35.8 C
Rondonópolis
quinta-feira, 18 junho - 16:07
Publicidade
Home Blog Page 480

Andorinha e Nobre têm pedidos de novas linhas interestaduais indeferidos pela ANTT, além de outras três empresas

[ad_1]

JTI Turismo, Conexão Brasil e Arca Turismo também tiveram solicitações rejeitadas, e todas pelo mesmo motivo: não estão autorizadas a operar os mercados solicitados

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) indeferiu cinco pedidos de emissão de Termos de Autorização (TAR) para operação de novas linhas regulares interestaduais de passageiros. As decisões, publicadas no Diário Oficial da União de 6 de outubro de 2025, foram assinadas pelo superintendente Juliano de Barros Samôr, da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (Supas).

As empresas atingidas são Empresa de Transportes Andorinha S/A, Nobre Transporte e Turismo Ltda, JTI Turismo (Joel Transporte e Turismo Ltda), Conexão Brasil Ltda e Arca Turismo (Andreatur Transportes e Serviços Ltda).

Em todos os casos, o indeferimento tem o mesmo fundamento: os mercados solicitados não são autorizados às requerentes, conforme determina a Resolução nº 6.033/2023, que rege o regime de autorização no transporte rodoviário interestadual de passageiros.


Critérios e base legal

As decisões citam, de forma padronizada, os dispositivos legais que embasam os indeferimentos:

  • Artigo 8º, inciso X, da Resolução nº 5.818/2018, que define as competências da Supas;

  • Artigo 29, inciso IV, e artigo 105, inciso VIII, da Resolução nº 5.976/2022, que tratam das condições de operação e da competência para indeferimento;

  • E principalmente a Resolução nº 6.033/2023, que delimita os mercados elegíveis para operação sob regime de autorização.

Essas normas estabelecem que somente podem ser operadas linhas previamente autorizadas pela ANTT ou reconhecidas por decisão judicial, impedindo a sobreposição de trajetos e garantindo o equilíbrio competitivo no setor.


Empresas e linhas indeferidas

  • Empresa de Transportes Andorinha S/A – Pedido para a linha Cuiabá (MT) – São Paulo (SP), via Ribeirão Preto (SP).

  • Nobre Transporte e Turismo Ltda – Pedido para a linha Goiânia (GO) – Três Lagoas (MS).

  • JTI Turismo (Joel Transporte e Turismo Ltda) – Pedido para a linha Goiânia (GO) – Imperatriz (MA).

  • Conexão Brasil Ltda – Pedido para a linha Corumbá de Goiás (GO) – São Paulo (SP).

  • Arca Turismo (Andreatur Transportes e Serviços Ltda) – Pedido para a linha Contagem (MG) – Curitiba (PR).


Pontos em comum

Os cinco indeferimentos seguem a mesma justificativa técnica e reforçam a posição uniforme da ANTT diante de pedidos para operar mercados não abertos oficialmente.
Em todos os casos, a Supas entende que as linhas solicitadas não integram a lista de mercados disponíveis definida pela agência após a vigência da Resolução nº 6.033/2023.

Com isso, a ANTT mantém a diretriz de não admitir novos mercados fora do quadro autorizado, prática que visa evitar sobreposição de rotas, instabilidade operacional e disputas entre transportadoras.


Transcrição literal das decisões publicadas no Diário Oficial da União:


[ad_2]

Fonte

TRF3 derruba exigência da ANTT de circuito fechado no fretamento interestadual

[ad_1]

Decisão vale somente para a Inova Turismo, que terá direito de operar viagens apenas de ida ou volta, sem caracterização de transporte clandestino; cabe recurso

ALEXANDRE PELEGI

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) decidiu, por unanimidade, dar provimento à apelação da empresa Inova Turismo Ltda, afastando a obrigatoriedade do chamado circuito fechado no transporte rodoviário interestadual de passageiros por fretamento.

O julgamento ocorreu no dia 2 de outubro de 2025, sob relatoria da desembargadora federal Mônica Nobre.

Em sua decisão, o colegiado afirmou expressamente que

“a Quarta Turma, à unanimidade, decidiu dar provimento à apelação, para afastar a obrigatoriedade do denominado circuito fechado, declarando a ilegalidade do Decreto nº 2.521/98 e da Resolução ANTT nº 4.777/14, assegurando à empresa autora o direito de realizar fretamentos rodoviários interestaduais de passageiros em apenas um sentido (ida ou volta), sem que lhe seja imputada a prática de transporte clandestino.”

O Decreto nº 2.521/1998, editado ainda sob a vigência da antiga Lei do Transporte Rodoviário (Lei nº 8.987/1995), definiu regras para o transporte coletivo interestadual e internacional de passageiros, e impôs a obrigatoriedade de retorno dos passageiros ao ponto de origem — o chamado “circuito fechado” — como forma de diferenciar o fretamento do transporte regular.

Já a Resolução ANTT nº 4.777/2014 atualizou essas normas, mantendo a exigência e detalhando critérios para viagens de grupos previamente formados, o que, na prática, impedia a realização de viagens avulsas ou somente de ida.

Com a decisão do TRF3, esse modelo foi considerado ilegal, uma vez que nem o decreto nem a resolução têm força para criar restrição não prevista em lei federal. A Lei nº 10.233/2001, que organiza o setor e define as atribuições da ANTT, não impõe o circuito fechado como condição para o serviço de fretamento.

O acórdão, assinado eletronicamente pelo secretário da sessão Marcelo Ribeiro Gonçalves Teotônio em 3 de outubro de 2025, reforça que a Inova Turismo poderá realizar viagens somente de ida ou somente de volta, sem ser enquadrada como operadora clandestina.

A decisão representa novo precedente relevante na disputa jurídica que envolve o regime de fretamento interestadual e o modelo de “circuito fechado”, frequentemente questionado por empresas e plataformas digitais que atuam no transporte sob demanda.

Ainda cabe recurso da decisão ao próprio TRF3 ou aos tribunais superiores, mas o julgamento da 4ª Turma amplia a jurisprudência contrária à exigência mantida pela agência reguladora.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

15 dias para a NBA: Memphis Grizzlies se empenha em manter alto nível após diversas saídas

[ad_1]

Treinador, peça importante no elenco e até abordagem sobre o esquema tático. Muita coisa mudou no Memphis Grizzlies ao longo dos últimos meses. O plano ainda parece ser o de entrar na temporada 2025/26 da NBA mirando alto, mesmo em uma Conferência Oeste tão recheada de concorrentes poderosos. Mas se as coisas não derem certo, não seria improvável uma nova série de mudanças: desta vez, para implodir de vez o núcleo e partir para uma reconstrução total.

Como foram os Grizzlies na última temporada

  • Campanha: 48 vitórias e 34 derrotas

  • Classificação: 8° lugar na Conferência Oeste

  • Nos playoffs: Eliminado na primeira rodada para o Oklahoma City Thunder por 4 a 0 após perder para o Golden State Warriors e vencer o Dallas Mavericks no play-in

  • O que aconteceu: foram dois primeiros meses claudicantes, variando os 50% de aproveitamento. Nesse período, Desmond Bane e Ja Morant foram desfalques em vários jogos. Mas quando o astro voltou às quadras no fim de novembro, os Grizzlies iniciaram uma sequência que os deixou por muito tempo na segunda posição do Oeste, atrás apenas do Thunder. Mas a partir de março, tudo derreteu.

    O ataque diferenciado montado por Taylor Jenkins e comissão técnica parou de funcionar a ponto da franquia trocá-lo por Tuomas Iisalo ainda na temporada regular, Ja Morant voltou a desfalcar a equipe em muitos jogos, e rapidamente Memphis caiu da 2ª para a 8ª posição, obrigando-o a disputar o play-in. A derrota para os Warriors forçou um cruzamento com o Thunder logo na primeira fase dos playoffs, e os Grizzlies, mais uma vez sem Ja Morant, não tiveram a menor chance contra os futuros campeões da liga.

O elenco dos Grizzlies para a temporada 2025/26

  • Escolhas de Draft: Cedric Coward (ala, 11ª escolha), Javon Small (armador, 48ª escolha) e Jahmai Mashack (ala-armador, 59ª escolha)

  • Quem mais chegou: Ty Jerome (armador, Cleveland Cavaliers), Kentavious Caldwell-Pope (ala-armador, Orlando Magic), Olivier-Maxence Prosper (ala-pivô, Dallas Mavericks), Tyler Burton (ala-pivo) Jock Landale (pivô, Houston Rockets), PJ Hall (pivô, Denver Nuggets), Lawson Lovering (pivô )

  • Quem foi embora: Desmond Bane (ala-armador, Orlando Magic), Luke Kennard (ala-armador, Atlanta Hawks), Zyon Pullin (ala-armador), Jay Huff (pivô, Indiana Pacers)

  • Provável time titular: Ja Morant, Kentavious Caldwell-Pope, Jaylen Wells, Jaren Jackson Jr. e Zach Edey

  • Reservas: Scotty Pippen Jr., Javon Small (armadores), Ty Jerome, Cam Spencer, Vince Williams Jr., John Konchar (alas-armadores), Cedric Coward (ala), Brandon Clarke, Santi Aldama, GG Jackson, Olivier-Maxence Prosper, Tyler Burton (alas-pivôs), Jock Landale, PJ Hall e Lawson Lovering

  • Técnico: Tuomas Iisalo

O clima para a temporada

A troca no comando técnico ainda no final da última temporada não foi a única grande mudança que os Grizzlies decidiram fazer. Desmond Bane foi mandado para o Orlando Magic em troca de Kentavious Caldwell-Pope, Cole Anthony e quatro escolhas futuras de primeira rodada do Draft (2025, 2026, 2028 e 2030), além do direito de inverter as posições no Draft de 2029.

Foi uma movimentação intrigante, que deixou muita gente sem saber ao certo qual seria o próximo passo dos Grizzlies. Houve quem cogitasse que mais trocas envolvendo as principais peças seriam feitas e que a franquia partiria para a reconstrução total. Não foi o caso, pelo menos não até agora. O plano por enquanto parece ser deixar esse time ver o que consegue fazer tendo Caldwell-Pope na vaga de Bane no quinteto principal e com alguns outros ajustes pontuais.

A 11ª posição no Draft rendeu o ala Cedric Coward, que chamou a atenção como prospecto por parecer ser capaz de fazer um pouco de tudo em quadra, tanto na defesa como no ataque, com rendimentos impressionantes em catch and shoot (arremessos nos quais o jogador finaliza logo após receber um passe). Os quatro anos na universidade colaboraram para o nível de maturidade que ele demonstra ter como jogador perto dos demais prospectos. Por outro lado, existe uma dúvida se ainda existe muito mais margem para crescimento.

A lista de novidades ainda contemplou Ty Jerome, armador que se destacou como reserva do Cleveland Cavaliers na temporada passada. As médias de 12,5 pontos e 3,4 assistências por jogo, além do aproveitamento de 43,9% nas bolas de três, foram os números mais altos da carreira dele até agora.

Em que pesem essas novidades todas, as principais questões envolvendo os próximos passos dos Grizzlies serão respondidas por quem já estava lá ao final da última temporada. Qual esquema tático Tuomas Iisalo vai implementar? E Ja Morant vai ficar satisfeito com a resposta?

Abre aspas

“Minha meta é simplesmente ficar saudável. Quero disputar os 82 jogos da temporada regular. Sei que falo isso todo ano, mas nesta offseason eu foquei bastante no meu corpo, tentei fazer algumas coisas para ver como ele respondia a determinados estímulos. Procurei ver tudo para saber o que preciso fazer para estar pronto para o desafio.”

As palavras foram de Ja Morant, estrela dos Grizzlies e que ainda aparece como um dos jogadores mais empolgantes da NBA em condições normais, mas que tem lidado bastante com lesões. Nas duas últimas temporadas regulares, ele esteve presente em apenas 59 das 164 partidas da sua equipe.

Uma esperança

O caso dos Grizzlies é quase um medo em pele de esperança. Na temporada 2024/25 a equipe teve o sexto ataque mais eficiente da NBA, com 117,8 pontos a cada 100 posses de bola, além do segundo com mais pontos totais. E não para por aí. Ficaram no top10 de rebotes, assistências, roubos, bloqueios e em 11° em aproveitamento e acertos totais do perímetro.

Mas muito disso se deve a ótima primeira metade da temporada, quando Memphis brigava para liderar o Oeste com uma estratégia nada convencional: fazer pouquíssimos pick’n rolls, quando comparado com outras equipes. O ataque baseado totalmente na ocupação de espaços, sem a necessidade de bloqueios e cortes fora da bola foi um sucesso. Até deixar de ser.

Quando Thomas Iisalo ascendeu ao posto de técnico principal já nas rodadas finais da temporada regular, o ataque de Memphis já estava ficando ‘mais tradicional’, com Ja Morant chamando o pick’n roll em diversas situações.

Mas isso não quer dizer que tudo foi em vão. Afinal, Iisalo era assistente na comissão que implantou o ‘jogo sem pick’n roll’. Além disso, sua trajetória na Europa ficou conhecida a partir de times de pace (número de posses de bola por partida. Em geral significa ter posses mais curtas e e m maior quantidade) muito mais alto que seus adversários, o que convenhamos, casa muito bem com Ja Morant e companhia. E claro, muitos dos jogadores que conseguiram emplacar um ataque tão eficiente seguem em Memphis.

Portanto, ainda que a equipe perca algumas posições nos rankings de eficiência, o nível do ataque dos Grizzlies tende a seguir muito alto.

Um medo

Nas negociações da offseason os Grizzlies perderam três dos quatro principais chutadores do perímetro do elenco: Desmond Bane, Luke Kennard e Jay Huff. Juntos, combinaram para 5,4 acertos por partida, com quase 41% de aproveitamento. Isso sem contar Jake LaRavia, que apesar de um volume menor nos arremessos, chutou para 44%.

Em seus lugares chegaram Ty Jerome e Kentavious Caldwell-Pope. Pelos Cavs, Ty Jerome teve excelentes 44% de aproveitamento, embora num volume bem menor que Desmond Bane. Já KCP chutou acima de 40% em três das últimas cinco temporadas, mas vem do pior ano da carreira, com apenas 34% de acerto.

Quanto às características, algumas foram preservadas, outras não. Tanto Desmond Bane quanto Ty Jerome eram ‘armadores secundários’ de suas equipes, enquanto Kennard e KCP são especialistas em chutes do canto da quadra (não apenas zona morta) em situações de catch and shoot. Mas meio que para por aí. E claro, Jay Huff não foi substituído por alguém com o mesmo estilo de jogo.

A esperança reside em Cedric Coward, calouro selecionado na 11ª posição do Draft, especialista em catch and shoot no basquete universitário. Mas quanto disso irá se traduzir em alto volume e aproveitamento de arremessos já na temporada de novato?

A forma dos Grizzlies atacarem irá mudar consideravelmente, para além de voltarem a fazer pick’n roll. A maneira como o time terá que espaçar a quadra será um desafio para Iisalo e Ja Morant. Num Oeste tão concorrido, talvez não haja tempo para ajustes.

O cara

Ja Morant teve médias de 23,2 pontos, 7,3 assistências e 4,1 rebotes por jogo na última temporada. São números que ainda o colocam como principal jogador do time, mas que estão abaixo do que já entregou em momentos melhores. Os 3,7 desperdícios de bola por partida são a marca mais alta da carreira dele neste fundamento, o que também ajuda a mostrar que o armador já foi mais eficiente em outros tempos.

Parte dessa queda se explica pelas lesões que foram minando a continuidade de Morant em quadra nestes últimos anos. Mas também é importante apontar a insatisfação com o esquema tático da equipe, que tinha como princípio usar mais movimentações de jogadores sem bola e diminuição drástica dos pick and rolls, que o armador tanto gosta para produzir ofensivamente.

Por isso, fica fácil entender o motivo da insatisfação dele sobre o estado das coisas no time. Principalmente porque estava jogando mais sem a bola nas mãos do que gostaria.

Ainda antes de ser demitido, Taylor Jenkins, então treinador dos Grizzlies, tentou mudar um pouco isso e deixou a bola mais nas mãos de Morant. Os resultados não foram tão melhores assim. Jenkins acabou demitido, o finlandês Tuomas Iisalo assumiu pouco antes dos playoffs e agora terá a oportunidade de trabalhar com o time desde o começo do campeonato. Fica então a pergunta: como ele vai buscar aproveitar Morant no ataque?

Em meio a essa discussão toda sobre permitir mais vezes ou não que o armador explore o pick and roll para produzir ofensivamente, vale trazer à luz um dado interessante: ele nunca foi uma arma tão eficiente assim nesse tipo de jogada até agora desde que chegou à NBA.

Morant tem média de apenas 0,99 pontos por posse de bola em jogadas nas quais parte para definir depois de receber um corta-luz de alguém. Isso o coloca apenas na 39ª posição em um grupo de 56 jogadores que executaram esse tipo de jogada pelo menos 5000 vezes desde a temporada 2019/20.

Então parece que um time não querer depender dos pick and rolls de Morant faz bastante sentido. Criam-se então grandes expectativas a partir disso. Os Grizzlies vão continuar tentando o que irritou Morant? Ou irão priorizar o bem-estar dele, ainda que as estatísticas avançadas mostrem que os resultados não são tão brilhantes?

Também vale a pena ficar de olho

Jaren Jackson Jr teve médias de 22,2 pontos, 5,6 rebotes, 2,0 assistências e 1,5 toco por partida na última temporada. Além disso, registrou aproveitamento de 37,5% nas bolas de três, o que representa um aumento em relação aos anos anteriores — apesar de não ter sido a melhor marca da carreira. Esses números, aliados à boa campanha que os Grizzlies tinham naquela altura do campeonato, o levou ao All-Star Game.

Enquanto Desmond Bane foi envolvido em uma negociação que rendeu alguns ativos futuros para os Grizzlies, Jackson recebeu uma extensão de contrato com a equipe: US$ 239,9 milhões por quatro anos. Como ele ainda tem mais um ano para cumprir do atual acordo, essa extensão só vai valer a partir da temporada 2026/27.

Garantia de que ele ficará em Memphis até 2030? Não necessariamente. O próprio Bane foi trocado depois de também ter assinado uma longa extensão de contrato, então não dá para saber o futuro. De qualquer jeito, seja como um pilar para os próximos anos ou como moeda de troca, Jackson é uma peça de valor enorme para os Grizzlies.

Grau de apelo para o telespectador – de 1 a 5

4 (alto) – Enquanto Ja Morant estiver em quadra tentando enterrar por cima de quem aparecer pela frente e dedicado a provar que pode conduzir um ataque do jeito que bem entender, esse time tende a ser muito legal de se acompanhar. Não precisa nem dar tão certo. Basta o armador querer tentar que já vai valer a atenção do fã de basquete nos Grizzlies.

Palpite para a temporada 2025/26 dos Grizzlies

No cenário mais otimista: Ja Morant tem a melhor temporada da carreira, briga pelo prêmio de MVP e faz os Grizzlies brigarem por mando de quadra na primeira rodada dos playoffs do Oeste. Aí o cruzamento diria o quanto mais esse time poderia avançar, mas nem com muito otimismo daria para pensar em avançar se do outro lado aparecesse o Oklahoma City Thunder.

No cenário mais pessimista: mais desentendimentos, frustrações dos jogadores com o esquema tático e derrotas, que se acumulam ao ponto de tirar os Grizzlies até mesmo do play-in e que colocam em dúvida o futuro de Ja Morant por lá.

Veja as análises de todos os times da NBA:

*Clique no escudo para ler. Será publicada uma análise por dia até 20/10, véspera da estreia da NBA.

[ad_2]

Fonte

MOBI-Rio abre 130 vagas temporárias para funções de manutenção e operação de frota

[ad_1]

Salários variam de R$ 2.177,71 a R$ 5.675,34; seleção simplificada é regida pela CLT e inscrições vão de 6 a 14 de outubro

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia Municipal de Transportes Coletivos – CMTC (MOBI-Rio), empresa pública vinculada à Prefeitura do Rio de Janeiro responsável pela operação do sistema BRT e gestão da frota de ônibus articulados da cidade, publicou o Edital nº 020/2025 com processo seletivo simplificado para contratação temporária de 130 profissionais em diferentes áreas de manutenção e operação.

As contratações, regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), atendem a necessidade temporária de excepcional interesse público, conforme a Lei Municipal nº 8.666/2024.

Salários-base

As remunerações variam de R$ 2.177,71 a R$ 5.675,34, conforme a função. O menor salário é para lubrificador, com R$ 2.177,71, enquanto o maior é para encarregado de mecânica, no valor de R$ 5.675,34.

Os cargos de capoteiro, eletricista veicular e lanterneiro recebem R$ 2.880,49, e os de mecânico, mecânico montador e mecânico de suspensão, R$ 3.175,72. Já adesivador tem salário de R$ 3.024,50, enquanto controlador de pneus, mecânico alinhador, mecânico de refrigeração veicular e mecânico socorrista recebem R$ 3.420,16.

Além da remuneração, os contratados terão vale-transporte, auxílio-alimentação e demais benefícios previstos na CLT.

Pré-requisitos e regime de contratação

As exigências variam conforme a função, incluindo experiência profissional comprovada, escolaridade compatível e, em alguns casos, cursos técnicos ou certificados específicos (como o de transporte de passageiros, conforme Resolução CONTRAN nº 789/2020).

O edital também determina que não poderão ser contratados candidatos que tenham sido demitidos por justa causa nos últimos cinco anos ou que possuam contrato anterior encerrado por infração funcional.

Os contratos serão temporários, com escala de trabalho definida pela MOBI-Rio conforme a necessidade operacional da companhia.

Período e forma de inscrição

As inscrições estarão abertas de 6 a 14 de outubro de 2025, devendo ser realizadas exclusivamente pela internet, no site oficial da MOBI-Rio:

Os candidatos deverão preencher o formulário eletrônico e anexar toda a documentação exigida, como comprovantes de escolaridade, certificados de cursos, experiência profissional e CNH (quando aplicável).

Após o envio, não será possível retificar ou complementar documentos, e a ausência de comprovação de qualquer requisito resultará em eliminação automática, conforme os itens 8.6 e 9.4 do edital.

Etapas do processo seletivo

O processo inclui análise curricular e, conforme a função, teste prático ou técnico. O resultado da análise curricular será publicado em 23 de outubro de 2025, com prazo de recurso no dia 24.

A segunda etapa, com testes práticos e técnicos, ocorrerá entre 3 e 7 de novembro de 2025.

O resultado final e a homologação do certame estão previstos para 14 de novembro de 2025, conforme o Anexo I – Cronograma Oficial do edital.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

ANTT autoriza novas empresas de fretamento interestadual em duas decisões nesta segunda (06)

[ad_1]

Publicações no Diário Oficial ampliam número de transportadoras habilitadas a operar sob o regime da Resolução nº 4.777/2015

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 6 de outubro de 2025, duas novas decisões da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (Supas), autorizando 25 empresas a prestarem serviços de transporte coletivo interestadual e internacional de passageiros em regime de fretamento.

As medidas constam nas decisões Supas nº 1.418 e nº 1.419, ambas de 30 de setembro de 2025, assinadas pelo superintendente Juliano de Barros Samôr.

Veja a relação das empresas autorizadas:

Decisão SUPAS nº 1.418, de 30/09/2025

  • A.B. Souza Filho Turismo e Locação Ltda — CNPJ 19.387.466/0001-10 — TAF 010618
  • Ana Carolina Klima Ltda — CNPJ 58.402.791/0001-66 — TAF 010619
  • Barreto Turismo Ltda — CNPJ 10.798.603/0001-34 — TAF 010620
  • Elloa Viagens e Turismo Ltda — CNPJ 61.664.296/0001-30 — TAF 010621
  • Estrela de Ouro Branco Transporte Ltda — CNPJ 08.893.063/0001-26 — TAF 277362
  • JGT Transportes Ltda — CNPJ 50.488.176/0001-02 — TAF 010622
  • José C. Pereira de Carvalho Locação e Turismo Ltda — CNPJ 24.364.715/0001-91 — TAF 010623
  • JPSS Transporte de Turismo Ltda — CNPJ 51.498.692/0001-80 — TAF 010624
  • Larystur Transportes e Turismo Ltda — CNPJ 54.235.477/0001-85 — TAF 010607
  • M N Locações Transportes Ltda — CNPJ 07.823.891/0001-25 — TAF 005299
  • M&M Turismo Ltda — CNPJ 62.292.524/0001-50 — TAF 010625
  • Tupã Turismo e Serviços Ltda — CNPJ 95.075.768/0001-30 — TAF 010626

Decisão SUPAS nº 1.419, de 30/09/2025

Empresas autorizadas:

  • C & K Tour Transporte de Passageiros e Turismo Ltda — CNPJ 23.097.150/0001-60 — TAF 001894
  • C.L.J Transporte de Passageiros Ltda — CNPJ 23.513.207/0001-65 — TAF 010629
  • Esmeralda Turismo Ltda — CNPJ 62.455.619/0001-48 — TAF 010630
  • Hopetour Fretamento e Turismo Ltda — CNPJ 11.936.794/0001-16 — TAF 006571
  • Lucas André de Assis Ltda — CNPJ 37.252.596/0001-27 — TAF 006509
  • Opinião Turismo e Transporte Coletivo Ltda — CNPJ 03.600.298/0001-69 — TAF 006380
  • Rafael & Rodrigo Locadora de Veículos Ltda — CNPJ 13.823.077/0001-03 — TAF 003026
  • René Maia Viagens e Turismo Ltda — CNPJ 62.020.775/0001-86 — TAF 010631
  • Rio Verde Transportes Ltda — CNPJ 18.802.788/0001-15 — TAF 010632
  • Theo Vilalba de Carvalho Ltda — CNPJ 28.639.948/0001-00 — TAF 005797
  • Transpaz Transportes e Turismo Ltda — CNPJ 03.083.890/0001-30 — TAF 010633
  • Transporte & Turismo PH Ltda — CNPJ 52.455.057/0001-89 — TAF 010634
  • Viação JF Ltda — CNPJ 10.474.952/0001-09 — TAF 002548

CONDIÇÕES

A autorização concedida pela ANTT impõe que as empresas observem as condições estipuladas na Resolução ANTT nº 4.777, de 6 de julho de 2015, e demais normativos pertinentes à prestação desses serviços. A resolução estabelece regras para o funcionamento do fretamento, incluindo o conceito de “circuito fechado”, que se refere a viagens de ida e volta realizadas pelo mesmo grupo de passageiros no mesmo veículo, retornando ao ponto de origem.

Uma das condições cruciais é a observância do Art. 9º da Resolução 4.777/2015, que determina que o Termo de Autorização (TAF) tem validade condicionada ao recadastramento junto à ANTT. O cadastro da autorizatária possui vigência de três anos a partir da publicação do TAF no Diário Oficial da União (DOU). O descumprimento deste artigo implica a renúncia da autorização delegada pela agência.

A SUPAS também ressalta as consequências em caso de irregularidades. A nulidade do Termo de Autorização pode ser declarada se for verificada ilegalidade no ato, impedindo a produção de efeitos jurídicos ou desconstituindo os já produzidos, sempre respeitando o princípio da ampla defesa e do contraditório. Além disso, a autorização pode ser cassada em caso de perda das condições indispensáveis para o cumprimento do objeto ou diante de infrações graves, apuradas em processo regular. O descumprimento da Decisão implicará ainda na aplicação de sanções previstas em resolução específica.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Mercedes-Benz investe em consultoria para ônibus elétricos. Conheça fábrica na Alemanha

[ad_1]

Montadora abriu as portas da planta em Mannheim, na Alemanha. Mais que produzir, estudar e atuar junto com o operador é a filosofia

ADAMO BAZANI

Colaborou Arthur Ferrari

A Mercedes-Benz decidiu globalmente investir pesado, não apenas na produção de ônibus elétricos, mas para prestar consultoria e orientação na implementação de frotas de ônibus não poluentes. Assim, muito mais que fabricar ônibus, a filosofia global do grupo agora é aconselhar, estudar e tentar achar junto as melhores alternativas para que os ônibus sejam menos poluentes e, principalmente, que atendam às legislações que estipulam esse tipo de frota. Esse pensamento global da marca foi expressado pelo responsável pela área de planejamento e produção da planta de Mannheim, sede de fabricação dos ônibus urbanos, com destaque para o citaro a diesel e o eCitaro, elétrico ou com células de hidrogênio complementares.

Alexandre Nogueira, que é brasileiro e trabalha no grupo desde 1994, quando ingressou como trainee, contou detalhes desta estratégia.

“Nosso setor se encontra em plena transformação, com demanda de veículos ecologicamente amigáveis e essa demanda continua aumentando de forma contínua. Nós podemos, assim, tornar o mundo mais sustentável através de ônibus localmente neutros em carbono e contribuirsignificativamente para conter as mudanças climáticas do planeta. A nossa abordagem estratégica à eletrificação vai muito além do veículo em si, então nós temo o veículo, mas também a Daimler Buses criou a Daimler Buses Solutions GmbH, que pode oferecer para os nossos clientes todo um ecossistema integral de mobilidade elétrica. Então desde análise de viabilidade de mercado, da definição do produto que vai ser aplicado, definição de quantidade de baterias, os carregadores, as instalações e a gente faz desde a construção, instalações elétricas, tudo até os serviços digitais”, disse o responsável pelo planejamento de produção.

Para provar isso na prática, a Mercedes-Benz abriu as portas da fábrica em Mannheim e mostrou para o Diário do Transporte toda a linha de produção, mas antes, a reportagem passou por um espaço de recepção de clientes, visitantes e gestores, que inclusive conta parte da história dos ônibus do grupo por meio de fotos, ilustrações e uma maquete do primeiro ônibus produzido no mundo, idealizado por Carl Benz em 1895. Depois, a reportagem passou pelas pistas de testes, onde são feitas verificações quanto ao desnivelamento de pista, frenagem, tombamento, inclinação, inclusive já voltado para ônibus elétricos, uma vez que as baterias vão na parte de cima, além da traseira. Em seguida, foi a vez de visitar a linha de produção, que conta com 18 estações, áreas intermediárias de controle de qualidade e também um setor para configurações específicas de acabamento.

Os ônibus, em um determinado momento, são içados para que haja montagem de equipamentos inferiores, e depois voltam à posição normal, por enquanto sem os motores, sendo puxados por carrinhos. Após toda a ligação de equipamentos eletroeletrônicos, colocação das chapas, nas estruturas das carrocerias, gaiolas, que já chegam prontas, os ônibus vão para as partes finais de fabricação, onde são colocados vidros, os equipamentos da articulação, caso o ônibus seja articulado, iluminação, entre outros itens. Já nas fases finais, os modelos a diesel e elétricos são separados, e há uma checagem final de ambos, com vistas em especial para os elétricos, principalmente em relação às baterias, onde são colocadas no teto, recebem a energização e são fechadas. Antes do fechamento, é feito um processo de infiltração.

Veja algumas imagens da visita, lembrando que o Diário do Transporte viajou à Europa a convite da Mercedes-Benz do Brasil. Também lembramos que, por questão de proteção de imagem de segredo industrial, nem todas as estações de produção puderam ser filmadas ou fotografadas.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Colaborou Arthur Ferrari

[ad_2]

Fonte

Expresso Guanabara tem linhas suspensas entre Ceará, Rio e São Paulo por decisão da ANTT

[ad_1]

Medida atende determinação judicial e ocorre em meio a uma série de autorizações concedidas por decisões judiciais à empresa

ALEXANDRE PELEGI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 6 de outubro de 2025, a decisão Supas nº 1.417/2025, que suspende as linhas interestaduais operadas pela Expresso Guanabara  entre Sobral (CE) – Rio de Janeiro (RJ), via Varjota, e João Pessoa (PB) – São Paulo (SP), via Solânea, além de suas seções derivadas.

A medida, assinada pelo superintendente Juliano de Barros Samôr, cumpre determinação judicial proferida nos autos do Pedido de Efeito Suspensivo à Apelação nº 1014084-47.2025.4.01.0000, e determina a paralisação dos serviços a partir de 30 de setembro de 2025.

Conforme o texto da decisão, caso existam bilhetes emitidos após a publicação, a empresa deve assegurar os direitos dos passageiros, incluindo reembolso integral ou realocação em outra transportadora autorizada.

A decisão suspensa (66/2025) faz parte de um amplo conjunto de autorizações concedidas à Expresso Guanabara em cumprimento a decisões judiciais, todas sob condição sub judice.

Conforme destacou o Diário do Transporte em janeiro deste ano, “pela Decisão 66/2025, deferir o pedido de autorização da Expresso Guanabara para operar a linha Sobral/CE – Rio de Janeiro/RJ, via Varjota/CE, com as seções indicadas de 01 a 57, e a linha João Pessoa/PB – São Paulo/SP, via Solânea/PB, com as seções indicadas de 58 a 228, ambas na condição sub judice”.

A mesma reportagem ressaltou que a ANTT atendeu a diversas decisões judiciais favoráveis à Guanabara, autorizando alterações em termos de autorização de linhas que resultaram na inclusão de centenas de novas seções, todas com base em despachos judiciais. Entre os exemplos citados estão:

a decisão 41/2025, que permitiu 141 novas seções na linha Fortaleza (CE) – São Paulo (SP);

a decisão 43/2025, que ampliou a linha João Pessoa (PB) – Santos (SP) com mais de 200 seções;

e a decisão 44/2025, que implantou seções de 121 a 302 na linha Goiânia (GO) – João Pessoa (PB).

Relembre: 

Decisões judiciais garantem centenas de novas seções para diversas linhas da Guanabara

Esses atos demonstram que a suspensão atual não é isolada, mas integra um cenário de crescente judicialização no transporte rodoviário regular, em que decisões judiciais têm permitido a expansão ou manutenção de mercados específicos em caráter provisório.

A Expresso Guanabara, com sede em Fortaleza (CE), é uma das maiores empresas do transporte interestadual de passageiros do país, com forte presença nas ligações entre o Nordeste e o Sudeste.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Em clássico com lance muito polêmico, Palmeiras vira de forma espetacular sobre o São Paulo e assume liderança do Brasileirão

[ad_1]

Em um clássico marcado por um lance muito polêmico, o Palmeiras venceu o São Paulo por 3 a 2 em uma virada espetacular, neste domingo (5), no Morumbis, em Choque-Rei válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Tricolor foi absolutamente dominante na etapa inicial e abriu vantagem de 2 a 0, graças a gols de Luciano (seu 99º pelo time) e Tapia.

No segundo tempo, o Verdão reagiu na reta final do jogo e buscou o empate com tentos de Vitor Roque e Flaco López. No finalzinho, Sosa deu a virada à equipe de Abel Ferreira.

O Choque-Rei, porém, ficou marcado por um lance muito polêmico, ocorrido logo no começo da etapa complementar, com o placar marcando 2 a 0 para o Tricolor.

Em lance na área palestrina, Allan escorregou e acertou as duas pernas de Tapia, derrubando o chileno. Os jogadores da equipe mandante pediram pênalti, mas tanto o árbitro Ramon Abatti Abel quanto a equipe do VAR consideraram o lance como “choque normal”, e, portanto, não faltoso. Na sequência da partida, o Alviverde buscou a virada.

Na visão de Carlos Eugênio Simon, analista de arbitragem da ESPN, o juiz deveria ter marcado a penalidade a favor do Tricolor.

“Pênalti não marcado para o São Paulo. Allan escorrega e acerta Tapia. Sem querer também é falta. Dentro da área é pênalti. O árbitro não marcou, VAR não interveio e errou a arbitragem”, decretou.

Veja como foi o lance:

play

0:17

Polêmica no Morumbis! Allan derruba Tapia na área, mas árbitro manda o jogo seguir

São Paulo e Palmeiras se enfrentaram pela 27ª rodada do Brasileirão

O resultado é péssimo para o São Paulo, que fica com 38 pontos e cai para o lugar, sem conseguir se aproximar do G-4, que dá vaga direta na CONMEBOL Libertadores – o Botafogo abre o grupo com 43 pontos.

Já o Verdão assumiu a liderança, com os mesmos 55 pontos que o Flamengo e uma vitória a mais.

Em campo, a partida começou equilibrada, com o Palmeiras tentando pressionar a saída de bola do São Paulo no campo de ataque.

E foi justamente em uma “armadilha” contra a marcação alta do Verdão que o Tricolor conseguiu abrir o placar logo aos 15 minutos.

Após roubar bola no meio, Marcos Antônio lançou Luciano, que partiu de posição legal, driblou Weverton e só tocou para o gol vazio.

Festa da torcida no Morumbis!

O Alviverde sentiu o gol, e o São Paulo foi para cima, criando outras duas boas chances com Tapia nos minutos seguintes.

Na terceira vem em que o chileno teve oportunidade, porém, ele não bobeou.

Aos 34 minutos, Enzo Díaz ganhou disputa pela esquerda e cruzou para Tapia só bater de chapa para o fundo das redes.

O Palmeiras só conseguiu ter uma boa chance aos 44 minutos: Flaco López acionou Vitor Roque, que bateu para grande defesa de Rafael.

Com isso, o Tricolor levou a ótima vantagem de dois gols para o intervalo.

Na volta dos vestiários, o Palmeiras fez três mexidas de cara, mas seguiu sem conseguir criar grandes chances.

Aos 9, o Tricolor ainda reclamou muito depois que Allan escorregou na área e derrubou Tapia, com os são-paulinos pedindo pênalti.

O árbitro Ramon Abatti Abel, porém, explicou aos jogadores que considerou o choque normal devido ao escorregão, sem assinalar penalidade.

Depois dos 20 minutos, o São Paulo ficou visivelmente cansado, e o Alviverde diminuiu o placar aos 25, em uma bela trama ofensiva.

Após boa troca de passes do campo de defesa até o ataque, Maurício cruzou na cabeça de Vitor Roque, que cabeceou bonito para o fundo do gol.

O lance animou o Verdão, que seguiu em cima e buscou o empate quatro minutos depois, em lance que começou com erro de Rodriguinho.

Após recuperação de bola de Maurício, Flaco López recebeu no bico da grande área e acertou finalização no cantinho de Rafael para igualar em 2 a 2.

O Palmeiras passou a sobrar em campo fisicamente, e a virada veio aos 44: Aníbal Moreno cruzou na área e Sosa apareceu no meio da zaga para cabecear e decretar a virada.

No último lance do Choque-Rei, Lucas Moura teve boa oportunidade de empatar em cobrança de falta da entrada da área, mas mandou por cima.

Classificação do Brasileirão:

  • São Paulo: lugar, com 38 pontos

  • Palmeiras: lugar, com 55 pontos

Próximos jogos do São Paulo:

Próximos jogos do Palmeiras:

[ad_2]

Fonte

CBF ‘dá razão’ ao São Paulo em reclamação após polêmica em clássico contra o Palmeiras

[ad_1]

Assim que acabou São Paulo 2 x 3 Palmeiras, neste domingo (5), pela 27ª rodada, o presidente do clube paulista, Julio Casares, ligou para Samir Xaud, presidente da CBF, para reclamar da arbitragem comandada por Ramon Abatti Abel no Choque-Rei disputado no Morumbis.

Assim como o São Paulo registrou em nota oficial logo após a partida, o mandatário tricolor reclamou dos seguintes lances em contato direto com Xaud: o carrinho de Allan em Tapia dentro da área alviverde quando o jogo estava 2 a 0, uma suposta falta de Gómez em Tapia na origem do lance do primeiro gol do Palmeiras, além de entradas duras do próprio paraguaio, de Veiga e de Andreas Pereira em possíveis lances de vermelho na visão tricolor.

Na conversa com o responsável por comandar o futebol brasileiro e que contou com a presença de Rodrigo Cintra, presidente da comissão de arbitragem da CBF, Casares ouviu que o São Paulo ‘tem razão’ nas reclamações. No entanto, segundo apurou a reportagem, os lances não foram especificados.

Para Carlos Eugênio Simon, comentarista de arbitragem dos Canais Disney, o pênalti, de fato, existiu.

“Pênalti claro e não marcado para o São Paulo. Allan escorrega e acerta Tapia. Sem querer é falta. Dentro da área é pênalti. O árbitro não marcou, VAR não interveio e errou a arbitragem”.

A súmula do árbitro Ramon Abatti Abel registrou ofensas por parte dos tricolores.

Na ocasião, os dirigentes Carlos Belmonte e Rui Costam foram citados por Ramon Abatti Abel. O Tricolor do Morumbis ficou na bronca com um carrinho de Allan em Tapia dentro da área, ignorado pela arbitragem e pelo VAR, assim como uma suposta falta de Gómez em Tapia, na origem do primeiro gol alviverde, além de entradas violentas de Veiga, Gómez e Andreas.

Veja abaixo o trecho da súmula:

Informo que no final do jogo no túnel de acesso aos vestiários, próximo à porta do vestiário da arbitragem se encontrava Carlos Belmonte, diretor de futebol do São Paulo, que, de maneira ofensiva, proferiu as seguinte palavras. “Filma ele, a vergonha, ele aí. O VAR não veio”. Informo ainda que, ao seu lado, se encontrava Rui Costa, diretor executivo de futebol do São Paulo, que, de maneira ofensiva, proferiu as seguintes palavras. “Vai tomar n…, uma vergonha”. Informo que ambos foram identificados pelo delegado da partida.

Logo depois do 2 a 0 e do lance polêmica, o Palmeiras reagiu e virou para cima do rival. Vitor Roque, Flaco López e Sosa fizeram os gols.

Veja abaixo a nota completa do São Paulo

O São Paulo Futebol Clube manifesta profunda indignação com a arbitragem de Ramon Abatti Abel e com a atuação do árbitro de vídeo, Ilbert Estevam da Silva, na partida deste domingo (05), contra o Palmeiras, no MorumBIS, pelo Campeonato Brasileiro. Os erros cometidos em lances capitais tiveram influência direta no resultado do jogo e representam um grave prejuízo esportivo ao São Paulo FC.

O mais escandaloso equívoco foi a não marcação de um pênalti claro em Gonzalo Tapia, quando o time são-paulino já vencia o jogo por 2 a 0. Mesmo diante da evidência do lance, o árbitro de campo ignorou a infração, e o VAR, que deveria corrigir o erro, optou por se omitir, causando perplexidade a todos que acompanharam a partida.

Pouco tempo depois, o São Paulo também foi prejudicado por outra falta clara em Gonzalo Tapia em jogada que originou um gol do adversário — novamente sem qualquer intervenção da equipe de arbitragem.

Outros lances também passaram impunes: Gustavo Gómez atingiu Gonzalo Tapia com uma cotovelada e um pisão, em jogadas distintas, além do carrinho desproporcional de Raphael Veiga em Enzo, por trás, e da solada com o pé alto de Andreas Pereira em Marcos Antonio — passíveis de cartão vermelho, mas também ignorados pelo árbitro e pelo VAR.

O São Paulo Futebol Clube exige que a Comissão de Arbitragem da CBF adote medidas imediatas diante de mais uma atuação desastrosa da equipe de arbitragem, que compromete a credibilidade da competição e o trabalho realizado por jogadores, comissão técnica e diretoria.

Próximos jogos do São Paulo:

Próximos jogos do Palmeiras:

[ad_2]

Fonte

Linhas de ônibus do Campos Elíseos e Vila União em Campinas (SP) terão mudanças a partir desta segunda-feira (6)

[ad_1]

Emdec reforça frota de quatro linhas radiais e suspende temporariamente quatro alimentadoras

YURI SENA

A partir desta segunda-feira, 6 de outubro de 2025, oito linhas de ônibus que atendem as regiões da Vila União e de Campos Elíseos terão alterações na operação. 

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) vai reforçar a frota das linhas radiais 153, 154, 163 e 164, enquanto as linhas alimentadoras 155, 156, 166 e 167 terão a circulação temporariamente suspensa.

Segundo a Emdec, as mudanças foram definidas após análise da demanda de passageiros. Embora as linhas alimentadoras tenham sido criadas para conectar os bairros ao Terminal BRT Campos Elíseos, a maior parte dos usuários manteve preferência pelas radiais, que oferecem ligação direta com o Centro. A suspensão busca otimizar a operação conforme o comportamento real dos passageiros.

As quatro linhas radiais reforçadas continuarão a atender o Terminal Vila União e o Terminal Central, com aumento de frota principalmente nos períodos de entrepico e à noite. Já as alimentadoras suspensas, que possuíam trajetos semelhantes, deixam de circular a partir de 6 de outubro. A retomada será avaliada futuramente conforme a evolução da demanda.

Outras alimentadoras seguem em operação, como as linhas 144 (Jardim Capivari), 165 (Jardim Pauliceia) e 406 (Jardim Maria Rosa), todas com conexão ao Terminal Campos Elíseos.

Linhas radiais reforçadas

  • Linha 153 – Terminal Vila União

Intervalos: 25 min (pico), 45 min (entrepico da tarde), 50 min (entrepico da noite)

Partidas: Terminal Vila União (4h40 à 0h25) / Rua Dr. Ricardo (5h20 à 1h05)

  • Linha 154 – Terminal Vila União

Intervalos: 19 min (pico), 30 min (entrepico da tarde), 40 min (entrepico da noite)

Partidas: Terminal Vila União (5h à 0h20) / Av. Dr. Moraes Salles (5h35 à 0h50)

  • Linha 163 – Jardim Campos Elíseos

Intervalos: 23 min (pico), 45 min (entrepico)

Partidas: Terminal Vila União (4h45 à 0h15) / Terminal Central (5h30 à 1h00)

  • Linha 164 – Parque Tropical

Intervalos: 20 min (pico), 33 min (entrepico da tarde), 45 min (entrepico da noite)

Partidas: Terminal Vila União (4h35 às 23h45) / Terminal Central (5h25 à 0h30)

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte