja um bom negócio para a companhia. Quanto de navios a Petrobras deve ter? É isso que estamos discutindo, sempre em prol de bons negócios para a empresa — afirmou.

Contrato com estaleiro Enseada

A Petrobras anunciou ainda que vai anunciar amanhã a contratação do estaleiro Enseada, em Maragogipe, na Bahia, para a construção de seis embarcações (dentro do plano geral de 44 unidades já anunciadas pela estatal) que pertencem a Compagnie Maritime Monégasque (CMM). O contrato é de quatro de construção e 12 de operação. O total é de R$ 2,5 bilhões.

Estreia no fornecimento de bunker

O presidente da Transpetro, Sérgio Bacci, anunciou que a companhia vai, pela primeira vez, entrar no segmento de fornecimento de bunker (combustível marítimo). Segundo ele, a iniciativa segue a orientação da presidente Magda de “verticalizar” a empresa. Bacci destacou ainda que, com as novas contratações previstas, a frota da Transpetro vai dobrar.

— É a primeira vez que a Transpetro entra nesse segmento e, com isso, vamos fazer o fornecimento de bunker para os navios. O dinheiro que antes era gasto com a operação de fornecimento agora fica conosco — afirmou.

Descomissionamento

A estatal também vai incluir o canteiro de São Roque, na Bahia, para receber parte das plataformas que serão descomissionadas, em um plano total que vai gerar investimentos de US$ 2,5 bilhões até 2029.

— Temos um canteiro no estado da Bahia, em São Roque, que não estava sendo usado e pertence à Petrobras. Ele tem capacidade para receber duas plataformas de grande porte — concluiu Magda.

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Por que Kane é ‘maior 9 de todos os tempos da Inglaterra’ para ex-astro da seleção e o que assistir no Disney+

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Líder isolada do Grupo K das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, a Inglaterra tem amistoso contra País de Gales nesta quinta-feira (9), às 15h45 (de Brasília), com transmissão do Disney+.

Nome sempre certo na lista de Thomas Tuchel, Harry Kane é a esperança de gols dos ingleses, até pela temporada espetacular que vive até agora. Entre Bayern de Munique e seleção, o astro soma nada menos do que 19 gols e três assistências em apenas 12 partidas.

O alto rendimento não apenas nesses últimos tempos rendeu elogios de Wayne Rooney, um dos grandes nomes da história do futebol do país e que foi debancado pelo próprio jogador do Bayern. Antes maior artilheiro da seleção, com 53 gols, o ex-jogador de Everton e Manchester United viu Kane, hoje com 74 bolas nas redes, superá-lo por muito.

Ser ultrapassado no posto não causou mágoas em Rooney, muito pelo contrário. Em entrevista ao podcast do ex-zagueiro e hoje comentarista Rio Ferdinand, o ex-atacnate colocou Harry Kane em um alto pedestal.

“Ele é o maior número nove da Inglaterra de todos os tempos”, iniciou Rooney, que já vestiu a camisa no início da carreira, antes de assumir definitivamente a 10 com a aposentadoria de Michael Owen.

“Acho que eu podia fazer coisas que potencialmente ele não pode. Eu era mais durão do que ele também. Você vê as pessoas dizerem como ele marca contra San Marino ou outro time. Ele marca em todos os jogos. E joga bem o tempo todo? Não. Mas para mim, está acima de todos”.

Rooney disse ainda que Kane tem que ser titular da seleção, comparando-o a Cristiano Ronaldo quando o astro português voltou ao Manchester United, dizendo que os companheiros de equipe devem correr para que ele possa dedicar-se apenas em balançar as redes.

“Ele tem que ser titular [na Copa do Mundo]. Tem que ser. Se você olhar para todos os jogos da Inglaterra, ele marca. É o trabalho mais difícil de fazer. É a coisa mais difícil de fazer”.

“Um pouco como o (Cristiano) Ronaldo quando voltou para o Manchester United. Qual é o impacto na equipe? Ele trabalha duro. O Harry não vai correr para todo o lado, mas você tem o Bellingham. Você tem esses jogadores com energia e garra para fazer isso. Apenas deixe ele perto da área. Ele faz gols. É verdade”, finalizou.

CLIQUE E ASSISTA AO VIVO AO AMISTOSO INGLATERRA x PAÍS DE GALES


Djokovic, eliminatórias da Copa e muita Série B!

O esporte segue a todo vapor nesta quinta-feira na tela do Disney+.

O Masters 1000 de Xangai chega às quartas de final com rodada a partir da madrugada. Novak Djokovic, por exemplo, vai à quadra para encarar o belga Zizou Bergs, em busca de uma vaga na semifinal.

Já às 15h45, é a vez do futebol. A Holanda entra em campo pelas eliminatórias da Copa do Mundo contra Malta.

Por fim, a Série B também aparece no cardápio do Disney+: Ferroviária x Chapecoense às 19h, Coritiba x Atlético-GO às 19h30 e Remo x Athletico-PR às 21h35.

VEJA A AGENDA COMPLETA DE EVENTOS NO DISNEY+

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Expresso Adamantina tem quatro linhas deferidas pela ANTT ligando Campo Grande/MS a Brasília/DF e Goiânia/GO

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Autorizações foram concedidas em caráter sub judice, por decisão da instância máxima da agência reguladora; concorrentes Gontijo, Eucatur e Bragança tiveram impugnações negadas

ALEXANDRE PELEGI

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) — instância máxima da autarquia federal responsável pela regulação do transporte rodoviário interestadual — autorizou quatro novas linhas da Expresso Adamantina, todas ligando Campo Grande (MS) às cidades de Brasília (DF) e Goiânia (GO).

As autorizações constam das Deliberações nº 372, 373, 374 e 375, todas de 8 de outubro de 2025, publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 9 de outubro de 2025.

Os deferimentos foram concedidos em caráter sub judice, em cumprimento à decisão da Justiça Federal nos autos da Ação nº 1052843-41.2020.4.01.3400, que determinou à ANTT o deferimento dos pedidos da transportadora.

Linhas e seções autorizadas

As quatro deliberações aprovadas pela Diretoria Colegiada estabelecem as seguintes operações, com suas respectivas quantidades de seções intermediárias:

Deliberação nº 372/2025 – Campo Grande (MS) – Brasília (DF) via São José do Rio Preto (SP): 83 seções intermediárias, abrangendo municípios de Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

Deliberação nº 373/2025 – Campo Grande (MS) – Brasília (DF) via Uberaba (MG): 193 seções distribuídas entre os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo

Deliberação nº 374/2025 – Campo Grande (MS) – Brasília (DF): 87 seções em diversos municípios de Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo

Deliberação nº 375/2025 – Campo Grande (MS) – Goiânia (GO): 49 seções intermediárias abrangendo trechos entre municípios goianos e sul-mato-grossenses

Nos quatro casos, a ANTT negou provimento às impugnações apresentadas por concorrentes, entre elas Empresa Gontijo de Transportes, Eucatur – Empresa União Cascavel de Transportes e Turismo e Auto Viação Bragança, mantendo o deferimento dos pedidos da Adamantina.

Fundamentação

As decisões da Diretoria Colegiada têm base na Resolução ANTT nº 4.770/2015, que regula o transporte rodoviário interestadual sob regime de autorização.

A agência fundamentou o deferimento no cumprimento de decisão judicial, permitindo que as linhas sejam operadas provisoriamente até o julgamento definitivo da ação.

O termo sub judice indica que as autorizações permanecem válidas enquanto durar o processo judicial, assegurando continuidade dos serviços e atendimento aos mercados contemplados, sem prejuízo ao resultado final do litígio.

Resumo das Deliberações – Expresso Adamantina

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

 

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CBF recebe autorização da Fifa para liberar áudios de decisões sem revisão no VAR: ‘Avanço na transparência da arbitragem’

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Nesta quarta-feira (8), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou que recebeu a autorização da Fifa para divulgar o áudio das decisões do VAR que não tiveram revisão nas partidas.

Até então, o protocolo da entidade era claro: o site oficial da CBF só divulga o áudio de decisões que tiveram revisão do árbitro indo até o monitor. No entanto, após a polêmica no clássico São Paulo x Palmeiras, com ofício do time tricolor exigindo os áudios do pênalti de Allan em Marcos Antônio, além de outras decisões que o árbitro não foi ao monitor, a CBF precisou ir até a Fifa.

Cm o ‘ok’ da entidade máxima do futebol, a CBF agora divulgará os “lances sem revisão protocolar”. Os áudios e vídeos dos lances sem revisão protocolar serão disponibilizados em até 24 horas após o término da partida, respeitando diretrizes técnicas e operacionais acordadas com a FIFA.

Segundo o presidente Samir Xaud, essa medida reforça o compromisso da atual gestão da CBF em combater problemas históricos do futebol brasileiro.

“Desde o início da nossa gestão estamos atuando em problemas estruturais do futebol brasileiro, mexendo em questões que havia décadas demandavam mudanças. Já anunciamos o novo calendário do futebol masculino, estamos finalizando o do feminino e no mês que vem vamos divulgar as regras do fair play financeiro. A arbitragem está entre essas prioridades. Ampliamos agora a divulgação dos áudios, em nome da transparência. Vamos anunciar outras melhorias nas próximas semanas, integrando um plano de ação que já vem sendo elaborado desde que assumimos a CBF”, declarou.

“Sempre consultamos a FIFA em questões que fogem à rotina: regras, resoluções, protocolos ou determinações da própria IFAB/FIFA. Nessa consulta argumentamos que apresentar as checagens de grande impacto, mesmo sem ida do árbitro à cabine, reforçaria a integridade de nossas competições. Recebemos a liberação, para fins de instrução e transparência”, afirmou Rodrigo Cintra, presidente da Comissão de Arbitragem.

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Festival Bike Música leva arte e sustentabilidade à Estação Brás da CPTM

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Foto: Estação Brás da CPTM – Governo do Estado de São Paulo/Reprodução

De 9 a 11 de outubro, evento une música, pedaladas e consciência ambiental em apresentações interativas das 12h às 15h

YURI SENA

A Estação Brás da CPTM recebe, entre os dias 9 e 11 de outubro, o Festival Bike Música, uma iniciativa que combina arte, mobilidade e sustentabilidade em um mesmo espaço.

O evento acontece de quinta-feira a sábado, sempre das 12h às 15h, e convida o público a refletir sobre o uso responsável dos recursos naturais e a importância das energias renováveis.

Realizado em parceria com a Saúva Produtora Cultural, o festival contará com o espetáculo musical TUDOQUETOCO, apresentado pelos artistas Fera Neném e Quarteto Quimbará. O diferencial das apresentações está na interação com o público: quem estiver na estação poderá pedalar bicicletas instaladas no local para gerar a energia que alimentará os equipamentos de som.

Com o tema “Pedais que movem a música. Música que move a cidade”, o projeto propõe uma experiência coletiva e simbólica, mostrando como ações simples podem contribuir para uma cidade mais sustentável. Além de promover a consciência ambiental, o festival busca incentivar o uso da bicicleta e fortalecer a relação entre arte, mobilidade urbana e cidadania.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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