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Estação da Luz recebe ação gratuita de escuta psicoterapêutica nesta quinta-feira (12)

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Atendimento ao público será realizado entre 10h e 13h com profissionais ligados ao Instituto de Psiquiatria do HC-USP

YURI SENA

Passageiros que circulam pela Estação da Luz nesta quinta-feira (12) poderão participar de uma ação gratuita voltada ao cuidado com a saúde mental. A iniciativa “Converse com o Psicoterapeuta” acontece entre 10h e 13h, em um espaço localizado ao lado da antiga bilheteria da estação.

A atividade é resultado de uma parceria entre a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, que desenvolve uma pesquisa voltada à oferta de escuta e acolhimento psicoterapêutico em locais públicos de grande circulação.

Durante o período da ação, profissionais especializados estarão disponíveis para conversar com os participantes e oferecer um espaço de escuta qualificada. A proposta é aproximar a população de serviços ligados à saúde mental, especialmente para pessoas que enfrentam situações de estresse, ansiedade ou sobrecarga emocional, além de incentivar o cuidado preventivo.

Segundo os organizadores, levar esse tipo de atendimento para ambientes urbanos movimentados contribui para ampliar o acesso da população a orientações e apoio psicológico.

A iniciativa também conta com a parceria do Museu da Língua Portuguesa, reforçando a estação como um espaço que integra mobilidade, cultura e serviços voltados à comunidade.

Serviço

Converse com o Psicoterapeuta

Local: Estação da Luz – atendimento ao lado da antiga bilheteria

Linhas atendidas: Linha 10–Turquesa da CPTM, Linha 11–Coral da CPTM e Expresso Aeroporto da CPTM

Data: quinta-feira (12/03)

Horário: das 10h às 13h

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Fonte

Tráfego sob viaduto em São Carlos (SP) terá mão dupla no sentido Embaré-Parque Fehr a partir desta quinta-feira (12)

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Faixa de rolamento oposta ficará totalmente interditada para a continuidade das obras no local; previsão é de que mudanças no fluxo de veículos se estendam por cerca de 45 dias

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A partir desta quinta-feira, 12 de março de 2026, o tráfego sob o viaduto do quilômetro 240+310m, da Rodovia Washington Luís (SP-310), em São Carlos (SP), terá mão dupla de direção (ida e volta) no sentido Embaré-Parque Fehr. Já a faixa de rolamento oposta ficará totalmente interditada para a continuidade das obras no local.

De acordo com a concessionária Ecovias Noroeste Paulista, a alteração deve durar cerca de 45 dias.

Durante a operação, não é recomendada a circulação de caminhões pesados sob o viaduto. Esses veículos deverão utilizar retornos alternativos na região. A mudança de direção faz parte das intervenções necessárias para o avanço da implantação das terceiras faixas na rodovia, previstas no contrato de concessão, e contará com sinalização provisória e medidas operacionais para orientar os motoristas e garantir segurança viária.

Viaduto do Maria Stella Fagá liberado antes do prazo

As obras no viaduto do bairro Maria Stella Fagá, no quilômetro 231+800m da SP-310, foram concluídas antes do prazo previsto. Ele deveria estar pronto em 14 de março, mas foi liberado em 3 de março para a circulação de veículos, restabelecendo o tráfego normal no local. As intervenções fazem parte do conjunto de melhorias realizadas pela Ecovias Noroeste Paulista para ampliar a capacidade da rodovia, aumentar a fluidez do tráfego e reforçar a segurança dos usuários que utilizam diariamente o trecho que corta o município de São Carlos.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Monotrilho da linha 17 vai inicialmente operar das 10h às 15h, só indo até Congonhas, com quatro trens e previsão é para fim de março de 2026

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Sistema deveria ter sido entregue até Copa do Mundo de Futebol de 2014 e traçado deveria ser maior

ADAMO BAZANI

Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, confirmou nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, que finalmente, com 12 anos de atraso, o monotrilho da linha 17-Ouro vai começar a operar.

A previsão é mesmo para até o final do mês de março, podendo ter mudanças de datas, mas seriam questões de dias.

A declaração foi feita durante entrega da modernização do CCO (Centro de Controle Operacional) do Metrô.

O monotrilho da linha 17 foi um projeto que integrava a matriz de mobilidade para a Copa do Mundo no Brasil em 2014 e foi concebida, inicialmente, para ser mais ampla e atender a uma demanda maior. Deveria ter sido entregue até o mundial, mas acabou enfrentando diversas situações de engenharia, como necessidades de mudanças de projetos e encontros de galerias, legais, como contestações judiciais sobre licitações envolvendo obras e fornecimento, além de esclarecimentos junto ao TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) e até empresariais, como a falência da fornecedora tailandesa de trens Scomi. Agora as composições são de responsabilidade da chinesa BYD, a mesma que faz ônibus elétricos.

O projeto original da Linha 17-Ouro previa 17,7 km ligando Jabaquara (Linha 1-Azul) a São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela), com uma demanda de 300 mil passageiros por dia.

Nesta fase, entretanto, serão apenas 6,7 km (Washington Luís, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi). A demanda prevista é de 100 mil passageiros por dia por causa das conexões Aeroporto de Congonhas à Linha 5-Lilás (Campo Belo) e Linha 9-Esmeralda (Morumbi).

Apesar de menor e com capacidade reduzida, o sistema de trens leves em elevados vai ficar bem mais caro, passando de R$ 3,7 bilhões, quando foi estimado, para R$ 6,2 bilhões.

Ainda de acordo com Tarcísio de Freitas, o monotrilho da linha 17 vai inicialmente operar das 10h às 15h, só indo até Congonhas, com quatro trens. Somente depois a operação será até o ramal a Washington Luiz.

VEJA NA ÍNTEGRA:

A ideia é que a gente comece a operar agora no final do mês de março, uma previsão, pode variar alguma coisinha, mas a ideia é final do mês de março. Os últimos trabalhos nas estações estão sendo finalizados.

A gente deve começar, como toda operação assistida, num horário intermediário. A gente vai começar operando de 10h às 15h, com um tempo de intervalo entre 3 e aproximadamente 7 minutos, um tempo de percurso de mais ou menos 20 minutos.

A gente vai chegar até a estação Congonhas, pouco tempo depois, algum tempo depois, a gente coloca a Washington Luiz também para operar, porque observe que lá tem uma bifurcação. Então, nesse primeiro momento, por uma questão de segurança, a gente vai operar até Congonhas.

E a ideia é que a gente comece agora no final do mês. Quantos trens a gente vai começar operando agora? A gente, para a operação em shuttle, precisa de quatro trens, dois operando, dois em reserva, e já têm nove disponíveis. A gente tem nove disponíveis, um total de 14, e o 14º já foi embarcado, então, a gente já tem praticamente todos os trens, ou chegando, ou já no nosso pátio da Água Espraiada.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Tarcísio confirma procedimento já publicado e diz que, não havendo cumprimento de prazo, deve avançar na caducidade do contrato do BRT-ABC

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Governador está insatisfeito com atraso nas obras. Concessionária NEXT Mobilidade diz que licenças ambientais demoraram para sair e que dependia de outras concessionárias de serviços públicos para intervenções

ADAMO BAZANI

Colaboraram Vinícius de Oliveira e Yuri Sena

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, confirmou nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, procedimento já publicado pela Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) que pode culminar na caducidade do contrato de construção e operação do BRT-ABC, sistema de corredores para ônibus elétricos de maior capacidade, projetado para ligar em 17,5 km as cidades de São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, e a capital paulista.

A declaração foi feita em inauguração da modernização do CCO (Centro de Controle Operacional) do Metrô de São Paulo.

Tarcísio está insatisfeito com o atraso nas obras que deveriam ter sido entregues em 2023 e agora, foram prometidas para outubro de 2026.

A concessionária NEXT Mobilidade diz que licenças ambientais demoraram para sair e que dependia de outras concessionárias de serviços públicos para intervenções, como de eletricidade.

No que estaria ao alcance da concessionária, diz a empresa, está sendo realizado, inclusive o início da entrega de frota.

Recentemente, a NEXT-Mobilidade apresentou os 20 primeiros ônibus superaticulados elétricos com baterias que vão se somar aos 72 E-Trol (trólebus mais baterias) da frota planejada para o BRT-ABC.

Relembre:

O governador disse não acreditar no cumprimento do novo prazo prometido.

“Não está dentro da programação. É um assunto que nos preocupa bastante, a antiga linha 18, o BRT, e a gente deve tomar medidas mais firmes. A gente deve, realmente, encaminhar para uma decretação de caducidade. A gente tem um acordo que não está sendo honrado, não está sendo cumprido. Foi feita uma prorrogação do contrato de concessão daquela bacia de transporte, levando-se em consideração que havia uma vantajosidade e a vantajosidade estava justamente no investimento que deveria ser feito no BRT. Esse BRT não está andando, está muito aquém do esperado. A gente está vendo aí mais uma postergação de prazo. Então, aquele compromisso que nós tínhamos para este ano, inclusive, que era para iniciar a operação, ainda que com uma transferência para a linha 2, eles não vão honrar, não vão conseguir executar. Então, não nos resta outra alternativa, senão partir para uma medida mais firme com relação a esse contrato. A linha 20, o projeto está andando, andando bem, andando dentro do prazo. A ideia é que esse projeto seja concluído esse ano e isso vai nos permitir contratar a linha de metrô do ABC, que é uma expectativa de muito tempo. E a linha 21, a gente vai contratar o projeto de engenharia agora. A gente vai fazer os estudos de viabilidade, vai contratar o projeto para que a gente tenha essa ligação de Diadema até a linha 20.”

O procedimento é de 03 de fevereiro de 2026 e foi noticiado em primeira-mão pelo Diário do Transporte. A Artesp intimou a NEXT Mobilidade (ABC Sistema) a se explicar sobre os atrasos, tomar medidas corretivas e informar o andamento das obras.

Relembre:

O sistema de ônibus rápidos elétricos de alta capacidade deveria ter sido entregue em 2023 e foi escolhido em 2020 pela gestão do então governador João Doria para substituir um monotrilho (linha 18-Bronze).

O monotrilho não saiu do papel e, de acordo com estudos do Governo, na época, se mostrou tecnicamente inviável e até sete vez mais caro.

BRT-ABC EM NÚMEROS (segundo a concessionária)

  • Capacidade de até 600 mil passageiros/dia, com demanda inicial de 173 mil passageiros/dia.
  • Operação com 92 ônibus totalmente elétricos fabricados no Brasil, com tecnologia nacional, inclusive baterias, por meio de parceria entre empresas como Eletra, Mercedes-Benz, WEG, Caio e outras; (72 E-Trol e 20 com baterias)
  • Veículos de piso baixo, não poluentes, silenciosos e confortáveis, com wi-fi e ar-condicionado;
  • Trajeto em via segregada, com 16 paradas fechadas e mais três terminais;
  • Bilhetagem realizada nas paradas, antes do embarque nos veículos, facilitando o acesso; embarque em nível e ampla acessibilidade;
  • Custo total estimado em R$ 950 milhões, inteiramente a cargo da empresa privada operadora (Next Mobilidade); – atualizado para R$ 1,2 bilhão;
  • Trajeto de 18 km, atendendo diretamente três municípios do Grande ABC (São Bernardo, Santo André e São Caetano), mais Diadema e Mauá (via Corredor ABD).
  • Interligação com três terminais: São Bernardo (Paço Municipal), Tamanduateí (Linha 2-Verde do Metrô e Linha 10 Turquesa da CPTM) e Sacomã (Linha 2-Verde do metrô e Expresso Tiradentes).
  • Três opções de linhas: Paradora, Semiexpressa (oito estações) e Expressa (só os terminais São Bernardo, Tamanduateí e Sacomã); a linha Expressa fará o trajeto em menos de 35 minutos.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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João Pedro tem gol anulado, PSG atropela o Chelsea por 5 a 2 e fica perto das quartas da Champions League

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Na reedição da decisão do último Mundial de Clubes, o Paris Saint-Germain levou a melhor desta vez. Em um duelo movimentado no Parque dos Príncipes, o time francês venceu o Chelsea por 5 a 2 nesta quarta-feira e abriu boa vantagem na disputa por uma vaga nas quartas de final da Champions League.

Com o resultado, o PSG poderá até perder por um dois de diferença no duelo de volta, marcado para terça-feira (17), às 17h (de Brasília), em Stamford Bridge. Já o Chelsea precisará vencer por três gols para levar a decisão aos pênaltis ou por quatro de diferença para avançar diretamente.

Entre os brasileiros, João Pedro teve participação discreta, embora tenha balançado as redes em um lance posteriormente anulado por impedimento. Andrey Santos permaneceu no banco de reservas, enquanto Estêvão, lesionado, ficou fora da lista de relacionados.

O jogo

Empurrado pela torcida e sob os olhares de nomes conhecidos do futebol mundial, como Samuel Eto’o e Marco Verratti, o PSG começou pressionando e abriu o placar logo aos nove minutos. Dembélé levantou a bola na área, João Neves escorou de cabeça e Barcola dominou antes de acertar um chute no ângulo do goleiro Jörgensen.

O time parisiense manteve o controle das ações e quase ampliou em um chute de Dembélé que explodiu na trave. Aos poucos, o Chelsea equilibrou o confronto e chegou ao empate com participação decisiva de Enzo Fernández. O argentino encontrou belo lançamento para Gusto, que finalizou dentro da área; a bola desviou em Safonov antes de entrar.

O jogo ganhou ritmo acelerado e, em um contra-ataque fulminante, o PSG retomou a vantagem. Após defesa de Safonov em ataque inglês, Doué arrancou e lançou Dembélé em profundidade. O atacante ganhou de Fofana, driblou o marcador e finalizou rasteiro para fazer 2 a 1.

Na etapa final, o confronto ficou mais disputado no meio-campo, mas o Chelsea conseguiu buscar novamente a igualdade aos 12. Em erro de saída de bola de Nuno Mendes, Pedro Neto recuperou a posse e serviu Enzo Fernández, que apareceu na área para empatar.

Quando o duelo parecia caminhar para um empate, um novo erro do time inglês mudou o cenário da partida. Aos 28, o goleiro Jörgensen saiu jogando errado e entregou a bola nos pés de Barcola. A jogada terminou com Kvaratskhelia tocando para Vitinha, que dominou e encobriu o goleiro com categoria para recolocar o PSG em vantagem.

Nos minutos finais, o Chelsea ainda tentou pressionar em busca do empate e chegou a balançar as redes com João Pedro, mas o lance foi anulado por impedimento de Enzo Fernández na origem da jogada.

Já aos 40, o PSG ampliou. Kvaratskhelia recebeu pela direita, puxou para o meio e acertou um belo chute no canto para marcar o quarto gol francês.

O time da casa ainda encaminhou a classificação aos 48. Vitinha deu passe para calcanhar para Hakimi, que diparou e rolou para Kvaratskhelia matar o duelo.

Próximos jogos do PSG:

Próximos jogos do Chelsea:

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Metrô de São Paulo inaugura novo centro de controle operacional com tecnologia de monitoramento em tempo real nesta quarta-feira (11)

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Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP

Estrutura chamada CCOx recebeu investimento de R$ 49 milhões; nova central é responsável por acompanhar e gerenciar em tempo real a circulação dos trens, além de supervisionar sistemas essenciais da rede metroviária

YURI SENA

O Metrô de São Paulo colocou em operação nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, o novo Centro de Controle Operacional, batizado de CCOx. A modernização do espaço contou com investimento de R$ 49 milhões e marca a maior atualização da estrutura desde sua criação, há mais de 50 anos.

A nova central é responsável por acompanhar e gerenciar em tempo real a circulação dos trens, além de supervisionar sistemas essenciais da rede metroviária. Atualmente, as linhas monitoradas pelo centro transportam aproximadamente 3 milhões de passageiros por dia.

“Este novo centro de operações, supermoderno, é uma grande ferramenta de tomada de decisão. Vamos enxergar melhor a operação, incluindo as linhas, os sistemas elétricos, pátios de manobra e imagens de vigilância. Se algo acontece, pode ser imediatamente corrigido. Quem ganha com isso é o passageiro, que vai ter cada vez mais segurança e qualidade de serviço. Isso faz parte de todo o trabalho que o Metrô de São Paulo está fazendo, que envolve não só o investimento em tecnologia e sistemas, mas também em linhas”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

Entre os principais recursos do novo centro está um videowall de alta definição com 36 metros de comprimento, formado por 90 telas de 55 polegadas. O painel é considerado um dos maiores da América Latina e permite que operadores acompanhem simultaneamente informações sobre circulação dos trens, sistemas elétricos, funcionamento das estações, movimentação nos pátios e imagens de segurança.

A estrutura foi projetada para adaptar a exibição das informações conforme a necessidade operacional, seja no acompanhamento da rotina diária ou em situações de contingência.

Com a modernização, o sistema passa a contar com ferramentas capazes de analisar dados da operação em tempo real. Entre elas está o sistema TOTH, que coleta informações diretamente dos trens e ajuda os operadores a identificar irregularidades, prever impactos na circulação e tomar decisões com mais rapidez.

Esse monitoramento contínuo contribui para reduzir o tempo de resposta diante de ocorrências e agilizar a normalização do serviço quando surgem falhas operacionais.

Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP

O novo CCOx também passa a operar de forma integrada ao Centro de Controle da Segurança, responsável pelo monitoramento eletrônico do sistema metroviário. Atualmente, mais de 5 mil câmeras estão instaladas em estações, trens e áreas operacionais.

O sistema utiliza recursos de análise inteligente de imagens, capazes de identificar situações como objetos abandonados, presença de crianças desacompanhadas, delimitação de áreas de segurança e contagem de passageiros. As gravações podem ser armazenadas por até 30 dias.

Além disso, foram implementadas medidas de segurança em diferentes níveis da infraestrutura, incluindo proteção cibernética, redes segregadas, redundância de sistemas e controle rigoroso de acesso às áreas sensíveis do centro de operações.

O projeto também inclui um data center exclusivo para a operação metroviária, instalado em ambiente separado da sala de controle. A estrutura possui alta disponibilidade e sistemas redundantes para garantir estabilidade ao funcionamento do serviço, que opera continuamente.

Outra inovação foi a virtualização completa das estações de trabalho, permitindo que a modernização fosse realizada sem impacto na operação das linhas. Durante as obras, o controle foi mantido em um centro provisório, solução inédita na história do metrô paulista.

O espaço conta ainda com 56 novos postos de trabalho configuráveis por login, com mobiliário ergonômico, consoles ajustáveis, tratamento acústico, climatização específica e iluminação adaptável a diferentes cenários operacionais.

Também foram criados ambientes dedicados para planejamento estratégico, gestão de crises, apoio técnico e recepção institucional, permitindo a realização de reuniões e visitas sem interferir no funcionamento da central.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Caio entrega 95 ônibus elétricos, dos quais, 53 Eletra

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Prefeito Ricardo Nunes segura, em evento neste 11 de março de 2026, miniatura de superarticulado Caio/Eletra

Segundo prefeito, em discurso durante apresentação de 110 coletivos, somente a fabricante de São Bernardo do Campo tem cerca de 600 unidades a serem entregues neste ano de 2026 para a capital paulista

ADAMO BAZANI

A encarroçadora Caio, com sede em Botucatu, no interior de São Paulo, entregou 95 ônibus elétricos para a capital paulista, dos quais, 53 com tecnologia da fabricante brasileira Eletra Industrial, de São Bernardo do Campo (SP).

Ao todo, foram 110 coletivos apresentados na manhã desta quarta-feira, 11 de março de 2026, em frente ao estádio do Pacaembu, na zona Oeste da capital paulista.

No discurso da cerimônia, o prefeito Ricardo Nunes, destacou a importância da indústria nacional no processo de eletrificação da frota da cidade e revelou que somente a Eletra vai entregar mais aproximadamente 600 unidades neste ano para o sistema de transportes da cidade de São Paulo.

“São Paulo reúne a maior frota de ônibus elétricos do Brasil. Estes ônibus não somente representam mais qualidade de vida e menos poluição, como também nos traz uma economia na operação. Enquanto por mês um ônibus a diesel gasta na cidade de São Paulo R$ 25 mil de combustível, o custo energético do elétrico é de R$ 5 mil. São R$ 20 mil por mês de economia. Depois de 10 anos, o elétrico já se pagou. Fora a redução de outros custos como de Saúde Pública. A indústria nacional tem sido fundamental no processo de eletrificação da frota de ônibus da cidade de São Paulo. Somente a Eletra, por exemplo, tem cerca de 600 ônibus a serem entregues neste ano” – disse Nunes.

Dos 53 coletivos entregues neste quarta-feira (11) pela Eletra, todos são com plataforma Mercedes-Benz, carrocerias Caio e baterias e motores WEG, ou seja, todo o conjunto de fabricação no Brasil.
A distribuição da frota tecnologia Eletra apresentada no evento foi a seguinte:

– Viação Metrópole Paulista S/A: 03 unidades do modelo e-Articulado (21 metros), focados em linhas de alta demanda e corredores estruturais.
– Transunião Transportes S/A (D3): 20 unidades do modelo e-Básico.
– Transunião Transportes (D7): 10 unidades do modelo e-Básico.
– Allibus Transportes: 20 unidades do modelo e-Básico.
Todas estas empresas operam na zona Leste da cidade.

Com a entrega desta quarta-feira (11), a cidade passa a ter 1259 coletivos elétricos, sendo 1107 a bateria e 189 trólebus.

Somente a Eletra responde por 712 veículos de transportes coletivos elétricos, sendo 523 a bateria e os 189 trólebus, segundo a prefeitura.

“Nosso diferencial é que nascemos de um grupo operador e sabemos da realidade das operações nas ruas. Falamos a mesma língua. Entendemos do que o operador, do que o passageiro e do que o gestor público precisa. Nosso nível de customização é o maior da América Latina porque somos de produção brasileira e não há barreiras no diálogo. Não vendemos ônibus prontos, mas desenvolvemos ônibus de acordo com o que cada sistema de transportes precisar e nos pedir “– disse a diretora-presidente da Eletra Industrial, Milena Braga Romano.

Segundo a encarroçadora Caio, todos os ônibus são do modelo eMillennium, com comprimentos a partir de 12 metros, encarroçados sobre chassis elétricos e eletrificados das marcas BYD, Eletra, Mercedes-Benz e Volkswagen.

O veículo de 23 metros é modelo e-Millenium BRT, com uma nova configuração, sobre chassis BYD, pertencente a Viação Campo Belo, da zona Sul. – Nesta quinta-feira, 12 de março de 2026, confira uma entrevista com gerente da BYD ao editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani – NÃO PERCA

Também se destacaram as três unidades de 21,5 metros, com tecnologia Eletra e plataformas Mercedes-Benz, da Viação Metrópole Paulista, da zona Leste. O modelo é integralmente feito no Brasil, com inversores, motores e baterias WEG, também de uma nova geração. A configuração é considerada inovadora para a cidade por permitir maior espaço interno.

Segundo a Caio, para oferecer conforto ergonômico e térmico, as carrocerias apresentam poltronas
injetadas totalmente estofadas e ar-condicionado, em todos os modelos, seguindo as especificações da gerenciadora dos transportes da cidade de São Paulo (SPTrans – São Paulo Transporte).
Visando a segurança no transporte, os veículos possuem sensores de ré no para- choque e pontos de instalação para câmeras internas e câmera de ré. Além disso, todos os ônibus são acessíveis e contam com itens de tecnologia
embarcada como tomadas USB e preparação para sistema Wi-Fi.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Ônibus Lilás leva ações de orientação e acolhimento a mulheres de comunidades rurais em Corumbá (MS)

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Atividades acontecem nos dias 11 e 12 de março e levam informação e apoio sobre enfrentamento à violência de gênero durante o Mês das Mulheres

YURI SENA

A Prefeitura de Corumbá realiza, nos dias 11 e 12 de março, mais uma edição da ação Ônibus Lilás, iniciativa voltada à orientação e ao acolhimento de mulheres que vivem em comunidades rurais do município. A atividade é coordenada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania de Corumbá, por meio da Gerência de Políticas Públicas para as Mulheres.

A ação integra a programação do Mês das Mulheres e conta com parceria da Subsecretaria de Políticas Públicas para as Mulheres de Mato Grosso do Sul. O objetivo é ampliar o acesso das moradoras da zona rural aos serviços da rede de proteção e às informações sobre direitos e enfrentamento da violência de gênero.

Durante a passagem da unidade itinerante pelas comunidades, serão realizadas rodas de conversa, orientações sobre os serviços disponíveis e momentos de escuta qualificada. As atividades também incluem informações sobre como buscar ajuda e quais medidas podem ser adotadas em casos de violência doméstica e familiar.

No dia 11 de março, o atendimento começa às 8h na comunidade de Porto Esperança. No período da tarde, às 13h30, a equipe estará no Assentamento São Gabriel.

Já no dia 12 de março, a ação será realizada às 13h no Assentamento Taquaral, na Escola Monte Azul.

O Ônibus Lilás é uma unidade móvel criada para levar políticas públicas de proteção às mulheres até localidades mais distantes, garantindo acesso a orientações, acolhimento e fortalecimento da rede de enfrentamento à violência de gênero.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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BRT Sorocaba lança campanha “Banco Vermelho” contra o feminicídio

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Iniciativa em terminal de ônibus busca conscientizar passageiros sobre a urgência no combate à violência contra a mulher

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Na semana comemorativa do Dia Internacional da Mulher, o BRT Sorocaba lança a campanha “Banco Vermelho” de combate ao feminicídio zero no terminal Vitória Régia. A ação visa sensibilizar e mobilizar a população para a importância da denúncia e da proteção de mulheres e meninas vítimas de violência, um problema crescente no Brasil. Além da instalação do “Banco Vermelho”, a mensagem de alerta e conscientização será exibida no circuito interno de TV (nos terminais, estações e ônibus) e nas redes sociais.

A campanha, idealizada pelo Instituto Banco Vermelho, uma organização apartidária e sem fins lucrativos, já está presente em mais de 12 estados no país. Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, 8 em cada 10 vítimas são mortas por companheiros ou ex-companheiros.

O “Banco Vermelho” surge como um símbolo poderoso dessa luta e sua versão original gigante representa a grandiosidade da causa: o combate ao feminicídio. A cor não apenas remete ao sangue derramado pelas vítimas, mas também funciona como um sinal de “PARE! Basta!”. A proposta do banco é que, após a pausa para a reflexão, as pessoas se sintam impelidas a agir. Em Sorocaba, o modelo adotado é similar aos bancos de praça, facilitando a interação e a mensagem.

Bárbara Rodrigues, gestora de Recursos Humanos do BRT Sorocaba, enfatiza a relevância da campanha dentro da empresa. “Esta é uma bandeira de todos. Como sociedade, devemos zelar pela vida, pela justiça e pela integridade dessas mulheres. Queremos que elas se sintam seguras não apenas no transporte público, mas em todos os ambientes. É fundamental que as mulheres vivam livres de medo, angústia e ameaças. É um apelo para que os homens se conscientizem sobre a importância do limite e do respeito”, declara Rodrigues.

De acordo com a Lei Maria da Penha são cinco tipos de violência contra a mulher: a física, a psicológica, a moral, a sexual e a patrimonial. Todas essas formas são crimes e devem ser denunciadas.

O intuito da BRT Sorocaba é chamar atenção de todos os passageiros e colaboradores que não se pode normalizar o que é inaceitável. “Queremos mobilizar o público para que compreendam a gravidade do tema. Se você é mulher e está passando por algum tipo de violência, não se cale. Ligue no 180 e denuncie. Se você não é vítima da violência, mas sabe de algum caso, ajude. Você também pode ligar no 180 de forma anônima e fazer a denúncia”, conclui Rodrigues.

O Banco Vermelho fará um circuito itinerante começando pelo terminal Vitória Régia (TVR) por alguns dias, depois seguirá para os terminais São Bento e Ipiranga, respectivamente. Por fim, será instalado na garagem do BRT Sorocaba e retornará para o TVR, reforçando a mensagem de combate à violência.

Serviço telefônico:

180 – Central de Atendimento Mulher

190 – Emergência Policial

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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