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Incêndio atinge garagem de empresa de transporte coletivo e destrói ônibus em Adamantina (SP) nesta quinta-feira (5)

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Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Dois veículos foram totalmente consumidos pelas chamas e outros dois tiveram danos; fogo teria começado durante manutenção em um dos ônibus

YURI SENA

Um incêndio atingiu o pátio de uma empresa de transporte coletivo no bairro Parque Industrial, em Adamantina (SP), na madrugada desta quarta-feira, 5 de março de 2026.

Ao todo, quatro veículos foram atingidos pelas chamas, sendo que dois ônibus ficaram completamente destruídos.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 3h30 para combater o fogo na garagem do Grupo Massei. Além dos dois coletivos com perda total, uma van e outro ônibus também sofreram danos parciais.

Para conter o incêndio, a operação contou com o apoio de um caminhão-pipa da prefeitura e equipes da Defesa Civil. Apesar da intensidade das chamas, ninguém ficou ferido.

O Grupo Massei informou que o incêndio teria começado em um dos ônibus que passava por manutenção no sistema de ar-condicionado. A suspeita é de que um problema elétrico tenha provocado o início do fogo, que acabou se espalhando para veículos estacionados próximos.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Estação Engenheiro Manoel Feio da CPTM recebe ação de incentivo à leitura nesta sexta-feira (6)

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Parceria com a Secretaria Municipal da Cultura prevê distribuição gratuita de 300 livros aos passageiros

YURI SENA

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) promove nesta sexta-feira (6) uma ação cultural voltada ao incentivo à leitura na Estação Engenheiro Manoel Feio, localizada na Linha 12–Safira. A atividade, chamada Bancada Literária, será realizada das 10h às 12h e prevê a distribuição gratuita de 300 livros de literatura aos passageiros que estiverem no local.

A iniciativa ocorre em parceria com a Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo e tem como objetivo estimular o hábito da leitura entre os usuários do transporte público, além de ampliar o acesso da população a obras literárias.

Durante a ação, serão disponibilizados exemplares de diferentes gêneros e autores, permitindo que os passageiros levem gratuitamente um livro e tenham contato com novas experiências de leitura no cotidiano.

A CPTM é responsável pelo transporte ferroviário de passageiros na Região Metropolitana de São Paulo e movimenta cerca de 1,2 milhão de pessoas em dias úteis. As composições percorrem diariamente aproximadamente 53,5 mil quilômetros em 1.551 viagens programadas.

Atualmente, as quatro linhas operadas pela companhia somam 142 quilômetros de extensão e contam com 41 estações, atendendo moradores de 12 municípios da região, incluindo a capital paulista.

Serviço

Ação: Bancada Literária

Data: 6 de março de 2026 (sexta-feira)

Horário: das 10h às 12h

Local: Estação Engenheiro Manoel Feio – Linha 12–Safira

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Nova linha 212 – Graminha/Via União Indústria/Getúlio Vargas inicia operação em Juiz de Fora (MG)

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Imagem meramente ilustrativa

Itinerário com dois micro-ônibus em circulação é destinado aos usuários do transporte público que residem no bairro Graminha

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Prefeitura de Juiz de Fora (MG) informou nesta quinta-feira, 05 de março de 2026, que iniciou a operação de uma nova linha de ônibus no bairro Graminha.

Os moradores passam a contar com o itinerário 212 – Graminha/Via União Indústria/Getúlio Vargas, que terá dois micro-ônibus em circulação, via Estrada União Indústria.

O percurso parte da Avenida Presidente Getúlio Vargas, segue para o bairro Santo Antônio, vai até o Retiro pela Alameda Ilva Melo Reis, chegando à Estrada União Indústria, onde é possível acessar o lado oposto da Avenida Joaquim Vicente Guedes. O trajeto contrário será realizado no sentido Centro.

A região ficou com o atendimento do transporte coletivo limitado por conta do fechamento de um trecho da Avenida Joaquim Vicente Guedes.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Bap diz que Flamengo ‘tinha ano em risco’ com Filipe Luís e rebate críticas por demissão pós-coletiva: ‘Vergonha é roubar’

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Em meio ao ambiente de crise após os vices na Supercopa do Brasil e CONMEBOL Recopa e a demissão de Filipe Luís, o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, fez um pronunciamento com os conselheiros nesta quinta-feira (5). Na fala, disse que via ‘o ano em risco’ se não mandasse o técnico embora.

O evento marcado para a aprovar o patrocínio com a Ademicon, que vai render R$ 42 milhões em três anos, contou com a fala do mandatário como forma de explicar aos conselheiros todo o ambiente de crise que o clube vive às vésperas da final do Carioca.

Segundo o mandatário, a decisão de demitir Filipe Luís foi de cunho esportiva e com base no processo de análise que a diretoria faz duas vezes por semana do trabalho. E chegou-se a constatação de que a temporada estaria ameaçada se não tomasse a decisão. O ESPN.com.br teve acesso ao discurso.

“Falo desde o primeiro no clube, meu compromisso é 100% com o Flamengo do presente e do futuro. Profissionalismo não significa ausência de decisões difíceis. No Flamengo, hoje as decisões são a última etapa do processo, tenho processo para tudo. As decisões não são individuais nem intempestivas”.

“Tenho estrutura voltada para o futebol, sob uma liderança claramente definida, baseada em fatos, horas de trabalho, reuniões, discussões, análises, comparações das decisões com resultado. E o projeto que é preciso para entregar o melhor resultado. Isso é profissionalismo. As tomadas das decisões vêm das ações do dia a dia de cada um de nós, as decisões são tomadas sempre com o propósito futuro vencedor. No fim das contas é isso que a gente olha”, disse Bap.

A respeito da maneira que o Flamengo demitiu Filipe Luís, logo após a coletiva da vitória por 8 a 0 sobre o Madureira, o presidente disparou contra as críticas de que teria sido algo vergonhoso.

“Falaram em vergonha. Vergonha para mim é roubar, mentir, enganar, julgar sem conhecimento dos fatos. Os ataques que recebi não vão me fazer comentar fatos que expõem profissionais. Mesmo sendo evidente, as mudanças não apagam o que o Filipe Luís fez no clube, a história como construiu como jogador e treinador. Ele está em um lugar merecido na história do clube. Filipe é querido, quando o ídolo deixa o clube é um momento difícil para todo mundo. Compreendo parte da torcida. Mudanças em certos momentos são inevitáveis, quando o Flamengo entra em campo é uma enorme responsabilidade institucional pelo que significamos e representamos aos torcedores e aos amantes do futebol”.

“A decisão foi tomada de cunho esportiva, tomada dentro da estrutura profissional do clube. Baseada 100% em fatos. Guardei para falar para os senhores, a gente vive um mundo onde se acusa, se investiga, se julga em 30 segundos num post de internet”.

“Algumas decisões difíceis, se você tomar a decisão 3 da manhã, ao meio dia, às nove da noite de quinta-feira, antes do almoço, depois do jogo, depois de coletiva (continuarão difíceis), não tem hora boa. É sempre difícil. ‘Ah, mas foi feito rapidamente’. Foi feito rapidamente porque existe análise de processo de causa e efeito. Um dia sim e outro também depois dos jogos. Tem reunião que você fala o que fez duas vezes por semana, o resultado, discute uma série de ações que não vou entrar em detalhes. Quanto tem divergências no processo desse, estruturado, as divergências e explicações estão ali contidas no dia a dia. Quando você comunica uma decisão, por mais difícil que ela seja, não significa dizer que seja desprovida de explicação, houve muita conversa, foram debatidos pontos que de alguma maneira levavam preocupação importante para o presente e futuro vencedor”, conta Bap, reforçando que via a temporada em risco falando de presente e também do futuro.

“Minha função e responsabilidade como presidente é avaliar os fatos, questionar se o que estamos vivendo vai levar o Flamengo a um lugar vencedor. Quando a resposta é não, ou você corrige o rumo ou você muda. A tentativa de correção de rumo foi feita e entendemos que não era possível. Tomamos a decisão que tínhamos que tomar. Decisão difícil, por pior que pareça ser, quando você se depara com algumas situações que não vê perspectiva positiva, é melhor tomar decisão hoje do que amanhã. Por mais que elas incomodem os torcedores. Eu não posso ser só torcedor, tenho responsabilidade com a instituição que está no hino que é vencer, vencer e vencer. Dentro desse conselho, olhando no espelho para mim mesmo, está absolutamente claro que isso estava muito em risco esse ano. Eu acredito que tenho que tomar a decisão para vocês que me elegeram”, finalizou.

Boto na berlinda e Edu Gaspar na mira

Com José Boto praticamente fora dos planos, o clube já se movimenta para buscar um substituto. E a mira está apontada para Edu Gaspar, com aval de Bap.

O mandatário rubro-negro recebeu o nome do ex-Arsenal e seleção brasileira como sugestão de seus aliados e gostou. A situação ainda é embrionária, mas uma busca por Edu já se iniciou com pessoas ligadas ao empresário Kia Joorabchian e que também trabalham com Edu para saber a intenção do ex-volante de retornar ao Brasil.

Atualmente no Nottingham Forest, Edu Gaspar não deve continuar no clube inglês ao fim da temporada europeia. Caso tenha o aval do dirigente em voltar ao país, o Flamengo irá sondar as condições para contratá-lo de imediato.

Entenda a busca rubro-negra por um dirigente

Silenciosamente, assim como fez nas negociações com Leonardo Jardim para substituir Filipe Luís como treinador, Bap foi ao mercado nas últimas semanas. O mandatário conversa com possíveis substitutos e desenha cenários para uma troca diretiva que possa estancar a crise nos bastidores do Ninho.

Duas são as opções: um diretor com perfil mais “boleiro” ou um diretor com caráter mais executivo que possa trabalhar em conjunto com um supervisor de maior entrada no vestiário. Há um diagnóstico de que a comunicação entre direção e lideranças do elenco do Flamengo inexiste neste momento.

De acordo com pessoas ouvidas pela reportagem, a decisão pela saída de José Boto, cada vez mais desgastado no Ninho do Urubu e na Gávea (junto à alta cúpula) só não foi sacramentada pela ausência de um acerto com um substituto imediato. Bap e seus pares não querem possibilitar um hiato de comando no CT em um momento de crise escancarada e chegada de novo treinador após a questionada demissão de Filipe Luís.

No outro lado da crise, Boto no momento se cala. O dirigente português já sabe do risco de perder o emprego e adota no momento uma postura de composição com o presidente. Prova disso aconteceu nesta quinta-feira (5), ao chamar a palavra antes da apresentação de Leonardo Jardim e dizer que a demissão de Filipe partiu de si, não apenas de Bap.

“Quando me convidaram para o Flamengo, o presidente deu uma série de atribuições. Uma era fazer diagnósticos e encontrar soluções. Eu fiz, dei a solução e o presidente aceitou, bateu o martelo. Razões (para demissões) são sempre muitas, dependendo do contexto, não compete a nós expor”, disse o português.

Críticas a comportamento

Não é de hoje que José Boto tem desagradado algumas alas no Flamengo. Segundo apurou a ESPN, atletas e funcionários reclamam de vaidade, pouca comunicação e até a necessidade de prestar serviços particulares para o português, que também é apontado como grosseiro e inflexível no dia-a-dia.

O dirigente, por exemplo, exige que a cada duas semanas funcionários se dirijam à sua residência na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, para realizar serviços de limpeza e organização.

Com o elenco, Boto possui relação distante. Isso piorou depois da reunião de terça-feira no CT, após a demissão de Filipe Luís. Na ocasião, o dirigente destacou o papel dos atletas no processo que ocasionou na saída de Filipe. Os jogadores absorveram e saíram em silêncio. É notada entre o elenco a postura extremamente vaidosa do executivo.

Após vitórias, o português entra em campo e cumprimenta os atletas. Diante da derrota contra o Corinthians, na Supercopa do Brasil, em Brasília, Boto permaneceu no túnel que dava acesso ao campo, fumando, e não entrou de imediato. A postura e a demora causaram burburinho.

“Ué, cadê o chefe? Agora não aparece?”, chegou a dizer um dos líderes do elenco.

A vaidade do lusitano é sempre ressaltada no dia a dia do Ninho. O desejo de aparecer em imagens de divulgação do clube é classificado como “acima do normal”, sempre ao se posicionar em frente às câmeras apontadas ao gramado.

Próximos jogos do Flamengo:

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Projeto de Lei em tramitação na Câmara Municipal de Feira de Santana (BA) prevê que táxis circulem na faixa exclusiva de ônibus mesmo sem passageiros

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Documento foi apresentado nesta quinta-feira (05); autor defende que mudança poderia auxiliar na redução de veículos nas demais faixas

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Câmara Municipal de Feira de Santana, na Bahia, informou que se encontra em tramitação um projeto de lei que autoriza a circulação de táxis na faixa exclusiva de ônibus.

Proposto pelo vereador Silvio Dias, o documento foi apresentado nesta quinta-feira, 05 de março, e estabelece que os veículos podem trafegar pela via mesmo sem passageiros.

De acordo com o parlamentar, a mudança poderia auxiliar na redução de veículos nas demais faixas.

Vale lembrar que a legislação atual permite a circulação dos táxis nas faixas de ônibus apenas quando estão transportando passageiros.

Dias pontuou que também há a possibilidade de incluir os motoristas por aplicativos na ampliação das normas de trânsito.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Chapecó (SC) avança na mobilidade urbana com entrega de novos abrigos em pontos de ônibus

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Mais de 100 estruturas já foram instaladas e previsão é chegar a 276 unidades nos próximos meses

YURI SENA

A Prefeitura de Chapecó já entregou mais de cem novos abrigos para passageiros do transporte coletivo urbano, como parte de um projeto de melhoria da infraestrutura e do conforto para os usuários. Ao todo, até o início desta semana, foram concluídas 115 estruturas destinadas à proteção contra sol e chuva em diversos pontos da cidade.

A iniciativa integra um plano mais amplo que prevê a instalação de 276 abrigos em pontos de ônibus.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Clóvis Ari Leuze, a expectativa é que todas as unidades sejam concluídas em um prazo entre 90 e 120 dias. Segundo ele, a ação atende a uma demanda antiga da população, garantindo melhores condições de espera para quem utiliza o transporte coletivo diariamente.

A gerente de Transporte e Terminais da secretaria, Maria Regina Thomas, destacou que, apesar da solicitação recorrente por novos abrigos, houve resistência em alguns locais por parte de moradores que não concordaram com a instalação das estruturas.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Câmara cobra esclarecimentos sobre frota de ônibus e qualidade do serviço em Araraquara (SP)

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Foto: Divulgação/ Prefeitura de Araraquara

Solicitação à Prefeitura aborda idade dos veículos, manutenção e possíveis falhas no sistema operado pela concessionária

YURI SENA

A Câmara Municipal de Araraquara encaminhou à Prefeitura o Requerimento nº 338/2026, que solicita esclarecimentos sobre as condições dos ônibus do transporte coletivo urbano. A iniciativa é do Rafael de Angeli, motivada por queixas frequentes de usuários sobre o estado dos veículos que atendem a cidade.

No documento, o parlamentar destaca que o serviço é prestado desde 2016 pela Viação Paraty, responsável pela operação do sistema por meio de concessão. Ele reforça a relevância do transporte público como ferramenta essencial para garantir deslocamento e inclusão social da população.

Entre as informações solicitadas estão dados sobre a idade da frota, incluindo a proporção de ônibus com mais de dez anos de uso, o limite máximo de idade dos veículos e as políticas de renovação adotadas pela empresa. O requerimento também busca detalhamento das linhas atendidas e das condições operacionais dos ônibus.

O vereador também cobra informações sobre ocorrências registradas ao longo de 2025, como falhas mecânicas, acidentes e reclamações técnicas envolvendo os veículos. Além disso, solicita detalhes sobre os procedimentos de manutenção preventiva e corretiva realizados pela concessionária.

Outro ponto abordado é o acompanhamento por parte do poder público. O documento questiona quais ações de fiscalização têm sido adotadas para verificar o cumprimento das obrigações contratuais e quais investimentos foram feitos recentemente para atualização da frota.

De acordo com Rafael de Angeli, as demandas refletem preocupações da população com a qualidade do serviço oferecido. Para ele, é fundamental garantir que o sistema funcione de maneira segura, eficiente e compatível com as necessidades dos usuários.

A proposta busca dar mais transparência à operação do transporte coletivo e contribuir para possíveis melhorias no serviço prestado à população de Araraquara.

Yuri Sena, para o Diário do Transporte

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Agora no Flamengo, Jardim explica frase sobre treinar só Cruzeiro no Brasil e admite declaração infeliz: ‘Fui ingênuo’

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Nesta quinta-feira (5), o técnico Leonardo Jardim foi apresentado pelo Flamengo, sem novo clube.

Em entrevista coletiva, o português teve que “se explicar” sobre a frase que ele mesmo disse no ano passado, quando assegurou que, no futebol brasileiro, só trabalharia no Cruzeiro.

Jardim explicou o que o fez mudar de ideia sobre o tema e admitiu que foi “ingênuo” ao prometer que só treinaria a Raposa.

“O que me fez mudar de ideia [sobre aceitar proposta do Flamengo]… Palavras foram sentidas, eu me sentia bem em Belo Horizonte, acreditava em um projeto a médio e longo prazo, não somente um ano”, iniciou.

“A vida, às vezes, nos cria surpresas. Tive alguns problemas familiares e pessoais, que tinha de resolver. Ao mesmo tempo, existia, dentro da estrutura, algumas ideias diferentes das que acreditava. Acabou por se encerrar mais cedo o capítulo Cruzeiro”, explicou.

“Fui emotivo porque acreditava que o projeto seria a longo prazo, mas também fui ingênuo, o que não costumo ser, porque sou pragmático, mas às vezes a emoção nos leva a algumas tiradas infelizes. Como vocês sabem, agora sou treinador do Flamengo, o capítulo Cruzeiro passou e quero estar focado neste novo capítulo”, complementou.

Questionado sobre por que não topou ir para a Gávea em dezembro do ano passado, quando deixou o Cruzeiro e conversou pela primeira vez com o Fla, o treinador deu seus motivos.

“Em dezembro, minha situação pessoal não me permitia trabalhar. Tive opção de resolver minhas pendências familiares e de saúde. Foi fácil, não tive dúvidas”, salientou.

“Tive pequena conversa com o Flamengo com a possibilidade de o Filipe não ficar, mas minha prioridade estava tomada. Disse que resolveria em dois meses. Depois de 2019, com o (Jorge) Jesus, quando saiu, indicou meu nome, entramos em contato e não foi possível. Vim com ambição de fazer grande trabalho e conquistar os títulos que desejamos”, apontou.

Agora sem Filipe Luís, o Flamengo terá Leonardo Jardim no banco na final do Campeonato Carioca, neste domingo (8), contra o Fluminense.

O novo treinador comandou seu primeiro treinamento no Ninho do Urubu na última quarta-feira (4) e passará a contar com sua comissão completa a partir da sexta-feira (6).

Sobre fazer a estreia logo em uma final, o luso admitiu a dificuldade, mas disse que irá trabalhar para levantar a taça no Maracanã.

“É difícil, porque estamos a quatro dias de um clássico. Sei a importância para os torcedores. Queremos competir contra um adversário que tem nos criado algumas dificuldades. Cheguei sem comissão, porque foi muito em cima, ficaram retidos. Eu curiosamente estava no Brasil e foi fácil vir de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro. Agradeço ao estafe fixo do Flamengo”, citou.

“Jogadores estão tendo atitude fantástica, receberam bem para desenvolver as ideias. Foram dias de reuniões, nem deu para ver o que passa ao redor. Estou focado, sei que temos quatro dias para organizar um jogo da importância do Fla-Flu na final”, finalizou.

Próximos jogos do Flamengo:

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BUSSCAR fornece quatro ônibus Vissta Buss 345 da nova Família NB1 para operadora chilena TranSantin

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Entrega foi realizada por meio da Vivipra, representante da marca no país; unidades foram montadas sobre chassi Volvo B450R 4×2

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A TranSantin, operadora chilena de transporte rodoviário de passageiros, incorporou à sua frota quatro unidades do modelo Vissta Buss 345 da nova Família NB1 da BUSSCAR para operação no Chile; a entrega foi realizada por meio da Vivipra, representante da marca no país.

Configurados para atender às demandas da operação com elevado padrão de conforto e eficiência operacional, os veículos possuem ambiente interno planejado com salão de passageiros com porta-pacotes de design integrado, numerados e iluminados para acomodação de bagagens de mão, além de porta-revistas tipo rede, porta-copos individuais e ganchos para sacos de lixo.

O modelo conta com iluminação indireta em LED com sistema de cromoterapia, que permite a variação de cores no interior do salão. A transição suave das tonalidades favorece uma experiência mais relaxante, especialmente em trajetos noturnos ou de longa duração.

A climatização conta com ar-condicionado quente e frio, equipado com filtro antipólen e sistema de renovação de ar, garantindo maior qualidade do ar no interior do salão. O modelo também dispõe de dois tetos solares, que contribuem para maior luminosidade e ventilação natural quando necessário. O veículo conta ainda com sistema de calefação composto por quatro caixas de ventilação e aquecedores, sendo duas unidades na traseira, duas na parte dianteira do salão e uma na cabine do motorista.

Os veículos contam ainda com 46 poltronas Class Superpullman BUSSCAR, ideal para viagens de média e longa distância, com design anatômico e encosto reclinável.

O assento com espuma Hipersoft oferece maior maciez e adaptação ao corpo, favorecendo a distribuição do peso e reduzindo pontos de pressão, o que amplia o conforto durante o percurso e mantém elevada durabilidade mesmo após longos períodos de uso.

As poltronas contam com apoio de braço escamoteável, posicionado junto ao corredor, que amplia o espaço individual quando acionado e facilita o acesso ao assento quando recolhido, proporcionando mais ergonomia e praticidade no uso. O conjunto inclui ainda cinto de segurança retrátil de três pontos e apoio de pés com sistema balancim.

Além do conforto a bordo, o modelo incorpora recursos de tecnologia embarcada voltados à conectividade e à comunicação com os passageiros. O sistema inclui display informativo no salão com relógio e indicadores de sanitário ocupado, parada solicitada e alerta de cinto de segurança afivelado, além de tomadas USB-A e USB-C Smart Inverter EasyFix no painel do motorista e no porta-pacotes.

O sistema multimídia integra interfone com viva-voz, central de áudio e vídeo com comando na cabine, oito alto-falantes distribuídos no salão e monitor de 7 polegadas conectado a microcâmeras frontal e de marcha ré. O conjunto inclui ainda sensor de estacionamento e compartimento exclusivo para acomodação segura dos equipamentos eletrônicos.

Nas rodovias chilenas, os atributos estruturais do Vissta Buss 345 impactam diretamente a experiência de quem está a bordo. A suspensão pneumática absorve as irregularidades do pavimento e reduz vibrações no salão, proporcionando uma viagem mais estável e suave, mesmo em percursos extensos.

A segurança operacional é reforçada pelo conjunto de iluminação do veículo. Na parte frontal, faróis auxiliares de longo alcance posicionados no chapéu dianteiro ampliam o campo de visão do motorista em rodovias com baixa luminosidade, contribuindo para uma condução mais segura durante viagens noturnas e em trechos de visibilidade reduzida.

Na traseira, as lanternas cristal estroboscópicas, instaladas nos lados esquerdo e direito e conjugadas às luzes de marcha ré, aumentam a visibilidade do veículo durante manobras e em áreas operacionais.

O posto de condução também foi projetado com espelhos retrovisores bipartidos com desembaciador, ajuste eletrônico no espelho principal e regulagem manual no auxiliar.

Pensando nas operações de médias e longas distâncias no Chile, o modelo dispõe ainda de bagageiro com travas pneumáticas nas tampas e acionamento eletrônico, proporcionando abertura e fechamento mais seguros e controlados. As grades de proteção nas tampas contribuem para a correta acomodação dos volumes, preservando a integridade das bagagens ao longo do percurso.

As quatro unidades foram montadas sobre chassi Volvo B450R 4×2.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Sancetur e Rhema/Nova Via oferecem menores tarifas em licitação de R$ 11 bilhões do sistema de ônibus de Campinas (SP)

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Marcos Chedid, presidente da Sancetur

 

Com nova contratação, linhas serão divididas em dois lotes: Norte e Sul. São previstos investimentos de R$ 900 milhões em frota nova, contando com modelos elétricos. Agora, comissão analisa as viabilidades das propostas e planilhas

ADAMO BAZANI

Foi dado prosseguimento nesta quinta-feira, 05 de março de 2026, na licitação do novo sistema de ônibus municipais de Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, que envolve contratos de 15 anos avaliados em R$ 11 bilhões neste período.

Sancetur, da família Chedid, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.

Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).

Já para o lote Norte, o que teve a maior disputa com uma sucessão de vários lances entre os concorrentes, e o consórcio composto por empresas como Rhema e Nova Via, propôs tarifa de remuneração de R$ 9,49 (deságio de 19,3% sobre o limite de R$ 11,76 no edital).

Um dos maiores operadores atuais de Campinas, o Grupo Belarmino, disputou o lote Norte pau a pau com o consórcio.

Com nova contratação, as linhas serão divididas em dois lotes, Norte e Sul, é são previstos investimentos de R$ 900 milhões em frota nova, contando com modelos elétricos.

Como mostrou o Diário do Transporte, os cinco grupos empresariais que participaram tiveram a documentação aprovada pela prefeitura e foram considerados aptos a continuar para esta fase.

Nesta quinta-feira (05), foi a vez de conhecer as propostas econômicas, abertas na B3 – Bolsa de Valores de São Paulo, na região central da capital paulista.

O Diário do Transporte acompanhou.

Pelos critérios da concorrência, vai ser considerado vencedor quem oferecer a menor tarifa técnica por lote, depois da aprovação por parte do poder público.

Tarifa técnica não é o que o passageiro paga nas catracas, mas é o que a empresa recebe como remuneração por passageiro transportado (o que inclui o valor das passagens, subsídios e outras receitas).

Agora, a comissão de licitação da prefeitura vai analisar a viabilidade das propostas para depois declarar o vencedor do lote Sul e o vencedor do lote Norte.

As propostas foram:

LOTE SUL:

Valor máximo no edital: R$ 11,21

– Sancetur – Santa Cecilia Turismo Ltda;

R$ 9,56 – deságio de 14,72%. Depois do Consórcio Andorinha ter apresentado proposta de R$ 9,55, a Sancetur baixou para R$ 9,54 ( -14,90%)

– Consórcio Andorinha, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda e WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda;

R$ 10,99- deságio de 01,96%. Depois, no viva-voz baixou para R$ 9,55 (-14,81%)

– Consórcio VCP Mobilidade, composto pelas empresas Mobicamp Ltda e Red Log Ltda.

R$ 10,67 – deságio de 04,82%

LOTE NORTE:

Valor máximo no edital: R$ 11,76

– Sancetur – Santa Cecilia Turismo Ltda;

R$ 11,50 (deságio de 2,21%). Depois baixou para R$ 10,32

– Consórcio Grande Campinas, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, Transporte Coletivo Grande Marília Ltda, Nova Via Transportes e Serviços Ltda, WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda e Auto Viação Suzano Ltda;

R$ 10,34 (deságio de 12,07%). Depois baixou para R$ 10,33; R$ 10,31; R$ 9,99; R$ 9,87 (- 16,07%); R$ 9,75 (- 17,09%); R$ 9,63 (-18,11%), R$ 9,61, R$ 9,49 (-19,3%).

– Consórcio Mov Campinas, composto pelas empresas Bampar Participações Ltda. e Tupi-Transporte Urbano de Piracicaba Ltda.

R$ 11,75 (deságio de 0,09%), depois foi para R$ 9,98 (deságio de 15,14%); R$ 9,86 (deságio de 16,16%); R$ 9,74 (-17,18%); R$ 9,62% (- 18,20%); R$ 9,60 (-18,37%);

O Diário do Transporte, em reportagem especial, detalhou cada um destes consórcios. – Relembre:

LOTE NORTE:

EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;

CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS, composto pelas empresas RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;

CONSÓRCIO MOV CAMPINAS, composto pelas empresas: BAMPAR PARTICIPAÇÕES LTDA. (EMPRESA LÍDER) e TUPI-TRANSPORTE URBANO DE PIRACICABA LTDA.

LOTE SUL:

EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;

CONSÓRCIO ANDORINHA, composto pelas empresas: RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.

CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE, composto pelas empresas: MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.

QUEM É QUEM:

SANCETUR:

Pertencente ao mais relevante braço da família Chedid, que é considerada poderosa nos transportes. Atua em mais de 20 cidades, em especial no interior e no litoral de São Paulo, mas também está em sistemas de outros estados, como na cidade do Rio de Janeiro.

De tão forte e incisiva, a Sancetur com um só ofício conseguiu com que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, liberasse imediatamente valores de subsídios e repasses atrasados, algo que as empresas locais, inclusive do poderoso Jacob Barata Filho, do Grupo Guanabara, tentavam há tempos.

Com a marca SOU (Sistema de Ônibus Urbanos) ao lado do nome da cidade correspondente, tem ganhado cada vez mais espaço em licitações ou contratos emergenciais.

Recentemente, ia dar um dos passos mais ousados do Grupo Chedid, ao assumir a gigante operação da Transwolff, na capital paulista, com 1206 ônibus, 111 linhas e 555 mil passageiros por mês, na zona Sul. A Transwolff foi descredenciada do sistema de transportes da cidade de São Paulo após ter sido alvo de uma Operação do Ministério Público de São Paulo que investiga possível ligação da empresa, que surgiu da cooperativa Cooperpam, com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Mas após instabilidades na transição dos contratos, desistiu do negócio, que chegou a ser anunciado em fevereiro de 2026 pelo prefeito Ricardo Nunes. A onda de ataques a 1,5 mil ônibus em São Paulo que ocorreu entre junho e agosto de 2025 foi atribuída pela Polícia Civil a esta mudança contratual.

CONSÓRCIO MOV CAMPINAS

É do Grupo Belarmino, que já atua nos transportes municipais de Campinas, com a VB Transportes, cuja operação constantemente é alvo de reclamações de usuários. Tem como fundador o empresário português Belarmino de Ascenção Marta, é um dos maiores conglomerados do setor, em especial no Estado de São Paulo. Nascido em Vilar de Rei, na região de Trás-os-Montes, em Portugal; em 15 de agosto de 1937, Belarmino começou no ramo de transportes, na capital paulista, em 1961, juntamente com cunhado Antonio José Fonseca e amigos, fundando a Auto Viação Brasil Luxo.

A família de Belarmino possui controle total único, sociedade ou participação em empresas como: Sambaíba Transportes Urbanos (a segunda maior frota da cidade de São Paulo, com 1,3 mil ônibus), ConSor – Consórcio Sorocaba, Comercial Sambaíba de Viaturas, Empresa Bragantina de Varrição e Coleta de Lixo – Embralixo, Empresa São José, MoV Vinhedo – Rápido Sumaré, MoV Paulínia – Rápido Sumaré, MoV São João da Boa Vista – Rápido Sumaré, MoV Nova Odessa – Rápido Sumaré, MoV Louveira – West Side,  MoV Itu – West Side, MoV Avaré – West Side,  MoV Boituva – West Side,  MoV Sumaré – Viação Ouro Verde, MoV Monte Mor – Rápido Campinas, MoV Franca (no lugar da São José), Nossa Senhora de Fátima Auto Ônibus, Rápido Luxo Campinas, Rápido Sumaré, Transportes Capellini, ValleSul Transportes e Turismo, VB Transportes e Turismo, VBex Encomendas, VB Cargas, Viaje Mais, Viação Atual, Viação Avante, Viação Campo dos Ouros (Guarulhos-SP), Viação Itu, Viação Lira (LiraBus),  Viação Ouro Verde, Viação Transguarulhense, Vila Real Transportes e Serviços, West Side Viagens e Turismo, Monte Alegre Agência de Turismo, entre outras.

CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS:

RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;

É o consórcio com maior número de empresas, o que não significa que sejam companhias mais fortes ou maiores. Muitas delas, inclusive são marcadas por polêmicas e investigações como descredenciamentos com suspeitas de irregularidades, todas contestadas pelos operadores.

A Nova Via, ligada ao Grupo da Smile Turismo, atua no transporte urbano em Santa Bárbara d’Oeste, região metropolitana de Campinas.

A empresa, em Santa Bárbara, possui em torno de 80 funcionários e mais de 35 veículos. Os veículos rodam cerca de 160.000 quilômetros, por mês.

A Smile Transportes e Turismo tem cerca de 40 anos, sede em Paulínia e filiais em Campinas, Sumaré, Paraibuna, Fernandópolis e Marília, conta atualmente com mais de 800 funcionários e 500 veículos.

A Nova Via Transportes e Serviços Ltda tem como principal sócio, de acordo com a Junta Comercial de São Paulo, Norival Antonio do Prado, e a Ekos Transportes e Turismo. A Ekos é registrada em nome de Norival e já chegou a ser denominada de Nakasone Transportes. Já figurou como sócio da Nova Via, Antônio Felício Júnior. A família Felício também é conhecida por forte influência nos transportes, com atuação e fundação em grupos de empresas como Viação Danúbio Azul (Grupo VIDA), da Grande São Paulo e interior paulista; Rápido D’Oeste, de Ribeirão Preto; e a VoePass Linhas Aéreas (antiga Passaredo), fundada por José Luiz Felício, que morreu em 2023.

De acordo com reportagens de imprensa local, a Smile chegou a ser denunciada por suposta formação de cartel e falsificação de documentos nos transportes de Paulínia, também na região de Campinas. A denúncia, protocolada por uma advogada na prefeitura de Paulínia, apontou para uma possível “cartelização” com a empresa S.TP. Mobilidade e os rombos aos cofres públicos chegariam a R$ 19 milhões. A prefeitura decidiu pelo rompimento dos contratos.

A Rhema Transportes, por sua vez, é registrada em nome de Claudio Luis Ferreira Coutinho e Paulo Roberto Leme. Atua com fretamento e em serviços de transporte escolar em Paulínia

A New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda já teve as denominações Nova Esperança Locadora de Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.

A WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda tem sedes em Guarulhos e Arujá, na Grande São Paulo, e, segundo a Jucesp, é registrada em nome de Merciana Alves dos Santos Franca, da mesma família da New Hope. A atuação principal é em fretamento.

A Auto Viação Suzano Ltda, segundo a Junta Comercial, tem como sócio principal Welter França Souto Ferreira, ou seja, o mesmo da New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda. Atua em Santa Isabel (SP), Catanduva (SP) e Balneário Camboriú (SC).

A Transporte Coletivo Grande Marília é registrada em nome de Emerson de Jesus e Paula Anely Sikans. Atua em Marília, no interior de São Paulo, praticamente com a mesma pintura da Nova Via, de Santa Bárbara d’Oeste

CONSÓRCIO ANDORINHA

RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.

Rhema e WMW estão também no Consórcio Grande Campinas – os detalhes acima.

De diferente, mas nem não diferente, é a New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda

A empresa já teve as denominações Nova Esperança Locadora De Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Marcos Welder França dos Santos é sócio também, segundo a Jucesp, da Auto Viação Suzano Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.

A família atua na WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.

CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE

MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.

Na prática, é composto também por empresas que atuam na cidade: Expresso Campibus Ltda (do Grupo NIFF, família Felício Yasbek e Viação Arujá), Onicamp Transporte Coletivo e Itajaí Transportes Coletivos (Camila Portela Redighieri Daher e Joubert Beluomini). Mas o caminho societário é complexo.

A MobiCamp tem o quadro de sócios formado pela VGM Participações Ltda, VUG Participações Ltda e Walter Godoy Bueno

A VGM, com sede em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, tem como sócia registrada Valéria Garcia Mansur e o objeto social é Holdings de Instituições Não-Financeiras Compra e Venda e Imóveis Próprios

A VUG tem como sócio-administrador Walter Godoy Bueno e o objeto social é o mesmo da VGM.

A Red Log, por sua vez, é formada pela Agromaquinas Locações Ltda, de Vila Velha (ES) e pelos sócios Camila Portela Redighieri Daher, Joubert Beluomini, Lorena Portela Redighieri e Rápido Santo Amaro Ltda.

Joubert Beluomini é sócio de Camila Portela Redighieri Daher na Itajaí e Onicamp Transporte Coletivo Ltda, que também opera já no transporte municipal de Campinas, além de aparecerem em comum na Rápido Santo Amaro Ltda.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Todos os grupos empresariais que apresentaram propostas na bilionária licitação de ônibus de Campinas (SP) foram considerados aptos

Nesta quinta-feira (05), serão abertas as propostas para definição de quais os operadores de cada um dos dois lotes de linhas municipais

ADAMO BAZANI

Todas os grupos empresariais que apresentaram propostas na bilionária licitação de ônibus de Campinas (SP) foram considerados aptos a continuar para a próxima fase da concorrência, marcada para esta quinta-feira, 05 de março de 2026, quando serão abertas as ofertas de preços.

A informação foi confirmada pela prefeitura na noite desta quarta-feira (04).

A abertura das ofertas financeiras ocorre às 14h na sede da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

São cinco licitantes, sendo quatro consórcios e uma empresa.

A decisão de torna-los aptos é da Comissão Especial de Contratação, formada por representantes das Secretaria de Transportes, Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), Secretaria de Administração e Procuradoria Geral do Município.;

O grupo analisou o relatório emitido pela B3, a partir das garantias de propostas, documentos de representação e as declarações apresentados no Envelope nº 1, no último dia 25 de fevereiro, e entendeu que toda a documentação está regular.

Os contratos são de 15 anos, pelo valor de, aproximadamente, R$ 11 bilhões. Os investimentos em renovação da frota de ônibus serão da ordem de quase R$ 900 milhões, ao longo dos cinco anos iniciais de contrato; e mais R$ 800 milhões durante os dez anos restantes, totalizando R$ 1,7 bilhão em 15 anos. Também haverá investimentos em tecnologia embarcada e nos terminais e estações, totalizando R$ 1,9 bilhão.

Foram seis propostas, três para cada um dos lotes em disputa.

Para o Lote Sul, os proponentes são:

– a Sancetur – Santa Cecilia Turismo Ltda;

– o Consórcio Andorinha, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda e WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda;

– o Consórcio VCP Mobilidade, composto pelas empresas Mobicamp Ltda e Red Log Ltda.

Também foram três grupos interessados no Lote Norte. São eles:

– Sancetur – Santa Cecilia Turismo Ltda;

– Consórcio Grande Campinas, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, Transporte Coletivo Grande Marília Ltda, Nova Via Transportes e Serviços Ltda, WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda e Auto Viação Suzano Ltda;

– Consórcio Mov Campinas, composto pelas empresas Bampar Participações Ltda. e Tupi-Transporte Urbano de Piracicaba Ltda.

Na sessão pública desta quinta-feira, o primeiro lote que terá as propostas reveladas será o Sul, que atende às regiões Leste, Sul e Sudoeste. Depois de abertos os envelopes com os valores propostos, os interessados podem dar lances. Vence a melhor proposta para o Município, ou seja, o menor valor. O mesmo procedimento é aplicado para a segunda concorrência, apelo Lote Norte, abrange as regiões Norte, Oeste e Noroeste.

Depois de definidos os vencedores para os dois lotes, serão abertos os envelopes nº 3, de cada um deles, para que a documentação de habilitação seja analisada. Toda a sessão vai ser transmitida, ao vivo, e pode ser acompanhada pelo site e canal da Bolsa de Valores, no endereço http://www.tvb3.com.br.

O Diário do Transporte, em reportagem especial, detalhou cada um destes consórcios. – Relembre:

LOTE NORTE:

EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;

CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS, composto pelas empresas RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;

CONSÓRCIO MOV CAMPINAS, composto pelas empresas: BAMPAR PARTICIPAÇÕES LTDA. (EMPRESA LÍDER) e TUPI-TRANSPORTE URBANO DE PIRACICABA LTDA.

LOTE SUL:

EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;

CONSÓRCIO ANDORINHA, composto pelas empresas: RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.

CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE, composto pelas empresas: MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.

QUEM É QUEM:

SANCETUR:

Pertencente ao mais relevante braço da família Chedid, que é considerada poderosa nos transportes. Atua em mais de 20 cidades, em especial no interior e no litoral de São Paulo, mas também está em sistemas de outros estados, como na cidade do Rio de Janeiro.

De tão forte e incisiva, a Sancetur com um só ofício conseguiu com que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, liberasse imediatamente valores de subsídios e repasses atrasados, algo que as empresas locais, inclusive do poderoso Jacob Barata Filho, do Grupo Guanabara, tentavam há tempos.

Com a marca SOU (Sistema de Ônibus Urbanos) ao lado do nome da cidade correspondente, tem ganhado cada vez mais espaço em licitações ou contratos emergenciais.

Recentemente, ia dar um dos passos mais ousados do Grupo Chedid, ao assumir a gigante operação da Transwolff, na capital paulista, com 1206 ônibus, 111 linhas e 555 mil passageiros por mês, na zona Sul. A Transwolff foi descredenciada do sistema de transportes da cidade de São Paulo após ter sido alvo de uma Operação do Ministério Público de São Paulo que investiga possível ligação da empresa, que surgiu da cooperativa Cooperpam, com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Mas após instabilidades na transição dos contratos, desistiu do negócio, que chegou a ser anunciado em fevereiro de 2026 pelo prefeito Ricardo Nunes. A onda de ataques a 1,5 mil ônibus em São Paulo que ocorreu entre junho e agosto de 2025 foi atribuída pela Polícia Civil a esta mudança contratual.

CONSÓRCIO MOV CAMPINAS

É do Grupo Belarmino, que já atua nos transportes municipais de Campinas, com a VB Transportes, cuja operação constantemente é alvo de reclamações de usuários. Tem como fundador o empresário português Belarmino de Ascenção Marta, é um dos maiores conglomerados do setor, em especial no Estado de São Paulo. Nascido em Vilar de Rei, na região de Trás-os-Montes, em Portugal; em 15 de agosto de 1937, Belarmino começou no ramo de transportes, na capital paulista, em 1961, juntamente com cunhado Antonio José Fonseca e amigos, fundando a Auto Viação Brasil Luxo.

A família de Belarmino possui controle total único, sociedade ou participação em empresas como: Sambaíba Transportes Urbanos (a segunda maior frota da cidade de São Paulo, com 1,3 mil ônibus), ConSor – Consórcio Sorocaba, Comercial Sambaíba de Viaturas, Empresa Bragantina de Varrição e Coleta de Lixo – Embralixo, Empresa São José, MoV Vinhedo – Rápido Sumaré, MoV Paulínia – Rápido Sumaré, MoV São João da Boa Vista – Rápido Sumaré, MoV Nova Odessa – Rápido Sumaré, MoV Louveira – West Side,  MoV Itu – West Side, MoV Avaré – West Side,  MoV Boituva – West Side,  MoV Sumaré – Viação Ouro Verde, MoV Monte Mor – Rápido Campinas, MoV Franca (no lugar da São José), Nossa Senhora de Fátima Auto Ônibus, Rápido Luxo Campinas, Rápido Sumaré, Transportes Capellini, ValleSul Transportes e Turismo, VB Transportes e Turismo, VBex Encomendas, VB Cargas, Viaje Mais, Viação Atual, Viação Avante, Viação Campo dos Ouros (Guarulhos-SP), Viação Itu, Viação Lira (LiraBus),  Viação Ouro Verde, Viação Transguarulhense, Vila Real Transportes e Serviços, West Side Viagens e Turismo, Monte Alegre Agência de Turismo, entre outras.

CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS:

RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;

É o consórcio com maior número de empresas, o que não significa que sejam companhias mais fortes ou maiores. Muitas delas, inclusive são marcadas por polêmicas e investigações como descredenciamentos com suspeitas de irregularidades, todas contestadas pelos operadores.

A Nova Via, ligada ao Grupo da Smile Turismo, atua no transporte urbano em Santa Bárbara d’Oeste, região metropolitana de Campinas.

A empresa, em Santa Bárbara, possui em torno de 80 funcionários e mais de 35 veículos. Os veículos rodam cerca de 160.000 quilômetros, por mês.

A Smile Transportes e Turismo tem cerca de 40 anos, sede em Paulínia e filiais em Campinas, Sumaré, Paraibuna, Fernandópolis e Marília, conta atualmente com mais de 800 funcionários e 500 veículos.

A Nova Via Transportes e Serviços Ltda tem como principal sócio, de acordo com a Junta Comercial de São Paulo, Norival Antonio do Prado, e a Ekos Transportes e Turismo. A Ekos é registrada em nome de Norival e já chegou a ser denominada de Nakasone Transportes. Já figurou como sócio da Nova Via, Antônio Felício Júnior. A família Felício também é conhecida por forte influência nos transportes, com atuação e fundação em grupos de empresas como Viação Danúbio Azul (Grupo VIDA), da Grande São Paulo e interior paulista; Rápido D’Oeste, de Ribeirão Preto; e a VoePass Linhas Aéreas (antiga Passaredo), fundada por José Luiz Felício, que morreu em 2023.

De acordo com reportagens de imprensa local, a Smile chegou a ser denunciada por suposta formação de cartel e falsificação de documentos nos transportes de Paulínia, também na região de Campinas. A denúncia, protocolada por uma advogada na prefeitura de Paulínia, apontou para uma possível “cartelização” com a empresa S.TP. Mobilidade e os rombos aos cofres públicos chegariam a R$ 19 milhões. A prefeitura decidiu pelo rompimento dos contratos.

A Rhema Transportes, por sua vez, é registrada em nome de Claudio Luis Ferreira Coutinho e Paulo Roberto Leme. Atua com fretamento e em serviços de transporte escolar em Paulínia

A New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda já teve as denominações Nova Esperança Locadora de Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.

A WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda tem sedes em Guarulhos e Arujá, na Grande São Paulo, e, segundo a Jucesp, é registrada em nome de Merciana Alves dos Santos Franca, da mesma família da New Hope. A atuação principal é em fretamento.

A Auto Viação Suzano Ltda, segundo a Junta Comercial, tem como sócio principal Welter França Souto Ferreira, ou seja, o mesmo da New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda. Atua em Santa Isabel (SP), Catanduva (SP) e Balneário Camboriú (SC).

A Transporte Coletivo Grande Marília é registrada em nome de Emerson de Jesus e Paula Anely Sikans. Atua em Marília, no interior de São Paulo, praticamente com a mesma pintura da Nova Via, de Santa Bárbara d’Oeste

CONSÓRCIO ANDORINHA

RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.

Rhema e WMW estão também no Consórcio Grande Campinas – os detalhes acima.

De diferente, mas nem não diferente, é a New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda

A empresa já teve as denominações Nova Esperança Locadora De Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Marcos Welder França dos Santos é sócio também, segundo a Jucesp, da Auto Viação Suzano Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.

A família atua na WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.

CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE

MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.

Na prática, é composto também por empresas que atuam na cidade: Expresso Campibus Ltda (do Grupo NIFF, família Felício Yasbek e Viação Arujá), Onicamp Transporte Coletivo e Itajaí Transportes Coletivos (Camila Portela Redighieri Daher e Joubert Beluomini). Mas o caminho societário é complexo.

A MobiCamp tem o quadro de sócios formado pela VGM Participações Ltda, VUG Participações Ltda e Walter Godoy Bueno

A VGM, com sede em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, tem como sócia registrada Valéria Garcia Mansur e o objeto social é Holdings de Instituições Não-Financeiras Compra e Venda e Imóveis Próprios

A VUG tem como sócio-administrador Walter Godoy Bueno e o objeto social é o mesmo da VGM.

A Red Log, por sua vez, é formada pela Agromaquinas Locações Ltda, de Vila Velha (ES) e pelos sócios Camila Portela Redighieri Daher, Joubert Beluomini, Lorena Portela Redighieri e Rápido Santo Amaro Ltda.

Joubert Beluomini é sócio de Camila Portela Redighieri Daher na Itajaí e Onicamp Transporte Coletivo Ltda, que também opera já no transporte municipal de Campinas, além de aparecerem em comum na Rápido Santo Amaro Ltda.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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