25.2 C
Rondonópolis
sábado, 20 junho - 19:58
Publicidade
Home Blog Page 89

Linhas do Metrô de SP continuam operando 24h entre sábados e domingos até setembro

[ad_1]

Funcionamento ininterrupto visa ampliar avaliação de comportamento da demanda em diferentes cenários

ARTHUR FERRARI

Os passageiros que utilizam o Metrô de São Paulo entre sábado e domingos seguem contando com a operação ininterrupta, durante 24 horas. A iniciativa faz parte da prorrogação do projeto experimental conduzido pelo Metrô de São Paulo, que manterá o modelo por mais seis meses.

A circulação contínua contempla as linhas Linha 1-Azul, Linha 2-Verde, Linha 3-Vermelha e Linha 15-Prata. Entre 0h e 4h40, todas as estações permanecerão abertas para embarque e desembarque, com trens circulando em intervalos médios de 20 a 30 minutos.

A ampliação do período de testes busca avaliar o comportamento da demanda em diferentes cenários, incluindo fins de semana com grandes eventos e períodos fora das férias escolares. Desde o início da experiência, em dezembro, cerca de 140 mil passageiros utilizaram o serviço nas madrugadas de sábado para domingo.

Um levantamento realizado pela operadora apontou que 95% dos entrevistados classificaram o atendimento nesse intervalo como “bom” ou “muito bom”. A maioria declarou utilizar o sistema para lazer, seguida por deslocamentos relacionados ao trabalho. O estudo também indicou que 83% dos usuários da madrugada já frequentam o metrô regularmente durante a semana.

Vale ressaltar que durante o funcionamento especial as bilheterias permanecem fechadas. A compra de passagens deve ser realizada por meios digitais ou nas máquinas de autoatendimento. O pagamento por aproximação já está disponível nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, e segue em implantação na Linha 15-Prata.

Em determinados fins de semana, a Linha 15-Prata poderá operar com apoio do sistema PAESE, conforme a programação de testes de novos trens previstos para reforçar a frota.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

SPTrans prolonga linha da Transwolff para servir Hospital Pedreira, na zona Sul da capital paulista

[ad_1]

Trajeto vai contemplar oito ruas a mais

ADAMO BAZANI

A linha de ônibus municipal da capital paulista, 6078-10 Cantinho do Céu – Shopping Interlagos, na zona Sul, terá o trajeto ampliado.

A informação está nos planos operacionais da SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora da prefeitura.

A previsão é de que a mudança passe a vale a partir do próximo sábado, 14 de março de 2026, mas a data pode sofrer alteração.

A medida, segundo a SPTrans, é para atender à demanda do Hospital Pedreira.

A linha é operada pela empresa Transwolff.

Serão oito vias a mais contempladas pelo itinerário.

Veja o esquema, de acordo com a SPTrans.

A partir de sábado, 14/03/2026, a linha atenderá com ponto final na Rua Domingos Galleteri Blotta, s/nº (junto ao ponto da linha 6080-10).

Motivo: ampliação do itinerário para atender ao Hospital Pedreira.

Novo itinerário:
Ida: normal até Av. João Peixoto Viegas, Rua Eriberto Barros Cajazeiras, Rua da Ligação, Rot. Rotatória, Rua São Canuto, Rot. Rotatória, Rua São Canuto, Rua Laura dos Anjos Ramos, Rua Domingos Galleteri Blotta.
Volta: Rua Domingos Galleteri Blotta, Rua São Canuto, Rot. Rotatória, Rua São Canuto, Rot. Rotatória, Rua da Ligação, Rua Eriberto Barros Cajazeiras, Av. João Peixoto Viegas, Ac. Acesso, Av. Interlagos, prosseguindo normalmente.

Pontos desatendidos:

– Av. João Peixoto Viegas, 274.
Opção: Av. João Peixoto Viegas, 586.

– Av. Interlagos, 2068.
Opção: Av. Interlagos, 2.117.

– Rua Júlia Santos Paiva, 41 (atual ponto inicial)
Opções: Av. Interlagos, nº 2.117 (sentido centro) ou nº 2.068 (sentido bairro)

 

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

CPTM terá alterações operacionais neste sábado (7) para obras de manutenção e modernização

[ad_1]

Imagem meramente ilustrativa

Mudanças afetam as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira no período da noite; intervenções continuam no domingo (8) com novas alterações na circulação

YURI SENA

Os passageiros que utilizam as linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) devem ficar atentos às mudanças operacionais que ocorrem neste sábado (7). As alterações são necessárias para a realização de obras de manutenção, melhorias e modernização ao longo da via férrea.

As intervenções deste sábado afetam as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, principalmente no período da noite, com mudanças de plataforma para embarque e desembarque em algumas estações.

Na Linha 10-Turquesa, entre 22h e meia-noite, na Estação Tamanduateí, no sentido Palmeiras-Barra Funda, o embarque e o desembarque são realizados pela plataforma 2. A alteração ocorre para manutenção de aparelhos de mudança de via e retirada de dormentes inservíveis. Ainda na mesma linha, a partir das 23h até o fim da operação comercial, os trens passam a prestar serviço pela plataforma 4 da Estação Juventus-Mooca.

Já na Linha 11-Coral, entre 23h30 e meia-noite, os passageiros devem utilizar a plataforma 2 nas estações Corinthians-Itaquera, Dom Bosco e José Bonifácio. A mudança ocorre para a realização de inspeção nos três túneis da linha pela via 1.

Na Linha 12-Safira, também entre 23h30 e meia-noite, os passageiros utilizam a plataforma 2 para embarque e desembarque nas estações Itaquaquecetuba e Jardim Romano. Na Estação Engenheiro Manoel Feio, o embarque ocorre pela plataforma 3. As alterações são necessárias para manutenção preventiva em aparelhos de mudança de via.

As obras continuam no domingo (8), quando novas alterações operacionais estão previstas em diferentes linhas do sistema.

A CPTM informa que colaboradores estarão nas estações para orientar os passageiros durante as mudanças. As alterações também são comunicadas por meio de avisos sonoros, painéis eletrônicos e sinalização nas plataformas.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

Arsenal leva susto, mas bate o Mansfield Town e vai às quartas da Copa da Inglaterra

[ad_1]

O Arsenal segue sonhando com a temporada perfeita. Líder da Premier League, finalista da Copa da Liga Inglesa e vivo na Champions League, o time está também nas quartas de final da Copa da Inglaterra. A classificação foi confirmada neste sábado (7), quando bateu o Mansfield Town, fora de casa, por 2 a 1.

Apesar de atuar contra um rival da terceira divisão, e com chance de queda para a quarta, os Gunners tiveram mais trabalho do que se esperava. Atuando com uma equipe reserva, liderada pelos brasileiros Gabriel Jesus e Gabriel Martinelli, os visitantes fizeram 1 a 0 com Madueke, já na parte final do primeiro tempo.

No início da segunda etapa, Evans, com um belo gol, deixou tudo igual, enquanto Eze, em um chutaço, garantiu a classificação do Arsenal.

Classificado, o time agora espera os outros confrontos do torneio para especular seu próximo adversário, já que o sorteio das quartas de final está marcado para a próxima segunda-feira (9).

Enquanto isso, muda seu foco para a Champions League, onde inicia na quarta-feira (11) a disputa das oitavas de final, contra o Bayer Leverkusen.

Próximos jogos do Arsenal:

[ad_2]

Fonte

ANTT descumpre obrigações que ela mesma se impôs, dizem especialistas

[ad_1]

De acordo com advogados especializados Rita Januzzi Turquino & Lucas Sahão Turquino, reabertura desta semana é a continuação da janela extraordinária cujos pedidos foram protocolados em 2024. Não se trata de uma nova oportunidade aberta a empresas que queiram apresentar requerimentos inéditos hoje

ADAMO BAZANI

Nem mesmo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) está cumprindo as novas regras sobre o mercado de ônibus rodoviários interestaduais (marco regulatório) que ela mesma criou.

A análise é dos advogados especializados Rita Januzzi Turquino e Lucas Sahão, do escritório Januzzi e Turquino Advogados Associados, em entrevista ao editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani.

A reportagem noticiou que a ANTT publicou na última terça-feira, 03 de março de 2026, o prosseguimento do processo de abertura de “janelas” do mercado de ônibus rodoviários interestaduais.

Relembre:

As chamadas ‘janelas de entrada’ são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.

Ocorre que, segundo os especialistas, o próprio texto da resolução previu expressamente a realização desta janela extraordinária específica — aquela de que trata esta reportagem — com prazo máximo de seis meses para sua conclusão.

“Estamos em 2026., a resolução é de 2023. A janela extraordinária, que deveria ter sido concluída em no máximo seis meses após sua previsão normativa, ainda não foi encerrada. E, para agravar o quadro, em nenhum dos anos de vigência da norma a ANTT abriu as janelas ordinárias de março, que são obrigatórias por força do próprio regulamento que ela mesma editou. Isso não é um detalhe burocrático. É o descumprimento sistemático, pela própria agência reguladora, de obrigações que ela mesma se impôs” – disse Rita Januzzi

“Empresas e investidores que planejaram suas estratégias com base no calendário normativo foram prejudicados pela inércia institucional da ANTT. Esse tipo de conduta gera insegurança jurídica, desestimula investimentos e contradiz o papel que uma agência reguladora deve desempenhar num setor estruturante como o transporte” – completou Lucas Sahão.

Os especialistas ainda falaram que as empresas não podem se confundir.

Segundo Rita e Lucas, a reabertura anunciada agora é a continuação da janela extraordinária cujos pedidos foram protocolados em 2024. Não se trata de uma nova oportunidade aberta a empresas que queiram apresentar requerimentos inéditos hoje.

Ambos ainda explicam o que o passageiro, o elo mais importante do transporte, deve esperar das novas regras.

Positivamente, estão aspectos como mais opções de rotas, estímulo à competição e redução de preços, além de renovação de frota.

Por outro lado, há um risco de fragmentação da oferta, com linhas que inicialmente serão assumidas e depois descontinuadas.

Para o Diário do Transporte, Rita Januzzi Turquino e Lucas Sahão prepararam um material especial, pelo qual, tentar sanar algumas das principais dúvidas:

  1. A reabertura da janela de entrada: importância e atenção das empresas

Antes de falar sobre a importância deste prosseguimento, é fundamental contextualizar o tamanho do atraso que estamos discutindo — porque ele diz muito sobre como a ANTT tem tratado este tema.

Um atraso que não pode ser ignorado

A Resolução ANTT nº 6.033/2023 estabeleceu com clareza dois tipos de janelas: as Ordinárias, previstas para ocorrer todos os anos no mês de março, e as Extraordinárias, a serem abertas quando necessário. Mais do que isso: o próprio texto da resolução previu expressamente a realização desta janela extraordinária específica — aquela de que trata esta reportagem — com prazo máximo de seis meses para sua conclusão.

Estamos em 2026. A resolução é de 2023. A janela extraordinária, que deveria ter sido concluída em no máximo seis meses após sua previsão normativa, ainda não foi encerrada. E, para agravar o quadro, em nenhum dos anos de vigência da norma a ANTT abriu as janelas ordinárias de março, que são obrigatórias por força do próprio regulamento que ela mesma editou.

Isso não é um detalhe burocrático. É o descumprimento sistemático, pela própria agência reguladora, de obrigações que ela mesma se impôs. Empresas e investidores que planejaram suas estratégias com base no calendário normativo foram prejudicados pela inércia institucional da ANTT. Esse tipo de conduta gera insegurança jurídica, desestimula investimentos e contradiz o papel que uma agência reguladora deve desempenhar num setor estruturante como o transporte.

Esta janela não é para novos pedidos — atenção redobrada

É imprescindível que o mercado compreenda um ponto que tem gerado confusão: a reabertura anunciada agora é a continuação da janela extraordinária cujos pedidos foram protocolados em 2024. Não se trata de uma nova oportunidade aberta a empresas que queiram apresentar requerimentos inéditos hoje.

Em outras palavras: se a sua empresa não fez o seu pedido em 2024, você não está incluído neste processo. Esta janela é exclusivamente para as empresas que já relacionaram seus mercados-alvo naquele momento e aguardam, há mais de um ano, uma definição da agência.

Para essas empresas, a notícia do prosseguimento é relevante — mas traz consigo uma nova fase de incerteza, porque os próximos passos da ANTT serão inéditos. Nunca antes a agência conduziu um processo seletivo desta natureza sob as regras da Resolução 6.033/2023, e não há precedente consolidado sobre como ela irá executar cada etapa.

O boleto de R$ 150,00 e o que vem depois

Nos próximos dias, as empresas que protocolaram pedidos em 2024 devem receber da ANTT a notificação para pagamento da taxa de R$ 150,00 por mercado pleiteado. Este é um sinal concreto de que o processo está se movendo — mas o pagamento da taxa, por si só, não garante nada.

A Resolução 6.033/2023 prevê, para determinadas situações, a realização de processo seletivo entre os postulantes. Ou seja: mesmo num regime que, em tese, não estabelece limites quantitativos para a concessão de autorizações, a ANTT pode — e deve, nos casos previstos — realizar uma seleção entre os concorrentes que disputam o mesmo mercado.

Isso significa que um empresário que fez o seu pedido corretamente em 2024, pagou a taxa e cumpriu todas as exigências formais, ainda assim pode não ter o seu pedido atendido. A disputa pelo mesmo corredor entre múltiplos postulantes pode resultar em seleção, e os critérios dessa seleção são um terreno que ainda precisa ser aplicado na prática pela agência.

O que as empresas devem fazer agora

Para quem já está no processo, a orientação é clara: acompanhar cada movimentação processual com máxima atenção, pois os próximos passos serão inéditos e qualquer descuido pode ser fatal.

  • Pagar a taxa no prazo: A notificação para pagamento do boleto de R$ 150,00 por mercado é um ato processual com prazo. O não pagamento tempestivo pode resultar no arquivamento do pedido.
  • Manter a documentação atualizada: Certidões, dados de frota, comprovações de capacidade econômica — tudo precisa estar em ordem para a fase de análise de mérito que vem a seguir.
  • Monitorar o Diário Oficial , sites especializados sérios como o Diário do Transporte, e os sistemas da ANTT: Notificações, despachos e decisões serão publicados nesses canais. A ausência de resposta dentro dos prazos é tratada como desistência.
  • Buscar orientação jurídica especializada: Como os próximos passos são inéditos, ter ao lado um advogado que acompanhe o processo em tempo real — e que conheça os fundamentos para eventuais recursos ou mandados de segurança — pode ser decisivo para o resultado.

Para quem ficou de fora desta janela, a mensagem também é importante: o processo que está em curso agora será o laboratório que definirá como as próximas janelas — ordinárias e extraordinárias — serão conduzidas. Observar, aprender e se preparar desde já é a postura mais inteligente.

  1. Para o passageiro: melhorias ou prejuízos?

Para o passageiro — o destinatário final de toda essa regulação —, a abertura das janelas tende a gerar efeitos predominantemente positivos, especialmente no médio e longo prazo.

Benefícios potenciais:

  • Mais opções de rotas: Com a entrada de novos operadores ou a ampliação de serviços por operadores existentes, municípios que hoje são atendidos de forma precária ou inexistente poderão ganhar linhas regulares. Cidades médias do interior do Brasil, em especial no Norte e Nordeste, têm déficits históricos de cobertura.
  • Estímulo à competição e redução de preços: Em corredores onde houver mais de um operador, a concorrência tende a moderar as tarifas. Um passageiro que hoje paga R$ 180 por um trecho com operador único poderá encontrar opções mais baratas se um segundo entrante for autorizado.
  • Renovação de frota: As exigências da ANTT para novas autorizações incluem padrões de veículos mais modernos, o que eleva o nível de conforto e segurança em toda a rede.
  • Melhoria no padrão de serviço: A possibilidade de perder mercado para concorrentes incentiva as empresas já estabelecidas a aprimorarem seus serviços.

Riscos a observar:

  • Fragmentação de oferta: Em alguns mercados menores, a entrada de múltiplos operadores pode pulverizar a demanda entre os concorrentes. Contudo, esse risco tem um limite natural: enquanto houver passageiros querendo viajar, a lei da oferta e da demanda opera como regulador espontâneo. Operadores ineficientes saem do mercado, os eficientes permanecem e o serviço se mantém. O desabastecimento total de uma linha só ocorre quando a demanda simplesmente deixa de existir — o que é uma situação completamente distinta da concorrência acirrada entre operadores.
  1. Há risco de restrição à concorrência ou aumento de preços?

A resposta a essa pergunta precisa partir de onde toda análise jurídica deve partir: da lei. E a lei, neste caso, é bastante clara.

O art. 47-B da Lei nº 10.233/2001, com a redação dada pela Lei nº 14.298/2022, estabelece expressamente:

“Não haverá limite para o número de autorizações para o serviço regular de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, salvo no caso de inviabilidade técnica, operacional e econômica.”

Esse dispositivo é o ponto de partida obrigatório para qualquer debate sobre barreiras de entrada no setor. Ele consagra, como regra geral, a livre autorização — sem limite numérico, sem reserva de mercado, sem proteção a incumbentes. A restrição é a exceção, e exceção que depende de fundamentação específica: inviabilidade técnica, operacional ou econômica devidamente demonstrada.

O problema: a ANTT ainda não apontou nenhuma inviabilidade

Até a presente data, a ANTT não identificou, em nenhum mercado — seja ele já operado ou não —, qualquer hipótese de inviabilidade técnica, operacional ou econômica que justificasse a limitação de autorizações. Nenhuma. Isso é juridicamente relevante por uma razão simples: sem essa fundamentação, não há base legal para a existência de barreiras de entrada.

Portanto, a alegação de que o modelo da ANTT restringe a concorrência e inviabiliza novos entrantes merece ser analisada com rigor. Se a agência estiver, na prática, operando como se houvesse limites que a lei não estabelece — seja por meio de processos seletivos sem amparo legal, seja pela lentidão sistêmica que já discutimos —, ela estará atuando em contradição com o mandamento legislativo expresso.

O risco real é outro: a inércia regulatória

O verdadeiro risco de aumento de preços para o passageiro não está na competição — está na ausência dela. Janelas que demoram anos para ser concluídas, mercados sem renovação de operadores, empresas que operam sem concorrência por força da inação regulatória: esse é o cenário que concentra poder de mercado, reduz incentivos à eficiência e, no limite, pode resultar em tarifas mais altas e serviço pior.

A lei apontou o caminho: livre entrada, com exceções fundamentadas. Enquanto a ANTT não apresentar os fundamentos técnicos, operacionais e econômicos que justifiquem qualquer restrição, a presunção deve ser — e juridicamente é — a da abertura do mercado.

  1. Haverá novas janelas? Há cronograma? O que fazer?

A resposta honesta é: sim, há previsão normativa clara para novas janelas. O cronograma existe — está escrito na própria Resolução ANTT nº 6.033/2023. O problema, como já ficou evidente nesta conversa, é que a ANTT não tem cumprido o que ela mesma normatizou.

O que diz a Resolução

O art. 54 da Resolução nº 6.033/2023 é taxativo:

“A admissão de requerimentos de novas autorizações que incluam mercados principais, mercados subsidiários e mercados não atendidos ocorrerá após a divulgação da classificação prevista no art. 48, durante a janela de abertura ordinária, iniciada na segunda quinzena de março de cada ano.”

Não há ambiguidade no texto: a janela ordinária deve ser iniciada na segunda quinzena de março, todos os anos. É uma obrigação periódica, não uma faculdade da agência. E o § 1º do mesmo artigo é igualmente claro ao dispor que requerimentos apresentados fora do período estabelecido serão inadmitidos e arquivados.

Ou seja: o cronograma para novas janelas não depende de nova regulamentação, de portaria adicional ou de decisão discricionária da diretoria. Ele já existe, já está em vigor e já deveria ter sido cumprido. Até hoje, nenhuma janela ordinária de março foi aberta — em violação expressa à própria Resolução que a ANTT editou.

O que as empresas interessadas devem fazer

Para as empresas que desejam participar das próximas janelas ordinárias — aquelas que deveriam ocorrer todos os anos em março —, a preparação precisa acontecer antes da abertura, não depois. Quando a janela abrir, quem não estiver pronto ficará de fora.

  • Obter ou manter a Habilitação junto à ANTT: É importante esclarecer que, para o transporte rodoviário regular de passageiros, o instrumento correto é a Habilitação. Empresas que não possuem Habilitação válida estão impedidas de participar do processo.
  • Mapear os mercados de interesse com antecedência: A empresa precisa saber exatamente quais mercados pretende requerer — origem, destino, pontos de parada — e verificar se esses mercados estão classificados como principais, subsidiários ou não atendidos, pois isso impacta diretamente o rito aplicável.
  • Manter as inscrições estaduais em dia: A regularidade perante os estados onde a empresa operará é exigência que frequentemente é negligenciada e pode inviabilizar a habilitação ou a concessão da autorização.
  • Adequar a frota às exigências normativas: Laudos técnicos, cronogramas de aquisição e documentação de veículos precisam estar estruturados antes do protocolo.
  • Monitorar ativamente os atos da ANTT: Dada a histórica irregularidade no cumprimento dos prazos normativos, é indispensável acompanhar o Diário Oficial e os canais da agência para não ser surpreendido por uma abertura tardia ou por mudanças de critério de última hora.

A mensagem central é esta: o direito de participar das janelas ordinárias já existe por força da Resolução 6.033/2023. O que falta é a ANTT cumprir sua própria norma. E as empresas que se prepararem desde agora serão as que estarão prontas quando — e se — a agência finalmente honrar o calendário que ela mesma estabeleceu.

  1. O que são as ‘janelas de entrada’?

As chamadas ‘janelas de entrada’ são períodos predefinidos pela ANTT — Agência Nacional de Transportes Terrestres — durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes.

Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos. Ou seja, uma empresa interessada em operar uma nova linha entre, por exemplo, Goiânia e São Paulo só pode protocolar seu requerimento durante o período em que a janela está aberta.

O modelo foi instituído pela Resolução ANTT nº 6.033/2023 e representa uma mudança significativa em relação ao regime anterior, em que as autorizações eram obtidas de forma mais contínua e fragmentada. A lógica por trás da janela é organizar o mercado, garantir planejamento do sistema e permitir que a agência avalie a oferta existente antes de conceder novos serviços.

,6. A importância do apoio jurídico especializado

Vou ser direto: sem uma estratégia jurídica especializada, as chances de o empresário do transporte acessar novas autorizações de mercados e linhas na ANTT são praticamente zero. Não é exagero — é a realidade que o processo revela em cada uma de suas etapas.

Ao longo desta entrevista, já ficou claro o cenário com que o empresário se depara: uma Resolução complexa cujos próprios dispositivos a agência não cumpre, janelas ordinárias que nunca foram abertas, uma janela extraordinária que leva anos para ser concluída, passos seguintes que são inéditos para todos, processo seletivo previsto para mercados disputados, boletos com prazo fatal, e uma agência que historicamente impõe mais obstáculos do que o marco legal autoriza. Navegar esse ambiente sem orientação jurídica especializada é, na prática, aceitar a derrota antes de começar.

O que o advogado especializado faz que os outros não fazem

  • Defesa contra impugnações de concorrentes: O processo de janelas é disputado. Empresas concorrentes podem impugnar requerimentos alheios dentro do processo administrativo, e uma impugnação não respondida adequadamente pode eliminar um pedido legítimo. Ter representação nessa fase não é luxo — é necessidade.
  • Estratégia para o processo seletivo: Onde houver concorrência pelo mesmo mercado, a Resolução 6.033/2023 prevê processo seletivo. Os critérios desse processo ainda serão aplicados pela primeira vez, o que torna a assessoria jurídica ainda mais crítica: é preciso não apenas cumprir os requisitos, mas apresentá-los da forma mais favorável possível à empresa.
  • Acesso ao Judiciário quando necessário: Quando a ANTT descumpre seus próprios prazos, indefere pedidos sem fundamentação ou aplica critérios que não encontram respaldo legal, o caminho judicial — especialmente o mandado de segurança — é a ferramenta que restabelece o direito do empresário. Há precedentes relevantes no TRF-1 que demonstram a viabilidade e a eficácia dessa via. Sem advogado, essa porta permanece fechada.
  • Compliance pós-autorização: Obter a autorização é apenas o começo. Manter a linha operando dentro das condições regulatórias, responder a fiscalizações, contestar autos de infração indevidos e acompanhar as constantes atualizações normativas são obrigações contínuas que exigem suporte jurídico permanente.

O empresário do transporte que enfrenta a ANTT sozinho, ou com assessoria jurídica genérica sem experiência no setor, está competindo em desvantagem estrutural. O processo é técnico, os prazos são fatais e os erros raramente têm correção. A estratégia jurídica especializada não é um custo — é o que transforma uma intenção de negócio em autorização concreta.

  1. Exigências de frota para novos mercados

A Resolução ANTT nº 6.033/2023 é a fonte normativa que define as exigências de frota para a prestação do serviço regular interestadual de passageiros. Vale percorrer os principais requisitos que a norma estabelece.

O que a Resolução 6.033/2023 exige

  • Tipo de veículo admitido: A Resolução admite ônibus rodoviários e micro-ônibus de categoria M3. O uso de micro-ônibus M3 é restrito a linhas vinculadas a TAR que prevejam expressamente essa possibilidade como condição específica. Veículos com características urbanas são expressamente vedados (art. 81, § 3º).
  • Idade máxima da frota: Somente são admitidos veículos com até 15 anos de fabricação, contados pelo ano do chassi constante no CRLV. Veículos com mais de 15 e até 20 anos só podem ser utilizados em períodos específicos de alta demanda — entre a segunda semana de junho e a primeira semana de agosto, e da última semana de novembro até a primeira semana de fevereiro. O cadastro é inativado no dia 30 de dezembro do ano em que o veículo completaria 21 anos (art. 83).
  • Posse direta: A Resolução admite veículos de propriedade da transportadora ou sob sua posse direta — incluindo cessão formalizada de outra autorizatária, com seguro em nome da cessionária (arts. 72 e 74).
  • Plano de Manutenção individualizado: Para cada veículo, a autorizatária deve manter plano de manutenção assinado pelo responsável técnico, com cronograma de revisão, histórico de ocorrências e de manutenção corretiva (art. 85).

Capital social complementar: o ponto que merece atenção especial

A Resolução exige capital social integralizado mínimo de R$ 2.000.000,00 para a habilitação. Esse valor, porém, não é fixo quando a frota necessária ultrapassa 16 veículos: a partir do 17º veículo, a empresa deve comprovar R$ 125.000,00 adicionais de capital social integralizado para cada veículo excedente (art. 18).

Esse é o ponto que o empresário deve monitorar com atenção. Se a frota necessária para viabilizar as linhas requeridas — somada à já utilizada nas linhas existentes — ultrapassar 16 veículos, o capital social precisa estar devidamente integralizado antes do protocolo do pedido de TAR.

Nossa avaliação prática: frota não é uma grande barreira

Na nossa experiência, a exigência de frota raramente representa um obstáculo real para o empresário do transporte. Quem busca novas autorizações geralmente já atua no setor e dispõe de frota suficiente para operar, ao menos, a frequência mínima das linhas pretendidas.

Com assessoria especializada, é perfeitamente possível demonstrar à ANTT, de forma clara e fundamentada, a quantidade exata de veículos que cada operação requer. Em nossa prática, nunca enfrentamos dificuldades relevantes com comprovação de frota nos processos que acompanhamos.

A atenção deve se concentrar na regularidade documental dos veículos — CSV-ANTT atualizado, seguro em dia, acessibilidade comprovada no CRLV — e, especialmente, no valor do capital social quando a frota projetada ultrapassar os 16 veículos. Esse é o ponto que pode surpreender o empresário desavisado e comprometer um requerimento bem estruturado em todos os outros aspectos.

  1. Novos marcos legais para o transporte semiurbano

O transporte semiurbano é, sem dúvida, um dos segmentos mais problemáticos e mal resolvidos de toda a regulação do transporte rodoviário de passageiros no Brasil. Para entender por quê, é preciso partir da estrutura legal.

Um regime jurídico diferente do interestadual

Ao contrário do transporte interestadual regular — que opera sob o regime de autorização, conforme a Resolução 6.033/2023 que temos discutido ao longo desta entrevista —, o transporte semiurbano é regulado pela ANTT com base na Lei nº 10.233/2001, mas sua outorga se dá por permissão. E permissão, no direito administrativo brasileiro, exige licitação prévia.

O problema é que essa licitação nunca ocorreu. O transporte semiurbano no Brasil opera, em sua grande maioria, em um vácuo jurídico-licitatório: empresas que historicamente prestam o serviço continuam operando sem que tenha havido qualquer processo competitivo formal para a outorga das permissões. Não há prazo definido, não há previsão concreta de que esse processo vá ocorrer, e o setor convive com essa indefinição estrutural há décadas.

Problemas estruturais que afetam diretamente o passageiro

O semiurbano conecta municípios de estados distintos, mas atende uma demanda essencialmente cotidiana — trabalhadores, estudantes, pessoas que dependem desse modal diariamente para se deslocar entre cidades limítrofes. Nesse sentido, ele se assemelha funcionalmente ao transporte urbano, mas sem contar com os mecanismos de subsídio que geralmente sustentam o transporte público nas grandes cidades.

O resultado é um serviço estruturalmente caro para quem mais depende dele. Sem subsídio, sem contrapartida governamental e sem o arcabouço de políticas públicas que amparam o transporte urbano convencional, as tarifas do semiurbano tendem a ser elevadas para uma demanda que, por sua natureza, é de baixa renda e alta frequência. Essa contradição está no DNA do modelo atual e não tem solução fácil dentro do marco jurídico vigente.

A disputa de competência: um caso recente que foi ao Supremo

Há ainda outro problema estrutural grave: o transporte semiurbano liga dois estados diferentes, o que gera, invariavelmente, disputas políticas e institucionais sobre quem manda no serviço. Governadores e prefeitos frequentemente tentam interferir na operação ou na regulação de linhas que, por lei, são de competência federal — da ANTT.

Um caso emblemático e recente ilustra bem esse problema. No entorno do Distrito Federal, a ANTT chegou a transferir a competência sobre o transporte semiurbano ao Governo do Distrito Federal. A medida gerou imediata reação do Governo de Goiás, que não aceitou ficar alijado da gestão de um serviço que atende diretamente sua população. O conflito federativo foi parar no Supremo Tribunal Federal, que reafirmou a competência da ANTT sobre o serviço. A competência retornou à agência federal, mas o episódio expôs com clareza a fragilidade institucional do modelo.

Perspectivas para um novo marco

Até a presente data, não há prazo definido nem proposta concreta em estágio avançado para a reformulação do marco legal do transporte semiurbano. O setor aguarda, mas as dificuldades são reais: qualquer mudança estrutural envolve redistribuição de competências entre União, estados e municípios, equacionamento do modelo tarifário, definição de subsídios e, eventualmente, a realização das licitações que a lei já exige há mais de vinte anos. É um nó que exige vontade política, técnica jurídica e recursos — e que, até hoje, nenhum governo se dispôs a desatar por completo.

  1. E o fretamento?

O fretamento turístico e corporativo é um segmento que, nos últimos anos, ganhou enorme relevância — especialmente com o crescimento do turismo doméstico e a demanda por transporte fretado para eventos, shows e viagens em grupo.

Atualmente, o fretamento é regulado por normativas distintas do transporte regular de passageiros, com regime de autorização mais simplificado e sem a rigidez das janelas. Contudo, há um movimento regulatório no sentido de aumentar o controle sobre esse segmento, especialmente em relação a:

  • Contratos de fretamento com cláusulas mínimas obrigatórias, evitando a utilização do fretamento como disfarce para transporte regular não autorizado.
  • Habilitação e fiscalização de motoristas e veículos, com integração aos sistemas da ANTT.
  • Plataformas digitais de fretamento: A ANTT ainda está desenvolvendo sua posição regulatória sobre aplicativos que intermediam serviços de fretamento, e há expectativa de publicação de resolução específica nos próximos meses.

Empresas do segmento de fretamento devem acompanhar de perto esse processo, pois mudanças no marco regulatório podem impactar diretamente o modelo de negócio, especialmente as plataformas digitais. Um novo marco para o fretamento é esperado, mas ainda sem prazo definido.

  1. Como escolher o escritório ou profissional jurídico certo?

Essa é, talvez, a pergunta mais prática e relevante para o empresário do transporte. A escolha errada de assessoria jurídica pode custar muito mais do que o honorário de um especialista — pode custar uma autorização, uma linha inteira ou até a habilitação da empresa perante a agência.

Alguns critérios objetivos para orientar essa escolha:

  • Experiência comprovada com a ANTT: Não basta ter atuado em Direito Administrativo genérico. O profissional precisa demonstrar histórico concreto de processos perante a agência — habilitações, recursos, mandados de segurança, execuções de multas, embargos de declaração em processos administrativos.
  • Conhecimento atualizado das normas: A regulação do transporte muda com frequência. O escritório precisa acompanhar as resoluções, portarias e deliberações da ANTT de forma sistemática, não pontual.
  • Capacidade contenciosa: A advocacia regulatória no transporte frequentemente exige atuar nos Tribunais Regionais Federais, no STJ e, eventualmente, no STF. O profissional precisa ter estrutura para esse litígio.
  • Transparência na relação: O cliente deve receber informações claras sobre o andamento dos processos, os riscos envolvidos e as estratégias adotadas. Desconfiança de promessas de resultado garantido — isso não existe no Direito.
  • Conhecimento do negócio de transporte: Escritórios que atendem exclusivamente o setor tendem a ter visão mais integrada entre o jurídico e o operacional, o que se traduz em estratégias mais eficazes e orientadas à realidade do empresário.

Em suma: busque um profissional que conheça a ANTT por dentro, que tenha casos concretos para mostrar e que fale a língua do transporte — não apenas a do Direito.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte

Diversas linhas que atendem ao Terminal Santo Amaro terão alterações de circulação por causa de obras

[ad_1]

Serão duas fases e ônibus vão alternar plataformas

ADAMO BAZANI

A partir do dia 16 de março de 2026, estão previstas alterações de circulação dos ônibus no Terminal Santo Amaro, na zona Sul de São Paulo.

As mudanças ocorrem por causa de obras, segundo a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora do sistema de ônibus da capital paulista.

De acordo com o comunicado, os trabalhos ocorrem em duas fases e os ônibus vão alternar de plataformas.

– Fase 1: de 16/03 a 22/03/2026:

695H-10 JD. HERPLIN – TERM. STO. AMARO
atenderá na Plataforma 1, atrás do Ponto 5.

6091-10 VARGEM GRANDE – TERM. STO. AMARO
atenderá na Plataforma 2, Ponto 14.

6970-10 TERM. GRAJAÚ – TERM. STO. AMARO
atenderá na Plataforma 2, Ponto 15.

6960-10 TERM. VARGINHA – TERM. STO. AMARO
atenderá na Plataforma 2, Ponto 16.

– Fases 2 e 3: de 23/03 a 05/04/2026:

637P-10 TERM. STO. AMARO – TERM. PINHEIROS
atenderá na Plataforma 1, Ponto 4.

675N-10 TERM. STO. AMARO – METRÔ ANA ROSA
atenderá na Plataforma 2, atrás do Ponto 23.

7550-10 TERM. STO. AMARO – METRÔ STA. CECÍLIA
atenderá na Plataforma 2, Ponto 22.

5300-10 TERM. STO. AMARO – TERM. PQ. D. PEDRO II
atenderá na Plataforma 2, Ponto 21.

6200-10 TERM. STO. AMARO – TERM. BANDEIRA
atenderá na Plataforma 2, Ponto 20.

6500-10 TERM. STO. AMARO – TERM. BANDEIRA
atenderá no abrigo na extensão da Plataforma 1.

5111-10 TERM. STO. AMARO – TERM. PQ. D. PEDRO II
atenderá na Plataforma 1, Ponto 1.

807A-10 TERM. CAMPO LIMPO – TERM. STO. AMARO
atenderá na Plataforma 1, Ponto 2.

6001-10 TERM. CAPELINHA – TERM. STO. AMARO
atenderá na Plataforma 1, Ponto 3.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

 

 

[ad_2]

Fonte

equipes femininas reforçam o combate à violência contra a mulher no Metrô de São Paulo

[ad_1]

Iniciativa volta a atenção a prevenção, atendimento e acolhimento em casos de assédio e importunação sexual nos trens e estações

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

Durante todo o mês de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, o Metrô intensifica a “Operação Empoderamento”, ação especial de segurança realizada por equipes femininas para reforçar a prevenção, o atendimento e o acolhimento em casos de assédio e importunação sexual nos trens e estações. A iniciativa integra um conjunto de políticas do Metrô voltadas à proteção das passageiras e à ampliação de segurança no sistema metroviário.

A operação é realizada de forma programada ao longo deste mês, com rondas estratégicas nas Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, sempre em horários de grande circulação: das 10h às 11h30 e das 15h às 16h30. As equipes atuam em dias alternados conforme planejamento semanal, cobrindo trechos predefinidos em cada linha. A visibilidade das agentes em grupo, no mesmo carro das composições, é um dos principais elementos da estratégia, contribuindo tanto para a prevenção quanto para a facilidade de busca por ajuda por parte das passageiras.

Além da presença frequente, as agentes realizam abordagens acolhedoras, perguntando às passageiras sobre sua viagem e reforçando os canais de denúncia do Metrô. Toda a operação conta com apoio integrado do Centro de Controle de Segurança (CCS), incluindo monitoramento reforçado por câmeras e acompanhamento em tempo real das estações e das áreas adjacentes. As equipes também utilizam câmeras corporais e seguem protocolos específicos de atendimento estabelecidos pela Companhia.

A Operação Empoderamento se soma a outras iniciativas permanentes do Metrô, como campanhas de conscientização, treinamentos especializados para funcionários e a atuação em parceria com órgãos de segurança pública. Passageiras e passageiros podem realizar denúncias diretamente a qualquer colaborador do Metrô, pelo SMS-Denúncia (11 97333-2252) ou pelo aplicativo MetrôConecta.

Além disso, o Metrô conta com outros serviços de atendimento às mulheres. Conheça alguns deles abaixo:

Posto Avançado de Atendimento à Mulher

O posto avançado é um local no qual mulheres vítimas de violência, assédio ou importunação, dentro ou fora do Metrô, podem buscar orientação sobre os recursos de combate e denúncia disponíveis em São Paulo. Nos espaços são oferecidos atendimento especializado na identificação de violências, orientação sobre prevenção e combate à importunação e/ou abuso sexual, além de realizar o encaminhamento para os serviços especializados de enfrentamento à violência contra a mulher. Os postos estão localizados nas estações Santa Cecília, da Linha 3-Vermelha, e Luz, da linha 1-Azul, abertos de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h.

Espaço Maternidade

O Espaço Maternidade, na Estação Tatuapé da Linha 3-Vermelha, foi inaugurado em novembro de 2024, pensado para mães, bebês e crianças que utilizam o sistema metroviário. O serviço possui uma infraestrutura completa com sanitário acessível, sala de amamentação, trocadores de fraldas, copa equipada, além de um espaço infantil para crianças. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados das 9h às 14h, com entrada gratuita para as passageiras.

SP Por Todas

SP Por Todas é um movimento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo para ampliar a visibilidade das políticas públicas para mulheres, bem como a rede de proteção, acolhimento e autonomia profissional e financeira que viabiliza serviços exclusivos para elas.

Essas frentes estão nos pilares da gestão e incluem novas soluções lançadas em março de 2024. Um dos destaques é o auxílio-aluguel de R$ 500 para vítimas de violência doméstica. Também houve ampliação do monitoramento permanente de agressores com uso de tornozeleiras; o lançamento do aplicativo SPMulher Segura, que conecta a polícia de forma direta e ágil caso o agressor se aproxime; e a criação de novas salas da Delegacia da Defesa da Mulher 24 horas.

O Governo do Estado ampliou linhas de crédito para elas e ampliou a entrega das Casas da Mulher Paulista, que oferecem serviços de apoio psicológico e capacitação profissional. A gestão paulista ainda implementou o protocolo Não Se Cale para acolhimento imediato e combate à importunação sexual em bares, restaurantes, casas de show e similares, formando equipes em um curso online oferecido gratuitamente aos profissionais do setor.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

[ad_2]

Fonte

“População de Campinas sofre muito com o transporte”, alfineta Chedid,  da Sancetur

[ad_1]

Empresa foi a melhor colocada em um dos lotes da licitação bilionária do interior de São Paulo,  mas mercado aposta que Belarmino e outros operadores não devem entregar tão facilmente

ADAMO BAZANI

Em on (como dizem os jornalistas quando as declarações são públicas) e nos bastidores, as alfinetadas e farpas entre a Sancetur e os atuais operadores de Campinas,  no interior de São Paulo,  têm esquentado o clima do que promete não parar apenas na homologação dos lances da licitação bilionária que teve a etapa de leilão das ofertas públicas financeiras concluída na última quinta-feira, 05 de março de 2026.

A próxima etapa é a divulgação da análise das documentações e viabilidades das ofertas.

Em redes sociais, a Sancetur, da poderosa família Chedid,  já anuncia “Campinas,  estamos chegando”

São dois contratos de 15 anos avaliados em nada mais nada menos que R$ 11 bilhões, estando entre os maiores do Brasil,  perdendo individualmente para poucos exemplos no setor de ónibus como os da capital paulista e do BRT-ABC da NEXT Mobilidade no ABC Paulista.

A Sancetur, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.

Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).

Já para o lote Norte, o que teve a maior disputa com uma sucessão de vários lances entre os concorrentes, e o consórcio composto por empresas como Rhema e Nova Via, propôs tarifa de remuneração de R$ 9,49 (deságio de 19,3% sobre o limite de R$ 11,76 no edital).

Parte do mercado,  porém,  ainda não acredita que os atuais operadores,  como Onicamp, Itajaí e, principalmente,  Belarmino de Ascenção Marta abram mão tão facilmente de um domínio de décadas e apostam em desdobramentos no TCE (Tribunal de Contas do Estado) e até na Justiça,  como mostrou o Diário do Transporte

Relembre:

Bastidores: Possível saída de Belarmino em Campinas (SP) e volta da família Chedid nos transportes agita mercado que espera desdobramentos

No pronunciamento ao fim do leilão ,na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), o dono da Sancetur,  Marco Chedid,  que já foi presidente da Câmara Municipal campineira e deputado pela cidade, alfinetou o rival Belarmino

Quando fui presidente da Câmara, nós fizemos uma revolução nos transportes, com Magalhães Teixeira, que era prefeito na época, que reformulou tudo. Fui deputado por Campinas e a gente, nos últimos anos, acompanhou os transportes. A população, o usuário de ônibus de Campinas sofrendo muito. A motivação para a gente voltar para o transporte de Campinas, senhor prefeito, é para ajudar a mudar essa história. Ajudar Campinas a ter o melhor transporte do País. Trabalhamos em Palmas, no Rio de Janeiro, em 28 cidades e não poderíamos deixar de participar deste processo pensando no usuário de ônibus de Campinas – disse.

Mas as provocações e farpas entre os dois grupos continuam e, nos bastidores chegam a ser piores com indiretas e acusações mútuas que vão desde levantamento de fatos antigos até suposto jogo combinado entre o lote Sul e o lote Norte do leilão justamente para fechar o mercado na cidade.

Fontes ligadas a fornecedores garantem ao Diário do Transporte que a Sancetur já tem em carteira apenas para 2026 dezenas de pedidos de ônibus 0km, tanto para as operações atuais nas 28 cidades, mas também já considerava Campinas nos planos.

Os próximos capítulos prometem.

OS LANCES, OS CONTRATOS E QUEM É QUEM:

Foi dado prosseguimento nesta quinta-feira, 05 de março de 2026, na licitação do novo sistema de ônibus municipais de Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, que envolve contratos de 15 anos avaliados em R$ 11 bilhões neste período.

Sancetur, da família Chedid, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.

Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).

Já para o lote Norte, o que teve a maior disputa com uma sucessão de vários lances entre os concorrentes, e o consórcio composto por empresas como Rhema e Nova Via, propôs tarifa de remuneração de R$ 9,49 (deságio de 19,3% sobre o limite de R$ 11,76 no edital).

Um dos maiores operadores atuais de Campinas, o Grupo Belarmino, disputou o lote Norte pau a pau com o consórcio.

Com nova contratação, as linhas serão divididas em dois lotes, Norte e Sul, é são previstos investimentos de R$ 900 milhões em frota nova, contando com modelos elétricos.

Como mostrou o Diário do Transporte, os cinco grupos empresariais que participaram tiveram a documentação aprovada pela prefeitura e foram considerados aptos a continuar para esta fase.

Nesta quinta-feira (05), foi a vez de conhecer as propostas econômicas, abertas na B3 – Bolsa de Valores de São Paulo, na região central da capital paulista.

O Diário do Transporte acompanhou.

Pelos critérios da concorrência, vai ser considerado vencedor quem oferecer a menor tarifa técnica por lote, depois da aprovação por parte do poder público.

Tarifa técnica não é o que o passageiro paga nas catracas, mas é o que a empresa recebe como remuneração por passageiro transportado (o que inclui o valor das passagens, subsídios e outras receitas).

Agora, a comissão de licitação da prefeitura vai analisar a viabilidade das propostas para depois declarar o vencedor do lote Sul e o vencedor do lote Norte.

As propostas foram:

LOTE SUL:

Valor máximo no edital: R$ 11,21

– Sancetur – Santa Cecilia Turismo Ltda;

R$ 9,56 – deságio de 14,72%. Depois do Consórcio Andorinha ter apresentado proposta de R$ 9,55, a Sancetur baixou para R$ 9,54 ( -14,90%)

– Consórcio Andorinha, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda e WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda;

R$ 10,99- deságio de 01,96%. Depois, no viva-voz baixou para R$ 9,55 (-14,81%)

– Consórcio VCP Mobilidade, composto pelas empresas Mobicamp Ltda e Red Log Ltda.

R$ 10,67 – deságio de 04,82%

LOTE NORTE:

Valor máximo no edital: R$ 11,76

– Sancetur – Santa Cecilia Turismo Ltda;

R$ 11,50 (deságio de 2,21%). Depois baixou para R$ 10,32

– Consórcio Grande Campinas, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, Transporte Coletivo Grande Marília Ltda, Nova Via Transportes e Serviços Ltda, WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda e Auto Viação Suzano Ltda;

R$ 10,34 (deságio de 12,07%). Depois baixou para R$ 10,33; R$ 10,31; R$ 9,99; R$ 9,87 (- 16,07%); R$ 9,75 (- 17,09%); R$ 9,63 (-18,11%), R$ 9,61, R$ 9,49 (-19,3%).

– Consórcio Mov Campinas, composto pelas empresas Bampar Participações Ltda. e Tupi-Transporte Urbano de Piracicaba Ltda.

R$ 11,75 (deságio de 0,09%), depois foi para R$ 9,98 (deságio de 15,14%); R$ 9,86 (deságio de 16,16%); R$ 9,74 (-17,18%); R$ 9,62% (- 18,20%); R$ 9,60 (-18,37%);

O Diário do Transporte, em reportagem especial, detalhou cada um destes consórcios. – Relembre:

LOTE NORTE:

EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;

CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS, composto pelas empresas RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;

CONSÓRCIO MOV CAMPINAS, composto pelas empresas: BAMPAR PARTICIPAÇÕES LTDA. (EMPRESA LÍDER) e TUPI-TRANSPORTE URBANO DE PIRACICABA LTDA.

LOTE SUL:

EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;

CONSÓRCIO ANDORINHA, composto pelas empresas: RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.

CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE, composto pelas empresas: MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.

QUEM É QUEM:

SANCETUR:

Pertencente ao mais relevante braço da família Chedid, que é considerada poderosa nos transportes. Atua em mais de 20 cidades, em especial no interior e no litoral de São Paulo, mas também está em sistemas de outros estados, como na cidade do Rio de Janeiro.

De tão forte e incisiva, a Sancetur com um só ofício conseguiu com que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, liberasse imediatamente valores de subsídios e repasses atrasados, algo que as empresas locais, inclusive do poderoso Jacob Barata Filho, do Grupo Guanabara, tentavam há tempos.

Com a marca SOU (Sistema de Ônibus Urbanos) ao lado do nome da cidade correspondente, tem ganhado cada vez mais espaço em licitações ou contratos emergenciais.

Recentemente, ia dar um dos passos mais ousados do Grupo Chedid, ao assumir a gigante operação da Transwolff, na capital paulista, com 1206 ônibus, 111 linhas e 555 mil passageiros por mês, na zona Sul. A Transwolff foi descredenciada do sistema de transportes da cidade de São Paulo após ter sido alvo de uma Operação do Ministério Público de São Paulo que investiga possível ligação da empresa, que surgiu da cooperativa Cooperpam, com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Mas após instabilidades na transição dos contratos, desistiu do negócio, que chegou a ser anunciado em fevereiro de 2026 pelo prefeito Ricardo Nunes. A onda de ataques a 1,5 mil ônibus em São Paulo que ocorreu entre junho e agosto de 2025 foi atribuída pela Polícia Civil a esta mudança contratual.

CONSÓRCIO MOV CAMPINAS

É do Grupo Belarmino, que já atua nos transportes municipais de Campinas, com a VB Transportes, cuja operação constantemente é alvo de reclamações de usuários. Tem como fundador o empresário português Belarmino de Ascenção Marta, é um dos maiores conglomerados do setor, em especial no Estado de São Paulo. Nascido em Vilar de Rei, na região de Trás-os-Montes, em Portugal; em 15 de agosto de 1937, Belarmino começou no ramo de transportes, na capital paulista, em 1961, juntamente com cunhado Antonio José Fonseca e amigos, fundando a Auto Viação Brasil Luxo.

A família de Belarmino possui controle total único, sociedade ou participação em empresas como: Sambaíba Transportes Urbanos (a segunda maior frota da cidade de São Paulo, com 1,3 mil ônibus), ConSor – Consórcio Sorocaba, Comercial Sambaíba de Viaturas, Empresa Bragantina de Varrição e Coleta de Lixo – Embralixo, Empresa São José, MoV Vinhedo – Rápido Sumaré, MoV Paulínia – Rápido Sumaré, MoV São João da Boa Vista – Rápido Sumaré, MoV Nova Odessa – Rápido Sumaré, MoV Louveira – West Side,  MoV Itu – West Side, MoV Avaré – West Side,  MoV Boituva – West Side,  MoV Sumaré – Viação Ouro Verde, MoV Monte Mor – Rápido Campinas, MoV Franca (no lugar da São José), Nossa Senhora de Fátima Auto Ônibus, Rápido Luxo Campinas, Rápido Sumaré, Transportes Capellini, ValleSul Transportes e Turismo, VB Transportes e Turismo, VBex Encomendas, VB Cargas, Viaje Mais, Viação Atual, Viação Avante, Viação Campo dos Ouros (Guarulhos-SP), Viação Itu, Viação Lira (LiraBus),  Viação Ouro Verde, Viação Transguarulhense, Vila Real Transportes e Serviços, West Side Viagens e Turismo, Monte Alegre Agência de Turismo, entre outras.

CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS:

RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;

É o consórcio com maior número de empresas, o que não significa que sejam companhias mais fortes ou maiores. Muitas delas, inclusive são marcadas por polêmicas e investigações como descredenciamentos com suspeitas de irregularidades, todas contestadas pelos operadores.

A Nova Via, ligada ao Grupo da Smile Turismo, atua no transporte urbano em Santa Bárbara d’Oeste, região metropolitana de Campinas.

A empresa, em Santa Bárbara, possui em torno de 80 funcionários e mais de 35 veículos. Os veículos rodam cerca de 160.000 quilômetros, por mês.

A Smile Transportes e Turismo tem cerca de 40 anos, sede em Paulínia e filiais em Campinas, Sumaré, Paraibuna, Fernandópolis e Marília, conta atualmente com mais de 800 funcionários e 500 veículos.

A Nova Via Transportes e Serviços Ltda tem como principal sócio, de acordo com a Junta Comercial de São Paulo, Norival Antonio do Prado, e a Ekos Transportes e Turismo. A Ekos é registrada em nome de Norival e já chegou a ser denominada de Nakasone Transportes. Já figurou como sócio da Nova Via, Antônio Felício Júnior. A família Felício também é conhecida por forte influência nos transportes, com atuação e fundação em grupos de empresas como Viação Danúbio Azul (Grupo VIDA), da Grande São Paulo e interior paulista; Rápido D’Oeste, de Ribeirão Preto; e a VoePass Linhas Aéreas (antiga Passaredo), fundada por José Luiz Felício, que morreu em 2023.

De acordo com reportagens de imprensa local, a Smile chegou a ser denunciada por suposta formação de cartel e falsificação de documentos nos transportes de Paulínia, também na região de Campinas. A denúncia, protocolada por uma advogada na prefeitura de Paulínia, apontou para uma possível “cartelização” com a empresa S.TP. Mobilidade e os rombos aos cofres públicos chegariam a R$ 19 milhões. A prefeitura decidiu pelo rompimento dos contratos.

A Rhema Transportes, por sua vez, é registrada em nome de Claudio Luis Ferreira Coutinho e Paulo Roberto Leme. Atua com fretamento e em serviços de transporte escolar em Paulínia

A New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda já teve as denominações Nova Esperança Locadora de Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.

A WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda tem sedes em Guarulhos e Arujá, na Grande São Paulo, e, segundo a Jucesp, é registrada em nome de Merciana Alves dos Santos Franca, da mesma família da New Hope. A atuação principal é em fretamento.

A Auto Viação Suzano Ltda, segundo a Junta Comercial, tem como sócio principal Welter França Souto Ferreira, ou seja, o mesmo da New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda. Atua em Santa Isabel (SP), Catanduva (SP) e Balneário Camboriú (SC).

A Transporte Coletivo Grande Marília é registrada em nome de Emerson de Jesus e Paula Anely Sikans. Atua em Marília, no interior de São Paulo, praticamente com a mesma pintura da Nova Via, de Santa Bárbara d’Oeste

CONSÓRCIO ANDORINHA

RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.

Rhema e WMW estão também no Consórcio Grande Campinas – os detalhes acima.

De diferente, mas nem não diferente, é a New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda

A empresa já teve as denominações Nova Esperança Locadora De Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Marcos Welder França dos Santos é sócio também, segundo a Jucesp, da Auto Viação Suzano Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.

A família atua na WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.

CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE

MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.

Na prática, é composto também por empresas que atuam na cidade: Expresso Campibus Ltda (do Grupo NIFF, família Felício Yasbek e Viação Arujá), Onicamp Transporte Coletivo e Itajaí Transportes Coletivos (Camila Portela Redighieri Daher e Joubert Beluomini). Mas o caminho societário é complexo.

A MobiCamp tem o quadro de sócios formado pela VGM Participações Ltda, VUG Participações Ltda e Walter Godoy Bueno

A VGM, com sede em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, tem como sócia registrada Valéria Garcia Mansur e o objeto social é Holdings de Instituições Não-Financeiras Compra e Venda e Imóveis Próprios

A VUG tem como sócio-administrador Walter Godoy Bueno e o objeto social é o mesmo da VGM.

A Red Log, por sua vez, é formada pela Agromaquinas Locações Ltda, de Vila Velha (ES) e pelos sócios Camila Portela Redighieri Daher, Joubert Beluomini, Lorena Portela Redighieri e Rápido Santo Amaro Ltda.

Joubert Beluomini é sócio de Camila Portela Redighieri Daher na Itajaí e Onicamp Transporte Coletivo Ltda, que também opera já no transporte municipal de Campinas, além de aparecerem em comum na Rápido Santo Amaro Ltda.Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

[ad_2]

Fonte